Issuu on Google+

RESENHA DESCRITIVA

ADORAÇÃO BÍBLICA

Russell Shedd

Aluna: Claudia Rivera Silva


Resenha descritiva

ADORAÇÃO BÍBLICA Russell Shedd (Aiquile, Bolívia - 10 de novembro de 1929) É um conceituado teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil. Trabalhou por um curto período em Portugal. Após transferiu-se definitivamente para o Brasil em 1962, estabelecendo-se em São Paulo, onde fundou as Edições Vida Nova há mais de 40 anos, atualmente, Shedd é Presidente Emérito da Vida Nova e consultor de Shedd Publicações.

Resumo Capítulo I a X:

“Eis que Deus é a minha salvação; confiarei e não temerei, porque o Senhor Deus é a minha força é o meu cântico” (Is. 12. 2-3). O novo adorador começa com um sentimento de obrigação de servir a Deus no culto vai aprendendo a amá-lo e progride até que todo o seu coração se concentre na beleza da persona do Senhor. “O homem mantêm-se agitado até encontrar seu descanso em Deus” (Agosthino) A nossa adoração deve ocupar toda a nossa mente. Para oferecer um culto verdadeiro, todo ser precisa-se envolver. A humildade é um fator muito importante na atitude do ouvinte da palavra de Deus, assim como a convivência cristã (Ef. 4-2).

Preparo para a Adoração O passo da busca Auto-avaliação pelo arrependimento: - Adoração sem arrependimento não agrada ao Senhor. O passo da meditação O passo da expectativa - O espírito do adorador que espera no Senhor sabe que existem experiências melhores do que as que já experimentou.

A prática da Adoração (Ex. 25-9) O que é mais importa a respeito de um homem é o que ele crê a respeito de Deus. Para crer torna-se essencial saber, ser instruído. Como adoração sem amor de nada vale (1.Co.13) uma mensagem sem iluminação também é inútil.


Salmos, hinos, cânticos, descrevem de modo global o âmbito da adoração expressa pela música e estimulada pelo espírito. Paulo lembra aos Romanos que a oferta de seus corpos a Deus é um ato de adoração espiritual, se, contudo, esses mesmos corpos estiverem sujeitos ao cabeça para sentir, profetizar, ensinar, exortar, contribuir, presidir e exercer misericórdia. (Rom. 12. 1-8)

Os efeitos da adoração Qual é a razão de os cristãos passarem tantas horas sentadas nos templos, cantando, orando e ouvindo mensagens: Deus ordena que o adoremos à luz do preço infinito da salvação pago na cruz, todo sacrifício de tempo, dinheiro e esforço físico sempre será pequeno. Adoração verdadeira oferecida pelo Espírito Santo ao único Deus provoca efeitos pela comunhão de ambos: 1, Segurança: Salmos 42 e 43 2, Comunhão e reconhecimento mútuo: At. 2 e 4, 1 Jõao e Mt. 25. Adorar ao Pai estimula a apreciação pelos filhos. Se este não e o resultado do culto prestado pela igreja, pode-se concluir que ele não e verdadeiro, mas espúrio, uma simples forma sem essência. "Dá para todos", disse Agostinho, "para garantir não passar de lado ao próprio Cristo”. 3, Santificação: Is 6 A mulher Samaria (Jo. 4. 39) 4, Visão transformada: Hb. 12.2 5. Evangelização: O Mestre convidou os discípulos a seguirem-no, mas sem obrigá-los a ir. (At.1:8). A adoração é a chave de ouro que motiva a evangelização. 6. Preocupação com a alegria de Deus: Deus procura verdadeiros adoradores que o glorifiquem (Rm. 11.36). Se nos apegarmos à verdade revelada na Bíblia até o ponto de habitarmos na sua palavra, certamente chegaremos a conhecer melhor a Deus. (Mc 7.6,7). Deus encontra prazer em nos quando encontramos prazer nele.

