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Diário de um Psicopata

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Quão pobres são os homens que não veem a arte, no cadáver de uma bela moça, não sentem na língua o sofisticado sabor post mortem.

Ela conhecera naquele dia um homem diferenciado, ele era belo, falava bem, inteligente, sagaz. Despertou-lhe excitação e desejos a cada flerte, a cada carícia sútil. E na noite que se aproximava, ela queria trepar, a tempos estava só e sua vagina pulsava sedenta por uma vara, por uma boca que lhe lambuza-se, fizesse-a esquecer de tudo e sentir somente prazer; deleite e nada mais. E naquela noite, em um quarto a luz de velas ela foi brutalmente amarrada na cama, sua vagina foi arreganhada e fodida com força por um cacete grosso, pulsante que despejou jatos de esperma em sua boca. Até ali ela estava feliz, mas então surgiu uma lâmina com a qual ele, lhe abriu novos orifícios, novas fendas, para fode-las! Sim meu caro leitor, com a faca ele abriu buracos no abdômen da mulher e esses buracos ele fodeu com seu membro enrijecido como se fossem cus e bucetas! Ela gritava, chorava em uma mistura de dor, pavor e agonia! Proporcionando ainda mais deleite ao seu usurpador, que lhe agarrou os seios e pressionou com tamanha brutalidade que a pele rasgou e o sangue brotou por entre seus dedos. A bela, não demorou a sucumbir e mesmo cadavérica ele continuou a meter e meter, até gozar novamente naquela delicada boca sanguinolenta. E após gozar ele abocanhava a vagina agora molhada do sangue que escorreu, lambia como um cachorro faminto um pedaço de carne, até sentir-se recuperado para meter novamente e assim a foda permaneceu por horas até que ele adormeceu abraçado ao corpo, mamando-lhe uma teta. E ao acordar, como se não basta-se, arrancou do corpo da moça, a mão e a cabeça, perante aquele monte de sangue, fodeu-lhe o cu! Mas não gozou, para isso ele pegou a mão que havia arrancado e a segurou em seu cacete, como se ela o estivesse agarrando e masturbando. Com a outra mão agarrou a cabeça e pôs a esfrega-la em seu peito e pescoço, dizendo: - Me beije vagabunda, me beije. Como não havia mais porra em seu saco, para finalizar, ele urinou dentro da boca da cabeça, derramando mijo pelo chão e ainda bebeu da boca um pouco de sua própria urina o resto derramou em sua cabeça.

Por hoje é isto...


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