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DESCOBERTAS CIENTÍFICAS “POR ACIDENTE”


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tribuna de Ituverava

Ituverava, 14 de abril de 2018

CNA

Desde 1960 presente no dia a dia das pessoas proporcionando facilidade e agilidade

Via Anhangueram km 410 Ituverava-SP Telefones: (16) 3830-8000 (16) 3830-8008


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ciência

Saiba mais sobre as descobertas científicas que foram fundamentais

Para uma pesquisa chegar até você, ela passa por várias etapas e critérios bem definidos até ser aprovada. Mas, às vezes, nem tudo sai como planejado. Acidentes acontecem no meio do caminho e algo novo é criado ou descoberto! Conheça abaixo as histórias por trás de 10 descobertas e invenções cujos erros foram fundamentais para um final bem-sucedido: 1. Microondas

No início dos anos 1940, Percy Spencer, um engenheiro da Raytheon Corporation, estava testando uma das válvulas termiônicas da empresa quando, de repente, a barra de chocolate que estava dentro do seu bolso acidentalmente derreteu. Intrigado, ele começou a mirar a válvula para outros objetos e concluiu que derretimento deles era causado pela energia de pequenas ondas de calor. E assim nasceu o microondas, em 1945. 2. Remédio para a malária

A quinina é um fármaco usado para tratar a malária desde o século 17, quando os jesuítas começaram a empregá-la enquanto exploravam a América do Sul. Mas esta não é a única versão da história. Reza a lenda andina que um indígena muito debilitado pela malária havia se perdido na floresta e, com uma sede insaciável, bebeu a água de uma poça entre as raízes de uma árvore quina-quina. A água tinha um gosto amargo, e ele pensou que iria piorar de saúde. Mas o oposto aconteceu. Ele melhorou, achou o caminho de volta ao seu povo e compartilhou seu conhecimento com os outros.

3. Raios-X

uma planta do gênero Arctium tinham ficado grudados em sua roupa. As sementes eram cobertas de pequenos ganchos, que permitiram que elas ficassem presas no cientista. E assim Mestral decidiu criar um objeto tão aderente quanto aquelas sementes: o velcro. 6. Marca-passo

O físico alemão Wilhelm Roentgen estava trabalhando com tubos de raios catódicos em seu laboratório quando, em 1895, percebeu que eles estavam iluminando uma divisória na sala, mesmo quando estavam cobertos. Ele tentou bloquear a luz com vários objetos, mas nada funcionava. Até que ele colocou sua mão em frente aos tubos e viu a imagem dos seus ossos se projetar na divisória. A tecnologia foi aprimorada com chapas fotográficas e logo começou a ser usada nos hospitais — apesar de, na época, não saberem dos riscos que envolviam uma outra descoberta acidental: a radioatividade. 4. A radioatividade

Enquanto tentava construir um aparelho que gravasse batimentos cardíacos, o engenheiro norte-americano Wilson Greatbatch instalou um resistor no circuito de sua máquina e notou que ele emitia pulsos elétricos. Imaginando que esses pulsos poderiam estimular a atividade do coração quando houvesse algum colapso, Greatbatch criou o primeiro marca-passo, que foi implantado com sucesso pela primeira vez em 1958, em um cachorro. 7. LSD

Admirado pela descoberta dos raios-X, o físico francês Henri Becquerel começou a estudar qual era a conexão deles com a propriedade da fosforescência. O cientista colocou, então, sais de urânio em chapas fotográficas, pensando que elas seriam capazes de “absorver” o raio-X, enfraquecendo as imagens. Para completar o experimento, tudo o que precisava era expor a placa ao sol. Mas, naquele dia, o tempo estava fechado em Paris. Becquerel deixou o experimento no escuro, até que o sol saísse. Mas, mesmo no escuro, a chapa fora marcada pelos sais, tornando as imagens ainda mais nítidas. Assim, o físico descobriu que aquele efeito de luz dos sais de urânio era, na verdade, radioatividade. 5. Velcro

