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Relat贸rio de Sustentabilidade 2011 | Grupo Totalcom


Relatório de Sustentabilidade 2011 | Grupo Totalcom 1. Mensagem do presidente................................................................. pág. 01 2. Sobre o relatório.............................................................................. pág. 02 3. O Grupo Totalcom............................................................................ pág. 03 3.1 Governança Corporativa.................................................... pág. 05 3.2 Missão, Visão e Valores...................................................... pág. 07 3.3 Código de Ética.................................................................... pág. 09 3.4 Postura ética como empresa de comunicação.................. pág. 10 3.5 Premiações......................................................................... pág. 11 4. Desempenho econômico e financeiro.............................................. pág. 12 5. Relacionamento com stakeholders................................................. pág. 13 5.1 Colaboradores................................................................... pág. 13 5.2 Clientes.............................................................................. pág. 21 5.3 Fornecedores..................................................................... pág. 21 5.4 Sociedade........................................................................... pág. 22 5.5 Governo.............................................................................. pág. 25 5.6 Mídia................................................................................... pág. 25 6. Desempenho ambiental..................................................................... pág. 26 6.1 Energia................................................................................ pág. 26 6.2 Consumo de materiais........................................................ pág. 27 6.3 Gestão de resíduos.............................................................. pág. 28 7. Índice remissivo GRI e Pacto Global................................................. pág. 29 8. Créditos............................................................................................ pág. 36


1. Mensagem do presidente (GRI 1.1, 1.2) Desde 2009 o Grupo Totalcom mostra-se integralmente comprometido com a inserção estruturada e transversal das principais práticas da sustentabilidade em sua gestão. Isso parte do nosso entendimento de que o cuidado com os aspectos ambientais, sociais e econômicos não deve se dissociar de nossa estratégia de negócio. Tal convicção traduziu-se na criação de um Comitê de Ética e Sustentabilidade, na elaboração de um Código de Ética e na adesão ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Desde então, mudamos nossa maneira de pensar, introduzimos novos processos e passamos a encorajar atitudes sustentáveis também de nossos funcionários, parceiros comerciais e clientes. Entendemos que, para além do que podemos fazer em nosso ambiente de negócios, devemos contribuir com a mobilização de um espectro maior de pessoas em prol da sustentabilidade. E, por sermos uma empresa de comunicação, marketing e entretenimento, acreditamos poder fazer isso de forma ampla. A criação do movimento Starts With You (SWU), em junho de 2010, foi um dos resultados desse processo. O ano de 2011 foi marcado pela consolidação e expansão de tudo o que havia sido iniciado nesse sentido. Consolidamos nossa unidade de negócios de conteúdo e entretenimento, a Total.Con, que possibilitou a expansão do movimento e do festival SWU. Através da plataforma SWU, realizamos – com o apoio da maior emissora de televisão do país – uma gincana universitária que atraiu estudantes de mais de uma centena de faculdades de 16 Estados brasileiros, cujo tema era a destinação adequada de resíduos. Destaca-se ainda em 2011 a realização da segunda edição do Fórum Global de Sustentabilidade SWU, em paralelo ao festival, que contou com o apoio oficial do Pacto Global da ONU e reuniu grandes personalidades para três dias de debates. Na área de publicidade, a Fischer, principal empresa do Grupo no segmento, foi rebatizada de Fischer&Friends após o ingresso de um novo sócio executivo, que passou a liderar seu departamento criativo. O fortalecimento da Criação, somado à expertise da agência em Comunicação Integrada e Planejamento Comercial, foi o impulso para a conquista, em 2011, de oito novas contas de grandes empresas. A TOD, representando a unidade de negócios de no-media, ampliou o leque de serviços prestados a grandes clientes e foi homologada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) como uma das duas empresas que ficarão responsáveis pela organização dos eventos relacionados à Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. Por fim, tive o imenso prazer de ser convidado e participar, como único representante do empresariado brasileiro, do lançamento da estratégia de comunicação da Rio+20 na sede da ONU em Nova Iorque, em novembro de 2011. Esse convite ocorreu tanto pela atuação de destaque de nossa companhia no âmbito da sustentabilidade, como por nossa participação no Pacto Global da ONU. Eduardo Fischer Chairman do Grupo e Presidente do Comitê Estratégico

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2. Sobre o relatório (GRI 3.1, 3.2, 3.3, 3.5, 3.6, 3.7, 3.8, 3.11, 4.12) A publicação do segundo Relatório de Sustentabilidade do Grupo Totalcom – pioneiro do setor de publicidade no Brasil nessa iniciativa – consolida um movimento iniciado em 2009, reafirmando o compromisso da companhia com os princípios da sustentabilidade. Com esta publicação, o Grupo, que teve seu último relatório, referente a 2010, lançado em abril de 2011, consolida seu papel de destaque na atuação em sustentabilidade. Este relatório foi organizado para expor a nossos stakeholders os desafios e avanços da companhia em 2011, no âmbito de sua gestão empresarial e de seus objetivos concernentes à sustentabilidade. Esse foi um ano marcado por reformulações na estrutura e relações do Grupo Totalcom. Assim, a companhia criou novas formas de interação tanto com seu público interno como com os públicos externos, estabelecendo mais espaços de diálogo e consulta e buscando aprimorar o trabalho e o desenvolvimento coletivo. Além disso, com o exercício de elaboração do relatório anterior, a gestão do Grupo passou a buscar maior controle interno de suas informações, sendo incorporados alguns novos processos de gestão de pessoas e dados. A elaboração do relatório guiou-se pela metodologia da Global Reporting Initiative (GRI), classificando-se no nível B de aplicação de suas diretrizes. Com periodicidade anual, ele abrange somente as empresas da holding atuantes no Brasil. O Grupo Totalcom utiliza também os princípios do Pacto Global da ONU – do qual é signatário – como referência de gestão para uma atuação sustentável e como guia na elaboração deste relatório. Uma vez que a adoção das diretrizes GRI-G3 é considerada pelo Pacto Global como compatível e equivalente a sua Comunicação de Progresso (COP), este relatório também atende ao compromisso de responsabilidade assumido pelo Grupo com o Pacto Global, relatando os avanços da empresa no cumprimento de seus dez princípios.

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3. O Grupo Totalcom (GRI 2.1, 2.2, 2.3, 2.4, 2.5, 2.6, 2.7, 2.8) A holding Totalcom (Totalcom Comunicação e Participações S.A.) foi criada em 1997 pelo publicitário e empreendedor Eduardo Fischer. Sua história remonta à criação de uma agência de publicidade há 30 anos, sendo marcada pelo pioneirismo no setor de comunicação, publicidade e serviços de marketing. Sediada em São Paulo, a holding foi criada para reunir empresas especializadas em diferentes áreas do setor e oferecer serviços complementares de forma sinérgica e rentável. O Grupo, que encerrou 2011 com 393 colaboradores, atua como fornecedor de soluções estratégicas e integradas de comunicação, agregando especialistas em diferentes áreas: publicidade, comunicação digital, planejamento comercial, branding, auditoria de marca, conteúdo e entretenimento, ativação de marketing, trade marketing, promoção e eventos, marketing de incentivo e fidelização, e sistemas de premiação corporativa. Esses serviços estão agrupados em quatro unidades de negócios. A Totalcom atua como holding provedora e exerce um papel ativo e estratégico: oferece todo o suporte necessário a suas controladas, para que estas possam manter o foco nos negócios de seus clientes.

