Guia de Autor #2 Ed René Kivitz

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Ed René Kivitz TEÓLOGO, CONFERENCISTA E ESCRITOR PASTOR-PRESIDENTE DA IGREJA BATISTA DE ÁGUA BRANCA, SÃO PAULO

LIVROS DE ED RENÉ KIVITZ 2017 SOBRE VIVER

2016 TALMIDIM 52

2014 OUTRA ESPIRITUALIDADE

2014 O LIVRO MAIS MAL-HUMORADO DA BÍBLIA 2012 TALMIDIM

2003 VIVENDO COM PROPÓSITOS Livros publicados pela Editora Mundo Cristão, São Paulo

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Ed René Kivitz N’A CASA DA CIDADE, LISBOA

Ed René Kivitz EM PORTUGAL

E

F OTO : E D I TO R A M U N DO C R I S TÃO

d René Kivitz, pastor da Igreja Baptista de Água Branca, no Brasil, e autor, conhecido pela série de devocionais Talmidim, visitou Portugal em 2017, a convite da Igreja A Casa da Cidade, em Lisboa. Foi um dos palestrantes convidados na Conferência de Missões desta comunidade, bem como no evento RefletIr, uma plataforma de partilha de pensamento. COM UM PROGRAMA extenso e dedicado à comunicação da mensagem, Kivitz, transmitiu sábios ensinamentos sobre o propósito de Deus na nossa vida, no trabalho e na escola, alertando para o erro em que facilmente podemos cair em querer “construir” a Igreja. Apenas alguns têm essa chamada de Deus, a maioria de nós quer-se construindo “pontes”. Deus espera que sirvamos a sua Igreja onde quer que estejamos, onde vivemos, trabalhamos, estudamos, facilitando ligações ao mundo exterior, com aqueles em carência, afetiva, social ou espiritual, através das funções que desempenhamos, com os talentos que herdamos, na nossa profissão, na nossa carreira. As disparidades sociais que grassam na sociedade também foram tema aflorado por Kivitz, ressaltando o papel que a Igreja de uma cidade tem a desempenhar na cidade, para a cidade, com a cidade.

Num mundo onde a voracidade especulativa, a exploração de mão-de-obra barata, e a moderna escravatura, fazem parte de sistemas corporativos, maior sentido fazem exemplos de trabalho em comunidade como o d’A Casa da Cidade. Uma igreja de portas abertas, com inúmeros projetos integradores, como foi motivo de reportagem no jornal Público (edição de 15.4.2017, “Estas igrejas são um espectáculo”). Nos eventos RefletIr, estiveram ainda presentes os pastores Paulo Borges Júnior e Levi Araújo, que com imensa sabedoria enriqueceram grandemente todos quantos assistiram a suas palestras. Uma comunidade que promove eventos desta dimensão, que traz a Portugal alguns baluartes do pensamento cristão brasileiro, merece o nosso reconhecimento público. Parabéns!

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Ed René Kivitz ACEDA AO PODCAST DIÁRIO ATRAVÉS DO NOSSO SITE OU NO CANAL DE ED RENÉ KIVITZ NO YOUTUBE

Co n f e r ê n c i a

Re f l e t I R 2 0 1 8 25 e 26 Maio

A C A S A DA C I DA D E F O TO : B I B L I O N

L I S B OA

PAU L O J Ú N I O R O S M A R L U DO V I CO ED RENÉ KIVITZ NA CONFERÊNCIA DE MISSÕES D’A CASA DA CIDADE 2017

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Ed René Kivitz UMA ANÁLISE DO LIVRO DE ECLESIASTES E DAS MEDITAÇÕES DE MARCO AURÉLIO

