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TSX NEWS TRANSAEX

www.tsxnews.com.br Ano 5 - Edição 47 - Maio-Junho / 2013

Como anda sua imagem profissional? Especialistas apontam que o sucesso das empresas depende da credibilidade de seus profissionais. Qualidade do serviço e cumprimento de prazos são itens essenciais ESPECIAL / 8 holcim expande negócios em minas gerais PGS. 12 e 13

A importância de uma boa noite de sono para a saúde PGS. 16 e 17

investir em mídias sociais: caminho para o crescimento PGS. 18 e 19


INTEGRIDADE. FLEXIBILIDADE.

AGILIDADE. CRIATIVIDADE. MODERNIDADE. HABILIDADE. INOVAÇÃO. COMUNICAÇÃO.

VISÃO. GESTÃO. TRADIÇÃO.

SOFISTICAÇÃO. SOLUÇÃO.

05 de Junho

Dia Mundial

do Meio Ambiente

COMÉRCIO INTERNACIONAL


CARTAS Quer ver sua mensagem aqui? Fácil! É só mandar para tsxnews@transaex.com.br informando sua opinião sobre tudo o que é abordado na revista.

“O que podemos observar nesta última edição da TSX News é que seu design gráfico ficou mais rico em cores e bem admirável. Também achei muito interessante a nova coluna dirigida pela Luzia Lima. No mais, posso dizer que todo o trabalho feito foi reconhecido e a revista está composta por excelentes matérias.” • Gustavo Borges TRANSAEX – Belo Horizonte/MG

“O que tenho a dizer é que realmente as melhorias são nítidas. Desde que entrei na empresa, em janeiro de 2009, pude perceber o quanto vocês, responsáveis pela comunicação, evoluíram. O que a princípio parecia apenas uma simples revista, com casos engraçados e matérias básicas, tornou-se um produto muito mais atraente, com matérias realmente enriquecedoras, além, claro, do layout diferenciado que nos faz querer abrir e ler. Realmente a revista está à altura de uma empresa como a TRANSAEX.”

“Fiquei orgulhosa em ver minha foto e comentário na seção Desembarque da TSX News. Ficou sensacional! Gostaria de parabenizar a todos os envolvidos na edição, principalmente pela matéria da Eldorado Brasil, que foi muito bem abordada, e afirmar que é bom demais trabalhar numa empresa em que os funcionários são ‘encantados’, motivando-os a transferir, aos clientes, todo esse carinho e atenção.”

• Simone Andrade TRANSAEX – Belo Horizonte/MG

• Denise Atanes TRANSAEX – Santos/SP

“Gostaria de parabenizar a equipe da TSX News pela nova cara da revista. Ela está muito mais bonita e jovial e com textos em um português mais claro, o que ajuda muito na hora da leitura. Estão de parabéns!” • Bruno Massula TRANSAEX – Belo Horizonte/MG

“Sem dúvida, a revista TSX News tem assuntos muito interessantes. Parabéns pelo conteúdo de todas as matérias, principalmente a da seção Bem-Estar, que coloca a saúde em primeiro lugar.”

“Interessante o especial Inteligência nos Negócios. Meu pai, falecido há 30 anos, já dizia (com outras palavras, mas com o mesmo sentido): ‘O que não é medido não é gerenciado.’”

• Bruno Anjos TRANSAEX – Barroso/MG

• Sônia Maria Junqueira Reis Gama Leopoldina/MG

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TSX NEWS - Junho / 2013


SUMÁRIO

04 - Cartas

18 - Branding

05 - Sumário

20 - Colunas

06 - Editorial

24 - Vírgula

07 - Direto ao Ponto

25 - Perfil

08 - Especial

26 - Desembarque

12 - Know-How

28 - Literatura

14 - Interface

29 - O Que Estou...

16 - Bem-Estar

30 - Ponto de Vista

Emerson de Almeida, fundador e atual presidente da diretoria estatutária da Fundação Dom Cabral, fala sobre os pilares do sucesso da FDC, eleita uma das melhores escolas de negócios do mundo. TSX NEWS - Junho / 2013

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EDITORIAL Como anda sua credibilidade? Segundo Delson Tolentino, stakeholder TRANSAEX na edição de junho de 2011, credibilidade é quando se diz e faz; prometeu, cumpriu. Palavra é compromisso. Um princípio fundamental. É o resultado de atitudes, do comportamento na vida pessoal e profissional. Isso em qualquer área do negócio. Entretanto, melhorar o nível de confiança é um assunto delicado. É preciso muita transparência na comunicação, um bom nível de profissionalismo nas relações e coerência na gestão. Em ambientes no qual a desconfiança impera, a resistência às mudanças e a competitividade aumentam, há maior dificuldade de criação de vínculos entre as pessoas, menos troca de informações, o que prejudica a busca por soluções criativas. Fazer com que as pessoas confiem em você é essencial para ter sucesso. Quanto mais as pessoas confiam e acreditam em você, mais fácil será alcançar o posto desejado. No entanto, estabelecer essa relação de confiança e credibilidade não é tão fácil quanto parece. Mas, ainda que seja uma tarefa difícil, tornar-se uma pessoa crível é possível. Confira algumas maneiras para realizar isso na matéria Especial. Uma ótima leitura a todos, Paula Pimentel

EXPEDIENTE TSX NEWS Fundadores:

Flávio Leite e Paula Pimentel

Produção Editorial:

Link Comunicação Empresarial

Projeto Gráfico:

Índdice Comunicação - Leonardo Sathler

Jornalista Responsável:

Sílvia Caldeira Costa (MG 09 135 JP)

Subedição:

Ewerton Martins

Redação:

Eron Rodrigues

Diagramação: Danielle Marcussi

Colunistas:

Stock Photos

Revisão:

Regina Palla

Carreira e Você - Natália Fonseca Gestão da Informação e do Conhecimento Júlio Fernandes Impressões Polacas - Augusto Portilho Vivendo com Saúde - Andréia Borges Literatura - Roberto Fonseca

Impressão:

Editoras:

Flávio Leite José Luis Hormazábal José Sérgio Pinto Luiz Fernando Pinto Paulo Eduardo Pinto

Natália Fonseca e Paula Pimentel

Fotos:

Carol Reis Fotolia Shutterstock

Paulinelli Serviços Gráficos

Tiragem:

350 exemplares

TRANSAEX Corpo Diretivo:

A TSX News é uma publicação da TRANSAEX Assessoria Ltda. Todos os direitos reservados. Os artigos assinados e os demais textos autorais são de inteira responsabilidade dos autores e não representam a opinião da revista ou da TRANSAEX. A reprodução de matérias e artigos somente será permitida se previamente autorizada, por escrito, pela equipe editorial, com créditos da fonte. Mais informações: www.tsxnews.com.br

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COMÉRCIO INTERNACIONAL

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O poder da boa reputação

A confiança das pessoas não é algo que se compra, e sim se conquista. Exatamente por isso, trata-se de um bem inestimável para toda e qualquer companhia. A empresa pode ter um bom produto e uma vitrine luminosa, mas, se ela for incapaz de cativar os clientes, dificilmente prosperará.

