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Orgulho de ser ser Unoeste


378.81 U58

Unoeste 45 anos : 1972-2017 / [coordenação geral, Bruno Takikawa ; jornalista responsável, Mariana Tavares ; projeto gráfico, Fernanda Lussari. -- Presidente Prudente: Universidade do Oeste Paulista, 2017. 84 p. : retrs. ISBN 978-85-9492-035-5 1. Universidade do Oeste Paulista – História – 1972-2017. 2. Unoeste – História – 1972-2017. I. Takikawa, Bruno. II. Título.

Ficha catalográfica elaborada pela bibliotecária Adriana Maria Evaristo Martinez de Oliveira – CRB8/4322


expediente Agripino de Oliveira Lima Filho Fundador

Ana Cardoso Maia de Oliveira Lima Fundadora

Ana Cristina de Oliveira Lima Reitora

Brunno de Oliveira Lima Aneas Vice-reitor

Augusto Cesar de Oliveira Lima Diretor Geral da Apec

Gabriel de Oliveira Lima Carapeba Diretor Administrativo da Apec

Guilherme de Oliveira Lima Carapeba Pró-reitor Administrativo

José Eduardo Creste Pró-reitor Acadêmico

Adilson Eduardo Guelfi Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação Pró-reitor de Extensão e Ação Comunitária

Departamento de Comunicação

Coordenação geral: Bruno Takikawa Jornalista responsável: Mariana Tavares Mtb: 59.807 Projeto gráfico: Fernanda Lussari Editoração eletrônica e tratamento de imagem: Débora André Fotos: Débora André, Ector Gervasoni, Gabriela Oliveira, João Paulo Barbosa e Marcelo Gomes Produção fotos: Erika Foglia e Gabriela Oliveira Textos: Aline Blasechi, Gustavo Justino, Homéro Ferreira e Mariana Tavares Revisão geral: Renata Rodrigues Publicidade/Propaganda: Dennis Pereira, Estanislau Marrafão, Gabrielly Santos, Lariane Palópoli, Luiz Eduardo Souza, Richard Minelli e Vivian Komatsu

Tiragem

3 mil exemplares

Impressão

Gráfica Idealiza

Contatos

3229 3260 (Presidente Prudente) 0800 771 5533 (Demais localidades) Ouvidoria ouvidoria@unoeste.br © 2017 - Universidade do Oeste Paulista Livro comemorativo dos 45 anos da Unoeste. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer outro meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou qualquer outro tipo de sistema de armazenamento e transmissão de informação, sem prévia autorização, por escrito, da Universidade do Oeste Paulista.


sumário

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boas-vindas

O conhecimento não envelhece, ele evolui e transforma vidas

linha do tempo

O decreto nº 71.190, de 3 de outubro de 1972, autorizou os primeiros cursos da Apec

fundadores

O Professor Agripino e a Dona Ana se orgulham de terem criado a Unoeste

gestores

O sonho atravessou gerações e hoje a família toda é dedicada à educação

estrutura

O processo de ensino e aprendizagem torna-se completo quando se alia a teoria à prática

100 anos de Prudente

De terra boa para a lavoura, a cidade também se tornou conhecida por ter solo fértil em educação

autoridades

A Unoeste superou os limites do ensino e impulsionou setores como saúde e economia

34 40 54 58 72 82

inclusão social

Atividades de extensão resultam em melhor qualidade de vida da comunidade

colaboradores

A união dos diferentes talentos é o diferencial de uma organização

vestibular

Entrar na universidade é a realização do sonho de milhares de pessoas

graduação Orgulho das histórias de sucesso construídas nesses 45 anos

pós-graduação Transformar experiências de vida em excelências profissionais

novos campi

Expandir conhecimento e levar ensino superior de qualidade para outros cantos do Brasil


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45 anos transformando a histรณria


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boas-vindas

Mariana Tavares

O conhecimento não envelhece, ele evolui e transforma vidas. Pode ser o segredo da longevidade; afinal, a Unoeste completa 45 anos com a jovialidade de sua essência, compartilhando saberes. Começou em solo prudentino e hoje também fortalece raízes em outras regiões. O início foi tímido, sem muitas expectativas para quem via de fora. Mas para os idealizadores desse sonho, os professores Agripino de Oliveira Lima Filho e Ana Cardoso Maia de Oliveira Lima, o decreto nº 71.190, de 3 de outubro de 1972, que autorizou a Faculdade de Artes, Ciências, Letras e Educação de Presidente Prudente (Faclepp), da Associação Prudentina de Educação e Cultura (Apec), era apenas o impulso para uma grande história. As três licenciaturas precursoras (Estudos Sociais, Letras e Pedagogia) abriram caminhos para novas graduações ano a ano, e, em pouco tempo, contemplava todas as áreas do conhecimento – importante trunfo para toda a região. Ao debutar em 1987, a Apec tornou-se mantenedora da maior universidade do oeste paulista. Hoje, são mais de 70 gradu-

ações, entre presenciais e a distância, além da pós-graduação com cursos lato e stricto sensu. São inúmeros os motivos para celebrar, e o plano é continuar expandindo saberes e chegar ao meio século com muito mais para contar... Em 2017, ano que completa quatro décadas e meia de vida, a Unoeste é reconhecida nacionalmente entre as dez melhores universidades particulares do país e começa uma nova fase fora da sede, inicialmente com a implantação do curso de Medicina nos municípios paulistas de Jaú e Guarujá. Conquistas e reconhecimentos possíveis em razão do comprometimento na oferta de ensino, pesquisa e extensão de excelência, pois reconhece o papel fundamental que a educação tem na vida das pessoas. Ela é transformadora!

No resgate de seus 45 anos, a universidade orgulha-se das inúmeras histórias de sucesso que ajudou a construir; aliás, já formou mais de 90 mil profissionais para o Brasil e o mundo. E todo início de semestre reafirma o compromisso com cada aluno que adentra em seu universo para a realização de um novo sonho. Quem passa por aqui deixa sua marca eternizada e faz pulsar mais forte esse imenso coração que escolheu a cor verde para se identificar, pois tem esperança num futuro melhor por meio da educação. Neste livro, você conhecerá um pouco desta universidade, com relatos de pessoas totalmente diferentes, mas que tiveram suas vidas transformadas pelo conhecimento. Colaboradores, alunos, egressos, professores e demais personalidades que se orgulham dessa grande história construída até os dias atuais.


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Linha do tempo: uma histรณria de sucesso


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1972

1973

1974

Início de um sonho. O decreto nº 71.190, de 3 de outubro, autorizou o funcionamento da Faclepp, da Apec – hoje mantenedora da Unoeste. As atividades acadêmicas começaram no dia 16 de outubro, provisoriamente no Colégio Cristo Rei. Mas a aula inaugural ocorreu no dia 21 do mesmo mês.

Em fevereiro deste ano, as aulas dos três cursos da Faclepp passaram a ser realizadas no Bloco A do campus I: Pedagogia, Estudos Sociais e Letras. Desde então, esse local não parou mais de crescer. O campus I possui, atualmente, 14 blocos e mais de 70 laboratórios e clínicas; abriga, principalmente, as graduações das áreas da saúde e informática.

Começo de um novo cenário para a saúde pública de Prudente e região. A Unoeste implantava o primeiro curso nessa área, o de Odontologia, abrindo caminhos para outros bacharelados na saúde: Farmácia, Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Medicina, Fonoaudiologia, Educação Física e Biomedicina; além dos superiores de tecnologia em Estética e Cosmética, e Radiologia. Ainda em 1974, iniciou o primeiro curso de pós lato sensu, o de Planejamento em Currículo.


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1980

1983

1987

Inauguração do atual Palácio de Esportes, no campus I. Considerado um dos mais modernos da região, esse espaço esportivo já sediou importantes competições regionais, estaduais e nacionais, bem como eventos acadêmicos estimulados pela universidade com fins sociais. Além do ginásio poliesportivo, hoje, o local abriga a Academia de Musculação, piscina semiolímpica, salas de tênis de mesa e de ginástica, e vestiários amplos.

Inauguração da Clínica de Fisioterapia. Muito mais que um campo para aprendizagem, esse espaço tornou-se suporte aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) de Prudente e região, com a prestação de serviços gratuitos, como ocorre até hoje. Atualmente, a clínica realiza atendimentos específicos em cinco áreas: reabilitação cardiorrespiratória, neurologia adulta, pediatria, ortopedia/traumatologia/ reumatologia e ginecologia/obstetrícia. Realiza, anualmente, uma média de 16 mil atendimentos.

Transformação de faculdade em universidade pela Portaria MEC nº 83, de 12 de fevereiro. No dia 3 de agosto do mesmo ano, começaram as atividades acadêmicas no campus II, com seis graduações: Administração, Ciências Contábeis, Direito, Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia. No campus I, a Unoeste inovou na região com o bacharelado em Ciência da Computação, o primeiro da Faculdade de Informática (Fipp) e atualmente são seis cursos na área, todos entre os melhores do país.


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1988

1989

1991

Início das atividades do Departamento de Cultura e da construção do Teatro Universitário César Cava, no campus I, que foi inaugurado oficialmente em julho do ano seguinte. Com 465 lugares, além de eventos acadêmicos, o espaço sedia diferentes atividades culturais, sendo um dos melhores teatros da região, com sofisticados sistemas de luz e som.

Implantação do Hospital Veterinário (HV) da Unoeste, pioneiro no Estado por abrigar diversos setores no tratamento de pequenos e grandes animais, atualmente é referência no interior paulista. Com moderna estrutura, o HV proporciona formação de qualidade aos alunos da graduação, do programa de aprimoramento profissional, e da pós-graduação lato e stricto sensu. Em 28 anos de funcionamento, foram mais de 66 mil atendimentos; 4 mil somente em 2016.

Um dos fatos relevantes desse ano foi a prestação de serviço por meio do Laboratório de Análises Clínicas, no campus I. Desde 2016, funciona em instalação mais moderna, em via lateral ao Hospital Regional (HR). Em menos de um ano no novo espaço, realizou mais de 320 mil exames. São atendidos pacientes do SUS encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Prudente, além de convênios e particulares.


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1994

1997

1999

Realização do 1º Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica, atual Encontro Nacional de Ensino, Pesquisa e Extensão (Enepe). Em 2017 chega à 22ª edição. O evento multidisciplinar reúne, anualmente, mais de 5 mil participantes, entre estudantes, professores e profissionais de diferentes Estados brasileiros.

Inauguração do Hospital Universitário “Dr. Domingos Leonardo Cerávolo”, em 22 de fevereiro, estadualizado em 2009, transformando-se em Hospital Regional. É o 2º maior do interior paulista, atualmente com 23 mil internações/ano, 216 mil atendimentos de urgência e emergência, 20 mil cirurgias, 125 mil serviços ambulatoriais e 108 mil exames, atrás apenas do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

A Unoeste inaugurou a Fazenda Experimental para o uso dos cursos de agrárias, numa área total de 3.217.355 m², em Presidente Bernardes (SP). Considerada unidade de referência tecnológica, a área tem grande contribuição para o desenvolvimento e transformação da agropecuária na região do oeste paulista, utilizada por alunos da graduação e da pós para ensino, pesquisa e extensão.


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2000

2003

2004

Institucionalização do Trote do Bem. A integração humanizada dos calouros visa promover ações solidárias que despertem, desde o início, a formação de profissionais cidadãos, compromissados com a sociedade. A Unoeste realiza atividades com esse intuito desde a década de 90, mas foi no ano 2000 que as propostas de recepção aos calouros com a denominação oficial pela universidade foram institucionalizadas. As ações envolvem calouros e veteranos de todas as graduações no início de cada semestre.

