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QUINTA-FEIRA, 29 DE MAIO 2014 EXAME (29/05) Anvisa discute liberação de substância derivada da maconha Os diretores devem decidir se o canabidiol poderá ser importado em forma de medicamento

Anny Fischer toma canabidiol: substância serve para tratar convulsões

Brasília - O futuro do canabidiol (substância derivada da maconha) no Brasil deve ser definido hoje (29), durante reunião da diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que começa às 10h. Os diretores devem decidir se a substância passará a integrar a lista de classificação C1, que permitirá a prescrição e a importação do composto em forma de medicamento. Nos últimos dias, o assunto da liberação da substância veio à tona, depois que a família da menina Anny Fischer, 6 anos, importou ilegalmente o canabidiol para tratar as convulsões da criança. Segundo os familiares, com o uso, as crises da menina passaram de 80 por semana para apenas três.

CORREIO BRAZILIENSE (29/05)


Obesidade está presente em um terço de toda a população mundial Nos últimos 33 anos, nenhum dos 188 maiores países conseguiu reduzir significativamente a doença entre seus habitantes. O Brasil faz parte das 10 nações que, juntas, abrigam mais da metade dos obesos do planeta A obesidade já é considerada uma doença crônica, uma epidemia mundial e os ponteiros dessa balança continuam a subir, segundo relatório divulgado na revista científica Lancet. Nas últimas três décadas, o número de pessoas em sobrepeso ou obesas quase triplicou em todo o mundo. Hoje, elas representam um terço de toda a população do globo. Nenhum dos 188 países analisados nesse novo levantamento passou por uma queda significativa na prevalência da obesidade nos últimos 33 anos. O Brasil não é uma exceção nas taxas aterradoras. Famoso pelo culto ao corpo, o país está entre os 10 que abrigam mais de 50% de todos os obesos do planeta. Em números totais, de 1980 a 2013, obesos e pessoas em sobrepeso pularam de 857 milhões para 2,1 bilhões, respectivamente. O maior ganho em sobrepeso e obesidade ocorreu globalmente entre 1992 e 2002, principalmente entre as pessoas com 20 a 40 anos. Essas taxas variam muito entre os países e regiões, sendo que mais da metade dos 671 milhões de obesos atualmente vive em 10 países (veja infográfico). Nos países de alta renda, os maiores aumentos na prevalência do problema entre adultos estão nos Estados Unidos, na Austrália e no Reino Unido. No primeiro, cerca de um terço da população adulta é obesa, no segundo, 28% dos homens e 30% das mulheres. Entre os britânicos, a proporção de obesos cai, mas ainda é assustadoramente prevalente em um quarto da população adulta. De uma forma geral, as taxas de sobrepeso e obesidade de adultos têm aumentado tanto para homens (de 29% para 37%) quanto para as mulheres (de 30% para 38%). A diferença entre os gêneros, porém, chama a atenção nos países desenvolvidos, que abrigam 62% dos obesos e os homens apresentam maiores taxas do problema. Nas nações em desenvolvimento, o fenômeno inverso é observado.

TERRA (29/05)