Não há dúvidas: se quiser obter sucesso profissional, dê motivos para as pessoas confiarem em você”

Obter (e manter) credibilidade é um processo cuja base reside em comportamento, postura, transparência e ética. Questões que ultrapassam o conhecimento técnico e estão diretamente relacionados a valores que devemos carregar desde o princípio da nossa formação pessoal. É o prometer e cumprir. É ser solicitado e fazer o que se espera. É o saber ouvir com atenção para entender o problema e o se colocar no lugar do outro para propor a melhor solução. O cliente deve estar não apenas satisfeito, mas encantado. Se um profissional consegue provar que suas ações são compatíveis com suas promessas, certamente estará fortalecendo a sua imagem, bem como a da companhia na qual trabalha. E o crédito que se ganha pode levá-lo a desenvolver novas parcerias. A pessoa que não tem as suas demandas devidamente solucionadas dificilmente retorna. Por outro lado, se a expectativa foi superada, a tendência é que ela se torne uma legítima parceira e auxilie, inclusive, na propagação da boa imagem da empresa. Os consumidores, cada vez mais, buscam indícios que comprovem o compromisso da organização. Ainda que nunca tenham consumido seu produto ou serviço, eles

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DIRETO AO PONTO

estão sempre atentos ao histórico de bons atendimentos anteriores. A credibilidade se solidifica a cada atitude, portanto, não há espaço para relaxamento. Na TRANSAEX, não é diferente. Nos últimos 20 anos, o comprometimento e a conduta ética sempre guiaram a nossa busca por serviços eficientes e soluções inovadoras que proporcionem sucesso nos negócios. O resultado dessa preocupação especial pode ser facilmente ilustrado pelos clientes que conquistamos e pela imagem que construímos perante o mercado. Nem por isso, contudo, devemos nos dar por satisfeitos. É preciso cuidar do que foi alcançado para que a boa reputação nunca se perca. Não há dúvidas: se quiser obter sucesso profissional, dê motivos para as pessoas confiarem em você. Credibilidade é tudo, seja para a pessoa jurídica, seja para a física.

José Sérgio Pinto

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CREDIBILIDADE PROFISSIONAL Ser graduado e pós-graduado, dominar um ou mais idiomas e ser referência em um determinado conhecimento técnico: apesar de tão desejável, um perfil assim já não é suficiente para quem almeja o êxito profissional. Muito além da técnica e do currículo, o sucesso no mundo corporativo é cada vez mais dependente das relações interpessoais – com clientes, fornecedores, colegas de trabalho. Hoje, para realmente ser bem-sucedido, o profissional precisa, entre outras coisas, preocupar-se em construir uma boa reputação, fazendo com que as pessoas acreditem no que ele diz e faz.

Se quisermos que as pessoas tenham uma boa percepção a nosso respeito, é fundamental que, de fato, nossas promessas sejam assumidas como dívidas” Waleska Farias - consultora de carreira

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Credibilidade é uma conquista. É um valor a ser alcançado na relação com o outro. Não depende somente do profissional, mas de como ele constrói suas relações” Roberto Patrus - professor e pesquisador

Obter a confiança das pessoas, entretanto, não é algo simples e pode levar tempo. “Credibilidade é uma conquista. Trata-se de um valor a ser alcançado na relação com o outro. Ela não depende somente do profissional, mas de como ele constrói as suas relações”, destaca o professor e pesquisador Roberto Patrus. “Não é um passe de mágica, algo que se possa tirar da cartola. É um jeito de ser e de fazer que perdura ao longo do tempo”, completa. Na opinião da coach e consultora de carreira e imagem Waleska Farias, o primeiro passo para essa conquista é fazer valer o ditado “promessa é dívida”. “Na concepção do filósofo Jackson Kiddard, somos o resultado do que dizemos, pensamos, queremos, sentimos e fazemos. Nossa credibilidade varia de acordo com o nosso compromisso com o que foi prometido. Se quisermos que as pessoas tenham uma boa percepção a nosso respeito, é fundamental TSX NEWS - Junho / 2013

que, de fato, nossas promessas sejam assumidas como dívidas no real sentido da expressão”, aponta. Executar com qualidade e agilidade as demandas que surgem também contribui para a construção da credibilidade. Com o passar do tempo, o profissional passa a inspirar nos demais a confiança de ser capaz de resolver qualquer problema que lhe for passado. De acordo com Roberto Patrus, a competência deve ser aliada da ética. “Para um profissional ter credibilidade, o principal é que ele tenha a convicção de que a verdade é o melhor caminho para construir uma relação de longo prazo. Esse amor pela verdade, que é uma marca do caráter da pessoa, ajuda, em última análise, a evitar os ruídos que podem levar à perda da reputação”, destaca. “Toda vez que o indivíduo crê que é possível ter um atalho para fugir do trabalho, ele está criando uma oportunidade para destruir sua credibilidade”, finaliza.

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Construir não é suficiente. É preciso manter

Boa reputação conquistada, missão finalizada? Errado. Tal qual um cristal, a credibilidade não só é difícil de ser lapidada como também pode ser destruída por qualquer descuido. “A imagem pode ser recuperada; a reputação, não. A reputação é construída no decorrer do tempo. A imagem é mais instantânea. Quem tem boa reputação e tem, por uma ou outra conduta equivocada, a imagem arranhada, pode recuperar a credibilidade, porque tem uma base que sustenta o seu prestígio. Já quando uma reputação é destruída na sua essência, não é possível recuperar a credibilidade, porque ela na verdade nunca existiu”, defende Roberto. O consultor Delson Tolentino, em entrevista concedida ao encarte Stakeholders da TSX News em junho de 2011, compartilha do mesmo pensamento. “Tão importante quanto construir é manter o que se construiu. Uma imagem de credibilidade pode ser destruída de uma hora para outra se não nos empenharmos em sua constante manutenção e se não estivermos atentos e vigilantes. Para adquirir e manter a credibilidade, é importante ter em mente que existe um conjunto de atributos que conferem a uma ideia, uma instituição, um indivíduo e até a um produto a condição de serem respeitados e mesmo admirados pela sociedade”, ressalta.

Faça o que eu digo, não faça o que eu faço? Enxergar os dois lados da situação é exercício fundamental para que o profissional reflita sobre a importância da credibilidade. Atrasar alguns minutos para a reunião ou alguns dias para a entrega de determinado produto pode ser visto como normal por quem atrasa. Mas, e quando é o outro quem demora? “Precisamos ser aquilo que queremos que o mundo seja. Como disse Gandhi, devemos ser a mudança que queremos ver no mundo”, cita Roberto.

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A postura tem relação com o profissionalismo. Ter bom humor não significa ser brincalhão. Ter seriedade não significa ser sisudo. Evitar a triangulação é não falar de alguém para um terceiro. Se falar, que seja na presença dele” Roberto Patrus - professor e pesquisador

Prometer e não cumprir, segundo Waleska, representa um problema ainda maior nos dias atuais em função de vivermos na era da informação. “Ouvimos dizer que o mundo é uma vila. De fato, nas esferas corporativas, é. O eco das nossas ações retumba à velocidade da luz em dimensões exponenciais. Aqueles que querem construir uma marca de sucesso nas esferas corporativas precisam agir em consonância com o que falam”, defende. A consultora destaca ainda que uma conduta errada pode repercutir rapidamente pelo mercado, comprometendo a confiança dos clientes no profissional e na empresa. “Integridade e autenticidade são conceitos que abrem portas e propiciam a construção de carreiras bem-sucedidas. Condutas impróprias repercutem no mercado de atuação e afetam diretamente a credibilidade das empresas. Nestes novos tempos, uma boa reputação é o passaporte para aqueles que sonham em trilhar uma trajetória profissional de sucesso”, completa.

