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Raio-X BMW F650 GS Dakar (2004) «Poderosita» — edição «diariesof»

Escolher uma mota usada, com alguns anos e bastantes quilómetros feitos, torna mais fácil a decisão no final da viagem — a «Poderosita» ficou na América do Sul, vendida em Iquique. BMW F650 GS Dakar 2 2 0 0 0 km

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1 Malas laterais De termoplástico, com 25 L de capacidade cada. 2 Mala «Top-Case» De termoplástico da Givi com 31 L de capacidade. 3 Saco de Depósito Para levar o material fotográfico, sempre à mão. 4 «SPEED BAG» Queimou-se por duas vezes no escape, reparado com a fita americana «duct tape».

1 Descanso lateral O sensor do descanso lateral foi mais uma das vítimas da vibração, causando falhas no arranque e que o motor se desligasse em andamento. 2 Falta de oxigénio A falta de oxigénio entre os 3500 e 4090 m de altitude em Potosí leva-nos a precisar de deixar a moto ao Sol de manhã para aquecer um pouco e assim conseguir arrancar o motor.

A escolha Alugar uma mota por seis meses saía do orçamento, comprar uma colocava ainda mais tempo entre nós e a viagem. A nossa Poderosa — uma BMW F650 GS Dakar — estava ali e a decisão foi fácil. Transportála de avião parece, à primeira vista, mais caro que por barco. Mas as complicações da via marítima, as imprevisíveis taxas

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3 Bateria Os terminais da bateria oxidaram no Peru, problema evidente quando a moto deixou de pegar. 4 Carenagem Um após outro, começámos a dar como perdidos para a dureza das estradas os parafusos da carenagem.

6 Correias Tivemos duas correias partidas. A de origem — com 20 mil km — cedeu numa das estradas mais difíceis da viagem no Chaco, Paraguai, substituída por uma não indicada para este modelo o que causou parar com frequência para a recolocar durante 50 km.

5 Suporte das malas Partiu-se um apoio da mala e os quatro suportes de plástico das malas – aí decidimos que as próximas malas seriam de metal.

de alfândega e os trâmites complicados chegam rápido ao custo do avião.

Bagagem Pensávamos que íamos leves, mas fomos aprendendo a viajar com cada vez menos. Na Argentina juntámos o excesso e expedimos por correio. Levámos apenas duas malas laterais nas quais levámos a

tenda, colchões, sacos de cama e roupas. A mala traseira servia também de encosto à Anabela. O saco de depósito era para o material fotográfico. O «speedbag» seguiu sobre uma das malas laterais, num contacto demasiado próximo do escape, derretendo por duas vezes, lembrando que é sempre bom ter «fita americana» por perto em viagem

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TREVL 11 — Outono Inverno 2016 (amostra)  

Uma selecção de páginas da TREVL de Outono-Inverno 2016. Lá dentro, destinos como Sibéria, Nepal, Andes, Ushuaia e Alasca.

TREVL 11 — Outono Inverno 2016 (amostra)  

Uma selecção de páginas da TREVL de Outono-Inverno 2016. Lá dentro, destinos como Sibéria, Nepal, Andes, Ushuaia e Alasca.

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