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Ano IV - Edição N. 52 - Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012

Opinião COISAS DA POLÍTICA: Mesmice, apatia, turma da boquinha, redes sociais...............................Página 2

Haja paciência na Cristiano Machado Foto: Vera Diniz

A

Prefeitura de Belo Horizonte pretende im‐ plantar o sistema Transporte Rápido por Ônibus (BRT, na sigla em inglês) na capi‐ tal até 2014, mas o cronograma das obras sofre mudanças a todo o momento. No Corredor da Avenida Cristiano Machado a previsão era concluir o BRT em 2012, mas a conclusão foi adiada para julho de 2013, isso se não acontecer mais nenhum imprevisto no decorrer dos trabalhos. As obras da Cris‐ tiano Machado já chegaram ao entorno dos bairros Cidade Nova e Silveira. A BHTrans desviou todas as linhas de ônibus da pista central (Bus way) para as pis‐ tas mistas que dão acesso ao centro e aos bairros, o que deixou o trânsito ainda mais confuso e tumultuado. Numa segunda etapa, o trânsito pesado será desviado para a pista mista do lado do bairro Silveira. Este corre‐ dor do BRT começa no bairro São Gabriel e vai até o FALTA DE PLANEJAMENTO: Apesar da promessa de centro da cidade, passando pelas avenidas Paraná, o BRT resolver o problema do trânsito, é de se lamentar o Amazonas e Santos Dumont. O valor dessa etapa do desperdício de dinheiro com a desmontagem de passarelas BRT está orçado em R$ 52, 6 milhões. PÁGINA 3

Arquivo TCN

Oásis no bairro Silveira. Bom exemplo

O

s moradores do Condo‐ mínio Sílvio Bernardon e o zelador João Rocha são dignos de toda nossa considera‐ ção e elogios. Quem passar pela Praça Bernardo Brasil Tolentino, localizada na confluência das ruas São Claret e Waldir Leite Pena, no bairro Silveira saberá o por quê. Com a discrição notada em

CARTAS

pessoas de boa‐fé e boa índole, diferente de outros que alar‐ deiam seus pequenos feitos, os moradores do Condomínio Síl‐ vio Bernardon dão um verda‐ deiro exemplo de cidadania e civilidade ao preservar uma pe‐ quena praça, mas de grande valia para todos nós. Às próprias custas, os condô‐ minos permitem ao zelador João

Rocha dedicar parte de seu tempo a cuidar do jardim da pracinha, um bem público. Ele executa seu trabalho com ex‐ trema simplicidade, gentileza, competência e dedicação. Talvez João e os moradores do Condo‐ mínio não percebam a dimen‐ são do bem que estão fazendo para a natureza e para todos nós que temos o privilégio de apre‐

ciar e conviver com o verde e a beleza. São pequenas atitudes como esta que servem para mostrar que nós, moradores, temos muito a ensinar e a colaborar para o nosso próprio bem‐estar, independente das ações do Poder Público. Parabéns e obri‐ gado. Que esta atitude sirva de exemplo para novas ações.

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Enchentes também preocupam Comissão Linha Verde Humana.

Eduardo Costa: Explosão de audiência, com simplicidade e competência.

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Governador Anastasia e Secretário Wander Borges com a equipe do TCN

Colégio M2, de Lagoa Santa, é referência na Educação em Minas.

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2 Coisas da política

Mesmice, apatia, turma da boquinha, redes sociais. É esperar e conferir

P

assados os festejos de final de ano, um tema, com certeza, tomará conta do noticiário nacional e local daqui por diante, evidentemente, sem deixar de levar em conta os que já se tornaram rotineiros, como corrupção, as‐ saltos, desmandos, desgoverno, hipocrisia, oportunismo e por aí afora. Aqui em Belo Horizonte o quadro já está posto e o atual prefeito, antes conside‐ rado um técnico e com pouca ex‐ periência polí‐ tica, caminha a passos largos ru‐ mo à reeleição, com as bênçãos de seu padrinho político Aécio Neves (PSDB). Poderá ter pela frente apenas a rejeição de uma minoria, nada expressiva, que tanto se esforçou para ele‐gê‐lo e até agora ficou a ver navios na administração municipal. Os compa‐ nheiros, que so‐ mente agora percebem a astú‐ cia e expertise de Aécio Neves, levando consigo até opositores históricos, procu‐ ram a todo custo fazer barulho, provocar a mídia e esticar a corda e, como de costume, quem sabe, garantir uma “boquinha” no governo Federal, que está aceitando de tudo em seus quadros. Quem sabe levam alguns cargos no Dnit para sossegar os leões e por aí vai. De novo mesmo seria convencer o ex‐prefeito Patrus Ananias a

ENCHENTES Prezados Editores, Inundação na Avenida Bernardo Vasconcelos, do Ca‐ choeirinha até a Avenida Cristiano Machado, é Histó‐ ria antiga em BH. Somado ao que aconteceu no ultimo dia de 2011, exige de todos nós que voluntariamente ama‐

TRIBUNA DA CIDADE NOVA EDIÇÃO N. 52 Editores: Lucas Martins Reg. Prof. MG 02485 JP Eugênio Oliveira Reg. Prof. MG 03478 JP Reportagem: Júlio Emílio Tentaterra

POLÍTICA & OPINIÃO

Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012- Edição N. 52

se candidatar. Aí sim, teríamos uma elei‐ ção de fato, de alto nível, como todos belo‐ horizontinos merecem. No cenário estadual não deve haver muita novidade. A atual presidente do Ser‐ vas, Andréa Neves – que tem presença constante ao lado do governador Anastasia em todos eventos do governo mineiro ‐, pela experiência e competência demons‐ trada em outras instâncias caminha para ser a candidata natural do PSDB ao Palácio da Li‐ berdade, ou seja, de Aécio Neves, que está arru‐ mando as malas rumo a uma can‐ didatura à Presi‐ dência da Repú‐ blica. Resumo da ó‐ pera: na falta de novas lideranças caminhamos para a mesmice na polícia mi‐ neira: situação, no comando e oposição apática e acomodada, no aguardo da “bo‐ quinha”. O único fato novo seria a mo‐ bilização através das Redes Sociais, que estão impondo uma nova ordem em vá‐ rios países e até em BH. Que o digam nosso prefeito e vereadores que, leve‐ mente pressionados e atentos às movi‐ mentações dos internautas indignados agiram rápido, criaram um impedimento constitucional no texto da lei que aumen‐ taria os vencimentos dos nobres Edis para a próxima Legislatura.

