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Deixo-te livre para partir

Já me acostumei com a dor, que agora adormece. Às vezes ouço o choro da minha alma ignoro, finjo que não sinto, que não vejo, que não choro, que sou forte, que não amo, Talvez, tu sejas aquele, que nunca amou, que nunca sentiu a dor da saudade Por isso, não se importa vira as costas e vai embora Deixa apenas a saudade da palpitação incontrolada, da pele não tocada, o gosto do beijo não sentido, do prazer não vivido

Aluna: Adna Moraes de Ataídes Direito - 6º período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Vou ser feliz

Vou ser feliz independente da vontade alheia. Vou brilhar independente daqueles que tentarem me ofuscar. Viverei intensamente cada momento, cada instante, sem olhar para trás. Quando amor eu tiver, será verdadeiro e muito intenso. Farei jus do livre arbítrio em minha vida, e ai daquele que quiser arbitrar em meu lugar. Vou ser dona de mim, das minhas idéias, dos meus anseios, dos meus sonhos. Deixarei marcas por onde eu passar. Serei forte, não terei dor, nem arrepios de medo. Vou ser fera e defenderei o que é meu, por direito. Se tiver que ser irreverente, inconseqüente assim serei, mas viverei. Sempre dormirei em paz, com a certeza que cumpri o meu papel: de ser feliz, de ser única, Se no fim eu não tiver mais como usufruir o bem da vida, terei as lindas lembranças de uma vida intensamente vivida e descansarei em paz comigo mesma.

Aluna: Adna Moraes de Ataídes Direito - 6º período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Menino Contente

Vem seu contente reacender a paixão com seu jeito maroto garoto inquieto e custoso Faça-me cócegas no coração, esquecer uma antiga paixão Em troca te dou meu saber, meu querer, um pouco do meu ser Pode apertar, amassar, menos me fazer chorar

Aluna: Adna Moraes de Ataídes Direito - 6º período – Campus Uberlândia - UNIUBE


VOCÊ Há em mim, Uma chama que queima. Um calor que me atormenta. Que me alucina. Minha mente se confunde Diante dos meus pensamentos. Mas, meu coração se acalma Envolto aos meus sentimentos. Enquanto meu corpo repousa, Minha alma inquieta procura paz. Diante de ti, tudo isso se desfaz. Tua presença alivia O tormento que me consumia. Teu toque me transforma. E agora, nada mais importa, Além de VOCÊ.

Aluna: Adriana Carneiro Alves Direito - 3º período - Campus Uberlândia - UNIUBE


TRAJETÓRIA

Passos longos, passos curtos Vou seguindo meu caminho Criando subterfúgios Vivendo no meu mundo Procurando pacientemente E querendo seu carinho

Na noite dessa escuridão Me escondo sob a luz do luar Sonhando com a duradoura e eterna paixão Que se reluzem no brilho do seu Doce e meigo olhar

Ó, vida bandida esconde minha felicidade na indiferença Da pessoa que amo, em que cada momento é o teu nome Que eu esperançosamente chamo

No resto do dia tenho a saudade como minha companheira, Que me abala, aflinge, me entristece Mas no meu pequeno e dócil coração você sempre permanece

Aluna: Amanda Miranda Pereira Direito - 6º PERÍODO - Campus Uberlândia - UNIUBE


SOU Sou aquela pessoa que busca Ver nos outros o que há de melhor Posso até ser um grão de areia Mas sou do mar, a onda tranqüila Sou do céu, a noite mais estrelada Sou do fogo, a chama constante Que os corações incendeia

Sou daquilo que possa chamar De inconstância Sou determinação, coragem, consciência, Vivacidade, o alimentar, o preservar Dos sentimentos benéficos, Impulsionar, acrescentar a Minha real substância

Não sou aquilo que esperam Que eu seja Sou muito mais meus Instintos, minha insensatez, Meus princípios, minhas maluquices, Contemplo não somente o que É o normal, mas sim o que quase, Ninguém observa, Os pequenos detalhes


Não vivo nem por um segundo, Nem por um minuto, Muito menos por uma hora. Sou daquelas que vive intensamente, Que vai fundo nos sentimentos Que desfruta de tudo o que o meu caminho Me proporciona, Buscando em cada momento O que tem de melhor.

Na perda dos meus pensamentos e palavras, Prevalecem os bons sentimentos, Minhas virtudes, meus erros, minhas frustrações Também meu crescimento e evolução, no qual engloba As maiores emoções de solidariedade, E do meu eterno amor.

Aluna: Amanda Miranda Pereira Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


CONSTATAÇÃO

Minha insistência em continuar Buscando o que mais em mim Se mostra, se toca, se vê, se sente E que por você se transluz constantemente

Tudo que eu queria era ter Você só pra si; Vem só pra Ti, pra nós, pra mim Te amo e te quero De um jeito assim, ardente De desejos e viver feliz comigo por fim

Por você morro de amor, de dor, De cor, de calor, assim como uma Chama incidente que duradoura permanece Então, porque você, meu anjo, Não vem pra mim?

Aluna: Amanda Miranda Pereira Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Pai amado Para mim a definição de tudo, Significa você, pai, Tu és minha vida, meu mundo, Não te esqueço sequer por um segundo. O grande homem que você é, Me inspira a ser alguém bem melhor, À você minha reverência, E meu amor, com toda a minha essência. Ò Deus, sou-lhe eternamente grata, Por ter me dado uma razão de viver, Pai, o senhor é meu sustentáculo É minha inspiração, e com ti quero me parecer. Tudo que existe no planeta, Que eu possa por ti fazer, Eu o farei amado pai, Para jamais ver um sorriso em seu rosto desvanecer.

Aluna: Ana Carolina de Oliveira Cunha Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Mariazinha Mariazinha era uma linda menina, Era o tesouro dos seus pais Sonhava em ser professora, Foi para a escola e não voltou mais. Seus pais que a amavam tanto, Correram a buscá-la apavorados, Encontraram-na choramingando, Com o corpo todo ensangüentado. - Minha filha o que aconteceu? - Fale-me, por favor! - Pai só preciso agora, De um abraço com muito amor. Correram pai e filha, Ao médico abraçados, Ela chorando muito, Ele desesperado. Ao acabar do exame, Veio o médico com um pranto mudo, - Sua filha meu senhor, Foi vítima de um estupro. Por ser frágil e ainda menina, O senhor terá de escolher, Ou sua filha morre, Para o seu neto nascer. Sem opção de escolha, Mariazinha partiu desse mundo, Deixando em seus pais, Um desalento profundo. São terríveis acontecimentos, Que não sabemos entender Como pode um ser humano, Com menina isto fazer? Não há nada nesse mundo, Que possa a esse pai consolar, Apenas a crença em Deus, De que tudo isso um dia irá mudar. Para isso nós possuímos, Uma arma poderosa Que denominada justiça,


Mesmo que um pouco morosa, O alento às famílias trás, E também um pouco de paz. Porém a vida perdida, essa, não volta jamais.

Aluna: Ana Carolina de Oliveira Cunha Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Mãe amada Seu caráter, sua firmeza, Seu carinho e dedicação, Você é minha vida mãe, É meu ar, o meu chão. Sua nobreza de alma, É meu exemplo de vida, Fui por Deus abençoada, Por ter-te, minha querida. Que o Senhor te dê vida longa, Peço a Ele com fervor, Para que eu possa demonstrar-lhe, Todo o meu infinito e grande amor.

Aluna: Ana Carolina de Oliveira Cunha Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


SIMPLICIDADE

Simplicidade é estar perto de nossas raízes Sentindo cheiro de terra Valorizando pequenas coisas e atitudes Pequenos amores e temores Pois as coisas mais fantásticas do mundo São as mais simples... SÉ simples assim...simplesinho...

Aluna: Bruna Cristina Lima Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


IMAGINAÇÃO

Sabe aquele olhar de admiração? Foi pura imaginação... Inventei uma viagem sem caminho, Para fugir da solidão. Enfim, já não sei mais com toda certeza Aonde estará toda aquela beleza, Que um dia meu bem quis Para poder mostrar pra mim. Será loucura inventada Para esta sina tão amargurada Em um desatino sem fim, Continuo querendo ter você pra mim.

Aluna: Bruna Cristina Lima Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


ÁS VEZES

Ás vezes somos surpreendidos Ás vezes surpreendemos, e nos surpreendemos Com gestos, amor e emoção As vezes também temos medo, Medo de sentir, de viver, de amar, de respeitar O tempo? As vezes fico paralisada, olhando para o tempo Esqueço que na vida nada é certo ou errado Que tudo pode ser ou não Que não há garantias E tudo depende das minhas escolhas. E tudo que peço? Força e proteção Para seguir meu caminho, sem medo E sendo Feliz.

Aluna: Bruna Cristina Lima Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Menina Moleca

Uma singela e eterna Menina moleca. Seu jeito simples e espontâneo de ser Nos faz refletir o modo de viver. Mariana, Mariana, Mariana Seu sorriso e alegria de viver Nos remete ao que tem que ser. Seu jeito meigo e extravagante Diz que a vida sempre segue adiante. Mariana, Mariana, Mariana Hoje sua presença nos faz falta Com aquela risada tão alta. Seu jeito todo esparolado Como queríamos você do nosso lado. Mariana, Mariana, Mariana Você teve que nos deixar E aquele ultimo abraço não pude lhe dar. Onde é que você esteja um dia vou te encontrar E aquele abraço ainda vou lhe dar. Mariana, Mariana...Eterna Mariana.

