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RELATÓRIO EXECUTIVO


PLANO VER-O-PARÁ Plano estratégico de turismo do Estado do Pará 2012 - 2020 Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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PLANO VER-O-PARÁ Plano estratégico de turismo do Estado do Pará 2012 - 2020 Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Pará, a obra prima da Amazônia. Reunindo em seu território aspectos da enorme diversidade da Região, numa síntese exuberante onde se destacam a força doce do Amazonas, a delicadeza dos igarapés gelados, as praias banhadas pelo Atlântico: várzeas, florestas, campos e montanhas compondo cenários tão distintos quanto belos. Com uma riqueza cultural que se manifesta no canto, nas danças, na culinária, no artesanato que resgata a arte dos povos indígenas e reconta a alegria popular expressa nos singelos brinquedos de miriti. Tendo um povo com autoestima crescente, que se orgulha de seu estado, de sua beleza, riqueza e cultura. Um povo acolhedor, hospitaleiro e caloroso, que sente prazer em receber os visitantes e apresentar seu querido Pará. Tudo isto faz do Pará a Obra Prima da Amazônia. E fazer da Obra Prima da Amazônia um destino turístico forte é meta prioritária do Governo. Uma meta adequada à política econômica definida para o Estado, que tem claramente uma forte vertente focada na sustentabilidade. Uma meta perfeitamente integrada às diretrizes maiores do Governo, por ser a atividade turística um segmento econômico que essencialmente não agride a natureza, desde que corretamente conduzido, e que espalha democraticamente seus efeitos positivos por toda a sociedade. Para dar forma concreta à meta, o Governo criou a Secretaria de Estado de Turismo, coordenadora do Sistema Estadual de Gestão do Turismo e responsável pelo desenvolvimento e fortalecimento do setor; e definiu um planejamento estratégico, o “Ver-o-Pará”, para sustentar o trabalho do setor como política pública capaz de gerar desenvolvimento com sustentabilidade e justiça social. Cumprimos agora mais uma etapa na construção desta meta, com o lançamento do Plano “Ver-o-Pará”, o mais completo e abrangente planejamento do setor turístico jamais realizado no Estado, instrumento fundamental e importante no conjunto das ações que se destinam a elevar a qualidade de vida e reduzir as desigualdades entre o povo paraense. Um plano que vai estimular a vocação natural do Pará de fazer da sua história, da sua cultura e do seu meio ambiente importantes insumos para o desenvolvimento econômico e social, baseado na sustentabilidade. Um plano que será implantado com a seriedade e a determinação que são também traços característicos deste povo amigo que vive, com muito e justificado orgulho, na Obra Prima da Amazônia.

Simão Jatene Governador do Estado do Pará

Boi de Máscara - São Caetano de Odivelas - Pará

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Pará, a obra prima da Amazônia. Reunindo em seu território aspectos da enorme diversidade da Região, numa síntese exuberante onde se destacam a força doce do Amazonas, a delicadeza dos igarapés gelados, as praias banhadas pelo Atlântico: várzeas, florestas, campos e montanhas compondo cenários tão distintos quanto belos. Com uma riqueza cultural que se manifesta no canto, nas danças, na culinária, no artesanato que resgata a arte dos povos indígenas e reconta a alegria popular expressa nos singelos brinquedos de miriti. Tendo um povo com autoestima crescente, que se orgulha de seu estado, de sua beleza, riqueza e cultura. Um povo acolhedor, hospitaleiro e caloroso, que sente prazer em receber os visitantes e apresentar seu querido Pará. Tudo isto faz do Pará a Obra Prima da Amazônia. E fazer da Obra Prima da Amazônia um destino turístico forte é meta prioritária do Governo. Uma meta adequada à política econômica definida para o Estado, que tem claramente uma forte vertente focada na sustentabilidade. Uma meta perfeitamente integrada às diretrizes maiores do Governo, por ser a atividade turística um segmento econômico que essencialmente não agride a natureza, desde que corretamente conduzido, e que espalha democraticamente seus efeitos positivos por toda a sociedade. Para dar forma concreta à meta, o Governo criou a Secretaria de Estado de Turismo, coordenadora do Sistema Estadual de Gestão do Turismo e responsável pelo desenvolvimento e fortalecimento do setor; e definiu um planejamento estratégico, o “Ver-o-Pará”, para sustentar o trabalho do setor como política pública capaz de gerar desenvolvimento com sustentabilidade e justiça social. Cumprimos agora mais uma etapa na construção desta meta, com o lançamento do Plano “Ver-o-Pará”, o mais completo e abrangente planejamento do setor turístico jamais realizado no Estado, instrumento fundamental e importante no conjunto das ações que se destinam a elevar a qualidade de vida e reduzir as desigualdades entre o povo paraense. Um plano que vai estimular a vocação natural do Pará de fazer da sua história, da sua cultura e do seu meio ambiente importantes insumos para o desenvolvimento econômico e social, baseado na sustentabilidade. Um plano que será implantado com a seriedade e a determinação que são também traços característicos deste povo amigo que vive, com muito e justificado orgulho, na Obra Prima da Amazônia.

Simão Jatene Governador do Estado do Pará

Boi de Máscara - São Caetano de Odivelas - Pará

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Rainha do Çairé - Alter do Chão - Santarém

O Planejamento e a Execução como prioridades Entre 1999 e 2006 presidi pela primeira vez a Companhia Paraense de Turismo (Paratur), onde permaneci até 2006. Nesse período lançamos e iniciamos a implantação do primeiro Plano de Desenvolvimento Turístico do Estado do Pará, com a consultoria da empresa espanhola THR. O Plano nasceu do entendimento do Governo do Estado, em seu planejamento macro, de ser o turismo um dos eixos prioritários de desenvolvimento, gerador de emprego, renda e qualidade de vida à população paraense. O convite feito pelo governador Simão Jatene para retornar à Paratur, em 2011, teve a orientação de retomar a política pública voltada ao turismo, em sintonia com os setores empresarial, sociedade civil organizada e o trade. O “Ver-o-Pará” (Plano Estratégico de Turismo do Pará) surge neste contexto como ferramenta que busca a excelência de resultados, dá diretrizes ao Sistema Estadual de Gestão do Turismo (SEGETUR), este por sua vez composto pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e Fórum de Desenvolvimento Turístico do Pará (Fomentur). A finalidade é reforçar a gestão pública do turismo e, desta forma, dar clareza à sociedade de que o turismo é atividade produtiva e econômica prioritária para o Estado, assim como dar segurança ao empresariado para que venha a investir cada vez mais na consolidação dos arranjos produtivos necessários para o crescimento da atividade. Lançado em novembro de 2011, este Plano direciona dois eixos de investimento: a promoção do turismo, utilizando ferramentas de inteligência de mercado, missão da Paratur, e o desenvolvimento e fomento de novos produtos turísticos, além do fortalecimento das políticas públicas de turismo, missão da Setur. O “Ver-o-Pará” chega para consolidar o slogan “Pará: A obra-prima da Amazônia” nos mercados local, regional, nacional e internacional e a nova marca turística do Pará, inspirada nas cores e derivados do açaí, nos grafismos marajoara, tapajônico e araguaia. Fazem parte do Ver-o-Pará, elaborado com consultoria da empresa espanhola Chias Marketing, nove macro programas, 42 projetos de desenvolvimento turístico e 26 projetos voltados para ações de marketing. Visando fortalecer ainda mais a gestão pública e seu pacto com o empresariado e a sociedade em prol do desenvolvimento, o Governo Simão Jatene lançou, no início de 2012, o Modelo de Gestão para Resultados, mais que um sistema que quantifica e qualifica os indicadores dos programas, projetos, ações e serviços resultantes da política pública estadual, representa um compromisso com o desenvolvimento do Pará visando reduzir as desigualdades sociais, gerar emprego, renda e melhor qualidade de vida aos cidadãos. Esse novo modelo envolve praticamente todas as áreas da gestão pública, inclusive o turismo. Como parte da prioridade do turismo como eixo de desenvolvimento foi criada a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) em 29 de dezembro de 2011, com a publicação, no Diário Oficial do Estado do Pará da Lei Nº 7.593, de 28 de dezembro de 2011, através da qual o governador Simão Jatene criou também o Sistema Estadual de Gestão do Turismo (Segetur). Como executora deste Plano, a Setur, órgão da administração direta, vinculada à Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), surge com a finalidade de planejar, coordenar e gerenciar a política de desenvolvimento turístico no Pará. Por fim este Plano Ver-o-Pará representa o resultado de um pacto da gestão pública, do empresariado, da sociedade em geral pelo turismo deste Estado, visando inseri-lo entre os destinos mais procurados do mundo, o principal destino turístico da Amazônia.

Adenauer Góes

Secretário de Turismo do Estado do Pará

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Rainha do Çairé - Alter do Chão - Santarém

O Planejamento e a Execução como prioridades Entre 1999 e 2006 presidi pela primeira vez a Companhia Paraense de Turismo (Paratur), onde permaneci até 2006. Nesse período lançamos e iniciamos a implantação do primeiro Plano de Desenvolvimento Turístico do Estado do Pará, com a consultoria da empresa espanhola THR. O Plano nasceu do entendimento do Governo do Estado, em seu planejamento macro, de ser o turismo um dos eixos prioritários de desenvolvimento, gerador de emprego, renda e qualidade de vida à população paraense. O convite feito pelo governador Simão Jatene para retornar à Paratur, em 2011, teve a orientação de retomar a política pública voltada ao turismo, em sintonia com os setores empresarial, sociedade civil organizada e o trade. O “Ver-o-Pará” (Plano Estratégico de Turismo do Pará) surge neste contexto como ferramenta que busca a excelência de resultados, dá diretrizes ao Sistema Estadual de Gestão do Turismo (SEGETUR), este por sua vez composto pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e Fórum de Desenvolvimento Turístico do Pará (Fomentur). A finalidade é reforçar a gestão pública do turismo e, desta forma, dar clareza à sociedade de que o turismo é atividade produtiva e econômica prioritária para o Estado, assim como dar segurança ao empresariado para que venha a investir cada vez mais na consolidação dos arranjos produtivos necessários para o crescimento da atividade. Lançado em novembro de 2011, este Plano direciona dois eixos de investimento: a promoção do turismo, utilizando ferramentas de inteligência de mercado, missão da Paratur, e o desenvolvimento e fomento de novos produtos turísticos, além do fortalecimento das políticas públicas de turismo, missão da Setur. O “Ver-o-Pará” chega para consolidar o slogan “Pará: A obra-prima da Amazônia” nos mercados local, regional, nacional e internacional e a nova marca turística do Pará, inspirada nas cores e derivados do açaí, nos grafismos marajoara, tapajônico e araguaia. Fazem parte do Ver-o-Pará, elaborado com consultoria da empresa espanhola Chias Marketing, nove macro programas, 42 projetos de desenvolvimento turístico e 26 projetos voltados para ações de marketing. Visando fortalecer ainda mais a gestão pública e seu pacto com o empresariado e a sociedade em prol do desenvolvimento, o Governo Simão Jatene lançou, no início de 2012, o Modelo de Gestão para Resultados, mais que um sistema que quantifica e qualifica os indicadores dos programas, projetos, ações e serviços resultantes da política pública estadual, representa um compromisso com o desenvolvimento do Pará visando reduzir as desigualdades sociais, gerar emprego, renda e melhor qualidade de vida aos cidadãos. Esse novo modelo envolve praticamente todas as áreas da gestão pública, inclusive o turismo. Como parte da prioridade do turismo como eixo de desenvolvimento foi criada a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) em 29 de dezembro de 2011, com a publicação, no Diário Oficial do Estado do Pará da Lei Nº 7.593, de 28 de dezembro de 2011, através da qual o governador Simão Jatene criou também o Sistema Estadual de Gestão do Turismo (Segetur). Como executora deste Plano, a Setur, órgão da administração direta, vinculada à Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), surge com a finalidade de planejar, coordenar e gerenciar a política de desenvolvimento turístico no Pará. Por fim este Plano Ver-o-Pará representa o resultado de um pacto da gestão pública, do empresariado, da sociedade em geral pelo turismo deste Estado, visando inseri-lo entre os destinos mais procurados do mundo, o principal destino turístico da Amazônia.

Adenauer Góes

Secretário de Turismo do Estado do Pará

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O Pará que queremos, o Pará que vendemos! O “Ver-o-Pará”, Plano Estratégico de Turismo elaborado para dar as novas diretrizes da política pública de investimentos no setor de turismo, reflete a essência de tudo o que foi pensado pelo Governo do Estado, por meio da Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), para colocarmos o Estado como destino turístico prioritário nos mercados regional, nacional e internacional. É importante observar que o Pará já se consolidou como um dos destinos mais atraentes do Brasil junto aos mercados consumidores do turismo, uma das atividades econômicas que mais crescem no mundo, vetor de desenvolvimento sustentável. É em nome desse desenvolvimento, que gera qualidade de vida, trabalho e renda à nossa gente, a partir da vinda de turistas, que a PARATUR, com apoio da SETUR dará continuidade ao desafio de promover o turismo, tendo como slogan Pará, a obra-prima da Amazônia, em uma territorialidade que soma 144 municípios e uma oferta de inúmeros atrativos. Neste contexto queremos apresentar ao mundo os mais fortes segmentos do Estado: cultura, natureza, sol e praia, eventos e possibilidades de negócios, considerando os direcionamentos deste Plano Estratégico, a partir do decálogo da originalidade, autenticidade, criatividade, diversidade e sustentabilidade. Pesquisas junto ao trade, à sociedade civil organizada, aos gestores e agentes municipais ligados ao turismo e ainda junto aos principais mercados consumidores dos nossos produtos foram imprescindíveis para chegarmos a este Plano, com uma nova marca turística que reflete a cor, a nossa riqueza cultural, nossa importância histórica e aponta os rumos que devemos seguir. Desta forma, o “Ver-o-Pará” é a ferramenta básica desse trabalho, para que a política pública do turismo, desenvolvida pela Setur, juntamente com a missão de promoção e marketing da Paratur, em parceria com o trade, nos deem os resultados almejados. Com isso, nossas metas vão ser certamente alcançadas. As referências da nossa cultura, gastronomia, natureza, eventos, praias, dos nossos artistas são muito fortes. Garantir que essa imagem seja ainda mais dinamizada e que com isso a PARATUR e a Setur possam atrair cada vez mais turistas ao Pará é o nosso grande desafio. Cabe agora garantir que dentro da nova missão da Paratur, de desenvolver a promoção e divulgação através de ferramentas de marketing, possamos dar continuidade ao que já está desenhado até 2020 pelo “Ver-o-Pará”.

Socorro Costa Presidente da Paratur

Theatro da Paz

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O Pará que queremos, o Pará que vendemos! O “Ver-o-Pará”, Plano Estratégico de Turismo elaborado para dar as novas diretrizes da política pública de investimentos no setor de turismo, reflete a essência de tudo o que foi pensado pelo Governo do Estado, por meio da Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), para colocarmos o Estado como destino turístico prioritário nos mercados regional, nacional e internacional. É importante observar que o Pará já se consolidou como um dos destinos mais atraentes do Brasil junto aos mercados consumidores do turismo, uma das atividades econômicas que mais crescem no mundo, vetor de desenvolvimento sustentável. É em nome desse desenvolvimento, que gera qualidade de vida, trabalho e renda à nossa gente, a partir da vinda de turistas, que a PARATUR, com apoio da SETUR dará continuidade ao desafio de promover o turismo, tendo como slogan Pará, a obra-prima da Amazônia, em uma territorialidade que soma 144 municípios e uma oferta de inúmeros atrativos. Neste contexto queremos apresentar ao mundo os mais fortes segmentos do Estado: cultura, natureza, sol e praia, eventos e possibilidades de negócios, considerando os direcionamentos deste Plano Estratégico, a partir do decálogo da originalidade, autenticidade, criatividade, diversidade e sustentabilidade. Pesquisas junto ao trade, à sociedade civil organizada, aos gestores e agentes municipais ligados ao turismo e ainda junto aos principais mercados consumidores dos nossos produtos foram imprescindíveis para chegarmos a este Plano, com uma nova marca turística que reflete a cor, a nossa riqueza cultural, nossa importância histórica e aponta os rumos que devemos seguir. Desta forma, o “Ver-o-Pará” é a ferramenta básica desse trabalho, para que a política pública do turismo, desenvolvida pela Setur, juntamente com a missão de promoção e marketing da Paratur, em parceria com o trade, nos deem os resultados almejados. Com isso, nossas metas vão ser certamente alcançadas. As referências da nossa cultura, gastronomia, natureza, eventos, praias, dos nossos artistas são muito fortes. Garantir que essa imagem seja ainda mais dinamizada e que com isso a PARATUR e a Setur possam atrair cada vez mais turistas ao Pará é o nosso grande desafio. Cabe agora garantir que dentro da nova missão da Paratur, de desenvolver a promoção e divulgação através de ferramentas de marketing, possamos dar continuidade ao que já está desenhado até 2020 pelo “Ver-o-Pará”.

Socorro Costa Presidente da Paratur

Theatro da Paz

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Ninhal de guarás

O Plano Ver-O-Pará, um plano de turismo para “fazer acontecer” O Plano Ver-o-Pará – Plano Estratégico de Turismo, como plano orgânico, em constante evolução, tem como pressuposto a necessidade de “fazer acontecer” e, para tanto, gera programas e projetos para execução imediata. Não é um planejamento que substitui ou ignora as iniciativas anteriores, é um ponto de referência, que incorpora programas avançados em curso, sincronizando suas ações ao eixo estratégico do plano, de forma a garantir a coesão com as metas e objetivos formulados. A metodologia utilizada nesse plano se baseia em um modelo participativo, como ilustra o quadro abaixo. Sob a liderança técnica da equipe da Paratur e da Chias Marketing, foram recopilados os projetos de desenvolvimento e marketing em andamento e mobilizado todo o setor de turismo no Estado, com o objetivo de ouvir suas opiniões e colher sugestões.

I. Planejamento integrado  Mobilização, articulação e participação do Trade Turístico

II. Revisão do Plano estratégico  Liderança Técnica: Paratur + Consultoria

III. Plano de ações urgentes  Ação imediata

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Ninhal de guarás

O Plano Ver-O-Pará, um plano de turismo para “fazer acontecer” O Plano Ver-o-Pará – Plano Estratégico de Turismo, como plano orgânico, em constante evolução, tem como pressuposto a necessidade de “fazer acontecer” e, para tanto, gera programas e projetos para execução imediata. Não é um planejamento que substitui ou ignora as iniciativas anteriores, é um ponto de referência, que incorpora programas avançados em curso, sincronizando suas ações ao eixo estratégico do plano, de forma a garantir a coesão com as metas e objetivos formulados. A metodologia utilizada nesse plano se baseia em um modelo participativo, como ilustra o quadro abaixo. Sob a liderança técnica da equipe da Paratur e da Chias Marketing, foram recopilados os projetos de desenvolvimento e marketing em andamento e mobilizado todo o setor de turismo no Estado, com o objetivo de ouvir suas opiniões e colher sugestões.

I. Planejamento integrado  Mobilização, articulação e participação do Trade Turístico

II. Revisão do Plano estratégico  Liderança Técnica: Paratur + Consultoria

III. Plano de ações urgentes  Ação imediata

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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O Plano Ver-o-Pará, elaborado entre junho e novembro de 2011, utilizou uma metodologia internacional de planejamento estratégico, aplicada com sucesso em vários destinos e países de América Latina e o mundo, que contempla três fases:

Fase I

A análise da situação atual

Fase II

O planejamento estratégico

Fase III

O plano operacional

FASE I: uma análise exaustiva da situação atual do turismo no Pará, no contexto nacional e mundial. FASE II: uma proposta de planejamento estratégico, decorrente das conclusões da análise da situação atual. FASE III: dois planos operacionais, que definem as atuações necessárias para pôr em prática as linhas estratégicas geradas durante a etapa anterior.

Centro histórico de Belém

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O Plano Ver-o-Pará, elaborado entre junho e novembro de 2011, utilizou uma metodologia internacional de planejamento estratégico, aplicada com sucesso em vários destinos e países de América Latina e o mundo, que contempla três fases:

Fase I

A análise da situação atual

Fase II

O planejamento estratégico

Fase III

O plano operacional

FASE I: uma análise exaustiva da situação atual do turismo no Pará, no contexto nacional e mundial. FASE II: uma proposta de planejamento estratégico, decorrente das conclusões da análise da situação atual. FASE III: dois planos operacionais, que definem as atuações necessárias para pôr em prática as linhas estratégicas geradas durante a etapa anterior.

Centro histórico de Belém

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Artesanato em cerâmica - Icoaraci - Pará

FASE I A análise da situação atual

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Artesanato em cerâmica - Icoaraci - Pará

FASE I A análise da situação atual

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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1 O turismo no mundo

O objetivo desta fase foi estabelecer uma radiografia do turismo no Pará, como fundamentação para um planejamento consistente do setor. Neste sentido, foram analisados os seguintes aspectos:

e no Pará

•Os volumes atuais do turismo no mundo, no âmbito internacional e nacional, onde foram considerados também os movimentos turísticos internacionais específicos do segmento de ecoturismo ou turismo de natureza.

Este capítulo apresenta a situação dos movimentos turísticos no mundo, no Brasil e no Pará.

•A atividade turística no Pará, referenciada por séries históricas que permitiram, a partir da reconstrução do processo evolutivo compreender o estágio de desenvolvimento e desempenho econômico do turismo no Estado.

Os dados utilizados para a análise foram coletados nos bancos estatísticos e informações organizadas e mantidas pelos órgãos oficiais, por entidades representativas do setor turístico em âmbito nacional e internacional. Para conhecer o volume turístico atual do Pará e a sua evolução nos últimos dez anos, foram utilizadas as séries estatísticas da Paratur. E para estimar a demanda potencial do ecoturismo ou turismo de natureza, foram utilizados dados sobre os movimentos turísticos internacionais neste segmento específico.

•O território, as infraestruturas de acesso e os serviços turísticos, existentes e em fase de projeto.

•A situação do produto Pará nos canais de comercialização do mercado local, nacional e internacional.

•A situação dos recursos, produtos e da oferta turística atual dos seis polos

De acordo com a Organização Mundial do Turismo – OMT, o ano 2010 registrou 940 milhões de chegadas internacionais no mundo, recuperando o ritmo de crescimento após a queda dos fluxos turísticos em decorrência da crise econômica mundial de 2008.

turísticos do Estado do Pará.

•A opinião interna, ou seja, a percepção dos gestores públicos, empresários, profissionais e representantes da sociedade civil sobre a situação do turismo no destino Pará.

•A opinião externa, ou seja, a avaliação que o turista atual que visita o Pará,

Entradas

(em milhões de turistas internacionais)

levantada por meio de pesquisa qualitativa, faz sobre os produtos e destinos do Estado.

•A política turística nas três esferas de governo, em âmbito federal, estadual e municipal.

Catedral da Sé - Belém

Variação Variação Estimativa 2000

2005 2008 2009 2010

09/08

%

10/09

2011

%

%

6.6

4ª5

Mundo

674

797

916

881

940

-3.8

Europa

385

439

484

461

475

-4.9

3.2

2ª4

Ásia e Pacífico

110

154

184

181

204

-1.7

12.8

7ª9

AMÉRICAS

128

133

148

141

149

-4.9

6.4

4ª6

África

26

35

44

46

49

3.7

7.8

4ª7

Oriente Médio

24

36

55

53

61

-4.3

14.8

7 ª 10

Cavalos marajoaras - Marajó

Vista do farol de Belém Feliz Lusitânia

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1 O turismo no mundo

O objetivo desta fase foi estabelecer uma radiografia do turismo no Pará, como fundamentação para um planejamento consistente do setor. Neste sentido, foram analisados os seguintes aspectos:

e no Pará

•Os volumes atuais do turismo no mundo, no âmbito internacional e nacional, onde foram considerados também os movimentos turísticos internacionais específicos do segmento de ecoturismo ou turismo de natureza.

Este capítulo apresenta a situação dos movimentos turísticos no mundo, no Brasil e no Pará.

•A atividade turística no Pará, referenciada por séries históricas que permitiram, a partir da reconstrução do processo evolutivo compreender o estágio de desenvolvimento e desempenho econômico do turismo no Estado.

Os dados utilizados para a análise foram coletados nos bancos estatísticos e informações organizadas e mantidas pelos órgãos oficiais, por entidades representativas do setor turístico em âmbito nacional e internacional. Para conhecer o volume turístico atual do Pará e a sua evolução nos últimos dez anos, foram utilizadas as séries estatísticas da Paratur. E para estimar a demanda potencial do ecoturismo ou turismo de natureza, foram utilizados dados sobre os movimentos turísticos internacionais neste segmento específico.

•O território, as infraestruturas de acesso e os serviços turísticos, existentes e em fase de projeto.

•A situação do produto Pará nos canais de comercialização do mercado local, nacional e internacional.

•A situação dos recursos, produtos e da oferta turística atual dos seis polos

De acordo com a Organização Mundial do Turismo – OMT, o ano 2010 registrou 940 milhões de chegadas internacionais no mundo, recuperando o ritmo de crescimento após a queda dos fluxos turísticos em decorrência da crise econômica mundial de 2008.

turísticos do Estado do Pará.

•A opinião interna, ou seja, a percepção dos gestores públicos, empresários, profissionais e representantes da sociedade civil sobre a situação do turismo no destino Pará.

•A opinião externa, ou seja, a avaliação que o turista atual que visita o Pará,

Entradas

(em milhões de turistas internacionais)

levantada por meio de pesquisa qualitativa, faz sobre os produtos e destinos do Estado.

•A política turística nas três esferas de governo, em âmbito federal, estadual e municipal.

