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Quarta-feira, 12 de marรงo 2014 NORTE DE MINAS (12/03)

O GLOBO (12/03) Mundo comemora os 25 anos da web World Wide Web, fundador da World Wide Web Foundation e do World Wide Web Consortium World Wide Web Foundation


WASHINGTON – O inventor da web, Tim Berners-Lee, conclama os internautas a enviarem votos de aniversário da World Wide Web por meio da hashtag #web25 e a participarem do evento de perguntas e resposta AMA (Ask Me Anything) do site Reddit nesta quarta-feira, dia 12 de março, às 20h Zulu (17h pelo horário de Brasília). O link para participar é <http://goo.gl/kd6g1P> Internautas de todas as partes do globo se uniram a Berners-Lee na terça-feira para desejar à rede World Wide Web um feliz aniversário e algumas saudações usando a hashtag foram selecionadas para serem postadas no site oficial de aniversário. Berners-Lee, a World Wide Web Foundation e o World Wide Web Consortium convocaram as pessoas para participarem e agirem para proteger e aperfeiçoar a web aberta em 2014. O W3C reunirá especialistas em um simpósio sobre o futuro da web em outubro (w3.org/20), enquanto que a Web Foundation é a ponta de lança do movimento Web We Want (webwewant.org), uma campanha global para garantir a proteção legal dos direitos de usuários da web em todo e qualquer país. “Os bilhões de usuários da web são o que faz desta rede a maravilha que ela é. Espero que muitos entre eles comemorem hoje, junto comigo, este importante marco histórico. Também espero que este aniversário inicie um diálogo global sobre a necessidade de defendermos os princípios que tornaram a web tão bem sucedida e de liberarmos o potencial ainda não totalmente explorado da web. Creio que podemos montar uma web realmente para todos: acessível a todos, a partir de qualquer aparelho ou dispositivo, e capaz de potencializar-nos a todos para garantir nossa dignidade, nossos direitos e nosso potencial como seres humanos. Diga-nos o que você sonha para a web através da #web25”, comentou Berners-Lee, relembrando seu tweet durante as Olimpíadas de 2012, “This is for Everyone”. A web transformou a sociedade em muito pouco tempo. No entanto, ainda restam muitos desafios à nossa frente, como por exemplo, como conectar as três de cada cinco pessoas do mundo inteiro que ainda não estão on-line? Quais soluções novas e inclusivas existem para evitar uma web fragmentada?


Além disso, o criador da web lembra que nossa capacidade de nos fazer ouvir e de nos organizarmos coletivamente on-line está em risco devido à censura e vigilância, de tal modo que qualquer pessoa on-line sofre a ameaça do crime cibernético. Como se poderá atender à demanda de liberdade, privacidade e segurança on-line? No mundo inteiro, menos de 10% dos principais bancos de dados governamentais estão livres para serem reutilizados on-line, o que limita drasticamente a inovação impulsionada pela web. Como será possível desbloquear a força dos dados livres? A Plataforma Aberta da web tem que ser capaz de expandir-se para atender às demandas da indústria através de muitos dispositivos conectados. Como a comunidade conseguirá lidar com os desafios gerados por tal diversidade? Berners-Lee questiona também de que maneira será possível promover um ecossistema vigoroso de inovação a longo prazo, em vez de “jardins murados muito menos férteis”? “Entrem na Campanha Web We Want (webwewant.org), co-organizada pela Web Foundation, e participem de eventos e atividades em seu país ou comunidade para defender os direitos dos usuários na web e à web. E participem e assistam ao streaming ao vivo do Simpósio do 20º Aniversário do W3C no dia 29 de outubro, em Santa Clara, Califórnia, patrocinado pela Intel”, convida Berners-Lee.

