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Prosseguem os entendimentos para implantação do Projeto Vale do Rio Pardo, no Norte de Minas

Sectes e FAPEMIG apresentam o balanço dos resultados obtidos em 2013

A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, coordenou dia 28 de novembro, o encontro, na Cidade Administrativa, para tratar da implantação do Projeto Vale do Rio Pardo, a ser implantado pela Sul Americana de Metais para extração de minério de ferro nos municípios de Grão Mogol e Padre Carvalho, na região Norte de Minas Gerais.

O secretário em exercício de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Evaldo Vilela, apresentou dia 4 de dezembro, ao lado do presidente da FAPEMIG, Mario Neto Borges, um balanço das ações executadas pela Secretaria em parceria com a Fundação no ano de 2013.

Orçado em R$ 4,2 bilhões, o empreendimento tem produção estimada de 25 milhões de toneladas/ano de minério de ferro a 65% de concentração, estando o início da produção previsto para 2017. A fase atual é de licenciamento ambiental.

Entre os programas e projetos apresentados foi destacado a Rede de Inovação Tecnológica (RIT), que compreende o Programa Mineiro de Apoio aos Parques Tecnológicos; o projeto de Expansão do Ensino Superior; a Universidade Aberta e Integrada de Minas Gerais – Uaitec e os Arranjos Produtivos Locais (APLs).

Trata-se de projeto integrado que prevê a instalação de mina de minério de ferro de baixo teor (20%), unidade de concentração do mineral (elevará seu teor a 65%) e mineroduto, que fará o escoamento da produção. Foto: Polos de Inovação.

Foto: Sedvan/IDENE.

O mineroduto de 482 quilômetros passará por 21 municípios, sendo nove em Minas Gerais e 12 na Bahia, ligando o Norte de Minas ao Porto Sul, em Ilhéus (BA).

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O secretario falou ainda sobre os Polos de Excelência, que visam à consolidação do estado na liderança nessas áreas e no conhecimento cientifico e tecnológico; e sobre os Polos de Inovação, que visam a capacitação de jovens em municípios do Norte de Minas e dos Vales de Jequitinhonha e Mucuri.

Fonte: Fapemig.

Leia mais... Fonte: Sedvan/IDENE.

Codevasf doa equipamentos para impulsionar produção agrícola e viabilizar abastecimento de água no norte de Minas A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) formalizou no mês de novembro a doação de uma série de equipamentos a municípios e associações de produtores rurais do norte de Minas Gerais com o intuito de impulsionar a produção agrícola e viabilizar abastecimento de água a comunidades rurais da região. Os recursos aplicados no suporte à agricultura familiar com a doação de maquinários somam R$ 450 mil e são originários de emendas parlamentares.

Foto: Codevasf.

Leia mais... Fonte: Codevasf.

A Codevasf promove o abastecimento de água e o desenvolvimento da agricultura com uma série de outras ações, entre as quais destacam-se a manutenção de projetos de irrigação de grande escala e a instalação de barreiros de dessedentação animal e de cisternas de abastecimento humano em comunidades rurais difusas.

Governo do Estado, AHSFRA e Prefeitura de Pirapora aceleram entendimentos para ampliação da Hidrovia do São Francisco Representantes do Governo de Minas, da Administração da Hidrovia do São Francisco (AHSFRA) e da Prefeitura de Pirapora reuniram-se dia 26 de novembro, na Cidade Administrativa, para analisar a atual situação da Hidrovia do São Francisco e buscar o alinhamento de estratégicas para potencializar a sua utilização. Com total de 1.371 quilômetros, a Hidrovia do São Francisco se estende de Pirapora (MG) até Petrolina (PE). Entretanto, o trecho mineiro permite atualmente navegação somente de pequenas embarcações, enquanto que no restante do percurso seu uso econômico está restrito a 50 mil toneladas/ano.

Foto: Sedvan/IDENE.

Leia mais... Fonte: Sedvan/IDENE.

O secretário de Estado de Desenvolvimento do Vale do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas, Gil Pereira, destacou que a retomada da Hidrovia do São Francisco trará incentivo à produção e ao comércio, além de pontos positivos para o meio ambiente, como a revitalização do São Francisco, e a melhoria das condições socioeconômicas ao longo de toda a sua extensão.


Minas Gerais passa a contar com regulação para o mercado livre de gás A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), que atua em Minas Gerais como órgão regulador da atividade de distribuição de gás natural canalizado, publicou dia 10 de dezembro, no Diário Oficial do Estado, as regras para atuação das figuras que atuam no mercado de gás natural, entre eles os consumidores livres, autoprodutores, autoimportadores e comercializadores, criados pela Lei do Gás. Ao estabelecer a regulamentação para atuação desses públicos, a Sede institui o Mercado Livre deste energético, no qual as empresas consumidoras poderão adquirir gás natural diretamente de produtores, contratando da concessionária apenas os serviços de distribuição.

Foto: Agência Minas.