Catedral da Sé - Belém

Variação Variação Estimativa 2000

2005 2008 2009 2010

09/08

%

10/09

2011

%

%

6.6

4ª5

Mundo

674

797

916

881

940

-3.8

Europa

385

439

484

461

475

-4.9

3.2

2ª4

Ásia e Pacífico

110

154

184

181

204

-1.7

12.8

7ª9

AMÉRICAS

128

133

148

141

149

-4.9

6.4

4ª6

África

26

35

44

46

49

3.7

7.8

4ª7

Oriente Médio

24

36

55

53

61

-4.3

14.8

7 ª 10

Cavalos marajoaras - Marajó

Vista do farol de Belém Feliz Lusitânia

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Em termos de turismo emissivo, os principais mercados emissores continuam sendo os países da Europa, América do Norte, com participação crescente da China:

O movimento turístico internacional para o Brasil em 2010, de acordo com os dados registrados pela OMT, foi de 5,2 milhões de turistas estrangeiros, retomando o ritmo de crescimento após a crise mundial de 2008. Entradas Brasil

(em milhões de turistas internacionais)

Principais mercados emissores - 2008 (em milhões de viagens)

Holanda

21,7

Rússia

24,9

Canadá

26,9

Japão

2000

2005

2008

2009

2010

Variação 10/09

Variação 10/00 %

%

Mundo

674 797 916 881 940 +6.6% +39%

AMÁRICAS

128 133 148 141 149 +6.4% +16%

AMÉRICA DO SUL

15

18

22 21

23

BRASIL

5.3

5.4

4.8 4.8

5.2

+10%

+53%

+8% -2%

27,9

Itália

Fonte: OMT – Barômetro, 2011

30,8

China

36,2

França

Em termos de receita, a região Américas e o Brasil cresceram acima da média mundial, conforme mostra a tabela a seguir:

43,1

Inglaterra

68,5

Estados Unidos

79,7

Alemanha

91 0

10

20

30

40

50

60

70

80

90

Receita Brasil

100

( em bilhões USD )

2000

2005

2008

2009

2010

Fonte: OMT 2008 e Estudo de Mercado do Turismo Sustentável da Amazônia Legal Brasileira – 2008 Proecotur/MMA

Quanto à situação específica do segmento de turismo de natureza no mercado internacional, de acordo com o Estudo de Mercado do Turismo da Amazônia Legal Brasileira, realizado em 2008 pelo Ministério do Meio Ambiente dentro do Proecotur, 45,4% do total dos turistas pesquisados, apresentaram um potencial elevado para o turismo de férias na Amazônia Brasileira.

Potencial de interesse em viagens para amazônia

Variação 10/09 %

Variação 10/00 %

Mundo

475 677 938 850 918 +8%

AMÁRICAS

131 145 188 166 182 +10% +39%

+94%

AMÉRICA DO SUL

9.2

12.4

19.2 18.3

20.5

+12%

BRASIL

1.8

3.8

5.8 5.3

5.9

+11%

+123% %

Fonte: OMT – Barômetro, 2011

Quanto à origem dos turistas internacionais que chegam ao Brasil, apenas 11 países representam 74% do mercado emissivo para o Brasil. Em ordem decrescente de emissões estão: Argentina, Estados Unidos, Itália, Uruguai, Alemanha, Chile, França, Paraguai, Portugal, Espanha e Inglaterra.

% sobre as viagens de férias de longa distância

Principais mercados emissores para o Brasil

46,8%

Ásia

Anuário Estatístico 2010 - Embratur

43,1% 37,1% 40,7%

América do Norte

36,1%

Europa

52,3%

39,3%

Média geral

45,4% Baixo

Alto

Fonte: Estudo de Mercado do Turismo Sustentável da Amazônia Legal Brasileira – 2008 Proecotur/MMA

Argentina USA Itália Uruguai Alemanha Chile França Paraguai Portugal Espanha Inglaterra Bolivia Colombia Peru Holanda

1,399,592 641,491 245,491 228,545 226,630 200,724 199,719 194,340 189,065 179,340 167,355 99,539 85,567 81,020 76,411 200,000 400,000

600,000

800,000

1,000,000

1,200,000 1,400,000 1,600,000

Fonte: Anuário Estatístico Embratur, 2010

18

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

19


Em termos de turismo emissivo, os principais mercados emissores continuam sendo os países da Europa, América do Norte, com participação crescente da China:

O movimento turístico internacional para o Brasil em 2010, de acordo com os dados registrados pela OMT, foi de 5,2 milhões de turistas estrangeiros, retomando o ritmo de crescimento após a crise mundial de 2008. Entradas Brasil

(em milhões de turistas internacionais)

Principais mercados emissores - 2008 (em milhões de viagens)

Holanda

21,7

Rússia

24,9

Canadá

26,9

Japão

2000

2005

2008

2009

2010

Variação 10/09

Variação 10/00 %

%

Mundo

674 797 916 881 940 +6.6% +39%

AMÁRICAS

128 133 148 141 149 +6.4% +16%

AMÉRICA DO SUL

15

18

22 21

23

BRASIL

5.3

5.4

4.8 4.8

5.2

+10%

+53%

+8% -2%

27,9

Itália

Fonte: OMT – Barômetro, 2011

30,8

China

36,2

França

Em termos de receita, a região Américas e o Brasil cresceram acima da média mundial, conforme mostra a tabela a seguir:

43,1

Inglaterra

68,5

Estados Unidos

79,7

Alemanha

91 0

10

20

30

40

50

60

70

80

90

Receita Brasil

100

( em bilhões USD )

2000

2005

2008

2009

2010

Fonte: OMT 2008 e Estudo de Mercado do Turismo Sustentável da Amazônia Legal Brasileira – 2008 Proecotur/MMA

Quanto à situação específica do segmento de turismo de natureza no mercado internacional, de acordo com o Estudo de Mercado do Turismo da Amazônia Legal Brasileira, realizado em 2008 pelo Ministério do Meio Ambiente dentro do Proecotur, 45,4% do total dos turistas pesquisados, apresentaram um potencial elevado para o turismo de férias na Amazônia Brasileira.

Potencial de interesse em viagens para amazônia

Variação 10/09 %

Variação 10/00 %

Mundo

475 677 938 850 918 +8%

AMÁRICAS

131 145 188 166 182 +10% +39%

+94%

AMÉRICA DO SUL

9.2

12.4

19.2 18.3

20.5

+12%

BRASIL

1.8

3.8

5.8 5.3

5.9

+11%

+123% %

Fonte: OMT – Barômetro, 2011

Quanto à origem dos turistas internacionais que chegam ao Brasil, apenas 11 países representam 74% do mercado emissivo para o Brasil. Em ordem decrescente de emissões estão: Argentina, Estados Unidos, Itália, Uruguai, Alemanha, Chile, França, Paraguai, Portugal, Espanha e Inglaterra.

% sobre as viagens de férias de longa distância

Principais mercados emissores para o Brasil

46,8%

Ásia

Anuário Estatístico 2010 - Embratur

43,1% 37,1% 40,7%

América do Norte

36,1%

Europa

52,3%

39,3%

Média geral

45,4% Baixo

Alto

Fonte: Estudo de Mercado do Turismo Sustentável da Amazônia Legal Brasileira – 2008 Proecotur/MMA

Argentina USA Itália Uruguai Alemanha Chile França Paraguai Portugal Espanha Inglaterra Bolivia Colombia Peru Holanda

1,399,592 641,491 245,491 228,545 226,630 200,724 199,719 194,340 189,065 179,340 167,355 99,539 85,567 81,020 76,411 200,000 400,000

600,000

800,000

1,000,000

1,200,000 1,400,000 1,600,000

Fonte: Anuário Estatístico Embratur, 2010

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

19


Por meio de uma pesquisa amostral domiciliar, o Ministério do Turismo computa as viagens domésticas, que compreende aquelas realizadas pela população residente dentro do próprio país, individualmente ou em grupo, com pelo menos um pernoite no destino, do qual são excluídas as viagens rotineiras, que são os deslocamentos realizados mais de dez vezes ao ano para um mesmo destino. Em 2010, o Ministério do Turismo estimou em mais de 186 milhões de viagens domésticas realizadas no Brasil por ano. Observa-se que o movimento turístico interno tem crescido continuamente nos últimos cinco anos, com taxa média de 6% ao ano.

Volume de viagens domésticas no Brasil (em milhões) 200

186,5 175,4

180 160

138,7

147,1

156

165,4

140 120 100 80 60 40 20 0

Praia de rio - Marabá - Pará

2005

2006

2007

2008

2009

2010

Fonte: Ministério do Turismo 2011

Café da manhã paraense

20

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Tacacá, comida típica paraese

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

21


Por meio de uma pesquisa amostral domiciliar, o Ministério do Turismo computa as viagens domésticas, que compreende aquelas realizadas pela população residente dentro do próprio país, individualmente ou em grupo, com pelo menos um pernoite no destino, do qual são excluídas as viagens rotineiras, que são os deslocamentos realizados mais de dez vezes ao ano para um mesmo destino. Em 2010, o Ministério do Turismo estimou em mais de 186 milhões de viagens domésticas realizadas no Brasil por ano. Observa-se que o movimento turístico interno tem crescido continuamente nos últimos cinco anos, com taxa média de 6% ao ano.

Volume de viagens domésticas no Brasil (em milhões) 200

186,5 175,4

180 160

138,7

147,1

156

165,4

140 120 100 80 60 40 20 0

Praia de rio - Marabá - Pará

2005

2006

2007

2008

2009

2010

Fonte: Ministério do Turismo 2011

Café da manhã paraense

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Tacacá, comida típica paraese

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

21


A fonte disponibilizada pela Paratur é o “Indicador do Turismo do Estado do Pará”, publicado anualmente e calculado a partir das fichas de hóspedes da hotelaria. Mas trata-se de uma informação frágil e pouco confiável, quando comparada aos dados de outras fontes, porque o monitoramento compreende alguns poucos hotéis de Belém e a base de cadastro da Paratur se apresenta desatualizada. No entanto, ela representa a única informação disponível para conhecer a evolução do turismo no Pará nos últimos dez anos:

O setor turístico do Pará Para estabelecer o dimensionamento do setor de serviços turísticos do Estado do Pará foram utilizados os dados quantitativos dos Inventários da Oferta Turística dos municípios nos diferentes Polos. Conforme os registros considerados, o Estado do Pará tem hoje um total de: •448 meios de hospedagem •9.456 unidades habitacionais

Evolução de entrada de turistas no Pará 700.000 600.000

Ofertas de meios de hospedagem no Pará

Ofertas de meios de hospedagem no Pará

500.000

Nº de empreendimento por polo turístico

Nº UHS por polo turístico

400.000

Marajó

200.000

Araguaia Tocantins

100.000

Amazônia Atlantica

0 2001

2002

2003

2004

Estrangeiros

2005

2006

2007

2008

2009

2010

Brasileiros

Marajó

38

Amazônia Atlantica

135

Total 100

1073 426 3270 1200

Belém

37 0

487

Araguaia Tocantins

150

Belém 2000

Tapajós

67

Tapajós

300.000

Xingu

20

Xingu

200

300

400

448 500

Total

3000 9456 0 2000 4000 6000 8000 10000

Fonte: Elaborado por Chias Marketing a partir dos dados dos Inventários da Oferta Turística dos municípios Fonte: Paratur- Indicadores do Turismo nos 41 a 51 (2005 os dados foram estimados)

Conforme os dados apresentados no gráfico acima, o volume total de turistas que chegam atualmente ao Pará é de aproximadamente 655 mil turistas por ano, com uma participação de 9% do turismo internacional na composição total. Mesmo que a participação do turismo internacional no total ainda seja pequena, a evolução mostra uma média de crescimento anual desse mercado de 8%, enquanto o mercado nacional demonstra taxa média de crescimento anual de 4%.

22

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Os gráficos acima apresentam a distribuição dos meios de hospedagem e de unidades habitacionais por polo turístico. Observa-se um desequilíbrio entre os polos, com uma concentração da oferta hoteleira em três deles: Belém, Amazônia Atlântica e Araguaia-Tocantins, sendo que Belém concentra os empreendimentos de maior tamanho e Amazônia Atlântica os de menor tamanho, em termos de unidades habitacionais.

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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A fonte disponibilizada pela Paratur é o “Indicador do Turismo do Estado do Pará”, publicado anualmente e calculado a partir das fichas de hóspedes da hotelaria. Mas trata-se de uma informação frágil e pouco confiável, quando comparada aos dados de outras fontes, porque o monitoramento compreende alguns poucos hotéis de Belém e a base de cadastro da Paratur se apresenta desatualizada. No entanto, ela representa a única informação disponível para conhecer a evolução do turismo no Pará nos últimos dez anos:

O setor turístico do Pará Para estabelecer o dimensionamento do setor de serviços turísticos do Estado do Pará foram utilizados os dados quantitativos dos Inventários da Oferta Turística dos municípios nos diferentes Polos. Conforme os registros considerados, o Estado do Pará tem hoje um total de: •448 meios de hospedagem •9.456 unidades habitacionais

Evolução de entrada de turistas no Pará 700.000 600.000

Ofertas de meios de hospedagem no Pará

Ofertas de meios de hospedagem no Pará

500.000

Nº de empreendimento por polo turístico

Nº UHS por polo turístico

400.000

Marajó

200.000

Araguaia Tocantins

100.000

Amazônia Atlantica

0 2001

2002

2003

2004

Estrangeiros

2005

2006

2007

2008

2009

2010

Brasileiros

Marajó

38

Amazônia Atlantica

135

Total 100

1073 426 3270 1200

Belém

37 0

487

Araguaia Tocantins

150

Belém 2000

Tapajós

67

Tapajós

300.000

Xingu

20

Xingu

200

300

400

448 500

Total

3000 9456 0 2000 4000 6000 8000 10000

Fonte: Elaborado por Chias Marketing a partir dos dados dos Inventários da Oferta Turística dos municípios Fonte: Paratur- Indicadores do Turismo nos 41 a 51 (2005 os dados foram estimados)

Conforme os dados apresentados no gráfico acima, o volume total de turistas que chegam atualmente ao Pará é de aproximadamente 655 mil turistas por ano, com uma participação de 9% do turismo internacional na composição total. Mesmo que a participação do turismo internacional no total ainda seja pequena, a evolução mostra uma média de crescimento anual desse mercado de 8%, enquanto o mercado nacional demonstra taxa média de crescimento anual de 4%.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Os gráficos acima apresentam a distribuição dos meios de hospedagem e de unidades habitacionais por polo turístico. Observa-se um desequilíbrio entre os polos, com uma concentração da oferta hoteleira em três deles: Belém, Amazônia Atlântica e Araguaia-Tocantins, sendo que Belém concentra os empreendimentos de maior tamanho e Amazônia Atlântica os de menor tamanho, em termos de unidades habitacionais.

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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2

A situação do Pará no mercado

Este capítulo apresenta a análise da situação do produto Pará nos canais de comercialização do mercado local, nacional e internacional. Também analisa a opinião do trade turístico nacional sobre o produto Pará, levantada por meio de uma pesquisa qualitativa junto às principais operadoras e agências de turismo brasileiras presentes na 39a Feira das Américas/ABAV, que aconteceu em outubro de 2011 no Rio de Janeiro.

O produto Pará no trade local As agências e operadoras de viagens e turismo do Estado do Pará cadastradas na Paratur totalizam 148 empresas, dessas 22% ocupam-se do turismo receptivo, das quais 70% estão localizadas no Polo Belém:

Ofertas do Receptivo paraense por polo turístico

1%

Xingu Marajó

17% 27%

Tapajós Amazônia Atlântica

12%

Araguaia Tocantins

1%

Belém

42% 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

40%

45%

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

A partir da análise das ofertas nos sites das empresas, estabeleceu-se o mapeamento dos produtos turísticos com maior presença na oferta do trade local. O gráfico acima mostra que a maioria de produtos é do Polo Belém, seguido pelos Polos Tapajós e Marajó e, em menor medida, pelo Amazônia Atlântica. Quase nula é a oferta dos Polos Araguaia-Tocantins e Xingu.

Cheiro do Pará - Belém

24

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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2

A situação do Pará no mercado

Este capítulo apresenta a análise da situação do produto Pará nos canais de comercialização do mercado local, nacional e internacional. Também analisa a opinião do trade turístico nacional sobre o produto Pará, levantada por meio de uma pesquisa qualitativa junto às principais operadoras e agências de turismo brasileiras presentes na 39a Feira das Américas/ABAV, que aconteceu em outubro de 2011 no Rio de Janeiro.

O produto Pará no trade local As agências e operadoras de viagens e turismo do Estado do Pará cadastradas na Paratur totalizam 148 empresas, dessas 22% ocupam-se do turismo receptivo, das quais 70% estão localizadas no Polo Belém:

Ofertas do Receptivo paraense por polo turístico

1%

Xingu Marajó

17% 27%

Tapajós Amazônia Atlântica

12%

Araguaia Tocantins

1%

Belém

42% 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

40%

45%

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

A partir da análise das ofertas nos sites das empresas, estabeleceu-se o mapeamento dos produtos turísticos com maior presença na oferta do trade local. O gráfico acima mostra que a maioria de produtos é do Polo Belém, seguido pelos Polos Tapajós e Marajó e, em menor medida, pelo Amazônia Atlântica. Quase nula é a oferta dos Polos Araguaia-Tocantins e Xingu.

Cheiro do Pará - Belém

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

25


O produto Pará no trade nacional Para este levantamento de dados foi utilizada a metodologia “Survey”, que consiste na aplicação de questionários a uma amostra intencional do universo pesquisado, com a técnica de entrevista pessoal. Foram entrevistados 59 representantes de empresas, com origem em 5 regiões do Brasil, sendo ouvidos principalmente os proprietários, gerentes e/ou diretores das agências e operadoras de turismo e, também alguns supervisores, coordenadores e analistas.

Os resultados foram sistematizados de acordo com o tamanho da empresa, considerando o volume de negócios que movimenta anualmente e a correspondente participação no mercado, sendo estabelecidas duas categorias: “maiores empresas” e “outras empresas”; as últimas são normalmente operadoras e agências mais especializadas, que atuam com foco em segmentos específicos.

Comercializa o Pará

20%

Mercados pesquisados - origem das empresas 4%

1%

7% 80% Sudeste

12%

Sul 76%

Nordeste

Doze das empresas pesquisadas não comercializam o Pará, especialmente empresas de menor porte. Entre as agências/operadoras de maior porte apenas uma não comercializa o Pará

Total

Centro Oeste Norte

Comercializa

5% 29%

95%

71%

Maiores empresas

Outras empresas

Não comercializa

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional – PARATUR 2011

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional – PARATUR 2011

Por que não comercializa os produtos turísticos do Pará

Total (%)

Não tem de manda/ procura pelo estado

41,7

Falta conhecimento do destino

41,7

Falta divulgação do destino

33,3

Falta treinamento do destino para comerciallizar o produto

8,3

Falta estrutura portuária para atracar os navios/ transatlânticos

8,3

Não tem equipe para o Brasil/ só comercializa destino internacional

8,3

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional– PARATUR 2011

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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O produto Pará no trade nacional Para este levantamento de dados foi utilizada a metodologia “Survey”, que consiste na aplicação de questionários a uma amostra intencional do universo pesquisado, com a técnica de entrevista pessoal. Foram entrevistados 59 representantes de empresas, com origem em 5 regiões do Brasil, sendo ouvidos principalmente os proprietários, gerentes e/ou diretores das agências e operadoras de turismo e, também alguns supervisores, coordenadores e analistas.

Os resultados foram sistematizados de acordo com o tamanho da empresa, considerando o volume de negócios que movimenta anualmente e a correspondente participação no mercado, sendo estabelecidas duas categorias: “maiores empresas” e “outras empresas”; as últimas são normalmente operadoras e agências mais especializadas, que atuam com foco em segmentos específicos.

Comercializa o Pará

20%

Mercados pesquisados - origem das empresas 4%

1%

7% 80% Sudeste

12%

Sul 76%

Nordeste

Doze das empresas pesquisadas não comercializam o Pará, especialmente empresas de menor porte. Entre as agências/operadoras de maior porte apenas uma não comercializa o Pará

Total

Centro Oeste Norte

Comercializa

5% 29%

95%

71%

Maiores empresas

Outras empresas

Não comercializa

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional – PARATUR 2011

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional – PARATUR 2011

Por que não comercializa os produtos turísticos do Pará

Total (%)

Não tem de manda/ procura pelo estado

41,7

Falta conhecimento do destino

41,7

Falta divulgação do destino

33,3

Falta treinamento do destino para comerciallizar o produto

8,3

Falta estrutura portuária para atracar os navios/ transatlânticos

8,3

Não tem equipe para o Brasil/ só comercializa destino internacional

8,3

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional– PARATUR 2011

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

27


Àqueles que afirmaram comercializar, foi perguntado quais produtos turísticos vendem. Excluindo-se serviços específicos, como a emissão de passagem e reservas de hotel, as respostas apontam poucas ofertas, concentradas principalmente em Belém e Ilha de Marajó, que são nominados diretamente e também através de roteiros integrados, sendo provavelmente também o caso dos “pacotes de 2 a 5 dias”.

Produtos comercializados

Pacotes 2 a 5 dias

Sugestões para aumentar as vendas do Pará Divulgação Divulgação em Revistas / Jornais / TV / Rádio Eventos/ Workshops apa apresentar o Pará aos operadores Divulgar os atrativos turísticos/ praias Promover viagens para apresentar o destino Divulgar calendário de eventos Participar de feiras nacionais/ internacionais Divulgar cultura/ gastronomia do Pará Ter representações do estado em São Paulo e Rio

Preços

Total

Grandes empresas

Outras empresas

88,1

95,2

84,2

39,0 33,9

23,8 42,9

47,4 28,9

30,5 27,1 6,8 6,8 3,4 1,7

33,3 38,1

28,9 21,1 10,5 7,9 2,6 2,6

4,8 4,8

13,6

19,0

10,5

Ilhas de Belém

Diminuir tarifas de passagens aéreas

6,8

9,5

5,3

Centro histórico Belém

Diminuir custo de hotelaria/ hospedagem Promoções/ pacotes para certos grupos

5,1 1,7

4,8 4,8

5,3 0,0

Infraestrutura (investir na infraestrutura local)

6,8

14,3

2,6

Roteiros Belém Marajó Alter do Chão

Voos (mais voos diretos)

1,7

Não respondeu / não aplicou

8,5

Marajó

Cruzeiros Fluviais Círio de Nazaré

4,8 4,8

10,5

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional– PARATUR 2011

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional – PARATUR 2011

O Amazonas é o único estado da macrorregião Norte citado pelos entrevistados, que destacam Manaus entre os destinos nacionais mais vendidos e é identificado como o principal concorrente do Pará no mercado brasileiro. Dificuldades para vender o Pará

Total

Grandes empresas

Outras empresas

Principais concorrentes do Pará 76,7 9,5

Falta de procura/ Demanda

62,7 18,6 13,6

4,8

55,3 23,7 18,4

Falta de Voos/ Opção

25,4

33,3

21,1

30%

1,7 6,8 1,7

0,0 19,0 4,8

2,6 0,0

25%

0,0

15%

18,6

23,8

15,8

10%

15,3 3,4

23,8

10,5 5,3

5%

15,3

9,5

18,4

5,1 1,7

9,5

13,2 2,6

8,5

14,3

5,3

3,4 1,7

4,8

2,6 2,6

6,8 1,7

4,8

7,9 2,6

Falta de divulgação Desconhecimento dos Turistas

Vôos difíceis/ com conecção Falta de Vôos/ Poucos vôos Vôos com horários ruins

Preços elevados Das passagens aéreas dos hotéis

Agências Desconhecimento técnico do destino Falta de parceiros locais Não faz reservas pela internet

Falta de infraestrutura local Hotelaria Estrutura portuária (cruzeiros)

Distância do destino Não sabe

8,5

2,6

40% 35%

20%

0% Manaus Pantanal

Rio G. do Sul

Rio de Janeiro

Jalapão (TO)

Macapá

Bonito

C. dos C. dos Viadeiros Guimarães

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional– PARATUR 2011

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional– PARATUR 2011

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

29


Àqueles que afirmaram comercializar, foi perguntado quais produtos turísticos vendem. Excluindo-se serviços específicos, como a emissão de passagem e reservas de hotel, as respostas apontam poucas ofertas, concentradas principalmente em Belém e Ilha de Marajó, que são nominados diretamente e também através de roteiros integrados, sendo provavelmente também o caso dos “pacotes de 2 a 5 dias”.

