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Editora New Century 8 de dezembro de 2013 15ª edição

Spielberg Por trás da genialidade

Guy Bourdin JR Duran Robert Capa Bob Wolfeson


Taleris. Pos pulibem utem aute

Omantiferte, num dit


índice

guy bourdin......................................................................pág. 4 JR duran...............................................................................pág. 5 robert capa......................................................................pág. 6 bob wolfeson.................................................................. pág. 7

* Guy Bourdin: Tudo o que você tem que saber 1. Imagem: Revista Vouge a. Fonte: MSN - http://msn.lilianpacce.com.br/portfolio/guy-bourdin-portfolio/ * Surrealismo registrado com luz 2. Imagem: Revista Vouge b. Fonte: Catraca Livre - http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/08/fotos-da-moda/ * Biografia Jr. Duran 3. Imagem: Cauã Reymond -18ª edição da Revista Poder c. Fonte: Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Jr._duran * Guerra, luz e sombras de Robert Capa 4. Imagem: Soldado II Guerra Mundial d. Fonte: Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Capa * Bob Wolfenson 5. Imagem: Vouge Brasil 5. Fonte: http://www.welovemodels.com/?p=28567

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Guy Bourdin: Tudo o que você tem que saber Ele influencia no- “Vogue“ francesa para You” (sobre o universo mes como David La- rechear as páginas da criativo do artista e sua Chapelle, Nick Knight revista com seu imagi- parceria profissional e David Lynch. Até nário pra lá de erótico. com a modelo Nicolle Madonna se rendeu a As páginas pra Meyer, também autora sua linguagem e foi pro- Bourdin eram duplas, da publicação) – a sincessada pelo herdeiro recheadas de sexualida- gularidade do trabalho Samuel por copiar fo- de e violência, fugindo dele está “na compositos do pai em seu cli- do óbvio nas cenas coti- ção, cores, jogo de real pe “Hollywood”, de dianas. Como desenhis- e irreal, mistério e sur2004. Contemporâneo ta, tinha total liberdade realismo: “Enquanto de Helmut Newton, para criar. Pensava todos os anúncios são Guy Bourdin é iguais, ele explora menos pop que o olhar através de o colega mas “Enquanto todos os anún- uma fechadura”. muito mais cult. Guy Bourdin O fotógrafo e cios são iguais, ele explora o se tornou refeilustrador franrência em publicês nasceu em olhar através de uma fecha- cidade através 1928, em Paris, dos anúncios da e foi abandodura”. marca de sapatos nado pela mãe Charles Jourdan, um ano depois. pra quem contriViveu no Senegal, re- exatamente no peso de buiu durante 14 anos. crutado pelo exército cada elemento e fazia Sua identidade é tão francês, onde começou inúmeros rascunhos forte que é impossível a ter aulas de fotografia. antes de fotografar. alguém ter passado peVoltando a Paris, virou Para Shelly Verthime, los anos 70 sem notar pupilo de ninguém me- especialista no artista suas campanhas. nos do que Man Ray e – e uma das autoras do logo foi escalado pela livro “A Message For

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Surrealismo registrado com luz Bourdin passou boa parte de sua juventude vivendo o pós-guerra em Paris. Em 1954, entrou para a Vogue francesa, onde trabalhou por mais de 30 anos. Nos anos 1970, o fotógrafo já aparecia nas páginas das principais revistas de moda do mundo. Tra-

balhou também para a Harper´s Bazaar e fotografou campanhas publicitárias para as marcas Chanel, Issey Miyake, Emanuel Ungaro, Gianni Versace, Loewe, Pentax e para a loja de departamentos Bloomingdale´s.∞


Biografia Jr. Duran Josep Ruaix Duran, conhecido como J.R. Duran, (Barcelona, 22 de julho de 1952) é um fotógrafo brasileiro nascido na Espanha. No Brasil desde 1970 e com estúdio montado em São Paulo, a partir de 1979, começou a fotografar para revistas de moda como Vogue e Elle Brasil . Ao mesmo tempo começou a trabalhar para agências de publicidade como DPZ, McCann, Thompson, Talent para clientes como Johnson & Johnson, General Motors, Volkswagen, Souza Cruz, British American Tobacco e outros.

Em 1984 realizou sua primeira exposição, Beijos Roubados, na Galeria Paulo Figueiredo, em São Paulo. Ganhou sete prêmios Abril de Jornalismo. Foi capa da edição nacional da Veja em janeiro de 1988, com o titulo O Mago das Lentes.

