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á 10 anos iniciamos um modelo inovador no Sistema Unimed (e também em todo o setor de operação de planos de saúde), em que a Federação seria a operadora de planos, com registro e toda a

responsabilidade perante a Agência Nacional de Saúde e oito cooperativas Singulares de médicos, formadas sob a égide da Constituição Unimed, assumiriam a gestão de seus médicos cooperados e prestadores de serviço, das vendas e atendimento local, e os seus resultados econômicos.

Tal formatação permitiu que conjugássemos o melhor conhecimento e capital humano da Federação, e com evidente ganho de escala, e a insuperável vantagem da gestão local dos sócios, parceiros e clientes.

Com isto obtivemos melhores resultados para os médicos cooperados e um notável ganho de qualidade na prestação de serviços de saúde suplementar nas suas áreas de abrangência.

Um olhar para trás, nos anos de 1999 e 2000, nos relembra todas as dúvidas e riscos que compunham este projeto audacioso e inovador. Hoje, é com tranquilidade que observamos a evolução e o avanço que o modelo “Prestadoras” representou para nós, em Santa Catarina, e que serve de inspiração para outras federações do sistema Unimed do Brasil.

Esta avaliação nos traz uma sensação muito boa, a da “coisa que deu certo” e que é útil e importante.

Que este sucesso continue.

Dr. Dalmo Claro de Oliveira


Cenรกrio


Singulares Prestadoras - 10 ANOS

D

esde sua criação, em 1982, a Federação das Unimeds de Santa Catarina, tem como objetivo a congregação das Unimeds do estado e a sua representação política perante o Sistema Unimed nacional. Naquela época, o papel da cooperativa estava voltado para as áreas política e

operacional, com pouco foco na prestação de serviço.

Em meados da década de 80, a Unimed já tinha uma boa participação no mercado de planos de saúde em Santa Catarina. Entre os anos de 1986 e 1987, a assinatura de importantes contratos estaduais (Celesc, Besc e Casan) levou a Federação a criar os escritórios Seccionais. Os contratos representavam cerca de 70 mil novas vidas, distribuídas por todo o território estadual, exigindo a capilarização da rede de atendimento no estado.

Cada escritório contava com um coordenador e um vice-coordenador, que estavam à frente de um grupo de médicos credenciados. Esses coordenadores não tinham qualquer participação na Federação, somente atuavam num escritório que representava a cooperativa. Aos escritórios cabia cuidar da representatividade local e associação dos médicos a eles credenciados. Era a Federação quem fazia a operacionalização dos planos de saúde, mantinha um relacionamento com os prestadores de serviço e ficava com os resultados, independente de serem positivos ou não. Nessa ocasião a Unimed já prestava assistência à saúde para 610 mil pessoas.

Em 1999, quando iniciou a gestão dos médicos Dalmo Claro de Oliveira (presidente), Wálmore Pereira de Siqueira Júnior (vice-presidente) e Adônis Rogério Rosar (superintendente), existia uma grande insatisfação por parte do Conselho de Administração da Federação das Unimeds de Santa Catarina com o modelo dos escritórios Seccionais. Dalmo, Wálmore e Adônis vinham da presidência de operadoras e tinham assumido com seus pares o compromisso de encontrar um modelo que desvinculasse os escritórios da Federação.

O resultado das operações dos nove escritórios Seccionais, no conjunto, era deficitário. Outro ponto bastante crítico era a falta de uma relação cooperativa com o Sistema Unimed. A não participação econômica dos sócios e a falta do controle democrático dos mesmos estavam na contramão dos princípios do cooperativismo.


Do outro lado, as Seccionais acreditavam que a Federação não conseguia fazer a gestão do contrato, fosse pela distância geográfica ou pela falta de compromisso com o negócio. Havia uma insatisfação política e econômica com a Federação, que operava os planos de saúde. Os médicos cooperados achavam que havia pouca transparência na prestação dos resultados e muitas vezes se sentiam explorados dentro daquele modelo de trabalho.

Um pouco antes desta época, alguns escritórios Seccionais (Criciúma, Joaçaba, Tubarão, Lages, Chapecó) se tornaram Operadoras de planos de saúde. A intenção era migrar todos os escritórios Seccionais para Operadoras, porém, com a chegada da Lei 9656/98, o Sistema Unimed catarinense passou a temer a singularização dos escritórios, em virtude das obrigações impostas já naquela época.