Aplicativo promete revolucionar a leitura tradicional É bem possível que você, e a maior parte dos seus conhecidos, nunca tenha parado para pensar no modo como lê. A questão é que o método de leitura é sempre o mesmo - da esquerda para a direita e de cima para baixo -, o que muda é a velocidade com que se lê, adquirida por meio da prática. Foi pensando nisso que Frank, Maik e Jamie criaram o Spritz, tecnologia capaz de gerar maior agilidade na leitura e melhor compreensão das palavras. Quando ativado, uma pequena tela se abre em cima do texto e palavra por palavra é mostrada nela, em uma velocidade escolhida pelo usuário, que varia de 100 a 700 palavras por minuto. Segundo os criadores, 80% do tempo de leitura é gasto em mover os olhos de um lado pro outro da página, o que, segundo eles, diminui a absorção de conteúdo. E o Spritz foi criado com o objetivo de otimizar o tempo do leitor, fazendo com que seja possível ler livros, por exemplo, em tempo recorde. De acordo com os criadores, o leitor tenta encontrar um ponto no meio de cada palavra que lê, para só assim entender o que ela significa. Esse ponto é chamado de ORP (Optimal Recognition Point), e no Spritz é representado por uma letra em vermelho. Ou seja, em meio a palavras, que aparecem uma a uma e com um ponto de reconhecimento no meio, a leitura é facilitada, segundo o que dizem os criadores. Já Lilian Cristine Hübner, professora da Pós-Graduação em Letras da área de Linguística da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), afirma que a lógica do cérebro de um leitor proficiente é sempre antecipar as palavras, e não ler uma de cada vez. Segundo Leonardo Cruz, Neurologista do grupo de Neurologia Cognitiva da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “as pessoas não aprenderem a ler palavra por palavra, da maneira como propõe a tecnologia, e isso pode ser um problema”. O neurologista também acrescenta que, por a leitura ser um hábito que exige esforço cognitivo, muitas vezes a pessoa tem que voltar em alguma frase ou palavra para compreender o texto - e isso não é possível via Spritz. Segundo os criadores da startup, enquanto alguns pulam palavras na hora de ler, ou simplesmente passam os olhos em um texto, outros podem otimizar a absorção do conteúdo através do Spritz – que, ao contrário dessas “técnicas”, não requer mais de cinco minutos de treinamento. Eduardo Pellanda, professor da faculdade de Comunicação Social da PUC-RS, diz que a tentativa de mudar o método tradicional de leitura é válida, mas que não sabe se essa


é a melhor solução. “Eu prefiro o bloco de texto, estamos treinados a ler imagens, a escanear o texto”, afirma. Ao contrário do que dizem os criadores, o professor acredita que é preciso treino para aderir totalmente ao novo hábito proposto pela startup. A redação testou o aplicativo. As palavras surgem uma a uma na tela, como flashes, o que contribui para uma leitura realmente rápida. Talvez seja interessante para textos pequenos, mas não para livros ou longas histórias jornalísticas. Seria a agilidade, nesse caso, sinônimo de dinamismo ou de superficialidade? É possível interpretar conteúdo dessa maneira? Ou é tudo apenas uma questão de hábito? Para fazer o teste, acesse www.spritzinc.com.

ÚLTIMO SEGUNDO (28/05) Confira posição das 78 melhores universidades brasileiras da América Latina

Thinkstock/Getty Images As universidades brasileiras lideram ranking das 300 melhores instituições da região

O Brasil lidera mais uma vez o ranking das melhores universidades da América Latina. De acordo com o levantamento da Quacquarelli Symonds (QS), reconhecimento grupo britânico de pesquisas educacionais, as universidades brasileiras ocupam 78 posições no ranking das 300 melhores instituições latinas. Na edição deste ano do ranking, publicado nesta terça-feira (27), a QS mostra que o País ultrapassa o México, que possui 46 universidades no levantamento, a Colômbia, que tem 41, a Argentina, que conta com 34, e o Chile, que possui 30 instituições entre


as 300 melhores. A organização britânica avalia as instituições de ensino superior da América Latina desde 2011. A grande novidade desta edição de 2014 foi a queda a Universidade de São Paulo (USP), que deixou pela primeira vez o posto de melhor instituição da região. Assumiu o topo do levantamento a Pontifícia Universidade Católica do Chile. Outro destaque do levantamento atual é a subiba de duas outras instituições brasileiras no TOP 20 do ranking. Na edição de 2013, o País participava com oito universidades. Confira a lista que aparece a Universidade Estadual de Montes Claros.

