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QUINTA-FEIRA, 24 DE ABRIL 2014 G1/GRANDE MINAS (24/04) Projeto da Unimontes quer fomentar geração de emprego no norte de MG Observatório do Emprego colhe dados oficiais e discute com a comunidade. Montes Claros possui quase 50% dos empregos formais da região 23/04/2014 18h29 - Atualizado em 23/04/2014 18h29 Projeto da Unimontes quer fomentar geração de emprego no norte de MG Observatório do Emprego colhe dados oficiais e discute com a comunidade. Montes Claros possui quase 50% dos empregos formais da região. Do G1 Grande Minas

A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) está promovendo seminários para fomentar discussões sobre as características dos empregos formais na região. O projeto Observatório do Trabalho é idealizado para fazer uma análise dos dados oficiais disponíveis e sugerir ações que impulsionem a capacitação de mão de obra e também abertura de novas vagas de empregos formais. O primeiro seminário será realizado em Januária na sexta-feira (25). “Com os dados coletados fazemos análises para saber qual setor emprega mais e também que o perfil do trabalhador. Com isso, temos a proposta é discutir com a comunidade para propor políticas públicas que melhorem a oferta de vagas”, explica o coordenador do Observatório Roney Versiani. Ao todo serão realizados sete seminários na região. As próximas cidades a receberem as discussões serão Janaúba, no dia 16 de maio, e Pirapora, com data prevista para o dia 29 de maio. Montes Claros possui quase 50% dos empregos formais da região Dentre os estudos já realizados, segundo o projeto Observatório do Trabalho, Montes Claros detém 47,72% dos empregos formais do Norte de Minas Gerais. Dados foram gerados após análise criteriosa de informações disponibilizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. “No caso específico de Montes Claros, os dados já estão coletados e analisados, mas serão tratados também durante o seminário, com data a ser marcada”, afirma o coordenador.


G1/GRANDE MINAS (24/04) Unimontes promove evento sobre comunidades tradicionais Contribuição desses povos para outro desenvolvimento é discutida. Evento segue até esta sexta-feira no campus-sede

Evento na Unimontes reúne representantes de comunidades tradicionais. (Foto: Andrey Librelon / Unimontes)

A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) promove nesta semana o 3º Colóquio Internacional sobre Povos e Comunidades Tradicionais. O evento foi aberto nessa terça-feira (22) e que prossegue até esta sexta-feira (25), no campus-sede. O evento tem como tema “A contribuição dos povos e comunidades tradicionais para outro desenvolvimento” e é organizado pelo Programa de Mestrado em Desenvolvimento Social, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e outros parceiros. Segundo a Unimontes, ao longo desses quatro dias serão apresentados 118 trabalhos científicos na forma de comunicação oral e pôsteres. Dentre os temas, há estudos sobre as comunidades tradicionais de Minas Gerais, Piauí, Bahia, Paraná, Tocantins, Rondônia, Goiás e Paraíba, dentre outros.


Exposição motra trabalhos sobre comunidades tradicionais. (Foto: Andrey Librelon / Unimontes) A abertura foi realizada no auditório Mário Ribeiro da Silveira, no prédio 6, com a participação de 300 professores, pesquisadores, acadêmicos e mestrandos de várias partes do País, além dos povos tradicionais como quilombolas, vazanteiros, indígenas e comunidades do cerrado. Nos grupos de pesquisas e movimentos sociais que participam do evento estão representantes das cidades de Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo e dos estados do Pará e Rondônia, além de conferencistas estrangeiros da Colômbia, França, Alemanha. Para o coordenador executivo do Centro de Agricultura Alternativa (CAA) do Norte de Minas, Álvaro Carrara, o encontro contribui para desinstitucionalizar a pauta das conversas que, segundo ele, está centrada em poucas instituições. “A pesquisa e a aproximação da academia contribuem para orientar os projetos e demandas oriundas dessas comunidades”, diz. A programação completa e informações sobre os trabalhos apresentados estão disponíveis no site oficial do 3º Colóquio Internacional sobre Povos e Comunidades Tradicionais.