Unidades de negócio Unidades de negócio

Principais focos de atuação

Empresas que compõem a unidade

Total Ad

Oferece serviços de propaganda e inteligência comercial (marca e venda).

Fischer&Friends - Brasil Fischer Argentina

Total on Demand

Pratica o conceito de marketing integrado, atendendo os clientes em todas as suas necessidades, de forma total ou on demand, da ativação ao reconhecimento.

TOD

Total.Con

Oferece conteúdo, entretenimento, licenciamento, experiência de marca, entre outros.

D+Brasil

Total Tendências

Serviços de consultoria estratégica e auditoria de marca.

TEN

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Por meio da atuação integrada de suas empresas, o Grupo Totalcom consegue aplicar o conceito de Comunicação Total®, criado internamente, o qual consiste em uma maneira diferente de abordar a comunicação. Ao longo dos anos, a companhia desenvolveu e aprimorou um método de aplicação desse conceito, que hoje está intrinsecamente ligado à cultura do Grupo, virando marca registrada. Ele consiste em investigar a fundo a cadeia produtiva do cliente para assim criar uma solução de comunicação que tenha pertinência e gere motivação de compra em todos os pontos de contato da marca com seus diversos públicos. O Grupo acredita que esse modelo de trabalho proporciona ao cliente maior sinergia, produtividade e resultados. Essa forma de atuação permitiu à companhia ter clientes de diversas origens, com atuação nacional e regional, e de setores diversos: alimentos, bebidas, financeiro, higiene e limpeza, farmacêutico, saúde, varejo, vestuário, eletrodomésticos, serviços, automobilístico, telefonia, brinquedos (a lista completa de clientes do Grupo está disponível no site www.totalcom.com.br).

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3.1 Governança corporativa (GRI 4.1, 4.4) O Grupo Totalcom adota práticas de boa governança – como ética, transparência, prestação de contas e responsabilidade corporativa – em todas as suas estratégias e áreas de atuação. Para garantir essas práticas e assegurar que os comportamentos da empresa estejam alinhados aos interesses de seus diversos públicos, sua gestão estrutura-se a partir de dois comitês principais: o Comitê Estratégico e o Comitê de Ética e Sustentabilidade. A companhia é uma sociedade anônima de capital fechado. O acesso dos colaboradores aos altos órgãos de governança, bem como sua representatividade, são assegurados pela relativa informalidade no ambiente de trabalho e pelo organograma horizontal da empresa. Na Fischer&Friends, por exemplo, a disposição da mesa de trabalho onde se sentam os sócios e os vices-presidentes é em formato de “U”, e a ausência de paredes ou divisórias entre os departamentos favorece a aproximação e a troca de informações, opiniões, conhecimento e experiências entre as pessoas. Esse modelo resulta em maior contribuição dos colaboradores. Outra forma de acesso aos diretores oferecida ao colaborador, caso ele opte por não abordá-los diretamente, é por meio da Área de Recursos Humanos, que desde 2009 está fisicamente presente nos ambientes operacionais, mantendo um canal aberto para a recepção de críticas e sugestões. Adicionalmente, a Fischer&Friends realiza a cada dois anos uma pesquisa de clima organizacional, que fornece informações importantes para a tomada de decisões relativas à gestão de pessoas.

3.1.1 Comitê Estratégico (GRI 4.2, 4.3, 4.9, 4.10, 4.11) O Comitê Estratégico é o principal comitê executivo do Grupo Totalcom, sendo composto por seus principais dirigentes e pelo presidente, ou seja, todos os seus membros são executivos do Grupo. Ele é responsável por sugerir, aprovar e orientar as ações necessárias ao alcance das metas estratégicas da companhia. Seus membros reúnem-se quinzenalmente para acompanhar e avaliar o andamento dessas metas, que incluem também aquelas relacionadas ao desempenho econômico, ambiental e social definidas pelo Comitê de Ética e Sustentabilidade. Além da definição e acompanhamento das metas, o comitê realiza avaliações periódicas para prever possíveis riscos que o Grupo pode enfrentar em curto, médio e longo prazo, e definir medidas para evitá-los. Composição do Comitê Estratégico: • Eduardo Fischer: Chairman do Grupo e Presidente do Comitê Estratégico; • Nelson Turini: Diretor Financeiro e de Operações; • Antonio Fadiga: Diretor de Estratégia e Negócios.

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3.1.2 Comitê de Ética e Sustentabilidade (GRI 4.7, 4.9) O Comitê de Ética e Sustentabilidade (www.totalcom.com.br/comite.aspx) foi criado em 2010, refletindo o cuidado do Grupo Totalcom em garantir que os três pilares da sustentabilidade estejam sempre inseridos em seus negócios. Ele se reúne com frequência, tendo como função primordial auxiliar o Comitê Estratégico na inclusão de indicadores socioeconômicos entre os objetivos estratégicos do Grupo. O comitê também é responsável pela avaliação do desempenho do Grupo em questões de sustentabilidade, pela definição e aplicação das políticas relacionadas ao tema, bem como pela aplicação do Código de Ética da companhia (www.totalcom.com.br/codigo.aspx). O Comitê de Ética e Sustentabilidade é composto por executivos de diversas áreas, como Financeira, Jurídica, Compras e Comunicação Corporativa, e pela Diretoria Geral das empresas do Grupo. Essa composição foi planejada para otimizar a capacidade de desenvolver um trabalho sério e integrado. Seu presidente é o diretor financeiro, que também compõe o Comitê Estratégico e reporta-se diretamente ao presidente do Grupo. A seleção dos membros é feita de acordo com a posição destes nas áreas mais relevantes para as questões relacionadas a temas econômicos, ambientais e sociais. Porém, ainda não há uma avaliação dos conhecimentos específicos dos membros do comitê sobre esses temas. Em 2011, o Comitê de Ética e Sustentabilidade foi responsável pela aplicação do Código de Ética do Grupo, pela Política de Recursos Humanos e pela Política de Compras (www.totalcom.com.br/politicas.aspx), documentos criados em 2010, em parceria com uma consultoria especializada.

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3.2 Missão, Visão e Valores (GRI 4.8) O conjunto de Missão, Visão e Valores do Grupo Totalcom foi atualizado pelo Comitê de Ética e Sustentabilidade em 2010, e consolidado em 2011. Missão Criar e implementar soluções estratégicas e integradas de comunicação que gerem valor agregado para os nossos clientes em toda a sua cadeia de negócios, por meio do trabalho dos melhores especialistas nas diferentes áreas do marketing, com ética, sinergia, criatividade, inteligência de mercado e rentabilidade para ambas as partes. Visão Ser reconhecido globalmente como um dos grupos mais eficazes na prática de comunicação integrada, capaz de oferecer soluções únicas e – mais do que importantes – necessárias para o negócio do cliente. Valores Gostamos de pessoas intelectualmente inquietas e curiosas, criativas e inovadoras, que amam o que fazem, que tenham senso de responsabilidade, que valorizam o aprendizado constante e que, acima de tudo, tenham visão multidisciplinar e atitude proativa. Acreditamos que um ambiente feliz e sem discriminação, que promova o bem-estar material e emocional de nossos colaboradores, gera melhores resultados. Em nossa política de seleção de pessoal, avaliamos, além da competência profissional e habilidade técnica, o comprometimento com a conduta ética do Grupo. Nossas relações pessoais e comerciais com indivíduos e organizações são pautadas pela transparência e ética. Atuamos sempre com responsabilidade e dentro dos princípios da sustentabilidade. Temos convicção de que a nossa atividade pode gerar conflitos de opinião, mas sempre respeitando os limites impostos pela legislação em vigor, regulamentos e normas éticas estabelecidos por órgãos do setor.