Reconhecimento pelo MEC do primeiro mestrado ofertado pela Unoeste: Educação. Na sequência, vieram outras pós stricto sensu – atualmente são oito programas: mestrados e doutorados em Agronomia e Ciência Animal, além dos mestrados em Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, Odontologia e Ciências da Saúde. Todos são bem avaliados pelo órgão federal.

Lançamento da Incubadora Tecnológica de Presidente Prudente (Intepp), numa iniciativa da Fipp/Unoeste, com apoio da Associação Comercial e Empresarial de Presidente Prudente (Acipp), Prefeitura e Universidade Estadual Paulista (Unesp). O objetivo é fomentar a geração de pequenos negócios de base tecnológica. Hoje, funciona no Bloco B1, do campus II, sendo uma das poucas credenciadas no Estado de São Paulo.


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2009

2010

2011

Credenciamento pelo MEC para a oferta de pós lato sensu a distância. A Educação a Distância (EAD) na Unoeste teve início em 2000, com a realização do curso de extensão “Aprendendo a Aprender”. Hoje, são mais de 40 especializações e desde 2015 oferece graduações nessa modalidade. A EAD Unoeste conta com polos de apoio presencial em 18 Estados do Brasil.

Inauguração do Centro de Reabilitação Equestre, no campus II, onde é desenvolvido o programa multidisciplinar que envolve os cursos de Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Psicologia e Zootecnia. Por meio da prática de hipoterapia, o tratamento gratuito é voltado para crianças e adultos com deficiências física e intelectual.

Eleito o melhor projeto do país “Green Food Narandiba” pelo Instituto da Cidadania Brasil, com parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Também foram premiados os projetos Educação Ambiental e Resíduos Sólidos, em parceria com a Unesp, e o Mutirão do Lixo Eletrônico (categoria Meio Ambiente); Unoeste Inclusiva (Direitos Humanos e Justiça); Doadores de Medula Óssea (Saúde); e Tecnologia e Literatura Infantil: Sinergia para Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais (Tecnologia e Produção).


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2012

2016

2017

Cursos da saúde utilizam o novo Laboratório de Habilidades e Simulação (LHabSim) para a prática hospitalar. Ambiente pioneiro no interior do Estado de São Paulo, referência no Brasil com a tecnologia e metodologia utilizadas, além de ser um dos mais bem equipados da América Latina. Por meio de simuladores de alta fidelidade, os estudantes aprendem e praticam em robôs antes do atendimento ao paciente.

Expansão da maior universidade do oeste paulista. A Unoeste é selecionada pelo MEC para a abertura do curso de Medicina nos municípios paulistas de Jaú e Guarujá. Desde então, os trabalhos de implantação nessas cidades não pararam. Neste mesmo ano, ocorreu o lançamento oficial do Programa Unoeste Sustentável por meio do Plano de Logística Ambiental.

Ministério da Educação divulga os Indicadores de Qualidade do Ensino Superior e a Unoeste consagrase entre as 10 melhores universidades particulares do Brasil, segundo o mais recente Índice Geral de Cursos (IGC). No Estado de São Paulo, é a 4ª melhor particular e a 9ª entre públicas e privadas. Todos os cursos foram bem avaliados, a maioria com conceitos 4 e 5 (nota máxima).


Ector Gervasoni

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educ


car

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Homéro Ferreira

O Professor Agripino e a Dona Ana se orgulham de terem criado a Unoeste, instituição voltada a formar profissionais competentes e aptos a gerar qualidade de vida, promovendo desenvolvimento econômico, social e ambiental nas localidades onde atuam. Por mais paradoxal que pareça, existem perguntas que não precisam de respostas. Veja: O que seria de Prudente se não existisse a Unoeste? O que seria do oeste paulista se não fosse o Hospital Regional de Presidente Prudente? Grandes instituições que falam por si só, com as assinaturas de Agripino de Oliveira Lima Filho e Ana Cardoso Maia de Oliveira Lima no mérito das obras e de suas finalidades. É sonho alimentado por um ideal, pois escola criada por professores também não é apenas negócio, é desejo de transformação de vidas, sempre para melhor; e nisso inclui-se o hospital, que serve para estágio de cursos da saúde. A maior universidade do oeste paulista nasceu com esse ideal, fundada por essas duas personalidades inseridas na história regional, ambas com seus nomes associados a palavras de respeito: “Professor” Agripino e “Dona” Ana. Suas histórias de vida se assemelham

De um pequeno sonho, a realização de muitos pelas dificuldades superadas, iniciadas trabalhando na roça. Ela, filha do meio entre cinco irmãos e que aos 8 anos de idade entregava leite. Ele, o 8º de 12 irmãos, também começou a trabalhar cedo na fazenda onde nasceu, em Lençóis Paulista. Em 1951, formada professora, foi lecionar em uma escola rural de Gália, sua cidade natal. Em 1953, conheceu e casou-se, em Garça, com seu colega de profissão. Em 1957, aprovado em concurso, ele foi diretor de escola rural em Martinópolis. No ano seguinte, foram para Alfredo Marcondes. Em 1962, chegaram a Prudente e fizeram o curso de Administração Escolar. Ambos dirigiram escolas públicas. Ele também se formou em Direito, chegando exercer a advocacia; além de ter sido entregador de bebidas e motorista de caminhão, vendedor de carros e de livros. Em 1972, fundaram a Apec, que se tornou

mantenedora da Unoeste, em 1987. Dez anos depois, inauguraram o hospital que foi estadualizado em 2009: o 2º maior do interior paulista, atrás apenas do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Dona Ana e o Professor Agripino comemoram os resultados alcançados, dentre eles o fato de a Unoeste ser reconhecida, em 2017, como a 7ª melhor universidade particular do Brasil, conforme dados divulgados pelos Indicadores de Qualidade do Ensino Superior, do MEC. Também celebram a expansão da Unoeste para outros municípios. Creditam o sucesso ao trabalho em equipe, formada pela família e colaboradores. São quatro filhos: Augusto Cesar, Ana Cristina, Maria Regina e Paulo César; os quais lhes deram 13 netos e já são quatro bisnetos. No setor público, Dona Ana foi vereadora e o Professor Agripino foi vereador duas vezes, prefeito três, deputado estadual e federal constituinte.


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fundadores

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Dona Ana revela dupla satisfação: a de ser professora e a da criação da Unoeste, que recebe alunos de todo o Brasil e do exterior, em cursos presenciais e a distância

Fotos: Débora André

Professor Agripino, defensor do pensamento de que o trabalho tudo vence, manifesta orgulho de seus investimentos na atividade privada e de suas contribuições no setor público


Ector Gervasoni

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Ampliação do sonho, investindo no futuro


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gestores Aline Blasechi e Mariana Tavares

A história começou com o sonho de dois professores que sempre acreditaram na educação como a base para o desenvolvimento socioeconômico de uma nação. Ideal que passou de geração em geração e, hoje, é uma família toda compromissada com o ensino. A Dona Ana e o Professor Agripino, como são conhecidos, perpetuaram o legado no oeste paulista e orgulham-se de ver filhos e netos empenhados no mesmo objetivo: avançar com a educação de qualidade no país. É o que reafirma a Reitora da Unoeste, Ana Cristina de Oliveira Lima: “A educação é transformadora! Ela promove mudanças no entorno, desde a realidade social até melhores oportunidades no mercado de trabalho, possibilitando conquistar novos horizontes e crescer profissionalmente”. Uma trajetória de 45 anos muito bem lembrada pelo diretor geral da mantenedora da Unoeste, a Apec, Augusto Cesar de Oliveira Lima. “Meus pais construíram tudo muito rápido. Começou com três cursos e hoje tem mais de 70. Avaliação positiva, pois com o esforço e carisma dos fundadores e com as novas gerações, estamos conseguindo melhorar ainda mais o desempenho da universidade, a maioria dos cursos com nota máxima (5) no MEC”. Superioridade demonstrada em outras avaliações, como pelo Guia do Estudante e Folha de

Família Oliveira Lima

S. Paulo. “O reconhecimento da qualidade dos nossos cursos por órgãos externos representa um marco avançado para a gestão da Unoeste, até porque são referências e muitos estudantes pesquisam nesses veículos para decidirem onde estudar”. O diretor geral da Apec ressalta ainda que a Unoeste é reconhecida no Brasil e no exterior. “Temos ex-alunos que trabalham em diferentes Estados brasileiros e também em países como Estados Unidos, Canadá, Austrália, entre outros. O que mostra o crescimento e a qualidade em todos os cursos da universidade”. Crescer e disseminar conhecimento são alguns dos objetivos dos gestores da instituição. “Preservamos uma postura apartidária, com visão empresarial e potencial para crescer junto com as regiões que a Unoeste está inserida. A universidade recebe milhares de alunos todos os anos para estudar na graduação e na pós e o fato de poder ser decisiva para o crescimento de tantas pessoas é muito motivador, nos im-

Gerações dedicadas ao ensino superior de qualidade

pulsiona a buscar sempre o melhor”, afirma a reitora. Além da qualidade, Ana Cristina destaca que o pensamento dos gestores é o de estar conectados com todas as tecnologias do mercado. “Em resultados práticos, podemos destacar a expansão da educação a distância, a implantação da graduação presencial em outras localidades do país e a ampliação de infraestrutura, como o novo laboratório de análises clínicas e o ambulatório médico, referências regional e nacional. Outro ponto importante é dar continuidade à internacionalização, algo que possibilita a troca de conhecimentos globais. A universidade também tem consciência ambiental, com compromisso de ser ainda mais sustentável. Sem contar a formação educacional aliada ao empreendedorismo, que é um diferencial dos nossos formandos. Sendo assim, a Unoeste é decisiva para a sociedade e trilha seu caminho com a mesma dedicação daqueles que estão constantemente em busca do conhecimento e da transformação”, finaliza a reitora.


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São cinco Clínicas de Odontologia com estrutura completa

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Laboratório de Simulação e Treinamento de Habilidades de Medicina Veterinária, no Hospital Veterinário

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Clínica de Fisioterapia realiza atendimentos em várias áreas

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Ector Gervasoni

Além da clínica, a Estética e Cosmética conta com laboratórios específicos para as atividades práticas

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Clínica de Psicologia: atendimento de crianças, jovens e adultos

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Débora André Marcelo Gomes

Marcelo Gomes

Ector Gervasoni

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estrutura Mariana Tavares

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O processo de ensino e aprendizagem tornase completo quando se alia a teoria à prática e utiliza-se da tecnologia em proveito da educação. Tudo isso é priorizado na Unoeste, universidade que tem uma das maiores e melhores infraestruturas do país.

