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SEGUNDA-FEIRA, 12 DE MAIO 2014

AGÊNCIA MINAS (12/05) Unimontes abre inscrições para orientadores de iniciação científica Resultado do processo seletivo será divulgado em 8 de julho. Orientação será entre 1º de agosto de 2014 a 31 de julho de 2015 Estão abertas as inscrições para os candidatos da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) à função de orientadores de iniciação científica do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti). A iniciativa é financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sob administração da Pró-Reitoria de Pesquisa da Unimontes. As inscrições podem ser feitas até 23 de maio, somente pela internet. O resultado do processo seletivo será divulgado em 8 de julho. A orientação será ministrada no período de 1º de agosto de 2014 a 31 de julho de 2015. O programa foi criado com a proposta de promover a iniciação do aluno do ensino superior nas atividades, metodologias, conhecimentos e práticas próprias ao desenvolvimento tecnológico e processos de inovação. Um dos objetivos é contribuir para a formação e inserção de estudantes em atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. Visa também a formação de recursos humanos que se dedicarão ao fortalecimento da capacidade inovadora das empresas no País. O candidato a orientador deverá ter vínculo formal com a universidade e ser detentor de título de doutor. Também deverá apresentar projeto de pesquisa em parceria com empresa de base tecnológica e que envolva o desenvolvimento de produtos e recursos inovadores, que reflitam originalidade, relevância e viabilidade técnica, compatível com o trabalho proposto para o acadêmico. Programa Inventiva 2014 recebe propostas de inventores até a próxima segunda-feira Comissão Especial de Julgamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais terá reunião, no final de maio, para analisar os projetos Termina na segunda-feira (12/05) o prazo para encaminhamento de propostas para o Programa de Apoio ao Inventor Independente e Micro e Pequena Empresa ou Empresa de Pequeno Porte (Programa Inventiva), edição 2014. O programa que, todos os anos, estimula o desenvolvimento da inovação tecnológica no Estado, por meio de financiamento e ações de incentivo, é resultado de um convênio de cooperação entre Fapemig, Sebrae-MG, Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG). O envio das proposições ao Programa Inventiva deve ser realizado pelo sistema Everest. Caso ainda não possua cadastro na Fapemig, o inventor deverá se registrar, no sitema, por meio do


campo “novo usuário”. No caso de dúvidas, uma mensagem pode ser enviada para o endereço eletrônico: ci@fapemig.br. A primeira reunião da Comissão Especial de Julgamento, da Fapemig, está programada para o final do mês de maio. Aqueles que submeterem propostas após a data-limte, terão o conteúdo analisado somente na próxima reunião da Comissão, que ainda não está agendada. (Clique aqui para acessar o regulamento do Programa Inventiva 2014). Sobre o programa Lançado em 2007, o Programa Inventiva é fruto de uma parceria entre Fapemig, Sebrae-MG, Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o BDMG. Desde o seu lançamento, já destinou R$ 900 mil para transformar invenções em produtos. A previsão é que o programa apoie 15 novos projetos até o fim de 2014. Na edição deste ano, os subsídios solicitados para o programa terão o limite de R$ 50 mil por proposta elegível. O Inventiva atua com apoio ao empreendedor na construção do protótipo. Os recursos não reembolsáveis permitem que o inventor contrate uma consultoria especializada, desenvolva um design competitivo e finalize pesquisas para a modelagem do protótipo, dentre outras ações baseadas no pedido de depósito de patente.