Produtos comercializados

Pacotes 2 a 5 dias

Sugestões para aumentar as vendas do Pará Divulgação Divulgação em Revistas / Jornais / TV / Rádio Eventos/ Workshops apa apresentar o Pará aos operadores Divulgar os atrativos turísticos/ praias Promover viagens para apresentar o destino Divulgar calendário de eventos Participar de feiras nacionais/ internacionais Divulgar cultura/ gastronomia do Pará Ter representações do estado em São Paulo e Rio

Preços

Total

Grandes empresas

Outras empresas

88,1

95,2

84,2

39,0 33,9

23,8 42,9

47,4 28,9

30,5 27,1 6,8 6,8 3,4 1,7

33,3 38,1

28,9 21,1 10,5 7,9 2,6 2,6

4,8 4,8

13,6

19,0

10,5

Ilhas de Belém

Diminuir tarifas de passagens aéreas

6,8

9,5

5,3

Centro histórico Belém

Diminuir custo de hotelaria/ hospedagem Promoções/ pacotes para certos grupos

5,1 1,7

4,8 4,8

5,3 0,0

Infraestrutura (investir na infraestrutura local)

6,8

14,3

2,6

Roteiros Belém Marajó Alter do Chão

Voos (mais voos diretos)

1,7

Não respondeu / não aplicou

8,5

Marajó

Cruzeiros Fluviais Círio de Nazaré

4,8 4,8

10,5

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional– PARATUR 2011

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional – PARATUR 2011

O Amazonas é o único estado da macrorregião Norte citado pelos entrevistados, que destacam Manaus entre os destinos nacionais mais vendidos e é identificado como o principal concorrente do Pará no mercado brasileiro. Dificuldades para vender o Pará

Total

Grandes empresas

Outras empresas

Principais concorrentes do Pará 76,7 9,5

Falta de procura/ Demanda

62,7 18,6 13,6

4,8

55,3 23,7 18,4

Falta de Voos/ Opção

25,4

33,3

21,1

30%

1,7 6,8 1,7

0,0 19,0 4,8

2,6 0,0

25%

0,0

15%

18,6

23,8

15,8

10%

15,3 3,4

23,8

10,5 5,3

5%

15,3

9,5

18,4

5,1 1,7

9,5

13,2 2,6

8,5

14,3

5,3

3,4 1,7

4,8

2,6 2,6

6,8 1,7

4,8

7,9 2,6

Falta de divulgação Desconhecimento dos Turistas

Vôos difíceis/ com conecção Falta de Vôos/ Poucos vôos Vôos com horários ruins

Preços elevados Das passagens aéreas dos hotéis

Agências Desconhecimento técnico do destino Falta de parceiros locais Não faz reservas pela internet

Falta de infraestrutura local Hotelaria Estrutura portuária (cruzeiros)

Distância do destino Não sabe

8,5

2,6

40% 35%

20%

0% Manaus Pantanal

Rio G. do Sul

Rio de Janeiro

Jalapão (TO)

Macapá

Bonito

C. dos C. dos Viadeiros Guimarães

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional– PARATUR 2011

Fonte: Plano Ver-o-Pará – Pesquisa trade nacional– PARATUR 2011

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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O produto Pará no trade internacional Para avaliar a opinião do trade turístico internacional sobre o produto Pará foi utilizado o Estudo de Mercado da Amazônia Legal Brasileira, do qual foram extraídos os aspectos relevantes para o Estado. O referido estudo analisou a presença da oferta Brasil e a oferta Amazônia Brasileira nas principais operadoras de cada um dos países alvo da pesquisa, totalizando uma amostra de 74 empresas em 11 países selecionados. O quadro a seguir sintetiza a presença dos produtos do Pará e da Amazônia Brasileira nos mercados pesquisados.

Manaus

Belém

Ilha do Marajó

Amazônia

Foz do Amazonas

Montanhas Amazônicas

Reservas Indígenas

França Alemanha Espanha Inglaterra Itália Portugal Argentina USA Canadá China Japão Fonte: Elaborado por Chias Marketing com dados do Estudo de Mercado do Turismo Sustentável da Amazônia Legal Brasileira

O resultado demonstra que o produto da região melhor posicionado nos mercados internacionais é Manaus, seguido por dois produtos do Pará, Belém e Ilha do Marajó. Amazônia Brasileira como oferta integral só aparece em um país e observa-se que as ofertas da região presentes nos catálogos das operadoras em todos os mercados têm relação com o Rio Amazonas e a cultura indígena local.

Búfalos - Marajó - Pará

Búfalos - Marajó - Pará

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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O produto Pará no trade internacional Para avaliar a opinião do trade turístico internacional sobre o produto Pará foi utilizado o Estudo de Mercado da Amazônia Legal Brasileira, do qual foram extraídos os aspectos relevantes para o Estado. O referido estudo analisou a presença da oferta Brasil e a oferta Amazônia Brasileira nas principais operadoras de cada um dos países alvo da pesquisa, totalizando uma amostra de 74 empresas em 11 países selecionados. O quadro a seguir sintetiza a presença dos produtos do Pará e da Amazônia Brasileira nos mercados pesquisados.

Manaus

Belém

Ilha do Marajó

Amazônia

Foz do Amazonas

Montanhas Amazônicas

Reservas Indígenas

França Alemanha Espanha Inglaterra Itália Portugal Argentina USA Canadá China Japão Fonte: Elaborado por Chias Marketing com dados do Estudo de Mercado do Turismo Sustentável da Amazônia Legal Brasileira

O resultado demonstra que o produto da região melhor posicionado nos mercados internacionais é Manaus, seguido por dois produtos do Pará, Belém e Ilha do Marajó. Amazônia Brasileira como oferta integral só aparece em um país e observa-se que as ofertas da região presentes nos catálogos das operadoras em todos os mercados têm relação com o Rio Amazonas e a cultura indígena local.

Búfalos - Marajó - Pará

Búfalos - Marajó - Pará

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Inscrições rupestres - Monte Alegre - Pará

3

A situação da oferta turística do Pará

Este capítulo apresenta a análise do território do Estado e da acessibilidade ao destino Pará, pelas diferentes vias de acesso. Em seguida apresenta a avaliação dos recursos e produtos do destino. A identificação dos atrativos turísticos do Estado do Pará foi estabelecida com base nos inventários dos municípios dos polos do Estado. Os inventários foram produzidos ao longo de mais de dez anos, o mais antigo é de 1999 e o mais recente data de 2011. Assim existe variação na abordagem e do que se considera como sendo atrativo. A cidade de Belém não tem um inventário da oferta turística; os atrativos avaliados neste polo foram identificados nas pesquisas de campo, nas leituras e nos vários sites que apresentam a cidade, incluindo as agências e operadoras de receptivo. 

O território e as infraestruturas de transporte O processo histórico de ocupação do território, o modelo desenvolvimento econômico-social, as dimensões geográficas, as características físicas, ambientais e pluviométricas da Amazônia, são fatores determinantes das condições atuais dos acessos no Pará. Os caminhos naturais da região são os rios, a eles estão sendo integrados progressivamente os eixos rodoviário, ferroviário e aéreo. Em função das longas distâncias, do tempo necessário para o deslocamento e das necessidades de infraestrutura do acesso aéreo (quase sempre restrita à pista e terminal de passageiros), o transporte aéreo é considerado como a alternativa mais eficiente para o transporte de passageiros na região Norte atualmente; e o Pará dispõe da melhor malha aeroviária, com vários aeroportos em operação de voos regulares, diretos ou em conexão para todo Brasil (Altamira, Santarém, Porto Trombetas, Marabá, Carajás, Tucuruí e Belém) e voos internacionais para Paramaribo e Caiena; além de inúmeros aeroportos com operação de voos regionais. No entanto, a oferta de voos ainda é pequena e o valor dos bilhetes é superior à média nacional; ou seja, os voos são caros e com poucas alternativas de horários. Por outro lado, devido à imensa malha fluvial, o caminho natural para os deslocamentos humanos na Amazônia sempre foram os rios e os barcos elementos presentes no cotidiano das populações.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Inscrições rupestres - Monte Alegre - Pará

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A situação da oferta turística do Pará

Este capítulo apresenta a análise do território do Estado e da acessibilidade ao destino Pará, pelas diferentes vias de acesso. Em seguida apresenta a avaliação dos recursos e produtos do destino. A identificação dos atrativos turísticos do Estado do Pará foi estabelecida com base nos inventários dos municípios dos polos do Estado. Os inventários foram produzidos ao longo de mais de dez anos, o mais antigo é de 1999 e o mais recente data de 2011. Assim existe variação na abordagem e do que se considera como sendo atrativo. A cidade de Belém não tem um inventário da oferta turística; os atrativos avaliados neste polo foram identificados nas pesquisas de campo, nas leituras e nos vários sites que apresentam a cidade, incluindo as agências e operadoras de receptivo. 

O território e as infraestruturas de transporte O processo histórico de ocupação do território, o modelo desenvolvimento econômico-social, as dimensões geográficas, as características físicas, ambientais e pluviométricas da Amazônia, são fatores determinantes das condições atuais dos acessos no Pará. Os caminhos naturais da região são os rios, a eles estão sendo integrados progressivamente os eixos rodoviário, ferroviário e aéreo. Em função das longas distâncias, do tempo necessário para o deslocamento e das necessidades de infraestrutura do acesso aéreo (quase sempre restrita à pista e terminal de passageiros), o transporte aéreo é considerado como a alternativa mais eficiente para o transporte de passageiros na região Norte atualmente; e o Pará dispõe da melhor malha aeroviária, com vários aeroportos em operação de voos regulares, diretos ou em conexão para todo Brasil (Altamira, Santarém, Porto Trombetas, Marabá, Carajás, Tucuruí e Belém) e voos internacionais para Paramaribo e Caiena; além de inúmeros aeroportos com operação de voos regionais. No entanto, a oferta de voos ainda é pequena e o valor dos bilhetes é superior à média nacional; ou seja, os voos são caros e com poucas alternativas de horários. Por outro lado, devido à imensa malha fluvial, o caminho natural para os deslocamentos humanos na Amazônia sempre foram os rios e os barcos elementos presentes no cotidiano das populações.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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No Pará, o rio Amazonas constitui-se a via principal do transporte fluvial, com navios regulares entre Belém e Manaus, passando por Santarém e com conexão para Macapá; os rios Tocantins, Tapajós, Trombetas, Jari e Guamá1 como vias secundárias de ligação intrarregional; além de vias menores, mas de importância vital na maioria dos municípios paraenses. O transporte fluvial é considerado o mais eficiente em termos ambiental e o mais competitivo na comparação dos custos (relação tonelada transportada X km percorridos).

A deficiência na fiscalização é fator de geração de riscos, a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental, órgão responsável pelo gerenciamento técnico e de segurança da navegação, tem uma equipe considerada pequena para atendimento adequado do Pará e o Amapá; e o mesmo ocorre com a Agência Nacional de Transporte Aquaviários em relação ao corpo de fiscais; os acidentes acontecem devido à superlotação, ao excesso de peso e falta de equipamentos de segurança. E o Estado não tem uma legislação específica para regulamentar o transporte hidroviário.

No entanto, mesmo com todas as mudanças tecnológicas e dos materiais utilizados na fabricação de barcos, a indústria náutica amazônica se mantém praticamente inalterada, a única modificação expressiva ao longo de mais de 500 anos foi a introdução do vapor em fins do século XIX.

O transporte rodoviário, principal modal utilizado no Brasil, é incipiente no Pará. Atualmente o Estado tem aproximadamente 5 mil km de rodovias asfaltadas, isso equivale a menos 3% das rodovias pavimentadas no país. Em função do alto índice pluviométrico da Amazônia, os deslocamentos rodoviários ficam comprometidos ou inviabilizados, o que explica parcialmente o baixo investimento no setor. Se proporcionalmente a extensão das rodovias é pequena para o tamanho do território, porém ela se mostra capaz de estabelecer a interligação do Estado com todas as regiões brasileiras, a partir de Belém e Santarém; e é a principal forma de acesso entre a capital e a Costa Atlântica.

A estrutura dos barcos e a tecnologia utilizada foram aprendidas no período colonial, quando a região era uma base estratégica para a recuperação das naus e caravelas europeias que viajavam pela costa brasileira. Essas tradições possuem um valor histórico e cultural extraordinários, inclusive como atrativo turístico, mas representam um atraso para o transporte fluvial e um entrave para a melhoria dos acessos na região. O desconforto das embarcações e lentidão nos deslocamentos tornam as viagens experiências enfadonhas e cansativas.

O modal ferroviário se restringe ao trecho de Parauapebas (Polo Araguaia-Tocantins) a São Luís do Maranhão. Inaugurada em 1985, a Estrada de Ferro Carajás, construída e operada pela Vale, tem como principal objetivo escoar a produção de minério de ferro para o Porto de Itaqui na capital maranhense, mas opera também o transporte de passageiros com embarques em dias alternados nos dois sentidos, são três partidas semanais de São Luís e três de Parauapebas, com possibilidade de embarque e desembarque em mais treze estações ao longo do percurso.

Ilha de Algodoal - Maracanã - Pará

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No Pará, o rio Amazonas constitui-se a via principal do transporte fluvial, com navios regulares entre Belém e Manaus, passando por Santarém e com conexão para Macapá; os rios Tocantins, Tapajós, Trombetas, Jari e Guamá1 como vias secundárias de ligação intrarregional; além de vias menores, mas de importância vital na maioria dos municípios paraenses. O transporte fluvial é considerado o mais eficiente em termos ambiental e o mais competitivo na comparação dos custos (relação tonelada transportada X km percorridos).

A deficiência na fiscalização é fator de geração de riscos, a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental, órgão responsável pelo gerenciamento técnico e de segurança da navegação, tem uma equipe considerada pequena para atendimento adequado do Pará e o Amapá; e o mesmo ocorre com a Agência Nacional de Transporte Aquaviários em relação ao corpo de fiscais; os acidentes acontecem devido à superlotação, ao excesso de peso e falta de equipamentos de segurança. E o Estado não tem uma legislação específica para regulamentar o transporte hidroviário.

No entanto, mesmo com todas as mudanças tecnológicas e dos materiais utilizados na fabricação de barcos, a indústria náutica amazônica se mantém praticamente inalterada, a única modificação expressiva ao longo de mais de 500 anos foi a introdução do vapor em fins do século XIX.

O transporte rodoviário, principal modal utilizado no Brasil, é incipiente no Pará. Atualmente o Estado tem aproximadamente 5 mil km de rodovias asfaltadas, isso equivale a menos 3% das rodovias pavimentadas no país. Em função do alto índice pluviométrico da Amazônia, os deslocamentos rodoviários ficam comprometidos ou inviabilizados, o que explica parcialmente o baixo investimento no setor. Se proporcionalmente a extensão das rodovias é pequena para o tamanho do território, porém ela se mostra capaz de estabelecer a interligação do Estado com todas as regiões brasileiras, a partir de Belém e Santarém; e é a principal forma de acesso entre a capital e a Costa Atlântica.

A estrutura dos barcos e a tecnologia utilizada foram aprendidas no período colonial, quando a região era uma base estratégica para a recuperação das naus e caravelas europeias que viajavam pela costa brasileira. Essas tradições possuem um valor histórico e cultural extraordinários, inclusive como atrativo turístico, mas representam um atraso para o transporte fluvial e um entrave para a melhoria dos acessos na região. O desconforto das embarcações e lentidão nos deslocamentos tornam as viagens experiências enfadonhas e cansativas.

O modal ferroviário se restringe ao trecho de Parauapebas (Polo Araguaia-Tocantins) a São Luís do Maranhão. Inaugurada em 1985, a Estrada de Ferro Carajás, construída e operada pela Vale, tem como principal objetivo escoar a produção de minério de ferro para o Porto de Itaqui na capital maranhense, mas opera também o transporte de passageiros com embarques em dias alternados nos dois sentidos, são três partidas semanais de São Luís e três de Parauapebas, com possibilidade de embarque e desembarque em mais treze estações ao longo do percurso.

Ilha de Algodoal - Maracanã - Pará

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Os recursos e os produtos Na década de 1990, a Paratur fez o zoneamento turístico do Estado e definiu quatro Polos de desenvolvimento setorial (Costa Atlântica, Tapajós, Marajó e Araguaia-Tocantins), antecipando em mais de 10 anos os princípios do Programa de Regionalização do Ministério do Turismo. No Plano de Turismo elaborado em 2001, houve o desmembramento de um polo e a criação de outro, definindo os atuais seis polos turísticos do Pará: •Polo Belém •Polo Amazônia Atlântica •Polo Araguaia-Tocantins •Polo Marajó •Polo Tapajós •Polo Xingu

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Belém

Polo Belém

Polo Araguaia-Tocantins

Polo Tapajós

Polo Amazônia Atlântica

Polo Marajó

Polo Xingu

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Os recursos e os produtos Na década de 1990, a Paratur fez o zoneamento turístico do Estado e definiu quatro Polos de desenvolvimento setorial (Costa Atlântica, Tapajós, Marajó e Araguaia-Tocantins), antecipando em mais de 10 anos os princípios do Programa de Regionalização do Ministério do Turismo. No Plano de Turismo elaborado em 2001, houve o desmembramento de um polo e a criação de outro, definindo os atuais seis polos turísticos do Pará: •Polo Belém •Polo Amazônia Atlântica •Polo Araguaia-Tocantins •Polo Marajó •Polo Tapajós •Polo Xingu

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Belém

Polo Belém

Polo Araguaia-Tocantins

Polo Tapajós

Polo Amazônia Atlântica

Polo Marajó

Polo Xingu

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A análise dos polos foi feita com base nas visitas de campo realizadas pela equipe de consultoria e complementadas em fontes secundárias, disponibilizadas pela Paratur ou acessadas diretamente.

A metodologia compreende um sistema para avaliação técnica dos atrativos que permite determinar seu valor potencial e seu grau de aproveitamento atual.

Total de atrativos turísticos avaliados por pólo

Singularidade: o que distingue um recurso pelo fato de ser único no Mundo, na América Latina, no Brasil ou no Estado. Quanto mais raro, maior será o âmbito de atração geográfica do mesmo.

3% 18%

6% Belém Araguaia Tocantins

19%

33%

Amazônia Atlântica Marajó Tapajós Xingu

21%

Fonte: Elaborado por Chias Marketing com dados dos inventários da Oferta Turística dos Municípios

Mas, os inventários dos municípios não consideram a diferença entre recurso e produto, diferenciação que a nossa equipe utiliza para a avaliação da oferta turística de um destino. O processo de transformação de recursos em produtos, adotada pela Consultoria baseia-se na definição proposta pelo Dr. Josep Chias*. Os “recursos” são os atrativos (patrimônio natural, cultura, clima) e a população que vive no território. Quando esses recursos são estruturados para uso turístico, transformam-se em produtos. Assim, entende-se que um “produto” é aquele recurso que oferece a possibilidade para a prática de uma atividade turística (visitar, assistir, participar, estudar, comprar, comer), porque foram organizadas propostas para o visitante usufruir do atrativo e estabelecidas condições de acessibilidade para o público. Não existe atrativo que seja capaz de agradar todos os públicos. Para fins de planejamento, faz-se necessário a avaliação e hierarquização dos atrativos e diferenciar atrativos que são produtos dos que são recursos. O Dr. Josep Chias desenvolveu uma metodologia de valoração que foi aplicada, com sucesso, em vários planos de desenvolvimento e promoção turística, elaborados pela Consultoria para destinos em diferentes países.

Para a definição do Valor Potencial dos atrativos foram adotados os critérios de singularidade, valor intrínseco e identidade local. Cada critério recebeu nota variando entre 1 e 5 pontos, de acordo com a análise estabelecida.

Valor Intrínseco: valor inerente a cada um dos recursos, mas que comprativamente o destaca dentro da sua própria categoria (museus, prédios, natureza, parques). Identidade local: valor que tem um recurso pelo fato de ser do próprio local, mesmo que não seja especificamente um recurso turístico. O mercado reconhece o diferencial naquilo que forma parte da identidade do lugar. Cada critério tem um peso diferenciado, para o cálculo final do processo de avaliação utiliza-se fatores de ponderação às notas concedidas. O resultado da soma total alcançada por cada produto é o seu valor potencial no mercado, o que permite determinar o ranking de Recursos e Produtos Turísticos do Estado do Pará, bem como fixar uma hierarquia para Produtos Estrela, A, B e C. Produtos Estrela: Do ponto de vista metodológico, os produtos estrela sãoos produtos que alcançam o topo da hierarquia e são considerados, pela sua excepcional potencialidade, como imprescindíveis para conhecer um determinado destino turístico. Produtos “A” são produtos que complementam os Produtos Estrela e seconvergem em indutores de viagens e fatores de redução dos períodos de baixa temporada e, nesse caso, os demais atrativos podem complementar a visita e ampliar o tempo de permanência do turista no destino. Os produtos avaliados como Produtos “B” exercem uma função estratégica, permitindo a ampliação do período de permanência do turista ou a motivação de seu retorno. Os atrativos classificados como Recursos são apresentados como possibilidades de ampliação às opções existentes, mas que precisam de um processo de desenvolvimento antes de serem oferecidos ao mercado.

*CHIAS, Josep. Turismo o negócio da felicidade. São Paulo: Senac, 2007.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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A análise dos polos foi feita com base nas visitas de campo realizadas pela equipe de consultoria e complementadas em fontes secundárias, disponibilizadas pela Paratur ou acessadas diretamente.

A metodologia compreende um sistema para avaliação técnica dos atrativos que permite determinar seu valor potencial e seu grau de aproveitamento atual.

Total de atrativos turísticos avaliados por pólo

Singularidade: o que distingue um recurso pelo fato de ser único no Mundo, na América Latina, no Brasil ou no Estado. Quanto mais raro, maior será o âmbito de atração geográfica do mesmo.

3% 18%

6% Belém Araguaia Tocantins

19%

33%

Amazônia Atlântica Marajó Tapajós Xingu

21%

Fonte: Elaborado por Chias Marketing com dados dos inventários da Oferta Turística dos Municípios

Mas, os inventários dos municípios não consideram a diferença entre recurso e produto, diferenciação que a nossa equipe utiliza para a avaliação da oferta turística de um destino. O processo de transformação de recursos em produtos, adotada pela Consultoria baseia-se na definição proposta pelo Dr. Josep Chias*. Os “recursos” são os atrativos (patrimônio natural, cultura, clima) e a população que vive no território. Quando esses recursos são estruturados para uso turístico, transformam-se em produtos. Assim, entende-se que um “produto” é aquele recurso que oferece a possibilidade para a prática de uma atividade turística (visitar, assistir, participar, estudar, comprar, comer), porque foram organizadas propostas para o visitante usufruir do atrativo e estabelecidas condições de acessibilidade para o público. Não existe atrativo que seja capaz de agradar todos os públicos. Para fins de planejamento, faz-se necessário a avaliação e hierarquização dos atrativos e diferenciar atrativos que são produtos dos que são recursos. O Dr. Josep Chias desenvolveu uma metodologia de valoração que foi aplicada, com sucesso, em vários planos de desenvolvimento e promoção turística, elaborados pela Consultoria para destinos em diferentes países.

Para a definição do Valor Potencial dos atrativos foram adotados os critérios de singularidade, valor intrínseco e identidade local. Cada critério recebeu nota variando entre 1 e 5 pontos, de acordo com a análise estabelecida.

Valor Intrínseco: valor inerente a cada um dos recursos, mas que comprativamente o destaca dentro da sua própria categoria (museus, prédios, natureza, parques). Identidade local: valor que tem um recurso pelo fato de ser do próprio local, mesmo que não seja especificamente um recurso turístico. O mercado reconhece o diferencial naquilo que forma parte da identidade do lugar. Cada critério tem um peso diferenciado, para o cálculo final do processo de avaliação utiliza-se fatores de ponderação às notas concedidas. O resultado da soma total alcançada por cada produto é o seu valor potencial no mercado, o que permite determinar o ranking de Recursos e Produtos Turísticos do Estado do Pará, bem como fixar uma hierarquia para Produtos Estrela, A, B e C. Produtos Estrela: Do ponto de vista metodológico, os produtos estrela sãoos produtos que alcançam o topo da hierarquia e são considerados, pela sua excepcional potencialidade, como imprescindíveis para conhecer um determinado destino turístico. Produtos “A” são produtos que complementam os Produtos Estrela e seconvergem em indutores de viagens e fatores de redução dos períodos de baixa temporada e, nesse caso, os demais atrativos podem complementar a visita e ampliar o tempo de permanência do turista no destino. Os produtos avaliados como Produtos “B” exercem uma função estratégica, permitindo a ampliação do período de permanência do turista ou a motivação de seu retorno. Os atrativos classificados como Recursos são apresentados como possibilidades de ampliação às opções existentes, mas que precisam de um processo de desenvolvimento antes de serem oferecidos ao mercado.

*CHIAS, Josep. Turismo o negócio da felicidade. São Paulo: Senac, 2007.

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A partir dos inventários turísticos dos municípios que integram este plano e das visitas técnicas realizadas pela equipe consultora aos diferentes polos, foram identificados 465 recursos e produtos turísticos no Pará, que após uma primeira análise de características e localização foram agrupados em 396 para fins de avaliação, conforme os critérios estabelecidos na metodologia, chegando-se à seguinte conclusão:

Resultado da valoração técnica dos atrativos turísticos do Pará

No entanto, o valor potencial de um produto não é suficiente para sua comercialização nos mercados. Para que um turista potencial possa comprar, fazer uso desse produto turístico e, assim gerar recursos financeiros em seu contexto, o mesmo precisa ter oferta complementar (dormir, comer, comprar...), para então ser comunicado e promovido junto aos públicos alvos. Conforme a metodologia técnica da Consultoria a concentração ou não dessa oferta complementar em torno de um produto turístico e a notoriedade dele nos mercados, constituem os dois critérios para estabelecer o valor atual de um produto turístico. A diferença entre o valor atual de um produto turístico determinado, a partir, da valoração técnica dos critérios “concentração de oferta” e “notoriedade” e, a nota máxima que um produto pode alcançar nesta categoria é o Grau de Aproveitamento Atual do produto avaliado.

30%

Produtos

No caso do Estado do Pará, o Grau de Aproveitamento Médio Total dos produtos turísticos do Estado é de 35%:

Recursos

70%

Grau de aproveitamento médio total 120% Fonte: Elaborado por Chias Marketing

100%

A oferta turística atual do Estado do Pará é formada por 30% de atrativos, em situação de recursos, e 70% podem ser considerados produtos.

80%

Dentre os 70% que formam o grupo de produtos, existem diferentes situações de valor potencial, dos quais 10% foram classificados com valor potencial de produto estrela, 32% com valor potencial de produto A e 58% com valor potencial de produto B, conforme mostra o gráfico seguinte:

40%

100%

60%

35%

20% 0%

Valor Max.