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Nestes novos tempos, uma boa reputação é o passaporte para aqueles que sonham em trilhar uma trajetória profissional de sucesso” Waleska Farias - consultora de carreira

Problema tipicamente brasileiro? Rótulos como a pontualidade britânica e a seriedade alemã são tão comuns quanto o famoso carisma brasileiro. Mas, profissionalmente falando, será que toda essa simpatia ajuda ou atrapalha? Segundo Roberto Patrus, o problema todo está no exagero. “O brasileiro é demasiadamente informal. Em geral, não respeita protocolo. O protocolo é uma formalidade que condiciona a postura considerada correta em cada ocasião. O brasileiro não percebe, em geral, o valor da cerimônia. Ele busca, inadvertidamente, a intimidade. Ser íntimo não é, ao contrário do que parece, condição para ter credibilidade. A cerimônia é formalização do respeito ao outro. Só é possível construir a credibilidade sobre o respeito”, diz. “Podemos ser criativos sem sermos informais. Podemos ser cerimoniosos sem sermos caretas. O brasileiro falha, enfim, na postura, na maneira de se relacionar com o outro”, acrescenta.

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O especialista destaca alguns pontos que devem ser melhor observados pelos profissionais brasileiros. “O sigilo na prestação de serviços é algo que promove a confiança entre profissional e cliente. A postura tem relação com o profissionalismo. Ter bom humor não significa ser brincalhão. Ter seriedade não significa ser sisudo. Evitar a triangulação é não falar de alguém para um terceiro. Se falar, que seja na presença dele”, defende. Para a consultora Waleska Farias, não somente na vida profissional, mas também em diversos outros campos, os brasileiros acabam carregando uma imagem negativa por conta do comportamento de uma minoria. “Sempre que alguém lança mão do tal ‘jeitinho brasileiro’, acaba facilitando para si e complicando para o outro. Nesse tipo de compensação, tem sempre alguém levando a pior. Como as ações ilustram as intenções e maus comportamentos tornam-se hábitos, ganhamos o rótulo negativo devido à esperteza de alguns”, finaliza.

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KNOW-HOW

Holcim amplia capacidade de fábrica em Barroso (MG) Referência mundial na produção de cimento, concreto e agregados, a Holcim vem trabalhando na expansão dos seus negócios no Brasil. A empresa prevê, por exemplo, o aumento da capacidade produtiva da sua unidade de Barroso (MG), dos atuais 1,3 milhão de toneladas por ano, para 3,6 milhões de toneladas, meta prevista para ser alcançada até 2015. A medida ampliará em 50% a capacidade da Holcim em solo nacional. Ao todo, a área construída passará de 34 mil metros quadrados para 175 mil metros quadrados. Os investimentos aplicados no projeto de expansão somam R$ 1,45 bilhão. As obras foram iniciadas em agosto de 2012, e a expectativa é de que entre o final de 2014 e o início de 2015 sejam

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concluídas. Estão previstas a construção de um novo forno para produção de clínquer (mistura aquecida de calcário e argila que dá origem ao cimento), a montagem de uma nova estrutura de moagem e a instalação de novos equipamentos. O teleférico da mina até a fábrica também será substituído por uma correia transportadora de aproximadamente sete quilômetros, que auxiliará no controle da emissão de poeira e ruído. A TRANSAEX vem assessorando a empresa em diversos momentos: administração de projetos, planejamento fiscal e tributário, surveillance, logística internacional e nacional, monitoramento fiscal, entre outros. A fábrica em Barroso foi criada pela Companhia de Cimento Portland Paraíso em 1955 e foi adquirida pela Holcim em 1996. Sediada na Suíça, a companhia está presente em mais de 70 países, atuando no Brasil desde 1951.

A TRANSAEX desenvolve um ótimo trabalho em parceria com a Holcim. A experiência dos profissionais envolvidos no projeto tem sido o grande diferencial. Trabalhar corretamente a desoneração tributária e ter agilidade no desembaraço aduaneiro é essencial para cumprir os prazos e os orçamentos estipulados” Leonardo de Campos Soares - Gestor do Contrato da Holcim

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Divulgação

Investimento estratégico

Propulsor do desenvolvimento mineiro

Os planos da Holcim para o país se baseiam em previsões bastante otimistas. Após forte investimento na Ásia – em especial China e Índia – na última década, a empresa volta as suas atenções para o Brasil ao perceber no país a principal economia do hemisfério Ocidental, com ótimo potencial de crescimento. Segundo Otmar Huebscher, presidente da Holcim Brasil, nem os Estados Unidos nem a Europa crescem nos patamares atuais do Brasil.

Durante a solenidade de início das obras, o governador de Minas Gerais, Antonio Augusto Anastasia, destacou o aumento do consumo de cimento no Estado. “É um fato auspicioso porque, nos últimos anos, Minas Gerais conseguiu também um lugar de destaque no consumo de cimento. Segundo informações do próprio setor, agora nos equiparamos ao Estado de São Paulo. No passado, Minas não consumia, per capita, a metade do que era consumido em São Paulo”, disse.

O executivo destaca que o país vive uma década de crescimento contínuo e estável, o que torna enorme a necessidade de infraestrutura. Por isso justifica-se a enorme demanda para construção civil e, como consequência, por concreto. “A decisão de investir no Brasil tem o objetivo de atender ao forte crescimento do mercado interno, que deve manter esse ritmo até 2015”, afirmou Huebscher em entrevista à Época Negócios. Os investimentos em Barroso devem-se também à ótima localização da cidade. A fábrica fica à margem da BR-265, a 208 quilômetros de Belo Horizonte, 286 quilômetros do Rio de Janeiro e a 515 quilômetros de São Paulo, as três principais economias do país. No Brasil, a Holcim tem contratos de fornecimento para obras dos principais setores puxadores do crescimento da venda de cimento: infraestrutura/construção, por meio da atuação nos estádios Mineirão e Maracanã; petróleo e gás, sendo a principal fornecedora de cimento para poços petroleiros da Petrobras; e moradia, por meio da parceria com a Direcional, executora do Minha Casa Minha Vida. TSX NEWS - Junho / 2013

O governador também comentou sobre a geração de empregos de qualidade e sobre o desenvolvimento de Minas Gerais com a ampliação da fábrica. “Fico orgulhoso por Minas Gerais participar desse esforço de expansão da empresa, feliz de terem escolhido o Estado para investir. O empreendimento vai gerar mais crescimento e desenvolvimento para os mineiros.” De acordo com a assessoria de imprensa da Holcim, boa parte das obras na unidade será finalizada ao longo deste ano. “Esperamos concluir a maioria das obras civis, a montagem de equipamentos relevantes – como o moinho de cimento – e a energização da nova subestação ao longo de 2013”, afirma José Miguel Borges, coordenador de planejamento do projeto de expansão. Destaque também para a utilização de tecnologia de ponta. “Os novos equipamentos e instalações seguem o que há de mais moderno no mercado, obedecendo também à legislação ambiental vigente”, complementa Wesley Vieira Costa, coordenador elétrico do projeto de expansão.