A Lei 9656/98 veio para regulamentar e padronizar a operação dos planos privados de assistência à saúde. Para que uma Operadora de plano de saúde exercesse essa atividade, seria necessário estar registrada junto à ANS e obedecer a uma série de requisitos que garantiriam a assistência à saúde dos seus segurados.

A regulamentação do setor permitiu a preservação dos interesses dos beneficiários, mas trouxe uma série de inconvenientes para as Operadoras, entre os quais a obrigatoriedade de aceitar qualquer tipo de beneficiário.

Esse era o contexto do Sistema Unimed de Santa Catarina e do Mercado de Planos de Saúde Privados em 1999, quando a nova diretoria assumiu a Federação com o compromisso de solucionar a insatisfação dos escritórios Seccionais e do Conselho de Administração da Federação.

um modelo de gestão eficiente e eficaz.


Solução


Singulares Prestadoras - 10 ANOS

A

o mesmo tempo em que a criação dos escritórios Seccionais permitiu a expansão da rede Unimed no estado, o modelo gerava resultados deficitários e tinha uma gestão pouco transparente. A questão era: que modelo atenderia as necessidades dos médicos, preservando a rede

de atendimento e gerando bons resultados?

Já no início da gestão a nova diretoria passou a visitar os escritórios Seccionais, ouvindo os coordenadores e participando das reuniões de Organização do Quadro Social (OQS). Essa “peregrinação” só confirmava a insatisfação dos médicos que não participavam dos resultados da cooperativa e das decisões tomadas pela Federação. Nessa época Santa Catarina contava com 15 Unimeds Operadoras de planos de saúde (Joinville, Florianópolis, Lages, Vale do Araranguá, Alto Vale, Planalto Norte, Extremo Oeste Catarinense, Brusque, Litoral, Tubarão, Blumenau, Chapecó, Caçador, Criciúma e Joaçaba) e nove escritórios Seccionais (Campos Novos, Canoinhas, Jaraguá do Sul, Videira, Riomafra, Concórdia, Curitibanos, Vale do Iguaçu e Alto Irani).

Alguns escritórios eram muito pequenos, o que inviabilizava transformá-los em Operadoras de planos de saúde. Pensou-se, na época, em formar uma Operadora única, juntando todos os escritórios, mas a ideia foi repudiada, pois mais uma vez a localização geográfica inviabilizaria a operação. Outra possibilidade proposta foi o agrupamento dos escritórios, em grupos de três, mas ela também não foi aceita, pois alguns deles eram deficitários e não seriam aceitos pelos que apresentavam bons resultados.

Nessa busca por uma solução a Federação propôs o modelo de Unimeds Prestadoras, cooperativas de trabalho médico que entre outras atribuições seriam responsáveis pelas vendas, autorização, auditoria médica, gestão dos resultados, exceto a operação dos planos de saúde, feita pela Federação. O ponto principal dessa nova concepção era que a gestão dos resultados (as sobras ou as perdas) ficaria a cargo de cada Prestadora.

Entre os objetivos do novo modelo estava a busca por melhores resultados, proporcionando uma remuneração mais justa e digna ao cooperado, uma relação que atendesse aos princípios do cooperativismo e que fosse mais saudável entre essas cooperativas e a Federação.


A Federação percebeu que o modelo de Unimed Prestadora seria a solução mais adequada para atender todos os anseios daquela época. Esperava-se que desta forma, os cooperados estariam mais comprometidos com os resultados.

A proposta foi discutida internamente, exposta aos coordenadores dos escritórios Seccionais e debatida na reunião do Conselho de Administração. Nessa fase, a viabilidade das Prestadoras começava a ser percebida e aceita pelo Sistema Unimed catarinense.

Também coube à Federação defender o modelo de Unimed Prestadora junto à Unimed do Brasil, apresentando os estudos de viabilidade. Era necessário que aquelas Unimeds, mesmo com a operação dos planos de saúde feita pela Federação, fossem aceitas como cooperativas de trabalho médico e que recebessem números que as nominassem dentro do Sistema Unimed. A proposta foi aceita pela Unimed do Brasil, que compreendeu a viabilidade daquele modelo inédito no país.