O TEMPO (24/04) OEA aponta 78 jornalistas ssassinados desde 2010 Entre os países tidos como os mais perigosos para os profissionais de imprensa, a lista da CIDH aponta Brasil, Venezuela, México e Honduras Setenta e oito jornalistas foram assassinados por causa de sua atividade profissional entre janeiro de 2010 e dezembro de 2013 nos 35 países do continente americano. O número é da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão da Organização dos Estados Americanos. Entre os países tidos como os mais perigosos para os profissionais de imprensa, a lista da CIDH aponta Brasil, Venezuela, México e Honduras.


O documento não elabora um ranking mas cita casos como os dos funcionários da rede de TV venezuelana Globovisión, agredidos em eventos públicos por funcionários do governo ao serem tachados de "fascistas" e "inimigos da revolução". O texto, preparado pela relatora e advogada colombiana Catalina Botero, aponta que quase um terço dos atos violentos (homicídios agressões, ameaças, episódios de hostilidade) é cometida por agentes estatais. As perseguições são reação a denúncias de ações contra o meio ambiente, narcotráfico, grupos mafiosos e casos de impunidade. Embora as considerações sobre o Brasil sejam, em geral, positivas - com destaque à atuação da Justiça no caso jornalista Tim Lopes, morto em 2002 e cujos assassinos foram condenados -, a relatoria cobra do País a implementação do Plano Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, medida de proteção aos profissionais do setor. "Os Estados devem adotar um discurso público que contribua para a prevenção e instruir suas forças de segurança para que respeitem os jornalistas e mantenham estatísticas precisas sobre a violência contra eles", acrescenta o relatório. Os números da CIDH estão um pouco abaixo dos 94 mortos divulgados antes pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) para esse mesmo período, mas que somam mortos e desaparecidos. A SIP aponta 31 mortos em 2010, 24 em 2011, 23 em 2012 e 16 em2013. Desses crimes, 14 foram cometidos no Brasil. Os países mais violentos foram México, com 29 mortos e Honduras com 19. Agência Estado


VEJA (24/04) Empresas de tecnologia da informação preveem contratação de mais de 5.000 profissionais até dezembro

Na Faculdade de Tecnologia Termomecânica estudantes fazem cursos de extensão paralelos à graduação para garantir alinhamento com as necessidades do mercado ((Divulgação))

Empresas de tecnologia da informação preveem a contratação de pelo menos 5.000 profissionais da área até o fim do ano, de acordo com uma pesquisa feita com 500 empresas do setor pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro) com exclusividade para a VEJA.com. Segundo a associação, essa oferta de vagas pode ser ainda maior, uma vez que empresas de outros setores também estão em busca de profissionais especializados. "Estimamos que essa área precise de pelo menos 130.000 profissionais para crescer e transformar o Brasil em um expoente tecnológico. Carecemos, porém, de políticas públicas efetivas que coloquem o setor como uma das prioridades do desenvolvimento econômico", destaca Roberto Mayer, vicepresidente da Assespro. O Brasil tem hoje aproximadamente 1,2 milhão de profissionais de tecnologia da informação na ativa. Desses, apenas 400.000 atuam na indústria de tecnologia e o restante em outros setores. Segundo o último Censo do Ensino Superior, cerca de 50.000 estudantes se graduaram para trabalhar nos setores de ciência, tecnologia e engenharia da computação. De acordo com Luiz Gonzaga Bertelli, autor do livro Escolha Certa: As Profissões do Século 21, a demanda de profissionais especializados nessa área será de pelo menos 300.000 nos próximos dez anos. Apesar da alta oferta de vagas, o mercado de tecnologia sofre para encontrar profissionais capacitados. Caso da Just Digital, uma das duas únicas companhias no Brasil responsáveis por implementar o sistema Google Enterprise em empresas. Hoje com 33 colaboradores, o grupo