G. Ap médio total.

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

Resultado da valoração técnica dos atrativos turísticos do Pará

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

10%

58%

32%

Produtos Estrela Produtos A Produtos B

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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A partir dos inventários turísticos dos municípios que integram este plano e das visitas técnicas realizadas pela equipe consultora aos diferentes polos, foram identificados 465 recursos e produtos turísticos no Pará, que após uma primeira análise de características e localização foram agrupados em 396 para fins de avaliação, conforme os critérios estabelecidos na metodologia, chegando-se à seguinte conclusão:

Resultado da valoração técnica dos atrativos turísticos do Pará

No entanto, o valor potencial de um produto não é suficiente para sua comercialização nos mercados. Para que um turista potencial possa comprar, fazer uso desse produto turístico e, assim gerar recursos financeiros em seu contexto, o mesmo precisa ter oferta complementar (dormir, comer, comprar...), para então ser comunicado e promovido junto aos públicos alvos. Conforme a metodologia técnica da Consultoria a concentração ou não dessa oferta complementar em torno de um produto turístico e a notoriedade dele nos mercados, constituem os dois critérios para estabelecer o valor atual de um produto turístico. A diferença entre o valor atual de um produto turístico determinado, a partir, da valoração técnica dos critérios “concentração de oferta” e “notoriedade” e, a nota máxima que um produto pode alcançar nesta categoria é o Grau de Aproveitamento Atual do produto avaliado.

30%

Produtos

No caso do Estado do Pará, o Grau de Aproveitamento Médio Total dos produtos turísticos do Estado é de 35%:

Recursos

70%

Grau de aproveitamento médio total 120% Fonte: Elaborado por Chias Marketing

100%

A oferta turística atual do Estado do Pará é formada por 30% de atrativos, em situação de recursos, e 70% podem ser considerados produtos.

80%

Dentre os 70% que formam o grupo de produtos, existem diferentes situações de valor potencial, dos quais 10% foram classificados com valor potencial de produto estrela, 32% com valor potencial de produto A e 58% com valor potencial de produto B, conforme mostra o gráfico seguinte:

40%

100%

60%

35%

20% 0%

Valor Max.

G. Ap médio total.

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

Resultado da valoração técnica dos atrativos turísticos do Pará

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

10%

58%

32%

Produtos Estrela Produtos A Produtos B

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

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Devido ao tamanho do destino Pará, a sua diversidade de recursos e o diferente grau de desenvolvimento dos polos, a Consultoria analisou também o Grau de Aproveitamento atual, por polo turístico:

Litoral do Pará

Grau de aproveitamento dos produtos turísticos do Estado do Pará 120% 100% 100% 80% 60% 52% 40% 20%

28%

29%

Araguaia Tocantins

Amazônia Atlântica

30%

37%

36%

0% Valor Max.

Belém

Marajó

Tapajós

Xingu

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

A situação atual dos recursos e produtos do Estado do Pará demonstra que a potencialidade é elevada, mas o valor real do conjunto de produtos é baixo, na maioria dos polos, o que significa que o Estado deverá trabalhar no desenvolvimento conforme as prioridades de Valor Potencial dos produtos e no marketing conforme o Valor Atual em cada caso.

Feira do Açaí - Belém do Pará

Castanha do Pará

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Devido ao tamanho do destino Pará, a sua diversidade de recursos e o diferente grau de desenvolvimento dos polos, a Consultoria analisou também o Grau de Aproveitamento atual, por polo turístico:

Litoral do Pará

Grau de aproveitamento dos produtos turísticos do Estado do Pará 120% 100% 100% 80% 60% 52% 40% 20%

28%

29%

Araguaia Tocantins

Amazônia Atlântica

30%

37%

36%

0% Valor Max.

Belém

Marajó

Tapajós

Xingu

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

A situação atual dos recursos e produtos do Estado do Pará demonstra que a potencialidade é elevada, mas o valor real do conjunto de produtos é baixo, na maioria dos polos, o que significa que o Estado deverá trabalhar no desenvolvimento conforme as prioridades de Valor Potencial dos produtos e no marketing conforme o Valor Atual em cada caso.

Feira do Açaí - Belém do Pará

Castanha do Pará

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4

A opinião interna

Facilidades para a promoção e a comercialização do turista do Pará Ambiente dos negócios

Nesta seção apresenta-se uma síntese da visão que os diferentes segmentos do trade do Pará têm sobre o turismo no Estado e em seus polos regionais. O objetivo desse processo de avaliação foi aferir a percepção que gestores públicos, empresários, profissionais e os representantes da sociedade civil têm do estágio de desenvolvimento, do potencial e dos impasses que o setor de turismo enfrenta no Pará; e, ao mesmo tempo, mapear sugestões para responder às oportunidades e deficiências apontadas. Para facilitar a participação e a mobilização de todos os atores diretamente envolvidos no turismo paraense, foram realizadas reuniões e entrevistas nos 21 municípios turísticos dos seis polos. Em função das dimensões geográficas do Estado do Pará, das distâncias entre os municípios e das condições de deslocamentos, essas reuniões ocorreram em duas etapas, entre 12 e 30 de junho e entre 31 de julho e 13 de agosto, totalizando 33 dias de trabalho e mobilizando 1.497 participantes. As reuniões e entrevistas seguiram a mesma dinâmica, a liderança técnica compartilhada entre um representante da Paratur, assessora especial da Presidência da Paratur e coordenadora do Plano Ver-o-Pará, e um representante da Chias Marketing, consultora máster designada para o projeto. Os resultados foram tabulados e sistematizados neste relatório:

Amazônia Gastronomia Belezas naturais Diversidade de atrativos

Dificuldades para a promoção e a comercialização do turista do Pará Competitividade (preço) Mão de Obra Informação Infraestrutura Falta de divulgação Acesso

Sugestões para a gestão do turismo no Pará Criar a Secretaria Estadual de Turismo Melhorar os acessos

O que falta ao produto turístico do Pará

Efetivar o planejamento Marketing

Qualidade

Infraestrutura

Incentivos Acesso Investimentos

Sugestões de ações e programas para o turismo do Pará

Mão de obra qualificada Infraestrutura

Investimento

Divulgaçãi/Marketing

Planejamento Marketing e promoção

Com que destinos compara o Pará

Capacitação profissional Sensibilização

Destinos de praia Não tem comparação

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

Bahia Destinos em desenvolvimento Maranhão Amazonas

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

44

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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4

A opinião interna

Facilidades para a promoção e a comercialização do turista do Pará Ambiente dos negócios

Nesta seção apresenta-se uma síntese da visão que os diferentes segmentos do trade do Pará têm sobre o turismo no Estado e em seus polos regionais. O objetivo desse processo de avaliação foi aferir a percepção que gestores públicos, empresários, profissionais e os representantes da sociedade civil têm do estágio de desenvolvimento, do potencial e dos impasses que o setor de turismo enfrenta no Pará; e, ao mesmo tempo, mapear sugestões para responder às oportunidades e deficiências apontadas. Para facilitar a participação e a mobilização de todos os atores diretamente envolvidos no turismo paraense, foram realizadas reuniões e entrevistas nos 21 municípios turísticos dos seis polos. Em função das dimensões geográficas do Estado do Pará, das distâncias entre os municípios e das condições de deslocamentos, essas reuniões ocorreram em duas etapas, entre 12 e 30 de junho e entre 31 de julho e 13 de agosto, totalizando 33 dias de trabalho e mobilizando 1.497 participantes. As reuniões e entrevistas seguiram a mesma dinâmica, a liderança técnica compartilhada entre um representante da Paratur, assessora especial da Presidência da Paratur e coordenadora do Plano Ver-o-Pará, e um representante da Chias Marketing, consultora máster designada para o projeto. Os resultados foram tabulados e sistematizados neste relatório:

Amazônia Gastronomia Belezas naturais Diversidade de atrativos

Dificuldades para a promoção e a comercialização do turista do Pará Competitividade (preço) Mão de Obra Informação Infraestrutura Falta de divulgação Acesso

Sugestões para a gestão do turismo no Pará Criar a Secretaria Estadual de Turismo Melhorar os acessos

O que falta ao produto turístico do Pará

Efetivar o planejamento Marketing

Qualidade

Infraestrutura

Incentivos Acesso Investimentos

Sugestões de ações e programas para o turismo do Pará

Mão de obra qualificada Infraestrutura

Investimento

Divulgaçãi/Marketing

Planejamento Marketing e promoção

Com que destinos compara o Pará

Capacitação profissional Sensibilização

Destinos de praia Não tem comparação

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

Bahia Destinos em desenvolvimento Maranhão Amazonas

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

45


5 A opinião externa Nesta seção apresenta-se o resultado da pesquisa qualitativa realizada junto ao turista atual do Pará. O objetivo desse processo foi conhecer o perfil do turista atual, compreender as motivações que o levaram a visitar o Pará, aferir a percepção que ele tem da qualidade dos serviços recebidos e conhecer a imagem e posicionamento atual do Pará no mercado consumidor. As entrevistas foram realizadas nas salas de embarque dos aeroportos, no momento da saída dos turistas do Estado, e no “check out” do meio de hospedagem. A pesquisa foi realizada entre os dias 20 a 24 de julho de 2011, no período de alta temporada no Estado e foram entrevistados 800 turistas, entre turistas com origem no próprio Estado, no Brasil e nos mercados internacionais.

Perfil do turista atual

Açaí, comida típica

Pesca do pirarucu

Gênero

69% masculino 31% feminino

Grau de instrução

52% educação superior 30% educação básica 18% educação pós-graduação

Média de viagens de lazer realizadas nos últimos três anos

4,73 viagens

Média de viagens nacionais e internacionais por ano

2,26 viagens

Destinos brasileiros que mais gostou nos últimos 3 anos

Fortaleza Santarém /PA Soure e Salvaterra /PA Rio Grande do Norte Recife Bragança /PA Belém /PA São Paulo Rio de janeiro Manaus

Quantas vezes visitou o Pará

4,5 vezes

Pernoites que passou no Pará

7,8 noites

Gasto médio total da viagem

R$ 1.829

Destinos que visitou no Pará

Santarém Belém Conceição do Araguaia Marabá Salinópolis Mosqueiro Altamira Salvaterra Soure Itaituba

Fonte: Núcleo de Planejamento - Paratur

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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5 A opinião externa Nesta seção apresenta-se o resultado da pesquisa qualitativa realizada junto ao turista atual do Pará. O objetivo desse processo foi conhecer o perfil do turista atual, compreender as motivações que o levaram a visitar o Pará, aferir a percepção que ele tem da qualidade dos serviços recebidos e conhecer a imagem e posicionamento atual do Pará no mercado consumidor. As entrevistas foram realizadas nas salas de embarque dos aeroportos, no momento da saída dos turistas do Estado, e no “check out” do meio de hospedagem. A pesquisa foi realizada entre os dias 20 a 24 de julho de 2011, no período de alta temporada no Estado e foram entrevistados 800 turistas, entre turistas com origem no próprio Estado, no Brasil e nos mercados internacionais.

Perfil do turista atual

Açaí, comida típica

Pesca do pirarucu

Gênero

69% masculino 31% feminino

Grau de instrução

52% educação superior 30% educação básica 18% educação pós-graduação

Média de viagens de lazer realizadas nos últimos três anos

4,73 viagens

Média de viagens nacionais e internacionais por ano

2,26 viagens

Destinos brasileiros que mais gostou nos últimos 3 anos

Fortaleza Santarém /PA Soure e Salvaterra /PA Rio Grande do Norte Recife Bragança /PA Belém /PA São Paulo Rio de janeiro Manaus

Quantas vezes visitou o Pará

4,5 vezes

Pernoites que passou no Pará

7,8 noites

Gasto médio total da viagem

R$ 1.829

Destinos que visitou no Pará

Santarém Belém Conceição do Araguaia Marabá Salinópolis Mosqueiro Altamira Salvaterra Soure Itaituba

Fonte: Núcleo de Planejamento - Paratur

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Motivação e planejamento de viagem Principal motivação para visitar o Pará

Conhecer os atrativos naturais Negócios e trabalho Visitar parentes e amigos

Principal fonte de informação para escolher o Pará

64% recomendação de P/A 20% internet 4% agência de viagem 12% outros 58% organização própria 29% agência de viagem 13% recomendação de P/A

Organização da viagem para o Pará

Meio de transporte utilizado para viajar ao Pará

Companhia de viagem ao Pará

Onde se hospedou no Pará

Análise comparativa de todas as opiniões levantadas durante a elaboração do Plano Ver-o-Pará: a opinião interna, ou seja a opinião dos gestores públicos e privados do turismo do Pará, o trade nacional, o trade internacional e o turista atual. Os aspectos positivos do destino Pará, conforme a opinião de todos os públicos pesquisados:

Natureza Natureza Cultura Cultura

Natureza Natureza Cultura Cultura

67% avião 52% carro próprio 5 ônibus 13 outros

Praias Praias Eventos Eventos Negócios Negócios

Superatrativos Superatrativos Gastronomia Gastronomia Hospitalidade Hospitalidade

41% só 30% familiares e amigos 16% amigos 8% cônjuge 5% outros 59% hotel 29% casa de parentes e amigos 10% pousada 2% outros

A opinião A opinião interna interna (316) (316)

A opinião A opinião do Trade do Trade internacional internacional (74) (74)

Principais atividades de lazer realizadas durante a estadia

Foi à praia Fez compras Fez passeios de barco

Principais atividades de lazer realizadas durante a estadia

Foi à praia Fez compras Fez passeios de barco

Gastronomia Gastronomia Belezas naturais Belezas naturais Atrativos Atrativos (Ilha do Marajó) (Ilha do Marajó)

A opinião A opinião do Trade nacional do Trade nacional (59) (59)

Atrativos Atrativos

(Alter-do-Chão) (Alter-do-Chão)

Cultura Cultura Belezas naturais Belezas naturais Floresta Floresta Hospitalidade Hospitalidade

A opinião A opinião do turista atual do turista atual (800) (800)

Os aspectos negativos do destino Pará, conforme a opinião de todos os públicos pesquisados:

Imagem e posicionamento do Pará Os aspectos mais positivos do destino

Os aspectos mais negativos do destino

Alter do Chão A cultura As belezas naturais A infraestrutura O atendimento A devastação da floresta

A cor que melhor representa o Pará

50% verde 25% vermelho 11% amarelo

Símbolo que mais associa ao Pará

Boto Castanheira Círio Igreja da se Índio Arara

O Para em relação a outros destinos da Amazônia

46% melhor e muito melhor 36,5% nem melhor nem pior 13,%% pior e muito pior

Infraestrutura Infraestrutura Falta incentivo Falta incentivo A esportes A esportes Profissionalismo Profissionalismo Devastação Devastação Violência Violência

A opinião A opinião interna interna (316) (316)

Acesso Acesso Infraestrutura Infraestrutura Equipamentos Equipamentos Preços elevados Preços elevados Risco à saúde Risco à saúde

A opinião A opinião do Trade do Trade internacional internacional (74) (74)

Falta de Falta de divulgação divulgação Infraestrutura Infraestrutura Preços elevados Preços elevados

A opinião A opinião do Trade nacional do Trade nacional (59) (59)

Infraestrutura Infraestrutura Atendimento Atendimento Devastação Devastação Aeroportos Aeroportos Poluição Poluição

A opinião A opinião do turista atual do turista atual (800) (800)

Nível de satisfação e qualidade percebida Atrativos naturais

95% satisfação

Hospitalidade do povo

86% satisfação

Gastronomia

77% satisfação

Atrativos culturais

74% satisfação

Cultura viva

74% satisfação

Artesanato

65% satisfação

Restaurantes

57% satisfação

Avaliação geral da viagem Percepção x expectativas Intenção de voltar

68% melhor e muito melhor que as expectativas 36% nem melhor nem pior que as expectativas 95%

Recomendação a parentes e amigos

90%

Fonte: Núcleo de Planejamento - Paratur

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Motivação e planejamento de viagem Principal motivação para visitar o Pará

Conhecer os atrativos naturais Negócios e trabalho Visitar parentes e amigos

Principal fonte de informação para escolher o Pará

64% recomendação de P/A 20% internet 4% agência de viagem 12% outros 58% organização própria 29% agência de viagem 13% recomendação de P/A

Organização da viagem para o Pará

Meio de transporte utilizado para viajar ao Pará

Companhia de viagem ao Pará

Onde se hospedou no Pará

Análise comparativa de todas as opiniões levantadas durante a elaboração do Plano Ver-o-Pará: a opinião interna, ou seja a opinião dos gestores públicos e privados do turismo do Pará, o trade nacional, o trade internacional e o turista atual. Os aspectos positivos do destino Pará, conforme a opinião de todos os públicos pesquisados:

Natureza Natureza Cultura Cultura

Natureza Natureza Cultura Cultura

67% avião 52% carro próprio 5 ônibus 13 outros

Praias Praias Eventos Eventos Negócios Negócios

Superatrativos Superatrativos Gastronomia Gastronomia Hospitalidade Hospitalidade

41% só 30% familiares e amigos 16% amigos 8% cônjuge 5% outros 59% hotel 29% casa de parentes e amigos 10% pousada 2% outros

A opinião A opinião interna interna (316) (316)

A opinião A opinião do Trade do Trade internacional internacional (74) (74)

Principais atividades de lazer realizadas durante a estadia

Foi à praia Fez compras Fez passeios de barco

Principais atividades de lazer realizadas durante a estadia

Foi à praia Fez compras Fez passeios de barco

Gastronomia Gastronomia Belezas naturais Belezas naturais Atrativos Atrativos (Ilha do Marajó) (Ilha do Marajó)

A opinião A opinião do Trade nacional do Trade nacional (59) (59)

Atrativos Atrativos

(Alter-do-Chão) (Alter-do-Chão)

Cultura Cultura Belezas naturais Belezas naturais Floresta Floresta Hospitalidade Hospitalidade

A opinião A opinião do turista atual do turista atual (800) (800)

Os aspectos negativos do destino Pará, conforme a opinião de todos os públicos pesquisados:

Imagem e posicionamento do Pará Os aspectos mais positivos do destino

Os aspectos mais negativos do destino

Alter do Chão A cultura As belezas naturais A infraestrutura O atendimento A devastação da floresta

A cor que melhor representa o Pará

50% verde 25% vermelho 11% amarelo

Símbolo que mais associa ao Pará

Boto Castanheira Círio Igreja da se Índio Arara

O Para em relação a outros destinos da Amazônia

46% melhor e muito melhor 36,5% nem melhor nem pior 13,%% pior e muito pior

Infraestrutura Infraestrutura Falta incentivo Falta incentivo A esportes A esportes Profissionalismo Profissionalismo Devastação Devastação Violência Violência

A opinião A opinião interna interna (316) (316)

Acesso Acesso Infraestrutura Infraestrutura Equipamentos Equipamentos Preços elevados Preços elevados Risco à saúde Risco à saúde

A opinião A opinião do Trade do Trade internacional internacional (74) (74)

Falta de Falta de divulgação divulgação Infraestrutura Infraestrutura Preços elevados Preços elevados

A opinião A opinião do Trade nacional do Trade nacional (59) (59)

Infraestrutura Infraestrutura Atendimento Atendimento Devastação Devastação Aeroportos Aeroportos Poluição Poluição

A opinião A opinião do turista atual do turista atual (800) (800)

Nível de satisfação e qualidade percebida Atrativos naturais

95% satisfação

Hospitalidade do povo

86% satisfação

Gastronomia

77% satisfação

Atrativos culturais

74% satisfação

Cultura viva

74% satisfação

Artesanato

65% satisfação

Restaurantes

57% satisfação

Avaliação geral da viagem Percepção x expectativas Intenção de voltar

68% melhor e muito melhor que as expectativas 36% nem melhor nem pior que as expectativas 95%

Recomendação a parentes e amigos

90%

Fonte: Núcleo de Planejamento - Paratur

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Bragança - Pará

6

A Politica Turística

Em 2011, o Governo do Estado definiu uma agenda mínima para o quadriênio 2011/2014. Nomeada Pacto pelo Pará, essa agenda estabelece os projetos e ações com os quais o Governo se compromete a realizar na atual gestão. Pela Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, por meio da Paratur, o turismo foi contemplado com R$ 110 milhões que serão investidos nos projetos sinalizados neste capítulo. Indiretamente, o setor de turismo se beneficiará com programas e projetos que constam do Pacto pelo Pará, são aproximadamente R$ 190 milhões de investimentos, que serão executados por outras áreas e Secretarias.

Projetos de responsabilidade direta da Paratur: •Centro de Convenções de Marabá •Centro de Convenções de Santarém •Inventário Turístico do Pará •Acessibilidade e logística de transporte para o Marajó •Promoção e divulgação do Pará •Plano Estadual de Qualificação no Turismo •Programa Turismo Seguro •Projeto Prodetur – Polos Belém, Marajó e Tapajós

50

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Bragança - Pará

6

A Politica Turística

Em 2011, o Governo do Estado definiu uma agenda mínima para o quadriênio 2011/2014. Nomeada Pacto pelo Pará, essa agenda estabelece os projetos e ações com os quais o Governo se compromete a realizar na atual gestão. Pela Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, por meio da Paratur, o turismo foi contemplado com R$ 110 milhões que serão investidos nos projetos sinalizados neste capítulo. Indiretamente, o setor de turismo se beneficiará com programas e projetos que constam do Pacto pelo Pará, são aproximadamente R$ 190 milhões de investimentos, que serão executados por outras áreas e Secretarias.

Projetos de responsabilidade direta da Paratur: •Centro de Convenções de Marabá •Centro de Convenções de Santarém •Inventário Turístico do Pará •Acessibilidade e logística de transporte para o Marajó •Promoção e divulgação do Pará •Plano Estadual de Qualificação no Turismo •Programa Turismo Seguro •Projeto Prodetur – Polos Belém, Marajó e Tapajós

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Prodetur Pará – Polos Belém, Marajó e Tapajós MP

PROGRAMA

AÇÕES

Melhoria e qualidade dos produtos e serviços turísticos

Criação de selos de qualidade para meios de hospedagem e segmento de A&B

Observatório estratégico Inventário da oferta turística Pesquisa de mercado turístico do polo Pesquisa de demanda de qualificação PRODUTO TURÍSTICO

Formatação de produtos turísticos

Formatação de novos produtos e roteiros turísticos

Mapeamento cultural e centros de referência

Mapeamento da cultura material e imaterial das comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas) Construção do Centro de Referência Cultural e de Artesanato

Revitalização do Sistema Implantação, adequação e revitalização da de Sinalização e sinalização turística, em áreas de interesse Informação Turística Construção do CIT e de educação ambiental em áreas de interesse Conservação e Revitalização e restauro de edificações de recuperação dos interesse turístico atrativos turísticos Melhoria dos Equipamentos de Apoio Turístico

Ordenamento e construção das orlas fluviais Implantação de sistema de duchas e sanitários nas praias fluviais e integração com a rede coletora de esgoto

Plano de Marketing

Elaboração do Plano de Marketing para os polos Campanhas publicitárias – criação de marcas Produção de material de divulgação Realização de famtours e presstrips Construção de sites promocionais dos polos

COMERCIALIZAÇÃO

FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL

Melhoria do sistema de iluminação pública Melhoria da acessibilidade hidroviária

Melhoria da acessibilidade rodoviária

GESTÃO AMBIENTAL

•Parque Ambiental do Utinga e Apoio às manifestações culturais do Pará Secretaria de Cultura •Terruá Pará Secretaria de Comunicação •Jogos Indígenas Secretaria de Esporte e Lazer •Programa Municípios Verdes SEDIP •Navega Pará PRODEPA/SECTI

Estrutura de governança Fortalecimento institucional dos órgãos gestores e gestão de turismo. Fortalecimento institucional da UCP/Prodetur-PA Melhoria de abasteciAbastecimento de água e esgotamento sanitário mento de água e dos destinos e áreas de interesse turístico nos esgotamento sanitário polos Otimização e ordenamento do lixo

INFRAESTUTURA E SERVIÇOS BASICOS

Projetos que beneficiaram o turismo de forma indireta:

Implementação de gestão ambiental

Implantação de sistema de coleta de lixo, incluindo a distribuição de lixeiras. Implantação do sistema de coleta seletiva com centro de triagem e compostagem de lixo Implantação de aterros sanitários Implantação do sistema de iluminação pública em trilhas ecológicas Construção, reestruturação e ampliação de trapiches. Ampliação de terminais hidroviários de embarque e desembarque Reestruturação do sistema de transporte hidroviário do Marajó Pavimentação das vias de acesso a atrativos turísticos Reestruturação do sistema de transporte rodoviário do Marajó, com a construção da ponte sobre o rio Paracauri Elaboração do EIA e RIMA no polo Elaboração do Plano de Ecoturismo em áreas protegidas do polo Elaboração do plano de gestão integrada dos resíduos sólidos no polo Estudo de avaliação ambiental estratégica Estudo de capacidade de carga

Museu de Arte Sacra

Fonte: Elaborado pela Chias Marketing a partir dos PDTIS dos Polos Belém, Tapajós e Marajó - Prodetur

52

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Prodetur Pará – Polos Belém, Marajó e Tapajós MP

PROGRAMA

AÇÕES

Melhoria e qualidade dos produtos e serviços turísticos

Criação de selos de qualidade para meios de hospedagem e segmento de A&B

Observatório estratégico Inventário da oferta turística Pesquisa de mercado turístico do polo Pesquisa de demanda de qualificação PRODUTO TURÍSTICO