Os escritórios Seccionais contavam com um quadro social organizado, que se reunia com frequência. A Federação aproveitou essas reuniões, e o fato desse grupo também estar em busca de uma solução que atendesse aos anseios dos médicos associados, para apresentar a proposta das Unimeds Prestadoras.

Havia três premissas básicas para que os escritórios Seccionais fossem transformados em Prestadoras: • Operação conjunta com a Federação; • Coeficiente de Honorário (CH) variável de acordo com as possibilidades;

• Contratação de Seguro Franquia para todos os contratos de Valor Determinado (VD).

Criou-se, então, o modelo das Unimeds Prestadoras. Dos nove escritórios Seccionais, oito passaram a funcionar nesse formato (Canoinhas, Jaraguá do Sul, Videira, Riomafra, Concórdia, Curitibanos, Vale do Iguaçu e Alto Irani). A exceção foi o escritório de Campos Novos, cujo reduzido número de médicos credenciados impossibilitava a criação de uma cooperativa de trabalho médico, levando os profissionais a integrarem a Unimed Joaçaba, que já atuava como Operadora. um modelo de gestão eficiente e eficaz.


Singulares Prestadoras - 10 ANOS

Com base em projeções financeiras, chegou-se a um valor que custeasse todo o serviço oferecido pela Federação às Prestadoras. Foi definido que 8% do faturamento bruto de cada Prestadora ficaria com a Federação. Mais tarde a contratação de auditorias viria a confirmar a veracidade desse percentual.

Foram então acertadas, primeiro verbalmente, as regras básicas que possibilitaram o início de funcionamento das Prestadoras. Hoje as Unimeds Prestadoras estão constituídas legalmente, com a criação de um estatuto e com um regulamento detalhado com os direitos e deveres que norteia esse relacionamento com a Federação.


um modelo de gest達o eficiente e eficaz.


Vantagens


Singulares Prestadoras - 10 ANOS

Vantagens para o médico cooperado • As decisões como rateio de sobras, credenciamento dos prestadores de serviço, entre outros, são locais, definidas nas reuniões e Assembleias, sem ingerência da operadora;

• Facilidade de diálogo, transparência e esclarecimento com a diretoria, colaboradores, Conselho e demais cooperados;

• Os resultados (sobras ou perdas) são repassados, alterando o coeficiente de honorários. Quando há sobras elas são distribuídas.

Vantagens para o cliente • Atendimento local e personalizado, feito por colaboradores e cooperados;

• Facilidade para a autorização de procedimentos, avaliações periciais, informações sobre coberturas, negociação e transferência de plano.


Responsabilidades da Prestadora • Capitalização;

• Vendas;

• Autorização;

• Auditoria;

• Credenciamento e relação com os prestadores de serviços;

• Gerenciamento;

• Gestão dos resultados.

Responsabilidades da Federação como Operadora • Desenvolvimento, formatação e registro de produtos;

• Assessorias: Jurídica, Agência Nacional de Saúde (ANS), Educação e Formação, Marketing;

• Serviços: Contábeis, Operacionais, Financeiros, Informática e Administrativos.

um modelo de gestão eficiente e eficaz.


Resultados


Singulares Prestadoras - 10 ANOS

Menores custos, melhores resultados Já no primeiro ano como Prestadoras, as oito cooperativas apresentaram uma curva descendente dos custos, principalmente no item referente aos intercâmbios. Essa redução chegou a 25% no ano de implantação do modelo (2000), e diminuiu em média mais 7,4% no período de 2001 a 2009.

A partir do momento em que os resultados da cooperativa passaram a ser de responsabilidade de cada uma delas, houve a preocupação em reduzir os custos desnecessários. Além da melhoria na situação financeira aconteceu o resgate do espírito cooperativista e a participação do médico na cooperativa, com índices superiores a 50% na participação em Assembleias.

Entre a adoção do modelo de Prestadoras para cá, todas as cooperativas tiveram um crescimento no faturamento mensal bruto. Para algumas, como Canoinhas, Jaraguá do Sul e Vale do Iguaçu, o aumento foi superior a 200%.

Acesso a serviços de qualidade Passados dez anos da origem das Unimeds Prestadoras o que se vê são excelentes resultados. A centralização da operação na Federação permitiu que as Unimeds Prestadoras tivessem acesso a serviços de qualidade, seguindo uma orientação única no estado e até no Brasil.