Aluno: Bruno Dorneles Gimenes Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Amor sincero pra toda vida

Pela manhã te encontrei Sem saber, logo me apaixonei Coração batia no peito agitado Com sua beleza fui enfeitiçado Seu cabelo castanho e liso De seus lábios logo o sorriso. Seu jeito meigo e simpático Me deixou fanático. Aquela manhã mudou meu dia Pois sei que algo aconteceria. Tive que a procurar e falar Que precisava daquele olhar. Hoje nossas almas estão completas Pois nossas alianças foram concretas. Minha vida teve luz Pois sei que ela me conduz.

Aluno: Bruno Dorneles Gimenes Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


A vida é curta demais

Nascemos, crescemos e morreremos É a única certeza que temos. A vida é linda de se viver E com sabedoria temos que crescer. A vida é curta demais Não se aborreça com coisas banais. Do futuro nada sabemos E com isso do presente vivemos. Cultive o amor sincero Pois é isso que eu quero. A vida pode ser bela Depende de como você leva ela. O amanhã pode ser tarde Para você fazer aquilo que tem vontade. Seja espontâneo e constante E viva a vida a cada instante.

Aluno: Bruno Dorneles Gimenes Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Vida Nascer Alegria, felicidade e êxtase Crescer Descobrir, lutar, vencer e perder Morrer Dor, tristeza e saudade

Aluna: Carla Fabiana Borges Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Felicidade Dizem que os olhos são espelhos da alma Mas na verdade os seus são espelhos da felicidade Porque vejo refletido neles o nosso amor

Aluna: Carla Fabiana Borges Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Amor O amor é o sentido da vida Sem ele não há nada que importe Pois, desta vida nada se leva a não ser o amor que se dá

Aluna: Carla Fabiana Borges Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


UM TRIZ DE ETERNIDADE E no vir a ser pleno em tempos de Quintana que não voltam, entre vieses e reveses. Corpalma insaciável reivindica solução imaginativa para presença intensa com dolo. Encontro-me em ti ao sair de mim em instantes loucos de êxtase. Por ser incomparával pede vício, por ser profundo se faz registro. Por ser felicidade exige prolongamento, por sair do convencional implora revolução. E por ser vida em abundância, veste-se paixão amorosa de saudade exalada pelos poros. Sinto, ó deuses do Olimpo... se até a lua faz-se cheia de inveja. Que culpa tenho eu se tão forte pulsa? Professora: Cláudia Costa Guerra Campus Uberlândia - UNIUBE


“DA HISTÓRIA DE NÓS DOIS” Eu, outro outro, eu eu e outro eu com outro estranhamento entre eu e outro outro próximo de eu eu dentro do outro, espalhafatosamente comedidos eu desconhecido do eu imagem do eu formada pelo outro eu quase ciente do eu partes obscuras do eu reveladas com o outro eu e outro pensantes e pensados eu conflitante com outro e consigo outro em fuga do eu e de si (passa até a se ocupar de outrem) outro e eu se colam dançam euuuuuuuu, outroooooooo quem o outro pensa que é? É mais... Romeu, romance, Julioutro abraçam-se eu noutro, no eu, nos outros do eu euluarada, outrassanhado conspiroutro, chocoeu em simplicidade dialogam sobre um tudo

outro faz prosa e versos sexualizados eu, poesia e amor sem nexo outro e eu trocam de lugar e permanecem eu mais outro tornam a linguagem limitada: codificam-se, corpo do eu feito para encaixe do outro, se tocam, cascam, descascam eu e outro se atraem e se traem se apóiam, brilham exuberantes


eu sem outro, um nada eu e outro já não são estão o que nunca foram e estarão o que não sabem, na irracionalidade ética de Nietzsche, o maldito, e com muito prazer eu e outro constróem-se nós, na necessária perda de controle, outro e eu podem o infinito, pois, ao que parece, eu e outro amor fazem.

Professora: Cláudia Costa Guerra Campus Uberlândia - UNIUBE


O BEIJO INESQUECÍVEL

Ele cheira lua cheia, veste estrela no olhar, se lambuza com códigos, e se umidifica com o fluido dos amantes. Esse beijo tem sabor de kiwi, ao chocolate escorrido, com fundo de Nova Bossa, tirando “casquinha”, com prazer. Vivido em sonho revelou contentamento real, entrega, merecimento, descontrole, generosidade, felicidade genuína. Com repertório incrível, sofisticação, faz o tempo parar, bambeia pernas de satisfação, aos pulmões falta ar. Com gosto de pôr-de-sol rosado faz o universo estremecer, o passado não se cogita, o agora pleno prevalecer. Os lábios dançam com tudo colado, lentinho, doidinho, rapidinho, gostosinho, lancezinho, Maus espíritos e medo, a gente os espanta chamando-os pelo seu nome real.


Se abraçar é tentativa de trazer pra bem perto e pra dentro o que está longe e de fora, beijar concretiza o esforço. Beijo que registra a história, cela o tudo na eternidade, comunga despudorados corpos, com saudade do não experimentado. Tem tecitura de pêssego maduro, liberdade de estrada em viagem, movimentos frenéticos e humor, arrepia, entontece, dá calor. Beijo com contemplação de vista noturna, com sensação de brisa em dia quente, de chuva morna na secura do outono. Contrariando a (des)ordem das coisas, primeiro consolida a paixão, o cumplicidar, o amar. O desejo pelo beijo pairar pode, alterar de intensidade na dor da possível rejeição. Pode até morrer, sendo desejo não realizado, mas nunca perderá o posto de ter sido o melhor beijo que eu não dei.


Professora: Cláudia Costa Guerra Campus Uberlândia – UNIUBE Premiada em 3º Lugar


Silêncio Observo-te em silêncio Crio em meus pensamentos, segredos e sonhos sem fim Teu andar é tão suave, tuas palavras me invadem Espero-te cedo ou tarde Não me deixe tão longe assim. Observar-te em silêncio é te ter a todo o momento Mesmo de longe me contento em saber que posso sentir. Sentir sua beleza envolvente, seu sorriso diferente Viver um eterno presente, esse amor que chegou de repente, Quando vi tomou conta de mim. Deixe-me te olhar mais de perto Conhecer teus mistérios, desejos e gestos Envolver-te em meu mundo Ou apenas te amar em silêncio como faço neste momento.

Aluna: Daiane Silva Andrade Engenharia Produção - 4º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


Sem você Sem você, Não teria sol para me aquecer Nem à noite com luar Muito menos pássaros a cantar. Sem você, os dias não teriam cor, Nem poemas de amor, Nem brisa do amanhecer. Não existiria brilho no olhar, Nem encantos a encantar, Nem caminhos pra te encontrar O frio dominaria o caminhar Seria triste o entardecer e até as flores deixariam de nascer. As cores, canções de amores só se fazem com você, Amada, minha vida, não esqueça que sua partida deixa triste o meu viver.

Aluna: Daiane Silva Andrade Engenharia Produção - 4º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


O Luar Luar do meu sertão Luar do céu, da imensidão Luar que chega com a noite, tão intenso, tão real É o luar mais encantado do meu Sertão sem igual Quando vejo o luar bem de frente da janela Lembro-me do olhar da minha donzela Esse luar já viu de tudo, meu sorriso, meu chorar Mas o luar é um grande amigo, vem toda noite me alegrar Luar que ilumina, luar que fascina, Ainda mais quando brilha nos olhos da minha menina Luar de esperança, de terra que canta Luar da estrada da terra encantada Luar sem Sertão é luar sem visão Sertão sem luar é Sertão sem sonhar Já disse para o luar que meu Sertão não vou deixar Pois não existe no mundo Luar de um brilho profundo como o que brilha por lá.

Aluna: Daiane Silva Andrade Engenharia Produção - 4º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


Pleno Amor

Entre encontros e desencontros Uma busca incessante Pelo que me acompanhava em cada instante O amor que me faria feliz.

Em minha frente a opção O amor ou a paixão A espera ou a enganação A renúncia ou a apreciação.

Amor que faz nascer E eternamente viver Lado a lado, face a face Numa incondicional verdade.

No sonho da plenitude Da mais preciosa virtude Pleno amor que jamais acaba Tudo espera, tudo sofre, tudo crê.

Aluna: Danielle Cândida Pacheco Engenharia Produção - 2º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Primeiro Encontro

Vi você chegando O telefone toca e meu coração se empolga Era você... Um encontro marcado e no cantinho da boca um beijo inesperado No caminho para casa paramos em uma praça Em uma conversa descontraída um beijo roubado Recadinhos apaixonados trocados Completo um mês Percebeu-se que o amor chegou de vez Em cada momento juntos uma historia... Que ficara sempre na memória No mural do quarto a foto que marcou E naquele dia Já sabia que se tornaria o grande amor da minha vida

Aluna: Dayanny Karoline de Sousa Engenharia Civil – 7º período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Nossa amizade

A amizade é uma corrente que jamais se romperá E nunca se acabará É um tesouro que não se pode perder E que você sempre terá Nossa amizade é sincera e se fortalece a cada dia É um bem precioso que surge na vida A amizade é essencial, é especial Nossa amizade é eterna e sempre será sincera

Aluna: Dayanny Karoline de Sousa Engenharia Civil – 7º período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Caminhos

Há um começo Um meio Um fim Onde nada é o começo Onde o começo não é o fim. Fim que dá o início do começo Começo que é o início para o fim. No caminho Várias esperanças se vão Várias conquistas são alcançadas Rastros: Ah! Estes ficarão! Uns que destruíram e destroem; Outros que ajudaram e ajudarão A caminhada Pode ser longa ou curta, Bela, alegre ou triste. O que importa É caminhar Caminhar para a vida Sem se importar Com o que virá pela frente. O caminho Deve ser percorrido. O que nele fica São as marcas Profundas; Suaves. Formadas com intensidade Do amor, carinho, respeito, dissabores e desamores Que fazem parte das marcas Do caminho.