Débora André

As atividades acadêmicas são desenvolvidas num espaço de 3.278.685 m², incluindo os campi I, II e a Fazenda Experimental, somando 326.148,57 m² de área construída. Ao todo, são mais de 120 clínicas e laboratórios, com equipamentos modernos, além do Hospital Veterinário, auditórios e teatro universitário. Os investimentos em melhorias são constantes. “Nossos esforços não se limitam somente à construção de novos prédios ou à aquisição de equipamentos e materiais. Dedicamos também uma atenção especial para os recursos que já possuímos, oferecendo manutenção e suporte necessários”, afirma o vice-reitor da Unoeste, Brunno de Oliveira Lima Aneas. 07

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Laboratório de Habilidades e Simulação, um dos mais equipados do país, visa treinar os acadêmicos da saúde a enfrentar situações de rotina, emergência e urgência

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Marcelo Gomes

Casa Simulada se constitui no cenário das práticas para a visita domiciliar e visa fortalecer os pilares da humanização no atendimento


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Estrutura do curso de Gastronomia da Unoeste é uma das melhores do Brasil

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Clínica de Fonoaudiologia possui estrutura completa para atendimentos e realização de exames específicos da área

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Clínica de Nutrição recebe pessoas saudáveis, fisicamente ativas e com diferentes patologias

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Ector Gervasoni

Com design moderno, a Maquetaria possui bancadas para cortes e modelagens, pias, prateleiras e armários para a exposição de trabalhos

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Gabriela Oliveira

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Marcelo Gomes

Marcelo Gomes

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Laboratórios de Música possuem equipamentos e instrumentos que preparam o acadêmico para as diversas possibilidades da área

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Tribunal do Júri é um dos espaços utilizados por alunos do curso de Direito, onde são realizadas simulações de audiências e julgamentos

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Laboratório de TV possui três ilhas de edição em alta definição, estúdio moderno, filmadoras HD e Teleprompter; o local recebe alunos para aulas, trabalhos e estágios

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Marcelo Gomes

Vacas das raças holandesa e Jersey, de alta qualidade genética, contribuem para o desenvolvimento de tecnologias capazes de aumentar o potencial leiteiro regional

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Gabriela Oliveira

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Ector Gervasoni

Débora André

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Marcelo Gomes

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Débora André

Ector Gervasoni

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Rede de Bibliotecas Unoeste: acervo com mais de 255 mil exemplares

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Laboratório de Criação da Fipp conta com máquinas de alta performance

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Laboratório de Hidráulica agrega módulos experimentais e equipamentos para ensaios de associação de bombas

Gabriela Oliveira

Laboratório de Instrumentação e Eletroeletrônica possui equipamentos de última geração e um centro completo de prototipagem


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Piscina semiolímpica do Palácio de Esportes, campus I, recebe rigoroso tratamento da água e conta com seis raias

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Débora André

Academia de musculação tem estrutura completa, aparelhada com esteiras, bicicletas, elíptico e equipamentos para melhorar o desempenho físico

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Gabriela Oliveira

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Gabriela Oliveira

Quadra poliesportiva, do Palácio de Esportes, possui piso de madeira flutuante para alta absorção de impacto, placar eletrônico e arquibancada com 1.176 cadeiras individuais


Débora André

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prog


gredir

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Educação como motor do desenvolvimento regional


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100 anos de Prudente

Mariana Tavares

Em 1917, a área que era ocupada por índios chamou a atenção principalmente de mineiros, os quais viram o potencial para a exploração da agropecuária. De terra boa para a lavoura, Prudente também se tornou conhecida por ter solo fértil em educação. Com população estimada em 223.749 habitantes (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE), Prudente é considerada uma das melhores cidades para se morar, de acordo com pesquisa do Programa das Nações Unidas (PNUD); e uma das mais pacíficas do país, conforme levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na região, o município é referência em diversos setores, como comércio, saúde, cultura e educação. Em 2017, a população prudentina comemora o centenário da cidade e os 45 anos da Unoeste. As histórias de Presidente Prudente e da Unoeste se misturam. Voltando algumas décadas, é possível constatar o desenvolvimento conjunto. Em 1972, quando a Apec iniciou com a oferta de três cursos, eram 105 mil habitantes

na cidade; em 1980, saltou para 137 mil. Desde então, só cresceram a quantidade de cursos oferecidos e da população prudentina. A Apec tornou-se mantenedora da maior universidade do oeste paulista e Prudente passou a receber estudantes de diferentes lugares do Brasil e do mundo, transformando-se em cidade universitária. Aqui, muitos formandos e professores de fora se estabelecem, trazem ou constituem famílias, e passam a ser prudentinos de coração. O número de habitantes não foi o único marco dessa relação Prudente-Unoeste; os bairros adjacentes que receberam os campi I e II ganharam vida. Com a expansão da universidade, em pouco tempo, os arredores do Jardim Bongiovani (campus I) e Vale do Sol (campus II) viraram amplo mercado para in-

vestidores dos ramos imobiliário, comercial e gastronômico. E quando o assunto é saúde, a Unoeste aparece como parceira do poder público no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Docentes e estudantes são envolvidos em ações recorrentes de promoção à saúde e diariamente desenvolvem atividades em hospitais e unidades de atenção básica, contribuindo de forma multidisciplinar. A indissociabilidade do tripé ensino, pesquisa e extensão exterioriza-se, principalmente, com a mudança no cenário regional que a instituição está inserida. Assim, a Unoeste orgulha-se em ter nascido numa cidade que sempre a reconheceu como importante parceira numa trajetória rumo ao bem comum.


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Mariana Tavares

Para o promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, Dr. Mário Coimbra, a região de Presidente Prudente deve à Unoeste um desenvolvimento econômico com reflexo em múltiplas áreas, que vai além da formação profissional. “Pertencemos a uma região carente e o papel da universidade é fundamental para o fomento social. Seja por meio de pesquisas, no intuito de resolver problemáticas da região, ou com ações de extensão em áreas sensíveis que o governo não consegue suprir”.

O diretor executivo do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), Rodrigo Capelato, destaca que a universidade atende a demanda regional ao formar jovens qualificados para o mercado de trabalho. “A tradição e a qualidade da Unoeste vêm contribuindo, ao longo dos anos, para a construção de um ensino superior de excelência. Ao mesmo tempo, ela promove a equidade social, melhorando as condições de vida de sua comunidade”.

Na saúde, Coimbra afirma que a Unoeste colabora para oferecer dignidade aos pacientes do SUS e traça uma linha do tempo da atuação da universidade nessa área. “Começou com a Odontologia [1974]. Antes desse curso víamos filas grandes de pessoas que não tinham acesso à saúde bucal. Depois vieram outros cursos importantíssimos, como a Medicina, uma dádiva para a região! E assim foram aprimorando as equipes de saúde, com melhorias no atendimento à população, tornando-se referência em saúde. Vejo a Unoeste como um braço de sustentação da administração pública, principalmente no sentido de promover a reinserção social”.

Capelato salienta que a evolução da Unoeste mostra sua importância ao atender estudantes com perfis socioeconômicos e educacionais distintos. “Nenhuma instituição alcança bons resultados sem muito trabalho, dedicação, amor ao que se faz e, principalmente, inovação, planejamento e gestão. A Unoeste tem essas qualidades e toda a comunidade só tem a ganhar com professores bem capacitados e uma diretoria conectada com as boas práticas de ensino e aprendizagem, sempre com o pensamento na inovação e no futuro do ensino superior. Ao espalhar sua expertise para outros munícipios paulistas, a Unoeste fomenta o progresso da educação no país”.

"Vejo a Unoeste como um candelabro que ilumina a comunidade com a ciência e prepara o jovem profissional comprometido com o bem social" - Mário Coimbra, promotor de Justiça

Gabriela Oliveira

Uma universidade traz grandes impactos para uma região. No oeste paulista, a Unoeste superou os limites da educação e impulsionou setores como saúde e economia, fatores destacados por representantes de importantes entidades de âmbito estadual e nacional.


saúde economia 31

Cedida Semesp

autoridades

"A Unoeste participa de eventos e programas de capacitação do Semesp, por isso, está sempre atualizada com tudo que acontece de importante no ensino superior" Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp


JoĂŁo Paulo Barbosa

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cidad


dania

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João Paulo Barbosa

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Ações sociais, uma lição de cidadania


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inclusão social Homéro Ferreira

É imensurável o quanto de responsabilidade social pratica a Unoeste junto a todos os públicos com os quais se relaciona. Ações éticas e transparentes estimulam o desenvolvimento sustentável, reduzem desigualdades e promovem a cidadania. Na qualidade de instituição socialmente responsável e que por anos seguidos tem recebido o Selo de Responsabilidade Social, concedido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), a Unoeste realiza múltiplas atividades que promovem o bem-estar das pessoas. Dos últimos cinco anos, estão em andamento dezenas de programas interdisciplinares e centenas de projetos interinstitucionais, contemplando as várias áreas do conhecimento e temáticas da saúde, inclusão social, cidadania, meio ambiente, e desenvolvimento econômico e social. A prática de extensão universitária articulada com o ensino e a pesquisa tem mão dupla

PARCERIAS

Mais de 300 para cooperação técnica; 235 parcerias privadas, 72 na área pública e 70 internacionais

PARA A COMUNIDADE

Em 27 programas são 220 projetos, dentre eles ligados à saúde, inclusão social, meio ambiente e desenvolvimento socioeconômico

DESTAQUE

Até 2017, ao menos 370 pesquisas nasceram nas atividades de extensão

de direção em termos dos benefícios. Sempre orientados e acompanhados por professores, os estudantes ganham com a formação cidadã e contínua, associada à visão crítica e reflexiva.

São centenas de parceiros, tais como prefeituras, órgãos estaduais e federais, associações, clubes de serviço e afins; casos da Acipp, secretarias municipais e Lions Clube Centenário.

As comunidades são atendidas em suas diferentes necessidades, tais como as de saúde, social, econômica, educacional, ambiental, cultural e política, ganhando voz e vez para fazer valer os seus direitos, na busca pela redução das desigualdades e em defesa da diversidade.

Também existem parcerias internacionais, pelo vínculo da extensão com o ensino e a pesquisa, pelas quais, recentemente, mais de 100 estudantes de graduação e pós-graduação e alguns professores ampliaram seus conhecimentos no exterior, mediante o recebimento de bolsas ou com recursos próprios.

São realizadas ações pontuais, como foi com o Projeto Rondon no Mato Grosso, e as de caráter permanente, como são os casos da Caravana da Saúde, Mutirão do Lixo Eletrônico, Saúde Visual do Escolar, Programa de Extensão em Promoção de Saúde no Bairro Brasil Novo e Programa Integrar.

São ofertados mais de 200 cursos de extensão e de aperfeiçoamento, presenciais e a distância. São muitas as ações de democratização do saber e de estreitamento do diálogo com a sociedade, em prol da cidadania.


Fotos: JoĂŁo Paulo Barbosa

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Caravana da Saúde completa 10 anos em 2017. Foram 55 edições e 85.725 atendimentos gratuitos, para comunidades de nove municípios

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Saúde Visual do Escolar está no 8º ano com mais de 20 mil testes de acuidade, resultando em 5 mil exames e 1,4 mil crianças usando óculos ou em tratamento

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Programa de Extensão em Promoção de Saúde no Bairro Brasil Novo, desde 2010, presta serviços para 6,2 mil pessoas, incluindo atenção permanente aos pacientes com doenças crônicas

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Mutirão do Lixo Eletrônico teve 10 edições nos últimos nove anos, com a coleta de 600 toneladas

Fotos: João Paulo Barbosa

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Implantado em 2007, o Programa Integrar realiza o Projeto Green Food Narandiba, reconhecido em 2011 com o Prêmio Cidadania sem Fronteiras

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Última participação da Unoeste no Projeto Rondon, em julho de 2015 no município de Acorizal, no interior do Mato Grosso


Gabriela Oliveira

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Ector Gervasoni

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Suporte para a realização dos sonhos


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colaboradores Gustavo Justino

Na constante busca pela excelência, a Unoeste sempre deu respaldo para o crescimento dos seus profissionais. Estimula a evolução dos seus colaboradores e investe em corpo docente qualificado. A união dos diferentes talentos é o diferencial de uma organização. Profissional que ensina, numa escola ou universidade: docente. A definição é simples quando o conceito é a palavra professor, mas o significado é abrangente, pois o papel é de transformar vidas, de mudar o futuro das pessoas. E essa evolução causada por quem leciona também acontece com todos os colaboradores da Unoeste, responsáveis por fazer toda essa grande estrutura funcionar e crescer dia após dia.

tunidades são dados a todos eles, os quais têm suas histórias atreladas a da instituição.