A Sabedoria dos Grandes Líderes P O R D A N I E L T. G O M E S

Q

uando pensamos em sabedoria, pensamos em pessoas cujas palavras transbordam de conhecimento útil para as nossas vidas. Filósofos, escritores, pastores, gurus – pensamos em pensadores, em pessoas que buscam (e por vezes encontram) entendimento sobre questões que normalmente deixam o ser humano pasmado. ESTAS SÃO QUESTÕES que muitos querem ver respondidas, mas que poucos conseguem responder por eles mesmos; afinal, não seria fantástico se todos soubéssemos qual é o sentido da vida, ou para onde vamos após a morte? (E que, uma vez sabendo, todos pudéssemos estar de acordo?) Acontece que em outros tempos as pessoas olhavam para os seus líderes como fontes de sa-

bedoria. Era uma expectativa do povo que a sua autoridade máxima possuísse discernimento, aquela capacidade de entender objetivamente a realidade em que viviam, e a sabedoria para agir corretamente perante essa realidade. A história reconhece vários líderes como sábios, porém dois se destacam como verdadeiros “reis-filósofos” no seu amor pela sabedoria e

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Ed René Kivitz SALOMÃO E ECLESIASTES A tradição judeo-cristã atribui a autoria do livro de Eclesiastes a Salomão, autor de Cânticos, da maioria de Provérbios e de outros escritos que não estão incluídos no Antigo Testamento. No entanto, muitos historiadores e teólogos têm vindo a rejeitar essa teoria devido a vários fatores, entre eles o tema do livro e a linguagem usada pelo autor, que colocam a data de Eclesiastes à volta do séc. III a.C. – setecentos anos após o reinado de Salomão. No seu comentário de Eclesiastes, o Dr. Michael V. Fox parte do princípio que o Qohelet, o suposto autor do livro, é na verdade uma personagem fictícia feita à imagem de Salomão, e não o próprio rei, nem nenhuma pessoa ligada diretamente ao rei. Fox reconhece também uma forte influencia de filosofia grega no texto, visto que o Eclesias-

na sua habilidade para governar: Salomão, rei de Israel, e Marco Aurélio, imperador romano. Salomão é para muitos o homem mais sábio que alguma vez existiu. Os seus provérbios e cânticos, assim como os relatos do seu reinado nos livros de Reis e Crónicas, atestam à sagacidade, riqueza, influência e poder do sucessor e filho de David. Salomão gozou de um reinado pacífico, durante o qual Israel atingiu o pináculo da sua prosperidade. Ele ergueu o templo que o seu pai David planeara, forjou boas relações com outros líderes do seu tempo através do comércio e da diplomacia (como são exemplos o rei Hirão I de Tiro e a rainha de Sabá) e desfrutou de uma vida cheia

tes procura saber a verdade através de uma reflexão lógica, e não através de revelação divina ou do estudo das tradições; o crítico chega até a identificar traços de estoicismo no discurso de Eclesiastes, especialmente na forma cíclica como encara o passado, o presente, e o futuro. Dito isto, ainda existem pastores e líderes de igreja que continuam a apoiar a tradição de que o rei Salomão é o Qohelet. Em O Livro Mais Mal-humorado da Bíblia, Ed René Kivitz liga por várias vezes o Eclesiastes a Salomão, embora conceda no principio do livro que não há certezas quanto à identidade do Eclesiastes.

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de prazeres – isto é, ele mais as suas setecentas esposas e trezentas concubinas. Porém um novo lado de Salomão é revelado no que eu considero ser a sua obra-prima, ainda que seja muito provável que ele não tenha sido o seu autor. (Ver abaixo, “Salomão e Eclesiastes”). Salomão, o Qohelet ou Eclesiastes, “aquele que ajunta a assembleia,” confessa a sua angústia sobre o sentido da vida ao perceber que todos os seus grandes feitos e as suas palavras eruditas não terão qualquer significado para ele após a sua morte. O texto relata essa angústia e pesar na primeira pessoa, como se estivéssemos frente-a-frente com um dos maiores reis da Antiguidade, um rei que não aguentava mais manter os seus pensamentos

fechados no seu coração e que decidiu partilhar connosco a forma como ele encarava a vida, a sua brevidade e insignificância. O Eclesiastes (também chamado de “Sábio”, “Mestre” e “Pregador” em diferentes traduções) afirma que as coisas a que o homem dá valor – como os bens materiais, o trabalho, e a própria sabedoria – são efémeras e sem sentido; “tudo é vaidade,” como o autor escreve. Ele reflete também na injustiça sempre presente no mundo, nas bênçãos que Deus dá aos homens sem que eles possam ficar satisfeitos, e na morte que é o fim de todas as coisas e que nos torna todos iguais, ou seja, em pó. Para o Eclesiastes, a vida terrena é uma verdadeira aflição, cheia de dor, sofrimento e injustiça, chegando mesmo