pretende chega a pelo menos 50 no fim do ano, mas desde 2013 enfrenta a dificuldade na hora de selecionar os currículos. "As últimas vagas abertas receberam mais de 150 cadastros. Desses, só conseguimos entrevistar dez pessoas por vaga. A dificuldade está em encontrar um profissional que tenha conhecimentos técnicos e que saiba lidar com as dinâmicas de uma empresa. Não dá para ser um profissional fechado, que executa apenas uma tarefa. O interessado em trabalhar com tecnologia da informação precisa dominar conhecimentos de gestão e, principalmente, saber trabalhar em grupo", explica Rafael Cichini, diretor de operações da Just Digital. Para Cichini, um problema que agrava a dificuldade das empresas em contratar profissionais qualificados é a disparidade entre os currículos das universidades e os avanços tecnológicos, que criam uma grande defasagem de conhecimento. "As pessoas esperam que as universidades de renome lhes deem uma boa vaga, mas isso não é verdade, os cursos estão defasados e não acompanham o desenvolvimento das empresas. Muitas vezes um garoto que faz um curso livre de curta duração sabe mais do que outro que passou quatro anos na universidade", explica. Formação constante — Em algumas instituições de ensino, a solução encontrada para lidar com a necessidade de atualização dos alunos foi criar cursos de extensão paralelos à graduação. Essa foi uma das opções encontradas pela Faculdade Termomecânica para reduzir a taxa de abandono nos cursos de tecnologia. Segundo Paulo Marcoti, coordenador do curso de análise e desenvolvimento de sistemas, a taxa caiu 2,5% quando a instituição decidiu oferecer cursos de extensão a seus alunos e também elaborar aulas de reforço para suprir as deficiências identificadas já no vestibular. "Não adianta o estudante ser brilhante, ele precisa ser formado para desenvolver um produto amigável para o usuário final e isso requer mais do que conhecimento técnico. Se a faculdade não oferecer isso, ele chegará ao mercado defasado", explica. Luan Gabellini, sócio da start up Betalabs, que cuida da gestão empresarial de 120 clientes, também enfrenta o problema da falta de profissionais capacitados para ampliar o quadro de trabalhadores da empresa. "Por vezes recrutamos estagiários e incentivamos a fazer cursos em uma determinada linguagem de programação, assim conseguimos reter o profissional e garantir que ele seja apto a trabalhar conosco. Mas tamanha é a dificuldade de encontrar gente na área que recentemente chegamos ao ponto de abrir mão da participação em ações para convidar antigos estagiários a serem nossos sócios, para mantê-los na equipe", conta. Segundo a Impacta, uma das principais escolas de tecnologia do país, a demanda por cursos tem aumentando ano após ano, mas com certas variações que refletem a economia do país. “Ano passado, com os altos índices de venda de smartphones e tablets, a procura maior era por cursos de hardware. Esse ano o cenário mudou: com as empresas querendo aproveitar o filão dos grandes eventos esportivos, já temos maior procura nos cursos de programação e desenvolvimento de aplicativos”, explica Simone Condini, gerente de atendimento da Impacta. Para Simone, ao contrário do que alguns possam pensar, o setor não está se esgotando. “Formamos em média 3.000 alunos nos cursos de curta duração e a maioria consegue um emprego ainda no meio do curso. Há empresas que nos procuram para conseguir a indicação de um profissional habilitado e por vezes não há candidatos para preencher essas vagas”.


ISTO É (24/04) Prêmio Empresas Mais Conscientes Iniciativa da revista ISTOÉ vai identificar e reconhecer as companhias adeptas de uma nova forma de fazer negócios

Ganha força entre as empresas a consciência de que sua contribuição para a sociedade vai além da geração de lucro, renda e empregos. As crises econômicas, sociais e ambientais têm levado líderes empresariais pioneiros a repensar o propósito de seus empreendimentos e o papel dos negócios no mundo atual. Eles impulsionam um novo modelo de desenvolvimento, baseado em um capitalismo consciente. Sempre atenta às novas tendências, ISTOÉ vai identificar e reconhecer as companhias que melhor estão fazendo essa transição para uma nova forma de se fazer negócios no Brasil. Serão premiadas empresas de todos os portes – pequenas, médias e grandes – e ramos de atividade. Confira a seguir como participar. As categorias e as premiações A divisão por porte empresarial será feita segundo os critérios do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES): - Empresas pequenas – até R$ 16 milhões de receita operacional bruta - Empresas médias – até R$ 300 milhões de receita operacional bruta - Empresas grandes – acima de R$ 300 milhões de receita operacional bruta