mos e agimos em prol da qualidade de vida em nossa cidade, um ação forte não mais apenas de conscientiza‐ ção dos parlamentares e ges‐ tores do executivo de BH, que continuam a esperar o caos total, de onde quem sabe possam se sair como HE‐ RÓIS! A PBH e a Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal tem todos os dados que explicam a inun‐ dação total da avenida e en‐ torno a cada temporal que se abate a montante e a jusante da Av. Bernardo Vasconcelos. A comunidade precisa li‐ teralmente salvar suas vidas

Reg. Prof. MG 02.845 JP Fotografia: Santos Filho Colaboradores: Guilherme Avelar, Luciana Sampaio, Ro‐ drigo Denúbila. Redação: Rua Irmãos Kennedy, 114/06 Cidade Nova ‐ Belo Hori‐ zonte ‐ Minas Gerais ‐ 31170‐ 130 ‐ Telefax: (31) 3484 0480 e

e garantir o direito de ir e vir sem medo. Convoco a todos os mem‐ bros da Comissão Comunitá‐ ria Linha Verde e Via 710 Humanas e Integradas, espe‐ cialmente as lideranças locais da e todos os amigos, a em breve realizarmos um grande encontro, onde medidas obje‐ tivas possam ser tiradas e im‐ plantadas pela comunidade. Continuar esperando as auto‐ rida‐des é morrer afogado na porta de casa! Atenciosamente, Waldemar Pedro Comissão Linha Verde Humana e Via 710

(31) 9955 8447. Email Redação: tribunabh@gmail.com Site: www.tribunabh.com.br O jornal Tribuna da Cidade Nova é uma publicação da Logos Editora Ltda., regis‐ trado no Cartório Jero Oliva, arquivada naquela Serventia em 12/09/2007, no Registro nº

Confesso que não entendi! Arquivo/TCN

Por Guilherme Nunes Avelar Advogado

O Brasil, estarrecido, foi informado no final do ano passado que o ministro da Integração Nacional teria aplicado praticamente toda a verba prevista para combate às calamidades públicas (chuvas e secas) em um único Estado, o Pernambuco. Por óbvio que nenhum brasileiro pretende que Pernambuco, esse belís‐ simo Estado que tem dado sobejas provas de capaci‐ dade e progresso, seja es‐ quecido nos investimentos públicos federais, muito menos aqueles destinados a socorrer cidades e pes‐ soas machucadas pelas mazelas naturais. Da mesma forma como não se pretende esquecer Pernambuco das atenções governamentais, não se pretende que nenhum outro Estado seja abando‐ nado à própria sorte. Por isso mesmo é que se imagino que os recursos destinados a essa impor‐ tante esfera de atuação pú‐ blica sejam divididos o mais fraternalmente possí‐ vel, em proporção compa‐ tível com a extensão dos problemas que são co‐ muns a todos os estados e praticamente todas as ci‐ dades brasileiras. Por isso que configura excesso absurdo que o mi‐ nistro tenha aplicado mais de 90% das verbas em questão em seu estado de origem e base eleitoral! Pior ainda, não foi Per‐ nambuco o estado que mais sofreu com calamida‐ des naturais nesses últi‐ mos anos; aliás, e nisso agradecemos a sorte por ele, pouca notícia dessa es‐ pécie citou aquele Estado nesse período. Ora, se é assim, razoa‐ bilidade alguma há na dis‐ tribuição feita; aliás, só se poderia imaginar tal am‐ plitude de privilégio se o único Estado atingido por excesso de chuva ou carên‐ cia absoluta de água fosse ele. Acontece tão funesto infortúnio, claro que toda

1.143, no Livro A. Logos Editora Ltda. Regis‐ trada na JUCEMG sob o nº 3120431497 CNPJ 25.712.977/0001‐62. Insc. Est. nº 62.881.449.00‐81. Circulação: O jornal é distribuído de casa em casa, na Paróquia de Santa Luzia, na Feira dos Produto‐

a atenção deveria se dirigir a tal lugar, mas isso não aconteceu com ninguém, para o bem e nem para o mal. Portanto, nem Pernam‐ buco, nem mesmo Minas Gerais ‐ que sofre horrores com chuvas caudalosas nos últimos anos ‐, merece essa atenção exclusivista e excludente, não havendo nada, rigorosamente nada, que a explique ou a justifi‐ que. Tão inexplicável quanto essa inadmissível política distributiva, que desiguala os brasileiros conforme os interesses comezinhos da autoridade responsável pelos investimentos foi a resposta dada pela Presi‐ dência da República. O que se disse foi que nem a presidente Dilma, nem as ministras responsáveis pelo acompanhamento das políticas públicas (Casa Civil e Planejamento), ti‐ nham conhecimento desse disparate. Uma de duas: ou ne‐ nhuma delas acompanha as informações de execu‐ ção orçamentário do pró‐ prio governo de que fazem parte, ou elas falta‐ ram com a verdade para com o Brasil! Afinal, a entidade que fez a denúncia da absurda concentração de investi‐ mentos utilizou, em sua pesquisa, exclusivamente dados colocados à disposi‐ ção de todos na internet em site governamental. A presidente e suas mi‐ nistras acompanharem esses dados não constitui favor algum, mas obriga‐ ção. Ou elas não cumpriram essa sua obrigação ou, então...

res da Cidade Nova, bancas de revistas, padarias, postos de combustíveis, lojas e em‐ presas dos bairros Cidade Nova, Silveira, Nova Floresta, e partes da Renascença, Ipi‐ ranga, União e adjacências. Periodicidade: 25 de janeiro a 18 de fevereirode, 2012 èèè

Este jornal foi editado seguindo a Nova Ortografia da Língua Portuguesa èèè Os artigos assinados não espe‐ lham, necessariamente, a opinião do jornal, sendo de inteira respon‐ sabilidade de seus autores.