A taxa de operacionalização cobrada pela Federação se manteve em 8% do faturamento bruto, ao longo desses 10 anos. Somando essa taxa com outras despesas locais da cooperativa a média do custo administrativo é de 12,2% do faturamento bruto, enquanto a média das cinco menores Operadoras de planos de saúde no estado é de 16,5%


Satisfação dos cooperados e colaboradores A visão dos dirigentes das Prestadoras e dos médicos cooperados transformou-se desde a implantação do modelo de Prestadoras. Hoje eles se sentem como uma cooperativa, têm autonomia e vida própria. A maior participação, maior comprometimento e maior satisfação dos quadros sociais são prova disso.

Do outro lado estão os colaboradores da Federação, que entenderam esse processo no qual as Prestadoras deixaram de ser apenas prestadoras de serviço e se transformaram em clientes. Hoje elas são importantes economicamente para a Federação, uma vez que representam 1/3 do seu faturamento. Esta percepção contribuiu na soma de esforços em prol de objetivos comuns e foco no resultado.

Pioneirismo no Brasil O pioneirismo catarinense vem, há alguns anos, chamando a atenção de cooperativas médicas de todo o Brasil. Hoje, Federações como Goiás/Tocantins, São Paulo e Minas Gerais já implantam modelo igual ao catarinense ou baseado nele. Com o passar dos anos tornou-se uma rotina receber visitantes de Operadoras e Federações de todo o Brasil, em busca de mais informações sobre o modelo de Unimeds Prestadoras.

Dentro do ineditismo catarinense também estão as cooperativas com área de ação em dois estados. A Unimed Prestadora Vale do Iguaçu, que tem como área de ação as cidades de Porto União/SC e União da Vitória/PR e a Unimed Riomafra, atendendo Mafra/SC e Rio Negro/PR. As cooperativas adotam ações e procedimentos padrão nos dois estados e são filiadas às duas Federações.

Suporte às Prestadoras A qualidade em serviços oferecidos pela Federação também tem contribuído para a manutenção de um atendimento de qualidade aos clientes e na padronização da marca Unimed no estado. Cerca de 300 colaboradores trabalham na Federação e, de alguma forma, atendem essas cooperativas.

um modelo de gestão eficiente e eficaz.


Singulares Prestadoras - 10 ANOS

As Assessorias para os Assuntos da Agência Nacional de Saúde (ANS) e Jurídica contribuem no cumprimento e no esclarecimento sobre a legislação vigente na área de planos de saúde. O suporte dado pela área de Tecnologia da Informática permite uma comunicação rápida e eficiente com o Sistema Unimed catarinense e nacional. O trabalho atuante das áreas de Marketing e Mercado dá maior visibilidade para a marca, além da participação em negociações e acompanhamento na prospecção de novos clientes.

As áreas Operacional e Cadastro, bem estruturadas, dão agilidade no ingresso e também manutenção de clientes. Na busca pelo aperfeiçoamento constante de cooperados, dirigentes e colaboradores, a área de Educação e Formação viabiliza cursos, workshops, pós-graduações e MBA’s em várias cidades do estado. As áreas Contábil e Financeira dão a assessoria necessária e o acompanhamento para uma boa saúde econômica das Prestadoras.

Números da Unimed em SC • 306 Municípios cobertos

• 5.234 Médicos cooperados

• 3.931 Colaboradores

• 1 Milhão de clientes


A marca Unimed em SC Essa capilaridade oriunda da abertura dos escritórios Seccionais, que mais tarde se transformaram em cooperativas de trabalho médico com a adoção do modelo de Prestadora, também contribuiu no crescimento e fortalecimento da Unimed em Santa Catarina. Hoje, 22% da população catarinense, que é de pouco mais de seis milhões de pessoas, tem plano de saúde. Das 1.347 milhões de pessoas que contam com o benefício, 74% escolheram a Unimed como Operadora de plano de saúde, representando um milhão de clientes no estado.

um modelo de gestão eficiente e eficaz.


Prestadoras em nĂşmeros


Singulares Prestadoras - 10 ANOS

O

s resultados positivos apresentados ao longo dos anos pelas Unimeds Prestadoras comprovam a eficiência do modelo, que proporciona benefícios à cooperativa e também melhor atendimento ao usuário.

