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et éf ree po ck ess a

a pocket do forte

Projeto Feliz Parada Fashion Palco Fluido Pra Frentex

www.revistapeefe.com

edição 02


www.revistapeefe.com Nada como viver de verão. A PêÉfe é assim. Nasceu no verão de 2010 e, depois de um longo inverno, está de volta para um dos mais longos verões do novo século. Desta vez com duas edições: esta que está em suas mãos e uma outra em fevereiro. Mas nem tudo é alegria na Bahia. Fazer a revista é uma tarefa realmente difícil. A gente teve que visitar a Praia do Forte várias vezes, encaramos as estradas de barro da Reserva Sapiranga, fomos obrigados a ir nas piscinas naturais, tivemos que almoçar nos restaurantes da vila, isso sem falar nas baladas que inevitavelmente acabavam no Souza.

conselho editorial Márcio Sant’Ana Sérgio Cardoso Pedro Dourado projeto editorial Muito Comunicação Ari Cabral (arte) Tatiana Dourado (texto) editor responsável Marcelo Sant’Ana - DRT 2466 foto capa Élcio Carriço tiragem 25 mil exemplares

Márcio Sant’Ana

Não é fácil, mas é nosso trabalho. Sergio Cardoso já não aguentava mais receber a nossa equipe na pousada Bellatrix, ali no lago Aruá. Pedrinho Dourado estava de saco cheio de ter que sair da Uranus2 em pleno final de semana para resolver coisas na Praia do Forte. Eu, Márcio Sant’Ana, estava contando os dias pra revista ficar pronta e não ter mais a obrigação de ter que tomar uma na praia buscando inspiração para este editorial. Mas tudo bem. Fazemos este “sacrifício” para que vocês, leitores desta modesta publicação, possam ficar por dentro do que acontece aqui na PF.

impressão Uranus2 distribuição 20 mil para assinantes do Correio 5 mil na Praia do Forte fale com a gente contato@revistapeefe.com 71 3237.2020 agradecimentos Alicinha Barreto / Ana Paula Sant’Ana / André Sant’Ana / Leonardo César / Rangel Santana / Caio Silveira / a todos da CCM / aos que acreditaram nesta revista


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Palco Fluido

Os bastidores do tradicional italiano Taverna Paradiso.

Pasta Fresca

Um ensaio de moda diferente e irreverente.

Parada Fashion

Peixe cabeça de geleia, baratas gigantes, moreia timbalada. Estranhou?

Peixinhos Freaks

PF tem os braços do Tamar para acolher as tartarugas marinhas.

Projeto Feliz

Armando Daltro é filho do mar e encontrou a PF em 88.


Mercado Imobiliário Forte Não há dúvida que o mercado imobiliário brasileiro vive um momento singular de prosperidade. O país desperta sua atenção para um crescimento econômico sustentável, estimulando a cadeia produtiva da construção civil. No nosso litoral norte, se destaca a Praia do Forte, um paraíso turístico que se desenvolveu rapidamente, apoiado pela recente demanda local, sendo explorada e valorizada, no seu primeiro momento, por compradores e investidores internacionais. Era comum

encontrarmos anúncios lindíssimos da Praia do Forte em revistas internacionais imobiliárias e absolutamente nada nas locais. Mas, o seu crescimento e valorização seriam inevitáveis.

A vila era realmente dos pescadores, encravada em 12km de lindas praias, formadas por coqueirais e dunas, sem calçamento, onde esbarrávamos nos nativos. O bar da moda era o Boca Piu e o acesso era via balsa. Hoje a “Vila dos Pescadores” oferece uma excelente infra-estrutura, está bem localizada, a 50 km do aeroporto internacional de Salvador. Os imóveis valorizaram e estão hoje entre um dos m2 de segunda residência mais valorizados do país, inclusive em relação ao

litoral paulista, sendo uma opção certeira para quem quer investir em imóveis. Muito mais que uma linda vila bem estruturada, Praia do Forte hoje abriga uma forte programação cultural, que atrai pessoas de Guarajuba, Itacimirim, Imbassay, Sauípe, Lagoa Aruá, entre outros.