Aluna: Dora Rezende C. Alves Pedagogia - 4º período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Vida

Oh vida! Por quê te escondestes? E me fizestes perder tanto tempo? Ah!Se tu soubesses Da minha sede, Da minha fome, Por pouco, Tú não me perdestes para a morte. Por pouco, tú não me deixastes sentir teu sabor. Sua cor. Por quê te revelastes só agora? Não me resta muito Terei que correr contra o tempo Para poder sentir teu prazer.

Aluna: Elizangela Aparecida Silva Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Sonhos

Os sonhos são como o vento São ás vezes apenas momentos. Ah! E como é bom sonhar... Sonhar que tudo dará certo Que as angustias e dores passarão E se isso não acontecer Ainda assim, a vida fica mais bela Quando se tem dela a ternura e a capacidade sonhar de uma criança...

Aluna: Elizangela Aparecida Silva Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Seus olhos

O vento frio a me tocar Os seus olhos ao longe a me fitar Um silêncio Um olhar Quero te amar Agora A qualquer hora Seus lábios a cantarolar Oh meu amor Venha já me encontrar.

Aluna: Elizangela Aparecida Silva Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Praça da Saudade Sinto a energia do amago do espirito Sinto o preço da causa e efeito Conta do destino criada por nos mesmos O sabor da planta, plantada e colhida por escolhas Uma mistura do doce e o amargo O gosto do meu modo de ser Engolindo o meu amargo hoje Guardando meu doce ontem Pisando em parques franceses Deixando meus sonhos perdidos Procurando lugares nao vistos Como a “Praça da Saudade”.

Aluno: Emerson Eustáquio da Silva Engenharia Elétrica - 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Mar da Ilusão Mal sabia eu A dor de quem perdeu e amanheceu Carregando um saco de ilusões Seus amigos e perdões Nadando rios de esperança Naufrago.

Aluno: Emerson Eustáquio da Silva Engenharia Elétrica - 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Dita Burra Quero ser livre para poder ser gordo Quero ser livre para poder ser magro Quero ser livre para poder ser negro Quero ser livre para poder ser branco Quero ser livre da ditadura Livre da dita burra Que dita ,limita,empobrece Quero ser livre pra poder não ser rico Quero ser livre pra poder não ter que mentir Quero ser livre pra não ter que ser alto Quero ser livre pra não ter que ser baixo Quero ser livre da ditadura Livre da dita burra Que dita ,limita e que me deixa burro Quero ser livre para poder ser “imperfeito” Quero ser livre para poder ser eu mesmo Quero ser livre Quero ser livre da ditadura Livre da dita burra Que dita ,limita e que me cega

Aluno: Emerson Eustáquio da Silva Engenharia Elétrica - 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


“Ser Gente” Ser Gente é se embriagar de problemas sem saber se há soluções Ser Gente é beber o néctar da corrupção com os lábios vermelhos da indignação Ser Gente é conhecer a hipocrisia e mesmo na ignorância saber compreendê-la Ser Gente é chorar a partida é sofrer; é perdoar; é “brincar de aceitar” Ser Gente é se entregar ao amor viajar em ilusão crer na paixão Ser Gente é ter a humildade de dizer “sim” e a coragem de dizer “não” Ser Gente é ser sonhador e acreditar em “faz de conta” Ser Gente é ser fraco, é ser forte é ser feliz, é ser triste Ser Gente é sentir grande mesmo quando o mundo te coloca pequeno demais Ser Gente é ver a doçura que há na “Gente”


Aluna: Fernanda Resende Ramos Comunicação Social - 7º período - Campus Uberaba - UNIUBE


“Como posso?” Como posso ser feliz vendo “gente” caluniando “gente” pessoas comendo “lixo” homens descalços no chão ardente Como posso buscar a união se vivo em um mundo enjaulado longe da verdade e, muito perto da perseguição Como posso ter esperança se até a existência está comprometida se filhos não respeitam pais e pais não respeitam filhos Como posso querer ser “Gente” se a própria gente se autodestrói mata, rouba, ameaça, tortura e na ironia nada constrói Como posso ser eu se eu mesmo não sei quem sou

Aluna: Fernanda Resende Ramos Comunicação Social - 7º período - Campus Uberaba - UNIUBE


A arte de escrever Escrever é meu alento é a forma de dizer o que penso é ser médium da beleza que há nas palavras é ver o movimento mesmo quando tudo está quieto Escrever é esquecer que sou uma só é falar para o mundo o que os lábios não conseguem é fazer registro, mesmo quando não há nada para se registrar Escrever é chegar ao êxtase sem precisar se “decompor” Escrever é uma loucura insana é ver o certo sentir o errado mergulhar no solitário Escrever é uma arte que pode ser tudo e ao mesmo tempo ser nada

Aluna: Fernanda Resende Ramos Comunicação Social - 7º período - Campus Uberaba – UNIUBE Premiada em 2º Lugar


VIII

NÃO CHORES, NÃO TEMAS MINHA FRÁGIL FLOR... POR MAIS QUE SEJAS FRÁGIL POR MAIS QUE SEJAS PEQUENA SEI QUE NA AURORA SUAS PÉTALAS IRÃO FLORESCER E QUE EM UM BREVE FUTURO... IRÁS TER UMA LUZ,E QUE SERÁS FELIZ MINHA LINDA FLOR... NÃO CHORES, NÃO TEMAS MINHA FRÁGIL FLOR... POR MAIS QUE SEJAS FRÁGIL POR MAIS QUE SEJAS PEQUENA OLHE EM MEUS OLHOS, ESCUTE O QUE DIGO DESCULPA NEM SEMPRE RESOLVE E O AMOR REALMEMTE EXISTE NÃO FUJAS DO SEU DESTINO PRA SER FLOR VOCÊ NASCEU E ASSIM IRÁ MORRER.... SEUS MÉRITOS IRÃO FICAR E SUAS LUTAS IREMOS LEMBRAR NÃO CHORES, NÃO TEMAS MINHA LINDA FLOR... POR MAIS QUE SEJAS FRÁGIL POR MAIS QUE SEJAS PEQUENA

Aluna: Franciely Silvério de Oliveira Administração - 1º período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Preta e Rosa

E somos nós...Preta e Rosa a Preta dos sonhos altos, dos medos, dos atos... a Rosa da opinião, da força, da razão... Preta que ama, Rosa que prova... Rosa que quer, Preta que dá... nós no nosso encaixe, nós nas músicas nós, que temos medo, medo e desejos... nós, na nossa infinita ternura... Irmandade incomum... Combinamos na cor, da alegria e na dor mais puro e singelo amor... Preta e rosa Rosa e preta... de tudo que poderia haver... de tudo pra se fazer... meu melhor é ter e ficar com você... Minha Flor... quem disse que se explica o amor? Estamos para provar, estamos para estar Estamos para amar...

Aluna: Franciely Silvério de Oliveira Administração - 1º período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Salve-se

Entro no seu jogo De jogar com gente Julgar com a balança Mas sei que tu mentes

No interior do seu eu Ainda vejo quem costumava ser Aquele ser que se perdeu Ainda esta aí em algum lugar

É preciso que se ache Para que o tempo não lhe carregue Sei que você é capaz Peço que lute e não se entregue.

Aluno: Guilherme Afonso Resende Barbosa Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Declaro

Uma folha em branco Espera nossa historia Sente-se nesse banco Já não posso fugir dessa memória

Sem saber da sua existência A vida não tinha sentido Por tantas ruas andei Eu havia me perdido

Tudo tem seu meio Cada meio o seu fim No meu fim esta você E no seu esta a mim

O hoje não existe E esse é meu tormento Ontem já se foi O Amanhã eu invento.

Aluno: Guilherme Afonso Resende Barbosa Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Ausência

Com os dias que passam Cresce a minha dor Minha busca pela paz não termina Sinto falta do seu amor

É uma questão de opinião Esse nosso triste fim Fazia tempo que te procurava Hoje já não procuro tanto assim

A noite terminou Mas não levou meu tormento O ontem se calou Fazendo de mim o seu brinquedo

Não ouvirás falar de mim Esse foi meu ultimo tropeço Ainda te amo, confesso Se irei te esquecer? Prometo.