REGIONAL NORDESTE

Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012- Edição N. 52

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Obras do BRT modificam a Cristiano Machado

COM A PISTA CENTRAL FECHADA PARA A TROCA DO PISO DE ASFALTO PARA CONCRETO, OS CONGESTIONAMENTOS OCORREM DURANTE TODO O DIA, COMPLICANDO A VIDA DOS CIDADÃOS, MAS A PROMESSA É DE MELHORIAS NO FLUXO DE TRÂNSITO DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA BRT Foto:Vera Diniz

O

Sistema de Trans‐ porte Rápido por Ônibus (BRT, na sigla em inglês) é promessa da Prefeitura de Belo Horizonte como solu‐ ção para desafogar o caótico trânsito da capital mineira? Essa é a principal questão le‐ vantada pela população. A Prefeitura, junto com a Em‐ presa de Transporte e Trân‐ sito de Belo Horizonte (BHTrans) pretende implan‐ tar este sistema até 2014, mas o cronograma das obras sofre, a cada dia, novas mu‐ danças. A certeza é que a conclusão do BRT da Cris‐ tiano Machado já foram adiadas para julho de 2013, isso se não acontecer mais nenhum imprevisto. Este corredor do BRT começa no bairro São Gabriel e vai até o centro da cidade, passando pelas avenidas Paraná, Ama‐ zonas e Santos Dummond. As obras do corredor da Avenida Cristiano Machado já chegaram ao entorno dos bairros Cidade Nova e Sil‐ veira. A BHTrans desviou todas as linhas de ônibus da pista central (Busway) para as pistas mistas que dão acesso ao centro e aos bair‐ ros. Numa segunda etapa, o trânsito pesado da avenida será desviado para a pista mista do lado do bairro Sil‐ veira. O valor dessa etapa do BRT está orçado em R$ 52, 6 milhões. A BHTrans também in‐ forma que ainda não há pre‐ visão para a fase operacional. Por isso, não existem infor‐ mações precisas sobre o nú‐ mero de veículos BRTs que circularão e nem quantas li‐

O piso asfáltico da Av. Cristiano Machado, onde serão as estações, vai ser substituído por concreto para suportar o peso dos ônibus do sistema BRT

nhas de ônibus serão supri‐ midas da Cristiano Macha‐ do. Algumas linhas, com cer‐ teza, vão ser extintas. Pode ser o caso da que atende a Região Metropolitana via Es‐ tação São Gabriel. Outro corredor de trans‐ portes da cidade abrange as avenidas Antonio Carlos e Pedro I, no sentido Pampu‐ lha‐Centro, e posteriormente no sentido Avenida Vilari‐ nho. Por enquanto está des‐ cartado o corredor Pedro II e Carlos Luz, “devido ao alto

valor dessa obra”. Mudanças – Poderão acontecer alterações no trân‐ sito da Região da Cidade Nova a todo o momento. A expectativa é que o moto‐ rista que conhece bem a re‐ gião vai abandonar o trajeto da Av. Cristiano Machado migrando para ruas dentro dos bairros Silveira, Nova Floresta, Cidade Nova, Sa‐ grada Família e Colégio Ba‐ tista. A BHTrans publicou no dia 17 de janeiro, a se‐ guinte nota: “A Prefeitura de

Belo Horizonte, por meio da BHTrans, informa que, de‐ vido às obras do BRT (Transporte Rápido por Ôni‐ bus), foi realizada a interdi‐ ção da conversão da Avenida Cristiano Machado (sentido Bairro/Centro), para a Avenida Silviano Brandão, no bairro da Graça. Os con‐ dutores devem seguir na Avenida Cristiano Machado (sentido Bairro/Centro), acessar a Rua Cyro Borja (passando pelo Bairro Colé‐ gio Batista, acima do Túnel

da Lagoinha), Avenida Cris‐ tiano Machado (sentido Centro/Bairro) e Avenida Silviano Brandão”. A empresa explica que agentes da Unidade Inte‐ grada de Trânsito monito‐ ram o tráfego na região e que foram implantadas sina‐ lizações das obras para orientar motoristas e pedes‐ tres. A empresa pede, ainda, maior atenção de motoristas e pedestres no período de implantação do Corredor BRT‐Cristiano Machado.

Sobre o BRT O Transporte Rápido por ônibus (BRT) é um sis‐ tema de transporte por ônibus de alta capaci‐ dade e alta qualidade, operado de forma seme‐ lhante ao metrô. O sis‐ tema possui: veículos modernos com maior ca‐ pacidade de transporte de passageiros; estações de transferência ao longo do itinerário de forma a permitir a cobrança ex‐ terna da tarifa e embar‐ que em nível, acelerando os tempos de embar‐ que/desembarque; siste‐ mas de controle informatizados, permi‐ tindo o acompanha‐ mento da operação em tempo real; sistemas de informação ao usuário em tempo real; circulação em vias exclusivas, mini‐ mizando as interferências com o tráfego geral. Fonte: BHTrans.


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SAÚDE & BELEZA Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012- Edição N. 52

Passo a passo para se retirar Chás que emagrecem

a maquiagem da pele Por Luciana Sampaio Esteticista

Por Vânia Almeida Professora Alguns chás se destacam por serem diuréticos e combate‐ rem a retenção de líquidos, outros ajudam a controlar a ansiedade (principal fator para que muitas pessoas abu‐ sem do consumo de alimen‐ tos calóricos) e os que inibem o apetite. Tome Nota: Antes de iniciar

É

uma dieta de emagrecimento ou consumir chás feitos com ingrediente naturais, consul‐ tem um nutricionista ou mé‐ dico especializado. A ingestão de chás para ema‐ grecimento não substitui uma dieta rica em legumes, horta‐ liças e frutas e a prática regu‐ lar de exercício físico. Os chás são paliativo no tratamento para emagrecimento, além de seu poder terapêutico.