Exemplos de adoração Nas Sagradas Escrituras nos deparamos com o essencial na adoração e com a distinção entre a forma e a realidade. A. Salmo 96: Modelo de adoração: servem para nos orientar nos desafiantes passos de adoração “pelo fato de sermos invenção de Deus, todos nossos problemas e suas soluções são teológicas”. “Urge, portanto, procurar a orientação da Palavra para conhecer bem ao Senhor” (A. W. Tozer). B. Enoque: “Andar” – conduta fundamentada em temor e amor a Deus – Obediência (Sl. 18.30; 86.11) Estar com Deus é incomparavelmente melhor (Fp. 1.23). C. Jacó luta com o Homem Divino em Peniel (Gn. 32.22): Jacó conquistou seu adversário, rendendo-se a Ele. D. Moisés roga a Deus a Sua presença (Ex. 33.12-23) “Se tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar” (v. 15) “Momentos especiais de comunhão não satisfazem a necessidade do homem que tem uma tarefa a cumprir, um caminho a trilhar”. O líder ora da seguinte


forma “Rogo-te que me faças saber neste momento a teu caminho, para que eu te conheça” (v.13). E. Isaías (Is. 6.1-8) O temor a Deus é essencial: é o princípio da adoração. F. Maria unge os pés de Jesus (Jo. 12. 1-8)

Obstáculos da adoração Trata-se do essencial na adoração, que é o encontro com Deus, se a presença dele não se torma real para os adoradores. - Atitude incoerente com a Adoração em Espírito e em Verdade. - As exterioridades e o tradicionalismo - A rotina - O mundanismo - O pecado não confessado - O desinteresse e a ingratidão - A preguiça e a negligência

A adoração na igreja contrastada com a do Antigo Testamento Homens como Abel, Enoque, Noé, Abraão, Moisés e Davi eram pessoas de fé (Hb 11). Eles adoravam segundo os padrões de Deus. O homem não está livre para adorar conforme sua própria vontade, mas apenas em "verdade", isto é, de acordo com os mandamentos de Deus. As suas expressões externas de adoração nasciam naturalmente do seu relacionamento genuíno com Deus. A adoração no tempo O templo: "Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo que está em (ou "entre") vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?" (1 Co 6.19). Para cada cristão, ele designa a responsabilidade de manter a santidade de todo o Corpo-templo. O sacrifício na igreja: Quatro tipos distintos de sacrifício eram prescritos: 1) A oferta queimada: “aquilo que ascende” 2) A oferta de manjares: “dádiva” 3) A oferta pacífica: o ofertante comia o sacrifício com alegria diante de Senhor. 4) As ofertas pelo pecado e pela culpa: Distintas das três anteriores que eram voluntárias, estas eram exigidas quando o pecador tinha seu relacionamento interrompido com o Criador.


Opinião pessoal: “A essência da adoração cristã é mais ou menos definida em Hb. 12.28, como um modo de vida que agrada a Deus e que é sustentado tanto por gratidão como por um sério sentimento de responsabilidade”. A leitura do livro ajuda a entender com clareza e fundamentação bíblica o significado verdadeiro de Adoração. Está sustentado em infinitas referências bíblicas que ajudam a compreender conceitos que desconhecíamos, como o significado de tudo o que envolve uma verdadeira adoração, nossa mente, nosso corpo, a preparação que precisamos para adorar. Contêm muitas citações com ideias claras que definem o conceito de adoração, também explica o significado do uso de muitas palavras que usamos, ou ações de nosso dia a dia, como por exemplo, o significado de partir o pão, as ofertas, os sacrifícios, o significado de tempo, dentre outros. Concordo com uma das definições que foi mencionada: “A melhor forma de adoração é realizar meu trabalho normalmente, sem intenção de agradar aos homens, apenas pelo amor a Deus. Adoração é aquilo que realizamos juntos, estejamos ou não no mesmo lugar”. Pois ele acrescenta que tudo que os cristãos fazem ou dizem deve ser oferecido como adoração, conquanto que seja realizado em nome do Senhor Jesus e acompanhado de ações de graças oferecidas através dele. (Cl. 3.17; 1 Co. 10: 31). ------------------“A adoração precisa ser mais que um simples entrelaçamento de pessoas que se encontram ocasionalmente, precisa tornam-se um verdadeiro grupo de pessoas que podem influenciar-se mutuamente em suas personalidades, comportamentos e valores de vida”.


Adoração bíblica