Evolução dos números – 2001/2010 Crescimento no número de usuários nas Prestadoras

4,90%

Aumento do faturamento mensal bruto nas Prestadoras

215,20%

Crescimento no valor da consulta local

69,00%

Valor médio da consulta local (valor atual)

R$ 58,88

Crescimento no número de cooperados

12,60%

Crescimento no número de funcionários

44,80%

Aumento da rede credenciada

134,20%

Redução média das Despesas Adm. X Receita

-7,40%

• Valor médio das consultas (R$ 58,88) superior à média das cinco menores Operadoras do estado, que é de R$ 55,00. Antes do modelo de Unimeds Prestadoras, no início de 2000, o valor da consulta era padronizado em R$ 27,00, até mesmo nos escritórios Seccionais deficitários.

• Média das despesas administrativas menor do que a média das cinco menores Operadoras de SC (16,5%);

• O crescimento da rede credenciada das Prestadoras nesses 10 anos foi de 118 para 217 credenciados, representando 134,2% de aumento;

• Na média houve um acréscimo de 12,6% no número de médicos cooperados;

• Com o crescimento no número de usuários houve a necessidade de aumento no número de colaboradores. A média estadual foi de 44,8%.


Informações sobre as planilhas: • No número total de usuários constam os contratos repassados, como por exemplo os contratos do Ipesc, SC Saúde, Fundações, etc;

• O número de usuários em 2001 incluía inúmeros contratos em Custo Operacional, com baixa utilização, faturamento e rentabilidade. Ao contrário dos contratos atuais que são, em grande maioria, contratos em pré pagamento com maior faturamento e resultado;

• Para efeito de comparação foram usados os dados de 2001 (primeiro ano completo das Unimeds Prestadoras) e 2009 (último ano completo com dados fechados).

um modelo de gestão eficiente e eficaz.


Canoinhas

2001

Total de usuários

2010

Variação %

7.967

8.547

7,30%

Faturamento mensal

R$ 215.816,00

R$ 718.063,75

232,70%

Faturamento intercâmbio

R$ 27.189,00

R$ 173.151,00

536,80%

R$ 188.627,00

R$ 544.913,00

188,90%

R$ 27,50

R$ 50,00

81,80%

Cooperados

43

45

4,70%

Funcionários

5

10

100,00%

Rede credenciada

7

14

100,00%

14,20%

14,20%

-0,10%

Faturamento local Valor consulta local

Despesas Adm. X Receita

• Aumento do faturamento superior à média estadual (215,2%) e também no valor da consulta no estado, que foi de 69%;

• A cooperativa obteve aumento nos números de usuários, faturamento, cooperados, funcionário, rede credenciada, sem aumentar a despesa administrativa X receita. “O ano era 2000, um marco na nova experiência coletiva e pessoal de viver o cooperativismo real. O desafio foi aceito com grande expectativa, resultando no amadurecimento de cada profissional e concretização do objetivo a que se propuseram”. Dr. Wagner Pelágio – primeiro presidente da Unimed Canoinhas

“A trajetória nesses 10 anos da Unimed Canoinhas é marcada por avanços importantes: a visão de futuro, que sempre norteou os cooperados; a busca incessante da qualidade do atendimento; o compromisso com a sociedade, são marcas da nossa história”. Dr. Ademir Aduce Pereira – atual presidente da Unimed Canoinhas


Concórdia Total de usuários

2001

2010 Variação %

12.440

13.321

7,10%

Faturamento mensal bruto

R$ 447.152,41

R$1.261.349,33

182,10%

Faturamento intercâmbio

R$ 87.233,00

R$ 582.819,00

568,10%

R$ 359.920,00

R$ 678.530,00

88,50%

R$ 42,00

R$ 66,00

57,10%

Cooperados

70

80

14,30%

Funcionários

5

12

140,00%

24

60

150,00%

12,70%

11,40%

-9,90%

Faturamento local Valor consulta local

Rede credenciada Despesas Adm. X Receita

• Maior valor de consulta local paga entre as oito prestadoras, cuja média é de R$ 58,88;

• Redução da despesa administrativa X receita superior à média estadual, que é de 7,4%.