Enquanto fazia seus estudos em bacteriologia, o médico escocês Alexander Fleming reparou que um fungo estava crescendo em suas amostras de bactérias Staphylococcus. As colônias bacterianas, no entanto, não aumentavam. Fleming descobriu que, na verdade, o fungo era uma rara linhagem de Penicillium chrysogenum, capaz de inibir o crescimento bacteriano. Nasceu, então, a penicilina, introduzida no mercado nos anos 1940, que deu origem à era dos antibióticos. 9. Viagra

Nos anos 1990, a farmacêutica Pfizer começou a testar um novo composto para tratar doenças cardíacas. Os homens que testaram a substância, no entanto, sentiram um efeito bem diferente. Acontece, que o medicamento se mostrou ineficaz para o coração, mas acabava com o problema da disfunção erétil. Em 1996, a substância sildenafil foi patenteada pela Pfizer e, em 1998, o Viagra foi aprovado pela FDA, agência que regulamenta medicamentos nos Estados Unidos. 10. Insulina

O químico suíço Albert Hofmann estava estudando o uso do ácido lisérgico para fármacos quando, acidentalmente, provou um pouco da substância. Foi para casa se sentindo tonto e inquieto e, quando se deitou, ele “se afundou em uma espécie de embriaguez que não foi desagradável e que foi caracterizada por uma extrema atividade da imaginação,” descreveu o químico. “Enquanto eu estava deitado em uma situação atordoante, com os meus olhos fechados (eu experienciei a luz do dia como algo desagradavelmente brilhante), surgiu sobre mim um fluxo ininterrupto de imagens fantásticas, com uma plasticidade e vivacidade extraordinárias, acom-

Em 1889, os médicos Oscar Minkowski e Josef von Mering removeram o pâncreas de um cão para entender como o órgão afetava a digestão. Dias depois, moscas se aglomeravam em volta da urina do bichinho, que estava cheia de açúcar. E assim,

ao remover o pâncreas, os médicos deram diabetes ao cachorro — e não conseguiram descobrir o que causava isso. Duas décadas depois, dois pesquisadores da Universidade de Toronto, Frederick Banting e John Macleod, conseguiram isolar a subspanhadas por um jogo intenso e tância excretada pelo pâncreas que Após passear pelos Alpes com seu caleidoscópico de cores,” continuou. regulava o nível de açúcar no sangue:

cachorro, o engenheiro suíço George de Mestral notou que pequenos pedaços de

8. Penicilina

a insulina. Em 1923, ganharam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina.


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educação

Prazo para solicitação de isenção da taxa do Enem termina amanhã

Foi prorrogado para até amanhã, domingo, 15 de abril, o prazo dado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) para que estudantes façam solicitação de isenção da taxa de inscrição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A data final, inicialmente, estava marcada para 11 de abril. O prazo também vale para os candidatos que tiveram isenção no ano passado e faltaram aos dois dias de prova justificarem sua ausência, para continuar tendo o benefício. Tanto o pedido de isenção como a justificativa de ausência devem ser feitas na Página do Enem 2018. Todos os interessados em fazer o Enem 2018, isentos ou não, deverão fazer a inscrição no

exame entre 7 e 18 de maio. Têm direito à isenção os estudantes que estejam cursando a última série do Ensino Médio neste ano em escolas da rede pública, ou que tenham cursado todo o Ensino Médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenham renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio. Também pode solicitar isenção o participante que declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Neste ano, também são isentos os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de

Jovens e Adultos (Encceja) do ano passado, que tenham atingido a nota mínima do exame. O resultado da solicitação de isenção será divulgado no próximo dia 23. Caso o pedido seja negado, a partir deste mesmo dia e até 29 de abril, o interessado poderá apresentar novos

documentos. O resultado do recurso será divulgado no dia 5 de maio e, se for negado, o interessado em fazer o Enem 2018 ainda terá a opção de fazer a inscrição e pagar a taxa de R$ 82. Até o momento, o número de pedidos de isenção já ultrapassa 1 milhão, de acordo com o Inep.