Formatação de produtos turísticos

Formatação de novos produtos e roteiros turísticos

Mapeamento cultural e centros de referência

Mapeamento da cultura material e imaterial das comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas) Construção do Centro de Referência Cultural e de Artesanato

Revitalização do Sistema Implantação, adequação e revitalização da de Sinalização e sinalização turística, em áreas de interesse Informação Turística Construção do CIT e de educação ambiental em áreas de interesse Conservação e Revitalização e restauro de edificações de recuperação dos interesse turístico atrativos turísticos Melhoria dos Equipamentos de Apoio Turístico

Ordenamento e construção das orlas fluviais Implantação de sistema de duchas e sanitários nas praias fluviais e integração com a rede coletora de esgoto

Plano de Marketing

Elaboração do Plano de Marketing para os polos Campanhas publicitárias – criação de marcas Produção de material de divulgação Realização de famtours e presstrips Construção de sites promocionais dos polos

COMERCIALIZAÇÃO

FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL

Melhoria do sistema de iluminação pública Melhoria da acessibilidade hidroviária

Melhoria da acessibilidade rodoviária

GESTÃO AMBIENTAL

•Parque Ambiental do Utinga e Apoio às manifestações culturais do Pará Secretaria de Cultura •Terruá Pará Secretaria de Comunicação •Jogos Indígenas Secretaria de Esporte e Lazer •Programa Municípios Verdes SEDIP •Navega Pará PRODEPA/SECTI

Estrutura de governança Fortalecimento institucional dos órgãos gestores e gestão de turismo. Fortalecimento institucional da UCP/Prodetur-PA Melhoria de abasteciAbastecimento de água e esgotamento sanitário mento de água e dos destinos e áreas de interesse turístico nos esgotamento sanitário polos Otimização e ordenamento do lixo

INFRAESTUTURA E SERVIÇOS BASICOS

Projetos que beneficiaram o turismo de forma indireta:

Implementação de gestão ambiental

Implantação de sistema de coleta de lixo, incluindo a distribuição de lixeiras. Implantação do sistema de coleta seletiva com centro de triagem e compostagem de lixo Implantação de aterros sanitários Implantação do sistema de iluminação pública em trilhas ecológicas Construção, reestruturação e ampliação de trapiches. Ampliação de terminais hidroviários de embarque e desembarque Reestruturação do sistema de transporte hidroviário do Marajó Pavimentação das vias de acesso a atrativos turísticos Reestruturação do sistema de transporte rodoviário do Marajó, com a construção da ponte sobre o rio Paracauri Elaboração do EIA e RIMA no polo Elaboração do Plano de Ecoturismo em áreas protegidas do polo Elaboração do plano de gestão integrada dos resíduos sólidos no polo Estudo de avaliação ambiental estratégica Estudo de capacidade de carga

Museu de Arte Sacra

Fonte: Elaborado pela Chias Marketing a partir dos PDTIS dos Polos Belém, Tapajós e Marajó - Prodetur

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Conclusões

Onça pintada

Neste capítulo estão sistematizadas as conclusões da Fase I, por meio de três instrumentos específicos: •Análise F.O.F.A., que identifica as ameaças e as oportunidades, os pontos fortes e fracos do turismo no Estado do Pará; •Os Gaps de gestão do turismo do Pará; •O estudo do Posicionamento Atual do Estado do Pará no mercado turístico;

A análise F.O.F.A As ameaças

Os fatos

As oportunidades

Crescimento sem sustentabilidade

O aquecimento da demanda turística internacional após a crise de 2008 e demonstra capacidade para reagir rapidamente aos contextos de crise econômica

Cenário internacional é favorável para ofertas diferenciadas e mais exclusivas

O Brasil recuperou o fluxo de turistas internacionais após a queda em 2008 e a receita vem crescendo proporcionalmente mais que o volume

O turismo internacional no Brasil e o perfil do turista internacional atual são um mercado potencial prioritário para o Pará

O turismo doméstico no Brasil cresce em média 6% ao ano, em 2010 chegou a 186 milhões de viagens nacionais.

O turismo interno no Brasil constitui outro grande mercado potencial para o Pará

A Amazônia Legal capta apenas 5% do volume de viagens domésticas, o que representa 9,3 milhões de turistas.

As viagens domésticas com destino à Amazônia legal são outro importante mercado potencial para o Pará

O cenário país está marcado por crescimento econômico regionalizado e inclusivo, o que esta gerando um maior consumo geral e de viagens.

Captar uma porção desse novo segmento de consumidor brasileiro

O crescimento dos outros estados e destinos da Amazônia Brasileira

Segundo a pesquisa junto ao trade internacional, a Amazônia Brasileira ocupa 14% da presença nos catálogos dentro da oferta Brasil.

A presença da Amazônia Brasileira na oferta do trade internacional pode crescer

O crescimento de Manaus

Dos 14% de presença nos catálogos do trade internacional, Manaus concentra 28% e Belém e Marajó juntos representam 19%

Belém e os demais produtos do Pará têm muito espaço para crescer no mercado internacional

Para os 11 mercados internacionais pesquisados, o principal concorrente da Amazônia Brasileira são os países da Amazônia Internacional e Costa Rica.

Em comparação aos concorrentes, a Amazônia Brasileira possui o maior apelo dentro do segmento de turismo de natureza

Nos 11 mercados internacionais pesquisados, Belém está presente em nove e o Marajó em cinco.

Ampliar a oferta do Pará nos mercados internacionais

O trade do mercado nacional tem oferta estruturada apenas para três destinos do Pará e 52% deles não apresentam roteiros ou pacotes específicos.

Ampliar a oferta do Pará nos mercados nacionais

A captação desses turistas por parte dos demais estados da Amazônia Legal

O Estado do Pará capta aproximadamente 600 mil turistas nacionais ao ano, o que representa apenas 6% do movimento doméstico da Amazônia Legal.

O destino ainda capta uma porção muito pequena do potencial da região

A devastação dos recursos naturais e crescimento desorganizado

O cenário econômico atual do Estado é marcado pelos investimentos de grandes empresas e a instalação de grandes projetos nas áreas de mineração e geração de energia

Crescimento do turismo de negócios

A falta de informação para a tomada de decisões e avaliação de resultados

A informação sobre a evolução do volume e da receita gerada pelo turismo do Para é incompleta. O Indicador do Turismo do Pará utiliza como fonte os hóspedes nos hotéis, sendo que esta a amostra e parcial.

O crescimento dos concorrentes

A presença nos catálogos não garante a venda do destino

Desenvolver um novo sistema de informação e estatística

Fonte: Elaborado pela Chias Marketing

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Conclusões

Onça pintada

Neste capítulo estão sistematizadas as conclusões da Fase I, por meio de três instrumentos específicos: •Análise F.O.F.A., que identifica as ameaças e as oportunidades, os pontos fortes e fracos do turismo no Estado do Pará; •Os Gaps de gestão do turismo do Pará; •O estudo do Posicionamento Atual do Estado do Pará no mercado turístico;

A análise F.O.F.A As ameaças

Os fatos

As oportunidades

Crescimento sem sustentabilidade

O aquecimento da demanda turística internacional após a crise de 2008 e demonstra capacidade para reagir rapidamente aos contextos de crise econômica

Cenário internacional é favorável para ofertas diferenciadas e mais exclusivas

O Brasil recuperou o fluxo de turistas internacionais após a queda em 2008 e a receita vem crescendo proporcionalmente mais que o volume

O turismo internacional no Brasil e o perfil do turista internacional atual são um mercado potencial prioritário para o Pará

O turismo doméstico no Brasil cresce em média 6% ao ano, em 2010 chegou a 186 milhões de viagens nacionais.

O turismo interno no Brasil constitui outro grande mercado potencial para o Pará

A Amazônia Legal capta apenas 5% do volume de viagens domésticas, o que representa 9,3 milhões de turistas.

As viagens domésticas com destino à Amazônia legal são outro importante mercado potencial para o Pará

O cenário país está marcado por crescimento econômico regionalizado e inclusivo, o que esta gerando um maior consumo geral e de viagens.

Captar uma porção desse novo segmento de consumidor brasileiro

O crescimento dos outros estados e destinos da Amazônia Brasileira

Segundo a pesquisa junto ao trade internacional, a Amazônia Brasileira ocupa 14% da presença nos catálogos dentro da oferta Brasil.

A presença da Amazônia Brasileira na oferta do trade internacional pode crescer

O crescimento de Manaus

Dos 14% de presença nos catálogos do trade internacional, Manaus concentra 28% e Belém e Marajó juntos representam 19%

Belém e os demais produtos do Pará têm muito espaço para crescer no mercado internacional

Para os 11 mercados internacionais pesquisados, o principal concorrente da Amazônia Brasileira são os países da Amazônia Internacional e Costa Rica.

Em comparação aos concorrentes, a Amazônia Brasileira possui o maior apelo dentro do segmento de turismo de natureza

Nos 11 mercados internacionais pesquisados, Belém está presente em nove e o Marajó em cinco.

Ampliar a oferta do Pará nos mercados internacionais

O trade do mercado nacional tem oferta estruturada apenas para três destinos do Pará e 52% deles não apresentam roteiros ou pacotes específicos.

Ampliar a oferta do Pará nos mercados nacionais

A captação desses turistas por parte dos demais estados da Amazônia Legal

O Estado do Pará capta aproximadamente 600 mil turistas nacionais ao ano, o que representa apenas 6% do movimento doméstico da Amazônia Legal.

O destino ainda capta uma porção muito pequena do potencial da região

A devastação dos recursos naturais e crescimento desorganizado

O cenário econômico atual do Estado é marcado pelos investimentos de grandes empresas e a instalação de grandes projetos nas áreas de mineração e geração de energia

Crescimento do turismo de negócios

A falta de informação para a tomada de decisões e avaliação de resultados

A informação sobre a evolução do volume e da receita gerada pelo turismo do Para é incompleta. O Indicador do Turismo do Pará utiliza como fonte os hóspedes nos hotéis, sendo que esta a amostra e parcial.

O crescimento dos concorrentes

A presença nos catálogos não garante a venda do destino

Desenvolver um novo sistema de informação e estatística

Fonte: Elaborado pela Chias Marketing

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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A análise F.O.F.A

A análise F.O.F.A Os pontos fracos

Os fatos

Os pontos fortes Os pontos fracos

Os fatos

O gap ou diferença que existe entre a oferta e o produto existente

O trade local apresenta oferta estruturada para 4 dos 6 polos turísticos, 2 polos concentram 70% das ofertas: Belém e Tapajós A valoração turística aplicada aos atrativos determinou que dos 465 atrativos identificados, 28 produtos tem potencial de MOTIVADORES, 200 podem ser COMPLEMENTARES e, 237 baixo potencial ou não estão desenvolvidos ou estruturados adequadamente Não existe um inventário sistematizado da oferta turística no polo Belém, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos, mas a cidade apresenta hoje uma oferta ampla de serviços e equipamentos.

O gap ou diferença que Utilizar essa oferta para construir aeo existe entre a oferta imagem do destino produto existente

O trade local apresenta oferta estruturada para 4 dos 6 polos turísticos, 2 polos concentram 70% das ofertas: Belém e Tapajós A valoração turística aplicada aos atrativos determinou que dos 465 atrativos identificados, 28 produtos tem potencial de MOTIVADORES, 200 podem ser COMPLEMENTARES e, 237 baixo potencial ou não estão desenvolvidos ou estruturados adequadamente Não existe umFalta inventário sistematizade uma identidado da oferta turística no polo Belém, de turística do destino tanto em termos quantitativos quanto e falta uma estratégia qualitativos, mas a cidade apresenta de comunicação hoje uma oferta ampla de serviços e integrada equipamentos.

Apesar da quantidade, muitos atrativos apresentam características semelhantes e 50% são recursos que ainda não estão acessíveis para uso turístico. A falta de informação confiável sobre a oferta de leitos do destino e sobre as categorias e tipos de hospedagem Imagem de oferta de baixa qualidade

Falta de credibilidade no destino

A estrutura e serviços não são compatíveis com as necessidades e expectativas do turista de lazer, em especial o público de natureza. O contraste entre este destino e outros menos desenvolvidos do Estado

Os projetos fiquem na fase de planejamento

Situação inadequada dos serviços de transporte em termos de integração territorial, oferta de rotas e horários, tempo de deslocamento, qualidade, conforto e segurança

56

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Os demais polos têm inventário da oferta turística, mas a maioria dos empreendimentos tem problemas de qualidade nas instalações, nos serviços e o grau de informalidade é alto. A rede de serviços nos polos de grande desenvolvimento econômico, em função da pressão da demanda, tem tarifas médias superiores às metrópoles brasileiras, especialmente os setores de hospedagem e restaurantes. A oferta hoteleira do Pará está concentrada na área urbana, são empreendimentos com vocação para o atendimento do turista de negócios.

O polo Marajó começa a apresentar mudanças conceituais nos empreendimentos de hospedagem, baseada em instalações mais confortáveis e serviços mais qualificados, compatível com as expectativas de turistas mais experientes.

Apesar da quantidade, Existe uma oferta atualatrativos estruturada muitos para motivar a viagem ao Pará e apresentam caracterísexiste um grande potencial para e ticas semelhantes desenvolvimento 50% são recursos que ainda não estão acessíveis para uso turístico. A falta de informação Existe uma oferta hoteleira, de confiável sobre a oferta restaurantes e demais serviços para de leitos do destino e receber o turista dos mercados sobre as categorias e nacional e internacional. tipos de hospedagem Imagem de oferta de Existe informação quantitativa para baixa qualidade desenvolver soluções aos problemas de qualidade e informalidade

Falta de credibilidade Existe uma forte demanda de no destino serviços hoteleiros para turistas de negócios

A estrutura e serviços As melhorias aplicadas gerar não sãopodem compatíveis interesse de melhorias qualidade e com asdenecessidades nos outros destinos e contribuir expectativas do aturista imagem global do dedestino lazer, em especial o público de natureza. Existe compreensão dos problemas O contraste entre este atuais pelos responsáveis do destino e outros menos governo estadual e o compromisso desenvolvidos do Estado para encaminhar soluções

A política turística do governo estadual está em concordância com as necessidades apontadas como pontos fracos pelos diferentes públicos pesquisados e com os segmentos de turismo a desenvolver

Os projetos fiquem na A existência de uma rede de fase de planejamento transporte com capacidade para garantir o acesso do turista

O Pará dispõe da melhor malha aeroviária da região Norte com 7 aeroportos, que conectam o Estado com todo o Brasil e o mercado internacional; mas a oferta de voos é limitada e as tarifas elevadas

Situação inadequada dos serviços de transporte em termos de integração territorial, oferta de rotas e horários, tempo de deslocamento, qualidade, conforto e OS PONTOS FORTES segurança

No Pará o rio Amazonas e a principal via do transporte fluvial, com navios regulares entre Belém e Manaus; e o transporte fluvial é considerado o mais eficiente em termos ambientais e de custos; mas apresenta atraso em termos de tecnologia, conforto e

Os pontos fracos

Os demais polos têm inventário da oferta turística, mas a maioria dos empreendimentos tem problemas de qualidade nas instalações, nos serviços e o grau de informalidade é alto. A rede de serviços nos polos de grande desenvolvimento econômico, em função da pressão da demanda, tem tarifas médias superiores às metrópoles brasileiras, especialmente os setores de hospedagem e restaurantes. A oferta hoteleira do Pará está concentrada na urbana, sãonão Osárea recursos, hoje, empreendimentos vocação para estãocom acompanhados o atendimentopelos do turista de negócios. equipamentos, serviços e infraestruturas necessários para O polo Marajóatender começaas a apresentar demandas mudanças conceituais nos empreendos mercados. dimentos de hospedagem, baseada em instalações mais confortáveis e serviços mais qualificados, compatível com as expectativas de turistas mais experientes. Os pontos fracos estão A política turística do governo constituídos por estadual está em concordância aspectos de muitacom as necessidades apontadas como relevância e que pontos fracos precisam pelos diferentes de grandes públicos pesquisados e com para os investimentos segmentos de serem turismo a desenvolver resolvidos O Pará dispõe da melhor malha aeroviária da região Norte com 7 aeroportos, que conectam o Estado com todo o Brasil e o mercado internacional; mas a oferta de voos é limitada e as tarifas elevadas

A análise F.O.F.A

A análise F.O.F.A Osfatos pontos fortes Os

Os pontos fracos Os pontos fortes

Os fatos

segurança nas viagens; e falta Utilizar essaobjetiva oferta para construir a informação e integrada sobre imagem do destino os serviços e rotas existentes.

segurança nas viagens; e falta informação objetiva e integrada sobre os serviços e rotas existentes.

O transporte rodoviário é incipiente no Existe uma oferta atual estruturada Pará, o alto índice pluviométrico da para motivar a viagem ao Pará e Amazônia compromete a conservação existe um grande potencial para das rodovias,mas a rede atual garante desenvolvimento a ligação de boa parte do território, principalmente entre a capital e a costa atlântica

O transporte rodoviário é incipiente no Pará, o alto índice pluviométrico da Amazônia compromete a conservação das rodovias,mas a rede atual garante a ligação de boa parte do território, principalmente entre a capital e a costa atlântica

As marcas turísticas desenvolvidas Existe uma oferta hoteleira, de não estão sendo utilizadas na restaurantes e demais serviços para promoção; as marcas de governo têm receber o turista dos mercados lugar de destaque tanto nos materiais nacional e internacional. impressos quanto digitais. Falta integração aos materiais de Existe informação quantitativa para promoção, do ponto de vista gráfico e desenvolver soluções aos problemas das mensagens. de qualidade e informalidade

Falta de uma identidade turística do destino Não existe uma imagem turística e falta uma estratégia definida nos públicos alvo, o que de comunicação gera a oportunidade de criar um integrada impacto nos mercados por meio da nova identidade e sistema de comunicação.

NOMIA outro ponto forte A HOSPITALIDADE é também um Existe compreensão dos problemas ponto forte para quem já visitou o Pará atuais pelos responsáveis do e para o trade internacional governo estadual e o compromisso Opara ambiente para EVENTOS encaminhar soluções é uma potencialidade para os empresários do setor Para os três públicos pesquisados, a INFRAESTRUTURA é o principal ponto A existência de uma rede de fraco, seguido pelos equipamentos, os transporte com capacidade para serviços e o atendimento pouco garantir o acesso do turista profissional. Para quem já conhece o Pará a DEVASTAÇÃO aparece como um ponto fraco

Falta integração aos materiais de promoção, do ponto de vista gráfico e das mensagens.

Não existe uma imagem turística definida nos públicos alvo, o que gera a oportunidade de criar um impacto nos mercados por meio da nova identidade e sistema de comunicação.

Observa-se uma atividade promocional intensa nos mercados, mas sem definição de prioridades

Observa-se uma atividade promocional Existe uma forte demanda intensa nos mercados, masde sem serviços hoteleiros para turistas de definição de prioridades negócios A diversificação de mercados não permitiu a definição de uma estratégia de promoção diferenciada por mercado As melhorias aplicadas podem gerar Para os três públicos pesquisados os interesse de melhorias de aqualidade pontos fortes do Pará são NATUREZA outros destinos e contribuir a enos a CULTURA global do destino Oimagem trade internacional vê na GASTRO-

As marcas turísticas desenvolvidas não estão sendo utilizadas na promoção; as marcas de governo têm lugar de destaque tanto nos materiais impressos quanto digitais.

Os pontos fortes

A diversificação de mercados não permitiu a definição de uma estratégia de promoção diferenciada por mercado Os recursos, hoje, não acompanhados O destino possuiestão os recursos para pelostanto equipamentos, captação de turistas dos serviços e infraestrutumercados regionais, nacionais e internacionais. ras necessários para atender as demandas dos mercados.

Para os três públicos pesquisados os pontos fortes do Pará são a NATUREZA e a CULTURA O trade internacional vê na GASTRONOMIA outro ponto forte A HOSPITALIDADE é também um ponto forte para quem já visitou o Pará e para o trade internacional O ambiente para EVENTOS é uma potencialidade para os empresários do setor

Os pontos fracos estão constituídos por Dispor de informação sobre os aspectos de muita aspectos fracos ou com problemas relevância e que para direcionar as soluções precisam de grandes investimentos para serem resolvidos

Para os três públicos pesquisados, a INFRAESTRUTURA é o principal ponto fraco, seguido pelos equipamentos, os serviços e o atendimento pouco profissional.

O destino possui os recursos para captação de turistas tanto dos mercados regionais, nacionais e internacionais.

Dispor de informação sobre os aspectos fracos ou com problemas para direcionar as soluções

Para quem já conhece o Pará a DEVASTAÇÃO aparece como um ponto fraco

No imaginário do trade internacional que não conhece o RISCO A SAÚDE é um ponto fraco

No imaginário do trade internacional que não conhece o RISCO A SAÚDE é um ponto fraco

No trade internacional existe a No Pará o rio Amazonas e a principal percepção de DESTINO COM PREÇOS via do transporte fluvial, com navios ELEVADOS OS PONTOS FORTES regulares entre Belém e Manaus; e o transporte fluvial é considerado o mais eficiente em termos ambientais e de custos;Fonte: mas Elaborado apresentapela atraso Chias Marketing em termos de tecnologia, conforto e

No trade internacional existe a percepção de DESTINO COM PREÇOS ELEVADOS

Fonte: Elaborado pela Chias Marketing

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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A análise F.O.F.A

A análise F.O.F.A Os pontos fracos

Os fatos

Os pontos fortes Os pontos fracos

Os fatos

O gap ou diferença que existe entre a oferta e o produto existente

O trade local apresenta oferta estruturada para 4 dos 6 polos turísticos, 2 polos concentram 70% das ofertas: Belém e Tapajós A valoração turística aplicada aos atrativos determinou que dos 465 atrativos identificados, 28 produtos tem potencial de MOTIVADORES, 200 podem ser COMPLEMENTARES e, 237 baixo potencial ou não estão desenvolvidos ou estruturados adequadamente Não existe um inventário sistematizado da oferta turística no polo Belém, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos, mas a cidade apresenta hoje uma oferta ampla de serviços e equipamentos.

O gap ou diferença que Utilizar essa oferta para construir aeo existe entre a oferta imagem do destino produto existente

O trade local apresenta oferta estruturada para 4 dos 6 polos turísticos, 2 polos concentram 70% das ofertas: Belém e Tapajós A valoração turística aplicada aos atrativos determinou que dos 465 atrativos identificados, 28 produtos tem potencial de MOTIVADORES, 200 podem ser COMPLEMENTARES e, 237 baixo potencial ou não estão desenvolvidos ou estruturados adequadamente Não existe umFalta inventário sistematizade uma identidado da oferta turística no polo Belém, de turística do destino tanto em termos quantitativos quanto e falta uma estratégia qualitativos, mas a cidade apresenta de comunicação hoje uma oferta ampla de serviços e integrada equipamentos.

Apesar da quantidade, muitos atrativos apresentam características semelhantes e 50% são recursos que ainda não estão acessíveis para uso turístico. A falta de informação confiável sobre a oferta de leitos do destino e sobre as categorias e tipos de hospedagem Imagem de oferta de baixa qualidade

Falta de credibilidade no destino

A estrutura e serviços não são compatíveis com as necessidades e expectativas do turista de lazer, em especial o público de natureza. O contraste entre este destino e outros menos desenvolvidos do Estado

Os projetos fiquem na fase de planejamento

Situação inadequada dos serviços de transporte em termos de integração territorial, oferta de rotas e horários, tempo de deslocamento, qualidade, conforto e segurança

56

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Os demais polos têm inventário da oferta turística, mas a maioria dos empreendimentos tem problemas de qualidade nas instalações, nos serviços e o grau de informalidade é alto. A rede de serviços nos polos de grande desenvolvimento econômico, em função da pressão da demanda, tem tarifas médias superiores às metrópoles brasileiras, especialmente os setores de hospedagem e restaurantes. A oferta hoteleira do Pará está concentrada na área urbana, são empreendimentos com vocação para o atendimento do turista de negócios.

O polo Marajó começa a apresentar mudanças conceituais nos empreendimentos de hospedagem, baseada em instalações mais confortáveis e serviços mais qualificados, compatível com as expectativas de turistas mais experientes.