“A Unimed Concórdia realiza o planejamento estratégico e busca melhorar o atendimento aos beneficiário, capacitar os colaboradores e remunerar adequadamente seus cooperados”. Dr. Fernando Busetto – atual presidente da Unimed Concórdia


Curitibanos Total de usuários

2001

2010

Variação %

5.691

5.718

0,50%

Faturamento mensal bruto

R$ 194.932,51

R$ 556.927,76

185,70%

Faturamento intercâmbio

R$ 21.495,00

R$ 148.971,00

593,00%

R$ 173.437,00

R$ 407.957,00

135,20%

R$ 30,25

R$ 60,00

98,30%

Cooperados

44

47

6,80%

Funcionários

5

8

60,00%

Rede credenciada

6

18

200,00%

12,70%

14,10%

11,30%

Faturamento local Valor consulta local

Despesas Adm. X Receita

• Valor da consulta superior à média no estado (R$ 58,88);

• Número de credenciados cresceu além da média estadual no período.

“Conseguimos administrar a cooperativa mantendo uma boa e estável saúde financeira”. Dra. Iris Xavier – atual presidente da Unimed Curitibanos


Jaraguá do Sul 2001 Total de usuários

2010 Variação %

11.845

17.704

49,50%

Faturamento mensal bruto

R$ 708.875,91

R$2.601.322,86

267,00%

Faturamento intercâmbio

R$ 124.680,00

R$ 821.331,00

558,80%

Faturamento local

R$ 584.196,00

R$1.779.992,00

204,70%

R$ 40,00

R$ 60,00

50,00%

Cooperados

122

151

23,80%

Funcionários

12

17

41,70%

20

49

145,00%

10,70%

10,60%

-0,70%

Valor consulta local

Rede credenciada Despesas Adm. X Receita

• Nesse período a Unimed Jaraguá do Sul teve um incremento de 49,5% na carteira de clientes;

• Crescimento significativo do faturamento, superando a média estadual;

• Aumento no número de cooperados acima da média estadual;

• A cooperativa conseguiu manter o mesmo índice de despesa administrativa X receita, mesmo com o aumento do número de cooperados, funcionários e consulta local.

“Modelo que deu certo, e uma prova disto são as inúmeras visitas que recebemos em Jaraguá vindas de outros estados. Existe uma tendência atual das operadoras pequenas se unirem, para poderem ter ganho em escala, tornando-se assim mais competitivas pela diminuição dos custos administrativos, e o estado de Santa Catarina saiu na frente através das Prestadoras”. Dr. German M. N. Jimenez – atual presidente da Unimed Jaraguá do Sul

“No começo foi como um sonho, mas alguém plantou uma semente e esta semente era real”. Dr. Ademar Nardelli – primeiro presidente da Unimed Jaraguá do Sul


Riomafra Total de usuários

2001

2010

Variação %

7.592

8.056

6,10%

Faturamento mensal bruto

R$ 346.843,91

R$1.008.585,95

190,80%

Faturamento intercâmbio

R$ 107.696,00

R$ 386.580,00

259,00%

Faturamento local

R$ 239.147,00

R$ 622.006,00

160,10%

R$ 38,75

R$ 55,00

41,90%

Cooperados

70

86

22,90%

Funcionários

10

11

10,00%

Rede credenciada

18

40

122,20%

13,40%

12,80%

-4,70%

Valor consulta local

Despesas Adm. X Receita

• A cooperativa cresceu em número de cooperados, colaboradores e prestadores de serviço, com a redução da despesa administrativa X receita.

“Hoje estamos inseridos na comunidade de forma definitiva, somos respeitados econômica e politicamente”. Dr. Alberto Gugelmin – primeiro e atual presidente da Unimed Riomafra


Vale do Iguaçu 2001 Total de usuários

2010 Variação %

3.582

2.433

-32,10%

Faturamento mensal bruto

R$ 234.017,62

R$ 799.843,40

241,80%

Faturamento intercâmbio

R$ 86.065,00

R$ 339.296,00

294,20%

Faturamento local

R$ 147.953,00 R$ 460.548,00

211,30%

Valor consulta local

R$ 27,50

R$ 60,00

118,20%

Cooperados

81

84

3,70%

Funcionários

7

8

14,30%

Rede credenciada

11

27

145,50%

12,50%

12,00%

-3,50%

Despesas Adm. X Receita

• Crescimento do faturamento acima da média estadual;

• Aumento na remuneração do médico superior à média estadual no período.