Alunos da rede estadual mineira são finalistas de prêmio nacional de curtas

Minas Gerais tem cinco escolas estaduais participando da fase final do ‘Prêmio Curta Histórias’. A iniciativa, que está na fase de votação popular, tem por objetivo incentivar novos talentos e estimular o desenvolvimento das atividades pedagógicas e audiovisuais de cunho cultural e educativo em escolas públicas brasileiras. Ao todo, foram selecionados 24 vídeos de várias regiões do país. Além das escolas estaduais mineiras, três escolas municipais do Estado também concorrem na fase final. Os vídeos finalistas foram selecionados por uma comissão técnica, que avaliou a criatividade e originalidade, qualidade e domínio da técnica, adequação ao tema e contemporaneidade da abordagem. A votação em um dos 24 vídeos finalistas deve ser feita no


site curtahistorias.mec.gov.br até o dia 11 de maio. A divulgação oficial do resultado será feita através do mesmo site no dia 12 do mesmo mês. Premiação Serão escolhidos dois vídeos de cada categoria, sendo um por júri popular e o outro por uma Comissão Julgadora Final. Um total de oito filmes serão premiados em uma cerimônia no Ministério da Educação, que será realizada no dia 28 de maio. Alunos e professores ganharão uma oficina de formação em cinema. Os alunos ainda levam um smartphone e seus professores um smartphone e uma câmera fotográfica semiprofissional cada um. As escolas também são premiadas com uma cinemateca, um datashow, um aparelho e DVD e uma câmera fotográfica semiprofissional. Clique aqui para conferir os vídeos finalistas que representam as escolas da rede estadual mineira.

ESTADÃO (12/05) MEC abre inscrições para o Enem nesta segunda As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano começaram às 10h desta segunda-feira,12, com prazo até 23 de maio. Os R$ 35,00 cobrados pela inscrição podem ser pagos até o dia 28 deste mês. Os interessados podem se inscrever pelo site do MEC. Para esta edição, o Ministério da Educação promete um elevado grau de segurança. Pela primeira vez, o edital prevê que os fiscais de prova poderão usar detectores de metal quando necessário. De acordo com o ministro da Educação, Henrique Paim, o procedimento visa impedir o uso de qualquer tipo de equipamento que traga ameaça à aplicação. A estimativa é de que sejam usados 18 mil detectores portáteis. Um dos alvos da medida é o aparelho celular, proibido durante as provas. Na edição de 2013, fotos de questões chegaram ser divulgadas em redes sociais durante a aplicação. O ato é punido com eliminação. A pasta informou que fará acompanhamento da rede, mas ressaltou que, por segurança, não pode detalhar os procedimentos. De acordo com o presidente do Inep, José Francisco Soares, já está em funcionamento uma área de segurança na sede da instituição. São 21 salas com três níveis de segurança. As de nível mais elevado têm acesso restrito a poucos servidores, além da proibição de entrar e sair com qualquer tipo de equipamento eletrônico. Henrique Paim fez um pedido para que os interessados não deixem o cadastro para a última hora. Segundo ele, na última edição da prova, cerca de dois milhões de pessoas se inscreveram nas 24 horas finais do prazo. Para este ano, o Inep espera 8,2 milhões de inscrições, 13,8% a mais que em 2013. Para tentar inibir as desistências, aqueles inscritos que já participaram e faltaram em outras edições vão receber uma mensagem incentivando que compareçam à prova e alertando sobre os custos que a ausência gera ao País.


Os principais faltosos são os inscritos que já se formaram no ensino médio, os que trabalham, os treineiros e aqueles com direito a gratuidade na inscrição por terem renda familiar de até 1,5 salário mínimo (R$ 1.086) per capta. Na edição de 2013, o índice de desistência foi de quase 30%. "Não temos liberdade de criar restrições ao carente", disse o presidente do Inep, lembrando que o benefício está previsto em lei e não é possível aplicar punições a quem se ausentar. As provas, agendadas para as tardes de 8 e 9 de novembro, terão tratamento especial para os sabatistas - pessoas que, por preceito religioso, não exercem atividades entre o pôr-do-sol de sexta-feira e o de sábado. Nesse caso, as provas terão início às 19 horas do horário de Brasília, exceto para os Estados do Acre, Roraima, Rondônia e Amazonas, que seguirão horário local. Redação.Foco de reclamações e questionamentos sobre a forma de avaliação, as redações vão permanecer com o mesmo critério de correção. Cada texto passa por dois corretores, que distribuem os pontos em cinco categorias. No caso de discrepância entre as notas, um terceiro avaliador é escalado. "A correção da redação tem sido aperfeiçoada a cada ano. O monitoramento tem melhorado", disse o presidente do Inep, José Francisco Soares. Ele ressaltou que, apesar de os critérios serem os mesmos, neste ano existirão novos filtros na avaliação. "É um processo adequado, justo e isonômico", garantiu.

