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Infanta Dona Maria de Portugal Patrona da Matriz Portuguesa

“flor e honra das princ e s a s ” “di stinta pe lo e nge nho e f o r ç a d e e s p í r i t o ” “Miner va do s e u s é culo ”


M atr iz Portuguesa

Ad Gloriam Est. 2014

www.matriz-portuguesa.pt


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Estatutos

I. Génese e Inspiração II. Propósito e Actividades III. Identidade Gráfica IIII. Instituição, Direcção, Funções V. Concílio Matriz Portuguesa de Honra VI. Concílio Matriz Portuguesa VII. Condições de Acesso VIII. Precedências VIIII. Mecenas e Parceiros

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I. G énese

I nspiração

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Dona Maria, Infanta de Portugal É a Patrona da Matriz Portuguesa - Sociedade Civil para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento, pela reputação atribuída à sua corte e às suas damas, no Paço de Santos-o-Novo, em Lisboa. Foi a última filha do rei Dom Manuel I e de sua terceira mulher, Dona Leonor de Áustria, irmã de Carlos V de Espanha. Infanta de Portugal, era também senhora de Viseu e Torres Vedras. Nasceu em Lisboa, no Paço da Ribeira, a 8 de Junho de 1521. Morreu no Paço de Santos-o-Novo, a 10 de Outubro de 1577. Órfã de pai aos seis meses foi, desde sempre, muito protegida e acarinhada. Quando completou 16 anos de idade, o rei Dom João III, seu irmão, criou para ela a sua própria casa, separada do paço real, composta de damas e fidalgos da mais alta nobreza do reino, sendo tratada com grandeza igual à das rainhas, concedendo-lhe muitas mercês e privilégios. Era dotada de rara inteligência e de excelente memória. Entre os seus professores, distinguiram-se Luísa Sigeia, senhora muito culta, natural de Toledo, que lhe ensinou letras humanas e a língua latina; sua irmã Ângela Sigeia com quem aprendeu a tocar alguns instrumentos, especialmente os usados no culto religioso como a harpa e órgão; Joana Vaz, latinista, e Frei João Soares de Urró, irmão da ordem dos eremitas de Santo Agostinho, depois bispo de Coimbra, que a iniciou nas divinas letras. No seu paço, a infanta Dona Maria criou uma verdadeira universidade de senhoras ilustres no estudo das ciências e artes, de que foi especial protectora. Pela fama da sua grande instrução e de muitas virtudes, alguns dos maiores príncipes da Europa a pretenderam para esposa. O seu casamento era tido como um assunto de Estado, nunca sendo concretizado, para evitar a saída da sua imensa fortuna de Portugal. Foi considerada “a princesa mais rica da Cristandade”.

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II. P ropósito

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A ctividades

A perpetuação da Matriz Portuguesa – o embrião da Gesta Lusa e da criação de vínculos culturais, científicos e artísticos, como mensagem da Excelência de um Povo e do seu Desígnio, sendo esse o seu Legado ao Mundo; Dinamizar e fomentar o debate e a apresentação de ideias e projectos, visando a Excelência e a Distinção adquiridas com o Conhecimento; Promover a valorização profissional e cultural dos seus participantes; Relacionamento e intercâmbio entre profissionais e organizações nacionais e estrangeiras; Elaboração de uma base de dados dos membros do Concílio Matriz Portuguesa para divulgação dos acontecimentos e iniciativas da Matriz Portuguesa; Aprovação, organização e apresentação de projectos pessoais ou de grupos de membros do Concílio Matriz Portuguesa, de cariz editorial, artístico, ensaístico, cultural, no âmbito dos propósitos e ideais da Matriz Portuguesa; A edição e publicação, sob qualquer forma e suporte, de obras relacionadas com os seus propósitos e ideais, e apoio editorial a autores membros dos concílios; A celebração de contratos-programa com diferentes entidades e autoridades, estabelecendo as condições acordadas para a realização dos objectivos programados; Quaisquer outras actividades que se ajustem às finalidades da Matriz Portuguesa. Organizando e realizando para o efeito: Encontros, conferências, cursos, acções de formação, exposições, espectáculos de teatro, cinema, dança, música, ópera, visitas e viagens em Portugal e no estrangeiro, bem como outras iniciativas sociais e culturais. O que se pretende? Saber, Conhecimento e Erudição Como se diligencia? Artes, Ciências, Letras e Criatividade De que modo? Estudo, Investigação, Experienciar Com que desígnio? Mérito, Excelência e Desenvolvimento