Aluno: Guilherme Afonso Resende Barbosa Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Pressa As raízes da criação, Não estão nas esquina do esquecimento . Para aquele que cria a ação, Na curva, pode estar seu aprimoramento . Não tente recriar para mostrar, Aquilo que parte da alma Pode vir a encalhar E você ira se agonizar

Aluno: Guilherme Herrera Serafim Santos Engenharia de Produção - 2º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Deixe estar

Não deixe para depois O que nunca iria ficar pronto amanha Pois o amanha pode não esta preparado para hoje Em uma realidade distante , Let it be. As vezes sinto o mundo cair sobre meus ombros Mais a inspiração pode chegar. Não sei se estarei pronto Para essa dádiva carregar

Aluno: Guilherme Herrera Serafim Santos Engenharia de Produção - 2º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Ouro Eu te amo tanto Que não te trocaria pelo ouro Andando sob os raios da lua. Não cresce em berço de ouro. Agora, vou ser eu mesmo Vou ser livre. Andando sob os raios da lua. Admirando minha terra. Se algumas portas fecharem Construiremos fileiras de cidadelas Deixe as janelas abertas Porque os raios do sol são ouro. Então, seja quem você quiser Faça o seu melhor Andando sob os raios da lua Contemplando o mar. E quando chegarmos lá E os longos dias Tiverem começado Nós estaremos juntos Vivendo, vivendo...

Aluno: João Paulo de Oliveira Administração - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Mar Del Cuba Em qualquer manhã solitária Sairei do trilho. Caindo numa estrada ordinária Mudarei o ritmo. Mais uma vez os pés retirantes Inquietos sobre uma singela cidade. E antes de chegar grande tempestade Meus olhos serão imigrantes. Aqui não conheço o rei Não sou cativo da realeza Ao norte das terras sem lei. Para encontrar uma rainha Na realidade de uma ficção Mas onde está a rainha Perdida dentro de alguma canção. Penso incerto, passo. Mesmo sem saber o que faço Fico na armadilha desse laço. Então, voltarei para mar Del Cuba Onde está a minha e sua Liberdade, riqueza e culpa.

Aluno: João Paulo de Oliveira Administração - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Lady Lady Quando me sinto só Levo meu coração Para o centro dos seus olhos Eu guio meu coração Onde ninguém pode alcançar. Você é uma garota livre. Que guia minha mente Para uma pequena cidade Onde o tempo corre devagar Para mim. Ontem tive um pensamento. Sua liberdade aumentará Sua beleza crescerá Seus seios crescerão Seus caminhos aumentarão. Porém em mim Uma pequena chama arde o coração. Mas se um dia for esquecer Que seja lentamente. E as luzes da cidade, o vento do interior Os minutos, e as horas A saudade, e as lembranças Foram feitos para nós.

Aluno: João Paulo de Oliveira Administração - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


SANGUE DE BRASILEIRO

ZÉ PONTEIRO, ORIPÃO, ILIÃO PEIXOTO, TIÃO DA LATA POBRE, PRETO, ANALFABETO, SOFREDOR

BRASILEIRO, ESCLUÍDO, CACHACEIRO REVOLTADO, CALEJADO, ZOMBADO ESCRAVISADO

ANÔNIMO, DESCONHECIDO, ENVELHECIDO MORTO, FETIDO, NADA NADA QUE INTERESSA

SÓ O SEU SUOR A SUA FORÇA ANIMALESCA FÍSICA, SEM PENSAR

SÓ PARA TRABALHAR FAZER CERCA, CARREGAR PEDRA SER UMA BESTA

SEM DIGNIDADE DE VERDADERO SÓ ALGUMAS PUCAS AMIZADES

Aluno: José Miguel Batista Direito - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


OS CAMINHOS DE UM PORCÃO

NEM TUDO POR AUI É LIMPO ELE JÁ É UM CANCER ANTIGO MAS SE QUISER SER MAIS GENTIL PODE LHE CHAMAR DE GAFANHOTO

SEU COMEÇO É DAS ANTIGAS, AINDA DA DITATURA MILITAR NA POLÍTICA JÁ FOI QUASE DE TUDO SENADOR, DEPUTADO, GOVERNADOR, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, SENADOR, SENADOR, VAI SER SENADOR ATÉ MORRER

É DO MARANHÃO, É ALTO, É FORTE, USA BIGODE, CABELO CORRIDO, TEM FAMÍLIA GRANDE

FAZENDA, EMPRESAS DE COMUNICAÇÃO, RÁDIO, TELVISÃO, UM APROVEITADOR, UM CANASTRÃO UMA VERGONHA PRA NAÇÃO UM HOMEM NA CONTRAMÃO MAS O POVO DIZ QUE NÃO E O ELEGE NA PRÓXIMA ELEIÇÃO

ATÉ QUANDO ELETOR CEGO SUJEITO SEM VISÃO DEPOIS FICA CHOROMINGANDO INSAIANDO INSATISFAÇÃO

É PODRE, ESTÁ EM DECOMPOSIÇÃO ESTAMOS FALANDO DELE, O FANFARÃO

Aluno: José Miguel Batista Direito - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Respeito, Justiça e Dignidade

Oca, oca Eu moro numa oca ai se eu tivesse ai,ai se eu tivesse Respeito, Justiça e dignidade ai do Estado ai ai do Estado Terça na faculdade aprendemos o que é diversidade E entendemos que o indio faz parte E começamos a respeitar Agora,agora A claudinha nos aprova ai que alegria ai,ai que alegria Respeito,justiça e dignidade ai do Estado ai, ai do Estado

Aluna: Josiane Moretto Alves Direito - 4º Perído – Campus Uberlândia - UNIUBE


Sou Humano

Quando olho para um ser humano, Admiro quanta engenharia. Tudo funciona tão bem! Que ninguém adivinharia, De onde ele vem.

Quando olho para um ser humano Admiro a força que ele tem Tantas descobertas na ciência Mas teima em destruir também Usando mal sua inteligência

Quando olho para um ser humano, Pondero e fico a imaginar Por que uma criatura tão boa, Não pode superar a ganância, o egoísmo, E o mundo transformar?

Quando olho para o meu ser humano, Vejo que tenho muito a melhorar, Mas começa é dentro de mim, o desejo de mudar. Não esperar do outro o que eu posso fazer. Olhar pro meu horizonte e desejar vencer!

Aluna: Josyane Lopes da Silva Administração - 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


ROTINA DE UM ESTUDANTE

Acordar ás seis Trabalhar pra valer Atender pedidos Ser gentil e educado Rir de coisas bobas Se der, tomar um café Atualizar-se da economia Atentar-se ao estilo e postura Cumprir as metas Fazer algo a mais Fechar “aquele” negócio Não fazer hora extra Correr para o ônibus Escola, livros, professor... Atenção no mestre que fala Aprender tudo, gravar na mente Para garantir o ano Pegar carona no fim da aula E ao chegar a casa, mesmo muito tarde, Ser carinhoso com quem encontrar Ficar sem sono ao deitar Querer dormir quando se tem que levantar Mas não posso... hoje ainda é segunda... Faltam seis dias pra minha rotina acabar!

Aluna: Josyane Lopes da Silva Administração - 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Escravidão Invisível

Não nos sentamos mais à mesa Já não temos aquela destreza Não fazemos mais proezas Fomos domados pela moleza...

E levamos assim... na correnteza.

Desaprendemos conversar Não sabemos mais admirar Não paramos pra questionar Temos preguiça de lutar Estamos deixando de amar...

Mas quando agente parar E a sós nos encontrar Numa mesa de jantar Sem alguém do lado de lá... Iremos nos lamuriar, Não vimos a vida passar!

Aluna: Josyane Lopes da Silva Administração - 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Um dia oblíquo Não consigo estar, só ser. Não consigo raciocinar, só pensar. Não consigo comer, só imaginar. Não consigo dormir, só sonhar. Não consigo agir, só reagir. Não consigo mais, mas comigo, consigo comer estrelas, imaginar movimentos, dormir ventos partir palavras.

Aluna: Kátia Bizinotto Macedo Soares Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Métrica Desde que o Mundo é mundo A Ética é não ter ética. A poesia que outrora foi só rima Agora não tem métrica. Mas também o que importa? desde que o mundo seja poesia e a essência seja ética.

Aluna: Kátia Bizinotto Macedo Soares Direito - 6º Período - Campus Uberlândia -UNIUBE


Ilusão de ótica Círculos envolvendo a lua Panela de ferro Coração de esponja Ponteiros sem balança Pesos sem medida Vôo com escalas sem destinos Misturando caminhos. Topei comigo na curva da ilusão Que lugar é esse? Acordei. Me recolhi... Uma dose de perdão ou um pedido de conhaque? A vida continua. Mas um copo de sensatez é bom também!

Aluna: Kátia Bizinotto Macedo Soares Direito - 6º Período - Campus Uberlândia -UNIUBE


VIDA

Ela corre em horas se apressa em dias quase para em segundos

Ela abre teus olhos provoca tua sede e te mostra o mundo

Você cego não vê não quer enxergar que não é pra você Ela é feita pra dar

Você ainda vai aprender Vai se arrepender E vai tentar mudar Quando enfim, o relógio parar.