Modelo inédito Em 20 anos de Enem, essa é a primeira vez que a solicitação de isenção é feita antes da inscrição e que é exigida a justificativa de ausência. O objetivo das mudanças é reduzir o gasto público “desnecessário”. Desde 2013, os ausentes no exame geraram prejuízo de R$ 962 milhões. Desses, a maioria não paga a inscrição. Para todos os casos de solicitação de isenção da taxa de inscrição, o participante deverá ter documentos que comprovem a condição declarada. A falta deles implica na eliminação do exame e em ter que responder por crime contra a fé pública.

educação

Escolas em SP já oferecem até 78 disciplinas optativas

Que tal ir para a escola e estudar física quântica, cosmologia, crítica teatral e biotecnologia? Em São Paulo, colégios particulares estão oferecendo até 78 disciplinas eletivas para os alunos do Ensino Médio só neste ano. Alguns programas têm mais de uma década, mas com a reforma aprovada pelo Governo Federal o formato vem mudando, ampliando a oferta ou aprofundando o conteúdo. A reforma do Ensino Médio prevê que o aluno tenha 40% da carga horária reservada a disciplinas optativas. Os alunos poderão escolher percursos formativos em uma área (Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza ou Ciências Humanas) ou formações técnicas. No Colégio Bandeirantes, na zona sul da capital paulista, os alunos sempre tiveram a possibilidade de fazer atividades extracurriculares. Mas, neste ano, a escolha de pelo menos uma eletiva por semestre se tornou obrigatória a partir do 2º ano. A cada seis meses, haverá escolha entre 20 op-

Diferentes vivenciais

A chance de diferentes vivências, antes de escolher a carreira, também foi o que motivou o Colégio Santa Maria, na zona sul, a ampliar o número de eletivas. Elas passaram de 4 para 13 – vão de geopolítica e relações internacionais a linguagem teatral ou condicionamento físico. No 3º ano do médio do Santa Maria, Paula King, de 16 anos, já fez eletivas de redação, xadrez, italiano e geopolítica. “Gosto muito do formato porque a cada seis meses aprendemos sobre um assunto novo, estamos em uma turma diferente, com outros professores. Cada semestre temos uma nova experiência”, diz. Apesar de gostar da mudança, ela diz que em alguns cursos sentiu vontade de aprofundar mais o estudo, como no aprendizado da língua italiana.

ções, independentemente da área. “Nossa preocupação era de que o aluno tivesse liberdade, que a primeira opção não o deixasse amarrado em uma área até o fim do Ensino Médio”, diz a direto- escolhiam entre as turmas ra pedagógica, Mayra Lora. de Exatas, Humanas ou Biológicas). “Muitos optam por eletivas de áreas difeIdeia Apesar de a mudança rentes. Essa curiosidade ter começado em 2018, a faz parte da adolescência ideia surgiu há alguns anos, e é reforçada no mundo em quando o colégio decidiu que vivemos, onde recebem não separar mais os alunos muita informação”, afirma. No Band, todas as eletipor áreas (até 2016, eles

vas são interdisciplinares. A matéria de biotecnologia, com 5 turmas e 200 alunos, é um exemplo. “Como montamos um curso bastante interdisciplinar e com aulas práticas, atraímos tanto os que têm interesse pela área da Saúde, quanto os que querem Engenharia”, diz a

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comportamento

Jovens desmotivados podem ser facilmente auxiliados

Um relatório divulgado pelo Banco

produtividade.