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3.3 Código de Ética (GRI 4.6, 4.8, HR3, SO3) Um dos destaques de 2011 foi a consolidação da aplicação do Código de Ética do Grupo Totalcom (www.totalcom.com.br/codigo.aspx). O código foi criado em 2010 pelo Comitê de Ética e Sustentabilidade para reforçar o compromisso do Grupo com a ética, o respeito e a transparência nas relações internas da organização e com todos os seus demais públicos. Todos os colaboradores, incluindo os representantes do Comitê Estratégico, seguem as normas explicitadas no documento, que, além de definir regras de conduta para evitar o conflito de interesses, reúne princípios de sustentabilidade empresarial. O documento explicita alguns valores que já eram praticados internamente, como integridade, trabalho em equipe, respeito à diversidade e direitos humanos, responsabilidade social e ambiental, e combate à corrupção. Com o código, esses valores tornam-se regras que determinam o modo como os colaboradores, independentemente do nível hierárquico, devem interagir com os diversos stakeholders do Grupo. O Código de Ética é distribuído a todos os colaboradores da companhia, que são instruídos sobre suas regras. No momento da contratação, todo novo funcionário recebe um exemplar e assina um documento comprometendo-se a seguir as condutas definidas no código.

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3.4 Postura ética como empresa de comunicação e publicidade (GRI 4.12, 4.13, PR6) O Grupo Totalcom, em todas as suas atividades, zela pela aplicação de seus valores, mantendo postura responsável no sentido de garantir a legitimidade das ideias veiculadas e a confiança de consumidores, clientes e sociedade em geral. Dessa forma, evita a veiculação de comunicação que tenha conteúdo abusivo, ofensivo ou que desrespeite o consumidor e até mesmo a concorrência, assim como a participação em trabalhos que não considerem danos ao meio ambiente ou violem os direitos humanos. Na veiculação de campanhas para produtos sensíveis, como bebidas alcoólicas, e em relação à utilização de imagens infantojuvenis, o Grupo segue a legislação em vigor. As empresas do Grupo Totalcom são associadas às principais entidades representativas dos setores em que atuam, sendo signatárias de seus códigos de conduta e ética. Além disso, todas as suas campanhas de comunicação seguem a legislação e as normas estabelecidas pelo Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e pelo Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp). Em todos os casos em que as campanhas publicitárias assinadas pela Fischer foram questionadas através desses órgãos, a agência sempre cumpriu o que determinam os respectivos códigos de autorregulamentação.

Empresa do Grupo

Principais entidades e associações de que o Grupo participa

Fischer&Friends

Associação Brasileira de Propaganda (ABP); Interactive Advertising Bureau (IAB); Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap); Associação Latino-Americana de Agências de Publicidade (Alap); Associação dos Profissionais da Propaganda (APP); Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar); Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp); Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de São Paulo; Sindicato das Agências de Propaganda do Estado do Rio de Janeiro; e Sindicato das Agências de Propaganda do Distrito Federal.

TOD

Filiada à Associação de Marketing Promocional (Ampro) com assento em seu Comitê de Incentivo, que trabalha em favor da regulamentação da distribuição de prêmios promocionais em programas de incentivo. Contribui para esse comitê com recursos adicionais, além da taxa básica de associação.

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3.5 Premiações (GRI 2.10) Em 2011 o Grupo Totalcom mais uma vez teve seu trabalho reconhecido pelas principais premiações do setor. Foram prêmios concedidos ao seu presidente, Eduardo Fischer, à empresa Fischer&Friends e ao movimento e festival SWU. Eduardo Fischer • Eleito um dos Cem Brasileiros Mais Influentes pela revista Época; • Indicado ao Caboré 2011 – o prêmio mais importante do setor da comunicação no Brasil - como melhor Empresário da Indústria da Comunicação. Fischer&Friends • Prêmio da Associação Brasileira de Propaganda (ABP), por campanhas de comunicação integrada e trabalhos veiculados em diversas mídias; • Prêmio Renato Castelo Branco de Responsabilidade Socioambiental na Propaganda; • El Ojo de Iberoamerica, em diversas categorias na área de propaganda; • Prêmio Colunistas nas categorias Propaganda, Ação Promocional e Design; • Wave Festival in Rio, festival de publicidade; • Festival Iberoamericano de la Publicidad (Fiap); • Pedro Porto (VP de Convergência) indicado como um dos três Destaques Profissionais de Comunicação Digital pela ABP. SWU • Melhor Festival de 2011 pela crítica especializada do Guia da Folha; • Gincana Impacto Zero SWU – indicado ao Prêmio Greenbest na categoria Campanhas e Publicidade. • Movimento SWU – eleito Top 3 do Prêmio Greenvana de Sustentabilidade pelo júri da Academia Greenbest, na categoria Campanhas e Publicidade.

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4. Desempenho econômico e financeiro (GRI 2.9) O ano de 2011 foi marcado por grandes realizações do Grupo Totalcom. Em primeiro lugar, houve a consolidação da plataforma de conteúdo e entretenimento Total.Con, que promoveu com grande sucesso, pelo segundo ano consecutivo, o movimento de conscientização pela sustentabilidade SWU. Ao longo do ano foram realizadas diversas ações de engajamento e conscientização na plataforma, entre elas a Gincana Impacto Zero, que atingiu universitários do Brasil inteiro com apoio da maior emissora de televisão do país, e o SWU Music and Arts Festival. Em sua segunda edição, o festival cresceu e ficou mais estruturado em 2011, reunindo 179 mil pessoas para três dias de música e consciência a respeito da prática da sustentabilidade. O evento teve mais de 70 atrações nacionais e internacionais, tendo seu line-up e curadoria reconhecidos como um dos melhores pela crítica especializada. Além disso, promoveu o Segundo Fórum Global de Sustentabilidade, que trouxe grandes palestrantes, como os músicos e ativistas Neil Young e Bob Geldof, a atriz Daryl Hannah e a líder indígena e laureada pelo Nobel da Paz Rigoberta Menchú. Outro destaque foi a reestruturação da Fischer: a principal empresa do Grupo no segmento de publicidade foi rebatizada de Fischer&Friends após o ingresso de um novo sócio executivo, que passou a liderar o seu Departamento de Criação. O fortalecimento da Criação, somado à expertise da agência em Comunicação Integrada e Planejamento Comercial, impulsionaram-na a conquistar, em 2011, oito novas contas de grandes empresas: JBS Carnes, Flora, Vigor, Bristol-Myers Squibb, Henkel, Unimed Brasil, Marabraz e Algar. Desempenho que levou a Fischer a ser apontada uma das Quatro Melhores Agências em Novos Negócios do ano, segundo levantamento inédito do jornal Meio & Mensagem, o principal veículo de comunicação do setor (edição 1.492, de 16 de janeiro de 2012). Já a TOD ampliou o leque de serviços prestados a grandes clientes e foi confirmada pelo COB e COI como uma das duas empresas que ficarão responsáveis pela organização dos eventos relacionados à Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. Em agosto de 2011, a associação do Grupo Totalcom com a empresa de marketing promocional Smash, na Argentina, foi descontinuada após decisão estratégica da holding de concentrar esforços nas operações de maior relevância e potencial de crescimento.