Apesar da quantidade, Existe uma oferta atualatrativos estruturada muitos para motivar a viagem ao Pará e apresentam caracterísexiste um grande potencial para e ticas semelhantes desenvolvimento 50% são recursos que ainda não estão acessíveis para uso turístico. A falta de informação Existe uma oferta hoteleira, de confiável sobre a oferta restaurantes e demais serviços para de leitos do destino e receber o turista dos mercados sobre as categorias e nacional e internacional. tipos de hospedagem Imagem de oferta de Existe informação quantitativa para baixa qualidade desenvolver soluções aos problemas de qualidade e informalidade

Falta de credibilidade Existe uma forte demanda de no destino serviços hoteleiros para turistas de negócios

A estrutura e serviços As melhorias aplicadas gerar não sãopodem compatíveis interesse de melhorias qualidade e com asdenecessidades nos outros destinos e contribuir expectativas do aturista imagem global do dedestino lazer, em especial o público de natureza. Existe compreensão dos problemas O contraste entre este atuais pelos responsáveis do destino e outros menos governo estadual e o compromisso desenvolvidos do Estado para encaminhar soluções

A política turística do governo estadual está em concordância com as necessidades apontadas como pontos fracos pelos diferentes públicos pesquisados e com os segmentos de turismo a desenvolver

Os projetos fiquem na A existência de uma rede de fase de planejamento transporte com capacidade para garantir o acesso do turista

O Pará dispõe da melhor malha aeroviária da região Norte com 7 aeroportos, que conectam o Estado com todo o Brasil e o mercado internacional; mas a oferta de voos é limitada e as tarifas elevadas

Situação inadequada dos serviços de transporte em termos de integração territorial, oferta de rotas e horários, tempo de deslocamento, qualidade, conforto e OS PONTOS FORTES segurança

No Pará o rio Amazonas e a principal via do transporte fluvial, com navios regulares entre Belém e Manaus; e o transporte fluvial é considerado o mais eficiente em termos ambientais e de custos; mas apresenta atraso em termos de tecnologia, conforto e

Os pontos fracos

Os demais polos têm inventário da oferta turística, mas a maioria dos empreendimentos tem problemas de qualidade nas instalações, nos serviços e o grau de informalidade é alto. A rede de serviços nos polos de grande desenvolvimento econômico, em função da pressão da demanda, tem tarifas médias superiores às metrópoles brasileiras, especialmente os setores de hospedagem e restaurantes. A oferta hoteleira do Pará está concentrada na urbana, sãonão Osárea recursos, hoje, empreendimentos vocação para estãocom acompanhados o atendimentopelos do turista de negócios. equipamentos, serviços e infraestruturas necessários para O polo Marajóatender começaas a apresentar demandas mudanças conceituais nos empreendos mercados. dimentos de hospedagem, baseada em instalações mais confortáveis e serviços mais qualificados, compatível com as expectativas de turistas mais experientes. Os pontos fracos estão A política turística do governo constituídos por estadual está em concordância aspectos de muitacom as necessidades apontadas como relevância e que pontos fracos precisam pelos diferentes de grandes públicos pesquisados e com para os investimentos segmentos de serem turismo a desenvolver resolvidos O Pará dispõe da melhor malha aeroviária da região Norte com 7 aeroportos, que conectam o Estado com todo o Brasil e o mercado internacional; mas a oferta de voos é limitada e as tarifas elevadas

A análise F.O.F.A

A análise F.O.F.A Osfatos pontos fortes Os

Os pontos fracos Os pontos fortes

Os fatos

segurança nas viagens; e falta Utilizar essaobjetiva oferta para construir a informação e integrada sobre imagem do destino os serviços e rotas existentes.

segurança nas viagens; e falta informação objetiva e integrada sobre os serviços e rotas existentes.

O transporte rodoviário é incipiente no Existe uma oferta atual estruturada Pará, o alto índice pluviométrico da para motivar a viagem ao Pará e Amazônia compromete a conservação existe um grande potencial para das rodovias,mas a rede atual garante desenvolvimento a ligação de boa parte do território, principalmente entre a capital e a costa atlântica

O transporte rodoviário é incipiente no Pará, o alto índice pluviométrico da Amazônia compromete a conservação das rodovias,mas a rede atual garante a ligação de boa parte do território, principalmente entre a capital e a costa atlântica

As marcas turísticas desenvolvidas Existe uma oferta hoteleira, de não estão sendo utilizadas na restaurantes e demais serviços para promoção; as marcas de governo têm receber o turista dos mercados lugar de destaque tanto nos materiais nacional e internacional. impressos quanto digitais. Falta integração aos materiais de Existe informação quantitativa para promoção, do ponto de vista gráfico e desenvolver soluções aos problemas das mensagens. de qualidade e informalidade

Falta de uma identidade turística do destino Não existe uma imagem turística e falta uma estratégia definida nos públicos alvo, o que de comunicação gera a oportunidade de criar um integrada impacto nos mercados por meio da nova identidade e sistema de comunicação.

NOMIA outro ponto forte A HOSPITALIDADE é também um Existe compreensão dos problemas ponto forte para quem já visitou o Pará atuais pelos responsáveis do e para o trade internacional governo estadual e o compromisso Opara ambiente para EVENTOS encaminhar soluções é uma potencialidade para os empresários do setor Para os três públicos pesquisados, a INFRAESTRUTURA é o principal ponto A existência de uma rede de fraco, seguido pelos equipamentos, os transporte com capacidade para serviços e o atendimento pouco garantir o acesso do turista profissional. Para quem já conhece o Pará a DEVASTAÇÃO aparece como um ponto fraco

Falta integração aos materiais de promoção, do ponto de vista gráfico e das mensagens.

Não existe uma imagem turística definida nos públicos alvo, o que gera a oportunidade de criar um impacto nos mercados por meio da nova identidade e sistema de comunicação.

Observa-se uma atividade promocional intensa nos mercados, mas sem definição de prioridades

Observa-se uma atividade promocional Existe uma forte demanda intensa nos mercados, masde sem serviços hoteleiros para turistas de definição de prioridades negócios A diversificação de mercados não permitiu a definição de uma estratégia de promoção diferenciada por mercado As melhorias aplicadas podem gerar Para os três públicos pesquisados os interesse de melhorias de aqualidade pontos fortes do Pará são NATUREZA outros destinos e contribuir a enos a CULTURA global do destino Oimagem trade internacional vê na GASTRO-

As marcas turísticas desenvolvidas não estão sendo utilizadas na promoção; as marcas de governo têm lugar de destaque tanto nos materiais impressos quanto digitais.

Os pontos fortes

A diversificação de mercados não permitiu a definição de uma estratégia de promoção diferenciada por mercado Os recursos, hoje, não acompanhados O destino possuiestão os recursos para pelostanto equipamentos, captação de turistas dos serviços e infraestrutumercados regionais, nacionais e internacionais. ras necessários para atender as demandas dos mercados.

Para os três públicos pesquisados os pontos fortes do Pará são a NATUREZA e a CULTURA O trade internacional vê na GASTRONOMIA outro ponto forte A HOSPITALIDADE é também um ponto forte para quem já visitou o Pará e para o trade internacional O ambiente para EVENTOS é uma potencialidade para os empresários do setor

Os pontos fracos estão constituídos por Dispor de informação sobre os aspectos de muita aspectos fracos ou com problemas relevância e que para direcionar as soluções precisam de grandes investimentos para serem resolvidos

Para os três públicos pesquisados, a INFRAESTRUTURA é o principal ponto fraco, seguido pelos equipamentos, os serviços e o atendimento pouco profissional.

O destino possui os recursos para captação de turistas tanto dos mercados regionais, nacionais e internacionais.

Dispor de informação sobre os aspectos fracos ou com problemas para direcionar as soluções

Para quem já conhece o Pará a DEVASTAÇÃO aparece como um ponto fraco

No imaginário do trade internacional que não conhece o RISCO A SAÚDE é um ponto fraco

No imaginário do trade internacional que não conhece o RISCO A SAÚDE é um ponto fraco

No trade internacional existe a No Pará o rio Amazonas e a principal percepção de DESTINO COM PREÇOS via do transporte fluvial, com navios ELEVADOS OS PONTOS FORTES regulares entre Belém e Manaus; e o transporte fluvial é considerado o mais eficiente em termos ambientais e de custos;Fonte: mas Elaborado apresentapela atraso Chias Marketing em termos de tecnologia, conforto e

No trade internacional existe a percepção de DESTINO COM PREÇOS ELEVADOS

Fonte: Elaborado pela Chias Marketing

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Os Gaps da gestão do turismo do Pará Gap é um termo em inglês que significa intervalo, lacuna ou distanciamento e que na metodologia adotada neste planejamento, permite mostrar os desajustes existentes entre os recursos turísticos do Pará e aquilo que efetivamente é comercializado pelo mercado.

O que temos

O que é ofertado

228 produtos estruturados

5 produtos comercializados

No outro extremo do eixo situa-se aqueles fatores relacionados com a oferta criada pelo homem, como são os espetáculos, os eventos culturais, as manifestações populares ou as compras. Entre ambos, o modo de vida que diferencia o lugar. O terceiro eixo relaciona-se com um fator que pode ser medido a posteriori, denominado confiabilidade, uma medida mista de segurança, não só cidadã, mas também de que se cumpre o que foi prometido ou, de relação custo/benefício.

6% 5%

GAP DE PROMOÇÃO

51%

2% 2%

7%

19% 9%

O segundo eixo nos leva mais às vivências que o próprio turista experimenta durante a viagem e que podem ser diferenciadas entre sensações e estímulos. Neste sentido, entende-se por sensações aquelas que são consequência do lugar e de sua gente. A desconexão como motivação-chave do lazer, a hospitalidade percebida na acolhida das pessoas e o sorriso como expressão da felicidade consigo mesmo, foram os três elementos considerados no Pará.

40%

Assim, o posicionamento atual do Pará em termos competitivos, conforme a opinião do turista atual e do trade atual e potencial é:

22%

24%

Sensações

13%

+ Confiabilidade

Desconexão Hospitalidade

No entanto, dos 228 produtos, apenas 5 são ofertados pelos canais de distribuição, ou seja, pouco mais de 2% são efetivamente promovidos e comercializados.

MANAUS Volta a natureza

Modo de vida amazônico

Natureza

O posicionamento atual do destino Pará Para estabelecer o posicionamento atual foi utilizada a metodologia desenvolvida pelo Dr. Josep Chias que seleciona quatro fatores correspondentes a dois eixos, “Natureza versus Cultura” e “Estímulos versus Sensações”, e um terceiro relacionado com a valorização da qualidade/preço da oferta.

Cultura

Observação de Plantas Observação de pássaros

Educacional

Pará Pesca Aventura

- Confiabilidade

Gastronomia Patrimônio Histórico

Religiosidade Congressos e eventos Artesanato Festas Populares Música

Estímulos

No extremo do eixo Natureza encontram-se elementos gerais, como a paisagem, ou mais específicos, como são as florestas e as praias, sem dúvida um dos recursos com maior força de atração. Na outra extremidade do eixo estão aqueles elementos que caracterizam a oferta cultural de um destino, como seu patrimônio histórico, as atividades culturais e a gastronomia. Para os turistas culturais, por exemplo, a gastronomia reflete um dos elementos mais significativos de um lugar, tanto pelo que tem de cozinha própria como pelo que o ato de comer supõe de cerimonial.

58

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Os Gaps da gestão do turismo do Pará Gap é um termo em inglês que significa intervalo, lacuna ou distanciamento e que na metodologia adotada neste planejamento, permite mostrar os desajustes existentes entre os recursos turísticos do Pará e aquilo que efetivamente é comercializado pelo mercado.

O que temos

O que é ofertado

228 produtos estruturados

5 produtos comercializados

No outro extremo do eixo situa-se aqueles fatores relacionados com a oferta criada pelo homem, como são os espetáculos, os eventos culturais, as manifestações populares ou as compras. Entre ambos, o modo de vida que diferencia o lugar. O terceiro eixo relaciona-se com um fator que pode ser medido a posteriori, denominado confiabilidade, uma medida mista de segurança, não só cidadã, mas também de que se cumpre o que foi prometido ou, de relação custo/benefício.

6% 5%

GAP DE PROMOÇÃO

51%

2% 2%

7%

19% 9%

O segundo eixo nos leva mais às vivências que o próprio turista experimenta durante a viagem e que podem ser diferenciadas entre sensações e estímulos. Neste sentido, entende-se por sensações aquelas que são consequência do lugar e de sua gente. A desconexão como motivação-chave do lazer, a hospitalidade percebida na acolhida das pessoas e o sorriso como expressão da felicidade consigo mesmo, foram os três elementos considerados no Pará.

40%

Assim, o posicionamento atual do Pará em termos competitivos, conforme a opinião do turista atual e do trade atual e potencial é:

22%

24%

Sensações

13%

+ Confiabilidade

Desconexão Hospitalidade

No entanto, dos 228 produtos, apenas 5 são ofertados pelos canais de distribuição, ou seja, pouco mais de 2% são efetivamente promovidos e comercializados.

MANAUS Volta a natureza

Modo de vida amazônico

Natureza

O posicionamento atual do destino Pará Para estabelecer o posicionamento atual foi utilizada a metodologia desenvolvida pelo Dr. Josep Chias que seleciona quatro fatores correspondentes a dois eixos, “Natureza versus Cultura” e “Estímulos versus Sensações”, e um terceiro relacionado com a valorização da qualidade/preço da oferta.

Cultura

Observação de Plantas Observação de pássaros

Educacional

Pará Pesca Aventura

- Confiabilidade

Gastronomia Patrimônio Histórico

Religiosidade Congressos e eventos Artesanato Festas Populares Música

Estímulos

No extremo do eixo Natureza encontram-se elementos gerais, como a paisagem, ou mais específicos, como são as florestas e as praias, sem dúvida um dos recursos com maior força de atração. Na outra extremidade do eixo estão aqueles elementos que caracterizam a oferta cultural de um destino, como seu patrimônio histórico, as atividades culturais e a gastronomia. Para os turistas culturais, por exemplo, a gastronomia reflete um dos elementos mais significativos de um lugar, tanto pelo que tem de cozinha própria como pelo que o ato de comer supõe de cerimonial.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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FASE II O planejamento estratégico

Por do sol - Vila da Barca - Belém

60

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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FASE II O planejamento estratégico

Por do sol - Vila da Barca - Belém

60

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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“Uma estratégia é a formulação antecipada de uma via de condução das ações para alcançar alguns objetivos”. Neste caso, no Plano Ver-o-Pará, buscou-se estabelecer uma estratégia como a decisão do caminho para conseguir um objetivo futuro; objetivo esse que tem de ser alcançável, mas que é também quase um desafio para todos, ou seja, deve ser uma utopia possível. Decorrente das conclusões foram traçadas as linhas de atuação mercadológica do Estado do Pará e foram definidos elementos como a visão de futuro para o turismo do Estado e a estratégia de comunicação a ser implantada.

Qual é o posicionamento que queremos conseguir no mercado turístico mundial? O posicionamento é uma estratégia de marketing e não apenas de comunicação, pois seu valor é de formulação da imagem comparativa e, portanto, competitiva da oferta ao mercado. Expressa algo diferente do posicionamento e da realidade atual, já que no plano de desenvolvimento são formulados novos produtos e melhorias dos existentes, para, de fato, mudar o lugar em que está situado o Pará hoje no cenário do turismo mundial.

O que queremos ser como destino turístico no futuro?

SENSAÇÕES Desconexão Hospitalidade

MANAUS

Esta pergunta abrange as decisões mais importantes sobre o futuro que se deseja consolidar para o turismo no Estado, assim como a direção que deve ser seguida para viabilizá-las. Sua definição seguiu o processo metodológico, onde todas as decisões se inter-relacionam formando um conjunto estratégico para o turismo, construído sob a perspectiva de longo prazo, sendo o ano de 2020 o horizonte temporal e que, a partir de agora, deverá alinhar toda a atuação pública e privada, tanto no âmbito do desenvolvimento, como no do marketing turístico.

Volta a natureza

...pelo uso sustentável dos recursos naturais; ...pela valorização da cultura local; ...pela preservação da autenticidade; com uma identidade turística própria; com uma oferta cultural que surpreende pela originalidade; com uma arquitetura em harmonia com o meio ambiente com padrão internacional de serviços turísticos; para viver uma experiência turística amazônica com conforto e segurança.

Sua concretização deve ser o resultado dos processos de desenvolvimento e marketing turístico que irão ser implantados, a tradução da experiência que os turistas e profissionais do setor terão da viagem e da estadia no Estado, independentemente do destino visitado, e também as expectativas dos turistas potenciais, que ainda não visitaram o Estado, esperam encontrar.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Pará Modo de vida amazônico

Gastronomia Patrimônio Histórico

NATUREZA

CULTURA

Observação de Plantas Educacional

Observação de pássaros

Religiosidade Pesca Aventura

- Confiabilidade

Visão 2020: Pará, destino líder da Amazônia

+ Confiabilidade

Congressos e eventos Artesanato Festas Populares Música

ESTÍMULOS

Conforme expressado nas conclusões, o Pará, como destino turístico, tem hoje um posicionamento associado a produtos de natureza, mas é percebido pelos diferentes públicos pesquisados, tanto profissionais quanto consumidores, como um destino de baixa credibilidade ou confiabilidade. Essa baixa credibilidade está associada à falta de estrutura, baixa qualidade de serviços e altos preços. Refere-se menos às questões de segurança física ou de saúde, apesar desses dois quesitos estarem presentes na percepção de risco por parte do mercado internacional. Portanto, e considerando que o desafio é ser o Destino Líder da Amazônia em 2020, conforme expressado na visão, o trabalho deverá concentrar-se nas ações que permitam, no futuro, ser percebido como um destino com credibilidade, mantendo o perfil de destino de natureza, mas incorporando os valores da cultura local, não percebidos até hoje pelo mercado, e gerando produtos para que o turista possa vivenciar sensações próprias do modo de vida amazônico.

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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“Uma estratégia é a formulação antecipada de uma via de condução das ações para alcançar alguns objetivos”. Neste caso, no Plano Ver-o-Pará, buscou-se estabelecer uma estratégia como a decisão do caminho para conseguir um objetivo futuro; objetivo esse que tem de ser alcançável, mas que é também quase um desafio para todos, ou seja, deve ser uma utopia possível. Decorrente das conclusões foram traçadas as linhas de atuação mercadológica do Estado do Pará e foram definidos elementos como a visão de futuro para o turismo do Estado e a estratégia de comunicação a ser implantada.

Qual é o posicionamento que queremos conseguir no mercado turístico mundial? O posicionamento é uma estratégia de marketing e não apenas de comunicação, pois seu valor é de formulação da imagem comparativa e, portanto, competitiva da oferta ao mercado. Expressa algo diferente do posicionamento e da realidade atual, já que no plano de desenvolvimento são formulados novos produtos e melhorias dos existentes, para, de fato, mudar o lugar em que está situado o Pará hoje no cenário do turismo mundial.

O que queremos ser como destino turístico no futuro?

SENSAÇÕES Desconexão Hospitalidade

MANAUS

Esta pergunta abrange as decisões mais importantes sobre o futuro que se deseja consolidar para o turismo no Estado, assim como a direção que deve ser seguida para viabilizá-las. Sua definição seguiu o processo metodológico, onde todas as decisões se inter-relacionam formando um conjunto estratégico para o turismo, construído sob a perspectiva de longo prazo, sendo o ano de 2020 o horizonte temporal e que, a partir de agora, deverá alinhar toda a atuação pública e privada, tanto no âmbito do desenvolvimento, como no do marketing turístico.

Volta a natureza

...pelo uso sustentável dos recursos naturais; ...pela valorização da cultura local; ...pela preservação da autenticidade; com uma identidade turística própria; com uma oferta cultural que surpreende pela originalidade; com uma arquitetura em harmonia com o meio ambiente com padrão internacional de serviços turísticos; para viver uma experiência turística amazônica com conforto e segurança.

Sua concretização deve ser o resultado dos processos de desenvolvimento e marketing turístico que irão ser implantados, a tradução da experiência que os turistas e profissionais do setor terão da viagem e da estadia no Estado, independentemente do destino visitado, e também as expectativas dos turistas potenciais, que ainda não visitaram o Estado, esperam encontrar.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Pará Modo de vida amazônico

Gastronomia Patrimônio Histórico

NATUREZA

CULTURA

Observação de Plantas Educacional

Observação de pássaros

Religiosidade Pesca Aventura

- Confiabilidade

Visão 2020: Pará, destino líder da Amazônia

+ Confiabilidade

Congressos e eventos Artesanato Festas Populares Música

ESTÍMULOS

Conforme expressado nas conclusões, o Pará, como destino turístico, tem hoje um posicionamento associado a produtos de natureza, mas é percebido pelos diferentes públicos pesquisados, tanto profissionais quanto consumidores, como um destino de baixa credibilidade ou confiabilidade. Essa baixa credibilidade está associada à falta de estrutura, baixa qualidade de serviços e altos preços. Refere-se menos às questões de segurança física ou de saúde, apesar desses dois quesitos estarem presentes na percepção de risco por parte do mercado internacional. Portanto, e considerando que o desafio é ser o Destino Líder da Amazônia em 2020, conforme expressado na visão, o trabalho deverá concentrar-se nas ações que permitam, no futuro, ser percebido como um destino com credibilidade, mantendo o perfil de destino de natureza, mas incorporando os valores da cultura local, não percebidos até hoje pelo mercado, e gerando produtos para que o turista possa vivenciar sensações próprias do modo de vida amazônico.

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Os objetivos 2020

Metas de crescimento do volume de turistas

São os aspectos que caracterizam a estratégia e para os quais será preciso dar ênfase especial em todas as ações do plano. Dentre muitos, um é fundamental pelo que supõe de definição estratégica e que será difícil mudar: a aposta pelo volume turístico desejado, que não seja massificado, que seja limitado. A definição dos objetivos contou com a participação do setor turístico, que foi mobilizado em todo o processo de trabalho, e se fundamentou no conjunto dos estudos sobre os recursos, das análises sobre a competitividade e das tendências do mercado turístico:

2.500.000

•Melhorar a oferta atual dos equipamentos e serviços para o turista atual de negócios, para atender às demandas deste segmento em expansão no Estado do Pará, e promover o consumo turístico de lazer pré e pós negócio;

500.000

•Fomentar o desenvolvimento sustentável de novas estruturas e equipamentos turísticos orientando os investidores sobre o perfil desejado dos mesmos, coerente com a Visão 2020; •Fomentar o desenvolvimento de oferta complementar, principalmente ligada à gastronomia típica e ao artesanato local, mantendo os valores de autenticidade e originalidade que os caracterizam; •Aumentar a promoção no mercado nacional, focando os investimentos nos mercados e segmentos selecionados como adequados para o produto Pará;

2.000.000 1.500.000 1.000.000

-

2011

2012

2013

2014

TURISTAS NACIONAIS

2015

2016

2017

2018

2019

2020

TURISTAS INTERNACIONAIS

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

Assim, a aposta quantitativa para o destino Pará é: • No mercado nacional, triplicar o número de turistas brasileiros no Pará. • No mercado internacional, ampliar a participação do volume e da receita gerada pelo turismo internacional para 15% sobre o volume e a receita global do turismo do Estado.

•Aumentar a promoção nos mercados internacionais que já vendem Brasil, com vista aos megaeventos que o Brasil sediará em 2014 e 2016; •Aumentar a presença do produto Pará na oferta do trade internacional que já vende Amazônia Brasileira; •Captar novos mercados internacionais com interesse potencial na Amazônia; •Desenhar um novo sistema de informação estatística capaz de medir, de forma homogênea ao longo do tempo, a evolução do turismo no Pará.

Estação das Docas - Belém

As metas 2020 As metas, evidentemente quantitativas, concretizam uma série de indicadores do volume turístico, como o número e tipo de visitantes, a duração de cada permanência e o gasto por pessoa-dia, tipo de viagem, o que levará à determinação da arrecadação desejada, investimentos, empregos gerados, de forma a permitir que a atividade possa ser medida.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Os objetivos 2020

Metas de crescimento do volume de turistas

São os aspectos que caracterizam a estratégia e para os quais será preciso dar ênfase especial em todas as ações do plano. Dentre muitos, um é fundamental pelo que supõe de definição estratégica e que será difícil mudar: a aposta pelo volume turístico desejado, que não seja massificado, que seja limitado. A definição dos objetivos contou com a participação do setor turístico, que foi mobilizado em todo o processo de trabalho, e se fundamentou no conjunto dos estudos sobre os recursos, das análises sobre a competitividade e das tendências do mercado turístico:

2.500.000

•Melhorar a oferta atual dos equipamentos e serviços para o turista atual de negócios, para atender às demandas deste segmento em expansão no Estado do Pará, e promover o consumo turístico de lazer pré e pós negócio;

500.000

•Fomentar o desenvolvimento sustentável de novas estruturas e equipamentos turísticos orientando os investidores sobre o perfil desejado dos mesmos, coerente com a Visão 2020; •Fomentar o desenvolvimento de oferta complementar, principalmente ligada à gastronomia típica e ao artesanato local, mantendo os valores de autenticidade e originalidade que os caracterizam; •Aumentar a promoção no mercado nacional, focando os investimentos nos mercados e segmentos selecionados como adequados para o produto Pará;

2.000.000 1.500.000 1.000.000

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2011

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2013

2014

TURISTAS NACIONAIS

2015

2016

2017

2018

2019

2020

TURISTAS INTERNACIONAIS

Fonte: Elaborado por Chias Marketing

Assim, a aposta quantitativa para o destino Pará é: • No mercado nacional, triplicar o número de turistas brasileiros no Pará. • No mercado internacional, ampliar a participação do volume e da receita gerada pelo turismo internacional para 15% sobre o volume e a receita global do turismo do Estado.

•Aumentar a promoção nos mercados internacionais que já vendem Brasil, com vista aos megaeventos que o Brasil sediará em 2014 e 2016; •Aumentar a presença do produto Pará na oferta do trade internacional que já vende Amazônia Brasileira; •Captar novos mercados internacionais com interesse potencial na Amazônia; •Desenhar um novo sistema de informação estatística capaz de medir, de forma homogênea ao longo do tempo, a evolução do turismo no Pará.

Estação das Docas - Belém

As metas 2020 As metas, evidentemente quantitativas, concretizam uma série de indicadores do volume turístico, como o número e tipo de visitantes, a duração de cada permanência e o gasto por pessoa-dia, tipo de viagem, o que levará à determinação da arrecadação desejada, investimentos, empregos gerados, de forma a permitir que a atividade possa ser medida.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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A estruturação de produtos

A seleção de mercados

A partir da valoração técnica dos recursos e produtos realizada na fase I deste plano, que diferenciou os atrativos que necessitam ser desenvolvidos para que venham a ser promovidos nos mercados e quais já estão prontos para a promoção, foi definida a seleção de produtos. A relação direta entre os produtos e recursos identificados e as tipologias de demanda que deverão ser captadas para o Estado, originou a seguinte seleção de segmentos, que servirá como base para o desenho detalhado dos produtos para a promoção e para definição das necessidades de desenvolvimento, dentro de cada segmento.