Aluna: Lorena Bruno Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Disseram-me para acreditar para obedecer mesmo sem entender para não perguntar

Nunca me explicaram o porquê não sabiam dizer só diziam saber me fizeram calar

E calada fiquei sem conseguir aceitar procurei a razão

Buscando a verdade não encontrei nada mais que um ponto de interrogação

Aluna: Lorena Bruno Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Ausência

Em meio a tantos fazeres Da vida atribulada A sensação do amor perdido Na neblina intensa O sol demora Abrir seu sorriso O dia fica ainda menor A noite chega Tão depressa... E o despertar para o amor Não acontece Quem sabe amanhã! Mais uma vez O relógio anuncia Um novo dia E com ele a neblina É preciso Despertar Renascer Para a vida Para o amor Antes do anoitecer

Aluna = Luci Cleide Pereira Pedagogia - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Homem e Mulher

Os corpos se encaixam Harmonia perfeita Como o rio e mar Um para o outro Foram feitos Homem e Mulher Metades se completam Um laço de sangue Amor, corpo e alma De coesão sublime Gerador de vida

Aluna: Márcia Alves Ribeiro Direito - 6º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


Cristo e a Igreja

Como a noiva anseia pelo noivo Coração palpitante, embriagado de amor Também minha alma anseia por ti Terra seca sou e tu minha chuva

Aguardo a promessa, o dia chegado Como a noiva se prepara sem máculas Ornamenta-se de finas jóias, A postos ao chamado do noivo

Assim espero o momento Em que irá me buscar Quando o céu anunciar A divinal entrada

Aluna: Márcia Alves Ribeiro Direito - 6º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


A vida antiga

A vida simples é boa Comer frutos diretos do pé Leite espumante com nata Hortinhas no quintal Ah! Bom era ter quintal Com balanço de cordas e pau Muitos amigos Cães, gatos e galinhas Pai, mãe e irmãos Para compartilhar a ida na venda Cantarolar na chuva E dividir algumas varadas Essa vida deveria ser o futuro Não só máquinas e trangênicos Dar valor em gente E a breve vida gozar

Aluna: Márcia Alves Ribeiro Direito - 6º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


Enigma E mais uma vez renasce um amanhã Renasce de uma noite onde as lápides soam Soam seus gritos vazios e quentes Gritos que saem de gargantas gélidas Das almas pálidas e tenebrosas Outrora foram quentes, doces seres Que o véu áspero cobriu Levando a misteriosos lugares Descanso, trabalho, retorno Réles criaturas viventes jamais descobrirão Esse acontecimento enigmático Flores suaves e dolorosas guardam sonhos É o retrato de saudades e saudações Que amedrontam a todos Cheiro amargo é o que espera Noites fúnebres com sonos sem sonhos Sem brilho, com pavor E mais uma vez renasce um amanhã Divino, divino será

Aluna: Mirian Cristina dos Santos Engenharia Ambiental - 5º Período - Campus Uberlândia


Audácia Pobre é o que sou Como ousarei eu Decifrar o que é Esta que se compara Com as estrelas E navega o céu Poesia é todo o meu eu Presente na força da fé Nas lágrimas ela fala Na chuva podemos vê-la Com cheiro de uma gota de mel Brincando de um jeito só seu Ela, exigente, nasce como quer É uma alma viva que não pára É sensível, e sensível é quem quiser tê-la E suave como um pássaro Se aproxima de um papel Como ousarei eu Decifrar o que é Esta que se compara Com as estrelas E navega o céu Pobre é o que sou

Aluna: Mirian Cristina dos Santos Engenharia Ambiental - 5º Período - Campus Uberlândia


Amigo Hoje a minha alma está mais fraca É como se no dia-a-dia ela se revelasse Uma visão de dores e angústia E pensando nos caminhos, vive nada Hoje mais pesado está meu coração O tenho tornado um mar imenso De compreensão, e vivo a dor da saudade Cercado por pessoas querendo ser compreendidas Queria ao menos ser ouvida As lágrimas me fazem pensar que não tem jeito E nesse universo Dizem que o céu é o limite Que ilusão! E assim, me encontro perdida, um anjo sem asas Um ser sem pensamentos, sentimentos, nada Tentando suas dores sempre ocultar De que servem brigas, se depois nasce a saudade De que servem mágoas, se não é o que dizem os olhos O espelho da alma Ainda que tentem não conseguem refletir A verdade precisam escolher Sempre lembrarei com saudades Dos momentos agora tão frágeis Como cristais espelhados Porém manchados pela dor refletida Onde o tempo correu tão rápido Mais que um raio de esplendor Ainda não sei se caminharei rumo ao infinito Mais sei que sempre vou recordar Do anjo que foi enviado para me ajudar Aluna: Mirian Cristina dos Santos


Engenharia Ambiental - 5º Período - Campus Uberlândia Premiada em 1º Lugar


QUERO-TE!

Quando as pálpebras dos teus olhos se abriram, um paradisíaco mundo novo se apresentou para mim. Como por magia os problemas se esvairiram, subitamente tudo ficou tão belo assim.

Já não posso pensar minha vida sem você. Eu só quero te querer. Na mente só me vem seu nome. E ao abrir os olhos, tudo some. Sua imagem se personifica no brilho dos meus olhos, e, tal qual um andarilho, vago pelo logradouro a te procurar.

Já chega de tanta espera! Quero te tocar, te beijar nos seus braços delirar. Te sentir em mim, me perder em si, te encontrar amor. Numa onda de paixão, num mar de desejo, no pulsar do seu coração!

Aluno: Murilo Silva Lacerda Direito - 2º Período - Campus Uberaba - UNIUBE


O POETRÓLOGA

Idas e vindas, partidas e chegadas, para lá e para cá as palavras se cruzavam.

O caldeirão soltava fumaça, tão quente que estava, transbordando a sopa de letras sobre o papel umedecido de ideias.

De caneta na mão, o poeta dava vazão aos sentimentos transformando em palavras o que dizia o coração.

Do outro lado o leitor, ávido por provar a sopa ainda fumegante e superar sua fome alucinante, de saber e sentir o sabor das palavras.

Era poetróloga, afinal. Dependia da poesia para sobreviver. Se não tivesse comida, não fazia mal. Só lhe bastava um poema para ler!

Aluno: Murilo Silva Lacerda Direito - 2º Período - Campus Uberaba - UNIUBE


COMEÇO E FIM

No começo tudo parece infinito, nada parece que vai ter fim. Mas, quando tudo se acaba, o fim parece infinito e nada parece que vai terminar.

No final do começo, o fim começa a se tornar real. E o que parecia infinito, termina por começar a se acabar.

O fim começa a terminar o começo, e o término começa a se tornar infinito. E o que parecia estar começando a terminar, termina por nunca terminar de começar.

Por fim, entre términos e começos, esse poema começa a terminar. Termino o que comecei, sem nunca ter terminado de começar. E o que parecia não ter fim, começa a ficar finito, e termina sem nunca ter começado a terminar.

Aluno: Murilo Silva Lacerda Direito - 2º Período - Campus Uberaba - UNIUBE


SEMPRE FELICIDADE

A felicidade, dentro de um embrulho Com papel próprio, Para presente, Quem ganhar ficará contente Pois quando recebê-lo Terá que dividir com a gente.

Aluna: Paula Brito Alves Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Amor

Tudo passa O tempo passa A uva passa Só meu amor que não passa Os minutos correm Os segundos voam Mais para que tanta angustia? Se aqui também se experimenta a dor, Mas tudo se renova neste amor!

Aluna: Paula Brito Alves Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Águas

Águas de Campina Verde Águas do rio verde Verdes como teus olhos Águas na noite de luar Águas com cachoeiras Encantada para te beijar Águas de aventura dos amantes Amantes eternos Não só um instante,

Aluna: Paula Brito Alves Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Um pedaço de tudo, um pouco do nada

Eu sou aquele que a noite vigia Sou o luar, o céu, a nostalgia. Sou a procura incansável do que não se vê... Sou o eixo do avesso do contrário que antecede o que se crê Sou a solidão posto que é chama defronte ao abismo na escuridão Sou o eu sem o controle de minha própria ação Sou o acaso do incontestável jeito de amar Sou o preto estampado no rosto E na lágrima que não cessa em derramar Sou o nada, Sou o tudo, Sou apenas um pedaço deste infinito mundo Que no vão se encontra Mas não sabe quem é no fundo.

Aluna: Paula Fernandes Moreira Direito – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Reencontro em mim mesmo

A escuridão que me toma é real E infinito é o vazio que me consome Num eu desgovernado de mim mesmo O que era luz, de repente some

No vão das coisas do passado uma luz pode brilhar Mas ao reluzir, ofusca o sentido de amar Nas estradas dessa vida um fim não consigo encontrar E nos espinhos que me corroem vejo-me a te esperar

É impossível me conter mediante eu mesmo A lágrima é tão profunda O choro é tão intenso Sinto jamais poder me reencontrar

Me procuro, me busco, Mas não me encontro Me escondo, desapareço, Retorno, mas não sou visto

Meu rosto some, meus sonhos se entristecem Meu sorriso se ofusca Porque no fundo não sou o que sou Não vejo, não sinto Sou como a folha que sem motivos pra viver Padece ao sol do amanhecer...

Aluna: Paula Fernandes Moreira Direito – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Querer Eu queria sorrir Apenas um momento, Um segundo, Eu queria entender o porquê Eu queria que o sol brilhasse E queria que as nuvens escuras passassem Eu queria ser o que esqueci E sozinha, não mais chorar Eu queria sonhos, Reais e imortais Sonhos que não se vão Mas esperanças que irão Iluminar meu caminho com exatidão Até alcançar meu coração Eu queria, mas não posso Eu poderia se tivesse escolha Eu amaria, se houvesse alguém Eu seria... Se tudo fosse diferente.