Não abandone

Mundial em março trouxe um dado

São dicas simples, que estão ao

muito preocupante para a popula-

alcance de qualquer pessoa, inclusive

ção jovem e o mercado de trabalho.

jovens dispostos a ajudar outros jo-

O levantamento aponta que jovens

vens. Você pode oferecer essa ajuda

Se ele voltou para a escola, pergunte como estão indo os estudos. Se a busca

brasileiros, com idade entre 19 e 25

por meio das redes sociais ou até de

por inserção no mercado de trabalho não está fácil, pense junto com ele como

anos, correm sério risco de ficar fora

um trabalho voluntário que realiza.

melhorar o currículo, como encontrar um emprego melhor ou ainda como de-

do circuito dos bons empregos no país

Confira:

senvolver sua carreira de forma assertiva. Andar lado a lado do jovem pode fazer Crie vínculo

O dado alarmante é resultado do

Abordar esses jovens de forma

grande número de jovens brasileiros

acolhedora é a parte mais importan-

que estão desengajados da produtivi-

te. Iniciar a conversa com um tom de

dade, ou seja, aqueles que nem traba-

superioridade não vai ajudar em nada

lham, nem estudam.

e muito menos trará um resultado po-

Diante dessa situação, especialistas pensaram em três passos simples,

pois de motivar esse jovem e ajudá-lo a encontrar caminhos, não o abandone. Esteja ao seu lado para que ele não desista – de novo – no meio do caminho.

com que ele siga firme e, dessa vez, não desista.

e, portanto, estariam mais vulneráveis à pobreza.

Apoio é fundamental para que não se desista frente a um objetivo difícil. De-

sitivo. Então, a melhor maneira é criar um vínculo empático.

para que qualquer pessoa consiga ter

Para conseguir isso é simples: fale

uma conversa sobre carreira com es-

de você. Conte a sua história, a sua

ses jovens que estão desengajados da

trajetória, os obstáculos que precisou

ultrapassar, mostre que você sabe que

sibilidades. Você pode fazer tudo isso

nem sempre é fácil, mas que pode ser

ajudando a pessoa a transformar um

possível. Conte como não abandonar

ponto fraco em forte, pode orientá-la

os estudos foi importante para sua

em como descobrir seus talentos e ha-

construção de vida e carreira e o que

bilidades e mostrá-los ao mercado. Se

isso o possibilitou conquistar.

o que falta é estudo, aponte caminhos. Ajude a encontrar universidades com

Ofereça ajuda

programas de bolsa de estudo ou de

Às vezes, o que falta para esses

financiamento estudantil. Esteja dis-

jovens é alguém que estenda a mão,

ponível para planejar metas e apontar

que ofereça informação e mostre pos-

caminhos.


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comportamento

Cultivar plantas em casa torna-se hobby para as novas gerações

No apartamento de Heleno, toda planta nova que chega passa por um ritual. O stylist de 38 anos tem o hábito de conversar com jiboias, antúrios, samambaias, chifres-de-veado e espadas-de-são-jorge mantidos à beira da janela da sala, na Bela Vista, centro de São Paulo. Por isso, as novatas são sempre apresentadas formalmente às colegas em seu primeiro dia. Heleno já possui 26 plantas — e o número só cresce. O caçula é um filodendro cuja chegada foi imprevista. “Fui presentear um amigo, mas gostei tanto que comprei um para mim”, explica. “Brinco que tenho de entrar nas lojas de plantas com as mãos amarradas.” Seu xodó é um pau-brasil que media 20 centímetros 15 anos atrás, quando ele e os colegas ganharam mudas. Hoje, a árvore quase toca o teto da sala. Só a dele sobreviveu. Heleno Manoel é vítima da febre verde que tem enchido de mato os apartamentos dosmillennials — conceito que abarca os nascidos entre a virada para os anos 1980 e o o fim dos 1990, em um mundo economicamente mais próspero que o das gerações anteriores e marcado por