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III. I dentidade G ráfica A marca da Matriz Portuguesa foi criada para expressar os valores e o posicionamento da instituição, representada num brasão de armas, definido pela sua descrição escrita, à qual é dada numa linguagem heráldica: Lisonja de ouro, com cruz vazia, em forma de espada – a Espada do Bom Combate -, com o punho rematado em forma de crescente e as guardas em crescentes adossados. O seu esmalte é de verde. A cruz assemelha-se à silhueta feminina, e a sua ponta inferior figura a ponta de aparo da pena de escrever. Laço de amor com inscrição a encarnado “Ad Gloriam”, (Pela Glória, sem proveito material). Inscrição a preto na base “MATRIZ PORTUGUESA”. Tem como Tenentes duas imagens de S. Miguel Arcanjo, Custódio de Portugal, com grandes asas recolhidas, revestido de túnica dourada que lhe cobre os pés, de cabeleira escura e anelada a emoldurar-lhe o rosto, com uma banda larga verde que lhe atravessa o busto, da direita para a esquerda. O Tenente da esquerda segura a cruz da Matriz Portuguesa, e o da direita segura o Escudo de Portugal. A cor verde ou sinopla significa amor, gentileza, posse, graça, precisão e beldade. A sua pedra correspondente é a esmeralda, que representa Vénus, a força e a esperança. O ouro ou jalde é o metal representado pela cor amarela. Significa fé, honra, força, sabedoria, vigor, poder, fidelidade, circunstância, riqueza, tolerância, coragem e firmeza. A sua pedra correspondente é o topázio, que representa o Sol e a justiça. O Crescente significa poder e nobreza.

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IIII. I nstituição . D irecção . F unções Órgão executivo e competente para a: 1. Garantia do cumprimento dos estatutos e bom funcionamento das actividades da Matriz Portuguesa; 2. Criação e gestão de programas formativos especiais, eventos, visitas lúdico-culturais e outras iniciativas da Matriz Portuguesa; 3. Aprovação e organização de projectos pessoais ou de grupos de membros do Concílio Matriz Portuguesa, de cariz editorial, artístico, ensaístico, cultural; 4. Convocar membros do Concílio Matriz Portuguesa de Honra para a organização e implementação de acontecimentos e iniciativas da Matriz Portuguesa 5. Convocar membros do Concílio Matriz Portuguesa para a organização e implementação de acontecimentos e iniciativas da instituição; 6. Admitir novos membros para o Concílio Matriz Portuguesa de Honra e Concílio Matriz Portuguesa; 7. Apresentar relatório de actividades em encontro anual; 8. Exonerar membros do Concílio Matriz Portuguesa de Honra e do Concílio Matriz Portuguesa, que contrariem os princípios da Universidade Femina.

V. C oncílio Matriz Portuguesa de H onra Órgão consultivo constituído por pessoas, de elevada reputação profissional e erudição, e que contribuam para o prestígio da Matriz Portuguesa, visando:

1. Contribuir para o reforço da coesão da Matriz Portuguesa;

2. Proceder ao acompanhamento e à dinamização das iniciativas;

3. Prestar aconselhamento à direcção;

4. Propor novos membros para admissão no Concílio Matriz

Portuguesa.