Tem baladas de música eletrônica, axé, jazz, MPB, enfim, tudo isso somado a diversas perspectivas de investimentos, incluindo private equity, bancos e fundos especializados no segmento imobiliário, que apontam que os estados que irão sediar a Copa do Mundo de 2014 receberão consideráveis recursos nos próximos dois anos. Sabemos que a maioria dos lugares bucólicos, com aspectos nativos, vão perdendo suas características ao longo do seu desenvolvimento urbano. Isso é inevitável. Mas no caso da Praia do Forte, salvo algumas poucas e recentes intervenções exageradas, a tendência é cada vez mais se consolidar como destino turístico e como uma boa opção de investimento imobiliário, respingando essa valorização em todo o seu entorno.

Rita Martins é advogada especializada em Direito Imobiliário, com mestrado pela Universidade de Extremadura (Espanha), professora da UNIFACS e, o mais importante, apaixonada pela Lagoa Aruá e pela PF.


Palco Fluido

Armando Daltro já pegou onda nos melhores picos do mundo. Se ele curte surfar na PF? Leia a entrevista.

Você treinou na PF para o WCT? A PF é muito consistente. É um excelente pico para testar novas pranchas e foi um excelente local de treinos para o WCT.

Já trouxe algum surfista famoso para surfar em PF?

Qual dica daria aos surfistas que ainda não se aventuraram por lá?

E depois de um dia de surf, o que fazer em PF?

Respeitar a natureza e as pessoas locais. Também ter cautela e um mínimo de experiência em fundos de pedra. Pode ser perigoso.

Eduardo Moody

Os amigos Fabio Gouveia e Victor Ribas - meus melhores companheiros do WCT.

Comer bem. No final da sessão de surf já fico imaginando o que vou escolher. Prefiro os frutos do mar e uma bela torta de sobremesa.


“Logo na primeira vez estava muito bom, passei a surfar aqui desde esse dia...�


Pra Frentex

Pois é, D. Edith cuida da cachaça para não virar lenda.

Élcio Carriço

Quando chegamos na casa de D. Edith, que há 52 anos fundou o bloco carnavalesco As Tabaroas (só para mulheres), a janela estava aberta e logo chamou atenção um quadro chifrado na parede com uma placa: Cura Viado. Isso mesmo, Cura Viado é uma cachaça, criada por D. Maria de Lurdes, mãe de D. Edith, há uns 30 anos. O nome é esse porque chegou do sertão dentro desta garrafa verde da foto, que levava um rótulo com a imagem de um homem dando cachaça para um veado. “Quando terminou a cachaça, ela disse: ‘ah, vou inventar este negócio’”. A pedido da mãe, D. Edith continua a tradição e guarda a receita em segredo: “Tem uma raiz que nem adianta eu dizer que não é daqui não”, disfarça. Tem Cura Viado nos EUA, BSB, SP, mundo a fora. É só R$ 2 a dose e R$ 10 a garrafa. Não tenha medo de encarar!


Projeto Feliz Guy Marcovaldi tem o sorriso e os braços do Tamar para acolher as tartarugas marinhas.

Guy e Neca, o casal fundador, encontrou o vilarejo há 30 anos, bem cru: os poucos nativos mantendo o hábito de comer carnes e ovos das tartarugas, apesar de mais brando que em outros pontos do litoral. Desde então, eles permanecem lá para conservar a identidade ecológica em meio ao crescimento. O papo aqui é com Guy, vamos lá!