CHÁS QUE AJUDAM: Foto: Reprodução Neshaneh

Reprodução

muito comum, de‐ pois de um dia de trabalho ou logo após a ba‐ lada, muitas mu‐ lheres chegarem à suas casas cansa‐ das e irem direto dormir, sem remo‐ ver a maquiagem. O ato de tirar a maquiagem todas às noites deve ser levado a sério! Quando se trata de retirar o make antes de ir para a cama, não dá para fazer corpo mole. “Dormir ma‐ quiada pode entu‐ pir os poros, aumentar a oleosi‐ dade e provocar espinhas, perigo que aumenta para quem já possui a pele mista ou oleosa, além de levar ao envelhecimento precoce da pele”, avisa Luciana Sampaio, esteticista. Miriam Castro, maquiadora profissio‐ nal de noivas do instituto Andrea Horsth, dá algumas dicas para remoção da ma‐ quiagem. Observação importante: Os movimentos devem ser circulares e suaves para cada região do rosto. Nunca esfregue o algo‐ dão contra a pele. 1.‐ Olhos: Comece a retirar a maquia‐ gem dos olhos, já que sempre é a mais di‐ fícil de remover. Molhe um chumaço de algodão em ambos os lados com um demaquilante es‐ pecífico para a região dos olhos. Posi‐ cione‐o logo abaixo da sobrancelha e faça um movimento do canto interno para o canto externo do olho. Repita. Com os olhos abertos e olhando para o teto, vire o algodão e passe rente aos cí‐ lios inferiores, indo do canto interno para

Descubra como os chás podem ajudar na eliminação de gordura e consequentemente na perda de peso

o canto externo do olho. Repita até tirar todos os resíduos. 2.‐ Rosto: Coloque um pouco de de‐ maquilante em outro algodão, para reti‐ rar a base e o blush. Passe do centro para fora do rosto: na testa, nas bochechas e até no pescoço se este estiver maquiado. Saliento que mesmo após aplicar o de‐ maquilante, no qual a função é apenas de remover os pigmentos de cor, deve‐se usar um sabonete e um tônico específico para o tipo de pele, o sabonete fará a reti‐ rada de toda a sujidade e oleosidade da pele e o tônico irá reequilibrar o ph da mesma, o uso de sabonetes, maquiagens, poluição e demais produtos cosméticos alteram o ph da pele, e é o tônico que proporciona o equilíbrio necessário nesse aspecto. Instituto Andrea Horsth Contato: (31) 3444 2423 Luciana Sampaio: (31) 7134 1703

Cabelo de milho: Acaba com a retenção de líquidos e inflamações na bexiga. u A retenção de líquidos na bexiga é um dos fatores que causam inchaço e a sensação de que estamos com uns quili‐ nhos a mais. Camomila: (gê‐ neros Anthemis e Matricaria) Ameniza a an‐ siedade e ajuda a diminuir o apetite. u A camomila é um remédio caseiro poderoso. Por seu efeito calmante, diminui a an‐ siedade que leva tanta gente a comer em excesso. Garcínia: Essa fruta poderosa inibe a absorção de gordura. u Cada vez mais a garcínia, fruta originária da Índia, tem se tornado uma importante aliada de programas de ema‐ grecimento. Chapéu‐de‐couro: Diurético, auxilia na eliminação de toxi‐ nas e gorduras. u O chapéu‐de‐couro é uma das plantas mais famosas do universo fitoterápico. Graças ao seu poder diurético, tam‐ bém é apreciado em dietas. Dente‐de‐leão: Deixa a pela mais bonita e combate a celu‐ lite. u O chá de dente‐de‐leão tem sabor amargo, mas é diu‐

rético e diminui a retenção de líquidos no organismo, dando a sensação de leveza. Erva‐doce: Tranquiliza e con‐ trola a ansiedade. u Como a erva‐doce tem ação calmante, pode ser uma boa alternativa para controlar a ansiedade durante o re‐ gime, ajudando a amenizar a vontade comer. Porangaba: Evita a formação de depósitos de gordura no organismo. u A verdadeira porangaba tem o nome científico de Cor‐ dília Salícifolia e muitas vezes é confundida com chá‐de‐ bugre (Casearia Sylvestris). Chá‐verde: Queima calorias e gorduras mais rapidamente. u O chá‐verde é rico em pro‐ priedades medicinais e faz muito bem a saúde. Seu uso também tem sido bastante in‐ dicado para perder peso.


COMUNIDADE/CONQUISTAS

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PBH: comunidade espera sempre

mais ação e interação • Estacionamento proibido na Avenida Cristiano Machado Dentre muitas outras conquistas da comunidade, agora chegou a vez de a BHTrans também reconhe‐ cer o perigo que represen‐ tava a permissão para estacionamento de veículos (foto) ao longo da Av. Cris‐ tiano Machado, especial‐ mente no trecho entre a

Praça Manoel Bandeira e Rua Jarbas Vidal Gomes, logo após o cruzamento com a Av. José Cândido da Silveira, no sentido centro‐ bairro. Finalmente a Prefei‐ tura Municipal, através da BHTrans, em função das obras do BRT, resolveu agir e verificar que a situa‐

ção do trânsito no local era insustentável e perigosa, colocando em risco cente‐ nas de motoristas e tran‐ seuntes. O local já foi sinalizado e ali não se esta‐ ciona mais. Parabéns BHTrans, ao interagir de fato com a comunidade da Região Nordeste de BH. Fotos: Arquivo TCN

• Ação e dignidade Bastou o Tribuna da Ci‐ dade Nova registrar e de‐ nunciar uma situação de risco e abandono de adul‐ tos sem teto, na confluência da Rua Irmãos Kennedy com a Avenida José Cân‐ dido da Silveira, na Cidade Nova (fotos), para que a Regional Nordeste, através do atual Administrador, Jorge Spechidt fosse até o

local e promovesse o deslo‐ camento daquela popula‐ ção de rua, que também precisa de carinho e aten‐ ção, para um local digno e adequado. Parabéns ao novo Administrador que já mostrou para o que veio: profissional compromis‐ sado e atento às demandas da nossa região, sem lançar mão da politicagem.