Aluna: Paula Fernandes Moreira Direito – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Você é parte de mim

Quando precisei sorrir Sorri com sua presença Quando precisei chorar Por alegrias ou tristezas... Você estava ali A chorar e a sorrir comigo Quando o dia amanheceu, Sorri, Tinha você do meu lado Quando precisei Dividir tristezas Você absorveu a sua parte Quando precisei de um amigo Fui ao seu encontro E busquei a sua amizade Que vai além Da vida aqui na terra

Aluna: Regis Cristina Ferreira Costa Pedagogia - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Você Você é a luz que propaga na escuridão. Você é o verso que resta ao poema de amor. Você é a prisão do cárcere privado de meu ser. Você é o sonho que desperta a noite de pesadelos. Você é o homem que me encanta e alucina. Você é a parte que me falta ser humano completo. Você é a razão que me eleva. Você é a carícia que me estimula. Você é a pessoa por quem o meu coração clama.

Aluna: Sônia Ferreira de Lima Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Minha missão de vida Eu quero um mundo sem barreiras, dores ou preconceitos. Eu quero afagar os meus sentimentos, ser luz na vida das pessoas. Amar loucamente! Eu quero sentir cheiro de relva molhada, comer torta de chocolate com sorvete. Sentar-me à mesa com pessoas que eu amo. Eu quero sonhar, cantar, sorrir, gritar e perdoar. Eu quero perceber o ser humano. Estudar Filosofia, Ler Camões. eu quero colorir a minha vida: de azul, vermelho, verde. Eu quero enxergar a essência das pessoas. Compreender o mundo, conhecer cavernas. Eu quero habitar a ilha da utopia. Eu quero ser melhor do que fui ontem. Eu quero Deixar um legado. Eu quero ser vencedora!

Aluna: Sônia Ferreira de Lima Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Consciência Negra Vinte de novembro, Numa emboscada, Morreu Zumbi, Líder do Quilombo dos Palmares, Mas não morreu Francisco, Que sabia ler e escrever. Não morreu a história. Não morreu o ideal de Igualdade. Não morreu o afro-descendente. Não morreu a luta pela liberdade Do bravo negro irmão. Por isso, O Brasil reconheceu Este dia, O dia nacional da consciência negra. Preito ao herói dos Palmares, Tributo à João, Maria, Pedro, Tomé, Isaura, José E Salomé. Não é concessão Ou Exceção É o direito de igualdade dos Irmãos brasileiros: Negros, Pardos, Brancos, Verdes, Azuis Ou Amarelos.

Aluna: Sônia Ferreira de Lima Direito - 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


Escolhas

Nossa vida é repleta de escolhas. Algumas são quase insignificantes e outras muito importantes. Desde a roupa que vamos vestir até a carreira que vamos seguir, Tudo é feito no campo das escolhas. Umas têm efeito imediato e limitado. Já outras, produzem resultados durante toda nossa vida. Quando a escolha é acertada colhemos os frutos de maneira empolgada, Mas quando se trata de escolhas erradas, as conseqüências são amargas. Sei que o tempo não pode voltar, mas se ao passado pudesse retornar Apenas duas coisas mudaria, de estudar jamais pararia e aos dezessete anos não me casaria. Será que é certo assim pensar, querendo ao passado mudar? Acho que não. Somos também o resultado dessas escolhas. Se não as tivéssemos feito tal como fizemos, não estaríamos aqui. Talvez estivéssemos longe, porém infelizes. Em outra profissão, mas tristes. Casados e frustrados ou solteiros e solitários. Eu não sei. Cheguei à conclusão que meu passado não mudaria. Sou feliz assim como está. Os erros que cometi me trouxeram aqui e se eu não tivesse escolhido o que escolhi, ficaria a pensar: “Por que não investi?” Não dizem que melhor é se arrepender de algo que fez do que de algo que não fez? Posso dizer que vivi, me entreguei, investi! De muito não gostei, mas eu arrisquei. Os erros ajudam a nos compor, só devemos fazer tudo com amor e até errar, mas tentando acertar. Sei que Deus me dará muito mais e para isso devo me preparar. A faculdade não é onde para sempre vou estar, foi muito bom nela ingressar, mas me formar será apenas um degrau para algo muito maior que irei alcançar.


Aluna: Vanessa Fonseca da Silva Direito – 3º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


Viver É acordar a cada manhã, sem nos lembrarmos que o amanhã existe... É aproveitar cada minuto como se fosse o último... É não acreditar que somos eternos... É ter certeza que as dificuldades podem ser superadas... É lutar a cada segundo por um ideal que pensamos ser essencial... É valorizar as pessoas que amamos, sem nos esquecermos que elas são seres humanos, e, portanto, tem defeitos... É não exigirmos demais de nós mesmos, e nem dos que nos rodeiam... É respeitar o próximo, independentemente de ele pensar como nós ou não... É saber aconselhar um amigo, quando preciso, ou simplesmente oferecer o nosso ombro e dizer: “eu estou aqui” É correr como criança, sem motivo, sem pressa... É sorrir sem conseguir parar, e às vezes chorar de soluçar, mas em seguida voltar a gargalhar... É sonhar, planejar... É perseguir esse sonho e transformá-lo em realidade... E é principalmente não deixar de dizer “eu te amo” a todas as pessoas que amamos, “HOJE”, porque o tempo nunca para, as estações mudam, os anos passam, as pessoas se vão e o “amanhã” pode não chegar.

Aluna: Vanessa Fonseca da Silva Direito - 3º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


VIDA NOVA

Nem havia ainda nascido E um grande sentimento Dominava todo o meu pensamento Todos já tinham percebido Que eu estava encantada Mas também muito preocupada Sem saber o que fazer Fiquei no canto a observar Pois não sabia identificar Não conseguia nem compreender Como algo tão forte Deixava-me sem norte Com medo de não saber cuidar Com medo de não ser amada Com medo de ser esquecida Ainda não me sinto preparada Não vou ser mais a querida E todo o meu trabalho vai aumentar Aos poucos fui aprendendo A lidar com esse forte amor O que quero é te ver crescendo Mas para isso acontecer Terei que sentir a dor Serei para você nascer

Aluna: Maria Nilza Ferreira Lopes Sabino Pedagogia – 5º Período - Campus Uberlândia – UNIUBE.


TÚ ÉS A MULHER

Tú és a mais bela entre as flores. Tens a majestades da rosa, A beleza e a perfeição do crisântemo. Tú és imponente como o girassol. Tens a alma pura do lírio branco. Tú és tulipa, violeta, margarida, flor do campo e um pouco de jasmim. Tú és a flor do inverno, do outono e do verão. Tú és a mulher.

Aluna: Sônia Ferreira de Lima Naves Direito – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


TSUNAMI GENTE

Quão efêmera é a vida nesta imensidão universal Um breve instante num tempo incontável... Mesmo assim fazemos planos Criamos sonhos e objetos. Plantamos árvores, escrevemos livros, criamos filhos. Como é relativa a vida. O que esperamos e fazemos dela. Construímos cada instantes futuro com base no instante presente. Acreditamos e queremos um mundo melhor, Às vezes lutamos por ele, Como uma gota no imenso oceano, Ou um grão de areia no deserto, Sozinhos: determinados, impulsionados, tsunamis... A verdadeira força, não vem de fora, nasce dentro. Importante aprender com a natureza. Dentro da Terra. Dentro de nós.

Professora: Janaina Siegler Marques Batista Administração, UNIUBE


SER OU NÃO SER EIS A QUESTÃO

Tudo que temos é que levamos de nós Memórias, ensinamentos, aprendizados O tempo que passamos juntos uns aos outros E o compartilhar, compartilhamos conhecimentos, Sentimentos, ideias, sensações. Aprendemos desde pequenos, que tudo que está ao nosso redor é gravado em nós As lembranças tão fortes em nossa vida Nos transformam Crescemos então, questionamos, queremos saber Queremos viver Então chegamos a um empasse: ser ou não ser eis a questão? Quero ser um médico ou quem sabe um engenheiro Artista ou cantor, não sei se um analista e também um professor. Decisões tão importantes para quem quer se doar Doar a experiência, a razão Sentimentos e emoções, doar a Alegria da vida que temos em muitos momentos, Aprender, aprender, e partilhar Conhecimentos que em tudo, a natureza, A vida vivida e a saudade, o tempo, ensinam em cada idade.