VEJA (28/05) Sob críticas de especialistas, Plano Nacional de Educação é aprovado na Câmara com atraso de 4 anos Estudiosos afirmam que projeto de lei não detalha estratégias para melhoria do ensino nem exige aprimoramentos na gestão dos recursos extras que virão A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o texto-base do Plano Nacional de Educação (PNE), documento que estabelece 20 metas e mais de 200 estratégias para o setor no Brasil nos próximos dez anos (confira os principais pontos na lista abaixo). Destaques apresentados pelos partidos serão analisados na próxima semana. É o caso da proposta que obriga a União a complementar recursos de estados, Distrito Federal e municípios se estes não investirem o suficiente para cumprir padrões de qualidade. Depois, o projeto de lei seguirá para sanção presidencial. O PNE aprovado pelos deputados deveria ter entrado em vigor em 2011, como manda a Constituição. Contudo, o Executivo federal só entregou o projeto para o Congresso em dezembro de 2010. Deste então, ficou parado devido à falta de consenso sobre pontos como investimento em educação e metas de desempenho do ensino. Em linhas gerais, o texto aprovado determina que o Brasil amplie o acesso à educação e melhore a qualidade do ensino até 2024. Isso inclui, entre outras metas, erradicar o analfabetismo, universalizar o ensino básico e oferecer escolas em tempo integral em metade das unidades do país. Também fazem parte dos objetivos a ampliação no número de vagas no ensino superior, incluindo pós-graduação, e a garantia de aprimoramento da formação e aumento do salário dos professores. As metas


referentes à universalização do ensino e à erradicação do analfabetismo já constavam no PNE anterior (2001-2010) e não foram cumpridas. Para especialistas, as estratégias relativas à melhoria do ensino deveriam ser mais detalhadas. "A baixa qualidade é o maior problema da educação brasileira e a falta de detalhamento sobre como garantir o avanço efetivo é uma falha do plano", afirma a consultora de educação Ilona Becskeházy. O economista Milton Pignatari, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, faz outra crítica, desta vez voltada à ampliação do investimento na área. "É claro que a educação precisa de mais dinheiro, mas o PNE não prevê a melhor gestão dos recursos, apenas dá mais verba para a área, sem definir como será realizado o monitoramento das despesas."

Segundo o plano, até 2024, o investimento em educação crescerá paulatinamente, atingindo o equivalente a 10% do PIB ao ano — quase o dobro do praticado atualmente (5,3%). No quinto ano de vigência do plano, o valor já deve estar em 7%. O plano prevê ainda complementação da verba com 75% dos royalties obtidos na exploração do pré-sal. O bolo será distribuído entre as 20 metas, de acordo com valores pré-definidos pelo projeto de lei. Para universalizar a pré-escola, por exemplo, o investimento em dez anos passará de 10,3 bilhões de reais para 16,8 bilhões de reais. Já para equiparar o salário dos professores com os de outros profissionais graduados, o valor chegará a 40,9 bilhões. Para Priscila Cruz, presidente da ONG Todos Pela Educação, a aprovação do projeto de lei é uma vitória parcial. "Seria uma vitória completa se o plano tivesse sido aprovado antes. Sabendo que a tramitação poderia ser longa, o MEC deveria ter apresentando um projeto prévio, mas isso só foi feito apenas um mês antes de acabar a vigência do PNE anterior", diz Priscila. Em resumo, o Brasil perdeu tempo para resolver um problema urgente. Ela salienta ainda problemas em ao menos uma das metas, a de número 5, que estabelece os objetivos para a alfabetização. "O texto diz que todos os alunos devem estar alfabetizados até o 3º ano do ensino fundamental, o que é muito tarde. Além disso, o correto seria determinar a idade da criança, não a série em que ela está, pois teremos crianças de 10 anos de idade ou mais sem saber ler nem escrever." Assim que o projeto de lei for aprovado pela presidente Dilma Rousseff, Estados e municípios terão prazo de um ano para elaborar seus respectivos planos de educação, tendo como base o texto federal. "Essa etapa é vital para que o PNE não vire letra morta. O Ministério da Educação precisa mobilizar os dirigentes do ensino básico e superior para garantir que os avanços sejam feitos no prazo estabelecido", diz Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna e membro do Conselho Nacional de Educação.