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INTERFACE por: Flávio Leite

Dominar o operacional: base para as soluções mais estratégicas Aproveitei a última visita ao headquarter da Paul Wurth, em Luxemburgo, para conversar com Ronald Fossati, responsável pelas operações logísticas da empresa em âmbito mundial. Grande fã de futebol e do Brasil, Roni, como é carinhosamente tratado pelos amigos, abrilhanta nossa coluna Interface e, com a simpatia que lhe é peculiar, nos conta um pouco de sua carreira.

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O bom vendedor precisa entender do produto que está vendendo e mostrar a realidade” (Ronald Fossati)

Flávio Leite: Ronald, você é um profissional jovem, que já possui grandes responsabilidades e as encara com muita maturidade, eficiência e profissionalismo. Como se deu o início de sua vida na logística? Ronald Fossati: Meu pai era gerente de logística de uma empresa de móveis na França, onde eu estudava. Aos 16 anos, fui convidado, sem direito de negar, que fosse trabalhar com ele. Achei superinteressante porque nesta idade você quer ganhar seu próprio dinheiro. Primeiro dia, lá estava, às oito da manhã, barbeado, com meu melhor terno. Meu pai perguntou por que estava vestido daquela forma, se achava que seria o gerente. Pediu que um funcionário me desse roupas para o trabalho – macacão, botas, EPI. O foco dele era mostrar que logística demandaria muito mais que ficar em escritório e que precisaria aprender desde as tarefas mais básicas. Comecei carregando caminhões e passei, alguns meses depois, para os contêineres. Estudava biologia, mas me interessei tanto pelo business da

Flávio Leite e Ronald Fossati TSX NEWS - Junho / 2013


logística que me transferi para o Comércio Internacional. Quando acabei a faculdade, fui convidado a trabalhar com um forwarder de Luxemburgo coordenando uma frota de caminhões entre a Alemanha e a França. Foi ótimo porque pude conhecer bem o mercado luxemburguês, quem exportava e importava. FL: A experiência operacional ajudou a realizar boas negociações e boas vendas, certo? RF: Claro! O bom vendedor precisa entender do produto que está vendendo e mostrar a realidade. O que eu propunha era sempre algo factível. Conhecia bem meu time, sabia o que era necessário e possível. FL: E como veio para a Paul Wurth? RF: A PW era uma conta cobiçada entre os forwarders. Estava entre as maiores e eu tive a chance de fazer alguns projetos para a empresa. Quando a Paul ganhou um contrato gigante no Brasil, fui convidado a reforçar o time. FL: Esse foi seu primeiro contato profissional com o Brasil. Desde então, tem sido fácil? RF: Era o primeiro projeto turn key da empresa e eles quiseram trazer alguém com conhecimento especializado. Após a CSA veio um imenso projeto na Rússia, com muitos problemas, que me fez aprender muito. A Rússia, assim como o Brasil, é um país muito burocrático, diferentemente da maioria dos países europeus. A alfândega brasileira parece buscar erros e gerar problemas. Já tivemos vários e variados. A grande maioria deles, pequenos detalhes. Depois veio o projeto da Vallourec em Jeceaba. Aí já tínhamos grande experiência e resolvemos fazer diferente. Os aprendizados da CSA foram grandes, mas caros. Obrigaram a desenvolver formas de evitar erros. FL: Como foi este processo? RF: Os processos passaram a ser detalhados na especificação da documentação e etiquetagem, tomando cuidado com as quantidades e pesos exatos. Começamos um processo de treinamento in loco com nossos fornecedores de acordo com o padrão necessário para atender a alfândega brasileira, bem ao estilo do diligenciamento fiscal e logístico realizado pela TRANSAEX. Treinamos nossas equipes nos países onde mantínhamos fornecedores, para que eles pudessem replicar os treinamentos e realizar controles que não poderiam ser mantidos somente por meio de documentação e contratos. TSX NEWS - Junho / 2013

FL: Há dois anos a PW convidou a Arcelor e a TRANSAEX a acompanharem um round trip a seus fornecedores chineses para o projeto Monlevade. É comum convidarem seus clientes para esse tipo de ação? RF: Desde que você gere savings fica muito fácil convencer a gastar um pouco. Queremos que o cliente garanta seus benefícios tributários e esteja satisfeito, e fazemos de tudo para isso. Entendemos que é importante não só o cliente perceber o nosso empenho em ajudá-lo, mas também dar a ele a oportunidade de participar deste processo. FL: Fale um pouco sobre a estratégia de criar um time corporativo de logística mundial. RF: Percebemos que todo o know-how estava aqui, na matriz, e que tínhamos equipes em países como China, Índia, Alemanha, Rússia, Brasil. Isso criava muitos entraves, porque não havia sensibilidade sobre os problemas gerados pelas variações de peso, ou pelas mudanças de última hora. Precisávamos compartilhar conhecimento. Decidimos criar esta equipe com representantes em cada escritório. Há uma troca de informações interessante, um conhecimento maior do padrão logístico exigido e dos procedimentos locais, que são muito distintos na China ou no Brasil. FL: Percebo que a PW e a TRANSAEX têm visões muito alinhadas no atendimento aos clientes... RF: No início foi uma luta convencer da necessidade de se fazer os treinamentos iniciais e de se manter a avaliação e o controle com visitas regulares aos fornecedores. Defendi muito este conceito que eu chamo de “ir ver”. Não só pra treinar, mas para entender a origem dos problemas, das discrepâncias, um diligenciamento mesmo. Hoje, depois da mudança de resultados, fica bem mais fácil demonstrar o quanto se economiza com três ou quatro viagens internacionais para planejamento e posteriores checagens. Economizase em demurrages, armazenagens e em viagens para discutir contas com o cliente. É um investimento barato quando se evita centenas de milhares de euros em custos extras. Só quem está no negócio sabe o quão importante e barato este tipo de investimento fica ao final do projeto.

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BEM-ESTAR por: Paulo Eduardo Pinto

A importância do sono Você tem dormido bem? Quantas horas em média por noite? São horas de sono com qualidade? O sono divide-se em cinco fases cíclicas, alternando em estágios leves e profundos, com duração média de 90 minutos, assim divididas:

Uma forma de saber se você está dormindo o suficiente é acordar sem o uso de despertador”

- Primeiro estágio: sonolência com as primeiras sensações do sono, quando a pessoa pode ser facilmente despertada. - Segundo estágio: duração de 5 a 15 minutos, com atividade cardíaca reduzida, relaxamento dos músculos e queda de temperatura corporal. Nessa fase é mais difícil despertar o indivíduo. - Terceiro estágio: sono profundo. - Quarto estágio: cerca de 40 minutos de duração, com sono muito profundo. Esses estágios são importantes para o corpo, pois possibilitam a secreção dos hormônios do crescimento e são essenciais para a recuperação da energia física, permitindo também o descanso profundo em razão da menor atividade neural. O interessante é que, após o quarto estágio, a pessoa retorna ao terceiro e ao segundo estágios, entrando em seguida na fase REM (movimento rápido dos olhos, na tradução do sentido da sigla para o português). O REM é o quinto estágio, caracterizado por intensa atividade cerebral, muito semelhante ao estado de vigília, com a ocorrência de movimentos oculares rápidos. É a fase em que ocorrem os sonhos e, embora não resulte em descanso profundo, é de suma importância para a recuperação emocional. Assim, não existe uma quantidade certa de horas para se dormir. Isso varia de pessoa para pessoa, mas é importante que sejam horas bem dormidas e com sono profundo. Uma forma de saber se você está dormindo o suficiente é acordar sem o uso de despertador.