TEMOR A DEUS O “temor a Deus” é um dos conceitos presentes em Eclesiastes mais difíceis de entender, pois não se trata de temor como simplesmente “medo” ou “terror”. O temor a Deus é uma atitude de profunda reverência e apreensão em resposta à grandiosidade de Deus. No seu Journal of Biblical Accuracy, Anastasios Kioulachoglou compara o temor a Deus ao modo como

um súbdito encara o seu rei: com um respeito e admiração incomuns, tendo plena consciência de que o rei é a autoridade máxima, capaz de elevar o seu súbdito ou de o destruir. Também Ed René Kivitz associa o temor a Deus à reverência, à admiração e ao fascínio: “Deus é grande demais,” escreve Kivitz em O Livro Mais Mal-humorado da

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Bíblia. “Ao mesmo tempo que o amamos e desejamos, temos medo de ser esmagados pela sua grandeza.” Nos seus provérbios, Salomão fala dos imensos benefícios do temor a Deus, incluindo a sabedoria. Faz todo o sentido que o Eclesiastes, na sua busca pela sabedoria, também tenha refletido no temor a Deus.


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a constatar que os mais felizes são aqueles que ainda não nasceram e não experimentaram o tédio e a tortura que é a vida. Correr atrás do vento, sofrer na pele as injustiças e os males deste mundo, trabalhar para que outros gozem os frutos do nosso esforço – tudo isto para acabar em pó, sete palmos debaixo da terra, com o nosso nome e os nossos feitos esquecidos no tempo. Tudo é vaidade, é ilusão, é efémero, e desprovido de sentido ou valor; pois a nossa vida é curta, e o nosso fim é inevitável. No meio de toda esta melancolia, o Eclesiastes encontra esperança no temor a Deus, na humildade, e no desfrutar do presente. Ele crê que Deus julgará todos os mortos pelas suas ações em vida e conclui que nos devemos alegrar pelas coisas boas que temos, pois elas são dádivas de Deus e nós não sabemos até quando poderemos usufruir delas. Mil anos depois de Salomão (que supostamente reinou no séc. X a.C.), surge um novo rei-filósofo na forma de Marco Aurélio, o último dos “cinco bons imperadores”, como Maquiavel os apelidou, que governaram o império romano. Contudo, Marco Aurélio distingue-se dos seus antecessores pela sua dedicação à filosofia; a compilação dos seus escritos, ou Meditações, é considerada uma das maiores obras de filosofia greco-romana. Tal louvor não é para menos. As Meditações do imperador romano oferecem uma perspectiva detalhada e singular do estoicismo (escola

de filosofia helenística à qual Marco Aurélio pertencia) visto que Marco Aurélio, tal como Salomão, não era apenas um ávido pensador: ele era o líder supremo de Roma, visto como um deus pelo seu povo. No entanto, Marco Aurélio tinha um interesse pouco comum nas tais questões que nos deixam abananados, de tal maneira que mesmo estando em campanha militar ele escrevia sobre a sua perspetiva na vida e no mundo em que vivia. Como seria de esperar, a sabedoria de Marco Aurélio não se enquadra a cem por cento com a do Eclesiastes. Isto acontece sobretudo pela divergência que resulta do monoteísmo judaico com o politeísmo romano e a vertente panteísta do estoicismo. Marco Aurélio acreditava na união de todas as coisas e de todos os seres mortais com o universo; acreditava também no valor da razão e da virtude, essenciais para uma vida em conformidade com o que é natural, em detrimento das emoções e dos prazeres carnais, que os estoicos viam como destrutivos. No entanto, ambos os reis-filósofos concordam que a vida é passageira, um ponto na infinidade do tempo, e que a morte é um fim inescapável, do qual não devemos ter receio se levarmos uma vida da qual não nos arrependemos. Os dois também concordam que a sabedoria é benéfica a todo o homem e que a sua busca é um modo de vida mais do que um simples capricho. Outros pontos de encontro são a exortação que ambos fazem