G1.COM/GRANDE MINAS (12/05) Unimontes promove a Semana do Serviço Social em Montes Claros

Entrevista com a professora da Unimontes Tatiane Paraíso. Assista a entrevista no link http://goo.gl/m81Tkk

O TEMPO (12/05) Hotel é mais caro aqui do que em Paris, Roma, Londres... Diária para casal no Rio chega a ser o quádruplo da cobrada nas grandes cidades europeias


Uma diária de hotel três estrelas, para casal, no Brasil, pode ser até quatro vezes mais cara do que uma hospedagem na histórica cidade de Roma, em hospedagem de padrão semelhante. Pesquisa feita pela reportagem de O TEMPO, em agências de turismo e sites de reserva de hotéis, comparou preços de diárias para o dia 17 de junho, em plena Copa do Mundo, quando o Brasil jogará em Fortaleza contra o México. A constatação é que os preços em várias cidades brasileiras, mesmo as que não sediam jogos, estão muito acima do que os valores cobrados em Paris, Roma, Londres, Orlando (EUA) e Buenos Aires. O padrão de todos os hotéis comparados é o mesmo: três estrelas. Nesse dia, hospedar-se no Windsor Martinique, em Copacabana, no Rio de Janeiro, sairá por US$ 641 para o casal. Em Roma, no Montecarlo Hotel, o valor cobrado é US$ 167. Já em Paris, no De L’Ocean, próximo à Ópera Garnier, o valor da diária é de US$ 234. Fugir da Copa no Brasil não significará fugir do preço alto. Pousada em Lavras Novas, distrito de Ouro Preto, na região Central do Estado, com café da manhã, categoria três estrelas, quarto duplo, pode ser mais cara que a hospedagem de padrão semelhante em Buenos Aires, no bairro nobre da Recoleta. Na capital da Argentina, o valor cobrado é de US$ 84 no Bel Air Hotel, enquanto que na cidade mineira, o valor é de US$ 103. E quem preferir assistir ao jogo Brasil e México na capital do Ceará vai ter que desembolsar US$ 490 por dia para se hospedar num hotel na Praia do Meireles, o Villamaris, isso sem tomar café da manhã, para um quarto standard. Em Belo Horizonte, o valor cobrado para casal por vários hotéis três estrelas do centro e da Savassi varia de US$ 236 a US$ 337. Preços superiores aos encontrados em Roma. No Bettoja Hotel Nord Nuova Roma, perto da Estação de Termini, o preço do quarto com café da manhã é de US$ 188.

A presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Minas Gerais (Abih-MG), Patrícia Coutinho, ressalta que não é apenas a hotelaria que é cara no país. “O Brasil é um país caro em razão dos custos altos. Um tênis aqui é mais caro que nos Estados Unidos. As condições no Brasil e nos Estados Unidos são diferentes, não dá para comparar os preços dos hotéis”, diz. Ela frisa que os preços praticados em Belo Horizonte, que é uma das cidades-sede, estão na média dos valores praticados nas Copas da África e da Alemanha. O professor de inteligência estratégica do curso de economia do Ibmec Minas, Marcus Renato Xavier, ressalta que os preços mais altos dos hotéis para a Copa não se devem unicamente ao evento esportivo. “O Brasil tem se destacado por ser um país caro. E vale ressaltar que os preços são fruto do jogo da oferta e da demanda. Não vejo os preços cobrados como uma prática oportunista”, analisa. O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindhorb), Paulo Pedrosa, ressalta que os preços são livres e que dessa forma o consumidor deve pesquisar para encontrar as melhores opções de hospedagem durante o evento. E observa que as diárias já recuaram nos últimos dias. “Há opções em conta em Belo Horizonte, hotéis pequenos, com diárias que variam de R$ 150 a R$ 200”, observa. (U$ 67,87 a US$ 90,49 para cotação em 8 de maio). Ele diz que encara a Copa do Mundo como um evento de alta temporada, como acontece no Carnaval do Rio de Janeiro e em outras cidades onde a festa é forte. “Agora, o que não pode