De acordo com as informações sobre o mercado atual e potencial levantadas na análise da situação atual, foram selecionados os mercados geográficos que devem ser alvo das ações de marketing do destino Pará. Para a seleção e o agrupamento dos mercados foi considerada uma combinação de elementos chaves, tais como: proximidade, acessibilidade, perfil da população, motivação e interesse potencial na Amazônia Brasileira.

Aventura

Turismo Cultural Cultura viva

Sol e praia Esportes náuticos

Turismo de Eventos Congressos

Compras e serviços Entretenimento urbano

Cruzeiros Fluviais

Festas populares

Lazer

Cruzeiros Fluviais

Ecoturismo

Gastronomia

Ilhas

Incentivos

Lazer e natureza

Patrimônio histórico

Pesca Esportiva

Religiosidade

Turismo rural

Turismo étnico

Turismo de Negócios

Mercado Nacional

Turismo na natureza

Reuniões

Eventos culturais

Estado do Pará

Portugal

Estados vizinhos

França

Região Sudeste São Paulo Campinas São José do Rio Preto Ribeirão Preto Santos Belo Horizonte Rio de Janeiro

Inglaterra

Região Centro-Oeste: Brasília

Mercado Internacional

Grade de Produtos

Região Sul: Curitiba Porto Alegre

Alemanha Países escandinavos Oslo Estocolmo Copenhagen América do Norte: New York / Los Angeles Maiami América do Sul: Bs Aires/Santiago/Guianas/Suriname

Açaí com peixe frito

A identidade turística “Na definição, criação, desenho e implantação da identidade turística estão a chave do êxito da implantação da estratégia de marketing” A criação da nova marca turística foi um processo desenvolvido a partir de um briefing gerado pela equipe da Consultoria, resultado do trabalho das fases I e II, que define o conceito que a marca deve transmitir: Castanha do Pará

A COR DO AÇAÍ, um dos principais símbolos que as pesquisas apontaram como elemento de associação ao Pará,+OS GRAFISMOS DA CULTURA MARAJOARA, TAPAJÔNICA E POVOS INDÍGENAS DO XINGU, representando a história do Pará, que poucas pessoas conhecem, e valorizando a cultura local+A NATUREZA AMAZÔNICA, principal recurso do destino, fator fundamental de atratividade e elemento de grande apelo internacional. Assim, como resultado do processo de trabalho de desenho gráfico desenvolvido pela agência de publicidade, resultou a nova marca turística do Pará, com a mensagem permanente incorporada como elemento integrante da marca: Caldeirada de peixe

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A estruturação de produtos

A seleção de mercados

A partir da valoração técnica dos recursos e produtos realizada na fase I deste plano, que diferenciou os atrativos que necessitam ser desenvolvidos para que venham a ser promovidos nos mercados e quais já estão prontos para a promoção, foi definida a seleção de produtos. A relação direta entre os produtos e recursos identificados e as tipologias de demanda que deverão ser captadas para o Estado, originou a seguinte seleção de segmentos, que servirá como base para o desenho detalhado dos produtos para a promoção e para definição das necessidades de desenvolvimento, dentro de cada segmento.

De acordo com as informações sobre o mercado atual e potencial levantadas na análise da situação atual, foram selecionados os mercados geográficos que devem ser alvo das ações de marketing do destino Pará. Para a seleção e o agrupamento dos mercados foi considerada uma combinação de elementos chaves, tais como: proximidade, acessibilidade, perfil da população, motivação e interesse potencial na Amazônia Brasileira.

Aventura

Turismo Cultural Cultura viva

Sol e praia Esportes náuticos

Turismo de Eventos Congressos

Compras e serviços Entretenimento urbano

Cruzeiros Fluviais

Festas populares

Lazer

Cruzeiros Fluviais

Ecoturismo

Gastronomia

Ilhas

Incentivos

Lazer e natureza

Patrimônio histórico

Pesca Esportiva

Religiosidade

Turismo rural

Turismo étnico

Turismo de Negócios

Mercado Nacional

Turismo na natureza

Reuniões

Eventos culturais

Estado do Pará

Portugal

Estados vizinhos

França

Região Sudeste São Paulo Campinas São José do Rio Preto Ribeirão Preto Santos Belo Horizonte Rio de Janeiro

Inglaterra

Região Centro-Oeste: Brasília

Mercado Internacional

Grade de Produtos

Região Sul: Curitiba Porto Alegre

Alemanha Países escandinavos Oslo Estocolmo Copenhagen América do Norte: New York / Los Angeles Maiami América do Sul: Bs Aires/Santiago/Guianas/Suriname

Açaí com peixe frito

A identidade turística “Na definição, criação, desenho e implantação da identidade turística estão a chave do êxito da implantação da estratégia de marketing” A criação da nova marca turística foi um processo desenvolvido a partir de um briefing gerado pela equipe da Consultoria, resultado do trabalho das fases I e II, que define o conceito que a marca deve transmitir: Castanha do Pará

A COR DO AÇAÍ, um dos principais símbolos que as pesquisas apontaram como elemento de associação ao Pará,+OS GRAFISMOS DA CULTURA MARAJOARA, TAPAJÔNICA E POVOS INDÍGENAS DO XINGU, representando a história do Pará, que poucas pessoas conhecem, e valorizando a cultura local+A NATUREZA AMAZÔNICA, principal recurso do destino, fator fundamental de atratividade e elemento de grande apelo internacional. Assim, como resultado do processo de trabalho de desenho gráfico desenvolvido pela agência de publicidade, resultou a nova marca turística do Pará, com a mensagem permanente incorporada como elemento integrante da marca: Caldeirada de peixe

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Mururé, planta aquática da Amazônia

Cerâmica marajoara

A nova marca turística do Pará A marca turística expressa a identidade e se transforma no elemento central da lembrança mental no mercado, chegando a ser o ativo intangível mais importante do turismo do Estado.Tornar a marca do Pará duradoura, reconhecida e fortalecer cada vez mais seu valor intangível no cenário nacional e internacional, para que o turismo e a marca turística se firmem como estandartes da imagem do Estado.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Mururé, planta aquática da Amazônia

Cerâmica marajoara

A nova marca turística do Pará A marca turística expressa a identidade e se transforma no elemento central da lembrança mental no mercado, chegando a ser o ativo intangível mais importante do turismo do Estado.Tornar a marca do Pará duradoura, reconhecida e fortalecer cada vez mais seu valor intangível no cenário nacional e internacional, para que o turismo e a marca turística se firmem como estandartes da imagem do Estado.

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O novo decálogo turístico do Pará

Cerâmica marajoara e tapajônica

Outro elemento que foi trabalhado para a construção da identidade turística é o que se denomina de decálogo, uma síntese dos valores de base da argumentação para fazer com que o turista potencial decida visitar o território que será promovido. Os argumentos que expressam não só o que se é, mas o diferencial dessa identidade. Uma argumentação detalhada que descreve as características e diferenças da oferta turística geral do Estado do Pará.

Os valores do destino Pará Originalidade No Pará encontram-se os mais antigos registros da presença do homem na Amazônia Brasileira. Os marajoaras e os tapajônicos foram povos de expressiva criatividade e sofisticada linguagem artística, a cerâmica é o legado que resistiu ao tempo e às condições ambientais da região. As primeiras cidades da Amazônia Brasileira foram fundadas no Pará no começo do século XVII. Conjuntos arquitetônicos originais e enriquecidos pela economia da borracha revelam o processo de ocupação do território e as soluções de adaptação ao contexto da floresta tropical.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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O novo decálogo turístico do Pará

Cerâmica marajoara e tapajônica

Outro elemento que foi trabalhado para a construção da identidade turística é o que se denomina de decálogo, uma síntese dos valores de base da argumentação para fazer com que o turista potencial decida visitar o território que será promovido. Os argumentos que expressam não só o que se é, mas o diferencial dessa identidade. Uma argumentação detalhada que descreve as características e diferenças da oferta turística geral do Estado do Pará.

Os valores do destino Pará Originalidade No Pará encontram-se os mais antigos registros da presença do homem na Amazônia Brasileira. Os marajoaras e os tapajônicos foram povos de expressiva criatividade e sofisticada linguagem artística, a cerâmica é o legado que resistiu ao tempo e às condições ambientais da região. As primeiras cidades da Amazônia Brasileira foram fundadas no Pará no começo do século XVII. Conjuntos arquitetônicos originais e enriquecidos pela economia da borracha revelam o processo de ocupação do território e as soluções de adaptação ao contexto da floresta tropical.

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Autenticidade

Carimbó - Marajó - Pará

Festas populares seculares como o Círio de Nazaré e a Marujada mesclam fé, religiosidade e rituais profanos. Carimbó, xote bragantino, siriá e o lundu marajoara são alguns dos ritmos tradicionais autênticos presentes no cotidiano da população e que se configuram como uma das mais puras formas de expressão da cultura paraense. A gastronomia de sabores únicos revela as influências da formação cultural paraense e os ingredientes naturais da Amazônia, presentes nos sorvetes de frutas regionais, no açaí, nos pratos típicos... A produção artesanal faz o resgate da plasticidade das civilizações originais e a valorização das matérias primas da floresta como fibras, sementes e minerais.

Círio de Nazaré - Belém

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Marujada - Bragança - Pará

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Autenticidade

Carimbó - Marajó - Pará

Festas populares seculares como o Círio de Nazaré e a Marujada mesclam fé, religiosidade e rituais profanos. Carimbó, xote bragantino, siriá e o lundu marajoara são alguns dos ritmos tradicionais autênticos presentes no cotidiano da população e que se configuram como uma das mais puras formas de expressão da cultura paraense. A gastronomia de sabores únicos revela as influências da formação cultural paraense e os ingredientes naturais da Amazônia, presentes nos sorvetes de frutas regionais, no açaí, nos pratos típicos... A produção artesanal faz o resgate da plasticidade das civilizações originais e a valorização das matérias primas da floresta como fibras, sementes e minerais.

Círio de Nazaré - Belém

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Marujada - Bragança - Pará

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Brega - dança do Pará

Criatividade O paraense é criativo e inovador. Saberes e fazeres tradicionais convivem com a cultura erudita e inspiram novas formas de organização e distribuição da produção cultural. Hoje o brega paraense é um ritmo popular e uma referência para a cadeia produtiva da música na era da informação. O manejo dos recursos naturais e o conhecimento empírico da floresta estimulam a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis. No Pará, encontram-se algumas das instituições de referência no setor, como o Museu Paraense Emílio Goeldi, o Instituto Evandro Chagas e a Embrapa da Amazônia Oriental.

Artesanato em mirití

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Brega - dança do Pará

Criatividade O paraense é criativo e inovador. Saberes e fazeres tradicionais convivem com a cultura erudita e inspiram novas formas de organização e distribuição da produção cultural. Hoje o brega paraense é um ritmo popular e uma referência para a cadeia produtiva da música na era da informação. O manejo dos recursos naturais e o conhecimento empírico da floresta estimulam a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis. No Pará, encontram-se algumas das instituições de referência no setor, como o Museu Paraense Emílio Goeldi, o Instituto Evandro Chagas e a Embrapa da Amazônia Oriental.

Artesanato em mirití

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Diversidade Portão de entrada da maior floresta tropical do planeta, o Pará é um celeiro da biodiversidade amazônica, que concentra paisagens e cenários únicos, como as águas azuis do rio Tapajós em seu encontro com o Amazonas; Marajó, maior ilha fluviomarinha do mundo e suas planícies inundáveis; a pororoca...E condições excepcionais para a prática de atividades turísticas na natureza. A pluralidade cultural é característica determinante do processo de formação histórica do Pará, influências de inúmeras etnias e tradições que se revelam em seus conjuntos arquitetônicos, em ricas manifestações culturais, na religiosidade, na gastronomia, nos saberes e fazeres, no modo de vida, na maneira como as populações tradicionais se relacionam com a floresta e seus recursos.

Papagaios - Amazônia

Revoada de guarás

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Canoa com ribeirinho

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Diversidade Portão de entrada da maior floresta tropical do planeta, o Pará é um celeiro da biodiversidade amazônica, que concentra paisagens e cenários únicos, como as águas azuis do rio Tapajós em seu encontro com o Amazonas; Marajó, maior ilha fluviomarinha do mundo e suas planícies inundáveis; a pororoca...E condições excepcionais para a prática de atividades turísticas na natureza. A pluralidade cultural é característica determinante do processo de formação histórica do Pará, influências de inúmeras etnias e tradições que se revelam em seus conjuntos arquitetônicos, em ricas manifestações culturais, na religiosidade, na gastronomia, nos saberes e fazeres, no modo de vida, na maneira como as populações tradicionais se relacionam com a floresta e seus recursos.

Papagaios - Amazônia

Revoada de guarás

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Canoa com ribeirinho

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Sustentabilidade Hangar Centro de Convenções

Mais da metade do território paraense é área protegida, são 684 mil km2 distribuídos em 64 unidades de conservação (UC) públicas e 43 terras indígenas demarcadas. O Pará concentra iniciativas dedicadas ao conhecimento sobre o potencial da biodiversidade e o manejo sustentável dos recursos da Amazônia. O Estado lidera o programa “Municípios Verdes” voltado para a recuperação de áreas devastadas e com foco no manejo sustentável da Floresta.

Menino com Tucunaré

Rio da Amazônia

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Sustentabilidade Hangar Centro de Convenções

Mais da metade do território paraense é área protegida, são 684 mil km2 distribuídos em 64 unidades de conservação (UC) públicas e 43 terras indígenas demarcadas. O Pará concentra iniciativas dedicadas ao conhecimento sobre o potencial da biodiversidade e o manejo sustentável dos recursos da Amazônia. O Estado lidera o programa “Municípios Verdes” voltado para a recuperação de áreas devastadas e com foco no manejo sustentável da Floresta.

Menino com Tucunaré

Rio da Amazônia

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Carimbó - Belém - Pará

FASE III Plano operacional

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Carimbó - Belém - Pará

FASE III Plano operacional

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Terminada a formulação da estratégia, a parte intangível do plano e o elemento definidor do caminho a seguir para a conquista das metas, foram elaborados os Planos Operacionais, que concretizam a estratégia e tem dois conteúdos diferentes, mas complementares: •O Plano Operacional de Desenvolvimento •O Plano Operacional de Marketing O Plano Operacional de Desenvolvimento define a sustentabilidade como eixo sistêmico, a qualidade e a competitividade como vértices estruturantes para os macroprogramas, programas e projetos, com o objetivo de garantir o ambiente favorável para os negócios, promover a inclusão através da redução da pobreza e desigualdade social, fazer o melhor aproveitamento dos recursos naturais e culturais sem comprometer sua viabilidade no tempo, estimular a capacidade de produção e de inovação no âmbito do setor de turismo.

Plano Operacional de Desenvolvimento A estratégia de desenvolvimento do turismo paraense estabelece sinergia com a gestão estratégica do Governo do Estado e propõe sua integração às iniciativas e processos em curso de outras áreas e atividades, otimizando esforços e investimentos, de forma a ampliar as possibilidades dos municípios e regiões turísticas. Desta forma o processo de desenvolvimento do turismo no Pará terá como princípios a sustentabilidade, com atenção especial ao controle de impactos negativos da atividade, o fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico e a proteção do patrimônio natural e cultural.

O Plano Operacional de Desenvolvimento do Plano Ver-o-Pará é constituído por três Macroprogramas: •M1 Macroprograma de Estruturação de produtos •M2 Macroprograma de Qualidade •M3 Macroprograma de Competitividade

Cronograma

Projetos

2012 2013 2014

A1. A2.

Programação cultural e de lazer Atividades no entorno das cidades

P2. Estruturação de produtos para turismo de “quase negócios”

A3. A4. A5. A6.

Compras e Serviços Atividades de lazer Bureau de captação de Eventos Roteiros de incentivo

P3. Amazônia paraense: singularidade e diversidade na natureza

A7. A8.

UCs: Aventura, ecoturismo e escolas na natureza A produção e o manejo sustentável da Floresta

A9. A10. A11. A12. A13. A14.

Cruzeiros fluviais: lazer e eventos Sítios pesqueiros Torneios de pesca Vivências em comunidades ribeirinhas Praias de rio, uma experiência amazônica Festas populares e o folclore

P5. Comunidades tradicionais: autenticidade nos fazeres e saberes

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

A15. Saberes, fazeres e a conservação da floresta A16. A17. A18. A19.

P9. Centros de Referência dos polos Marajó, Tapajós e Belém

Belém – Capital da Amazônia Rotas históricas no Pará Landi, a Amazônia neoclássica Festas e tradições da cultura viva: mapeamento e incentivo A20. Selo da marca Pará, a obra prima da Amazônia A21. Produtos sustentáveis da Floresta A22. A cerâmica utilitária – novos produtos A23. Linha de produtos Ver-o-Peso A24. Do Pará para o mundo: sabores da culinária A25. Formação de chefs A26. Polos regionais de gastronomia A27. Núcleos de informação turística A28. Exposição e comercialização da produção associada A29. Eventos e apresentações culturais

P10. Parque Ambiental do Utinga

A30. Estruturas receptivas, conteúdo e atividades turísticas

P6. Patrimônios do Pará – 400 anos da Amazônia Brasileira

P7. Produtos originais do Pará P8. Escola de Gastronomia da Amazônia

Programa de melhoria dos produtos Turísticos

Cronograma

Projetos

2012

Ações

P11. Revitalização do patrimônio históricocultural das cidades turísticas

A31. Escritório de projetos

P12. Aventura Segura

A33. Qualificação e certificação dos produtos de aventura A34. Inventário da oferta turística A35. Banco de dados da oferta turística

P13. Qualificação dos produtos e roteiros atuais

2013 2014

A32. Estratégias e parcerias para captação de recursos e liberação do PAC das Cidades Históricos

A36. Avaliação técnica de roteiros e produtos – reestruturação e qualificação

Programa Serviços e Equipamentos Turísticos

Cronograma

Projetos

2012

P14. Meios de hospedagem

P15. Alimentos & Bebidas

P16. Empresas de receptivo

P17. Transporte fluvial

Ações

A37. A38. A39. A40. A41. A42. A43. A44. A45. A46. A47. A48. A49. A50. A51.

P18. Centros de Convenções de Marabá e Santarém P19. Estruturas receptivas nas comunidades

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Ações

P1. Estruturação de produtos turísticos pré e pós-negócios

P4. Rios do Pará: caminhos, praias fluviais e experiências amazônicas

Macroprograma de Produtos

O Plano Operacional de Marketing apresenta as ações de promoção, tanto em sua vertente de comunicação aos públicos como na de comercialização do produto turístico junto ao trade turístico, chegando também a definir projetos de sensibilização do setor privado.Paralelamente propõe a implantação de um sistema de monitoria, informação e controle de marketing que permitirá a revisão e atualização permanente do Plano Operacional, bem como sua renovação a cada três anos em função dos resultados alcançados.

Programa de estruturação de produtos Turísticos

A52. A53. A54. A55. A56. A57.

2013 2014

Selo de qualidade Mapa de oportunidades de investimento Construção e retrofit Hotéis de natureza (identidade, autenticidade e sustentabilidade) Experiências e referências da hotelaria no mundo Selo de qualidade Cozinhas do Pará Boas práticas no setor de A&B Selo de qualidade Especialização e qualidade no receptivo Receptivo PA: ampliando a estrutura dos serviços Selo de qualidade Barco legal (formalização, normas de segurança para o transporte turístico) Conforto e segurança nos rios do Pará (renovação da frota) Inovação e tecnologia em navegação fluvial (atualização dos modelos e adequação tecnológica) Elaboração do projeto Construção Implantação do modelo de gestão Cama & Café Restaurantes domiciliares Receptivo comunitário

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Terminada a formulação da estratégia, a parte intangível do plano e o elemento definidor do caminho a seguir para a conquista das metas, foram elaborados os Planos Operacionais, que concretizam a estratégia e tem dois conteúdos diferentes, mas complementares: •O Plano Operacional de Desenvolvimento •O Plano Operacional de Marketing O Plano Operacional de Desenvolvimento define a sustentabilidade como eixo sistêmico, a qualidade e a competitividade como vértices estruturantes para os macroprogramas, programas e projetos, com o objetivo de garantir o ambiente favorável para os negócios, promover a inclusão através da redução da pobreza e desigualdade social, fazer o melhor aproveitamento dos recursos naturais e culturais sem comprometer sua viabilidade no tempo, estimular a capacidade de produção e de inovação no âmbito do setor de turismo.

Plano Operacional de Desenvolvimento A estratégia de desenvolvimento do turismo paraense estabelece sinergia com a gestão estratégica do Governo do Estado e propõe sua integração às iniciativas e processos em curso de outras áreas e atividades, otimizando esforços e investimentos, de forma a ampliar as possibilidades dos municípios e regiões turísticas. Desta forma o processo de desenvolvimento do turismo no Pará terá como princípios a sustentabilidade, com atenção especial ao controle de impactos negativos da atividade, o fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico e a proteção do patrimônio natural e cultural.

O Plano Operacional de Desenvolvimento do Plano Ver-o-Pará é constituído por três Macroprogramas: •M1 Macroprograma de Estruturação de produtos •M2 Macroprograma de Qualidade •M3 Macroprograma de Competitividade

Cronograma

Projetos

2012 2013 2014

A1. A2.

Programação cultural e de lazer Atividades no entorno das cidades

P2. Estruturação de produtos para turismo de “quase negócios”

A3. A4. A5. A6.

Compras e Serviços Atividades de lazer Bureau de captação de Eventos Roteiros de incentivo

P3. Amazônia paraense: singularidade e diversidade na natureza

A7. A8.

UCs: Aventura, ecoturismo e escolas na natureza A produção e o manejo sustentável da Floresta

A9. A10. A11. A12. A13. A14.

Cruzeiros fluviais: lazer e eventos Sítios pesqueiros Torneios de pesca Vivências em comunidades ribeirinhas Praias de rio, uma experiência amazônica Festas populares e o folclore

P5. Comunidades tradicionais: autenticidade nos fazeres e saberes

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

A15. Saberes, fazeres e a conservação da floresta A16. A17. A18. A19.

P9. Centros de Referência dos polos Marajó, Tapajós e Belém

Belém – Capital da Amazônia Rotas históricas no Pará Landi, a Amazônia neoclássica Festas e tradições da cultura viva: mapeamento e incentivo A20. Selo da marca Pará, a obra prima da Amazônia A21. Produtos sustentáveis da Floresta A22. A cerâmica utilitária – novos produtos A23. Linha de produtos Ver-o-Peso A24. Do Pará para o mundo: sabores da culinária A25. Formação de chefs A26. Polos regionais de gastronomia A27. Núcleos de informação turística A28. Exposição e comercialização da produção associada A29. Eventos e apresentações culturais

P10. Parque Ambiental do Utinga

A30. Estruturas receptivas, conteúdo e atividades turísticas

P6. Patrimônios do Pará – 400 anos da Amazônia Brasileira

P7. Produtos originais do Pará P8. Escola de Gastronomia da Amazônia

Programa de melhoria dos produtos Turísticos

Cronograma

Projetos

2012

Ações

P11. Revitalização do patrimônio históricocultural das cidades turísticas

A31. Escritório de projetos

P12. Aventura Segura

A33. Qualificação e certificação dos produtos de aventura A34. Inventário da oferta turística A35. Banco de dados da oferta turística

P13. Qualificação dos produtos e roteiros atuais

2013 2014

A32. Estratégias e parcerias para captação de recursos e liberação do PAC das Cidades Históricos

A36. Avaliação técnica de roteiros e produtos – reestruturação e qualificação

Programa Serviços e Equipamentos Turísticos

Cronograma

Projetos

2012

P14. Meios de hospedagem

P15. Alimentos & Bebidas

P16. Empresas de receptivo

P17. Transporte fluvial

Ações

A37. A38. A39. A40. A41. A42. A43. A44. A45. A46. A47. A48. A49. A50. A51.

P18. Centros de Convenções de Marabá e Santarém P19. Estruturas receptivas nas comunidades

82

Ações

P1. Estruturação de produtos turísticos pré e pós-negócios

P4. Rios do Pará: caminhos, praias fluviais e experiências amazônicas

Macroprograma de Produtos

O Plano Operacional de Marketing apresenta as ações de promoção, tanto em sua vertente de comunicação aos públicos como na de comercialização do produto turístico junto ao trade turístico, chegando também a definir projetos de sensibilização do setor privado.Paralelamente propõe a implantação de um sistema de monitoria, informação e controle de marketing que permitirá a revisão e atualização permanente do Plano Operacional, bem como sua renovação a cada três anos em função dos resultados alcançados.

Programa de estruturação de produtos Turísticos

A52. A53. A54. A55. A56. A57.

2013 2014

Selo de qualidade Mapa de oportunidades de investimento Construção e retrofit Hotéis de natureza (identidade, autenticidade e sustentabilidade) Experiências e referências da hotelaria no mundo Selo de qualidade Cozinhas do Pará Boas práticas no setor de A&B Selo de qualidade Especialização e qualidade no receptivo Receptivo PA: ampliando a estrutura dos serviços Selo de qualidade Barco legal (formalização, normas de segurança para o transporte turístico) Conforto e segurança nos rios do Pará (renovação da frota) Inovação e tecnologia em navegação fluvial (atualização dos modelos e adequação tecnológica) Elaboração do projeto Construção Implantação do modelo de gestão Cama & Café Restaurantes domiciliares Receptivo comunitário

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

83


Programa de Infraestrutura Turística - Sinalização e Informação

Programa de Gestão

Cronograma 2012 2013 2014

Projetos

Ações

P20. Revitalização da sinalização turísticanos municípios

A58. Ampliar a cobertura da sinalização turística (indicativa e

Projetos

interpretativa)

A59. Manutenção e conservação da sinalização turística P21. Centros de Atendimento ao Turista e Postos de Informação Turística

A60. Informação e atendimento ao turista (conteúdo) A61. Ampliando a rede de informação (novos CATs e PITs) A62.