Serão distribuídos 19 prêmios: a melhor pontuação geral, a melhor pontuação nas três categorias (pequena, média e grande) e as melhores empresas pequenas, médias e grandes em cada uma das cinco dimensões de avaliação (governança, modelo de negócios, relacionamento com funcionários, relacionamento com a comunidade e meio ambiente). Metodologia Para avaliar as companhias candidatas, o Prêmio Empresas Conscientes vai utilizar a metodologia do B Lab, organização norte-americana dedicada a certificar empresas com práticas alinhadas ao lema: "Não ser apenas as melhores empresas do mundo, mas as melhores para o mundo". No Brasil, essa cuidadosa avaliação é coordenada pelo Sistema B. Desde 2007, o B Lab desenvolve os questionários que avaliam as empresas em cinco dimensões: Governança / Modelo de negócios / Relações com os funcionários / Relações com a comunidade / Meio ambiente. As respostas geram uma pontuação de 0 a 200 pontos. Passo a passo As inscrições via internet devem ser feitas AQUI. Representantes das empresas poderão participar de quatro webinars (30 de abril, 9 de maio, 19 de maio e 30 de maio) para tirar dúvidas. A pontuação inicial obtida pelas empresas com o preenchimento dos questionários será analisada pelo Conselho Consultivo do Prêmio, formado por especialistas com experiência nos temas e nesse tipo de avaliação, para identificar eventuais distorções nos resultados. Essa etapa levará em conta a média histórica global das mais de mil empresas que já responderam ao questionário. O Conselho pode desqualificar empresas com pontuações muito desproporcionais ou pedir revisão. Após isso, serão definidas as 15 empresas finalistas. Os finalistas passam, em seguida, pelo Call de Revisão. Um contato com a equipe especializada do B Lab, que tira dúvidas sobre as respostas e, se necessário, ajusta a pontuação final. Teremos, então, os vencedores. A entrega do prêmio será no dia 18 de setembro.


AGÊNCIA MINAS (24/04) Governo de Minas assegura acesso gratuito a curso de MBA Início das aulas marca o compromisso do Estado com a educação superior a distância pública e de qualidade O Governo de Minas está garantindo educação superior a distância, gratuita e de qualidade aos mineiros. A Universidade Aberta e Integrada de Minas Gerais (Uaitec) iniciou nesta quarta-feira (23/04) as aulas do MBA “Engenharia e Inovação”, fruto de uma parceria firmada pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e a Veduca – empresa de tecnologia voltada para a educação à distância. Em março deste ano teve início o processo seletivo para preenchimento de mil vagas oferecidas gratuitamente, das quais 500 foram destinadas a todas as pessoas graduadas em algum curso superior e as outras 500 vagas foram reservadas a servidores e agentes públicos, integrantes dos sistemas de Educação, Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento, Obras Públicas e Transportes do Estado de Minas Gerais. O MBA é um curso de pós-graduação lato sensu com ênfase em gestão de projetos e foco em inovação, destinado a profissionais que buscam processos de produção mais eficientes, que desejam incentivar a inovação na sua empresa, ou que querem compreender e investigar as melhores práticas em gestão. O curso tem carga horária de 360 horas/aula, ministrado de forma gratuita a todo e qualquer interessado, por meio da plataforma online do Veduca. O prazo para conclusão deste curso é de 12 a 30 meses a partir do início das aulas. Alan Cordeiro, 34 anos, conseguiu passar pelo processo de seleção e encara com entusiasmo o início das aulas. “Este curso é uma ótima oportunidade para ampliar o meu leque de conhecimentos de forma que isso contribua efetivamente para o meu desenvolvimento profissional. Vou ter também a oportunidade de participar de um curso com um formato muito semelhante ao MOOC – Massive Open Online Course -, modalidade que eu escrevi a respeito e defendi no TCC que produzi durante o meu curso de Especialização em Gestão Pública”, afirmou. Outros cursos Em agosto serão ofertados seis cursos de graduação tecnológica, cuja duração será de três anos. O edital do vestibular está sendo elaborado pela Subsecretaria de Ensino Superior. Os cursos atenderão a três eixos temáticos: Sustentabilidade (Superior de Tecnologia em Agroecologia e Tecnologia em Gestão Ambiental); Gestão (Gestão Pública e Gestão de Saúde Pública) e Tecnologia da Informação (Tecnologia em Sistema para Internet e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de sistemas). Já está definida uma parceria efetiva com as universidades públicas estaduais e federais.


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