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Boletim 2 junho 2011

Onde estão os divisionistas quando o bicho pega? Em época de eleição é sempre assim, aqueles que vivem escondidos aparecem com o velho blá, blá, blá achando que petroleiro não tem memória, não é informado. A falta de respeito dessa turma pela categoria faz com que mintam descaradamente para os petroleiros(as), Na hora do “vamos ver”, se escondem atrás de discursos e aguardam a FUP, o Unificado e os demais sindicatos fazerem o enfrentamento. Depois, correm para assinar o que a FUP conquistou e saem dizendo que não podem fazer mais nada, porque a FUP aceitou, e blá e blá e blá. ONDE ESTAVA O REPRESENTANTE DA OPOSIÇÃO DURANTE A RECENTE MANIFESTAÇÃO PELA VIDA EM SÃO CAETANO? ONDE ESTAVAM OS DIVISIONISTAS QUANDO O SINDICATO FECHOU OCUPOU O TERMINAL DE GUARULHOS DURANTE A CAMPANHA REIVINDICATÓRIA? Fala sério: alguém já viu esse pessoal da FNP de fato na frente da briga, dando a cara para bater para defender a categoria? Divisionistas, chega de blá, blá blá, vêm pra luta com a FUP construir a UNIDADE da categoria!

Turma do blá, blá, blá quer dividir o sindicato A grande força do petroleiro é sua UNIDADE NACIONAL para enfrentar a Petrobrás. A unificação dos sindicatos de Campinas, Mauá e São Paulo foi uma das maiores conquistas da categoria, deu mais poder de mobilização, tornou o sindicato mais ágil e com poder de pressão. E o que a oposição diz em seu panfleto? Que quer dividir o Unificado. Você sabe por que querem isso? Três sindicatos significam mais cargos para a turma usar para a política divisionista do PSTU. E depois dizem que são a favor da unidade da categoria.

Divisionistas abandonam campanha pelo petróleo No panfleto que distribuíu, a Chapa 2 diz defender a Petrobrás 100% pública e soberania do pré-sal, mas na prática, o pessoal do PSTU abandonou o Comitê Nacional de Defesa do Petróleo (que é composto pelas maiores entidaders sociais do país) e não apoiou o projeto de lei dos movimentos populares que torna a Petrobrás 100% pública e estatal.

Eleição do Sindicato dias 11 a 14 de julho VOTE


Chapa 2 = FNP e PSTU

Veja o que acontece onde os divisionistas assumem Sindipetro-RS ▼ Direção racha no meio do mandato. Chapa apoiada pela FUP vence a eleição. Sindipetro-LP ▼ Alguns diretores são mandados para a base por discordarem da linha da direção. ▼ Dirigentes pedem demissão coletiva por falta de repasse de verbas para a subsede de São Sebastião. ▼ Trabalhadores chamam a FUP para fazer assembleia que diretoria não quis convocar. Mesmo recebendo multa do TRT, FUP realiza a assembleia de acordo com a vontade dos trabalhadores. Sindipetro SJC ▼ Diretoria frauda as eleições, com maioria na comissão eleitoral, descumpre regimento eleitoral e coloca bate-paus dentro do sindicato para garantir a abertura das urnas sem que o quorum fosse atingido. ▼Toca a campanha de PLR com atrasos de 15 minutos. Sindipetro SJC ▼ Mesmo com morte na base da Revap não mobiliza os trabalhadores. FUP e seus sindicatos realizam atos de solidariedade e denúncia em todo o país. Sindipetro RJ ▼ A cada ano perde filiados mostrando o descontentamento com a direção do sindicato. ▼Na última eleição usou veículo do sindicato para trazer aposentado para votar. ▼ Trabalhadores fazem abaixo-assinado para sindicato discutir filiação à FUP, direção não encaminha em total desrespeito à democracia. Sindipetro SE/AL ▼ Durante o processo eleitoral direção usa o prédio do sindicato para colocar propaganda da chapa apoiada pela direção. ▼Expulsaram o presidente do conselho fiscal eleito pela categoria por ter denunciado mau uso do dinheiro dos trabalhadores. Sindipetro PA ▼ O sindicato sofre pelo processo de desfiliação acelerado, que praticamente está inviabilizando as atividades da entidade. ▼ Assembleias de PLR ocorrem depois do dirigente ter assinado o acordo. Detalhe: o mesmo defendeu contra a aceitação da proposta que já havia assinado, mentindo para os trabalhadores. FNP ▼ Racha o Sindipeto RJ. Se sentindo prejudicado na formação da direção da entidade, dirigentes do RJ se retiram do congresso. ▼Várias greves marcadas e não realizadas, não mobilizam os trabalhadores e colocam suas bases para assinarem os acordos sempre por último com bravatas.

Esses são apenas alguns motivos para que os trabalhadores não votem na chapa de oposição. A prática dessa turma é de irresponsabilidade, desmandos e falta de lisura com o dinheiro da categoria. A FNP possui apenas quatro sindicatos dividindo a luta dos petroleiros. A chapa 2 enganou os trabalhadores na lista de apoio; vários companheiros da Replan ficaram indignados com a vinculação de seus nomes no material da oposição; agora formam uma chapa com trabalhadores que dizem que apenas estão completando a lista e que não têm interesse de tocar o sindicato, prova disso é que na inscrição vários documentos de membros da chapa não foram entregues e houve, inclusive, a inscrição de trabalhadores não sindicalizados. Durante a greve da UTGCA nem as bases do LP e nenhuma da FNP fizeram qualquer mobilização. O sindicato da FNP encerrou a greve com a abertura de litígio na justiça criando um precedente perigoso para os trabalhadores. O que conseguiram na greve é um direito que os companheiros do NF/FUP já tinham desde de 2008 e que, na época, não foi incorporada para os trabalhadores do LP/FNP por falta de atuação daquela direção. Entre os membros da chapa 2 está um gerente aposentado da Petrobrás que demitiu diversos trabalhadores durante a greve de 1983 e que hoje é dirigente da AMBEP e tem interesse que um dos seus parentes assuma o jurídico do Sindicato. Analise os nomes colocados nas chapas e verifique a história de um a um.


