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QUINTA-FEIRA, 13 DE MARÇO 2014

O GLOBO (13/03) Mundo comemora os 25 anos da web Usuários da web do mundo inteiro compartilham mensagens de aniversário marcadas com #web25 para lembrar o dia em que Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web

Sir Tim Berners-Lee, inventor da World Wide Web, fundador da World Wide Web Foundation e do World Wide Web Consortium World Wide Web Foundation

WASHINGTON – O inventor da web, Tim Berners-Lee, conclama os internautas a enviarem votos de aniversário da World Wide Web por meio da hashtag #web25 e a participarem do evento de perguntas e resposta AMA (Ask Me Anything) do site Reddit nesta quarta-feira, dia 12 de março, às 20h Zulu (17h pelo horário de Brasília). O link para participar é <http://goo.gl/kd6g1P> Internautas de todas as partes do globo se uniram a Berners-Lee na terça-feira para desejar à rede World Wide Web um feliz aniversário e algumas saudações usando a hashtag foram selecionadas para serem postadas no site oficial de aniversário. Berners-Lee, a World Wide Web Foundation e o World Wide Web Consortium convocaram as pessoas para participarem e agirem para proteger e aperfeiçoar a web aberta em 2014. O W3C reunirá especialistas em um simpósio sobre o


futuro da web em outubro (w3.org/20), enquanto que a Web Foundation é a ponta de lança do movimento Web We Want (webwewant.org), uma campanha global para garantir a proteção legal dos direitos de usuários da web em todo e qualquer país. “Os bilhões de usuários da web são o que faz desta rede a maravilha que ela é. Espero que muitos entre eles comemorem hoje, junto comigo, este importante marco histórico. Também espero que este aniversário inicie um diálogo global sobre a necessidade de defendermos os princípios que tornaram a web tão bem sucedida e de liberarmos o potencial ainda não totalmente explorado da web. Creio que podemos montar uma web realmente para todos: acessível a todos, a partir de qualquer aparelho ou dispositivo, e capaz de potencializar-nos a todos para garantir nossa dignidade, nossos direitos e nosso potencial como seres humanos. Diga-nos o que você sonha para a web através da #web25”, comentou Berners-Lee, relembrando seu tweet durante as Olimpíadas de 2012, “This is for Everyone”. A web transformou a sociedade em muito pouco tempo. No entanto, ainda restam muitos desafios à nossa frente, como por exemplo, como conectar as três de cada cinco pessoas do mundo inteiro que ainda não estão on-line? Quais soluções novas e inclusivas existem para evitar uma web fragmentada? Além disso, o criador da web lembra que nossa capacidade de nos fazer ouvir e de nos organizarmos coletivamente on-line está em risco devido à censura e vigilância, de tal modo que qualquer pessoa on-line sofre a ameaça do crime cibernético. Como se poderá atender à demanda de liberdade, privacidade e segurança on-line? No mundo inteiro, menos de 10% dos principais bancos de dados governamentais estão livres para serem reutilizados on-line, o que limita drasticamente a inovação impulsionada pela web. Como será possível desbloquear a força dos dados livres? A Plataforma Aberta da web tem que ser capaz de expandir-se para atender às demandas da indústria através de muitos dispositivos conectados. Como a comunidade conseguirá lidar com os desafios gerados por tal diversidade? Berners-Lee questiona também de que maneira será possível promover um ecossistema vigoroso de inovação a longo prazo, em vez de “jardins murados muito menos férteis”?


“Entrem na Campanha Web We Want (webwewant.org), co-organizada pela Web Foundation, e participem de eventos e atividades em seu país ou comunidade para defender os direitos dos usuários na web e à web. E participem e assistam ao streaming ao vivo do Simpósio do 20º Aniversário do W3C no dia 29 de outubro, em Santa Clara, Califórnia, patrocinado pela Intel”, convida Berners-Lee.