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5. Relacionamento com stakeholders (GRI 4.14, 4.15, 4.16, 4.17)

O Grupo Totalcom mantém diversos canais de comunicação e promove atividades para estreitar o relacionamento com seus públicos estratégicos, procurando promover um diálogo constante com seus stakeholders e a participação destes em suas atividades, buscando a geração sustentável de valor em toda a sua gestão. O Grupo identifica como stakeholders os públicos com os quais mais se relaciona, direta ou indiretamente ligados às suas operações, como colaboradores, fornecedores, clientes, sociedade, governo e mídia. Ao manter diálogo com tais públicos, a companhia busca entender melhor suas necessidades, interesses e percepções a respeito das operações do Grupo e atividades conjuntas. As principais formas de engajamento e os principais temas tratados com cada grupo estão detalhados neste relatório.

5.1 Colaboradores (GRI EC7, LA1, LA2, LA4, LA9, LA13, LA14) O Grupo Totalcom acredita que seu desempenho em diversas áreas e atividades está diretamente relacionado ao de seus 393 colaboradores. Dessa forma, a companhia investe continuamente no desenvolvimento de seus colaboradores e busca criar um ambiente de trabalho saudável e motivador, no qual prevaleçam o respeito ao indivíduo, a divergência de ideias e a valorização da diversidade. O Grupo acredita no potencial e no talento dos profissionais das comunidades em que suas empresas estão instaladas. Assim, apesar de não ter uma política específica a esse respeito, a companhia sempre contrata profissionais locais para preencher seus quadros. No Grupo Totalcom, a transparência e a estabilidade são valorizadas e, por isso, os relacionamentos internos são totalmente pautados pelos princípios da organização, encontrados em seu Código de Ética, por seu conjunto de Missão, Visão e Valores e por sua Política de Recursos Humanos. Todas as empresas do Grupo respeitam inteiramente a legislação trabalhista nacional e os acordos com sindicatos e demais organizações do setor. A companhia dialoga e respeita as atividades sindicais do setor e 100% de seus colaboradores estão cobertos por acordos de negociação coletiva, que incluem temas relativos à sua saúde e segurança. Além disso, a companhia cumpre todas as exigências, normas e convenções relacionadas a direitos humanos e saúde e segurança. Em 2011, um dos grandes destaques do Grupo foi o aumento da retenção de colaboradores e a queda da taxa de rotatividade, em comparação com 2010. Além disso, a taxa manteve-se dentro da média do setor, conhecido pelo alto índice de rotatividade.

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Política de Recursos Humanos Criada em 2010 pelo Comitê de Ética e Sustentabilidade, a Política de Recursos Humanos do Grupo Totalcom pauta o relacionamento com os colaboradores e contempla aspectos de direitos humanos, legislação trabalhista nacional e outras práticas definidas em documentos reconhecidos internacionalmente, como o Pacto Global e os indicadores da GRI. www.totalcom.com.br/politicas.aspx

5.1.1. Perfil dos colaboradores Distribuição de colaboradores, por empresas do grupo 61,96%

57,00%

29,48%

28,50%

Fischer&Friends Totalcom

8,54%

8,40% 0%

2010

6,11%

TOD D+

2011

Distribuição dos colaboradores, por tipo de contrato de trabalho

31,18%

Empregados próprios

29,77%

Terceirizados

68,82% 2010

70,23% 2011

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Distribuição dos colaboradores, por gênero

45,88%

Masculino

48,09%

Feminino

54,12%

51,91% 2011

Distribuição dos colaboradores, por faixa etária 5,59%

5,09%

> 50 anos

>

40,86%

53,55%

30 a 50 anos < 30 anos

52,16%

2010

2011

Distribuição dos colaboradores, por categoria funcional

8,14%

61,83%

VPs Diretores Gerentes

17,56%

Coordenadores /supervisores Operacionais

9,67% 2011

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Número de empregados próprios, por categoria funcional e gênero 2010

Categoria funcional

2011

Mulheres

Homens

Mulheres

Homens

VPs/CEO/COO

0

9

0

11

Diretores

11

14

18

14

Gerentes de área

20

26

35

34

Coordenadores e supervisores

43

27

23

15

Operacionais

82

108

113

130

Total

156

184

189

204

Salário-base médio, por categoria funcional e gênero - Ref. dez./2011 2010

Categoria funcional

2011

Mulheres

Homens

Mulheres

Homens

VPs/CEO/COO

-

R$ 51.356,00

-

R$ 51.368,00

Diretores

R$ 18.043,00

R$ 26.516,00

R$ 16.221,00

R$ 19.604,00

Gerentes de área

R$ 11.451,00

R$ 13.760,00

R$ 10.334,00

R$ 11.162,00

Coordenadores e supervisores

R$ 6.099,00

R$ 7.824,00

R$ 5.593,00

R$ 6.870,00

Operacionais

R$ 3.028,00

R$ 3.308,00

R$ 3.371,00

R$ 4.039,00

Proporção entre o salário-base de mulheres e homens, por categoria funcional Categoria funcional

2010

2011

VPs/CEO/COO

-

-

Diretores

68,05%

82,74%

Gerentes de área

83,22%

92,58%

Coordenadores e supervisores

77,95%

81,41%

Operacionais

91,54%

83,46%

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Taxa de rotatividade dos colaboradores, por empresa

51,4%

30,9%

29,6%

27,3%

32,1%

33,3% Fischer&Friends

20,0%

Totalcom TOD

0%

D+

2010

2011

Taxa de rotatividade dos colaboradores, por gĂŞnero

29,90%

31,22% Masculino Feminino

2011

Taxa de rotatividade dos colaboradores, por faixa etĂĄria 60,00%

33,33% 25,37%

> 50 anos 30 a 50 anos < 30 anos

2011

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5.1.2 Remuneração e benefícios (GRI 4.5, EC3, EC5, LA3) O Grupo Totalcom mantém uma política salarial compatível com a média do mercado e, em 2011, o menor salário pago pela companhia foi 1,44 vezes maior que o mínimo vigente no Brasil, o que demonstra seu grau de competitividade. Além disso, a companhia oferece diversos benefícios aos colaboradores diretos, além do exigido pela legislação trabalhista, buscando garantir sua satisfação e bem-estar. Os mesmos benefícios são oferecidos tanto aos empregados em período integral como aos de meio período: assistência médica; plano odontológico; seguro de vida; refeição e vale-transporte ou estacionamento. Uma iniciativa de destaque do Grupo é o Fundo Help Me, um empréstimo pessoal oferecido a colaboradores em situações de emergência, sem fins lucrativos. De grande importância são também as oportunidades de treinamento e desenvolvimento profissional oferecidas pelo Grupo. Devido à alta rotatividade de funcionários, característica do setor, a empresa não oferece plano de pensão como benefício. A remuneração variável dos principais executivos do Grupo Totalcom está diretamente ligada aos resultados econômicos das empresas em que atuam. O cumprimento de metas sociais e ambientais ainda não interfere na remuneração, mas, à medida que a companhia amplia as práticas sustentáveis, a avaliação de desempenho nessa área tende a evoluir.