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EDUARDO COSTA

Chamada geral para a simplicidade, o talento e a competência

“S

ou adepto da ideia de fazer o simples. O segredo é sim‐ plificar”, declara enfático o jornalista Eduardo Costa, natural do Distrito Inácia de Carvalho, no município de São José da Lapa, Região Metropolitana de Belo Ho‐ rizonte. Tem 34 anos de pro‐ fissão, principalmente no rádio. Trabalhou por oito anos na rádio Guarani, e, na Rádio Itatiaia, onde está há 26 anos, apresenta o pro‐ grama Chamada Geral, de segunda a sexta‐feira, de 13 às 14 horas. É sucesso absoluto à frente desse programa jor‐ nalístico que aborda, com uma linguagem informal e opinativa, os problemas do dia a dia como segurança pública, trânsito, saúde, tra‐ balho e comportamento. Explora com competência a participação do público

Foto: Reprodução Rádio Itatiaia

através do telefone e de mensagens pela internet, via e‐mail. A flexibilidade é outra característica de seu programa radiofônico. Ele quebra notícias policiais, uma ‘barra pesada’, com bom humor. Desde 2010, Eduardo Costa está também no jor‐ nalismo televisivo, na Re‐ cord Minas onde apresenta o “MG no Ar”, de segunda à sexta‐feira, a partir de 7h15. Com isso, alterou a rotina de trabalho, pois acorda às 5h30, para enca‐ rar as câmeras da televisão. “Na TV é outro público. É bom e ruim ao mesmo tempo. O lado bom é a po‐ pularidade e o péssimo é o cerceamento da liberdade pessoal. Mas sou bem tra‐ tado na televisão”, declara Eduardo A biografia de Eduardo Costa inclui sua formação como jornalista na antiga

SALA DE VISITAS Fafi‐BH, hoje Uni‐BH, com pós‐graduação em Valores Humanos pela Fundação Getúlio Vargas, mestre em Ciência Social pela PUC Minas, com foco em Gestão de Cidades. Sua dissertação foi sobre o Mercado Central da Capital, mais tarde publi‐ cada em livro. Publicou tam‐ bém seu relato pessoal sobre o “Vila Viva”, do aglome‐ rado da Serra. “Sou fã desse programa de habitação po‐ pular”, diz o jornalista. Ele também é professor, licenciado, do curso de pós‐ graduação do Uni‐BH, na especialidade Rádio e TV. Atualmente faz pós‐gradua‐ ção em Sustentabilidade na Fundação Dom Cabral. Tem experiência e marcante pre‐ sença na mídia impressa atuando no extinto Diário de Minas, no Diário da Tarde, no Super Notícias, no jornal Aqui e no Hoje em Dia. Nos últimos anos, pas‐ sou por problema de saúde, quando foi detectado um princípio de Câncer na Próstata. “Tornei púbico o meu problema de saúde para alertar sobre esse tipo de câncer. Surtiu efeito, por‐ que homens me dizem que depois do meu alerta, resol‐ veram fazer exames”, fina‐ liza Eduardo.


ENTRETENIMENTO Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012- Edição N. 52

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Minas Shopping

curte suas modernas salas de cinema

O

Minas Shop‐ ping e o Ci‐ neart Multiplex inauguraram oficialmente, dia 17/01, para convidados da imprensa, as novas salas de cinema do centro co‐ mercial da região Nordeste de Belo Horizonte. O com‐ plexo de cinema possui seis salas com padrões de áudio e vídeo digitais de última geração, sendo quatro em 2D e duas em 3D (salas 1 e 2), que podem receber 1200 pessoas confortavelmente em poltronas reclináveis de couro ecológico. Segundo o gerente geral da rede Cineart, Lúcio Otoni, outra novidade está no sistema Ex Wall que apresenta tela de projeção que ocupa espaço de uma parede a outra da sala, am‐ pliando o campo de visão do espectador. “Além disso, nosso arquiteto pro‐ jetou as salas de cinema com o maior “pé‐direito”

R. Denubila

[altura] da cidade, favore‐ cendo a acústica e o con‐ forto”, acrescenta Lúcio. O Cineart Minas Shop‐ ping oferece, ainda, um di‐ ferencial que deve ser levado em conta para pais que levam seus filhos pe‐ quenos ao cinema. “Cria‐ mos uma Sala da Família, ou seja, um banheiro espe‐ cial onde homens e mulhe‐ res podem levar seus filhos pequenos ao toalete, com equipamentos especiais para crianças e bancada para trocar fraldas”, explica o arquiteto João de Paula. Pensando na Copa do Mundo de 2014 o cinema receberá também transmis‐ sões ao vivo dos jogos da seleção. Expansão – Comemorando a retomada do cinema ao Minas Shopping, depois de três anos de paralisação e obras, o gerente geral do centro comercial, Cícero Mello Sant’Anna, explica que esta iniciativa visa

atender à demanda da Classe B da Cidade Nova e região, bem como os fun‐ cionários da Cidade Admi‐ nistrativa, “que passam a contar com o que há de mais moderno na Cidade”. Entretanto, Cícero garante que o Minas Shopping não se descuidará da Classe C, a chamada nova classe média brasileira. “Na ver‐ dade, ao convidarmos o Ci‐ neart para o Minas Shopping estamos presen‐ teando nossos clientes mais fiéis, oferecendo equipa‐ mentos de altíssimo nível, compatíveis com os mais modernos shoppings do país”. O gerente geral informa que o Minas Shopping terá, brevemente, 60 novas lojas e 1000 vagas de estaciona‐ mento coberto. “as obras de expansão estão a todo vapor e o mix de lojas vai ser adequado às exigências dos nossos clientes”, acres‐ centa Cícero Sant’Anna.

Salas de cinema são confortáveis, com poltronas reclináveis, revestidas com couro ecológico

Fotos: R. Denubila

O projeto arquitetônico optou por amplo espaço no hall que dá acesso às seis salas de cinema do Cineart Minas Shopping. Para o gerente geral, Cícero Sant’Anna (foto), o capricho na concepção do novo cinema é para presentear os clientes fiéis do Shopping e atrair novos usuários exigentes, que terão na região salas compatíveis com que há melhor no país

As seis salas são amplas, têm pé direito alto e podem receber cerca de 1.200 espectadores ao mesmo tempo. A novidade é que o Cineart utiliza pela primeira vez na cidade o sistema Ex Wall, com tela de parede a parede que amplia as percepções e sensações do espectador


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EM TEMPO

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Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012- Edição N. 52

VALE A PENA CONFERIR Valdez Maranhão

Clube do Cavalo de Sabará sob nova direção Fotos: Arquivo TCN

Anamélia Pereira (Princesa), Dario Neves (Rei Momo) e Fátima Brito (Rainha)

Maranhão, mais uma vez, faz a diferença

Clube do Cavalo de Sabará acaba de eleger sua O nova diretoria. Para presidente foi eleito o dinâ‐ mico e competente Geraldo Baú e para seu vice, Neto Sucupira juntamente as destacadas personali‐ dades de Sabará. Nas fotos, o vice‐presidente Neto

Sucupira, o prefeito de Sabará, William Borges, o presidente Geraldo Baú, o convidado Arthur e o se‐ cretário estadual de Desenvolvimento Social, Wan‐ der Borges, e Pedro, que compareceram na concorrida posse e na confraternização.