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VI. C oncílio Matriz Portuguesa Composto pelas agraciadas do Prémio Femina e por pessoas, de nacionalidade portuguesa e estrangeira, que se identifiquem com os ideais da Matriz Portuguesa, visando: 1. Propor a organização de programas formativos especiais, eventos, visitas lúdico-culturais e outras iniciativas no âmbito dos propósitos e ideiais da Matriz Portuguesa; 2. Dever de comparecer, no maior número possível de acontecimentos da Matriz Portuguesa; 3. Apresentação de projectos pessoais ou de grupos de membros do Concílio Matriz Portuguesa, de cariz editorial, artístico, ensaístico, cultural, no âmbito dos propósitos e ideias da Matriz Portuguesa; 4. Propor novos membros para admissão no Concílio Matriz Portuguesa.

VII. C ondições

de

A cesso

A Matriz Portuguesa acolhe as instituições, empresas e privados que queiram associar-se como membros do Concílio Matriz Portuguesa, concedendo aos seus membros: Partilhar conhecimento e experiências nas iniciativas desenvolvidas pela instituição; Propor a organização de programas formativos especiais, eventos, visitas lúdico-culturais e outras iniciativas no âmbito dos propósitos e ideais da instituição; Apresentação de projectos pessoais ou de grupos de membros do concílio, de cariz editorial, artístico, ensaístico, cultural; Espaço reservado aos artigos de opinião na Revista Matriz Portuguesa; Inscrição com preços especiais nas iniciativas e actividades da instituição; Benefícios específicos resultantes de parcerias realizadas pela Matriz Portuguesa com outras entidades; Pagamento de quota anual.

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VIII. P recedências Dispõe sobre a hierarquia e o relacionamento protocolar das personalidades que constituem a Direcção, o Concílio Matriz Portuguesa de Honra e o Concílio Matriz Portuguesa: 1. Entre as personalidades do Concílio Matriz Portuguesa de Honra precede aquela que tiver mais antiguidade enquanto membro, ou por ordem alfabética do seu nome; 2. Entre os membros do Concílio Matriz Portuguesa precede aquela que tiver mais antiguidade enquanto membro, ou por ordem alfabética do seu nome. Para efeitos protocolares, as personalidades hierarquizam-se pela ordem seguinte: 1. Director Geral; 2. Directores; 3. Conselheiros da Direcção; 4. Membros do Concílio Matriz Portuguesa de Honra; 5. Agraciadas do Prémio Femina; 6. Convidados de Honra; 7. Membros do Concílio Matriz Portuguesa. Órgãos de Soberania, Regiões autónomas, Poder Local e outras Entidades, terão tratamento protocolar em conformidade com a Lei das precedências do Protocolo do Estado Português.

VIIII. M ecenas

e

P arcerias

A Matriz Portuguesa acolhe as instituições e empresas que se revejam nos princípios da multiculturalidade e se queiram associar a este importante projecto, patrocinando a realização das suas iniciativas. Foram definidas cinco categorias de compromisso que possibilitem o maior leque possível de entidades e particulares a envolverem-se com este projecto: 1. Mecenas Associados; 2. Parceiros Oficiais; 3. Parceiros Estratégicos; 4. Parceiros Media; 5. Parceiros.

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“Quem quis, sempre pôde.” Luiz Vaz de Camões Poeta (1524-1580) “Um palmo de terra para nascer, um mundo inteiro para morrer” Padre António Vieira Jesuíta, filósofo, escritor e orador (1608-1697) “Nunca um verdadeiro português foi português: foi sempre tudo.” Fernando Pessoa Poeta (1888-1935) “O último homem sobre a terra terá de ser um português que duvida do que é natural e que se indisciplina perante a consumação dos séculos.” Agustina Bessa-Luís Escritora (1922) “Para mim Portugal é central e muito grande.” António Lobo Antunes Escritor e psiquiatra (1942) “[...] na grande janela de água que, da terra lusa, permitiu que o mundo fosse mais português [...] E é esse Portugal etéreo e sublime que se espelha como porto, farol dos povos [...]” Samuel Pimenta Escritor (1990)


Matriz portuguesa brochura  

O Património Cultural – material e imaterial, duradouro e efémero - constitui a derradeira mensagem da Excelência de um Povo e do seu Desígn...

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