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Se você precisa dele regularmente para acordar, significa que não dorme o suficiente. O importante é acordar quando o organismo dá o sinal, ou seja, sem despertador. Dicas para um bom sono Para uma boa noite de sono, seguem algumas dicas: • Ao menos quatro horas antes de dormir, evite álcool, bebidas e alimentos com cafeína, como café, chás e chocolates, por serem estimulantes e atrapalharem o sono. Bebidas alcoólicas irritam o estômago e podem causar desconforto gástrico durante a noite, sem contar que aumentam a diurese, provocando despertares para urinar; • Tente deitar-se sempre no mesmo horário. O metabolismo leva dias para se acostumar com oscilações no horário do sono. Então, tente uma rotina, inclusive nos finais de semana; TSX NEWS - Junho / 2013

• Na fase profunda do sono, a temperatura do corpo diminui. Por isso, o clima no ambiente deve ser agradável e temperaturas acima de 26°C e abaixo de 18°C são desconfortáveis para o corpo, fazendo com que se acorde durante a noite; • Alimente-se três horas antes de deitar-se para que a digestão seja completada antes de dormir. Coma alimentos leves e de fácil digestão, pois o metabolismo desacelera durante o sono. Alimentos de difícil absorção aumentam o fluxo sanguíneo no estômago enquanto o resto do corpo está mais relaxado, podendo causar refluxo; • Se não conseguir pegar no sono em 30 minutos, não fique na cama, pois isso estressa ainda mais. Levante-se e realize uma atividade relaxante, como ouvir música suave ou ler.

Dormir bem não é só uma forma de descanso, é a garantia de uma vida saudável e longa!

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BRANDING

Empresa nas redes sociais? O mercado curte! As empresas que investem em mídias sociais como o Facebook e o Twitter apresentam melhores resultados. O apontamento foi feito pelo Altimer Group e Wetpaint em pesquisa recente para a revista Business Week com as 100 empresas mais valiosas do mundo. Segundo o estudo, as organizações que apostaram no poder das redes de relacionamento on-line cresceram, em média, 18% no período de um ano, enquanto aquelas que ignoraram o fenômeno tiveram queda aproximada de 6% em suas receitas. Coincidência? O atual cenário mostra que não.

O fluxo da informação dos novos tempos da mídia

Você provavelmente já ouviu a famosa frase “todo artista tem de ir aonde o povo está”, do cantor Milton Nascimento, não é mesmo? No mundo digital, a história parece não ser diferente. Aproveitando-se da visibilidade e do poder de diálogo oferecido pelas novas mídias, muitas empresas têm fortalecido sua marca a partir da criação de uma relação mais próxima com o público.

Hoje, a maioria dos clientes chega ao site porque acabou de ver a foto de um salgado ou um doce nosso no Facebook” Fernanda Oruê, gerente de marketing da rede de docerias Amor aos Pedaços em entrevista à edição de abril da revista Exame

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Mas não basta estar na rede. É preciso agregar valor para formar e multiplicar fãs e seguidores da marca. “Nossa página faz sucesso porque não nos limitamos a divulgar nossos produtos. O que fazemos é ajudar a mulher a desenvolver seu próprio estilo”, destacou Rodrigo Stocco, dono da rede paulista de acessórios MyGloss, em entrevista à edição de abril da revista Exame. O efeito de cada curtida e compartilhamento obtidos no mundo virtual reflete-se cada vez de maneira mais notória nos negócios das empresas. “Publicamos um post por volta das 11h30 e outro às 16h30,

apresentando um novo produto ou simplesmente colocando uma foto de um bolo com bastante saída. Hoje, a maioria dos clientes chega ao site porque acabou de ver a foto de um salgado ou um doce nosso no Facebook”, contou Fernanda Oruê, gerente de marketing da rede de docerias Amor aos Pedaços à mesma reportagem. Imagem positiva atrai investimentos A presença nas redes sociais não atrai a atenção somente dos fãs e clientes. De acordo com levantamento feito pela Brunswick Group, consultoria internacional de comunicação empresarial e financeira, as mídias sociais vêm apresentando crescente influência nas decisões de investidores. De 500 entrevistados, 25% disseram já ter tomado decisões de investimento ou feito algum tipo de recomendação após procurar sobre as empresas em blogs ou sites de relacionamento. A pesquisa aponta ainda que 57% das pessoas ouvidas consideram as informações diretas provenientes de empresas a maior fonte de influência para suas decisões. 85% dos entrevistados classificaram esse tipo de informação como uma das principais fontes de influência, junto com as agências de notícias, os sites especializados em notícias de finanças e os jornais de economia. As redes prediletas dos brasileiros A consultoria Social Bakers apontou que o Brasil alcançou em abril a marca de 71 milhões de usuários ativos no Facebook. O país fica atrás apenas dos Estados Unidos, que contam com 159 milhões de pessoas conectadas. O terceiro lugar é da Índia (63,7 milhões), seguida por Indonésia (47,8 milhões), pelo México (42 milhões), pela Turquia (32,7 milhões) e pelo Reino Unido (31,1 milhões). De acordo com dados da Hitwise, ferramenta líder global de inteligência em marketing digital da Serasa Experian, o Facebook manteve, também no mês de abril, a ampla liderança entre as redes sociais mais visitadas do Brasil. No período, o site teve 66,54% de participação de visitas, seguido pelo YouTube, com 18,48%.

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COLUNAS

CARREIRA E VOCÊ

Um dia, em uma de minhas “andanças” pela internet, me deparei com uma matéria muito interessante no site da HSM Management e gostaria de compartilhar fragmentos dessa análise feita por Mariá Giuliese, psicóloga organizacional, que vai ao encontro do tema desta coluna: o “ciclo de vida” de nossa carreira profissional. Para Giuliese, a carreira pode ser comparada à vida: evolui da infância à maturidade. Veja abaixo as peculiaridades de cada um desses estágios: Infância – Momento de aprendizado e experimentação, esse estágio é pontuado pela necessidade de orientação e feedback. Quando o iniciante se depara com uma direção centralizadora, que restringe e inibe a curiosidade, corre o risco de não se descobrir – e de não ser descoberto. Adolescência – Caracteriza-ze como a etapa do questionamento. O indivíduo tem energia e disposição, mas ainda não apresenta maturidade emocional. Apesar das dúvidas e incertezas, é o momento que desenvolve o espírito crítico e realizador, compreendendo as regras do jogo do poder. Nessa fase, a qualidade da chefia também exerce papel crucial.