Programa de estágio O programa de estágio do Grupo Total existe para que este possa cumprir sua missão: gerar soluções estratégicas integradas. O programa ajuda a descobrir talentos e revitalizar a empresa, enquanto proporciona ao estagiário a possibilidade de vivenciar os bastidores de uma grande empresa de comunicação, assim como conhecer e desenvolver o conceito de comunicação integrada. Os estagiários recebem os seguintes benefícios: bolsa-auxílio, assistência médica, seguro de vida, vale-refeição, vale-transporte ou 50% do valor pago por estacionamento. Além desses benefícios, o estagiário tem direito a um recesso de 30 dias, após completar o primeiro ano de estágio.

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5.1.3 Qualidade de vida, saúde e segurança (GRI LA6, LA7) O Grupo Totalcom se preocupa com o bem-estar físico e emocional de seus colaboradores, comprometendo-se com o estabelecimento de um ambiente de trabalho saudável e seguro, prevenido-se contra acidentes e doenças ocupacionais. Em decorrência dessa postura, em 2011 não houve nenhum caso de doença, lesão ou óbitos relacionados às atividades profissionais entre os colaboradores do Grupo Totalcom. Cabe ressaltar que, dado o número de colaboradores e terceiros por unidade, a companhia não possui comitês formais de segurança e saúde, os quais são dispensados pela legislação vigente. Para incentivar a integração dos colaboradores em momentos de lazer, a companhia oferece em suas instalações áreas de convívio para momentos pós-expediente ou eventos de confraternização. Em 2011, a área de Recursos Humanos, em parceria com a Omint, empresa de assistência médica, criou o Programa Viver Bem, que promoveu um diagnóstico completo, detalhado e eficaz sobre a qualidade de vida e a saúde dos colaboradores. Por meio dele, o Grupo oferece atividades relacionadas à saúde, bem-estar e qualidade de vida, como campanhas de vacinação, consultas e orientações com nutricionista, avaliações e alguns tipos de exames de saúde (pressão arterial, colesterol, índice de massa corpórea, entre outros). O maior destaque do programa foram as campanhas de vacinação. Elas consistiram em rodadas anuais de vacinação contra gripe, tétano e hepatite, por uma equipe especializada da clínica Vacinar, presente nas empresas do Grupo Totalcom em alguns dias do mês de maio de 2011. O Grupo arcou com 50% dos custos das vacinas, possibilitando ainda que os colaboradores levassem seus dependentes para participar da campanha. Ao longo do ano, as campanhas alcançaram 223 colaboradores.

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5.1.4 Desenvolvimento pessoal e profissional (GRI 4.16, 4.17, LA8, LA10, LA12)

O Grupo Totalcom sempre apostou no talento e na capacidade de desenvolvimento de seus profissionais, acreditando em seu próprio papel e capacidade de contribuir para esse desenvolvimento. Dessa forma, a companhia busca proporcionar aos colaboradores participações em cursos, palestras, workshops, entre outros. Em 2011, essas participações somaram 175 horas, distribuídas entre diversas categorias de colaboradores. Além disso, o Grupo criou programas internos para complementar a formação profissional de seus colaboradores. Entre eles, destacam-se: • Programa de Ajuda para o Aprendizado de Idiomas (Papai) - O programa subsidia o pagamento de cursos de espanhol e inglês para os colaboradores do Grupo. Podem usufruir do benefício diretores, gerentes ou quaisquer colaboradores que tenham necessidade imediata ou em curto prazo de utilizar o idioma no exercício de sua função. O subsídio deve ser recomendado pelo diretor da área e aprovado pelo diretor executivo da empresa. • Curso de Formação (CDF) - O Grupo Totalcom estimula colaboradores que queiram frequentar cursos em áreas relacionadas ao campo de atuação da companhia, concedendo-lhes ajuda financeira. Podem participar os contratados em regime disposto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com mais de um ano no grupo, que necessitem de formação, independentemente de sua atuação profissional, e com rendimento salarial até certo limite estabelecido em documento específico. O usufruto do benefício também está condicionado à aprovação do diretor da área e do presidente da empresa. Um importante destaque de 2011 foi o acompanhamento de sessões de coaching realizadas no Grupo Totalcom pela equipe de Recursos Humanos, visando ao desenvolvimento e aperfeiçoamento de seus executivos. O Grupo ainda não tem a prática de análises regulares de desempenho e desenvolvimento de carreira. Em 2011 também foi realizado, na TOD, um mapeamento das percepções e demandas de todos os profissionais, visando a entender como a implementação de uma nova estrutura de processos operacionais estava sendo recebida pelos colaboradores. Os resultados foram apresentados à diretoria, que, a partir deles, implantou várias ações de redirecionamento de gestão e integração.

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5.2 Clientes (GRI 4.16, 4.17, PR5) No relacionamento com seus clientes, o Grupo Totalcom procura atender de forma integral os compromissos firmados, fornecendo respostas e soluções adequadas e de acordo com os prazos estabelecidos, sem que a ética e os objetivos de desenvolvimento e rentabilidade do Grupo sejam deixados de lado. O relacionamento com os clientes deve ser imparcial e objetivo, sem sobreposição de interesses pessoais. Apoiado por uma empresa especializada, o Grupo Totalcom realiza periodicamente pesquisa de satisfação e avaliação com seus clientes, sobre sua percepção a respeito das agências de comunicação. Em 2010, a agência Fischer&Friends recebeu ótimas avaliações em diversos quesitos (todos os resultados podem ser vistos no Relatório de Sustentabilidade 2010 do Grupo Totalcom). No início de 2012 foi realizada nova pesquisa, a fim de avaliar a satisfação dos clientes em relação aos serviços oferecidos em 2011. Os resultados ainda estão sendo apurados. O atendimento aos clientes do Grupo Totalcom é sempre pautado por honestidade, transparência, eficiência e pelo respeito aos direitos do consumidor. Sua privacidade é inteiramente respeitada e as informações sigilosas que envolvem interesses de negócios nunca são divulgadas.