A regulamentação contou com ampla discussão, ao longo de 2013, envolvendo todos os setores e tem como principal meta ampliar o consumo deste energético no Estado de Minas, bem como contribuir para o estabelecimento da produção de gás em solo mineiro, na bacia do São Francisco.

Espera-se que como resultado do aprofundamento no conhecimento geológico da região, seja comprovada a viabilidade econômica dos primeiros blocos em 2014, a partir de quando poderá ser iniciada a produção de gás em escala comercial.

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) estabelecerá as ações para controle da lagarta Helicoverpa armigera, em Minas Gerais. As ações são baseadas nos conceitos e práticas do Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O objetivo é minimizar os danos econômicos e ambientais causados pelo ataque da praga que já causou prejuízos milionários a produtores de algodão, soja e milho.

Foto: SEAPA – MG.

O plano de manejo da Embrapa traz uma série de recomendações ao produtor quanto ao combate da praga, considerada uma das maiores preocupações da agricultura nesta safra 2013/14. Entre elas, a adoção de áreas de refúgio, o uso de forma controlada de produtos químicos e destruição de restos culturais, por exemplo.

O diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, explica que estamos diante de uma praga nova e, por isso, é preciso unir forçar para combatê-la. “É necessário que todos os estados declarados como emergência fitossanitária adotem procedimentos harmônicos no combate à Helicoverpa armigera”, afirma. Leia mais... Fonte: SEAPA - MG.

Leia mais... Fonte: Agência Minas.

Pacto pela pecuária sustentável evita que consumidor compre carne de área desmatada

Seapa avalia em R$ 1 bi potencial de aplicações na agricultura de baixo carbono em Minas O potencial de aplicações em atividades incluídas no Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC) pelos produtores mineiros na safra 2013/14, exclusivamente pelo Banco do Brasil, é da ordem de R$ 1 bilhão. A avaliação é da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). Para o secretário Elmiro Nascimento, “esta meta é possível e necessária”, pois as práticas adotadas reduzem a emissão de gases promotores do efeito estufa. No período de julho a setembro, os repasses de crédito para o desenvolvimento das boas práticas do ABC nas propriedades – feitos pelo banco mediante acordo com a Secretaria – somaram R$ 66,6 milhões.

Foto: Agricultura de Baixo Carbono.

Minas Gerais define ações para combate à helicoverpa

O secretário ainda considera que a aplicação de R$ 1 bilhão nas atividades alcançadas pelo ABC, nesta safra, corresponde à importância da produção agrícola e pecuária de Minas e equivale a 22,2% do total disponível para investimentos da agricultura de baixo carbono em todo o país, que soma R$ 4,5 bilhões.

O trabalho “Pacto com os Supermercados pela Pecuária Sustentável no Brasil”, do Ministério Público Federal (MPF), ganhou a primeira menção honrosa do Prêmio Innovare na categoria Ministério Público. Com a iniciativa, grandes redes de supermercado passaram a oferecer linhas de produtos rastreados desde a origem, permitindo que os consumidores saibam que a carne não é resultado de desmatamento ou trabalho escravo. O termo de cooperação pela pecuária sustentável foi firmado no final de março entre o MPF e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O objetivo é evitar que os supermercados brasileiros comprem carne bovina proveniente de áreas Foto: Agência Brasil. desmatadas ilegalmente na Amazônia ou onde tenham sido constatadas irregularidades como invasão de terras públicas e trabalho escravo. De acordo com o procurador da República Daniel César Azeredo Avelino, o pacto conta com a participação das empresas e dos consumidores. Logo após a assinatura do acordo, grandes redes de supermercado lançaram linhas específicas de produtos com a identificação de origem. Muitas empresas lançaram, inclusive, selo específico para facilitar a identificação por parte dos clientes.

As regiões em destaque na aplicação de recursos, no acumulado de julho a setembro deste ano, foram o Triângulo Mineiro (R$ 26,7 milhões), Norte (R$ 12,8 milhões), e Noroeste (R$ 10,4 milhões). Também tiveram participação nas aplicações a Zona da Mata, regiões Sul/Sudoeste, Metropolitana de Belo Horizonte e o Vale do Mucuri.

Pelo termo de cooperação, a Abras se comprometeu a informar e orientar as empresas do setor supermercadista sobre práticas que ajudem a coibir o trabalho escravo na cadeia da carne, ampliem a redução do desmatamento e a recuperação de áreas desmatadas e combatam o abate clandestino.

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Fonte: Agência Minas.

Fonte: Agência Brasil.


Projeto Barraginhas recebe prêmio O projeto "Barraginhas para Captação de Água Superficial de Chuvas" coordenado pelo engenheiro agrônomo Luciano Cordoval de Barros, da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), foi agraciado pela segunda vez com o Prêmio Ouro Azul, criado pelo jornal Estado de Minas. A premiação aconteceu no último dia 10 em solenidade do Espaço Cultural na Sede dos Diários Associados em Belo Horizonte-MG. O prêmio, em sua 12ª edição, foi criado com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre o uso racional da água.