AGÊNCIA BRASIL (13/03) Saúde cancela registros de dois cubanos desligados do Mais Médicos Diário Oficial publica desligamento de cubana do Mais Médicos Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (13) no Diário Oficial da União cancela os registros de dois profissionais cubanos que foram desligados do Programa Mais Médicos. Ambos estavam lotados no município de Medicilândia (PA). Com o cancelamento do registro, eles ficam impedidos de exercer medicina no Brasil até que revalidem o diploma. No total, 114 médicos já foram desligados do programa. O último balanço do governo indica que 9.425 profissionais integram o Mais Médicos, distribuídos em 3.241 cidades e 32 distritos indígenas. O programa, segundo a pasta, atinge quase 33 milhões de brasileiros e contempla mais de 70% da demanda por médicos apontada pelos municípios. Lançado em julho do ano passado pela presidenta Dilma Rousseff, o Mais Médicos tem como objetivo aperfeiçoar a formação de médicos na Atenção Básica, ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país e acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde. Os profissionais do programa recebem bolsa formação de R$ 10,4 mil por mês e ajuda de custo pagas pelo Ministério da Saúde. Em contrapartida, os municípios ficam responsáveis por garantir alimentação e moradia aos participantes.


AGÊNCIA BRASIL (13/03) ONG lança campanha pelo fim dos testes de cosméticos em animais A organização não governamental Humane Society Internacional lançou hoje (10) no Brasil a campanha "Liberte-se da crueldade", para sensibilizar a população e pressionar o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) a proibir os testes de cosméticos em animais. Em reunião no próximo dia 20, o Concea avaliará o pedido, feito em setembro pela ONG, que requereu o banimento desse tipo de teste do país. A campanha da ONG americana foi lançada também em outros países onde o assunto está sendo discutido, como a China, a Nova Zelândia e os Estados Unidos. Toda a União Europeia já proibiu os testes e a venda de cosméticos testados em animais – os procedimentos científicos também não são mais permitidos na Índia e em Israel. No Brasil, São Paulo foi o primeiro estado a vetar testes de cosméticos em animais, em janeiro deste ano, e ainda é o único a adotar a medida. "São testes são muito dolorosos. Testes de toxicidade não têm anestesiantes, causam muito sofrimento e têm problema de confiabilidade. É impossível saber o efeito dessa toxicidade a longo prazo em seres humanos, que podem viver até mais 60 ou 70 anos, testando [o produto] em um animal, que vive muito menos", disse o gerente da campanha, Helder Constantino. As alternativas aos testes em animais são o uso de pele humana e pele sintética e a combinação de células humanas com modelos computacionais. No entanto, Helder reconhece que não há métodos alternativos para todos os tipos de teste de toxicidade, como os que garantem que os cosméticos não causarão problemas reprodutivos ou de má-formação fetal. No caso das substâncias que apresentam tais riscos, é melhor não colocar o produto à venda, recomenda. "Se ainda não há métodos alternativos a esses, o melhor é não vender. Até porque há problemas de confiabilidade". Em seu site, o Concea informa que não há substituição para todos os tipos de teste com animais e que, por isso, vem trabalhando para tomar uma decisão a respeito: "O conselho não pode, contudo, desconsiderar os sérios riscos ainda