5.3 Fornecedores (GRI EC6, HR2, HR6, HR7) O relacionamento do Grupo Totalcom com seus fornecedores é pautado por sua Política de Compras e Suprimentos (www.totalcom.com.br/politicas.aspx), que define critérios para a contratação. Tendo como parâmetros de atuação o atendimento à legislação trabalhista nacional e o respeito aos acordos de negociação coletiva, o Grupo exige de seus fornecedores uma conduta ética e responsável. A adequação do fornecedor em matéria de saúde e segurança dos funcionários é requisito para a sua contratação, e 100% dos fornecedores contratados têm sua documentação checada no que se refere a aspectos de direitos humanos e legislação trabalhista e fiscal. Após essa avaliação, em 2011 o Grupo Totalcom não encontrou entre suas operações nenhuma com risco significativo de ocorrência de trabalho infantil e forçado ou análogo ao escravo. Em todas as suas unidades, no Brasil e exterior, o Grupo Totalcom dá preferência à contratação de serviços de fornecedores locais, desde que a qualidade e os preços oferecidos estejam de acordo com as políticas da companhia. Hoje, a participação desses fornecedores no conjunto das compras da companhia chega a um valor estimado de 80%. Seguindo os princípios do Pacto Global, o Grupo Totalcom não admite a utilização de mão de obra infantil em seus negócios. Quando se faz necessária a utilização de imagem de crianças para peças de divulgação, o fornecedor contratado deve contemplar todas as medidas legais cabíveis.

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5.4 Sociedade (GRI SO1) O Grupo Totalcom reconhece a necessidade de retribuir à sociedade parcela do valor agregado aos negócios. Assim, a companhia realiza ações de caráter voluntário para algumas entidades e, em 2010, criou o movimento de mobilização para a sustentabilidade que culminou no festival SWU. O Grupo oferece seus serviços voluntariamente a diversas instituições, em um trabalho que envolve planejamento estratégico de comunicação, criação, produção, negociação de mídia e veiculação, entre outros. Em 2011, receberam esse apoio a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD – www.aacd.org.br) e a Acredite (www.acredite.org.br). A redução do número de entidades apoiadas deve-se a uma redução da demanda por parte de outras entidades, além de uma mudança de estratégia do Grupo Totalcom no sentido de concentrar suas ações sociais nas entidades parceiras do movimento SWU.

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5.4.1 Starts With You (SWU) - Começa Com Você O SWU é um movimento de conscientização que nasceu com o propósito de engajar pessoas, especialmente o público jovem, para a prática da sustentabilidade. Idealizado pelo Grupo Totalcom em parceria com a The Groove Concept, ele é uma grande plataforma de conteúdo e entretenimento que, por meio da mídia convencional e participativa, propõe conscientizar pessoas para a incorporação de práticas sustentáveis em seu dia a dia. O SWU parte da convicção de que pequenas atitudes, quando adotadas por um grande número de pessoas, fazem toda a diferença. O movimento acontece por meio de diversas ações de conscientização e engajamento, tendo como grande marco de celebração anual o SWU Music and Arts Festival e o Fórum Global de Sustentabilidade. Lançado oficialmente em junho de 2010, o SWU em muito pouco tempo teve extraordinária adesão do público nas comunidades sociais, no Brasil e em mais de uma centena de países. O movimento conta ainda com o apoio dos principais veículos de comunicação do país, organizações não governamentais (ONGs), empresas parceiras e patrocinadores. No final de 2010, seis meses após sua criação, o SWU foi a primeira marca e o terceiro termo mais mencionados na rede social Facebook, no Brasil. A edição 2011 do SWU Music and Arts Festival foi realizada entre os dias 12 e 14 de novembro, na cidade paulista de Paulínia, em um espaço aberto de 1,7 milhão de m2 que reuniu um público de cerca de 180 mil pessoas. Primeiro festival do país a oferecer a opção de hospedagem em camping para os participantes, em 2011 o SWU recebeu 1.500 barracas. Durante três dias, o festival apresentou mais de 70 atrações nacionais e internacionais, distribuídas em quatro palcos.

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Após a estreia bem-sucedida em 2010, o Fórum Global de Sustentabilidade SWU realizou sua segunda edição em 2011, durante o SWU Music and Arts Festival. O evento teve apoio oficial da ONU, que pela primeira vez apoiou formalmente uma iniciativa como essa. Foram três dias de debates e discussões em torno de ideias, experiências e propostas para a sustentabilidade. Na área em que foi montado o festival, o Teatro Municipal de Paulínia abrigou o fórum, que foi acompanhado por mais de 1,5 milhão de pessoas pela internet, além de outras três mil no auditório. Com o objetivo de fomentar debates em torno da sustentabilidade, através do exemplo de pessoas, empresas e/ou organizações que já contribuem para um modo de vida mais sustentável – social, ambiental e economicamente –, o fórum recebeu palestrantes como o cantor e compositor canadense Neil Young; o músico e ativista irlandês Bob Geldof (idealizador dos concertos humanitários Live Aid); a líder indígena guatemalteca Rigoberta Menchú, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1992; a atriz Daryl Hannah, militante das causas ambientais; a ex-ministra Marina Silva; e o professor José Eli da Veiga, um dos maiores estudiosos do desenvolvimento sustentável no Brasil. Uma das principais iniciativas do movimento SWU em 2011, a Gincana Impacto Zero foi criada para engajar o público universitário nas questões da sustentabilidade de forma prática e comunitária, sendo lançada em maio pelo programa Fantástico, da TV Globo. Aberta a universitários de todo o país, em apenas dez dias recebeu inscrições de mais de cem projetos de 87 faculdades públicas e privadas de todo o Brasil. Desse total, 20 foram selecionados por um júri técnico e classificados para a fase seguinte, que envolveu provas de coleta e triagem de lixo reciclável em 19 cidades brasileiras. O resultado da extraordinária mobilização dos jovens e suas comunidades provocada pela gincana foi a coleta de 139 toneladas de resíduos em apenas um dia (material integralmente doado a cooperativas e associações de catadores locais). As equipes universitárias de melhor desempenho na primeira prova foram classificadas para fase final da gincana, um reality show exibido pelo canal Multishow. Durante o programa, dez duplas (cada uma representando uma faculdade) tiveram de cumprir provas de sustentabilidade, em várias cidades brasileiras. Venceu a dupla da Universidade Federal de Alfenas (MG): a instituição será premiada com R$ 500 mil para a implementação de um projeto de sustentabilidade, enquanto os estudantes ganharão um curso de empreendedorismo na Babson College, no estado norte-americano de Massachusetts. Em 2011, a plataforma de ações do SWU contou ainda com uma série de outras iniciativas para engajamento dos públicos jovem e infantil nas questões da sustentabilidade. Entre elas, fóruns de debates e pocket shows em faculdades, oficinas gratuitas de sustentabilidade para crianças em parques públicos e ações em parceria com ONGs, como Um Teto para Meu País, SOS Mata Atlântica, Greenpeace, Projeto Guri e Waves4Water.

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5.5 Governo (GRI SO6, EC4) O relacionamento do Grupo Totalcom com o poder público, assim como ocorre em todos os seus outros relacionamentos, baseia-se na integridade. O Grupo não aceita qualquer tipo de pagamento em troca de benefícios e não apoia nenhum partido político, nem financeiramente nem por meio de manifestação pública de apoio. Nenhuma das empresas do Grupo desenvolve campanhas publicitárias para partidos políticos. As opiniões dos colaboradores são respeitadas, mas a visão política de nenhum deles deve ser encarada como opinião da companhia. Quando o governo está na posição de cliente do Grupo, o tratamento imparcial e a postura transparente desejáveis com qualquer cliente são mantidos, seguindo-se sempre a legislação em vigor para a contratação de particulares pelo poder público.