As metas serão monitoradas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do MEC responsável pela produção dos indicadores educacionais. A cada dois anos, a instituição deverá publicar um relatório com um balanço dos avanços. "Caberá às entidades organizadas e à sociedade cobrar o cumprimento das metas", diz Ramos.

ESTADO DE MINAS (28/05) Brasil e BID firmam convênio para medir efeito estufa na Amazônia

O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, e a representante do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil, Daniela Carrera Marquis, assinaram nesta quarta (14) um convênio que garante um investimento de US$ 2,3 milhões para o Programa Amazon Face, projeto que avaliará os efeitos do aumento de gás carbônico sobre o ecossistema da Floresta Amazônica. Segundo Carlos Afonso Nobre, secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do ministério, o convênio é importante porque fornece uma fonte estável de recursos para tirar a pesquisa do papel. “Um experimento desses é muito caro. É uma ciência de categoria internacional que vai fazer pesquisas na Amazônia, então é muito importante ter um financiamento, estável, robusto. Esse acordo com o BID institui o primeiro nível de financiamento para os primeiros dois anos de projeto”, disse o secretário. Nobre disse ainda que o experimento é essencial para avaliar a resposta da floresta ao efeito estufa. “Temos de pelo menos tentar entender se há limites, se a floresta vai responder muito ou pouco [ao aumento do gás carbônico na atmosfera]. Enquanto não soubermos disso, não há certeza para fazer projeções”, declarou. De acordo com o professor assistente David Montenegro Lapola, do Departamento de Ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no projeto Amazon Face, um sistema de torres distribuídas em forma de círculo aspergirá um ar com concentração elevada de gás carbônico em determinadas regiões da floresta. Em seguida, os cientistas verificarão a reação das plantas, desde as folhas mais altas às raízes mais profundas. Ainda segundo Lapola, o projeto é um experimento de longo prazo, com previsão de término em 2027. No total, o projeto pretende monitorar oito regiões da floresta, quatro delas com elevada concentração de gás carbônico e quatro com os níveis atuais.


“Estamos começando a primeira fase agora, com uma caracterização para experimentar as primeiras medidas. Se tudo correr certo, implementamos os dois anéis mais para o fim do ano que vem. Daí começa o experimento piloto, para gente aprender a parte de logística e de infraestrutura. Dando certo, acrescentamos mais três pares de torres”, explicou o professor assistente.

CNPQ (28/05) CNPq apoia capacitação de professores no exterior Lançada no dia 20 de maio, a Chamada Pública CNPq - SETEC/MEC Nº 015/2014 – Programa Professores para o Futuro selecionará professores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica – RFEPCT, para programa de capacitação a ser realizado na Finlândia. A ação tem como objetivo apoiar projetos de pesquisa científica e tecnológica que visem a contribuir para a capacitação de professores da rede federal por meio da concessão de bolsas para estudo nas instituições finlandesas University of Applied Sciences (HAMK), University of Applied Sciences (HAAGA-HELIA) e University of Applied Sciences (TAMK). O Financiamento das propostas será no valor máximo total de 4 milhões de reais.As bolsas concedidas serão na modalidade Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no Exterior – Junior (DEJ), limitadas a uma bolsa por projeto pelo período exato de 5 anos. O edital é uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e a Secretaria de Educação Profissional e Tecnologia (Setec/MEC). Interessados em submeter as propostas devem enviar arquivo com o projeto ao CNPq, por intermédio do Formulário de Propostas On line, disponível na Plataforma Carlos Chagas. Acesse o edital aqui.