Élcio Carriço


Vocês vieram do RS. Como chegaram até PF? O gancho da nossa relação com a Praia do Forte é as tartarugas marinhas. Na época, o Brasil não tinha nenhuma iniciativa de proteger baleias, parques nacionais, reservas biológicas e muito menos tartarugas. Fizemos um levantamento do Oiapoque ao Chuí para saber o que estava acontecendo com elas. Um ano depois conhecemos a Praia do Forte, que é, sem dúvida, o lugar mais importante de reprodução das tartarugas marinhas no Brasil. Achar PF foi fácil? As entrevistas foram esquentando. A partir de Ilhéus (Sul da Bahia), diziam que a região Norte de Salvador - Arembepe e Praia do Forte – tinham mais tartarugas. Eu lembro direitinho o que um rapaz falou em Arembepe: “Olha, daqui para o lado da Praia do Forte concluo que, numa noite boa, subam 50 tartarugas para desovar”. Eu e Neca pensamos: “Aqui é o lugar”! E o que tinha aqui em PF nesta época? Uma vila de funcionários de uma fazenda de coco e pescadores. Não tinha nada. Ficamos recolhidos em um quartinho na casa de dona Edilza, sem janela, só uma cama de solteiro. Houve resistência por parte dos nativos? Nós contratamos as pessoas chaves que viviam da matança de tartarugas para o Tamar. Eram pessoas ótimas, faziam aquilo por cultura.


Havia turismo nesta época? Os pouquíssimos visitantes iam direto ao Tamar. Tínhamos um aquário, depois um tanque. Hoje recebemos mais de um milhão de pessoas, em todos os centros. A PF contribui com mais da metade disso aí. Como é morar em PF? Muito bom. Meu lazer, meu trabalho e a minha inspiração é o mar, estou no lugar certo. Adoro ir para o mar, fotografar, filmar. E ainda mais agora que têm bons restaurantes. E o quê que há de especial no mar de PF? No mar de PF, as grandes profundidades são muito próximas à praia. Se eu saio do escritório 12h30, 13h eu já estou a mil metros de profundidade. Rola um apego emocional com as tartarugas? Tenho uma curiosidade científica, tento entender a relação delas com as pessoas, isto me motiva muito. Também sou fã do design delas, acho incrível, elas têm movimentos plasticamente muito legais. A relação com elas é essa admiração científica, de beleza do desenho e de movimento. Quando você viaja, qual retrato da PF vai com você? Ah, é o mar. É a minha atividade de fotografar, filmar, pegar os animais Minha lembrança é sempre essa.


Peixinhos Freaks Conheça o Submarino Amarelo, um lugar escuro e cheio de bichos esquisitos.

Marcela Haddad

“We all live in a Yellow Submarine, Yellow Submarine, Yellow Submarine...”

Tamar


Tamar

Peixe cabeça de geleia, baratas gigantes, moreia timbalada, peixe bruxa, caranguejo aranha, bruxinha. Estranhou? São os apelidos das novas espécies encontradas pelo Tamar a profundidades que cercam os 1000m.

Marcela Haddad

Muitas dessas espécies nunca foram vistas antes e são frutos da campanha de popularização dos anzóis circulares a 10km da costa de PF. Estes anzóis reduzem a captura de tartarugas marinhas, aumentam as chances de sobrevivência pós-captura e melhoram a produtividade das pescarias. Vale a visita: Submarino Amarelo no Centro de Visitantes do Tamar

Tamar


Alameda das Estrelas, sem número Que saudade das ruas de barro, da travessia de balsa, do aluguel de 250 reais. Praia do Forte cresceu tanto que o Tango já tem até filial. E o pior é que, na minha opinião, cresceu de forma rápida demais e sem a estrutura necessária.

Em fins de semana prolongados ainda falta água, ainda falta luz, ainda falta um lugar para jantar. É por isso que de vez em quando, depois de uns goles, eu saio gritando pela vila: “devolvam minha Praia do Forte”. Pode ser impressão, mas eu acho que as pessoas me entendem e até concordam. É saudosismo, romantismo, mas também é preocupação. Em tempos de festas o paraíso vira inferno. Como no réveillon de 2009, que os restaurantes lavaram seus pratos com água mineral, as famílias não saíram de casa e eu acabei a noite na fila do churros por pura falta de opção.