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para que a vida seja vivida no presente, que experimentemos aquilo que já foi feito pelos nossos antepassados por nós próprios (“nada há de novo debaixo do sol!”), e que obedeçamos à lei, pois ela é aplicada para nosso bem. Creio que não há nada como ler os escritos destes dois líderes para perceber por que é que, milhares de anos após as suas mortes, eles são ainda hoje venerados pela sua sabedoria. Os

livros de Eclesiastes e Meditações são os pensamentos mais íntimos de dois homens que, apesar dos seus cargos majestosos, mantiveram um julgamento profundo, humilde e realista do mundo e de eles mesmos. Cabe-nos a nós agora seguir nas suas pisadas, buscando sabedoria que ilumina as nossas mentes, limpa os nossos corações, e muda o que nos rodeia através das nossas palavras e ações.

CO N S U L T E B I B L I OG R A F I A CO M P L E TA E M : W W W . B I B L I O N . P T / A - S A B E DO R I A - DO S - G R A N D E S - L I D E R E S /

MARCO AURÉLIO E OS CRISTÃOS Apesar de Marco Aurélio ser considerado um dos imperadores mais benevolentes anteriores a Constantino, os cristãos continuaram a ser perseguidos durante o seu reinado. Justino Mártir, por exemplo, foi decapitado no co-reinado de Marco Aurélio e Lúcio Vero, de acordo com os textos de Eusébio. No entanto, não é claro até que ponto Marco Aurélio se envolveu pessoalmente nas perseguições. Sabemos que Marco Aurélio era visto de forma positiva pela igreja nos seus dias: Tertuliano elogia o imperador no seu Apologético, a quem ele chama de “prote-

tor” e “mecenas” da igreja, salientando a forma como ele intercedeu em favor dos cristãos. Outros testemunhos igualmente positivos são a correspondência do próprio Marco Aurélio, onde ele retrata o milagre da Legião XII Fulminata, e a suposta presença de Apolónio o Apologista no senado romano enquanto Marco Aurélio fora imperador. Apolónio foi julgado e executado por ser cristão no reinado de Cómodo, filho de Marco Aurélio, considerado por muitos um sucessor incapaz de honrar o legado do seu pai.

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Apesar de tudo, Marco Aurélio era contra a postura cristã em relação a certos aspetos. Nas suas Meditações, o imperador critica a forma fanática como os cristãos abraçavam a morte em defesa da fé, o que ia deliberadamente contra a sua filosofia racionalista. A sua reflexão constante no cumprimento da lei e no valor do bem comum sobre o individual também podia ter em conta a igreja, que naquela época era uma minoria conhecida pela sua recusa em prestar tributo aos deuses romanos e que dessa forma desafiava a lei de Roma, e por conseguinte, o poder do imperador.


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F O TO : A R Q U I V O

A ACIDEZ DA VIDA E A SABEDORIA DO ECLESIASTES

E

O LIVRO MAIS MAL-HUMORADO DA BÍBLIA Ed René Kivitz

clesiastes é um livro conhecido pelo seu tom agridoce e aparentemente desencorajador (“tudo é vaidade!”), mas Ed René Kivitz propõe uma abordagem diferente em O Livro Mais Mal-humorado da Bíblia.

Na sua releitura de Eclesiastes, Kivitz realça a forma como o estudo de Eclesiastes proporciona as bases para sabermos lidar com as circunstâncias da vida. Conscientes de que a vida é curta mas de que Deus tem poder sobre todas as coisas, somos estimulados a confiar no plano que ele tem para nós e a viver com gosto. Como escreve Kivitz: “Viva intensamente, com dignidade e confiança em Deus. Faça o

melhor que puder, sempre. Entregue-se de peito e coração abertos, crendo que a mão de Deus está sobre M E N Ç ÃO HONROSA todas as coisas e sobre esta vida cheia de desgraças. [...] Viva, porque a gente só vai conseguir vencer a desgraça vivendo, na confiança de que a boa mão de Deus estará sobre nós.”