Tem ensaios a respeito de seu trabalhos publicados nas revistas Forum (alemã), Zoom (edições francesa, italiana e japonesa), Man (espanhola) e Photo (francesa). Em 1989 mudou-se para os Estados Unidos, onde trabalhou para Harper’s Bazaar USA, Elle (edições francesa, inglesa, italiana e espanhola), Mademoiselle, Glamour, Tatler, Vogue (alemã), assim como para agências de publicidade como Grey Advertising, Saatchi & Saatchi, DDB e outras. Em 1994 realizou

sua segunda exposição, Passageiro Distante, na Galeria São Paulo. Em 1995 voltou a viver no Brasil. Publicou os livros As melhores fotos e 18 Fotos. Em 2000 lançou o romance Lisboa. No Brasil, realizou

a n

campanhas para Intelig, cigarro Charm, cerveja Kaiser, Embratel, Telesp, Banco do Brasil, cigarro Free, Antarctica, Martini, Motorola, Lojas Riachuelo, Credicard, Hering, Banco Real, Banco do Brasil, Banco Itaú, Telefonica, Sadia, McCafé. No mesmo ano inaugurou a exposição de fotografias JRDURAN, no Museu de Arte Brasileira da FAAP. Atualmente reside em São Paulo.∞

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Guerra, luz e sombras de Robert Capa A sua carreira de fotógrafo começa no fim do ano de 1931, uma vez que aparece a fotografar Leon Trótski, no meio de múltiplas dificuldades, durante um congresso em Copenhaga. O aparecimento do nazismo e a religião judaica de Robert fazem com que em 1932 ele tenha que deixar Berlim, dirigindo-se para Viena e depois, Paris. Em 1934 encontra Gerda Taro, e no ano seguinte ambos criam o personagem Robert Capa, repórter mítico de nacionalidade estado-unidense, pelo que André Friedmann se declara associado a Gerda Taro, sua primeira namorada, também fotógrafa-produtora. O nome de Robert Capa de repente fica célebre e, logo que se descobre que ele se serve de um pseudônimo, a notoridade do repórter está assegurada. Em 1936, Capa e Gerda Taro partem em reportagem para o meio da Guerra Civil em Espanha, onde Gerda encontra a morte no ano seguinte. Em Junho de 1944 participa no desembarque da Normandia, o Dia D. Depois da guerra, com David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger, funda a Agência Magnum (constituída oficialmente em 1947). Nos primeiros tempos, ocupa-se na organização da estrutura, partindo em seguida para o “terreno”. Robert Capa fotografou a Guerra Civil Espanhola, onde tirou a sua mais famosa foto (“A morte do soldado legalista”), a Guerra Civil Chinesa e a II Guerra Mundial com lentes normais, o que fez com que ele se tornasse um dos mais

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importantes fotógrafos europeus do século XX. Capa morreu na Guerra da Indochina, em 25 de maio de 1954, ao pisar sobre uma mina terrestre. Seu corpo foi encontrado com as pernas dilaceradas. A câmera permanecia entre suas mãos.∞


B O B Wolfeson

Iniciou a carreira ao 16 anos como assistente de fotografia na Editora Abril onde permaneceu por quatro anos. Em 1974, passou a trabalhar como free-lancer, fazendo algumas revistas técnicas da Editora Abril, como Químicos e Derivados, Máquinas e Metais. As fotos eram de empresários – o famoso boneco, na linguagem jornalística. Em 1978, montou seu primeiro estúdio e estudou Ciências Sociais. Em 1982 mudouse para Nova Iorque, trabalhou como assistente do fotógrafo norte-americano Bill King. De volta ao Brasil, sua

carreira tomou novo rumo e, a partir de 1985, começou a fazer editoriais para diversas revistas. A consagração como fotógrafo veio após a exposição Jardim da Luz, em 1996, no Museu de Arte de São Paulo. Foi responsável por vários ensaios para a Playboy e diversas capas e editoriais de moda. Em 2004 realizou a exposição Antifachada - Encadernação Dourada no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado, e suas fotos passam a pertencer a diversas coleções, museus e instituições de arte. MAB - FAAP

Atualmente é considerado por muitos como um dos maiores fotógrafos da América Latina. Bob Wolfenson fotografou dezenas de top models, fez muitas campanhas publicitarias importantes apesar de ser essencialmente um artista. Atualmente Bob Wolfenson é co-editor da revista da qual ele mesmo é co-criador, a S/N (lê-se Sem Número).∞

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Disney em seu estúdio finalizando os trabalhos do filme Bambi (1942)

Hoje na História: 1966

Morre produtor e roteirista Walter Disney Walter Elias Disney, produtor, diretor, roteirista e desenhista animado, morre em Los Angeles, em 15 de dezembro de 1966, aos 65 anos. Figura capital da história do cinema de animação, é considerado um ícone internacional graças a sua importante contribuição à indústria do entretenimento durante grande parte do século 20. Fundou junto com seu irmão, Roy Disney, a companhia Walt Disney Productions, que anos depois se converteu na mais célebre produtora do campo do desenho animado. Atualmente é a maior companhia de meios de comunicação e entretenimento do mundo. Esta corporação,

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hoje The Walt Disney Company, obteve, somente em 2010, ingressos de cerca de 36 bilhões de dólares. Nascido em Chicago, passou a infância numa granja do Missouri. Em 1909 seu pai adoeceu e a família mudou-se para Kansas City. Ali trabalhou como jornaleiro, não se destacando nos estudos. Preferia o desenho e as historietas. Em 1918, tentou alistar-se no exército. Como não tinha idade suficiente, falsificou seu documento e conseguiu ser admitido como condutor de ambulância da Cruz Vermelha. Quando concluiu sua formação, a guerra na Europa já havia terminado e sua função se resumiu a transportar oficiais.