computadores e celulares. De cinco anos para cá, a mania por plantas fez surgir cinturões verdes em meio às cidades. Para ter uma ideia, em um raio de apenas 1 quilômetro no centro de São Paulo, apareceram ao menos quatro lojas: Arranjo Tropical, JardimSP, Jardin e Selvvva. Esse tipo de negócio, que dá roupagem “cool” a uma atividade antiga, tem germinado nas metrópoles de vários países. Como ocorre O cultivo de espécies em apartamentos, atividade relativamente recente no mundo, tornou-se até matéria a ser ensinada em sala de aula. A Escola de Botânica, que fica anexa à Selvvva, já ofereceu cursos livres — cujos preços variam de R$ 180 a R$ 490 — a mais de mil pessoas desde que foi criada, em 2015. O curso de jardinagem dado pela Prefeitura de São Paulo, gratuito, tem uma fila de espera que pode demorar até dez meses. Meio virtual O impulso para esse fenômeno vem das redes sociais. Tomadas pelo verde,

Compra das plantinhas

A tendência também despertou a atenção de grandes empresas. Em fevereiro, a gigante de vendas online Amazon inaugurou uma loja virtual de plantas. É possível comprar 20 suculentas por R$ 126 (R$ 6,30 por unidade), samambaias por R$ 87 e costelas-de-adão por R$ 85. Só vale, porém, para quem mora nos EUA. Não há entrega no Brasil, onde o envio de plantas vivas pelos Correios é proibido, a não ser em casos autorizados pelo Ibama ou Ministério da Agricultura. No Ceagesp, por outro lado, 12 suculentas saem por R$ 25 (R$ 2 a unidade). Uma samambaia ou uma costela-de-adão de 50 centímetros podem ser compradas por R$ 15. Preços muito inferiores ao do cinturão verde no centro, onde suculentas custam de R$ 4 a R$ 15 a unidade, samambaias são vendidas a R$ 60 e uma costela-de-adão varia de R$ 35 a R$ 160, dependendo do tamanho. Não à toa, a Feira de Flores do Ceagesp atrai até 8 mil pessoas nas madrugadas de terça e sexta. Cerca de mil toneladas de flores e plantas são comercializadas ali por semana. elas propagam a moda. O @urbanjungleblog, por exemplo, que reúne fotos de casas que mais parecem estufas de um jardim botânico, possui mais de 587 mil fãs. “Os millennials tendem a usar muito o Instagram e, por isso, são inspirados pelo que há de popular no momento, seja comida, roupa, seja planta”, explicam os poloneses Beata Malyska, 27, e Remek Zawadzki, 35, do perfil@warsawjungle, com mais de 19 mil seguidores, donos de 50 plantas em Varsóvia. “Sempre ficamos

sabendo de pessoas que viram nossas fotos e começaram a comprar plantas.” As contas mais populares são estrangeiras, mas nem sempre o que acontece lá fora pode ser copiado aqui. “Recebo e-mails de gente perguntando se consigo trazer uma planta que está no Instagram ou no Pinterest. Infelizmente, não. A gente tem um clima muito diferente, muitas não se adaptam”, conta Patrícia Belz, 33, que abriu a loja Borealis, em Curitiba, em 2015


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cinema Bruno Inácio Relembre alguns dos mais notáveis vilões do cinema Em uma história – seja ela literária ou cinematográfica – é natural identificar-se com o herói, afinal, ele busca o que é correto, ou ao menos, o que acredita ser. No entanto, em muitos casos são os vilões que roubam a cena com suas frases de efeito, seu sarcasmo e seus planos bem elaborados. Relembre alguns dos malvados mais queridos do cinema. Darth Vader Não é por acaso que Darth Vader, da série Star Wars, se tornou o maior vilão da história do cinema. O pai de Luke Skywalker foi seduzido pelo lado negro da força, adquiriu muito poder – tanto político quanto físico e mental – e se tornou um malvado líder, eliminando (quase) todos aqueles que se opunham ao império até mesmo os seus aliados que cometeram erros. Sua frieza é tão marcante quanto a sua respiração densa e suas frases de efeito. Hannibal Lecter Após uma infância traumática, Dr. Hannibal Lecter se manteve dedicado aos estudos e conseguiu um intelecto invejável. Psiquiatra

e grande admirador da arte, Lecter é um gênio do mal. Além de canibal, o personagem choca pelos “joguinhos” que faz com os detetives que o procuram na tentativa de que ele auxilie na solução de crimes cometidos por assassinos em série. Como conhece muito bem a mente humana, Lecter sabe mexer com o psicológico e com a emoção das pessoas com muita facilidade. Sem dúvida quem fala com ele tem a vida transformada para sempre.