envolvidos na completa e imediata exclusão dos animais para fins científicos, no que se refere à segurança e à saúde da população no Brasil." O conselho ressalta que a Diretriz Brasileira para o Cuidado e a Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos determina que as propostas de utilização de animais devem considerar a substituição dos testes por métodos alternativos, além dos princípios de redução e refino dos procedimentos, para reduzir o sofrimento das cobaias. Métodos alternativos aos testes em animais são registrados pelo Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos e promovidos e incentivados pela Rede Nacional de Métodos Alternativos (Renama), mas, para Helder, é preciso aumentar o investimento. "A Coreia do Sul já investiu US$ 200 milhões, e a União Europeia, 300 milhões de euros. Aqui o investimento é muito menor. O Brasil é um mercado importante e dinâmico na indústria de cosméticos, o terceiro do mundo, e pode assumir uma posição de liderança nesse tema." A modelo Fernanda Tavares, um dos rostos da campanha, disse que é preciso sensibilizar as pessoas com a campanha, para que elas percebam que usam produtos que causaram sofrimento ao ser testados em animais. "É muito mais fácil as pessoas se sensibilizarem com os cosméticos do que com os medicamentos, porque não são produtos de que elas precisam para viver.” Segundo a modelo, é só com mais informação que se vai percebendo a crueldade dos testes com animais. “Muitas vezes, são pessoas que amam os bichos [que usam tais cosméticos], mas que simplesmente não pararam para pensar no que estão fazendo por vaidade", acrescentou Fernanda, que é vegetariana e também se recusa a usar casacos de pele e couro de animais. A campanha lançada nesta segunda-feira inclui um vídeo que será divulgado em redes sociais e terá o reforço de uma carta assinada por 700 cientistas que apoiam a proibição. O documento deve ser publicado ainda nesta semana.


O TEMPO (13/03) Documentário mostra o dia a dia da busca pela ‘partícula de Deus’ Descoberta do bóson de Higgs levou o teórico Peter Higgs a ganhar o Nobel THE NEW YORK TIMES Nova York, EUA. Os físicos têm apenas uma oportunidade a cada geração de descobrir uma nova partícula, isso se tiverem sorte. VEJA TAMBÉM infografico O estudo que foi documentado video Produtor arrecadou US$ 2 milhões Mais Em 2006, ocorreu a David Kaplan, professor de Física da Johns Hopkins, que o tempo de sua geração estava à mão. Os cientistas e engenheiros do Cern, a Organização Europeia de Pesquisa Nuclear, estavam dando os toques finais no Grande Colisor de Hádrons, a maior máquina científica já construída, com o objetivo de encontrar o bóson de Higgs, que seria responsável pela massa das outras partículas do universo. Ninguém sabia se eles iriam encontrá-lo, mas tudo seria diferente, dependendo do resultado. “Com que frequência vemos alguma coisa do tipo acontecer quando todo o conhecimento de determinada área depende de um único evento”, questionou Kaplan, recentemente. E foi assim que nasceu o documentário “Particle Fever” (A Febre da Partícula, em tradução livre), que acompanha um punhado de cientistas no Cern: vida e trabalho, festas e estudos na busca pela “partícula de Deus”, como ficou conhecida. O filme, que foi lançado nos Estados Unidos, foi produzido por Kaplan e dirigido por Mark Levinson. Esse é um dos filmes raros em que os cientistas são os heróis – não tentando dominar o mundo, mas apenas tentando entender como ele funciona. Se a história soa pouco interessante, você nunca viu o brilho no olhar de Monica Dunford, uma jovem aluna de pós-doutorado da Universidade de Chicago, enquanto ela explica como é receber novos dados pela primeira vez em uma geração, nem jogou pingue-pongue com Nima Arkani-Hamed no Instituto de Estudos Avançados; nem caminhou pelos longos labirintos do