Em 2010, depois de quase 25 anos, eu abandonei a vila e me mudei para um condomínio. Entrei pro rol dos que não se incomodam com a PF lotada. Pode ser a maior festa de bloco e eu to lá na minha varanda musical. Pode ser ensaio geral e eu não dou um passo. Hoje estou tranqüilo, mas estou triste. Saudade das ruas de paralelepípedo, dos garçons amigos, da praia de Valdomiro e Vilobaldo. Fica uma pergunta: será que vale a pena privilegiar os que passam 24 horas por aqui e vão embora no outro dia? É coisa para pensar. Aliás, é para agir.

E para vocês não ficarem curiosos quanto ao título da matéria, eu esclareço: Alameda das Estrelas, sem número, foi o meu saudoso e poético primeiro endereço em Praia do Forte.

Aquele dia pensei que era chegada a hora de alguém tomar uma providência. E até hoje espero. Como ninguém fez nada, eu fiz.

Edmond Midlej é casado com Sabrina e pai de Sara. Durante a semana, Edmond é publicitário. No final de semana, a partir de sexta-feira, é frequentador e defensor da Praia do Forte.


Pasta Fresca Enquanto a baianíssima Nalva chefia a cozinha do tradicional italiano de PF, a Taverna Paradiso, o italiano Roggero atende os clientes. Chegaram lá em 1998, após pequena temporada no Porto da Barra, em SSA. Muitos dizem que é a melhor massa de PF. Tem que passar e provar! Como conseguem sabores tão exclusivos? Na qualidade dos ingredientes. Do queijo, dos tomates, tudo de primeira qualidade. Depois, é a chefe de cozinha, importantíssimo num restaurante. Qual receita é a menina dos olhos? O mais pedido é o fettuccine ao frutos do mar, com lagosta e o risoto piamontese. A Nalva faz um risoto italiano perfeito! Ela foi muito para Itália? Ela viajou muito para Itália. Mas é dom mesmo... Como não perder a essência italiana na Bahia? Os temperos e nos molhos entram um pouquinho no baiano. Na Itália é mais sequinho.

Élcio Carriço


A PF é um ótimo lugar para quem quer ver e ser vista. Aqui, a moda não para.

Élcio Carriço

Parada Fashion


De biquínis moderninhos a acessórios artesanais, as vitrines da PF são ótimas para quem curte um belo banho de moda depois de um delicioso banho de mar. Faça de conta que a rua principal é uma passarela e venha desfilar.


Ficha técnica: Fotos: Élcio Carriço www.elciocarrico.com

Assistente de fotografia: Bruno Araújo Stylist e produção de moda: Alicinha Oliveira www.fotologue.jp/alicinhaoliveira


Os encontros na Praia do Forte Para Guilherme. Quem passeia pelas deliciosas ruas da Praia do Forte, percebe que esse lugar charmoso propicia todos os jogos de charme. As pessoas de qualquer idade (muitos jovens, mas muitos coroas também) entram nesse diálogo com as fachadas – espelham-nas – misturando o simples com o sofisticado, o nativo com o estrangeiro, o estreito com o amplo.

Mas quanto de tato, quanto de impulso pode favorecer um encontro? Uma certa ousadia é requerida, sim, mas como controlar a atenção e o descuido? Economia difícil, sempre regida por Tiké, o poderoso Acaso. É preciso Arte (instrumento e sensibilidade) para torná-lo a seu favor. Tentem, isso também pode ser um bom exercício!

Sim, as pessoas também são assim - desfilam suas fachadas graciosas, relaxadas, emperiquitadas, segundo a cultura estética de cada um. Há um movimento frenético do ir e vir, mesmo que as pessoas andem muito devagar, como bons flâneurs... Mas assim como a Praia do Forte quer atrair os turistas, fidelizá-los, o povo que está lá também quer atrair o outro.