A universidade prioriza a qualidade, por isso, possui uma média de 900 professores, que formam um corpo docente com mais de 80% de mestres e doutores, muito acima da quantidade recomendada pelo MEC. Com os aproximadamente 1,3 mil funcionários não é diferente, o estímulo, a ajuda e as opor-

E quando se fala dos professores, o órgão do governo federal responsável pela educação tem critérios para aprovar o corpo docente de uma instituição, e isso sempre foi um ponto forte da Unoeste. No caso de universidades, as normas são determinadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Edu-

MESTRES E DOUTORES

Acima dos parâmetros do MEC, mais de 80% do corpo docente possuem a titulação acadêmica

COLABORADORES

Profissionais das mais diversas áreas do conhecimento: aproximadamente 1,3 mil funcionários e uma média de 900 professores

O número é expressivo e a mentalidade também. O crescimento de cada um vem do interesse individual por mais qualificação e do suporte oferecido pela universidade. Relatos de profissionais que tiveram suas vidas transformadas são comuns dentro do quadro de funcionários da Unoeste.

cação Nacional (LDBEN), a qual estipula os parâmetros que a instituição deve ter, pelo menos, um terço dos docentes com titulação acadêmica de mestrado ou doutorado. O grande foco, de acordo com a norma, é que o professor instigue a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico, aquele pensamento reflexivo. São inúmeros os desafios abraçados em conjunto por professores e colaboradores, sempre com o apoio dos gestores, já que estrutura e tecnologia são suportes para qualificar o que é feito na universidade. Uma instituição como a Unoeste só poderia ser construída porque nela pulsam milhares de corações cheios de inspiração que a fazem evoluir continuamente.


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Gustavo Justino

integr cons

Antes mesmo de a instituição ser autorizada, o nome da professora Darcy já estava no documento de formalização. Ela passou praticamente por todos os cursos planejando ou lecionando. Hoje, já aposentada, continua na Unoeste como coordenadora pedagógica. Foi em uma sala do bloco A, onde atualmente funciona o departamento jurídico, que a professora Aparecida Darcy Alessi Delfim deu sua primeira aula na Unoeste, em fevereiro de 1973. Para uma plateia formada por professores e coordenadores da rede pública, ela tremia, mas não hesitou. “Depois de enfrentar aquela sala, enfrentaria qualquer coisa”.

A trajetória da docente está atrelada ao crescimento da universidade. “Teve época que eu trabalhava em dez cursos ao mesmo tempo”. Com amplo entendimento dos aspectos que envolvem o MEC e boa interpretação dos regimentos, tem parcela no conceito da universidade. “O avanço da Unoeste é meu progresso, sempre me senti comprometida”.

"A Unoeste sempre acreditou em mim e no meu trabalho, só tenho a agradecer. Tenho filhos que estudaram aqui e neta que hoje é aluna da casa. É muito orgulho!" Professora Darcy Alessi Delfim

Ector Gervasoni

Deu aula para a primeira turma da Fipp e nunca aceitou coordenar um curso, mas assumiu a coordenação pedagógica da instituição. “Eu sou a Unoeste, muitas vezes me confundo, é uma coisa só para mim”. Hoje, aos 75 anos, com quatro filhos e oito netos, trabalha buscando a integração acadêmica, e quer a universidade com mais níveis de excelência. “Fico enquanto puder ser atuante, a Unoeste é meu gás”.


rar struir

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Mariana Tavares

São muitas as histórias que a Unoeste ajudou a construir, como a da família Miola. Começou com o seu Irio, em 1977, responsável pela marcenaria. Hoje, duas gerações orgulham-se de tudo que viveram nessas quatro décadas de relacionamento com a universidade. A Unoeste e o Irio Junior tinham apenas 5 anos quando o seu Irio assumiu a marcenaria, que na época era no Jardim Bongiovani. “Em 1983 fomos para o campus II, onde existia apenas o Salão do Limoeiro e o Transportes. Falamos para o Sr. Agripino: lá não tem nem energia! Ele disse: ‘vocês estão preocupados com isso? Vou construir uma cidade ali’. E fez. Vi tudo isso crescer. Chegamos a ter 72 funcionários na marcenaria, pois além dos campi, tínhamos que mobiliar o Hotel Escola e o Hospital Universitário”, lembra emocionado.

Gabriela Oliveira

Os dois filhos do marceneiro trabalharam e estudaram na Unoeste. Paulo, o mais novo, fez Educação Física e hoje atua na área. Junior começou na central de cópias, em 1987, no início das atividades acadêmicas do campus II. Passou por outros setores e formou-se em Direito. Em 2006 foi aprovado no concurso para delegado de Polícia Civil; retornou como docente. “Nos momentos bons e ruins eu estava aqui. Estudei, casei, tive meus filhos e recebi todo o apoio da instituição quando meu caçula faleceu... A Unoeste sempre acolheu a minha família”, enfatiza Irio Junior, lembrando que em breve sua filha concluirá o curso de Nutrição.

Duas gerações: Irio Junior, delegado de Polícia e professor no curso de Direito, e Irio Miola, marceneiro da Unoeste desde 1977. "A Unoeste mudou nossas vidas"


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Gustavo Justino

dedica conq

O professor Francisco não se cansa de atualizar seus métodos de aula, docente da Faculdade de Informática da Unoeste, sabe que para seguir na área da computação é preciso gostar, assim como em todas as profissões. O segredo, para ele, é a dedicação.

Os traços de um simples desenho podem dar vida a uma história, uma trajetória como a do Francisco Assis da Silva, docente da Unoeste há 26 anos. O Chico, como é conhecido, entrou na universidade como desenhista de projetos arquitetônicos, mas seu talento convergia por mais.

Cinco anos depois, fazendo Ciência da Computação, ajudava na manutenção dos equipamentos e monitoria das aulas. Em 1999, já lecionava nos cursos da saúde e informática. “Minha área é o algoritmo, desenvolve muito o cérebro”.

"É aquela questão de vestir a camisa, eu quero trabalhar o máximo que puder na Unoeste. Assim é mais fácil ter felicidade naquilo que conquistamos" Francisco Assis da Silva

Ector Gervasoni

E não só o cérebro, a titulação do Chico também evoluiu. Mestrado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado na Unesp deram novo gabarito ao professor e à Unoeste, que sempre garantiu respaldo para ele se capacitar. “Proporcionou tudo na minha vida com relação ao crescimento pessoal e profissional. A grande vantagem é trazer toda a bagagem para cá e ajudar a melhorar a didática”. Para qualificar cada vez mais seu ensino, o docente não se acomoda. “Se eu parar de pensar em crescer é porque estou doente, quero trabalhar o máximo que puder”.


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ar quistar Gustavo Justino

Estar no lugar certo, na hora certa e fazendo as coisas certas te coloca na mira das oportunidades. A professora Ana Claudia, 20 anos de Unoeste, agarrou as suas. Vinda de um sítio em Americana, interior de São Paulo, ela alavancou o curso de Zootecnia. Determinadas posições não se conquistam por acaso. A presidência da Comissão Nacional do Ensino de Zootecnia, a tesouraria da Associação Brasileira de Zootecnia e até a vice-presidência na comissão organizadora do Zootec 2017, maior evento da área no país. Todas essas funções já foram exercidas por uma docente da Unoeste, Ana Claudia Ambiel Corral Camargo. O potencial da professora despontou cedo, foi a melhor aluna da graduação na USP, trabalhou na área de genética e inseminação artificial antes de se tornar professora. “Eu era uma zootecnista de fazenda e graças a Unoeste passei a assumir cargos importantes”.

Gabriela Oliveira

A guinada na vida dela veio encarando desafios como oportunidades, conciliou o trabalho com a evolução pessoal, fez mestrado, é doutoranda e se tornou a coordenadora geral do curso em 2006. “Se o cavalo passou arriado, montei nele. Eu via oportunidade em tudo”. Em poucos anos, melhorou os índices avaliados pelo MEC e se emociona ao rever sua trajetória. “É uma forma de dar retorno, sempre me dediquei muito. Sinto orgulho de colaborar com o crescimento da Unoeste”.

"Graças à universidade assumi cargos importantes. É um orgulho ter o curso de Zootecnia entre os melhores do Brasil, com conceito máximo pelo MEC" - Ana Claudia Ambiel


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Gustavo Justino

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“Meu marido diz que gosto mais da Unoeste do que dele, que sou puxa-saco”, afirma sorridente a funcionária Rose, do setor limpeza e que teve a vida transformada na universidade. Os 20 anos de casa proporcionaram o que a colaboradora sonhou.

Cada metro quadrado do Teatro César Cava, que fica no campus I, dá brilho a um cenário criado para dar vida a sonhos e revelar talentos. Tudo bem cuidado pela dona de um sorriso cativante, marcado com batom vermelho intenso, que é só um dos traços da vaidade da funcionária Rosilene Aparecida Pereira, responsável pela limpeza do local há sete anos, e que trabalha na universidade há 20. A Rose, como é conhecida, considera-se a cara da universidade, porque com educação e carisma conquistou quem a conhece. “Sempre falo com orgulho: trabalho na limpeza da Unoeste. Eu amo, sou apaixonada pelo que faço”.

"O 19 é meu número de sorte, porque nasci em um 19 de janeiro, casei em 19 de setembro e entrei na Unoeste num 19 de junho" - Rosilene Aparecida Pereira

Gabriela Oliveira

Mãe de três filhos, conta que não foi o acaso que a colocou na Unoeste, “quando me candidatei para entrar, havia três pessoas a minha frente, mas eu fui escolhida. Acho que a simpatia contribuiu”, brinca a funcionária. Ela atribui à Unoeste o fato de ter sua casa própria, diz que sempre foi estimulada a crescer e fica feliz por ajudar. “Sou feliz com tudo que tenho. Às vezes, preciso trabalhar no domingo, então visto a camisa e venho alegre, aqui tenho uma família”.


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Gustavo Justino

Da mesma forma que um simples laboratório pode se tornar um Departamento de Saneamento Básico, um servente de pedreiro também pode se transformar em coordenador de departamento e professor. A vida do André se resume em uma palavra: evolução. André Turin Santana começou a trabalhar aos 11 anos de idade, fez muitos cursos profissionalizantes, mas estava sem emprego quando se mudou para Prudente, aos 18. A Unoeste tinha uma vaga na área da construção, como servente de pedreiro. Ele encarou o desafio e iniciou o processo de mudanças. Um ano e meio depois já estava em outro desafio, o Laboratório de Análise de Água. “Eu era meio afobado, queria aprender tudo antes, mas no laboratório me apaixonei de cara”. Por causa do trabalho, precisou se matricular na graduação em Processos Químicos Industriais na Unoeste. “Vinha de bicicleta estudar. Na universidade, conheci minha esposa e ainda fui eleito o melhor da turma”. Depois passou a dar aulas em cursos técnicos até ter a oportunidade de lecionar na universidade, onde fez também o mestrado. “Tudo que tenho foi a instituição que me proporcionou”. O que era apenas um laboratório se transformou num departamento com estações de tratamento de água e poços semiartesianos, e o André participou de tudo. “Sinto muito orgulho, aqui é parte da minha vida. Todo dia aprendo muita coisa”.