“A singularização da Unimed Vale do Iguaçu foi muito relevante para a nossa região e para o nosso grupo médico. Sem dúvida o sistema cooperativo é de extrema importância para o trabalho médico.” Dr. Oseimar Castro Ribas – primeiro presidente da Unimed Vale do Iguaçu

Crescemos bastante e hoje há um sentimento que une este time de médicos “Unimedianos”. Dra. Suzanne Leite Pereira – atual presidente da Unimed Vale do Iguaçu


Videira

2001

Total de usuarios

2010

Variação %

10.875

10.041

-7,70%

Faturamento mensal bruto

R$ 400.263,75

R$1.136.557,21

184,00%

Faturamento intercâmbio

R$ 70.153,00

R$ 260.098,00

270,80%

R$ 330.110,00

R$ 876.459,00

165,50%

R$ 39,00

R$ 60,00

53,80%

Cooperados

62

69

11,30%

Funcionários

8

11

37,50%

Rede credenciada

15

28

86,70%

14,10%

12,90%

-8,40%

Faturamento local Valor consulta local

Despesas Adm. X Receita

• Despesa administrativa X receita com índice melhor do que a média estadual.

“Modelo de inovação, conduzido pela Federação de SC que anteviu a oportunidade de criar nova forma de gestão na saúde suplementar, para fazer frente as exigências da ANS, e permitir o nascimento de pequenas Cooperativas de Trabalho Médico”. Dr. Adroaldo Wladimir Lorenzzoni – primeiro presidente da Unimed Videira


Alto Irani Total de usuários

2001

2010 Variação %

9.069

6.628

-26,90%

Faturamento mensal bruto

R$ 219.534,97

R$ 640.712,30

191,80%

Faturamento intercâmbio

R$ 44.714,00

R$ 323.548,00

623,60%

Faturamento local

R$ 174.821,00

R$ 317.164,00

81,40%

R$ 33,70

R$ 60,00

78,00%

Cooperados

65

65

0,00%

Funcionários

6

7

16,70%

19

45

136,80%

16,00%

10,30%

-35,70%

Valor consulta local

Rede credenciada Despesas Adm. X Receita

• Aumento na remuneração do médico superior à média estadual;

• Melhor resultado despesa administrativa X receita no estado.


Singulares Prestadoras - 10 ANOS

Modelo atende as necessidades das pequenas Operadoras No início de 2002, em busca de recuperação econômica e observando os benefícios proporcionados pelo modelo de Unimed Prestadora, a Unimed Vale do Araranguá fez o caminho inverso. Após várias reuniões a cooperativa aprovou em Assembleia Geral, com a unanimidade dos cooperados presentes, a mudança de sua operacionalização, deixando de ser uma Operadora de planos de saúde para ser uma Prestadora.

Nesses oito anos que se passaram após a adoção do modelo de Prestadora a cooperativa obteve um aumento de 173,6% no seu faturamento bruto, com melhoria na remuneração do médico cooperado e acréscimo de 23% na carteira de clientes. A rede credenciada, composta por laboratórios, clínicas e hospitais, cresceu de dois para 64 prestadores de serviço, proporcionando melhor atendimento aos usuários.

Desta forma, o modelo de gestão das Prestadoras mostrou-se exequível também para Operadoras de pequeno porte, proporcionando a redução de custos e o fortalecimento num mercado cada vez mais concentrado.

Araranguá Total de usuários

2002

2010

Variação %

13.356

10.269

-23,10%

Faturamento mensal bruto

R$ 171.453,24

R$ 469.085,09

173,60%

Faturamento intercâmbio

R$ 46.506,00

R$ 215.057,00

362,40%

Faturamento local

R$ 124.947,00

R$ 254.028,00

103,30%

R$ 25,00

R$ 42,00

68,00%

Cooperados

51

54

5,90%

Funcionários

9

5

-44,40%

Rede credenciada

2

64

3100,00%

19,90%

11,70%

-40,90%

Valor consulta local

Despesas Adm. X Receita

• Expressivo aumento na rede de atendimento ao usuário;

• Redução da despesa administrativa X receita com a adesão do modelo de Prestadora.


Redação Edm Logos e Cláudia Castanheira Projeto Gráfico e Edição de Arte Abel Vargas Coordenação Editorial Ana Carla Bóf Marciane K. Costa Franco Fotos Marketeria Publicação: 30 de março de 2010


Singulares Prestadoras - 10 anos  

Relatório dos 10 anos das Singulares Prestadoras

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