JORNAL DO BRASIL (28/05) Pesquisa quer entender a relação do jovem com a política Como o jovem brasileiro está se relacionando com a política? As manifestações de junho de 2013 são reflexos de uma juventude inquieta e insatisfeita com seus


representantes? A partir do debate e da necessidade de se pensar em novas formas de participação e de se fazer política, a Box1824 promove uma continuação da pesquisa “Sonho Brasileiro”. Mas, desta vez, o foco é no pensamento e na atuação política da juventude. O projeto Sonho Brasileiro da Política dará voz para jovens de todas as regiões do país para mapear diferentes perspectivas e formas de engajamento político e social. A proposta segue em financiamento no Catarse até 4 de junho. A pesquisa anterior, lançada em junho de 2011, identificou valores e comportamentos que demostravam a existência de um jovem otimista, hiperconectado e engajado em microrrevoluções que transformam o mundo de maneira gradual. O estudo também apontou uma nova maneira de a juventude enxergar o mundo, menos dualista e mais convicta na possiblidade de ideias e conceitos flexíveis e mais fluidos. Isso também reflete na forma como eles olham para a educação, já que 84% dos jovens brasileiros afirmaram que sentem falta de locais onde possam aprender, além de escolas e universidades. O estudo se propõe a ir mais fundo em relação às perspectivas e expectativas dos jovens quanto ao futuro do país. Nessa nova edição, o estudo se propõe a ir mais fundo em relação às perspectivas e expectativas dos jovens quanto ao futuro do país. Para isso, irá buscar entender e mapear sentimentos, valores e iniciativas que refletem na sua participação e engajamento na política. A pesquisa será realizada a partir de uma metodologia qualitativa e quantitativa que irá ouvir jovens entre 18 e 32 anos, de cidades como Belém, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. No que diz respeito à parte qualitativa, o projeto já realizou cerca de 300 entrevistas com jovens ativistas inseridos em diferentes grupos ou projetos. A partir de agora, começaram a ser aplicados os questionários da pesquisa quantitativa, ouvindo jovens de todo o país. “Já que o termo política é tão desgastado na nossa sociedade, pensamos em como podemos dar uma nova luz para o assunto”, explicou a cientista social Beatriz Pedreira, cocriadora do projeto. Segundo ela, a pesquisa pretende inspirar novos jovens a participar de movimentos de transformação, ajudar a ressignificar a forma de pensar política e contribuir para fortalecer e democratizar a voz dos jovens no debate eleitoral. “O principal impacto disso é desmistificar o que é política e mostrar que já existe muita inovação sendo feita pela juventude.”


Já que o termo política é tão desgastado na nossa sociedade, pensamos em como podemos dar uma nova luz para o assunto De acordo com Beatriz, a proposta de desenvolver uma continuação da pesquisa “Sonho Brasileiro” com foco em política surgiu após as manifestações de junho do ano passado, nas quais muitos jovens foram às ruas para protestar. “Houve algo que movimentou o jovem politicamente”, pontuou a cientista social. No entanto, ela ressaltou que antes desse movimento já existiam jovens engajados com a causa política. Diante de tantos questionamentos e do debate em torno do assunto, surgiu a ideia de entender o que estava acontecendo. O projeto está sendo viabilizado por meio de recursos da sociedade civil e com isenção política e partidária, algo considerado importante para abordar o tema. Segundo Beatriz, essa interdependência também facilita chegar até os jovens para ouvir suas percepções. “Por isso é um projeto colaborativo. A gente quer envolver pessoas”, afirmou. Para conseguir a participação de mais pessoas na viabilização da pesquisa e ampliar o alcance, o projeto está captando recursos em financiamento coletivo no Catarse. O dinheiro será utilizado para bancar uma parte da etapa quantitativa e para auxiliar na difusão dos resultados por meio de um vídeo de divulgação e uma plataforma on-line. O projeto Sonho Brasileiro para a Política tem até a próxima semana, no dia 4 de junho, para arrecadar R$ 200 mil. Os apoiadores podem contribuir com valores a partir de R$10. Entre as recompensas, os colaboradores recebem um diário de bordo com referências que inspiraram o estudo, infográficos explicativos sobre o sistema eleitoral brasileiro, convites para o lançamento da pesquisa e uma espécie de consultoria para formas de aplicação dos resultados do estudo em estruturação de projetos.


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Clipping 29 05 2014