Natália Fonseca trabalha na Assessoria de Comunicação Corporativa da TRANSAEX, em Belo Horizonte. Para contato, envie mensagem para o e-mail natalia.fonseca@transaex.com.br

Fase Adulta – O profissional torna-se apto a exercer o comando e a transmitir os conhecimentos acumulados ao longo dos anos. Traz na bagagem capacidade de reflexão, criatividade e visão estratégica. Menos ansioso, movimenta-se com facilidade no mundo corporativo, conquistando relações de parceria. Esse estágio requer mais espaço e liberdade de ação. Maturidade – É o momento de maior liberdade para o profissional. Menos pressionado por questões financeiras e pleno de sabedoria, ele tem vontade de ensinar e perpetuar o conhecimento acumulado, encontrando um espaço fértil para atuar na maioria das vezes como consultor. É importante ressaltar que o ciclo da carreira nem sempre está em sintonia com a idade cronológica. Um bom check-up profissional permite encontrar necessidades básicas, defesas e características inerentes a cada etapa, além de ajudar a corrigir rotas e a definir com maior assertividade os próximos passos. E você, leitor, se vê em qual dos estágios apresentados?

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GESTÃO DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO

Nas edições passadas, minha coluna era intitulada Gestão da Cadeia de Suprimentos. Agora, Gestão da Informação e do Conhecimento. Embora sejam temas diferentes, estão relacionados e existe multidisciplinaridade entre os assuntos para a resolução de problemas.

Júlio Fernandes trabalha na Unidade de Diligenciamento Fiscal-Logístico da TRANSAEX, em Belo Horizonte. Para contato, envie mensagem para o e-mail julio.fernandes@transaex.com.br

Inicio este artigo com o conceito de Sistemas de Informação (SI), definido por Andreu et al (1996): “Conjunto formal de processos que, operando sobre uma coleção de dados estruturada de acordo com as necessidades de uma empresa, organiza, elabora e distribui parte da informação necessária para a operação da referida empresa e para as atividades de direção e controle correspondentes, apoiando, ao menos em parte, a tomada de decisões necessária para desempenhar as funções e processos do negócio da empresa, de acordo com sua estratégia’’. Alguns estudiosos destacam a importância das pessoas no contexto do sistema. Nesse sentido, SI é um conjunto organizado de pessoas, hardware, software, redes de comunicações e recursos de dados que coleta, transforma e dissemina informações em uma organização. Diante dessa definição, fica clara a importância das pessoas no sistema. São as pessoas que tomam as decisões. Os componentes e tecnologias apenas são meios de estruturar e distribuir as informações. Nos sistemas de informações, há um ciclo compreendido por entrada, processamento e saída. Para tanto, temos diferentes categorias de SI que apoiam as organizações. Esses sistemas são divididos de acordo com os níveis da organização – operacional, tático e estratégico. No nível operacional, são produzidas informações específicas, de transações de processamento. São informações estruturadas e colaborativas de apoio a equipes. Elas não alteram a estratégia da organização. Já no nível estratégico, as informações são semiestruturadas com certo grau de subjetividade em relação ao ato de decidir. As decisões envolvidas são: estabelecimento de políticas, definição de procedimentos e os meios para a realização dos objetivos e metas. Nesse nível é necessário o envolvimento de conhecimento tácito para a tomada de decisão.

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IMPRESSÕES POLACAS

Minhas impressões da Polônia, após três meses em um diligenciamento: 1) Aqui é proibido atravessar a rua quando o sinal está fechado. Pode ser feriado e as ruas estarem desertas. Se a polícia notar, o infrator paga multa. 2) Na Polônia, quase não existem imigrantes, negros, árabes ou muçulmanos. 3) A língua polonesa é complicada. A pronúncia é difícil, o acento é em consoantes e o Ç é na vogal. Existe o L cortado que tem som de U. Além do masculino e do feminino existe o neutro e uma tal de declinação. 4) A TV polonesa não é dublada nem legendada, e sim traduzida. Depois do som original em inglês, vem uma voz traduzindo tudo para o polonês. A voz é a mesma para todas as pessoas e para todos os canais. 5) O inverno é muito longo e rigoroso, mas a primavera chega de repente. Em duas semanas a temperatura saiu de -5ºC para 20ºC. Com a mudança de estação, as pessoas saíram da toca e as ruas estão bem movimentadas. 6) Ainda não descobri qual é o esporte nacional, mas o ski é extremamente popular e passa bastante na televisão.

Augusto Portilho trabalha na Unidade de Diligenciamento Fiscal-Logístico da TRANSAEX, em Belo Horizonte. Para contato, envie mensagem para o e-mail augusto.portilho@transaex.com.br

7) O polonês está sempre reclamando do próprio país e do frio. O custo de vida é barato, mas ganha-se pouco em comparação com outros países da Europa. 8) Aqui também tem corrupção e as obras públicas são intermináveis. 9) O mendigo polonês pede esmola dentro de shoppings e restaurantes. 10) A arquitetura de Katowice é bastante interessante. Tem muito prédio antigo contrastando com prédios extremamente modernos. 11) O povo é magro, apesar de a cozinha usar carne, linguiça, queijo... 12) O polaco é muito católico. As igrejas estão sempre lotadas e muitas famílias tem o hábito de não comer carne às sextas-feiras. 13) As polonesas tomam cerveja de canudinho. A cerveja, aliás, é infinitamente melhor que a brasileira, mas carrega fama ruim (em comparação com as vizinhas República Tcheca e Alemanha). A bebida nacional é a vodka. 14) A Polônia sediou a Eurocopa 2012 e os modernos estádios construídos tornaram-se hoje verdadeiros “elefantes brancos”. 15) O polonês reclama muito de suas estradas. Se eles conhecessem as brasileiras...

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VIVENDO COM SAÚDE

Após a atriz Angelina Jolie revelar que fez uma dupla mastectomia preventiva, o efeito em hospitais e postos de saúde foi praticamente automático. Mulheres em tratamento e pacientes sem a doença queriam saber se também precisavam retirar as mamas ou os ovários.

Andréia Borges trabalha no Núcleo de Suprimentos e Serviços Gerais da TRANSAEX, em Belo Horizonte. Para contato, envie mensagem para o e-mail: andreia.borges@transaex.com.br

Em entrevista ao portal Uai, o oncologista e diretor clínico da Oncomed, Leandro Alves Gomes Ramos, afirmou que, apesar da seriedade do assunto, não há motivos para tamanha preocupação. “Isso mexeu muito com todo mundo. Explico que esses casos envolvem uma mutação genética, ocorrendo raramente, e em pessoas que têm na família várias mulheres com câncer. Se não há mutação, não há necessidade da mastectomia ou da ooforectomia (retirada dos ovários) preventiva.” Estima-se que as mutações genéticas hereditárias sejam responsáveis por apenas 2% dos casos de câncer de mama registrados. De acordo com reportagem da BBC Brasil, a rede pública não oferece o exame para reconhecimentos de falhas raras nos genes conhecidos como BRCA1 e BRCA2. Ele está disponível em clínicas e hospitais privados por um valor que pode variar de R$ 3 mil a R$ 8 mil e é coberto por alguns planos de saúde. O teste, que pode ser feito a partir de amostras de sangue ou de saliva, é indicado para pessoas que possuem histórico familiar considerado de alto risco. Em alguns países, como a GrãBretanha, o exame é oferecido gratuitamente pelo sistema de saúde público para indivíduos que se encaixam nesse perfil. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) prevê mais de 52 mil casos de câncer de mama em 2013, ou seja, 52 diagnósticos a cada 100 mil mulheres. O câncer de mama é o segundo tumor mais frequente no mundo e a segunda causa de morte entre as mulheres brasileiras, perdendo apenas para as doenças cardíacas. Relativamente raro abaixo dos 35 anos, a taxa de incidência de câncer de mama aumenta rápida e progressivamente após essa idade. Segundo especialistas, o grande problema está no fato de muitas mulheres adiarem os exames clínicos e a mamografia, principais estratégias de rastreamento precoce da doença, confiando apenas no autoexame, que costuma apontar tumores maiores (em estágio avançado). Para mais informações, não deixe de consultar seu médico.