De regresso aos Estados Unidos, conseguiu um trabalho na Pesemen-Rubin Art Studio, onde travou amizade chave com o desenhista Ubbe Iwerks. Ambos fundaram em 1920 a empresa Iwerks-Disney Commercial Artists, que fracassou. Foi trabalhar na Kansas City Film, onde teve contato com rudimentos em técnicas de animação, cujas possibilidades o fascinaram. Por sorte, uma distribuidora se interessou por “Alice no País das Maravilhas”, um dos filmes produzidos pela Laugh-O-Gram Films, e lhe encomendou novas fitas que combinassem animação e imagem real. Para satisfazer a encomenda

nasceu a Disney Brothers' Studio, dirigido por Walt e Roy, que produziria em 1927 a série “Oswaldo, o Coelho Afortunado”, encomendada pela Universal Pictures e criada por

Ubbe Iwerks, quem por sua vez se associou aos irmãos Disney. Apesar do êxito, a Universal, que detinha os direitos de Oswald, decidiu dispensar os serviços do estúdio dos


Disney. Preocupados, resolveram criar um novo personagem e este foi nada menos que Mickey Mouse, que com o tempo seria o emblema da chamada Fábrica Disney. Discutiu-se entre Walt e Ubbe a paternidade do ratinho que estreou triunfalmente em “Steamboat Willie” (1928). Ao tornar-se imensamente popular, os curtas-metragens se sucederam com rapidez. Em 1930, os curtas protagonizados por Mickey Mouse se alternaram com uma série de graciosas animações musicais intituladas Sinfonias Malucas. O negócio ia de vento em popa. Em 1934, Disney levou a cabo um projeto visionário: a produção de um longa metragem, que se-

ria o primeiro da história do desenho animado. A indústria cinematográfica considerou a idéia absurda devido aos enormes custos. Disney teve de pedir empréstimo bancário de 1,5 milhão de dólares, Todavia, na bilheteria, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937) arrecadou 8 milhões de dólares. Era o triunfo como empresário e artista. Branca de Neve foi recebida como obra-prima, de altíssimo nível técnico, fina sensibilidade e grande soltura narrativa. Os ingressos permitiram a Disney construir, dois anos depois, um imenso estúdio em Burbank e produzir os extraordinários longas como Pinóquio, Fantasia, Dumbo e Bambi.


Disney, contudo, deparou-se com crise decorrente da greve de seus empregados, em 1941. Os trabalhadores da indústria da animação criaram em 1938 a Screen Cartoonists Guild. Disney se negava a permitir a filiação sindical de seus empregados. Embora fossem os mais bem remunerados da profissão, julgavam que promessas de bonificação não estavam sendo cumpridas. Desenhistas de destaque no estúdio, como Art Babbit e Will Tytla, abraçaram a causa dos companheiros. Disney considerou o fato traição pessoal e despediu Babbitt e outros 16 trabalhadores. Em 28 de maio, os trabalhadores foram à greve. Quando Disney chegou, os

estúdios estavam bloqueados pelos piquetes e quase chegou às vias de fato com Babbitt. Finalmente, pressionado pela opinião pública, aceitou reconhecer o sindicato. Os trabalhadores tiveram melhorias salariais e seus nomes nos títulos de crédito. Disney jamais perdoou os líderes da greve. Alguns foram despedidos, outros optaram por se demitir diante do clima criado. Disney vingou-se pessoalmente dos principais líderes, denunciando-os em 1948 ante o Comitê de Atividades Anti-americanas do senador McCarthy, como simpatizantes do comunismo. A greve arruinou a imagem da Walt Disney Company como empresa paternalista e harmônica. Nos anos 1950, os estúdios voltaram à carga com novos longas de êxito: “A Gata Borralheira”, “Peter Pan”, “A Dama e o Vagabundo”. Sobreveio então a ideia de trazer à terra seu mundo de fantasia, com a construção da Disneylandia que, inaugurada em 1955, foi o que hoje se chamaria o primeiro parque temático da história. Mais grandioso ainda foi o projeto de um novo parque em Orlando – a Disneyworld – que Disney não chegou a ver

concluído. Em 1966 foi diagnosticado com um câncer de pulmão e faleceu poucos meses mais tarde. O ‘Mago de Burbank’ legou filmes agradáveis, repletos de fauna humanizada, que continuam povoando a imaginação de milhões de crianças em todos os quadrantes do planeta.∞


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Projeto Revista  

Projeto desenvolvido no curso de Adobe Indesign Módulo I na Faculdade Impacta de Tecnologia

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