Como se não bastasse ser uma das grandes referências da Capital tanto na culinária quanto para local ideal para se comemorar datas especiais, o Boteco do Mara‐ nhão, diga‐se Valdez Maranhão, não para de inovar. No último sá‐ bado, ali foi eleita a Corte Real Mu‐ lambos (foto) que vai participar oficialmente do Carnaval de Belo Horizonte neste ano.

Arquivo TCN

N. FLORESTA: Confraternização no Lar dos Meninos São Domingos

F

oi das mais animadas a confraternização de final de ano do Lar dos Meninos São Domingos no bairro Nova Floresta. À frente da conceituada Obra Social a dinâmica presidente Anália Gomes que, juntamente à sua diretoria, voluntários e a comunidade do bairro, fazem da instituição uma referência no setor assistencial e educacio‐ nal em prol de centenas de crianças.

Jaduí Macedo recebe premiação Foto: Reprodução

Goiânia (GO), o Prêmio Interarte de ‘Melhor Documentário do Ano’, com o livro “Os Maiores Crimes de Todos os Tempos”, documentário, que entre outros temas, trata da trajetória dos assassinos em série. Na foto, a escri‐ tora Janduí Macedo.

Anália Gomes, Dona Zélia, diretoria, amigos e voluntários na concorrida confraternização

Cirque Du Soleil e Partnersnet: Tudo a ver

P

rofissionalismo, comprometi‐ mento, competência. É o mí‐ nimo que se pode dizer do show do Cirque Du Soleil em Belo Hori‐ zonte, que explora o tema “Varekai: no interior de um vulcão, existe uma floresta misteriosa onde tudo é possível”. Profissionalismo tam‐

m co‐autoria, as Escritoras Iza‐ E belle Valladares e a escritora Jan‐ duí Macedo receberam, na cidade de

bém da equipe da empresa Part‐ nersnet – Comunicação empresa‐ rial, na recepção aos órgãos de imprensa convidados para o ensaio aberto do deslumbrante espetáculo Varekai. A equipe do TCN esteve lá. A Partnersnet, mais uma vez, fez a diferença. Parabéns!

Foto: Arquivo TCN

Reprodução: T4f

jornalistas Eugênio Oliveira e Lucas Martins (nas laterais), edi‐ OS tores do jornal Tribuna da Cidade Nova, estiveram reunidos na Ci‐ dade Administrativa com o governador Antonio Anastasia e o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, deputado Wander Borges. Eles foram convidados para a solenidade do “Vozes do Morro”, programa de integração do governo mineiro, dirigido por Andréa Neves. Na oca‐ sião, Lucas Martins convidou o governador Anastasia a participar das festividades de 75 anos da Fundação Felice Rosso e dos 60 anos do Hos‐ pital Felício Rocho. O governador é neto de Anielo Anastasia, um dos fundadores da Fundação, mantenedora do hospital.


GERAL

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Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012- Edi��ão N. 52 Eugenia/Morgue File

Estatuto do Pedestre: Ações do Legislativo e Executivo de Belo Horizonte são os primeiros passos para que a cidade tenha um ordenamento civilizado para os pedestres como outras cidades modernas do mundo, como em Tókio, no Japão

Pedestre de Belo Horizonte ganha estatuto

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prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, sancio‐ nou, no dia 12 de janeiro, a Lei n.º 10.407/2012 que ins‐ titui o Estatuto do Pedestre definindo os “direitos e deveres do pedestre no uso do espaço público. O pedestre será considerado em suas especifici‐ dades relativamente à sua faixa etá‐ ria, ao seu porte físico, à sua capacidade auditiva, visual e de loco‐ moção Os direito e deveres se esten‐ dem à pessoa que transita em

cadeiras de rodas”. O pedestre tem, entre outros direi‐ tos, “a segurança, conforto e tranqui‐ lidade; sistema de sinalização eficiente; instalações sanitárias de uso gratuito; condições de iluminação, pavimentação, conservação e escoa‐ mento de água pluvial dos logradou‐ ros públicos”. São deveres dos mesmos “atender à sinalização de trânsito; proceder de modo respei‐ toso relativamente ao motorista e ao seu tráfego de veículos”. O Executivo

buscará parcerias com organizações públicas e privadas, com o propósito de assegurar o comprimento desta lei. Esta lei é originária do projeto apresentado pelo vereador Adriano Ventura (PT), que sofreu veto parcial do prefeito. Foram quatro artigos que dispõem “sobre a instituição, compo‐ sição e competências do Conselho Municipal dos Pedestres, a criação da Ouvidoria do Pedestre para receber sugestões, reivindicações e denúncias

por meio de ligações gratuitas e a rea‐ lização da Conferência Municipal do Pedestre a cada dois anos, com o ob‐ jetivo de estabelecer e avaliar as me‐ didas de viabilização da lei e medidas de incentivo ao deslocamento a pé”. O prefeito considerou esses temas “invasão de competência”, já que matérias que dispõem sobre a “insti‐ tuição e definição de atribuições de órgãos integrantes da estrutura ad‐ ministrativa” são de iniciativa priva‐ tiva do Poder Executivo.