Porque nada tem graça se não acontecer o encontro. Não adianta tanta preparação, se o outro, com seu olhar, não torná-lo adorável, pelo menos reconhecível, um tanto admirável. A dança no Bar do Souza prepara isso: o ritmo, a alegria, a graça dos corpos convidam à aproximação, Dionisius se liquefaz nas roskas, cervejas e o que mais tiver para deixar toda pose sem assunto.

A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. Vinicius de Moraes

Maria Eunice Santos se encontrou na psicanálise, é ex-professora da UFBa, membro-correspondente da Psychanalyse Actuelle-Paris e EBEP-Rio de Janeiro.


Pedala, Fulano! Vai de táxi? O quadriciclo ecológico é tão agradável quanto andar a pé na PF. Indo pra lá e pra cá, a perna bem que cansa. Mas logo o conforto passa ao lado e areja até o sol quente. Derridário, 25, pedala há mais de 1 ano e nos contou tudo. São 24 bicicletas, com o rodízio, 12 a cada dia. Quem trouxe “foi um senhor chamado Ariston, há mais ou menos 2 anos e meio, de Entre Rios”. O passeio pela Vila custa R$ 15, já para as piscinas naturais, o dobro. “Muitos acham o preço bom, até dão mais”. Na pechincha, disse que pode chegar a R$ 10 o trecho. Agora, só tem homem no volante? “Mulher não agüenta muito o pique na bicicleta, não”, prende o riso, enquanto uma menina passa ao pedal.

Élcio Carriço


Plaquinhas Formosas A PêÉfe é a cara da Praia do Forte porque aqui o acaso também está presente. Veja bem.

Entre a produção de uma matéria e outra, o pessoal da PêÉfe tirou um monte de fotos das plaquinhas de madeira que fazem parte do cenário do nosso querido balneário. Na redação, enquanto o pessoal de arte diagramava a revista, toda hora alguém sugeria colocar uma das placas para ilustrar alguma matéria. Todo mundo achava a ideia legal, mas no final a imagem da plaquinha acabava não rolando. O resultado é que ao invés de incluir uma plaquinha pra ilustrar um dos temas desta edição, a gente preferiu fazer das plaquinhas um assunto importante. A gente acha que valeu a pena. Essas singelas placas, em sua grande maioria feitas de forma artesanal, dizem muito sobre o lugar. É ou não é?


Pessoas Felizes 02

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04 01 Anne Kelly e seu sorriso ilustram o Lago Aruá. 02 Dadi e a Cor do Som anunciam a mudança de estação, é o verão chegando. 03 Helena Hoisel aproveita a noite da PF. 04 Clara e suas amigas. Lindas, né não? 05 Henrique e Thiago, o futuro dourado da PF. 06 Galera animada na Varanda Musical de CiDJ, um dos points mais badalados e exclusivos da PF. 07 Davi Gomes, Vanessa Gomes, Aline Lasza, Aline Brault e Ricardo Gesteira curtindo o Festival de Jazz da PF.


09 Cézar Rego e Arthur D’Ávila mostram qual é seu restaurante favorito. 10 É só falar em Armandinho que o Festival de Jazz da PF começa a ferver. 11 Ricardo Andreatta dá o tom do tempero no Restaurante Sabor de Aruá. 12 Davi usa chapéu pra se proteger do sol forte. 13 Ary Dias estraçalha a percussão e faz a PF tremer. Bora, Baêa! 14 Bhetta de Castro e família curtindo uma tarde de sol. 15 Marina e Júlia, alegria garantida quando chegam na PF.

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A gente quer te ver por aqui. 13 14 15


Cerveja na praia é com Michele

Picolé é com João

Gelo e bebidas é com Laécio: 9114.2778

Peixaria Madalena: 3626.2123

Lagosta é com Teuvo: 9638.2540

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Revista PêÉfe 02  

Revista sobre Praia do Forte e todas as personalidades e atrações.

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