Grande Colisor de Hádrons, nos arredores de Genebra, que parecem retirados das mais loucas criações dos vilões de James Bond. Naturalmente, o documentário tem um final feliz. A descoberta do bóson de Higgs, anunciada no dia 4 de julho de 2012, chegou às manchetes do mundo todo e levou o teórico Peter Higgs a ganhar o prêmio Nobel. Kaplan passou dois anos estudando cinema na Universidade Chapman, no Sul da Califórnia, antes de receber o bacharelado na Universidade da Califórnia, em Berkeley, e o doutorado na Universidade de Washington. No início, ele pensava em escrever um livro sobre o novo colisor, mas a perspectiva de escrevê-lo sozinho era triste. Segundo ele, ficou claro “que queria fazer um filme”. Ele comprou uma câmera e começou a entrevistar físicos famosos sobre a importância do novo colisor, mas logo percebeu que precisaria de ajuda e de dinheiro. Um amigo de sua irmã o ajudou a fazer um curta-metragem de oito minutos para promover o projeto. Através de sua mãe, que vivia em Los Angeles, Kaplan foi convidado a mostrar a ideia em uma reunião com investidores “anjos”. Foi lá que ele conheceu Levinson, que havia ido apresentar sua próprias ideias. Ele havia se formado como físico teórico e estava fazendo seu Ph.D. na Universidade de Wisconsin antes de ir a Hollywood como editor de som em filmes como “O Paciente Inglês” e “O Talentoso Ripley”. Ele entrou para o projeto como diretor do filme de Kaplan. Outro avanço ocorreu quando Walter Murch concordou em editar o filme. Uma lenda em Hollywood, Murch recebeu Oscars pela edição de som em “Apocalypse Now” e pela edição de imagem e de som em “O Paciente Inglês”.


O TEMPO (13/03) Associação Médica lança site para denúncias de mau atendimento No projeto, batizado de Caixa Preta da Saúde, interessados podem enviar fotos, vídeos ou informações sobre problemas encontrados que serão fiscalizados

A Associação Médica Brasileira (AMB) e sociedades de especialidades lançaram, nesta quarta-feira, 12, uma plataforma para receber denúncias sobre falhas de atendimento em unidades do SUS ou em instituições particulares. No projeto, batizado de Caixa Preta da Saúde, interessados podem enviar fotos, vídeos ou informações sobre problemas encontrados. O site para envio das informações é http://www.caixapretadasaude.org.br. VEJA TAMBÉM video Exame de sangue pode prever surgimento do mal de Alzheimer video Mães evangélicas não concordam com vacina contra HPV video Anatel decide trocar call center após identificar falhas no serviço Mais Ao entrar no site, interessados indicam o Estado, a cidade e a unidade de saúde onde o problema foi encontrado. Não será necessário se identificar. O presidente da AMB, Florentino Cardoso, afirmou que as informações apresentadas serão checadas por uma equipe. Somente depois poderão ser consultadas no portal. "Todos terão acesso. Queremos dar transparência, mas com compromisso com a verdade." A equipe ficará encarregada também de verificar reincidência dos problemas. "Vamos ter um contato direto com o Ministério Público", completou. Gestores também poderão prestar informações caso os problemas denunciados já tenham sido corrigidos.


G1/CIÊNCIA (13/03) Observatório descobre a maior estrela amarela já encontrada O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quartafeira (12) que foi descoberta a maior estrela amarela já encontrada -- com tamanho superior a 1.300 vezes o diâmetro do Sol, o que a transforma em uma das dez maiores estrelas detectadas até o momento. ESO espera por adesão definitiva do Brasil em cerca de 6 meses Megaobservatório é inaugurado a 5 mil metros de altitude nos Andes Telescópio Alma encontra curioso espiral ao redor de estrela gigante Maior complexo astronômico no Atacama revela imagens do projeto Esta hipergigante, batizada de HR 5171 A, foi detectada com o interferômetro do telescópio VLT (Very Large Telescope) do observatório instalado em Nice, França, faz parte de um sistema composto por duas estrelas, onde a segunda, de menor tamanho, se encontra em contato com a maior. Pesquisas feitas ao longo de 60 anos, algumas vezes por amadores, indicam que este estranho objeto muda rapidamente e foi detectado em uma fase muito breve e instável de sua vida. Devido a essa instabilidade, as hipergigantes amarelas expelem material para o exterior, formando uma atmosfera grande e estendida ao redor da estrela. Os astrônomos utilizaram na pesquisa uma técnica chamada interferometria, que combina a luz recolhida por múltiplos telescópios individuais, recriando um telescópio gigante de mais de 140 metros de tamanho.


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