Governo de Minas faz acordo com Petrobras para ampliação de Usina de Montes Claros

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Petrobras Bio‐ combustível e o governo de Minas Gerais as‐ sinaram no dia 26 de janeiro, em Belo Horizonte, proto‐ colo de intenções que prevê investimentos de até R$ 28 milhões na ampliação em 40% da capacidade de pro‐ dução da Usina de Biodiesel de Montes Claros, Norte de Minas, que passará dos atuais 108,6 milhões de li‐ tros/ano para 152 milhões de litros/ano. Até 2014, está pre‐ visto a ampliação dos atuais 3.200 para 4.500 pequenos produtores mineiros na ca‐ deia do biodiesel. A expan‐ são da usina de Montes Claros, em operação desde 2009, deve gerar mais 27 postos de trabalho, que atualmente conta com 167 profissionais. O governo do Estado tem, entre os seus compro‐ missos no protocolo, o in‐

Fotos: Imprensa Petrobras

centivo à aquisição de maté‐ ria‐prima e insumos em Minas Gerais, que é o 2º maior consumidor de bio‐ diesel no País e importa o produto de outros estados para suprir sua demanda. As medidas firmadas per‐ mitirão aumento da oferta de biodiesel e redução da importação de outros esta‐ dos. Segundo o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, “com esse apoio, vamos aumentar a produção de biodiesel em Minas Gerais, ampliar a compra de matéria‐prima e fortalecer a agricultura fa‐ miliar. Isso significa mais renda e desenvolvimento para Minas Gerais e mais crescimento para a Petro‐ bras Biocombustível”. Para o governador, Anto‐ nio Anastasia, “o biocom‐ bustível é um segmento em que nós estamos sempre

Usina de Biodielsel de Montes Claros avançando e a tendência do mundo é seguir essa trilha. Não só tecnologicamente vão se criando inovações, como também o mercado as aceita muito bem. Notícias de investimentos como esse, para uma região que apre‐ senta tantas necessidades como o Norte de Minas, nos traz muita satisfação e mos‐ tra que nossos esforços para levar até lá empregos de valor e diversificados têm tido resultado”.

O governador Antônio Anastasia e o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, assinaram protocolo que prevê aumento de compras e o fortalecimento da agricultura familiar no Estado


CULTURA

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Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012- Edição N. 52

Espetáculo para todos os gostos nos teatros da Capital O Pirex do Grupo Armatrux”, dirigido por Eid Ribeiro; “Till, a Saga de um Herói Torto”, com o grupo Galpão. No teatro infantil, vale conferir com a criançada “A Maior Flor do Mundo”, com adaptação de Sérgio Abritta; “O Boi da Manta e Outros Mitos”, a comédia “O Rei Careca”, do premiado escritor Ângelo Ma‐ chado e também de “Flicts”, de Zi‐ raldo. Novidades em 2012 são oficinas e palestras: a oficina de Empreende‐ dorismo Cultural e Criativo, minis‐ trada por Rafaella Cappai. Os temas das palestras são Branding: Cons‐ truindo a Força da Marca e Comuni‐ cação Digital e Novas Mídias. Ainda tem Rodas de Conversas com temas variados. Os ingressos nos postos de ven‐ das custam entre R$ 5,00 e R$ 12,00. O posto mais tradicional é o do Mer‐ cado das Flores, na Avenida Afonso Pena com Rua da Bahia, funcio‐ nando diariamente entre 9h e 19h. O Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (SIM‐ PARC) alerta que os preços promo‐ cionais são válidos somente nos postos de vendas ou pela internet. Todas as informações pelo telefone (31) 3222 1049.

Divulgação

Grupo Galpão apresenta “Tio Vânia (aos que vierem depois de nós)”, de Anton Tchékhov, com direção de Yara de Novaes, em cartaz de 2 a 5 de fevereiro no Grande Teatro do SESC Palladium

A arte contemporânea do Oficcina Multimédia Desde sua criação, em 1986, o projeto “Verão Arte Contemporâ‐ nea” (VAC) privilegia a diversi‐ dade, os novos espetáculos de artes cênicas, a música, a dança, as artes visuais, os vídeos e a litera‐ tura; mais ações relacionadas à moda, à gastronomia e à ecologia. São 45 atrações, com preços popu‐ lares, espalhados por 24 espaços públicos e culturais da capital. A programação vai até dia 12 de fe‐ vereiro. O VAC é idealizado e realizado pelo Grupo (GOM) dirigido pela experiente Ione de Medeiros. A sexta edição tem como recorte “a produção contemporânea no Bra‐ sil e a valorização dos artistas lo‐

cais com valores culturais que compreendem a pesquisa, a expe‐ rimentação e a divulgação em todas as da criação artística”, de‐ clara Ione de Medeiros. “A novi‐ dade, neste ano, são as palestras que giram em três temas: específi‐ cos: arquitetura, teatro e litera‐ tura”, informa a diretora. O Verão Arte Contemporânea – VAC 2012 – vai até 12 de fevereiro de 2012. Ingressos: R$14 (inteira) e R$7 (meia‐entrada) Eventos gratuitos: Exposições, mostras de filme, arquitetura, lite‐ ratura e algumas apresentações musicais. Preços diferenciados: In‐ formações completas pelos telefo‐ nes: (31) 3227 7331 e 8809 9792.

Divulgação

s teatros da capital conti‐ nuam a fazer festa com a 38º Campanha de Popula‐ rização do Teatro e da Dança, que vai até 4 de março. São 143 espetáculos com predominância das comédias, mas com direito a ópera no Palácio das Artes, tragédia, drama, tragicomédia, musical, dança contemporânea e de salão e teatro Infantil. A programação incluiu monta‐ gens mais recentes e espetáculos an‐ tigos, como “Tio Vânia”, do Grupo Galpão e “Acredite, Um Espírito Bai‐ xou em Mim”, com a dupla Ílvio Amaral e Maurício Canguçu, que conta a história de um homossexual que, não aceitando a própria morte, foge do céu buscando novas expe‐ riências e acaba criando uma grande confusão após se ‘incorporar’ num machista radical. O espetáculo é su‐ cesso de público e bilheteria desde 1998, ano que conquistou o prêmio SESC/SATED de Melhor Espetáculo Teatral de Minas. Ílvio e Maurício emplacaram outros espetáculos na atual Campanha. Algumas montagens ganham destaques: “Conto de Aprendiz”, baseado no livro homônimo de Car‐ los Drummond de Andrade; “No

TEATRO INFANTIL: “A Maior Flor do Mundo”. Texto do escritor português José Saramago adaptado e dirigido por Sérgio Abritta, em cartaz de 4 de fevereiro a 4 de março, no Teatro Santo Agostinho