CORREIO BRAZILIENSE (12/03) Em 2030, metade do ar poluído do mundo poderá vir da África Paris - População urbana em forte crescimento, rápido desenvolvimento das atividades industriais são os ingredientes para o rápido crescimento da poluição no continente africano, que poderá representar até 55% das emissões de todo o planeta até 2030, revelou um estudo publicado nesta terça-feira (11/3). A poluição vinda da África representa, hoje, de acordo as partículas ou os gases levados em conta pela pesquisa (fuligem, carbono orgânico, dióxido de enxofre,


dióxido de nitrogênio, monóxido de carbono e hidrocarbonetos não-metânicos), entre 5% e 20% da poluição mundial, informa o estudo publicado na revista especializada Environmental Research Letters. "Um aumento considerável é esperado até 2030 caso nenhuma medida seja tomada", escrevem os pesquisadores de uma equipe franco-marfinense pilotada pelo Laboratório de Aerologia do CNRS/Université Toulouse III - Paul Sabatier, que em 2005 traçou um mapa das emissões poluentes na África. Em 2030, o oeste da África representará 45% das emissões poluentes, com uma participação muito elevada da Nigéria. O leste do continente contabilizará 24% das emissões - encabeçado por Etiópia e Quênia - e 26% estará no sul africano. O norte será responsável por apenas 5% das emissões. As principais fontes de emissão são gasolina, diesel, veículos de duas rodas, lenha para aquecimento, carvão vegetal ou ainda a combustão de compostos orgânicos. Leia mais notícias em Ciência e Saúde Globalmente, no oeste da África, a poluição se dá principalmente pelo transporte e o uso doméstico (cozinha). As centrais elétricas e as indústrias do sul da África também são consideradas. No norte do continente, o transporte é a principal causa da poluição. Os autores da pesquisa se interessaram especialmente pelos dois principais compostos das partículas, o carbono orgânico e a fuligem, emitidos por todos os tipos de combustão. Elas podem variar de partículas muito pequenas até as PM10 (cujo diâmetro é inferior a 10 mícrons). Segundo o estudo, a quantidade de partículas de carbono orgânico poderia ser multiplicada por três, e a de fuligem por quatro. As emissões de carbono orgânico na África representariam, então, 50% das emissões mundiais em 2030, contra 20% em 2005. As partículas podem provocar asma, alergia, doenças respiratórias ou cardiovasculares. As menores (menos de 2,5 mícrons), que penetram nas ramificações mais profundas das vias respiratórias e do sangue, foram classificadas como "cancerígenas" pela Organização Mundial de Saúde (OMS).


JORNAL DO BRASIL (12/03) Cietec abre processo seletivo para novos projetos Empresas têm até 17 de março para participar da primeira seleção do ano da incubadora O Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), localizado no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), no campus da Universidade de São Paulo (USP), está com inscrições abertas, até 17 de março, para o primeiro processo seletivo de 2014 em busca de novos projetos para incubação. Empresas dos setores de tecnologia da informação, biotecnologia, eletroeletrônicos, medicina e saúde, meio ambiente e química, entre outros, podem participar da seleção. O resultado será divulgado no dia 30 de junho. O programa oferece quatro modalidades de incubação de empresas: préincubação de empresas de base tecnológica; incubação residente de empresas de base tecnológica; incubação residente de empresas de tecnologia de informação e comunicação (TIC); incubação não residente de empresas de base tecnológica. A seleção dos projetos será realizada em várias etapas e inclui um curso de capacitação para o desenvolvimento de um plano de negócios. O resultado final será publicado após a entrega da redação do documento e a avaliação será feita por consultores especializados. Os interessados em obter mais informações sobre o processo seletivo e as modalidades de incubação podem participar das palestras mensais oferecidas pelo Cietec, que promove o empreendedorismo inovador, incentivando a criação, o fortalecimento e a consolidação de micro e pequenas empresas de base tecnológica. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail cietec@cietec.org.br. O edital pode ser solicitado gratuitamente http://www.cietec.org.br/processo-seletivo/etapas .

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PORTAL CAPES (11/03) Nova RBPG e o livro Práticas da interdisciplinaridade no ensino e pesquisa serão lançados em maio Terça, 11 de Março de 2014 14:20

A nova edição da Revista Brasileira de Pós-Graduação(RBPG) traz um especial sobre a relação entre o ensino superior e as questões do desenvolvimento sustentável. O número 21 da revista apresenta 13 novos artigos que buscam abordar, especialmente, as características de transversalidade e interdisciplinaridade do tema, por meio de debates, experiências e estudos de caso. A RBPG nº 21 busca dar continuidade às reflexões que deram origem ao livro "Contribuições da pós-graduação brasileira para o desenvolvimento sustentável: Capes na Rio+20", no qual foi possível registrar os avanços da pós-graduação brasileira sobre o tema do desenvolvimento sustentável. Para o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, a publicação cumpre o papel da agência em abrir espaços para a reflexão da pós-graduação a respeito dos desafios presentes na grande agenda do desenvolvimento brasileiro. "A questão ambiental, em particular, justamente por se situar na convergência das demandas socioeconômicas com as perspectivas de afirmação de um modelo de desenvolvimento sustentável, tem sido particularmente valorizada ao longo dos últimos anos", afirma.