"Eu sou daqueles que andam apagando as luzes pra economizar energia dos corredores na universidade, é como se fosse minha casa" - André Turin Santana


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A tecnologia caminha lado a lado com a Unoeste, softwares são desenvolvidos para agregar na metodologia de ensino em diversos cursos, o que atrai a atenção dos alunos. Bom para quem acredita na evolução e aposta nas novas ferramentas, como a Eliane.

A coordenadora do curso de Odontologia, Dra. Eliane Cristina Gava Pizi, foi premiada em 2017. Ela é uma das autoras do aplicativo vencedor desenvolvido na Unoeste, que permite que os estudantes acessem videoaulas de dentística e façam restauração dentária usando um simulador, na palma da mão. O prêmio recebido no Encontro do Grupo Brasileiro de Professores de Dentística (GBPD) enriquece uma história iniciada na Unoeste em 1994, quando ela começou como estagiária, mas em um ano de monitoria passou a ter suas próprias aulas, leque aberto para pesquisas. “A Unoeste dá a chance para crescer profissionalmente. Sacrifiquei aulas para me capacitar. Foi minha chance de poder voar”.

"Gosto de ter por perto gente que saiba sempre mais do que eu, porque aí eu também aprendo. É uma troca de conhecimento, que dá a chance de crescer" Eliane Gava Pizi

Ector Gervasoni

Ela decolou! Fez doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e sempre esteve envolvida na área de pesquisa, só que em 2007 ganhou um novo desafio: a coordenação. “O aprendizado do aluno é o que nos motiva, mexemos na metodologia das aulas e distribuímos as responsabilidades”. Sonhando em impulsionar as pesquisas, motivação não falta, “desde que entrei aqui, sempre vim feliz trabalhar, e continuo até hoje”.


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Gustavo Justino

São quase 20 anos de Unoeste, formação completa pela USP, e o marco de ser um dos fundadores da residência na área de psiquiatria junto ao Hospital Regional. O professor Alexandre, do curso de Medicina, é exemplo de profissional de excelência. A aposta em um corpo docente qualificado inclui talentos como o Dr. Alexandre Duarte Gigante, docente de Medicina desde 1998. Fez a graduação, o mestrado e até o doutorado na USP, e tem no cartel artigos publicados em revistas internacionais de alto impacto. “O profissional tem que ter boa formação científica, não é simplesmente fazer a faculdade”. A Unoeste participou da sua evolução, e hoje ele retribui. “Sempre tive apoio em tudo o que fiz, eu me interessava e a universidade incentivava, até para fora do país fui”. E foi mesmo! O Alexandre morou no Canadá por 16 meses, desenvolveu pesquisas, mas não se desvinculou da Unoeste. “É importante ver que aqui prezam pelo conceito”.

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Sobre a valorização da instituição, “a qualidade é muito importante, envolve a rigidez do vestibular, a estrutura. Sinto orgulho de participar e ser modelo para a formação”. O docente quer formar grupos de pesquisas para aprofundar estudos sobre transtorno bipolar. “É possível fazer isso, criando pesquisadores”.

"Acredito que a boa formação científica é fundamental, por isso quero colocar a Unoeste no mapa dos grandes centros de pesquisa" - Alexandre Duarte Gigante


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Mariana Tavares

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Compromisso e gratidão caminham juntos na história de seu Barbosa, como é carinhosamente chamado pelos colegas de trabalho. Tornouse figura conhecida na Unoeste; afinal, é o vigilante mais antigo em atuação: desde 1988. Para ele, o campus II é a sua vida!

A Unoeste é a terceira empresa com carteira assinada do vigilante Antonio Barbosa e a primeira em Presidente Prudente, cidade que se mudou com a esposa e seus sete filhos. “São quase 60 anos de trabalho, fora o tempo que trabalhei na roça, ainda criança, para ajudar minha família”, lembra. Aposentado desde 1999, ele garante não querer parar: “essa universidade é tudo para mim, me permitiu dar uma vida melhor para os meus filhos”. Tanto no sentido figurado como literal, o campus II é a casa do seu Barbosa. Há 22 anos, os fundadores da universidade fizeram questão de ceder uma casa na pequena vila que construíram no local para funcionários. “Tenho imensa gratidão por tudo que a família Oliveira Lima fez por mim. Em 1995 tive câncer, fui desenganado pelo médico, e sobrevivi graças a Deus e ao Sr. Agripino, que deu todo o suporte para minha recuperação, pois naquela época essa doença era sentença de morte”, relata.

"O campus II é minha vida! Cheguei para a equipe de vigilantes em 1988 e há 22 anos moro aqui dentro. É emocionante ver o rumo que tudo isso tomou" - Antonio Barbosa

Gabriela Oliveira

Sobre participar de grande parte da evolução da universidade, o seu Barbosa se emociona. “Tenho muito orgulho de fazer parte dessa história. Fico muito feliz ao ver que a Unoeste continua crescendo e mudando a vida de tanta gente”.


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Gabriela Oliveira

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Mariana Tavares

Carla trabalhou em grandes empresas nacionais, mas na Unoeste se deparou com um desafio profissional e de relevante contribuição para os estudantes: ela ajudou a implantar o serviço de acolhimento de ingressantes e a central de estágios. Natural de São José do Rio Preto (SP), Carla Berger de Araújo e o marido foram para Ituiutaba (MG) e, em 2012, o casal mudou-se para Presidente Prudente. Sem conhecer o município, se interessou pela Unoeste à primeira vista, tanto que foi à empresa entregar seu currículo, mas não pôde assumir a vaga que tinha na época. Trabalhou em outros locais, como numa usina, na função de secretária executiva bilíngue, que é sua formação acadêmica. No fim de 2014, procurou novamente a universidade, e em janeiro do ano seguinte foi chamada para auxiliar na implantação da central de estágios, sendo uma ponte entre o aluno e o mercado. Esse é um dos serviços realizados no Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE), junto com o acolhimento a calouros. Em abril de 2017, o NAE completou dois anos de funcionamento. “Além do contato com as empresas, ajudamos os alunos na produção do currículo e oferecemos dicas. Temos o site onde os empregadores podem anunciar suas vagas”. Na universidade, Carla encontrou mais do que satisfação profissional. “Todos os dias, ao entrar no campus II, agradeço a Deus pelo lugar lindo onde trabalho. Transmite paz e não tem como sentir solidão”.

"É um desafio, mas também é gratificante contribuir na inserção do aluno no mercado. Sem dúvida, a universidade transforma a vida de todos" Carla Berger de Araújo


Divulgação

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Marcelo Gomes

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A vida ĂŠ cheia de testes, gabarite os desafios


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vestibular Gustavo Justino

São muitas questões, várias alternativas e uma grande oportunidade de transformar o futuro. O ingresso na universidade pode ser decisivo, mas a escolha pela carreira é ainda mais importante, por isso, a Unoeste trata com carinho os sonhos das pessoas. A responsabilidade é enorme. Tomar uma decisão que poderá modificar o futuro, uma vida toda, é difícil para qualquer pessoa. É isso que milhares de estudantes fazem ao ingressar na universidade, eles precisam escolher um curso que possa delinear sua trajetória profissional, concretizar seus sonhos. Só que a relação da Unoeste com os sonhos é muito próxima, mais de 90 mil profissionais se formaram na maior instituição de ensino do oeste paulista nesses 45 anos de história, e a cada semestre milhares ingressam nesse universo. O papel de transformar a vida das pessoas começou há muito tempo, em outubro de 1972. Nesse período foi realizado o primeiro vestibular da história da universidade, na época,

foram oferecidas 360 vagas para 536 inscritos. Em 2017, a instituição já conta com aproximadamente 17 mil estudantes matriculados na graduação, e a maioria passou por um processo seletivo, etapa que ficou mais versátil, tanto na modalidade presencial como a distância. A Unoeste está sempre atenta às novidades e às necessidades do país, colaborando por meio de bolsas de estudo e financiamentos para possibilitar a realização do sonho de milhares de brasileiros, de todas as classes sociais. A meta é priorizar a qualidade no ensino para quem busca o conhecimento, a educação, preparando futuros profissionais éticos e capacitados para fazer a diferença no mercado de trabalho nacional e internacional. Enfim, a universidade está de portas

abertas para impactar a vida daqueles que a escolhem. E se tudo começa pela alegria inigualável de poder dizer a alguém que entrou na universidade, a sensação de felicidade contrasta com a responsabilidade de saber que novos desafios estão por vir. A emoção de conseguir uma vaga no curso tão sonhado ecoa no peito de muita gente, que extravasa com abraços calorosos compartilhados com familiares e amigos. Choro de alegria, rostos pintados e muita comemoração... A festa é merecida! A conquista da aprovação é só o início de um futuro repleto de triunfos que a Unoeste não se cansa de proporcionar aos seus universitários.

SAIBA MAIS

SAIBA MAIS

www.unoeste.br/Graduacao

www.unoeste.br/ead/


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Gustavo Justino

As escolhas da carreira e da instituição para ingressar no ensino superior são definições fundamentais para o sucesso profissional. A estrutura e a qualidade da Unoeste foram cruciais na decisão de Isabela e Carolina. Uma escolheu o curso presencial e a outra EAD.

Não escolheu a Unoeste à toa, ela relata que “ficar perto da família e a boa estrutura pesaram na hora de definir”. Com o apoio dos pais, diz estar ansiosa para saber o que vai encontrar pela frente. “Estou com medo, é muita coisa nova. Preciso ter mais maturidade e responsabilidade”.

"O sofrimento de minha irmã ao tratar do diabetes desde pequena me estimulou a querer a Medicina; sonho em ser endocrinologista" Isabela Ribas Burgo

Já a Carolina Nigro Jorge diz que “olhar a situação do Brasil hoje e ver todas as dificuldades” foi uma das razões que a estimulou a iniciar o curso de Pedagogia a distância, também no segundo semestre de 2017 e aos 30 anos de idade. Formada no curso presencial de Design de Interiores na Unoeste, ela une a visão crítica ao interesse pela área e encarou o desafio de se inscrever na graduação EAD pela praticidade e comodidade. Faz estágio como auxiliar de professor, e à tarde realiza as tarefas da graduação a distância. “Todo dia tem atividade, dedico uma hora por dia no mínimo para fazer tudo”. Nessa transição para o ensino virtual, ela conta que sentiu algumas dificuldades no começo, mas como a plataforma permite o envio de mensagens a qualquer instante e rapidamente um tutor responde, as dúvidas foram sanadas sem problemas. Pensa em ingressar numa pós-graduação, mestrado e valoriza o que a Unoeste proporciona. “Qualidade de corpo docente, estrutura, rede de biblioteca e o atendimento ao aluno é muito bom. Só tenho o que elogiar”.