acontecer é alta na casa dos 500%. Quem exagerar vai ficar com quarto sobrando”, frisa. Para Pedrosa, o preço médio durante o evento para apartamentos standard (padrão) ou luxo para casal em Belo Horizonte deve oscilar de R$ 500 a R$ 800 (US$ 226,24 a US$ 316,9).

O TEMPO (12/05) Marco regulatório pretende destravar pesquisas em ciência e tecnologia

Um conjunto de leis que vão integrar o novo código para a ciência, tecnologia e inovação (CT&I) e que está em tramitação no Congresso Nacional é a esperança de instituições para destravar a burocracia e dar mais liberdade para a pesquisa. O assunto foi discutido na oitava edição do congresso da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti), semana passada em Brasília. Segundo o presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Sérgio Gargioni, os problemas são o baixo volume e a descontinuidade de recursos, a burocracia excessiva e o excesso de regulamentos. “Às vezes, [os regulamentos] não percebem as peculiaridades da pesquisa, quase sempre um território incerto e especulatório. Então é preciso ter flexibilidade”, diz. Para Gargione, a Lei de Inovação em vigor tem boas regras, mas não suficientes. “O ambiente de pesquisa no Brasil hoje é muito ruim. Somos ineficazes pra gastar o dinheiro. Perdemos muito tempo na burocracia e que deveria ser dedicado à pesquisa.


Na área agrícola, por exemplo, se passar o tempo perde o passo, se passou a safra não tem mais aquele elemento para a pesquisa”, critica. Saiba Mais Falta foco para Brasil integrar empresas e centros de pesquisa Crédito da Finep para inovação deve subir para R$ 10 bilhões este ano O chamado Código de CT&I é constituído pelo Projeto de Lei (PL) 2.177/2011, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 290, o Regime Diferenciado de Contratações (RDC) para o setor e a elaboração da Lei da Biodiversidade, a cargo do Ministério do Meio Ambiente. Segundo o deputado Sibá Machado (PT-AC), relator do PL 2.177, a Lei da Biodiversidade é tão complexa que foi decidido deixá-la por último. “Se trouxermos ao debate agora, não vai andar e travar as outras propostas que estão mais adiantadas”, justifica. Machado explica que, inicialmente, percebeu-se que era necessário ajustar a Constituição e atualizar termos para amparar melhor as mudanças previstas nos outros projetos. Aprovada em abril na Câmara dos Deputados, a PEC 290 agora está no Senado, e Machado acredita que pode ser votada antes das eleições. Já o PL 2.177, em tramitação na Câmara, deve ficar para depois das eleições. “Ele modifica e amplia a base conceitual para a CT&I, acaba sendo a lei regulamentar para a mudança que as pesquisas precisam”, explica o deputado. O texto do RDC ainda está na Casa Civil e deve ir ao Congresso por meio de um projeto de lei. Entre as modificações previstas no código, estão uma abertura maior na relação com a iniciativa privada, a flexibilização dos recursos, com a definição do que é custeio e o que é investimento em pesquisas e a definição dos conceitos de atividade meio e atividade fim. As propostas incluem ainda a ampliação do teto do Simples Nacional para micro e pequenas empresas inovadoras e o aumento do banco de horas para pesquisadores da rede pública – que limita o pagamento a pesquisadores pelo Ministério da Educação.