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VÍRGULA A última edição da TSX News premiou leitores com exemplares

A TRANSAEX também

autografados do best-seller “A estratégia do olho de tigre”, de Renato

presenteou os

Grinberg. Os vencedores foram Alan Lage, Andréia Borges, Geraldo

profissionais da Estação

Oliveira, Gustavo Oliveira e Wagner Santos. “As premiações que

Aduaneira Interior (Eadi/

recebemos da TRANSAEX são sempre surpreendentes. Tenho certeza

Betim) e CNF/Confins

de que será uma leitura enriquecedora”, destaca Alan.

com pães de mel em homenagem ao Dia do Despachante Aduaneiro.

As mamães da TRANSAEX foram presenteadas em maio com

As ações aconteceram

pulseiras de prata. “É muito bom ser lembrada, ainda mais com

nos dias 23 e 25 de abril,

presentes. É uma forma de mostrar que a empresa se importa com

respectivamente. Parabéns

os seus funcionários”, destaca Cristiane Bandeira. “Lembrar-se

aos despachantes pela

dessas datas comemorativas significa valorizar o profissional como

data e pela competência

indivíduo. Pequenos gestos simbolizam muito”, completa Érica Cruz.

de sempre!

NOVOS COLABORADORES

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Anderson Silva, do Núcleo de Monitoramento Fiscal (Volta Redonda).

Flávio Souza, da Unidade de Importação e Exportação (Belo Horizonte).

Luciano Souza, do Núcleo de Monitoramento Fiscal (João Monlevade).

Rafael Silveira, do Núcleo de Monitoramento Fiscal (João Monlevade).

Jonathan Porto, da Unidade de Administração de Projetos (Belo Horizonte).

Rafael Vieira, da Unidade de Importação e Exportação (Belo Horizonte).

Larissa Oliveira, da Assessoria Comercial (Belo Horizonte).

SEJAM TODOS BEM-VINDOS AO TIME TRANSAEX

Raquel Almeida, da Assessoria Comercial (Belo Horizonte).

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RAQUEL ALMEIDA

PERFIL

TRANSAEX – BELO HORIZONTE

Cor: branco

Inicialmente integrante da unidade de Administração de Projetos, hoje Raquel Almeida representa comercialmente a TRANSAEX no mercado mineiro.

Prato: risoto – ela adora os finais de semana quando seu marido cozinha! Filme: Menina de Ouro

Qualidade: determinação Mania: estalar os dedos Red carpet: Ricardo Ticci (Givenchy), Christophe Decarnin (Balmain), Elie Saab, Zuhair Murad, Celine e Valentino Apreço: caráter Brinde: Espumante Foss Marai Wishlist: viagem ao sudeste asiático, em especial Tailândia e Singapura TSX NEWS - Junho / 2013

Não basta ter um bom salto se não souber caminhar”

Raquel fala sobre moda, estilo, beleza, bem-estar, etiqueta, comportamento, viagens e mercado de trabalho. Tudo e algo mais, com um toque único e exclusivo, que não está à venda em lugar algum: carisma, elegância e charme. Todos esses elementos reunidos, vamos combinar, não é para qualquer uma, né?

Do francês CHIC, “elegante, de estilo”, talvez do germânico medieval SCHIKKEN, “arrumar, ordenar adequadamente” Raquel Almeida acredita que elegância não está limitada ao traje. A elegância é modeladora de pensamentos, hábitos, modos e conduta. É a postura, valores, educação; “Não basta ter um bom salto se não souber caminhar”, afirma.

American way of life: fã do estilo de vida e praticidade americana, Nova Iorque (pelas opções culturais) e Miami (pelo clima) seriam ótimas alternativas para viver

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DESEMBARQUE

Pâmela Almeida Paraty / Brasil

“Localizada no Estado do Rio de Janeiro, Paraty é considerada Patrimônio Histórico Nacional e preserva até hoje seus inúmeros encantos naturais e arquitetônicos. Cidade que respira história e cultura! Paraty conta ainda com outro atrativo imbatível: suas praias e ilhas de águas serenas. A foto foi tirada na ilha do Pelado. A ilha possui três praias de águas bem claras e há um dégradé de verde indescritível. Com passeio de barco, ruas históricas, águas calmas e cristalinas, Paraty é perfeita pra quem busca tranquilidade!”

“Os shows de tango são parada obrigatória para quem vai a Buenos Aires. O tango é a manifestação cultural popular mais importante da cidade e faz parte da identidade dos portenhos. Recentemente, foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Em Puerto Madero, o mais moderno bairro de Buenos Aires, fica o Madero Tango, com uma incomparável vista do rio e da cidade, onde desfrutamos de um moderno show, que combina a dança e o teatro num percurso histórico, desde o nascimento do tango até os dias de hoje.”

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Isabella Ma Buenos A ires / Arg ciel entina

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“Chuva e aquele friozinho bom na época mais gelada do ano. No Peru é difícil ver o sol nestes dias. Passeios históricos, construções antigas que contracenam com o moderno, paraíso das compras pelo baixo preço e um dos mais belos lugares do mundo: Machu Picchu. Além de conhecer as ruínas da cidade perdida, o que mais gostei foi da viagem ao passado no Sítio Arqueológico da antiga cidade de Pachacamac, onde pude conhecer como os peruanos se defenderam dos ataques piratas na Fortaleza Del Real Felipe. Nada melhor que uma noite de diversão na Calle de Las Pizzas, uma rua fechada em Miraflores (Lima), com as melhores pizzarias da cidade – e um detalhe: nas boates de lá você entra de graça e paga só o que consumir!”

Douglas Moreira Catas Altas / Brasil

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Luzia Lima Pachacamac / Peru

“Com a paisagem maravilhosa da Serra do Caraça, Catas Altas é o palco perfeito para um dos eventos mais prestigiados e charmosos da região: a Festa do Vinho. O clima frio completa o cenário e dá o toque final à festa que celebra o produto típico do município: o vinho de jabuticaba. Apenas a 120 quilômetros de BH, Catas Altas é uma pequena cidade de Minas que me proporcionou ótimo descanso e bons momentos com meus amigos.”