Gabriela Oliveira

Com nove anos de idade, a Isabela Ribas Burgo ficou sensibilizada com a irmã mais nova, que, aos três, já tratava do diabetes. Ela queria ajudar e desde então traçou um sonho para sua vida: ser médica. Alguns anos depois e com muitas horas dedicadas aos estudos, a Isabela, aos 17 anos, foi aprovada na primeira colocação no vestibular de Medicina da Unoeste, no segundo semestre de 2017. “Tirei um peso de cima de mim, é um sonho realizado”, explica a ingressante que planeja se especializar na área da endocrinologia, para tratar de doenças como o câncer, a obesidade e também o diabetes. Ela conta que antes do vestibular estudava em período integral na escola e quando chegava a sua casa prolongava até às 23h, sem descanso, “uma rotina puxada de estudos”.


escolhas sonhos Gabriela Oliveira

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"A situação do país me incomoda; vi no ensino a distância uma forma de driblar a falta de tempo para conseguir me formar pedagoga" Carolina Nigro Jorge


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Diploma: rumo Ă carreira de sucesso


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graduação

Mariana Tavares

Uma viagem que permite ver o mundo com outros olhos e proporciona uma bagagem de conhecimentos para toda a vida. Assim acontece com quem escolhe ir mais longe, por meio do ensino superior. A Unoeste orgulha-se pelas histórias de sucesso que ajuda a construir. A partir da premissa que o conhecimento transforma, nesses 45 anos, a Unoeste nunca parou de investir em educação. Hoje, são mais de 70 graduações nas modalidades presencial e a distância, entre bacharelados, licenciaturas e superiores de tecnologia, em todas as áreas do saber: agrárias, biológicas, engenharias, exatas e da terra, humanas, saúde, sociais aplicadas, além de linguística, letras e artes. O pró-reitor Acadêmico, Dr. José Eduardo Creste, salienta que a universidade está sempre atenta às necessidades do mercado regional e nacional para a abertura de novos cursos, com base em pesquisas de mercado, indicadores socioeconômicos da região por meio da demanda do país. “Temos cursos que identificamos como importantíssimos para o crescimento econômico

do oeste paulista, e também abrimos áreas que antes só eram oferecidas em grandes centros; assim, nossos jovens não precisam mais sair da região para estudar”, explica. A Unoeste também se destaca na educação a distância. “Temos uma excelente plataforma e um projeto pedagógico de primeiro mundo. Todas as nossas graduações foram muito bem avaliadas pelas comissões do MEC, a grande maioria com nota máxima. A previsão é que em breve tenhamos praticamente a mesma quantidade do presencial”, afirma o pró-reitor Acadêmico. Instrumento fundamental para o avanço regional, a maior universidade do oeste paulista visa à formação de profissionais compromissados com a responsabilidade social e ambiental. Já

são aproximadamente 90 mil formados e, anualmente, acolhe uma média de 17 mil graduandos presenciais e a distância, de diferentes lugares do Brasil e até de outros países. Afinal, quando o assunto é a busca pelo conhecimento, não existe limite de quilômetros para percorrer. São milhares de estudantes que agarram a oportunidade de estudar numa das melhores universidades particulares do país, vencendo barreiras e lutando por um futuro melhor. Egressos que relembram com satisfação de tudo que aprenderam e viveram durante os anos de estudos, inclusive com as dificuldades que a vida impõe. Enfim, são muitas as histórias de transformação pelo conhecimento que resultam no orgulho de fazer parte do universo Unoeste.


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Imagine entrevistar o lutador Anderson Silva, o baixinho Romário, ou então atuar na cobertura de uma Copa do Mundo e Olimpíadas, trabalhar na maior emissora do país fazendo reportagens sobre o que gosta. O Leonardo, egresso da Unoeste, conseguiu. “Eu achava que era impossível. Imagina, sair de Prudente para trabalhar na Globo?! Você nunca acha que pode acontecer”. O jornalista Leonardo Bianchi podia não acreditar, mas trabalhava para isso desde os tempos que cursava a graduação em Jornalismo na Unoeste, concluída em 2006. Foi nessa época, durante o curso, que realizou uma série de experiências que o levariam ao reconhecimento. Rádio Globo, Rádio Paulista, TV Fronteira – afiliada Globo Prudente e TV Band, os caminhos do Léo no oeste paulista estiveram sempre atrelados ao esporte e à dedicação. “Sempre fui muito focado. Na faculdade, quando fazia um trabalho, queria que fosse o melhor, queria estar acima do que os jornais da região faziam”.

"Eu era muito focado. Todo trabalho acadêmico eu tentava transformar em algo profissional, assim como via nos telejornais, aí aprendi a prática" - Léo Bianchi

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E fez! Com a meta definida, encarou o desafio de trabalhar na TV Tem de Itapetininga e Bauru, uma ponte para ser visto pelo apresentador do Globo Esporte São Paulo, na época, Tiago Leifert. “Ele me convidou e fui”. Referência, o Léo diz ter aprendido muito na Unoeste, “ter estudado em Prudente e saído para um jornal de rede era muito difícil, não tinha padrinho. Sinto orgulho!”.


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Tão bom quanto saborear boas refeições é ter as pessoas para preparálas. A arte de cozinhar envolve amor e dedicação, ingredientes que sempre fizeram parte da vida de Izamara, egressa de Gastronomia e que hoje trabalha num renomado hotel em Campos do Jordão. Desde que concluiu o ensino médio, Izamara Marrafon buscou aperfeiçoamento na área gastronômica. Moradora de Anhumas (SP), o primeiro obstáculo surgiu logo no início, pois na época não tinha essa graduação na região de Prudente; assim, decidiu fazer capacitações curtas em outras cidades. Nesse período, abriu o curso superior de Gastronomia na Unoeste, e mesmo com toda a empolgação, veio a segunda barreira: não tinha recursos para os estudos. Passou a tentar uma bolsa de estudo e, em 2015, conseguiu a tão sonhada vaga. “A universidade foi a principal idealizadora do meu sonho”, afirma.

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Formou-se em dezembro de 2016 e em poucos meses foi selecionada para trabalhar como funcionária extra na cozinha do Grande Hotel de Campos do Jordão (5 estrelas), sendo efetivada meses depois. “A base acadêmica que recebi foi fundamental para eu chegar até aqui. A Unoeste oferece estrutura de ponta, com modernos laboratórios específicos para a prática. Hoje, posso afirmar que poucas instituições possuem tudo isso”, detalha a gastróloga ao falar com orgulho da universidade onde iniciou a carreira dos sonhos.

"O curso de Gastronomia da Unoeste tem uma das melhores estruturas do país. Saímos prontos para o mercado de trabalho. Hoje, estou em um renomado hotel" Izamara Marrafon


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Estudantes de todo o país vem à Unoeste para concretizar o sonho de ter uma trajetória de sucesso. Só que não é simplesmente chegar e estudar, a vida das pessoas é movida pela forma como lidam com as dificuldades e a universidade se preocupa com isso. Claudio Silva Sousa, natural de Itajuípe e radicado em Ilhéus no sul da Bahia, e graças a uma bolsa de estudo veio para a Unoeste cursar Música. Fez uma viagem de dois dias e meio de ônibus, que só aí já seria uma grande história, e desde que chegou a Presidente Prudente sabia que não seria fácil, pois veio com dinheiro contado para três meses, por isso, precisava trabalhar para se sustentar. O primeiro emprego num restaurante em frente ao campus II da universidade era onde se alimentava, “foi legal porque me deixou otimista. A grande dificuldade em morar fora é ter como se manter”.

"Eu não diria que sou um dos melhores alunos, tecnicamente falando, pois tive dificuldades. Mas, diante do que vivi na Unoeste, é só pôr o que aprendi em prática" Claudio Silva Sousa

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O restaurante foi ponte para o trabalho de repositor em um hipermercado. Quase formado e um dos melhores alunos da turma, o Claudio agradece a Unoeste pelo estímulo e incentivo na busca por um futuro melhor por meio dos estudos. “A universidade oferece ótima estrutura e conta com professores que se relacionam com compaixão com os alunos. Quero continuar lutando pela minha profissão, inclusive me preparo para ingressar numa pós-graduação assim que pegar o meu tão sonhado diploma em Música”.


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Gustavo Justino

Dá para imaginar: um servente de pedreiro, que ingressa no ensino superior, enxerga um nicho de mercado, passa a dar aulas e monta sua própria empresa? É história real, do egresso Rafael, talento fabricado pela Unoeste. Na construção de um sonho, cada tijolo é uma conquista. O Rafael Moyses Albuquerque, egresso de Arquitetura e Urbanismo da Unoeste, foi o primeiro colocado no vestibular para ingressar na graduação e eleito o melhor aluno da turma. O sucesso dele começou a ser traçado aos 10 anos, quando ajudava o pai como servente de pedreiro. “Estudava de manhã, trabalhava como servente e pegava alguns serviços como pedreiro à tarde. Aos finais de semana fazia bico entregando lanches”. Dentro da universidade enxergou um caminho, “de me aprofundar em áreas pouco difundidas na arquitetura, aí comecei a dar aulas para os meus amigos”. Ainda durante a graduação, o Rafael deu monitorias de desenho arquitetônico, participava de pesquisas científicas e foi representante do curso por dois anos seguidos. “Os professores viam meu interesse, me debruçava sobre os estudos”. Ele trocava o lazer pelo conhecimento, e valeu a pena. Hoje, o Rafael é dono da Ascendi Studio Arquitetura, oferece treinamentos relacionados à área e já tem metas de expansão para sete cidades só em 2017. “Eu escolhi o sucesso e tive que pagar o preço”.

"A capacidade e o talento das pessoas não têm limites. Aliado ao conhecimento, nenhum obstáculo me impediu de evoluir" - Rafael Albuquerque


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Mariana Tavares

escolh des

“Além do que imaginava!”, define Nádia sobre o momento que chegou à Unoeste para estudar e se deparou com a estrutura da universidade. Com tantas possibilidades, sua trajetória acadêmica inclui intercâmbio, pesquisas e a descoberta de sua grande paixão: os avestruzes. Natural de Socorro (SP), município que fica na região de Campinas, Nádia Nóbrega Valdo soube o nome da instituição que a acolheria até 2018 por meio do Prouni, quando conseguiu uma bolsa integral para Zootecnia. E mesmo sem conhecer a Unoeste, mudou-se para Prudente com a certeza de sua escolha. “Foi fácil me adaptar, pois a universidade ocupa a maior parte do nosso tempo com tantas coisas que oferece”. Desde o início, ela realiza projetos de pesquisa, muitos deles voltados aos avestruzes. Já apresentou seus estudos em congressos e tem artigos publicados em periódicos da área.

"Quase todas as minhas pesquisas são sobre os avestruzes. Na Unoeste, tenho o suporte que necessito para alcançar meus objetivos, entre eles ingressar no mestrado" - Nádia Nóbrega Valdo

Gabriela Oliveira

Seu desempenho acadêmico foi crucial para conseguir uma vaga no Programa de Bolsas Ibero-Americanas, do banco Santander, conquista que ela atribui também ao incentivo que recebeu dos professores. Escolheu Portugal, onde estudou durante seis meses. “Voltei outra pessoa. Experiência que levarei por toda a minha vida”. Destaca a excelente infraestrutura da Unoeste, com docentes titulados e experientes na área, além dos espaços para a prática acadêmica e desenvolvimento de estudos. “Temos tudo que precisamos dentro do campus”.


her safiar

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Gustavo Justino

Ele tem apenas 24 anos e dificuldades para dizer o que ainda falta em sua carreira. Um currículo gabaritado de experiências, substituído por um novo desafio profissional: a startup. Gente grande que arruma tempo para um hobby: andar de skate. O novo perfil de profissional não fica preso a um escritório, ele encara desafios e mede resultados. Tendência que não é novidade para o Andrios Robert Silva Pereira, egresso do curso de Sistemas de Informação da Unoeste. Desde a graduação, já se mostrava diferente. “Estudei um ano nos Estados Unidos, em Virgínia, desenvolvia projetos de pesquisa e aplicativos”, conta. Experiência válida, na volta ao Brasil trabalhou no projeto de reconstrução do banco Itaú pela empresa IBM, referência na área de TI no mundo.