Administração e gestão dos CATs e PITs (funcionamento)

Programa casa do Turismo: Centro de qualificação profissional do Turismo Ações

P22. Qualificação profissional

A63. Os conteúdos técnicos da qualificação e os materiais A64. Conhecendo o Pará A65. Formação presencial e à distância A66. Conteúdos técnicos da qualificação e os materiais

P23. Qualificação empresarial

A67.

P24. Comunidade operadora de serviços turísticos

Cronograma 2012 2013 2014

Projetos

Cursos presenciais e à distância

A68.

Viagens de benchmarking

A69.

Formação de profissionais para o atendimento ao turista

Cronograma

Macroprograma de Qualidade

Programa Infraestrutura Urbana

2012 2013 2014

Projetos

Ações

P25. Melhoria do sistema de abastecimento de água

A71. A72.

Troca de adutora em Belém Implantação de micr-sistema de abastecimento de água em comunidades, vilas e praias (Belterra, Santarém, Salvaterra, Soure e Ilhas de Belém)

A73.

Ampliação dos sistemas de abastecimentode água nas sedes dos municípios (Belterra, Ponta de Pedras, Salvaterra, Soure)

P26. Implantação de sistemas de esgotamento sanitário

A74. Implantação de sistemas de esgotamento sanitário (Belterra, Alter do Chão, Ponta de Pedras, Ilhas de Belém)

P27. Destinação e manejo dos resíduos sólidos

A75. Construção de usina de compostagem com coleta seletiva (Belterra, Ponta de Pedras, Salvaterra, Ilhas de Belém) A76. Implantação de lixeiras para coleta seletiva de lixo em pontos turísticos (Santarém, Belterra, Ponta de Pedras, Soure, Salva Terra, Ilhas de Belém) A77. Aquisição de equipamentos de coleta seletiva A78. Implantação de centros de triagem de lixo A79. Implantação de Aterro Sanitário (Belterra, Ponta de Pedras, Salterra, Soure)

P28. Urbanização das orlas

A80. Construção de banheiros públicos e duchas em praias fluviais das ilhas turísticas de Belém, Santarém, Belterra, Soure, Salvaterra e Ponta de Pedras)

Macroprograma de Competitividade

A70. Negócios e empreendimentos da comunidade

Programa Turismo Verde

Cronograma

Projetos

2012 2013 2014

A81. Construção de muros de arrimo e urbanização em praias fluviais - Belterra, Ponta de Pedras, Salvaterra

P40. Educação ambiental

A83. Implantação de projetos paisagísticos nas praias de Soure, Salvaterra, Ponta de Pedras, Belterra, Santarém e Ilhas do Belém A84. Padronização do mobiliário urbano, das barracas e serviços de praia P29. Qualificação da paisagem urbana (ordenamento urbano e tratamento paisagístico)

P41. Educação patrimonial

A85. Controle da poluição visual A86. Jardins urbanos da Amazônia A87. Controle do trânsito urbano A88. Padronização do mobiliário urbano

P42. Sangue cor de açaí

Programa Infraestrutura Turística - Acessibilidade

Cronograma

Projetos

Ações

2012 2013 2014

P30. Melhoria da acessibilidade fluvial e terrestre do Marajó

A89. Reforma/ampliação e ou revitalização de portos, trapiches e terminais de passageiros A90. Revitalização e pavimentação de estradas intermunicipais e de acesso a atrativos A91. Construção de ponte sobre o rio Paracauari

P31. Melhoria da acessibilidade para as Ilhas de Belém

A92. Sistema de iluminação pública nas trilhas ecológicas do PAM

2012 2013 2014

A99. Reestruturação da gestão estadual de turismo A100. Sistema de classificação dos municípios turísticos P34.Fortalecimento da A101. Ordenamento dos polos turísticos de gestão pública desenvolvimento – segmentação A102. Formação de gestores públicos A103. Aquisição de equipamentos para os órgãos municipais de turismo A104. Sistemas de gestão dos negócios de P35.Gestão empresarial (equipamentos e turismo serviços) A105. Turismo PA:casos de sucesso A106. Elaboração de planos de manejo e estudos de capacidade de carga para UCs de interesse turístico A107. Elaboração de EIA e RIMA para os municípios turísticos P36.Gestão integrada turismo e A108. Elaboração de planos de patrimônios do Pará desenvolvimento de atividades turísticas (natureza e cultura) em áreas protegidas e UCs A109. Fomento a grupos de cultura popular e realização de eventos A110. Implantação de pontos de cultura em municípios com reconhecida tradição de cultura popular A111. Elaboração e administração do mapa de P37.Escritório oportunidades de investimento de Projetos A112. Elaboração de projetos de inovação de produtos e serviços A113. Rede da gestão pública de turismo P38.Navega Pará A114. Sites de turismo dos municípios A115. Sites dos empreendimentos turísticos

P39. Municípios Verdes do Turismo

A82. Construção de orlas fluviais em Ponta de Pedras, Salvaterra, Soure

Cronograma Ações

P43. Turista “Verde” P44. Empreendedorismo e inclusão social P45. Turismo Seguro

Ações

A116. Adequação das estratégicas do programa para os municípios turísticos: recuperação do ambiente urbano, sustentabilidade dos negócios do setor A117.Conhecendo a Amazônia paraense A118. Elaboração de projetos pedagógicos com as escolas públicas com conteúdo de turismo e natureza A119.Conhecendo a cultura viva do Pará A120. Projetos pedagógicos com as escolas públicas com conteúdo sobre o patrimônio cultural paraense. A121. Campanha orgulho paraense: valores e a identidade cultural do Estado. A122. Campanhas de conscientização dos turistas: práticas sustentáveis na relação com a natureza e as comunidades anfitriãs A123. Comunidades nos negócios do turismo: EI e de microempresas A124. Melhorar a segurança pública nas áreas de interesse circulação de turistas

A93. Melhorias das estruturas físicas de trapiches /portos ou terminais A94. Pavimentação e/ou revitalização de vias de acesso às praias

84

A95. Construção de terminal de Catraeiros em Alter do Chão

P32. Melhoria da acessibilidade no Tapajós

A96. Pavimentação de acessos a áreas de interesse turístico

P33. Melhoria da acessibilidade no Araguaia Tocantins

A98. Recuperação/revitalização das rodovias estaduais (483, 475 e 150) que garantem o acesso e circulação entre os municípios do Polo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

A97. Construção de ponte de madeira em Aramanaí

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Programa de Infraestrutura Turística - Sinalização e Informação

Programa de Gestão

Cronograma 2012 2013 2014

Projetos

Ações

P20. Revitalização da sinalização turísticanos municípios

A58. Ampliar a cobertura da sinalização turística (indicativa e

Projetos

interpretativa)

A59. Manutenção e conservação da sinalização turística P21. Centros de Atendimento ao Turista e Postos de Informação Turística

A60. Informação e atendimento ao turista (conteúdo) A61. Ampliando a rede de informação (novos CATs e PITs) A62.

Administração e gestão dos CATs e PITs (funcionamento)

Programa casa do Turismo: Centro de qualificação profissional do Turismo Ações

P22. Qualificação profissional

A63. Os conteúdos técnicos da qualificação e os materiais A64. Conhecendo o Pará A65. Formação presencial e à distância A66. Conteúdos técnicos da qualificação e os materiais

P23. Qualificação empresarial

A67.

P24. Comunidade operadora de serviços turísticos

Cronograma 2012 2013 2014

Projetos

Cursos presenciais e à distância

A68.

Viagens de benchmarking

A69.

Formação de profissionais para o atendimento ao turista

Cronograma

Macroprograma de Qualidade

Programa Infraestrutura Urbana

2012 2013 2014

Projetos

Ações

P25. Melhoria do sistema de abastecimento de água

A71. A72.

Troca de adutora em Belém Implantação de micr-sistema de abastecimento de água em comunidades, vilas e praias (Belterra, Santarém, Salvaterra, Soure e Ilhas de Belém)

A73.

Ampliação dos sistemas de abastecimentode água nas sedes dos municípios (Belterra, Ponta de Pedras, Salvaterra, Soure)

P26. Implantação de sistemas de esgotamento sanitário

A74. Implantação de sistemas de esgotamento sanitário (Belterra, Alter do Chão, Ponta de Pedras, Ilhas de Belém)

P27. Destinação e manejo dos resíduos sólidos

A75. Construção de usina de compostagem com coleta seletiva (Belterra, Ponta de Pedras, Salvaterra, Ilhas de Belém) A76. Implantação de lixeiras para coleta seletiva de lixo em pontos turísticos (Santarém, Belterra, Ponta de Pedras, Soure, Salva Terra, Ilhas de Belém) A77. Aquisição de equipamentos de coleta seletiva A78. Implantação de centros de triagem de lixo A79. Implantação de Aterro Sanitário (Belterra, Ponta de Pedras, Salterra, Soure)

P28. Urbanização das orlas

A80. Construção de banheiros públicos e duchas em praias fluviais das ilhas turísticas de Belém, Santarém, Belterra, Soure, Salvaterra e Ponta de Pedras)

Macroprograma de Competitividade

A70. Negócios e empreendimentos da comunidade

Programa Turismo Verde

Cronograma

Projetos

2012 2013 2014

A81. Construção de muros de arrimo e urbanização em praias fluviais - Belterra, Ponta de Pedras, Salvaterra

P40. Educação ambiental

A83. Implantação de projetos paisagísticos nas praias de Soure, Salvaterra, Ponta de Pedras, Belterra, Santarém e Ilhas do Belém A84. Padronização do mobiliário urbano, das barracas e serviços de praia P29. Qualificação da paisagem urbana (ordenamento urbano e tratamento paisagístico)

P41. Educação patrimonial

A85. Controle da poluição visual A86. Jardins urbanos da Amazônia A87. Controle do trânsito urbano A88. Padronização do mobiliário urbano

P42. Sangue cor de açaí

Programa Infraestrutura Turística - Acessibilidade

Cronograma

Projetos

Ações

2012 2013 2014

P30. Melhoria da acessibilidade fluvial e terrestre do Marajó

A89. Reforma/ampliação e ou revitalização de portos, trapiches e terminais de passageiros A90. Revitalização e pavimentação de estradas intermunicipais e de acesso a atrativos A91. Construção de ponte sobre o rio Paracauari

P31. Melhoria da acessibilidade para as Ilhas de Belém

A92. Sistema de iluminação pública nas trilhas ecológicas do PAM

2012 2013 2014

A99. Reestruturação da gestão estadual de turismo A100. Sistema de classificação dos municípios turísticos P34.Fortalecimento da A101. Ordenamento dos polos turísticos de gestão pública desenvolvimento – segmentação A102. Formação de gestores públicos A103. Aquisição de equipamentos para os órgãos municipais de turismo A104. Sistemas de gestão dos negócios de P35.Gestão empresarial (equipamentos e turismo serviços) A105. Turismo PA:casos de sucesso A106. Elaboração de planos de manejo e estudos de capacidade de carga para UCs de interesse turístico A107. Elaboração de EIA e RIMA para os municípios turísticos P36.Gestão integrada turismo e A108. Elaboração de planos de patrimônios do Pará desenvolvimento de atividades turísticas (natureza e cultura) em áreas protegidas e UCs A109. Fomento a grupos de cultura popular e realização de eventos A110. Implantação de pontos de cultura em municípios com reconhecida tradição de cultura popular A111. Elaboração e administração do mapa de P37.Escritório oportunidades de investimento de Projetos A112. Elaboração de projetos de inovação de produtos e serviços A113. Rede da gestão pública de turismo P38.Navega Pará A114. Sites de turismo dos municípios A115. Sites dos empreendimentos turísticos

P39. Municípios Verdes do Turismo

A82. Construção de orlas fluviais em Ponta de Pedras, Salvaterra, Soure

Cronograma Ações

P43. Turista “Verde” P44. Empreendedorismo e inclusão social P45. Turismo Seguro

Ações

A116. Adequação das estratégicas do programa para os municípios turísticos: recuperação do ambiente urbano, sustentabilidade dos negócios do setor A117.Conhecendo a Amazônia paraense A118. Elaboração de projetos pedagógicos com as escolas públicas com conteúdo de turismo e natureza A119.Conhecendo a cultura viva do Pará A120. Projetos pedagógicos com as escolas públicas com conteúdo sobre o patrimônio cultural paraense. A121. Campanha orgulho paraense: valores e a identidade cultural do Estado. A122. Campanhas de conscientização dos turistas: práticas sustentáveis na relação com a natureza e as comunidades anfitriãs A123. Comunidades nos negócios do turismo: EI e de microempresas A124. Melhorar a segurança pública nas áreas de interesse circulação de turistas

A93. Melhorias das estruturas físicas de trapiches /portos ou terminais A94. Pavimentação e/ou revitalização de vias de acesso às praias

84

A95. Construção de terminal de Catraeiros em Alter do Chão

P32. Melhoria da acessibilidade no Tapajós

A96. Pavimentação de acessos a áreas de interesse turístico

P33. Melhoria da acessibilidade no Araguaia Tocantins

A98. Recuperação/revitalização das rodovias estaduais (483, 475 e 150) que garantem o acesso e circulação entre os municípios do Polo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

A97. Construção de ponte de madeira em Aramanaí

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Plano Operacional de Marketing

O Plano Operacional de Marketing do Plano Ver-o-Pará é constituído por três Macroprogramas: •M1 Macroprograma de Comunicação •M2 Macroprograma de Promoção •M3 Macroprograma de Inteligência de Mercado e Inovação O calendário de implantação do Plano Operacional de Marketing considera ações a serem executadas a princípio nos três primeiros anos do Plano Ver-o-Pará nos mercados geográficos de interesse. A partir daí, devem ser feitas atualizações que garantam a continuidade dos projetos de promoção nos principais mercados até 2020, considerando as disponibilidades orçamentárias anuais, as oportunidades e as informações atuais dos mercados.

86

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Programas

IDENTIDADE TURÍSTICA

M1 Macroprograma de Comunicação

Um elemento fundamental para a concretização da estratégia de marketing formulada neste plano é o Modelo de Marketing a ser aplicado para a implantação das ações de comunicação nos mercados selecionados. Este modelo de atuação está baseado no que denominamos sistema PUSH AND PULL, que traduz o processo completo de comunicação a ser estabelecido nos mercados prioritários, em que: O PUSH representa os esforços de comunicação, promoção e apoio ao trade para ampliar, diversificar e melhorar a presença do destino Pará e os seus produtos turísticos no mercado. PULL representa os esforços dirigidos ao consumidor potencial, seja de forma direta, sobretudo por meio da publicidade, ou indireta, via imprensa, gerando uma imagem positiva do destino, de seus produtos turísticos, que seja coerente com o posicionamento desejado, estimule e fomente o desejo de visita e, desta forma, amplie a demanda de turistas para o Pará.

Programa de Gestão

MATERIAIS DE COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO DIGITAL

Cronograma Projetos e Ações

2012 2013 2014

P1. MARCA GRÁFICA: A1. Criação da nova marca turística A2. Manual de Identidade Corporativa do Turismo do Pará A3. Banners de marca A4. Gestão da marca turística P2. BANCO DE IMAGENS: A5. Criação de um novo Banco de Imagens P3. PONTOS DE IDENTIDADE FÍSICA: A6. Estande feiras nacionais e internacionais A7. Postos de informação turística P4. MATERIAL INSTITUCIONAL: A8. Resumo executivo do PLANO VER-O-PARÁ A9. Apresentação multimídia do PLANO VER-O-PARÁ P5. MATERIAL TRADE: A10. Folheto trade A11. Vídeo promocional do DESTINO e Mini vídeos A12. Apresentação multimídia do DESTINO P6. MATERIAL CONSUMIDOR: A13. Folheto mapa A14. Folheto consumidor P7. MATERIAL DIGITAL PARA IMPRENSA: A15. Criação de Newsletter digital A16. Atendimento e relacionamento com a imprensa dos mercados P8. WEBSITE DO TURISMO DO PARÁ: A17. Desenho e estruturação do novo site do turismo A18. Estratégia de posicionamento na rede (SEO) P9. BANNERS PARA MÍDIA DIGITAL: A19. Desenho de banners para publicidades nos portais P10. NAVEGA PARÁ – CIDADES TURÍSTICAS DIGITAIS

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Plano Operacional de Marketing

O Plano Operacional de Marketing do Plano Ver-o-Pará é constituído por três Macroprogramas: •M1 Macroprograma de Comunicação •M2 Macroprograma de Promoção •M3 Macroprograma de Inteligência de Mercado e Inovação O calendário de implantação do Plano Operacional de Marketing considera ações a serem executadas a princípio nos três primeiros anos do Plano Ver-o-Pará nos mercados geográficos de interesse. A partir daí, devem ser feitas atualizações que garantam a continuidade dos projetos de promoção nos principais mercados até 2020, considerando as disponibilidades orçamentárias anuais, as oportunidades e as informações atuais dos mercados.

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Programas

IDENTIDADE TURÍSTICA

M1 Macroprograma de Comunicação

Um elemento fundamental para a concretização da estratégia de marketing formulada neste plano é o Modelo de Marketing a ser aplicado para a implantação das ações de comunicação nos mercados selecionados. Este modelo de atuação está baseado no que denominamos sistema PUSH AND PULL, que traduz o processo completo de comunicação a ser estabelecido nos mercados prioritários, em que: O PUSH representa os esforços de comunicação, promoção e apoio ao trade para ampliar, diversificar e melhorar a presença do destino Pará e os seus produtos turísticos no mercado. PULL representa os esforços dirigidos ao consumidor potencial, seja de forma direta, sobretudo por meio da publicidade, ou indireta, via imprensa, gerando uma imagem positiva do destino, de seus produtos turísticos, que seja coerente com o posicionamento desejado, estimule e fomente o desejo de visita e, desta forma, amplie a demanda de turistas para o Pará.

Programa de Gestão

MATERIAIS DE COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO DIGITAL

Cronograma Projetos e Ações

2012 2013 2014

P1. MARCA GRÁFICA: A1. Criação da nova marca turística A2. Manual de Identidade Corporativa do Turismo do Pará A3. Banners de marca A4. Gestão da marca turística P2. BANCO DE IMAGENS: A5. Criação de um novo Banco de Imagens P3. PONTOS DE IDENTIDADE FÍSICA: A6. Estande feiras nacionais e internacionais A7. Postos de informação turística P4. MATERIAL INSTITUCIONAL: A8. Resumo executivo do PLANO VER-O-PARÁ A9. Apresentação multimídia do PLANO VER-O-PARÁ P5. MATERIAL TRADE: A10. Folheto trade A11. Vídeo promocional do DESTINO e Mini vídeos A12. Apresentação multimídia do DESTINO P6. MATERIAL CONSUMIDOR: A13. Folheto mapa A14. Folheto consumidor P7. MATERIAL DIGITAL PARA IMPRENSA: A15. Criação de Newsletter digital A16. Atendimento e relacionamento com a imprensa dos mercados P8. WEBSITE DO TURISMO DO PARÁ: A17. Desenho e estruturação do novo site do turismo A18. Estratégia de posicionamento na rede (SEO) P9. BANNERS PARA MÍDIA DIGITAL: A19. Desenho de banners para publicidades nos portais P10. NAVEGA PARÁ – CIDADES TURÍSTICAS DIGITAIS

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Cronograma Programas

M2 Macroprograma de Promoção

PROMOÇÃO AO TRADE

Projetos e ações

Regional Nacional 2012/2014 2012/2014

Am.do Sul 2012/2014

Am.norte 2012/2014

Europa 2012/2014

P11. SENSIBILIZAÇÃO TRADE LOCAL: A20. Reuniões com operadores locais A21. Relacionamento digital P12. SENSIBILIZAÇÃO TRADE DOS MERCADOS A22. Visitas personalizadas aos operadores nos mercados geográficos prioritários P13. VIAGENS DE FAMILIARIZAÇÃO A23. Organização de viagens de familiarização por mercado geográfico

P14. PARTICIPAÇÃO EM FEIRAS E WORKSHOPS A24. Participação em feiras nacionais A25. Participação em feiras internacionais PROMOÇÃO AO P15. PUBLICIDADE MÍDIA CONSUMIDOR IMPRESSA P16. PUBLICIDADE MÍDIA DIGITAL P17. ATENDIMENTO

PROMOÇÃO À IMPRENSA

A26. Atendimento e relacionamento com a imprensa P18. VIAGENS DE FAMILIARIZAÇÃO

M3 Macroprograma de Inteligência de Mercado e Inovação

A27. Organização das viagens de familiarização

Cronograma Programas

BUREAU DE INOVAÇÃO

Projetos e ações

2012

2013

2014

P19. OBSERVATÓRIO DE TENDÊNCIAS (BENCHMARKING) P20. MODELO DE GESTÃO P21. SENSIBILIZAÇÃO DE POTENCIAIS INVESTIDORES P22. PESQUISAS DE MERCADO, QUALITATIVA

OBSERVATÓRIO DO TURISMO PARAENSE

P23. PESQUISAS DE MERCADO, QUANTITATIVA P24. FALLOW UP DE COMPETIDORES E REFERENTES P25. BANCO DE DADOS GERENCIADOR TURÍSTICO

70 PROJETOS, PARA FAZER ACONTECER!

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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Cronograma Programas

M2 Macroprograma de Promoção

PROMOÇÃO AO TRADE

Projetos e ações

Regional Nacional 2012/2014 2012/2014

Am.do Sul 2012/2014

Am.norte 2012/2014

Europa 2012/2014

P11. SENSIBILIZAÇÃO TRADE LOCAL: A20. Reuniões com operadores locais A21. Relacionamento digital P12. SENSIBILIZAÇÃO TRADE DOS MERCADOS A22. Visitas personalizadas aos operadores nos mercados geográficos prioritários P13. VIAGENS DE FAMILIARIZAÇÃO A23. Organização de viagens de familiarização por mercado geográfico

P14. PARTICIPAÇÃO EM FEIRAS E WORKSHOPS A24. Participação em feiras nacionais A25. Participação em feiras internacionais PROMOÇÃO AO P15. PUBLICIDADE MÍDIA CONSUMIDOR IMPRESSA P16. PUBLICIDADE MÍDIA DIGITAL P17. ATENDIMENTO

PROMOÇÃO À IMPRENSA

A26. Atendimento e relacionamento com a imprensa P18. VIAGENS DE FAMILIARIZAÇÃO

M3 Macroprograma de Inteligência de Mercado e Inovação

A27. Organização das viagens de familiarização

Cronograma Programas

BUREAU DE INOVAÇÃO

Projetos e ações

2012

2013

2014

P19. OBSERVATÓRIO DE TENDÊNCIAS (BENCHMARKING) P20. MODELO DE GESTÃO P21. SENSIBILIZAÇÃO DE POTENCIAIS INVESTIDORES P22. PESQUISAS DE MERCADO, QUALITATIVA

OBSERVATÓRIO DO TURISMO PARAENSE

P23. PESQUISAS DE MERCADO, QUANTITATIVA P24. FALLOW UP DE COMPETIDORES E REFERENTES P25. BANCO DE DADOS GERENCIADOR TURÍSTICO

70 PROJETOS, PARA FAZER ACONTECER!

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo

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GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SIMÃO JATENE Governador do Estado SHYDNEY JORGE ROSA Secretário Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção ADENAUER MARINHO DE OLIVEIRA GÓES Secretário de Estado de Turismo COMPANHIA PARAENSE DE TURISMO - PARATUR MARIA DO SOCORRO RODRIGUES DA COSTA Presidente JOSÉ ALBINO BARBOSA DA SILVA Diretor Administrativo e Financeiro LILIANE OBANDO M. DE HOLLANDA LIMA Diretora de Fomento TEREZA JACQUELINE RODRIGUES ALVES Gerente Geral de Marketing CONCEIÇÃO SILVA DA SILVA Coordenadora do Plano Ver-o-Pará

CHIAS MARKETING LTDA. Direção Técnica Patrícia Servilha Consultora Coordenadora Anete Ferreira Consultores Senior Claudia Tosone Walter Menezes Consultora Jr. Natália Cordeiro Administração Rosemeire Cardoso

90

Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo


GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SIMÃO JATENE Governador do Estado SHYDNEY JORGE ROSA Secretário Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção ADENAUER MARINHO DE OLIVEIRA GÓES Secretário de Estado de Turismo COMPANHIA PARAENSE DE TURISMO - PARATUR MARIA DO SOCORRO RODRIGUES DA COSTA Presidente JOSÉ ALBINO BARBOSA DA SILVA Diretor Administrativo e Financeiro LILIANE OBANDO M. DE HOLLANDA LIMA Diretora de Fomento TEREZA JACQUELINE RODRIGUES ALVES Gerente Geral de Marketing CONCEIÇÃO SILVA DA SILVA Coordenadora do Plano Ver-o-Pará

CHIAS MARKETING LTDA. Direção Técnica Patrícia Servilha Consultora Coordenadora Anete Ferreira Consultores Senior Claudia Tosone Walter Menezes Consultora Jr. Natália Cordeiro Administração Rosemeire Cardoso

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Plano Ver-o-Pará. Relatório Executivo


Secretaria de Estado de Turismo

www.paraturismo.pa.gov.br

Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção

www.pa.gov.br

Ver-O-Pará — Plano Estratégico Turismo Estado Pará  

Se em agricultura, comércio, indústria e serviços o Estado do Pará caminha bem, um setor com grande potencial não estava sendo bem aproveita...

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