Aluna: Maria Aparecida Ferreira Miranda Pedagogia -7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


ROSA ALBAFICA, A ROSA MAIS BELA

Encontrei uma rosa no caminho Bem no meio da minha vida Aquela rosa, a mais bela Seus espinhos tão frágeis por sua doçura A seda de suas pétalas, Tão macias, maleáveis e cheias de vida Um misto de incertezas e meus pensamentos Voltados para a rosa Albafica, a rosa da vontade Perdida em meio aos sonhos Sonhos, aqueles, impedidos de se tornarem realidade Irreais são os sonhos assim como a rosa Albafica a rosa da superação Obelisco de ternura, azeda por natureza Sangue quente e frio Coração afoito, é chegada a hora Albafica, a rosa da libertação Branca, Vermelha, ou quem sabe. Negra? Branca pela paz, Vermelha pelo amor, Negra pela decepção, Albafica, a rosa do meu coração. Somente, Do meu coração. Aluno: Fernando Henrique Barbosa Resende Direito – 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


PENSAMENTOS DE BEM

Minha mente é terra fértil Semeando tudo dá Vou plantar bons pensamentos Amizades cultivar

Na escola a professora Me ensina o beabá E também, que a bondade Devo sempre praticar No jardim da minha escola Vejo borboletas no ar Como os pensamentos de bem Que a mente vai estar As suaves borboletas Alegram nosso jardim Como os pensamentos de bem Alegram tudo em mim Sou astuto, sou valente Cultivando o bem em mim Exemplo para os grandes De um bom humano mirim

Aluna: Tatyana Cunha Cardoso Zanesco Pedagogia – 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


O VIOLÃO E O TROVADOR No silêncio da noite que adormece, ouço, ao longe, o toque de um violão e a voz de um trovador, que canta o calvário de um bêbado solitário, que, um dia, trocou sua família por uma tentação. Hoje, este bêbado, louco, triste e nostálgico, não suportou a saudade e chorou, ao lembrar da vida, que tinha e, por capricho, desprezou.

Aluno: Sônia Ferreira de Lima Naves Direito – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


O TEMPO O tempo é amigo do tempo E leva o tempo de cada um de nós O tempo vaga no tempo e não sobra tempo pra nenhum de nós E o tempo é o tempo que temos Que leva o tempo que tentamos ter E vagamos no tempo que vem e que vai O tempo que sobra é tempo que na realidade esperamos Um tempo pra nós E nós transformamos o tempo que nasce todo dia Ao amanhecer e que se vai ao anoitecer E criamos e recriamos o tempo que Pensamos ter E vem saudade do tempo que já se foi E fica a saudade de tempos em tempos do que ficou O amor, a dor e alegria do tempo que já se foi O que sobra é pó do tempo, o qual de tempos em tempos Na linha do tempo tentamos guardar Somos luz do tempo De vida e alegria Infância querida Do tempo e de algum lugar Guardando, criando, sentido, exaltando De tudo o que há Envelhecendo, amando, coexistindo no mundo Doar nossa presença, alegria da adolescência Que aprendemos no tempo certo a compartilhar. E descobrimos com o tempo então quem somos nós. Na criança que fomos, no adulto, e o idoso experiente. Finalmente o ser humano dono do tempo em que O que menos importa é quanto tempo podemos viver. Então encaramos na realidade e viajamos no pensamento Que tempo temos de verdade? Aluna: Maria Aparecida Ferreira Miranda Pedagogia – 7º Período - Campus Uberlândia – UNIUBE Premiada em 1º LUGAR


O QUE RESTARÁ PARA OS QUE VÊM DEPOIS?

Vejo um mundo estranho, De pessoas que correm rumo ao nada, fugindo do encontro consigo e sequer percebem a estrada. Mercadorização de seres, fazes de conta da emoção, estética da existência uma constante simulação. Dores da sobrevivência, escravos do tempo do cifrão, e, no caos, pedidos de socorro, tempo interno na contramão. Imagens com poder onírico, estímulos para o efêmero prazer, ausência de olhar crítico, sem utopias, sem se ver. Cidadania sem palmas, shoppings “acolhendo” frustração, medos a rondar almas, vazias na multidão. O capital suja o mundo, o planeta chora a inconsciência humana, não se sabe mais sobre o futuro, no comando de tanta mente insana. Corpos dóceis disciplinarizados, reações psicossociais em padrão, num “big” mundo de espetáculo, a vida em simulação. Corre, corre, corre muito, quem sabe ainda seja possível, por que não?com algum descuido alcançar a esperança e a indignação.


Professora Cláudia Costa Guerra Campus Uberlândia - UNIUBE


O QUE É A VIDA?

Porque estas perguntas não calam? O que é vida? O que é viver? Como entender o que está invisível aos olhos comuns? Como enxergar a vida com a sensibilidade do coração? Para se começar a viver é preciso nascer... Nascer pra vida, nascer pro amor, enfrentar a dor Saber chorar e retornar, driblar e dor Saber morrer e renascer em cada momento feliz. Porque estas perguntas não calam? Porque o tempo não para? Se ele não para, porque não entendo que a minha vida é parte do tempo? Enquanto não entendo, mal gasto este tempo... E a minha vida com ele se vai!

Aluna: Alba Lilian Barbosa Silva Pedagogia - 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


O PRAZER DE COMPRAR Uma blusa acabei de comprar Comprar é só o que sei fazer Fazer o que faço não é fácil Fácil é viver sem vaidade Vaidade é o que me leva Leva para as compras do dia a dia Dia que termina em sofrimento Sofrimento terrível ter que escolher Escolher somente uma bota Bota ficaria mais linda Linda com aquele cinto Cinto que não souber trazer Trazer tudo não consigo Consigo limitar alguns Alguns ficariam felizes Felizes em ter algo novo Novo não me interessa Interessa é o prazer de comprar Aluna: Maria Nilza Ferreira Lopes Sabino Pedagogia – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


O PEDAGOGO Ser pedagogo é mais que: Fazer das questões delicadas Um processo de emperramento A representação de objetos diversos De naturezas diferentes Levar a criança chegar ao letramento Ser pedagogo é mais que: Ensinar a ler e escrever É ensinar uma compreensão mais abrangente De ler o mundo... E até historicamente, mudar este mundo E depois revelá-lo Com palavras e exemplos de cidadania Aos seus docentes e discentes Ser pedagogo é mais que: Levar às práticas de letramento É ensinar as práticas sociais de convivência Por uma nova concepção, a aquisição Por uma nova visão de mundo Através da alfabetização Ser pedagogo é mais que: Envolver na descoberta e encontro do outro É a compreensão e respeito A valores e cultura Desenvolver a interdependência e a não violência... É mudar conceitos, administrar conflitos É valorizar Ser pedagogo é: Despertar o prazer do conhecimento Do descobrimento É construir reconstruir o conhecimento É ser curioso, e desenvolver sempre É persistir ao longo de toda a vida A fim de compreender o mundo, a sociedade Na alternância de ideias. Aluna: Lazara Martins Silva Bastos Pedagogia – 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE Premiada em 3º Lugar


O FIM ESTÁ PRÓXIMO O fim está próximo O fim do jogo O fim da semana O fim da aula O fim da soma O fim da matéria O fim do namoro O fim da trama O fim da estrada E o que fica então? A sensação da derrota O cansaço da semana Não terminei a tarefa Não descobri o resultado Aprendi mais um pouco Conheci outra pessoa Outra história começa Cheguei ao meu destino. Aluna: Maria Aparecida Ferreira Miranda Pedagogia – 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


MEMÓRIAS INFANTIS

Meu pai era camponês Minha mãe dona de casa Meus irmãos companheiros de travessuras Por entre os campos sem receio ou culpa Transbordava saúde e avidez Meu pai era camponês Minha mãe dona de casa Meu cão caçador, um vira-lata Meu amigo inseparável, incondicional Não e censurava Só me divertia e protegia dos perigos das matas Meu pai era camponês Sob o sol torrente não desanimava Tinha que alimentar nós três, que só brincava Minha mãe dona de casa Não descuidava de nós E dos afazeres da casa Meu pai era camponês Minha mãe dona de casa Que saudade daquela vida Que papai e mamãe nos dava Hoje adulta e com tantas atribuições Não sobra tempo para voltar, onde a gente brincava Meu pai era camponês Minha mãe dona de casa Quanta liberdade em minha infância Às crianças de hoje, enclausuradas Diante da TV com um videogame Nem imagina como serio viver Livre, soltas, cheias de esperança.

Aluna: Lazara Martins Silva Bastos Pedagogia – 7º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


LINDOS TESOUROS

Vamos brincar? Brincar de procurar... Quantos tesouros podemos encontrar? Há um mundo tão bonito Que se chama mundo inteiro Onde existe tesouros de verdade Nele há bons pensamentos Também lindos sentimentos E o caminho em busca da felicidade Vamos brincar? Brincar de procurar... Quantos tesouros podemos encontrar? Que tesouro preciso Nós guardamos neste mundo A paciência, o saber, a suavidade São pedrinhas preciosas, Que brilham a inteligência, A gratidão, o afeto, a generosidade Vamos brincar? Brincar de procurar... Quantos tesouros podemos encontrar?

Aluna: Alba Lilian Barbosa Silva Pedagogia – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


ÊXODO PLANETÁRIO

Estou cansado desse mundo Você só vale o que tem Sem posses, sem dinheiro. Não passa de um Zé Ninguém

Os valores esquecidos O consumismo tomou conta Ninguém está respeitando Nosso futuro me amedronta

Esse planeta é diferente Não tem guerra nem maldade Lugar de eterna calmaria Só paz, amor e liberdade

Eu sei que esse lugar existe E não fica muito longe não A mudança está dentro da gente Dentro do nosso coração

Aluna: João Antônio Fernandes Cantarino Engenharia Ambiental – 6º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


EXISTIR...

Como quero conseguir ser dona da minha mente, do meu pensar, do meu sentir! Olhar para a existência e experimentar sua grandeza, sua graciosa beleza, seu inigualável colorido... Valorizá-la por ser tão bela, sentir a pureza que sua essência exala. Desfrutar da amizade que o tempo me oferece quando, de bom grado, o aceito como um amigo. Quantos momentos lindos, felizes, singelos ele me permite viver! Quanta alegria brota do meu peito ao recordar os presentes que ele já me ofereceu! Faltam palavras para descrever com riqueza as diversas sensações de existir!