O L I V R O M A I S M A L - H U M O R A DO D A B Í B L I A , D E E D R E N É K I V I T Z , P U B L I C A D O P E L A E D . M U N DO C R I S TÃ O , S Ã O PA U L O

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ILUSTRAÇÕES: VITOR MARINI

IMAGENS ILUSTRATIVAS: O FORMATO FINAL PODE DIFERIR DO APRESENTADO

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O PASSO-A-PASSO DE JESUS TALMIDIM, EM MEDITAÇÕES SEMANAIS

Editado no último trimestre de 2016, chegou recentemente a Portugal, o prolongamento do excelente devocional Talmidim, baseado no videocast exibido no YouTube, pelo teólogo e escritor Ed René Kivitz, o qual granjeia de ótima recetividade entre a comunidade cristã em Portugal. Através da série semanal, onde Kivitz consolida o projeto Talmidim, são apresentados temas significativos da vida de Jesus, eventos históricos e com um enfoque especial nos ensinamentos do Mestre. Como o próprio Ed René refere, “Meu desejo e minha oração são que você encontre as pegadas de Jesus nessas linhas e entrelinhas. Ao encontrá-las, tenha coragem de seguir seus passos. Ao caminhar com ele, experimente o fascínio de quem está diante do Deus encarnado, e caia de joelhos. E, de joelhos, seja transformado em alguém igual a ele, o primeiro dos nossos muitos irmãos.” Trata-se de um companheiro de jornada para quantos seguem Jesus, nos seus momentos de intimidade espiritual, seja individualmente ou em grupo, sendo muito útil para quem pretende um conhecimento mais profundo do Evangelho de Cristo. TA L M I D I M 5 2 , D E E D R E N É K I V I T Z , P U B L I C A DO P O R E D. M U N DO C R I S TÃO , S ÃO PAU L O

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ED. MUNDO CRISTÃO

DUAS PALAVRINHAS SOBRE...

SOBRE VIVER

TALMIDIM

UM PROVÉRBIO PARA CADA DIA DO ANO Os tempos modernos e pós-modernos parecem ter oferecido a busca da felicidade pessoal e particular, em termos de máximo prazer e satisfação de desejos, e mínimo sofrimento, como o mais elevado propósito da existência humana. Não duvido que passaremos para a história como a geração mais fútil e vazia da saga humana. Acreditamos na supremacia da razão, na potência da ciência e da tecnologia, na racionalidade das ideologias políticas e na utopia do Estado promotor da justiça e da equidade. Mas no anoitecer, caímos nas mãos do obscurantismo dos fundamentalismos religiosos, nas ridículas pseudo verdades da auto-ajuda, e construímos uma sociedade mercado onde tudo se compra e vende, inclusive almas e vidas humanas. A tradição espiritual judaico cristã oferece um suplemento de alma para o mundo. Aponta um caminho de sentido no chão da vida: a sublimidade da convivência familiar, a singeleza da amizade, a dignidade do trabalho, a prática da justiça e da generosidade, a celebração da existência, mesmo com todas as suas contradições e paradoxos, como dádiva de Deus.

F O TO : A R Q U I V O

I M AG E M : W E B S I T E M U N DOC R I S TAO. CO M . B R

Ed René Kivitz

“Os devocionais são ferramentas que podem facilitar no desenvolvimento do nosso tempo devocional. Talmidim, é de longe, o melhor devocional que já tive o privilégio de ler. É fácil, profundo, abrangente, esclarecedor, desafiador, atual e prático! Recomendo a todos! A Ana e eu gostámos tanto do devocional do Ed René Kivitz que o trouxemos até à equipa do Centro de Apoio Social que também o leu durante um ano. Por último, já um pouco gasto pelo uso, ofereci-o a um pastor amigo nosso que veio ministrar à Casa da Cidade. Ele gostou tanto que volta e meia vejo citações dele nas redes sociais. Já agora, permitam-me dizer que um livro, mesmo em segunda mão, é SEMPRE uma boa dádiva!”

ED RENÉ KIVITZ F O N T E : M U N DOC R I S TAO. CO M . B R

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PAULO NUNES, ADMINISTRADOR DA ACRAS


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