Lançamentos O lançamento oficial da revista será durante o 3º Encontro Acadêmico Internacional – Interdisciplinaridade nas universidades brasileiras – Resultados e Desafios, entre os dias 13 e 15 de maio. Na ocasião, também será lançado o livro "Práticas da Interdisciplinaridade no Ensino e pesquisa", que vem como uma segunda edição do livro "Interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia e Inovação", lançado em dezembro de 2010, durante a realização da 4ª Reunião Nacional de Coordenadores de Programas de Pós-Graduação Interdisciplinares, realizada na Capes. RBPG Lançada em agosto de 2004, a RBPG é voltada à divulgação de estudos, experiências e debates sobre a pós-graduação, sua situação, desafios, políticas e programas. De periodicidade semestral, está estruturada em quatro seções: Estudos, Experiências, Debates e Documentos. A publicação é disponibilizada para todas as bibliotecas e vários centros de informação do país e do exterior, além de se encontrar disponível no portal da Capes. Com uma média de 15 mil acessos por trimestre, a revista firmou-se como um importante veículo para a disseminação de estudos e debates sobre a pósgraduação. A cada número, são tratados temas variados como características da formação pós-graduada em várias modalidades, política da pós-graduação, demandas da comunidade científica e ações das agências de fomento. A RBPG desempenha ainda o papel de instrumento privilegiado para o estudo de temas referentes à colaboração científica internacional. Aquisição Para adquirir um exemplar avulso da RBPG, deve-se efetuar depósito, por meio da Guia de Recolhimento de Receitas da União (GRU), disponível no sítio do Tesouro Nacional. O recolhimento dos valores deve ser efetuado no Banco do Brasil. O valor unitário da revista é de R$ 10, sendo a taxa de postagem por unidade R$ 1,50 para remessa simples, ou R$ 6 para remessa registrada. Após a realização do depósito, deve-se enviar o comprovante de pagamento, nome, telefone e endereço do destinatário por meio do fax (61) 2022-6902. Saiba mais sobre o processo de aquisição da RBPG.

CNPQ (11/03) Relação entre cultura da periferia e tecnologias digitais são refletidas em pesquisa


O desafio de estudar o impacto das novas tecnologias digitais na produção e no consumo cultural e aproveitar a internet para a criação e a democratização do acesso ao conhecimento estão entre as inúmeras atividades de pesquisa de Heloisa Buarque de Hollanda, professora da Escola de Comunicação e coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PACC/UFRJ) e bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq (PQ 1A). A cultura que vem das periferias das metrópoles e a cultura digital são o objetivo do Projeto Periferias Literárias, em curso com o apoio do CNPq. Este projeto estuda as microtendências na área da produção e criação cultural e sua trajetória dentro das disciplinas formais e da cultura canônica. Para Heloisa Buarque, a pesquisa foca em dois eixos culturais emergentes considerados decisivos para a cultura do Século XXI. “Dois novos campos de produção cultural, relativamente incipientes, a cultura das periferias e a cultura digital não têm ainda nem massa crítica suficiente nem espaço institucional nas áreas de saber que lhes são afins, como a literatura, arte e comunicação”, disse a pesquisadora.