Aluna: Alba Lilian Barbosa Silva Pedagogia – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


EU SUPERO

Às vezes sinto o vazio da tempestade No crescimento, isso é uma necessidade Algo sombrio e obscuro nos cerca Fiquemos atentos na hora certa A escuridão é cruel e tenebrosa Com o tempo nos transforma em rocha Na sua busca em todos esses anos Foram feios e enormes enganos Mas, te alcançarei após a temporada Já consigo trilhar qualquer estrada Em algum lugar você me espera E assim, tudo se supera Supero o obscuro Supero o vazio Supero os enganos Supero a tempestade Supero até mesmo a ansiedade Esperar você... Que ainda não encontrei Eu supero

Aluno: Leandro Silva do Carmo Administração - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


DÚVIDA Não sei se fico ou se vou Queria muito ao seu lado ficar Busco saber quem eu sou Compreender se vale a pena continuar A dúvida não sai do pensamento Devo em seus braços me prender Ou ser sempre livre igual ao vento Onde encontrarei o que quero entender Analisando o meu sentimento Os olhos enchem de lágrimas É grande o meu sofrimento Quanto mais quero me entregar Mais percebo que devo partir Não vejo amor no meu olhar

Aluna: Maria Nilza Ferreira Salvino Pedagogia – 5º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


CONSTRUINDO O MANUAL DE INSTRUÇÃO

Letra por letra, cabeça por cabeça, vida por vida... Hora a hora cada simples segundo cada simples mundo... Dimensão por dimensão, e quem disse que não há escuridão? É a vida, feita de escolhas, feita de pessoas... Prefiro pensar que se fosse para todos serem Deuses a vida, o amor à felicidade, tudo, seria mera distração!

Aluno: Divino Gonçalves de Campos Júnior Direito - 10º Direito - Campus Uberlândia - UNIUBE


BRASIL, AVANÇOS E RETROCESSOS

Brasil.. terra de rios e planícies Ouro e diamante Quem descobriu? Portugueses ou Italianos? Não, não foram os carcamanos. A história conta a contaminação dos rios e oceanos Terra de grandes riquezas Por que é considerado país de pobreza? Culpa dos políticos que, Distribui mal a renda? Não, a culpa é nossa que, Em suas ações têm nossa referenda Será sempre assim? Não, estamos lutando. Nos conscientizando, preparando, Mudando a educação... Pra criar um novo ínterim. E a corrupção? Por que existe? Por que ainda não atingimos o clímax na educação Não fiquemos tristes Por mais que persista, chegará o dia Que tudo isso vai virar fetiche. E o desmatamento? A natureza dá seu recado... Estou morrendo e comigo Vão todos, que me destruíram Apesar do meu descontentamento E a história da educação Quem escreveu? Homens e mulheres de renome Deram sua contribuição Prova disso está na nossa constituição Termino essa poesia, sobre o pais das emas. Bichos e lindas florestas... Espero um dia recontar essa história


Com outro clima Em meio a muita festa

Aluna: Lazara Martins Silva Bastos Pedagogia – 7º Período – Campus Uberlândia - UNIUBE


BEIJO

Na noite escura e fria, Sua boca entreaberta encontrou a minha Meu corpo estremeceu, o ritmo cardíaco aumentou, o cheiro de desejo exalou. O seu beijo suave no meu, em movimento, inebriado de gozo. A sua língua tocou a minha. Sensivelmente, o beijo, desnudou minha alma, desvendou o meu segredo, inflamou o meu corpo. Ah, doce beijo seu, bocas que combinam, carícia de prazer. É nobre nada dizer e tudo entender pela linguagem do beijo.

Aluno: Sônia Ferreira de Lima Naves Direito – 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


AMOR FATÍDICO Se você quiser pode andar comigo Amar-me não a obrigo... Mesmo por que esse sentimento de desabrigo, Tenho sempre comigo!!!

Com o castigo, Aprendi a não apenas olhar o próprio umbigo, Mas som estar perto do perigo! E, isto, apenas digo... Quando àquela falsidade, eu desdigo, Mesmo porque não ligo... Apenas estarei Ok não sendo apenas seu amigo. De ti apenas não me desligo, Por que o amor Apenas sigo!!

Aluno: Divino Gonçalves de Campos Júnior Direito - 10º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


ALMA GEME(a) Tum,

Tum, TUM, TUM,

TUM

O relógio íntimo para, insólita viagem realizar Vai além de tudo que o universo possa almejar. Basta silêncio e você, do raiar ao anoitecer, pra folia interna suceder. Ao infinito celeste, abraço latente, rubor na lua cadente, estrela com face de gente. Parafraseando o poeta: “Alma que aviso, que não viso, que só isso Isso de alguém”. Alguém que tudo tem, vai e imploro um vem... Demonstra inteireza, e quero tão bem. Desejo antecipado: intimidade. Carícias com o ser amado, devaneio e saudade.

Talha alma, brecha n’alma, busca alma, acalma. Se gêmeas houvesse, seria o nexo. No secreto diário da vida, o complexo.


Suave no skate flutuam além do horizonte. Sem pecado, nem perdão, só potência de um tufão. Espíritos boleram no salão, significando o amar. Beleza maior não há que noutra alma se revelar. Um nada no mundo ao não mais te encontrar Desejo profundo de desfalecer no ar. Tece a trama que se costura na tez com palidez, desconfiança. O retorno do terno eterno depura, o começo do fim com fagulha de esperança. Espelho trincou, alma se trancou em grades de decência. O que antes interagia, cacos de dor virou. Parecer ser o fim da cadência...

TUM, TUM, Tum, Tum, Tum,

Professora Cláudia Costa Guerra Campus Uberlândia - UNIUBE

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tum


A METAMORFOSE HUMANA

Na infância o ser que surge É nutrido de amor e conhecimento Na adolescência o ser que cresce Conquista a confiança em si mesmo diante suas experiências Já adulto a ser que ensina Assume suas responsabilidades diante a humanidade E na velhice a ser que eterniza Compartilha a sua história.

Aluna: Paula Mara de Melo Pedagogia - 5º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


A MENINA AMARELA Olhe com é linda! Olhe com é bela! É a minha menina, A menina amarela. Olhe como tudo fica Depois que ela passa! É a minha menina, A menina amarela! Olha as características, São todas qualidades. É a minha menina, A menina amarela. Olha a menina, A menina amarela! Olhe a minha menina, Olha ela é amarela!

Aluno: Divino Gonçalves de Campos Júnior Direito – 10º Período - Campus Uberlândia – UNIUBE


A LUA DOS MEUS OLHOS Naquele dia o sol nasceu A noite ele desceu Veio a lua Com o brilho das estrelas E naquela rua Me perdi por querer encontrá-las E aquele sentimento naquele dia Se tornou tão forte Forte o suficiente para desencadear o brilho do sol Em meus olhos grandes Pressagiando uma lágrima Tão verdadeira quanto as estrelas que um dia ousei Ousei tocá-las E no mesmo instante que chorava Meu coração amava Simplesmente adorava aquela Lua Aquela. Que um dia nasceu ocultando o sol. Desencadeando ao mesmo tempo O mesmo sol. Que agora brilhava em meus olhos. Com o mesmo brilho que aquelas estrelas trouxeram junto a Lua. Que agora apenas brilhava. Brilhava pra mim longe de poder tocá-la Aluno: Fernando Henrique Barbosa Resende Direito - 4º Período - Campus Uberlândia - UNIUBE


A CAuSA Projeto de sonhos Desafio no ar Rotas alteradas Obra experimentar Laje que passa Rejunte na veia Escombros Argamassa, poeira Boletos da prestação Mercenários de plantão Mão-de-obra é coisa do “cão” É fato, se demo há, ele habita obras Corre os muros da ilusão Dilemas e contradição Foge da previsão Bolso sem um tostão Desafio qualquer contente, Se um cônjuge não ataca Nessa empreita de doente, Onde um quase enfarta Distância de si, frieza Vontade da rede Pintura com tristeza Joga, puxa, bate, empurra, estica Stress em alta Baixa libido Menos ferro no sangue Cabelo desmilinguido Tortas paredes Canos curtos, injúria. Lágrimas noturnas da solidão Metros quadrados de fúria Acabamento acaba com o são


Mande prender quem Uma obra intenta iniciar Aventureiro sem tino É favor internar Tic tac tic tac ao tempo interno Tiiicccc.......taaacccc.......para a CAuSA Tic tic nervoso Sonho...ai, ai Corpos brincantes Paisagem distante Um gole distante Um gole dançante Pio do sabiá no horizonte Sólido dilui no vento Temperado com cimento Tijolo no auto-conhecimento Tempo....lento....alento Da janela lateral Uma lua estrutural No terraço matinal Estrelas iluminam o beiral Na estaca do coração, Água benta E depois de muita oração a Buda, Alá, Cristo, Orixá.... Ei-la de prontidão Ufã! A CAuSA-fobia a terminar Fio de esperança no ar Quem sabe agora me permitam gozar....ah

Professora: Cláudia Costa Guerra Campus Uberlândia - UNIUBE Premiado em 2º Lugar.

Sensações da Alma  

Coletânea de Poesias da Uniube

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