Cedida

Aí deslanchou! Foi selecionado pela empresa Telefônica, 4ª maior Telecom do mundo, para atuar em projeto da Vivo. Depois veio o desafio de construir a plataforma do Banco Original, um dos 20 maiores do país, “consegui grande destaque na companhia com projetos internacionais”. Para mudar o foco, entrou numa startup. “Nossa ideia é agressiva e a tecnologia nova, conseguimos um investimento alto, um considerável sucesso”, que ele compartilha com a Unoeste. “Iniciei pela fama do curso, a área era promissora e isso se cumpriu. Eu sabia que estava em um bom lugar”.

"O skate se tornou um desafio após um acidente que sofri de carro. Voltar a andar nele foi uma volta por cima, e levo isso para todos os campos da minha vida" - Andrios Robert Silva Pereira


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Gustavo Justino

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Para fazer parte de uma das maiores empresas do Brasil, ter no currículo especialização, mestrado e um doutorado fora do país, é necessário ter boa graduação, gostar do que se faz e ter determinação. Uma egressa da Unoeste reúne tudo isso. Toda conquista nasce de um grande sonho, o da Luana Mieko Darben, egressa do curso de Ciências Biológicas da Unoeste, era trabalhar com pesquisa, imaginava curar doenças humanas. Passo a passo, ela alcançou status de profissional completa. É bolsista do pós-doutorado na Embrapa Soja – empresa referência no país na área; saiu da graduação, fez especialização, mestrado e doutorado na Universidade Estadual de Maringá (UEM), mas decidiu ampliar seu leque de conhecimentos fora do país, nos Estados Unidos. Lá chegou como pesquisadora visitante e morou por 13 meses, onde desenvolveu projeto em genética molecular na Iowa State University (ISU), no Departamento de Fitopatologia. “Sempre quis fazer pesquisa, a Unoeste me deu a oportunidade como aluna de iniciação científica”.

"Quando a gente gosta do que faz e está focado num objetivo, qualquer desafio é superado. A realização do sonho de ser pesquisadora começou na Unoeste" - Luana Mieko Darben

Cedida

E deu mesmo! Foi aqui que ela fez estágio trabalhando com a cultura de tecidos de milho, dali entrou para a área vegetal. “Tive muita sorte em poder experimentar e ver que era o que eu queria fazer”, explica agradecida: “é um orgulho ter uma universidade tão conceituada em minha cidade, tudo que aprendi foi muito valioso”.


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nciar poiar Mariana Tavares

“A Unoeste transformou a minha vida”, enfatiza o argentino Norberto Adrian. Há 20 anos, mudou-se para o Brasil e encontrou em Prudente a oportunidade profissional, tudo, segundo ele, graças à formação que recebeu no curso de Agronomia. Numa viagem sem volta, Norberto Adrian Belleggia chegou à capital do oeste paulista durante passeio em solo brasileiro. Conheceu sua esposa e mãe de seus filhos, formou-se engenheiro agrônomo pela Unoeste, trabalhou em importantes empresas do ramo e hoje é proprietário de uma das principais importadoras e exportadoras de sementes forrageiras do país, a LatinSem, além de ser diretor geral da Associação Nacional dos Produtores de Sementes (Anprosem), a qual tem mais de 350 associados de diferentes Estados do Brasil. Sua empresa exporta para toda a América Latina e, em breve, comercializará para a África.

Gabriela Oliveira

“A Unoeste forma excelentes profissionais. O diferencial dessa universidade é que ela oferece o ensino teórico e prático, ao mesmo tempo, com uma estrutura fantástica, como a Fazenda Experimental”, comenta o exaluno que aproveitou ao máximo as oportunidades durante os estudos. “Ajudava os professores com assistência técnica e terminei a graduação com três propostas de emprego. Hoje, estou no campo e atuo com a gestão da minha empresa e da associação. Tenho muito orgulho da universidade que me acolheu e me ensinou”.

"A Unoeste foi fundamental para a minha carreira, inclusive para a expansão dos meus negócios no mercado internacional de sementes forrageiras" Norberto Adrian Belleggia


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Sempre juntas, no útero e nos estudos. A aparência física não é a única semelhança das trigêmeas Bianca, Bruna e Beatriz. Elas têm preferências iguais e buscam a mesma carreira. Em 2016 foram acolhidas pela Unoeste, no curso de Direito. Filhas de mãe professora e pai policial, as meninas da família Ceron Franco se espelharam no tio e no primo que são advogados. Deixaram a família em Tabapuã (SP), região de São José do Rio Preto, e, juntas, mudaram-se para Prudente com o propósito de conquistar o sucesso profissional. Contam que o ingresso no ensino superior só foi possível em razão de todas terem conseguido bolsa de estudo integral. “Sempre estudamos em escola pública, nossos pais não teriam condições de manter nós três na universidade”. Se ainda existiam dúvidas em relação à profissão; com o início das aulas, elas confirmaram que estavam no caminho certo. “É um curso apaixonante e os professores tornam o aprendizado ainda mais interessante. Temos diversas atividades práticas que nos colocam em contato com a profissão e que dão mais vontade de continuar”, relatam as irmãs que também vislumbram a mesma área de atuação: direito internacional, sendo esse outro motivo que as deixam confiantes em relação à universidade, já que o setor de Relações Interinstitucionais da Unoeste será o caminho para que as trigêmeas busquem aprimoramento por meio de intercâmbio.

"Sempre estivemos juntas, e as pessoas diziam que teríamos que nos separar na universidade... Deu tudo certo e continuamos unidas, na mesma sala" - Beatriz, Bianca e Bruna

unir real Gabriela Oliveira

Mariana Tavares


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Gustavo Justino

O Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e o Hospital Sírio Libanês têm em comum o fato de serem referências no Brasil; outra relação é que contam com um profissional formado na Unoeste, em posição de destaque na área cardiorrespiratória. Seja qual for a profissão, o ideal é sempre o mesmo, todos querem reconhecimento, estar no que há de melhor no país. Para quem se forma em Fisioterapia como o Luiz Antonio Rodrigues Medina, que optou pela área de cardiorrespiratória, a referência é o Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, uma das instituições mais prestigiadas aqui e no exterior.

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Melhor aluno da graduação na Unoeste em 2008, em 2009 já estava num “complexo hospitalar que fazia os olhos brilhar”, era a realização de um sonho “graças à universidade e ao meu esforço”. Medina atua como coordenador da especialização no Dante Pazzanese, mas não trabalha apenas lá. “Atuo também no [Hospital] Sírio Libanês com reabilitação voltada à parte respiratória”.

Cedida

O Medina fez mestrado na área de pneumologia e conta que por onde passa “fala de boca cheia do curso de Fisioterapia da Unoeste”, diz que jamais vai esquecer. “É um dos melhores do país, a estrutura e a capacitação oferecidas pelos professores nos colocam em destaque”. Mesmo com uma vida profissional “puxada”, afirma ser grato a tudo e a todos na Unoeste.

"Concilio a reabilitação cardiovascular e metabólica com atendimentos em unidades críticas como a UTI em dois dos maiores hospitais do país" - Luiz Antônio Rodrigues Medina


Ector Gervasoni

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O conhecimento ĂŠ infinito e transformador


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pós-graduação

Homéro Ferreira

A educação continuada da Unoeste é completa! Essa afirmação do pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação, Dr. Adilson Eduardo Guelfi, remete a um cenário de amplas oportunidades voltadas a “transformar experiências de vida em excelências profissionais”. Na condição de ser completa, a Pós Unoeste oferece uma gama de oportunidades em programas stricto sensu com os cursos de mestrado e doutorado acadêmicos; e na especialização lato sensu com aperfeiçoamentos, residências e capacitações profissionais. “Para transformar a experiência de vida dos seus acadêmicos em excelência profissional, a universidade investe constantemente seus esforços para alcançar os melhores conceitos de qualidade em seus cursos”, afirma o pró-reitor e diz que os seis cursos de mestrados e dois de doutorados são plenamente reconhecidos. Avaliados e recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do MEC, os cursos stricto sensu são nas áreas de educação, meio am-

biente, ciência animal, agronomia, ciências da saúde e odontologia. “Os cursos lato sensu são ofertados em todas as áreas do conhecimento, nas modalidades presencial e a distância. Os cursos de aperfeiçoamento, as residências e as capacitações profissionais trazem modelos mais flexíveis, diretos e compactos de formação continuada”, explica. A qualidade dos cursos está associada à infraestrutura de laboratórios, clínicas, Hospital Veterinário, Fazenda Experimental, Rede de Bibliotecas, base de dados com acesso exclusivo, secretarias, Coordenadoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, e Assessoria de Relações Interinstitucionais. A projeção da Unoeste no cenário nacional e internacional tem seguido um caminho de ascen-

são, com produções de pesquisas resultando em publicações científicas de qualidade e atendendo aos requisitos de mercado em geração de inovações e produtos de valor agregado aos setores industrial, comercial e de serviços. Alunos da Pós Unoeste têm alcançado projeção no Brasil e no exterior, com experiências profissionais em grandes centros de excelência na Europa e nos Estados Unidos. Nesse viés, as perspectivas e desafios, a médio e curto prazo, visam aprofundamento e maior projeção no plano global. A Unoeste busca promover maior impacto social e econômico por meio do conhecimento que gera inovação e cria produtos, promovendo transformação social mediante a excelência profissional.

SAIBA MAIS

SAIBA MAIS

www.unoeste.br/PosGraduacao

www.unoeste.br/ead/PosGraduacao


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Homéro Ferreira

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Rodrigo foi feirante. Agora, é doutor em Agronomia. Obtém dupla titulação: no Brasil e na França. Conquista inédita na história da Unoeste, onde fez graduação, mestrado e doutorado. Possui publicações científicas internacionais. Dentre ricas histórias de construção profissional e transformação de vida na Unoeste, a de Rodrigo Takashi Maruki Miyake chama atenção pela trajetória de quem vem do trabalho no campo e na feira-livre e que alcançou títulos de doutor pela universidade de origem e na Universidade de Avignon, pelo programa Ciência sem Fronteiras.

Em pesquisas de caráter interinstitucional sobre solo e nutrição de plantas, produtividade e conservação de frutas, tem no foco socioeconômico o aumento da renda de pequenos produtores rurais, conforme conta. No Brasil, obteve parceria da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta).

"Estudei na cidade onde moro, em uma universidade com estrutura completa e corpo docente de altíssimo nível. Tive o que há de melhor" Rodrigo Takashi Maruki Miyake

João Paulo Barbosa

No exterior, testou a resistência de frutas no período pós-colheita, mediante a exposição à luz de lâmpadas de LED ultravioletas, aumentando o tempo de conservação entre dois e três dias. Experiências que alimentam a sonhada carreira docente, para a qual já está classificado em concurso de universidade pública. “Tenho orgulho da marca Unoeste em meus diplomas e dos amigos que acabaram fazendo parte da minha família, inclusive professores”, comenta.