5.6 Mídia No relacionamento com a mídia, o Grupo Totalcom mantém uma atitude independente e baseada no respeito, integridade e transparência. A interlocução do Grupo com a imprensa e as manifestações institucionais da companhia para a opinião pública são sempre mediadas por sua área de Comunicação Corporativa, que mantém com jornalistas e formadores de opinião em geral um canal aberto para a troca permanente de informações e esclarecimentos, sempre que necessário.

25 | Relatório de Sustentabilidade 2011


6. Desempenho ambiental A abordagem do Grupo Totalcom para os desafios ambientais é preventiva, buscando a todo o momento monitorar suas atividades a fim de avaliar e reduzir seu impacto ambiental e desenvolver iniciativas que promovam a responsabilidade ambiental. Seguindo essa preocupação, em 2011 o Grupo consolidou e aprofundou práticas sustentáveis implementadas ao longo dos anos anteriores, obtendo resultados muito satisfatórios. Uma de suas principais preocupações nessa área é reduzir o consumo de materiais e recursos naturais, além da geração de resíduos.

6.1 Energia (GRI 3.9, 3.10, 3.11, EN3, EN4, EN5, EN7, EN26) Todo o consumo energético do Grupo Totalcom é de energia indireta proveniente da rede pública. Um importante destaque de 2011 foi a redução do consumo mensal de energia, que passou de 46.806 kWh/mês em 2010 para 35.069 kWh/mês, uma redução de 11.737 kWh/mês. As medidas implementadas para se chegar a esse resultado foram a substituição de geladeiras mais antigas por outras de baixo consumo e mudanças na configuração dos computadores, principal instrumento de trabalho na companhia, para consumirem menos energia quando não estiverem em uso. Também foram lançadas campanhas de conscientização dos colaboradores para um maior aproveitamento da iluminação natural, reduzindo-se assim a utilização de iluminação artificial e o consumo de energia elétrica. Outra medida nesse sentido, iniciada em 2010 e mantida em 2011, foi a adaptação das salas de reuniões para o uso de lâmpadas do tipo light-emitting diode (LED), de baixo consumo.

Grupo Totalcom | 26


6.2 Consumo de materiais (GRI 3.9, 3.10, 3.11, EN1, EN2, EN26) O consumo responsável de materiais é sempre um objetivo de todas as equipes do Grupo Totalcom, estando ainda mais presente nas atividades da área de Compras. Seus líderes, que participam do Comitê de Ética e Sustentabilidade, orientam toda a equipe a pesquisar os produtos de menor impacto ambiental, e optar por eles sempre que possível. A área também se encarrega da aquisição de materiais para clientes e, quando possível, apresenta-lhes opções alinhadas aos princípios sustentáveis do Grupo, como a utilização de papel certificado. Nas atividades do Grupo Totalcom não são utilizados materiais oriundos de reciclagem, mas todo o papel consumido é certificado pelo Forest Stewardship Council (FSC), e os lápis são de madeira de reflorestamento. Buscando reduzir o consumo de papel, a companhia instalou dois scanners a fim de substituir impressões, além de implementar um novo processo de arquivamento computadorizado de documentos. A iniciativa permitiu reduzir o uso de papel branco para impressão em 1.440 pacotes em 2011. Outra iniciativa de redução de consumo de materiais foi a instalação de filtros para evitar a compra de água engarrafada pelos colaboradores, aliada à substituição de copos descartáveis por canecas e copos reutilizáveis.

Consumo de materiais* Material

Tipo de material

Quantidade

Lâmpadas

Renovável

310 unidades

Papel sulfite

Renovável

2.175 pacotes

Lápis

Não renovável

4.400 unidades

Papel-toalha tipo 1

Não renovável

128.400 folhas

Papel-toalha tipo 2

Não renovável

482 pacotes

Papel higiênico tipo 1

Não renovável

4.040 pacotes

Papel higiênico tipo 2

Não renovável

12.800 unidades

Sacos de lixo

Não renovável

61.900 unidades

* Consumo de materiais de escritório apenas da empresa Fischer&Friends das unidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e holding. Não inclui, portanto, o consumo de material de clientes, nem das outras unidades do Grupo. GRI 3.9

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6.3 Gestão de resíduos

(GRI 3.9, 3.10, 3.11, EN22, EN26)

Buscando aplicar integralmente as melhores práticas para a gestão de resíduos, o Grupo Totalcom realiza a coleta seletiva em todas as suas instalações e destina corretamente todos os resíduos gerados em suas atividades. Eles são separados e encaminhados, de acordo com seu tipo, para reciclagem, compostagem ou descarte adequado. Pilhas e baterias são encaminhadas a empresas coletoras. O Grupo incentiva os colaboradores a trazerem também de casa pilhas e baterias para dar-lhes a destinação correta.

Quantidade de resíduo gerado e descartado, por tipo e método de disposição 2010

2011

Tipo de resíduo

Método de disposição

Quantidade

Quantidade

Lâmpadas

Descontaminação

264 unidades

209 unidades

Reatores

Descontaminação

10 unidades

22 unidades

Papéis

Reciclagem

28.800 litros*

88.000 litros**

Plásticos

Reciclagem

7.000 litros*

6.000 litros*

Metal

Reciclagem

7.000 litros*

14.000 litros*

Vidro

Reciclagem

5.000 litros*

10.200 litros*

Baterias e pilhas

Descontaminação

900 litros*

480 litros*

Lixo orgânico

Coleta pública

84.000 litros*

54.000 litros*

*Estimativa realizada a partir do monitoramento do número de sacos (com capacidade de armazenamento medida em litros) em que os resíduos foram alocados para posterior destinação. GRI 3.9 **O grande aumento do consumo de papel relatado deve-se à inclusão da empresa TOD na base de cálculo, o que não foi possível no relatório anterior. GRI 3.10, 3.11

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7. Índice remissivo da Global Reporting Initiative (GRI) e princípios do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU)

29 | Relatório de Sustentabilidade 2011


7.1 Índices Remissivos GRI e Pacto Global (GRI 3.12) Indicador

Descrição

Princípio do Pacto Global

Resposta/página do relatório

1. ESTRATÉGIA E ANÁLISE (Strategy and Analysis ) 1.1

Declaração do diretor/presidente.

Pág. 01

1.2

Descrição dos principais impactos, riscos e oportunidades.

Pág. 01

2. PERFIL ORGANIZACIONAL (Organizational Profile) 2.1

Nome da organização.

Pág. 03

2.2

Principais marcas, produtos e/ou serviços. A organização relatora deverá indicar a natureza de seu papel na oferta desses produtos e serviços e até que ponto faz uso de terceirização.

Pág. 03

2.3

Estrutura operacional da organização, incluindo principais divisões, unidades operacionais, subsidiárias e joint ventures.

Pág. 03

2.4

Localização da sede da organização.

Pág. 03

2.5

Número de países em que a organização opera e nome dos países em que suas principais operações estão localizadas ou são especialmente relevantes para as questões de sustentabilidade cobertas pelo relatório.

Pág. 03

2.6

Tipo e natureza jurídica da propriedade.

Pág. 03

2.7

Mercados atendidos (incluindo discriminação geográfica, setores atendidos e tipos de clientes/beneficiários).