Coringa A loucura de Coringa é a sua característica mais marcante. Absolutamente doentio, o inimigo de Batman não tem compaixão. Mata sem pensar duas vezes, e não demonstra medo quando sua vida é colocada em risco, pelo contrário, parece se divertir com a situação. Jack Nicholson que me perdoe, mas foi Heath Ledger que soube interpretar com perfeição o vilão mais perturbado do universo

das histórias em quadrinhos. John Milton O bem-sucedido John Milton, de O Advogado do Diabo, é altamente irônico e dono de ótimas frases. Seu objetivo é levar o advogado Kevin Lomax ao mal, fazendo com ele se posicione contra Deus e cultive os sentimentos relacionados aos sete pecados capitais. John Milton, interpretado impecavelmente por Al Pacino, revela, com o passar do tempo, ser o próprio diabo.

Bruno da Silva Inácio cursa mestrado na Universidade Federal de Uberlândia, é especialista em Gestão Cultural, Literatura Contemporânea e em Cultura e Literatura. Ele Cursa pós-graduação em Filosofia e Direitos Humanos e em Política e Sociedade. É autor dos livros “Gula, Ira e Todo o Resto”, “Coincidências Arquitetadas” e “Devaneios e alucinações”, além de ter participado de diversas obras impressas e digitais. É colaborador dos sites Obvious e Superela e responsável pela página “O mundo na minha xícara de café”.

Raio-x Nome: Milena da Silva Rigobeli Apelido: Mili Data de Nascimento: 3 de fevereiro de 2003 Idade: 15 anos Nome dos pais: João Camilo da Silva Filho e Marali da Silva Rigobeli Série/Ano: 1º Ano do Ensino Médio Escola: Etec “Professor José Ignácio Azevedo Filho” Futura Profissão: Engenheira Agronôma Signo: Aquário Altura: 1,66 m Peso: 50 kg Cor Preferida: Cinza e azul Prato Preferido: Parmegiana Esporte Preferido: Judô (Pratiquei por 5 anos) Livro Preferido: Diário de um banana (Jeff Kinney) e O extraordinário (R. J. Palácio) Arte Preferida: Dança Filme Preferido: Jessabelle - O Passado Nunca Morre (Kevin Greutert) Música Preferida: Pesadão (Iza)

Assunto preferido em roda de amigos: Filmes, fofocas da atualidade e alguns livros Drogas: Muito complicado dizer se existe uma motivação ou não, mas a verdade é que ela acaba com as vidas das pessoas e das famílias Qual sua opinião política do país: Uma bagunça. O povo é fanático pelo seu time de futebol, o que ocasiona até brigas, mas não faz nada para tentar melhorar o país e acabar a corrupção Qual sua opinião sobre a economia do país: Hoje a economia do país é baseada na produção agrícola, sendo hoje um dos principais exportadores de soja do mundo Qual notícia gostaria de ler nos jornais: Mais notícias sobre atualidades e o perigo no mundo das drogas

Qualidade: Sinceridade Defeito: Falar muito O que mais admira nas pessoas: Humildade e bom humor O que mais detesta nas pessoas: Falsidade e grosseria Hobby: Lutas Melhores amigos: Victor Hugo e Vitória Gomes

Apoio Cultural

Cartório de Notas e Protesto de Ituverava Rua Cel. Dionísio Barbosa Sandoval, 614

Telefone: (16) 3729-2233 Atendimento das 8h30 às 18h

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