Compromisso e respeito com a CATEGORIA Mais segurança nas unidades do Sistema Petrobrás: lutar por mudanças na política de SMS, mobilizar a categoria contra os acidentes e mortes e buscar judicialmente criminalizar gerências e diretoria por acidentes em que se evidencie a negligência das normas de segurança;

Replan: Ato contra a insegurança

Número mínimo: Lutar pela recomposição do efetivo nas unidades, com primeirização da mão de obra; Todos somos petroleiros: melhores condições de trabalho para os petroleiros terceirizados e fim dos calotes das gatas com a implementação do Fundo Garantidor; Salários e cargos: Luta pela reabertura do PCAC com debates em todos os setores para avaliar as atuais distorções de função e salários; melhoria salarial para todas as faixas, plano de cargos que incentive novos trabalhadores a seguirem carreira na Petrobrás; Petrobrás 100% pública e estatal: com controle social dos trabalhadores;

Ato na Recap pela vida

Comitê do Petróleo em Goiás

Soberania energética: Lutar pelo projeto popular do présal, apresentado pela FUP e movimentos sociais no Congresso Nacional; Condições de trabalho: fim das pressões das chefias, combate ao assédio moral;

Ocupação da ANP contra os leilões. Movimento social junto com a FUP

Petros: Reabertura do processo de repactuação do Plano Petros para dar oportunidade a quem não aderiu; AMS: Lutar pela melhoria da AMS, com mais credenciamento, transparência e participação dos trabalhadores na definição de metas;

Ato em Brasília

Aposentados Respeito e valorização dos aposentados e pensionistas com ações junto à Petrobrás, órgãos públicos e entidades sociais. Apoio ao esporte e à cultura


Experiência e renovação A Chapa 1 – UNIDADE NACIONAL conta com a experiência das maiores lideranças sindicais petroleiras, como o coordenador nacional da FUP, João Antonio de Moraes; o líder da greve de 1995 – a maior da história da categoria –, Antonio Carlos Spis, com o Barçante, o Osvaldinho, de Campinas, o Cotia e o Carlão, de Mauá, e também com a juventude de uma moçada que vem com gás novo e novas ideias como o Danilo, atual coordenador da Regional Campinas, o Steve, o Luizão, a Cibele, do Edisp, o Grubba, da Transpetro, entre outros companheiros e companheiras que estão chegando para fazer o Unificado ser ainda mais forte e representativo. A Chapa 1 é a única que tem representação em todos os segmentos, da ativa e aposentados, das três regionais do sindicato e das bases espalhadas pelo interior do Estado.

Direção Campinas Danilo Ferreira da Silva Rogério Santa Rosa Marcos Tavares dos Santos Júlio Cesar Ferreira Macer Nery Filho Steve Austin Campos Rosa Carlos Eduardo F. dos Reis Gustavo Melinho Marsaioli Dirceu Soares de Souza William Formigari de Moraes Luis Eduardo M de Souza Jefferson Barbosa de Paula Itamar José R Sanches Luiz Eduardo da Silva Agnaleliro Batista Arthur Ragusa Guimarães

Mauá Carlos Alberto dos Santos José Ricardo Misso Auzélio Pereira Alves Edson Lopes da Frota Luiz Antonio Martins José Renato Lorett Caio Vinicius de Alemar Altair Almeida Sores Jr. Juliano Deptula Lima Carlos Cotia Barreto Hermes Mender Rangel Hildes Gabriel Pedro Persio Lopes dos Santos Renato Xavier Bovo João Antonio de Moraes Rafael dos Santos Malatesta

São Paulo Vereníssimo Barçante Antonio Carlos Spis Luiz Felipe Miranda Grubba Cibele Izidorio Fogaça Vieira Claudinei Bento Paulino Ismael Santos Silva Jéferson Bibiano Rodrigues José Perez Juliano Machado Lino Marbe Cristina Noguerino Paulo Henrique Skora Wanderlei Rodrigues Jonatha de Alencar Silva Soares Carlos Augusto Almeida da Silva Camilo Canezin Leao Gilmar Cardoso da Silva

Daesp Campinas Hugo Henrique Asdilson Carlstrom Osvaldo F.Miguel Tomoji Nakagawa João Silva Lima Luiz Abilio da Silva Luiz Carlos Vendramini Antonio Alencar Ferreira

Conselho Fiscal Mauá Bartolomeu Pimentel Ricardo Sergio Gerbelli José Maria da Rocha Fº Laércio Borges Longo José Rodrigues Irmão Sebastião Pereira Silva Gino Toldo Guido Flores Mojica

São Paulo Ademir Ceará Davina Valentim da Silva Joseilson D’Albuquerque Maria Isméria dos Santos Sonia Maria da Silva Tereza de J.Gonçalves Iracilda de Fátima Amorim Rita Auxiliadora Santos

Campinas Benedito Fco Ferreira Diogenes Tavares de Melo Junior Mauá Alba Suely C.Gerbelli Alberto de Souza São Paulo Jair Ap. de Campos Vera Lucia Ranieri

Onde estão os divisionistas quando o bicho pega?  

Boletim Chapa 1 N° 03

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