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EDUCAÇÃO

Belo Horizonte, 25 de janeiro a 18 de fevereiro, 2012 - Edição N. 52

Educação levada a sério

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questão educacio‐ nal na Prefeitura Municipal de Belo Horizonte tem sido levada a sério em todas suas instâncias, uma referência nacional, dife‐ rente do que se constata na área da Política Social, que precisa de maior atenção. Não há a menor dúvida de que o setor educacional da capital mineira, após o conturbado e duvidoso processo da escola plural, ganhou nova dimensão e maior representatividade com a entrada da atual Se‐ cretária Municipal de Edu‐ cação Macaé Evaristo, dinâmica, competente e que interage de fato com muita simplicidade com o setor educacional. Apenas para constatar, atualmente Belo Horizonte é uma referência na educa‐ ção infantil no país, se des‐ tacando com ações resultantes de uma receita que, nos últimos anos, combinam e valorizam in‐ vestimentos em espaços, recursos pedagógicos, pro‐ fissionais e, mais impor‐ tante, práticas baseadas na

Fotos: Arquivo TCN

valorização das pessoas. Dessa forma, o prefeito Márcio Lacerda recente‐ mente anunciou a constru‐ ção de 32 novas Unidades Municipais de Educação Infantil (Umeis) na capital até dezembro deste ano, com recursos da Prefeitura e por meio de Parceria Pú‐ blico Privada (PPP). As obras terão início imediato e as novas unida‐ des vão elevar o número de Umeis de BH para 95. Hoje, Belo Horizonte tem 63 uni‐ dades que atendem cerca de 20 mil crianças. “Além disso, a Prefeitura conta com 193 creches convenia‐ das que recebem outros 22 mil alunos”, disse a secre‐ tária municipal de Educa‐ ção, Macaé Evaristo. Como cada Umei atende em média a 400 crianças, mais de 50 mil crianças poderão ser atendidas na educação infantil na cidade, in‐ cluindo as creches conve‐ niadas. É BH no caminho certo, valorizando a educação, mas precisando da mesma competência e dinamismo no setor social.

Professor Valseni Braga, diretor geral do Colégio Batista Mineiro; Pr. Arlécio Franco, presidente da Junta de Educação Convenção Batista Mineira; Secretária Municipal de Educação, Macaé Evaristo e o diretor do Tribuna Cidade Nova, Eugênio Oliveira, comprometidos com a boa educação

A Política Social em Belo Horizonte ainda está longe do ideal. A exemplo do que ocorre por toda a cidade, a população carente precisa de melhor assistência por parte dos órgãos públicos. Há quase quatro anos, famílias moram em um imóvel abandonado invadido na Avenida José Cândido da Silveira, na Cidade Nova. No local,várias crianças convivem com as maisprecárias condições sanitárias, certamente permanecem longe da escola

Lagoa Santa agora oferece qualidade de ensino de BH

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agoa Santa, pró‐ xima à capital mi‐ neira, é a cidade mais favorecida pelo progresso trazido pela reativação do aeroporto de Confins e Linha Verde, além da Cidade Adminis‐ trativa. Com todas essas implementações e ainda vi‐ vendo a expectativa de im‐ plementação do novo Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica, a cidade cresceu não só economicamente e como pólo turístico de beleza na‐ tural/histórica, mas tam‐ bém no setor educacional. Ciente da importância do município para o estado de Minas Gerais, profissio‐ nais com respeitado know how em educação abriram com pioneirismo, vale res‐ saltar, o primeiro colégio em Lagoa Santa onde a qualidade de ensino é a mesma de Belo Horizonte. Assim surgiu o Colégio M2, localizado na beira da lagoa, um dos pontos turís‐ ticos mais belos do nosso estado. Antes voltado ape‐ nas para Ensino Funda‐ mental II e Médio, a escola, atendendo as necessidades do mercado, ampliou sua área de atuação, recebendo

Fotos:Jéssica Félix

a partir de Fevereiro de 2012 estudantes também do Ensino Fundamental I. Com apenas 2 anos de atuação, a metodologia de ensino do Colégio M2 já re‐ sultou na aprovação de 80% dos alunos treinantes no vestibular 1º Semes‐ tre/2011, o que prova a qualidade da preparação que é dada por um corpo docente formado por pro‐ fessores com experiência em renomadas instituições de BH. A escola oferece todo o necessário para altos índi‐ ces de aprovação nas me‐ lhores universidades do país como UFMG, ITA, UNICAMP e Ciências Mé‐ dicas, sendo já referência de ensino em Lagoa Santa. Com uma infraes‐ trutura de mais de três O empresário e professor Emiro Barbin Janaína Viana e Rodrigues, na solenidade de inauguração da semil metros quadrados, Cláudia gunda unidade do Colégio M2, em Lagoa Santa conta com salas equipa‐ das com recursos multi‐ mídia, sala de informática professores para auxiliar de Dança, Mostra Cultu‐ com acesso à internet, bi‐ no esclarecimento das dú‐ ral e projetos especiais blioteca e laboratórios de vidas, ajudando também que investem em respon‐ química, física e biologia os pais que nem sempre sabilidade social além de equipados com tecnologia dispõem de tempo para programas de incentivo de ponta. Destaque para o isso. Mas, lá, a formação são fixos no calendário do Módulo Para Casa, que humanística também é va‐ colégio. permite ao aluno fazer lorizada. Eventos como O M2 está, assim, com‐ seu dever em um local Festa Junina, Halloween, pleto para formar os me‐ apropriado e junto aos Baile das Mães, Festival lhores cidadãos do futuro.

Educação Infantil e Ensino Fundamental I Na Educação Infantil, as crianças do Colégio M2 têm a oportunidade de brincar, descobrir e aprender utilizando‐se dos diversos materiais e experiências. Os educado‐ res do M2 sabem que a brincadeira é de funda‐ mental importância no processo de aprendiza‐ gem das crianças, que são, nestes momentos, tam‐ bém possível construir bases sólidas que fortale‐ cerão sentimentos de res‐ peito mútuo, solidariedade e compa‐ nheirismo. O M2 inaugurou um espaço exclusivo para atender os alunos da Edu‐ cação Infantil e Ensino Fundamental I. O objetivo principal do colégio é for‐ mar cidadãos críticos e conscientes de que o todo é formado pelas partes, e cada pessoa é fundamen‐ tal na construção de um mundo melhor. Colégio M2 – Rua Vereador Ildeu Viana Matos, 273 ‐ Centro Lagoa Santa – em frente à lagoa


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