“Hoje, a lei no Brasil só permite 120 horas por ano [de banco de horas]. Em qualquer outro país desenvolvido – Estados Unidos, Japão, China – são 420 horas por ano. Estamos propondo 416 horas por ano, e o Ministério da Educação concorda. Nós queremos um Brasil que se desenvolva fortemente e há uma eclosão de jovens saindo das universidades para montar as próprias empresas”, disse Sibá Machado. Para Gargioni, da Confap, o Brasil tem muitos pesquisadores de alto nível e que acabam deixando o país para se aprimorarem. “Quando saem daqui, vão fazer pósdoutorado e pesquisa lá fora, se desenvolvem muito bem e o Brasil acaba perdendo. Queremos trazer de volta nossos pesquisadores, mas, com as regras atuais, fica difícil”, argumenta.


Mercado de trabalho é o fator que mais contribui para a queda das desigualdades

A formalização do mercado de trabalho e o aumento do salário dos trabalhadores são os fatores que mais contribuíram para a queda da desigualdade social nos últimos anos. Esses dois fatores superam até mesmo outras fontes de renda do brasileiro provindas do Orçamento da União, como a Previdência e programas sociais concedidos pelo governo. Para a conta, foi utilizado como benefício social o índice de Gini, que mede a desigualdade de renda. Construção civil De acordo com o ministro Marcelo Neri, o trabalho contribuiu com 54,9% para a redução da desigualdade entre 2002 e 2012.Tânia Rêgo/Agência Brasil Os dados fazem parte da apresentação feita pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, Marcelo Neri, à presidenta Dilma Rousseff e a 20 ministros na última segunda-feira (5), e informam que o trabalho contribuiu com 54,9% para a redução da desigualdade entre 2002 e 2012. O conjunto de informações é parte de uma compilação sobre o desenvolvimento inclusivo sustentável, na qual Marcelo Neri buscou repassar aos seus colegas e à presidenta a ideia de que o dinheiro no bolso é mais importante para o cidadão comum do que o baixo crescimento da economia apresentado recentemente. A estratégia de investir na valorização do salário e não apenas em programas de transferência de renda gera resultados positivos para alguns analistas porque seu resultado prático é o aumento da renda dos brasileiros assalariados. No entanto, segundo o professor de economia da Universidade de Brasília, Roberto Ellery, é necessário discutir a sustentabilidade dessa política. “Se queremos continuar esse caminho [de aumento dos salários], é preciso aumentar a produtividade”, avaliou o professor, acrescentando que, caso contrário, o país terá problemas com a inflação e com o setor externo. De acordo com Ellery, os investimentos na melhoria dos serviços e na eficiência da produtividade podem impedir essa situação. Para isso, segundo ele, é necessário focar na infraestrutura para que a produção nacional não registre prejuízos com


estradas em más condições, portos operando sem a capacidade necessária nem com problemas no setor energético. Com base nos dados da SAE, as políticas que mais contribuem para o bem estar social, depois do trabalho, são o Bolsa Família, o pagamento da Previdência acima do piso e a aposentadoria com base no salário mínimo, com 12,2%, 11,4% e 9,4%, respectivamente. “O brasileiro em suas casas está tendo um desempenho bem acima do desempenho que as contas nacionais e a maior parte dos economistas analisa”, disse o ministro, ao citar a valorização dos benefícios do Bolsa Família e da Previdência acima da inflação. O programa de transferência de renda, que repassa recursos a famílias com renda per capita inferior a R$ 70 mensais, também atua de uma forma importante no combate à desigualdade. Segundo os números, o custo-benefício de cada real gasto com o Bolsa Família impacta a desigualdade quase quatro vezes mais do que o benefício da Previdência Social. “Uma das belezas do Bolsa Família é que ele tem um impacto social muito grande, gasta pouco e consegue efeito muito grande”, explica o professor Ellery.


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Clipping 12. 05. 2014