Para desenvolver o Periferias Literárias, foi concebido o Pólo de Cultura Digital com o objetivo de realizar estudos, encontros e seminários orientados para as inovações na área da criação, difusão e consumo da cultura e do conhecimento em base digital. “O Pólo foi bem mais complicado para ser consolidado, provavelmente em função do custo que a relação com a tecnologia necessariamente acarreta. Mas, assim mesmo, temos uma produção constante e um grupo de doutores envolvidos que vêm de várias partes do país”, reflete a pesquisadora. Reunindo artistas, escritores, jornalistas, historiadores, músicos, designers, engenheiros, arquitetos de informação e especialistas em mídias digitais num programa de estudo e pesquisa, o pólo procura repensar os estudos sobre cultura e estabelecer, de forma sistemática, o diálogo entre as áreas de cultura e tecnologia. “Criei, então, duas frentes de pesquisa-ação. Ou seja, a pesquisa


que dialoga e compartilha sua metodologia e reflexão com seu próprio campo de observação”, ressalta Heloisa. A partir do Pólo, foi criado o Laboratório Universidade das Quebradas, um curso de extensão que traz a proposta de trocar conhecimentos para reestabelecer uma nova lógica sistêmica. “Poderíamos chamar esta ação como ecologia dos saberes e o Pólo Digital, onde pretendíamos trabalhar em grupo com os artistas, escritores e pesquisadores que estivessem criando em base digital. Mudanças estão sendo introduzidas ao projeto, inclusive de espaço físico. O Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC/UFRJ), onde se insere o Pólo Digital, foi transferido para a Faculdade de Letras, vizinho do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE), no mesmo campus do Fundão. “Estou trabalhando uma articulação que, na realidade, é o inverso da proposta inicial. Em vez de trazer a tecnologia para a área de letras ou cultura, o Pólo Digital levará a cultura para a área de tecnologia e para a estrutura já montada da COPPE. Este acordo está sendo feito entre o PACC e o Laboratório Métodos Computacionais em Engenharia (LAMCE/COPPE), o que significa que o Pólo Digital está entrando numa nova fase de produção mais avançada e cujos frutos serão visíveis a partir de 2014”, planeja a Heloisa. Produtos desenvolvidos pelo núcleo coordenado pela pesquisadora · O Portal Literal, um grande portal de literatura e mídia em parceria com a Conspiração Filmes e Petrobrás (www.portaliteral.com.br). · A exposição Blooks, cruzamento de blogs e books, que foi mostrada no Rio (Instituto Oi Futuro) e em São Paulo (SESC Pinheiros). · A exposição Vento Forte uma experiência de mostra virtual dos 50 anos do Teatro Oficina (Centro Cultural dos Correios). · A exposição Periferia.com resultado de uma pesquisa sobre a presença digital na cultura das favelas e comunidades do Rio de Janeiro que foi mostrada no Parque Lage e na Biblioteca Parque de Manguinhos (periferia do RJ). · A Revista Zona Digital, com o apoio da Funarte, um espaço acadêmico de produção e compartilhamento do conhecimento sobre as novas relações entre cultura e tecnologia. A revista acaba de sair do ar e voltará em 2014 na


forma de ebook, com os principais artigos e ensaios produzidos durante o período de sua vigência. · A exposição e o site antologia ENTER, que reuniu 30 escritores em torno da experiência de trabalhar seus textos em registro transmídia ou multiplataforma, trabalhando em base digital com recursos visuais, sonoros e de movimento. Este trabalho está também em fase de se tornar um book app (livro aplicativo) para sua maior divulgação. · Na mesma direção experimental, a Heloisa Buarque está em processo de publicar o book app Cultura em Transe, um livro transmídia sobre a cultura dos anos 1960.

ESTADO DE MINAS (11/03) Amazon lança serviço de armazenamento em nuvem para brasileiros Cloud Drive é gratuito e todos os clientes recebem 5 GB de armazenamento

A Amazon lançou nesta terça o serviço de armazenamento Cloud Drive para usuários brasileiros. Os clientes podem fazer o upload e armazenar fotos, vídeos pessoais e arquivos digitais na nuvem e acessá-los de telefones e tablets (Android e iOS), e também em PC, Mac, ou a partir de qualquer navegador web. O serviço é gratuito e os usuários ganham 5 GB de armazenamento no momento da inscrição.


A Amazon.com.br estreou em dezembro de 2012 e tem mais de 2 milhões de livros disponíveis aos clientes brasileiros, incluindo mais de 28 mil livros em português e mais de 2.500 livros gratuitos, também em português. Consumidores também podem baixar os aplicativos gratuitos de leitura Kindle, em português, inclusive para iPhone, iPad, smartphones e tablets Android, PC, Mac e Windows Phones. Para mais informações visite www.amazon.com.br/clouddrive.


Clipping 12 03 2014