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LITERATURA por: Roberto Fonseca

GUERRA AOS AEDES II

A

imprensa local acaba de divulgar as notícias mais recentes sobre a epidemia de dengue na cidade, o que está causando grande alvoroço junto à população. Os números são alarmantes, e dão conta de que uma quantidade imensa de pessoas se encaminha para os postos de saúde a fim de obter informações quanto aos procedimentos imediatos e as medidas profiláticas necessárias... José Jorge desligou o rádio, e pensativo recostou-se em sua cadeira à procura de algo que pudesse clarear suas ideias. Desde que se viu acometido por essa enfermidade, no último ano, José tornou-se ativista da causa “Guerra aos Aedes”, nome com o qual batizou a ONG fundada e dirigida por ele, em prol da erradicação da doença em solo brasileiro. Contudo, a população, de um modo geral, parece não perceber que a raiz do problema não é o mosquito, e sim a falta de cuidado das pessoas em relação à limpeza e organização dos espaços ociosos, o que gera milhares de locais possíveis para a proliferação das larvas e posteriormente do próprio Aedes aegypti. Mas José não desiste. Diariamente, distribui panfletos, e já houve dias em que empunhou um megafone e foi para a praça pública alertar o povo. Esclarecer a população de que é preciso mais empenho das pessoas no dia a dia. Não se pode deixar apenas a cargo do poder público, pois este não consegue gerir todas as demandas.

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Resolveu sair e andar um pouco pelo bairro, constatando a falta de cuidado das pessoas ao jogar copos descartáveis no chão, ou mesmo tampinhas de garrafa, pois, acredite, em um espaço mínimo, podem se desenvolver dezenas de mosquitos. E, dessa porção, outras dezenas vão procriar. Um círculo vicioso que ano após ano ceifa milhares de vidas. Passando em frente ao posto de saúde, decidiu entrar e conversar um pouco com os profissionais que ali estavam. Acompanhou o trabalho doloroso de médicos, enfermeiras e atendentes, na tentativa frustrada de aliviar o sofrimento de pacientes amontoados em macas improvisadas, por conta do número de infectados ter ultrapassado o limite máximo da capacidade de absorção daquela unidade.

pesquisas, pelo menos 60% dos focos de reprodução estão nos quintais das residências, onde os agentes públicos não têm acesso e a limpeza fica a cargo dos moradores, o que nem sempre é feito a contento. Na impossibilidade de outras ações, José Jorge recorreu ao único expediente que lhe era possível naquele momento, chamar a atenção da população por meio de cartazes e faixas, onde se lê: VOCÊ GOSTA DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI? NÃO? ENTÃO, POR QUE CRIÁ-LO EM SUA CASA?

Lenir, enfermeira-chefe, o avistou do fundo do corredor e foi ao seu encontro, sabedora que é do empenho hipotecado por José Jorge no que se refere ao combate à dengue. Conversaram durante algum tempo, chegando às mesmas conclusões que já haviam chegado no ano anterior. Como se não bastasse, mesmo já tendo vivido tal situação, ainda estavam no mesmo dilema: pacientes em excesso, epidemia sem controle. Os Aedes estão vencendo a batalha mais uma vez, e o período de chuvas tende a ampliar a quantidade de mosquitos, uma vez que, segundo as TSX NEWS - Junho / 2013


O QUE ESTOU

...OUVINDO Álbum: Unplugged Eric Clapton Artista: Eric Clapton Gênero: Acústico Rodrigo Martins Álbum: Torches Artista: Foster The People Gênero: Rock internacional Paula Pimentel Álbum: Version Artista: Kari Jobe Gênero: Gospel

Larissa Oliveira Álbum: The world from the side of the moon Artista: Phillip Phillips Gênero: Pop Rock

Paula Cota

por Carolina Castro:

...LENDO por Larissa Oliveira:

“Romance histórico-psiquiátrico, ‘O colecionador de “O livro ‘A última música’ conta uma linda história de amor, lágrimas’, de Augusto Cury, é interessante porque mostra carinho e compreensão. Trata da relação entre pais e filhos, todos os panoramas de Hitler e como ele conseguiu penetrar amadurecimento, recomeço e perdão. Nicholas Sparks nos no subconsciente de uma Alemanha devastada pelo medo e mostra como é possível o amor partir e curar corações.” pela insegurança durante a Segunda Guerra Mundial.”

por Letícia Menezes: “Em ‘Querido John’, de Nicholas Sparks, um jovem soldado americano se apaixona por uma estudante conservadora. O casal tem de lidar com a distância e vive na expectativa do reencontro, quando os atentados de 11 de setembro fazem John ter de escolher entre seu amor e servir seu país. Ao finalmente retornar, John descobre como o amor pode transformá-lo.” TSX NEWS - Junho / 2013

por Marcelo Jardim: “Um livro de magias e encantamentos que reconta a lenda do rei Artur. ‘As Brumas de Avalon’ é uma tetralogia espetacular, escrita por Marion Zimmer Bradley. Estou no livro três e não consigo parar de ler. O primeiro volume foi emprestado por um amigo e fiquei tão fascinado que comprei todos.”

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PONTO DE VISTA por: Paula Pimentel

HELP, I NEED SOMEBODY “São poucas as pessoas que ajudam os outros sem esperar nada em troca. Fico feliz em conhecer uma delas. Muito obrigada por tudo.” Este é um trecho de um cartão recémrecebido, juntamente com uma deliciosa caixa dos famosos Doces de Portugal.

Além da delicadeza do gesto, algo me chamou a atenção: a atitude de ajudar. Será obsoleto uns ajudarem os outros sem esperar nada em troca? Na verdade, acredito que a ação efetiva de ajudar pressupõe não esperar algo de volta. Afinal, se há qualquer “negociação”, o correto seria uma troca, um escambo. Ajudar pressupõe prestar assistência, acudir, amparar, assistir, auxiliar, proteger, colaborar, apoiar, assessorar, contribuir, cooperar, interessar-se! Será que estamos tão egocêntricos que somos incapazes de nos sensibilizar com um pedido de ajuda? Somos incapazes de nos interessar pelo outro, de forma desapegada e desprendida?

When I was younger, so much younger than today I never needed anybody’s help in anyway But now these days are gone, I’m not so self-assured Now I find I’ve changed my mind and opened up the doors”

Acredite, se receber uma ajuda faz bem, ajudar é melhor ainda. Uma pesquisa, datada de agosto de 2011, associa o voluntariado a mais saúde e ao aumento de quatro anos na expectativa de vida. Além de comprovar que o voluntariado desperta a solidariedade e a autoconfiança em quem os promove, o grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriu que os indivíduos que agem movidos pelo altruísmo envelhecem com mais saúde e têm reduzido o risco de mortalidade. Se realmente “são poucas as pessoas que ajudam os outros sem esperar nada em troca”, é mais raro ainda aquelas que reconhecem quando são agraciadas e agradecem por isto. O fracasso não está em pedir ajuda, mas em acreditar que somos autossuficientes. “Now I find I’ve changed my mind and opened up the doors” já cantavam os Beatles em 1965.

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LUIZ ANDRÉ RICO COMUNICAÇÃO

ADALCIR LOPES LOGÍSTICA NACIONAL

JOSÉ REINALDO MAGALHÃES MERCADO DE CAPITAIS

STAKEHOLDERS TRANSAEX

IVAN RAMALHO FOTO: ACERVO TRANSAEX. ANO 2013

O desempenho da corrente de comércio é visto de forma positiva pelo presidente da Associação Brasileira de Empresas de Comércio Exterior (Abece) VEJA

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TSX NEWS - Edição 47 (Maio/Junho - 2013)  

Ano 5 - Edição 47 (Maio/Junho - 2013)

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