Artesanato dos vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas desperta atenção no Expominas Peças de artesanato dos vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas despertaram grande interesse entre os visitantes da 24ª Feira Nacional de Artesanato (FNA), que aconteceu de 3 a 8 de dezembro, de 10h às 21h, no Expominas, em Belo Horizonte. Para exposição e comercialização do trabalho dos artesãos, foram montados estandes em parceria entre as secretarias de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e de Desenvolvimento Econômico (Sede), além do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene), o Sebrae-MG e o Centro de Artesanato Mineiro (Ceart).

Todos os trabalhos premiados serão conhecidos no próximo dia 21 de dezembro, quando o jornal Estado de Minas publica caderno especial com informações de todos os projetos e com a cobertura da solenidade. Foto: Projeto Barraginhas.

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Foto: Sedvan/IDENE.

Fonte: Embrapa Milho e Sorgo.

Um dos espaços exibiu peças de cerâmica e bordados produzidos nos vales do Jequitinhonha e Mucuri. Outro estande expôs bordados, produtos decorativos e utilidades domésticas, feitos com fibra de bananeira, além de colares, brincos e anéis confeccionados com sementes.

Leia mais... Fonte: Agência Minas.

Convidamos o leitor a acessar o Blog do CECS e apreciar outras reportagens e produções técnicas e científicas desenvolvidas na área de abrangência do Semiárido Mineiro.

Curso de Produção de Milho no Sistema de Plantio Direto

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Data: 15 a 17 de Janeiro de 2013 Local: Viçosa - MG Organização: CPT Cursos Presenciais

Algumas Notícias...

Maiores informações: cpt@cursospresenciais.com.br ou (31) 3899 8300

Para acessar o Blog do CECS clique aqui:

Estado registra redução de 57% de área queimada por incêndios florestais nas Unidades de Conservação em relação à média histórica

Minas Sem Fome beneficia famílias de Mantena, região Leste de Minas

Quilombola da Lapinha em Minas é força e vitória

Publicações... •

A casca de soja e sua utilização na alimentação animal. Silva (2004) .

Avaliação de genótipos de sorgo em primeiro corte e rebrota para produção de silagem. Botelho et al. (2010) – Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes)/ Instituto Federal do Triangulo (Campus Uberaba).

Estimativa da recarga aquífera na bacia do Riachão, Norte de Minas Gerais. Soares e Velásquez (2013) – UFMG – Instituto de Geociências.

Métodos alternativos e controle biológico de pragas do algodoeiro aplicados a agricultura familiar no Norte de Minas Gerais. Andrade et al. (2007) – Unimontes/ Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMiG).

Riqueza e similaridade florística de oito remanescentes florestais no Norte de Minas Gerais, Brasil. Santos et al (2006)– Universidade Federal de Lavras (UFLA)/ Unimontes/ Universidade Federal de Viçosa (UFV)

Uso do nim para o controle de ácaros e pulgões em horta agroecológica de Araçuaí, semiárido de Minas Gerais. Caires e Caires. (2011) – Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (Campus Araçuaí)/ Rancho Carolina (Alta Floresta – MT).

Endereço: Campus da UNIMONTES – Anexo do Prédio CCBS – Projetos Especiais - Vila Mauricéia - Montes Claros – MG - Tel: (38) 3229 8130 E-mail: cecs.semiarido@gmail.com

SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DE MINAS GERAIS - SECTES

Nos dias 7 e 8 de novembro, o IFNMG-Campus Januária e o Programa Água Brasil - resultado da parceria entre Banco do Brasil, Agência Nacional de Águas (ANA), Fundação Banco do Brasil e WWF-Brasil - realizaram o I Fórum de Pesquisa, Extensão e Inovação em Januária. O evento teve como objetivo conhecer as atividades de pesquisa e extensão que contribuem para o conhecimento científico-tecnológico que gera subsídios para o desenvolvimento regional. Mais de 80 pessoas de 12 instituições participaram dos painéis e oficinas. Segundo Vinicius Pereira, analista de Conservação do WWF-Brasil, um evento como esse fortalece a ação em rede em prol da transformação socioambiental do Norte de Minas Gerais.

Foi realizado dia 5 de dezembro, no auditório da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (AMAMS), o I Seminário Municipal de Enfrentamento a Enchentes, Inundações e Alagamentos na Cidade de Montes Claros. Foi apresentado o planejamento dos diversos órgãos para o enfrentamento do período chuvoso, assim como foram divulgadas as últimas previsões meteorológicas para a região. Ainda durante o evento, foram entregues os certificados de conclusão do curso de Sistema de Comando em Operações (SCO), uma ferramenta gerencial que padroniza as ações a serem adotadas, de forma conjunta, em situações críticas de qualquer natureza e tamanho, como inundações, tremores de terra e atentados terroristas.

Produção: Equipe de BOLSISTAS do Projeto CECS – Fase II Coordenação: Professor Expedito José Ferreira Apoio : Professor Renan Laughton Milo


Cecs notícias ano 02 nº 14