Cedida

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Homéro Ferreira

Atuar no centro norte-americano referência mundial em pesquisa sobre parasitologia equina é a glória para a doutoranda Lívia, fato que decorre da internacionalização da Unoeste e de convênio com a Universidade de Kentucky. Com bolsa da Capes, o doutorado de Lívia Magosso Ramires, junto ao Programa de Pós-graduação em Ciência Animal da Unoeste, tem uma parte das pesquisas desenvolvida no Gluck Equine Research Center, em Kentucky. Com estudos voltados à área de parasitologia equina, em dois projetos busca informações para beneficiar a criação de cavalos. Um mercado milionário no oeste paulista, região que tem Presidente Prudente como o berço da raça Quarto de Milha, originária dos EUA. Afirma ter escolhido fazer Medicina Veterinária, mestrado e doutorado na mesma instituição pela excelência em infraestrutura e ensino. Parte de sua produção esteve voltada para zoonoses e saúde pública, resultando em participação no Congresso de Parasitologia e Medicina Tropical, na Universidade de Zurique, na Suíça. Entre seus feitos está a conquista do 15º Prêmio Pesquisa Clínica MSD Saúde Animal, da Merck Sharp & Dohme, multinacional que incentiva a pesquisa. Por tudo isso, manifesta-se grata à Unoeste que afirma ser a sua casa.

"Eu considero a Unoeste minha casa. Local onde nasceu a minha paixão pela pesquisa e por cavalos: as duas coisas que mais me fazem feliz" Lívia Magosso Ramires


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Homéro Ferreira

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O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de Presidente Prudente supera as médias paulista e nacional, resultado da política educacional na qual está inserida Sônia, egressa do mestrado em Educação da Unoeste. O Ideb local tem média de 6,4, ante o Estado com 6,2 e o país com 5,5. A rede municipal de educação é formada por 61 escolas, cerca de 2 mil profissionais e 18 mil alunos da educação infantil, ensino fundamental e a Educação para Jovens e Adultos (EJA), que possibilitou receber do MEC o Selo Município Livre de Analfabetismo. Esse universo positivo tem forte presença da Unoeste, especialmente por meio de egressos. É o caso de Sônia Maria Pelegrini enquanto pedagoga e mestre em Educação, que, desde 2009, tem ocupado cargos de gestão na Secretaria Municipal de Educação (Seduc), com poder de articulação em projetos como o de educação integral Cidadescola, em 2010.

"A Unoeste é para mim um orgulho pessoal e familiar, por ter um casal de filhos médicos e um filho publicitário; todos bem inseridos no mercado" - Sônia Maria Pelegrini

João Paulo Barbosa

Comenta que a solidez de sua formação e a ampla visão proporcionada pelo mestrado, com a robustez da pesquisa, possibilitaram condições de ser doutoranda em uma universidade pública e também contribuir para a melhoria do ensino em diferentes instituições públicas e privadas, particularmente na educação municipal. “A Unoeste tem grande importância como propulsora do desenvolvimento econômico e social”, afirma.


iar morar

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Três condições motivaram o moçambicano António a escolher a pósgraduação da Unoeste: a oferta do mestrado ambiental, estar no ranking das melhores universidades brasileiras e a concessão de bolsa pelo MEC. Ao confessar estar mais preocupado com a obtenção de conhecimento do que com o título de mestre, o biólogo António Chigogoro Titosse conta ter pesquisado na internet as possibilidades para mestrado internacional em um país que tivesse o mesmo idioma oficial do seu: a língua portuguesa. Entre as opções encontradas, a escolha recaiu na Unoeste, pelos indicativos de qualidade. No começo de 2017, viajou os mais de 9 mil km (rota aérea) que separam Moçambique do Brasil para fazer o mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, que dura dois anos. Deu tão certo que também ingressou na especialização em Processamento, Higiene e Inspeção de Alimentos. É que atua na área de hotelaria hospitalar, como técnico do Ministério da Saúde.

João Paulo Barbosa

Entende que, com o conhecimento obtido, poderá contribuir no processo de construção de seu país, que tem pouco mais de 40 anos de independência à opressão colonial de Portugal. Numa comparação lógica, diz: “Assim como a Unoeste tem mudado a minha vida, eu poderei ajudar a mudar Moçambique na condição de servidor público e como professor universitário”.

"A Unoeste mudou a minha vida para melhor. Se tivesse algo negativo, não estaria aqui. Teria voltado, já que eu vim de tão longe [Moçambique]" - António Chigogoro Titosse


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A pós-graduação lato sensu da Unoeste tem proporcionado aprimoramento profissional, ofertando conhecimento e trabalhando as competências e habilidades do aluno. É o caso da médica Vivian que faz a terceira especialização. Profissional da área da saúde, com toda sua carreira construída na Unoeste, Vivian Tápias Trevizam tem dupla formação: farmácia e medicina. Na condição de farmacêutica, trabalhou em Foz do Iguaçu e Palmital. Como médica atua na clínica geral do Pronto Atendimento de Saúde (PAS) de Teodoro Sampaio e medicina do trabalho na empresa de transportes Ouro Verde, em Mirante do Paranapanema.

Seu primeiro título de especialista foi em Medicina do Trabalho, com o curso permitindo estágio extracurricular e posterior contratação na iniciativa privada. Conta que se sentiu contagiada e passou a fazer Perícia Médica e Medicina Legal. Em 2017, concluiu a segunda especialização e já iniciou a terceira em Medicina do Tráfego. Comenta que as especializações têm mudado sua vida profissional, “sendo muito respeitada no ramo das minhas especialidades”.

"Em todas as minhas oportunidades de trabalho obtive agradável recepção, ao informar sobre minha formação profissional na Unoeste" Vivian Tápias Trevizam

Cedida

Diz que a ascensão profissional tem proporcionado melhor salário e que os títulos têm possibilitado ótimos resultados, inclusive na vida pessoal. “Tenho o privilégio de estudar em uma instituição muito bem avaliada no mercado de trabalho”, afirma.


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Homéro Ferreira

A Educação a Distância ofertada pela Unoeste tem proporcionado formação inicial e continuada de qualidade, conforme atesta o biólogo amazonense João Paulo, professor de instituto vinculado à Universidade Federal do Amazonas. Licenciado em biologia e química pelo Instituto de Natureza e Cultura (INC), aprovado em concurso público como professor substituto na mesma instituição, João Paulo Montalvão Silva sentiu a necessidade de uma formação continuada que contemplasse aspectos pedagógicos e administrativos. Conta que pesquisou na internet em busca pela melhor instituição de ensino e, ao se deparar com a Educação a Distância da Unoeste, não teve dúvidas de ter encontrado o que procurava. Teve tanta certeza que estimulou seu colega Julimax Andrade de Holanda e juntos se inscreveram. Porém, havia um problema: qualquer polo do norte brasileiro seria distante para as provas presenciais, uma vez que estão inseridos na região do Alto Solimões, em Benjamin Constant. Ainda assim, não desistiram. Decidiram por Presidente Prudente, mesmo com a viagem aérea de 22h, com três conexões.

Cedida

O título de especialista em Docência e Gestão na Educação Superior tem permitido sua integração em comissões colegiadas do instituto onde leciona, “de maneira mais efetiva e fundamentada”, e a busca por ser professor titular.

"Enquanto aluno, percebi a dimensão e o compromisso da EAD Unoeste com a formação profissional, oferecendo ferramentas inovadoras" João Paulo Montalvão Silva


Perspectiva do projeto dos novo campi Unoeste

desenv


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Cedida Prefeitura de Jaú

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Trabalho ao longo da história leva à expansão


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novos campi Mariana Tavares

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Expandir conhecimento e levar ensino superior de qualidade para outros cantos do Brasil é uma grande satisfação para a Unoeste. Todo seu potencial está sendo compartilhado com os municípios de Jaú e Guarujá, inicialmente com a implantação do curso de Medicina. Tudo começou com o Programa Mais Médicos, do governo federal, que tem como uma das propostas a formação de novos profissionais da área, em diferentes regiões do país. Ao todo, foram classificados 37 municípios para receber a graduação em Medicina. As instituições de ensino interessadas fizeram as inscrições e enviaram suas propostas para análise do MEC, de acordo com os requisitos exigidos no edital. Após rigorosa triagem, a mantenedora da Unoeste, a Apec, foi selecionada pelo órgão responsável pela educação para levar o ensino médico às cidades paulistas de Jaú e Guarujá. A confirmação oficial veio em setembro de 2016 e, desde então, os trabalhos da universidade

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Jaú pertence à região central do Estado de São Paulo e está a 296 km de distância da capital paulista. Sua população é estimada em 143,2 mil habitantes, conforme o último censo do IBGE. O município é conhecido como a capital do calçado, justamente pela grande quantidade de fábricas de sapatos femininos que abriga. Espaços específicos para o ensino e equipamentos modernos para aulas e pesquisas científicas estão instalados nos campi de Jaú e Guarujá

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Laboratório de Anatomia: um dos ambientes de estudo para os futuros médicos

Fotos: Ector Gervasoni

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foram intensificados para iniciar as aulas nesses locais antes mesmo do prazo estabelecido de dois anos. O pró-reitor Administrativo da Unoeste, Guilherme de Oliveira Lima Carapeba, afirma que a universidade está totalmente empenhada nesses novos projetos. “Somos a primeira instituição a oferecer Medicina no oeste paulista e são anos de experiência na formação desse profissional fundamental para o país. A universidade entende que as cidades de Jaú e Guarujá têm importantes estruturas em saúde e enxerga nesse programa do governo a oportunidade de ampliar a formação de médicos éticos e humanos, comprometidos com o bem-estar da população, assim como ocorre na região de Prudente desde 1988”, completa. As novas escolas médicas visam melhorar a estrutura, o acesso e a qualidade de atendimento do SUS. Em Presidente Prudente, desde o primeiro ano da graduação, os estudantes são

inseridos em ações na comunidade e realizam estágios em hospitais, nas UBSs e nas ESFs, por meio de parcerias e convênios com os órgãos públicos. Assim também ocorrerá nos campi fora da sede, pois quem ganha com esse trabalho conjunto, que envolve universidade e poder público, é sempre a população. Os projetos pedagógicos apresentados para esses municípios foram adequados às características de cada região, mas mantiveram a essência do curso de Medicina da Unoeste, que está entre os melhores do Estado de São Paulo. Assim, a Unoeste chega aos municípios jauense e guarujaense com o mesmo compromisso de avançar com a educação médica, contribuindo, principalmente, para um melhor atendimento aos pacientes do SUS. Novos campi – A universidade construirá campus próprio nos dois municípios, com previsão de entrega em até três anos após o início das aulas. Neste primeiro momento, o curso em Jaú

funcionará em ala anexa ao Hospital Thereza Perlatti; no Guarujá, será junto ao Hospital Santo Amaro. Para receber a graduação, a Unoeste realizou reformas nas unidades, onde foram montados laboratórios específicos, salas de aula e setores do administrativo. Com a entrega dos novos campi, as parcerias serão mantidas com os hospitais para a realização de estágio dos acadêmicos dos últimos anos. O médico e diretor do curso de Medicina, Gabriel de Oliveira Lima Carapeba, destaca que a Unoeste foi muito bem recebida pela população das duas cidades. “A universidade realiza grandes investimentos para oferecer uma estrutura moderna para os estudantes das novas unidades, priorizando a mesma qualidade da escola médica prudentina, com corpo docente de altíssimo nível. E temos planos promissores nesses municípios, que é expandir com a oferta de outras graduações quando estivermos em prédios próprios. Levaremos toda a experiência no ensino superior destes 45 anos em Prudente”.

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A cidade do Guarujá está localizada na região metropolitana da Baixada Santista, na Ilha de Santo Amaro, a terceira maior do litoral paulista. Concentra um pouco mais de 311 mil habitantes, com base em estimativa do último censo do IBGE. É reconhecida pelas suas belas praias e riquezas naturais.


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Ector Gervasoni

Livro 45 anos Unoeste  

Neste livro, você conhecerá um pouco desta universidade, com relatos de pessoas totalmente diferentes, mas que tiveram suas vidas transforma...

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