Pág. 03

2.8

Porte da organização, incluindo: • Número de empregados; • Vendas líquidas; • Capitalização total discriminada em termos de dívida e patrimônio líquido (para organizações do setor privado); • Quantidade de produtos ou serviços oferecidos. Além dos dados citados acima, sugere-se que as organizações forneçam outras informações, conforme apropriado, tais como: • Ativo total; • Proprietários beneficiários (incluindo a identificação e o percentual de participação dos principais acionistas); • Discriminação por país/região de: • Vendas/receita por países/regiões que correspondam a 5% ou mais da receita total; • Custos por países/regiões que correspondam a 5% ou mais da receita total.

Pág. 03

2.9

Principais mudanças referentes a porte, estrutura ou participação acionária.

Pág. 12

2.10

Prêmios recebidos.

Pág. 11

3. PARÂMETROS DO RELATÓRIO (Report Parameters) 3.1

Período coberto pelo relatório.

Pág. 02

3.2

Data do relatório anterior mais recente.

Pág. 02

3.3

Ciclo de emissão de relatórios.

Pág. 02

3.4

Dados para contato em caso de perguntas relativas ao relatório ou seu conteúdo.

Pág. 36

3.5

Processo para definição do conteúdo do relatório.

Pág. 02

3.6

Limite do relatório.

Pág. 02

3.7

Declaração sobre quaisquer limitações específicas quanto ao escopo ou ao limite do relatório.

Pág. 02

3.8

Base para o relatório no que se refere a outras instalações que possam afetar significativamente a comparabilidade entre períodos e/ou entre organizações.

Pág. 02

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Princípio do Pacto Global

Indicador

Descrição

3.9

Técnicas de medição de dados e as bases de cálculos, incluindo hipóteses e técnicas, que sustentam as estimativas aplicadas à compilação dos indicadores e outras informações do relatório. Explique quaisquer decisões que não se apliquem aos protocolos de indicadores da GRI ou que divirjam substancialmente deles.

Págs. 26, 27 e 28

3.10

Explicação das consequências de quaisquer reformulações de informações fornecidas em relatórios anteriores.

Págs. 26, 27 e 28

3.11

Mudanças significativas em comparação com anos anteriores no que se refere a escopo, limite ou métodos de medição aplicados no relatório.

Págs. 02, 26, 27 e 28

3.12

Tabela que identifica a localização das informações no relatório.

Pág. 30

3.13

Política e prática atual relativa à busca de verificação externa para o relatório.

O Grupo não realiza verificação externa.

Resposta/página do relatório

4. GOVERNANÇA, COMPROMISSO E ENGAJAMENTO (Governance, Commitments and Engagement) 4.1

Estrutura de governança da organização.

Princípios 1 ao 10

Pág. 05

4.2

Indicação caso o presidente do mais alto órgão de governança também seja um diretor executivo.

Princípios 1 ao 10

Pág. 05

4.3

Para organizações com uma estrutura de administração unitária, declaração de número de membros independentes ou não executivos do mais alto órgão de governança.

Princípios 1 ao 10

Pág. 05

4.4

Mecanismos para que acionistas e empregados façam recomendações ou deem orientações ao mais alto órgão de governança.

Princípios 1 ao 10

Pág. 05

4.5

Relação entre remuneração para membros do mais alto órgão de governança, diretoria executiva e demais executivos (incluindo acordos rescisórios) e o desempenho da organização (incluindo desempenho social e ambiental).

Princípios 1 ao 10

Pág. 18

4.6

Processos em vigor no mais alto órgão de governança para assegurar que conflitos de interesse sejam evitados.

Princípios 1 ao 10

Pág. 09

4.7

Processo para determinação das qualificações e conhecimentos dos membros do mais alto órgão de governança para definir a estratégia da organização para questões relacionadas a temas econômicos, ambientais e sociais.

Princípios 1 ao 10

Pág. 06

4.8

Declarações de missão e valores, códigos de conduta e princípios internos.

Princípios 1 ao 10

Págs. 07 e 09

4.9

Procedimentos do mais alto órgão de governança para supervisionar a identificação e gestão por parte da organização do desempenho econômico, ambiental e social.

Princípios 1 ao 10

Págs. 05 e 06

4.10

Processos para a autoavaliação do desempenho do mais alto órgão de governança, especialmente com respeito ao desempenho econômico, ambiental e social.

Princípios 1 ao 10

Pág. 05

4.11

Explicação de como a organização aplica o princípio da precaução.

Princípios 1 ao 10

Pág. 05

4.12

Cartas, princípios ou outras iniciativas desenvolvidas externamente, de caráter econômico, ambiental e social, que a organização subscreve ou endossa.

Princípios 1 ao 10

Págs. 02 e 10

4.13

Participação em associações (como federações de indústrias) e/ou organismos nacionais/internacionais de defesa de que a organização participe. Isso se refere principalmente à participação como associada do ponto de vista da organização.

Princípios 1 ao 10

Pág. 10

4.14

Relação de grupos de stakeholders engajados pela organização.

Pág. 13

4.15

Base para a identificação e seleção de stakeholders com os quais se engajar.

Pág. 13

4.16

Abordagens para o engajamento dos stakeholders, incluindo a frequência do engajamento por tipo e grupos de stakeholders.

Págs. 13, 20 e 21

31 | Relatório de Sustentabilidade 2011


Indicador

Descrição

4.17

Principais temas e preocupações levantados por meio do engajamento dos stakeholders e que medidas a organização tem adotado para tratá-los.

Princípio do Pacto Global

Resposta/página do relatório Págs. 13 , 20 e 21

DESEMPENHO ECONÔMICO (Economic Performance) O Grupo não realiza cálculos de implicações financeiras e outros riscos devido às mudanças climáticas.

EC2

Implicações financeiras e outros riscos e oportunidades para as atividades da organização devido a mudanças climáticas.

EC3

Cobertura das obrigações do plano de pensão de benefício definido que a organização oferece.

Pág. 18

EC4

Ajuda financeira significativa recebida do governo.

Pág. 25

EC5

Variação da proporção entre o salário mais baixo e o salário mínimo local em unidades operacionais importantes.

EC6

Políticas, práticas e proporção de gastos com fornecedores locais em unidades operacionais importantes.

EC7

Procedimentos para contratação local e proporção de membros de alta gerência recrutados na comunidade local em unidades operacionais importantes.

Princípio 7

Princípio 1

Pág. 18 Pág. 21

Princípio 6

Pág. 13

DESEMPENHO AMBIENTAL (Environmental Performance) EN1

Materiais usados por peso ou volume.

Princípio 8

Pág. 27

EN2

Percentual dos materiais usados provenientes de reciclagem.

Princípios 8 e 9

Pág. 27

EN3

Consumo de energia direta discriminado por fonte de energia primária.

Princípio 8

Pág. 26

EN4

Consumo de energia indireta discriminado por fonte de energia primária.

Princípio 8

Pág. 26

EN5

Energia economizada devido a melhorias em conservação e eficiência.

Princípios 8 e 9

Pág. 26

EN7

Iniciativas para reduzir o consumo de energia indireta e as reduções obtidas.

Princípios 8 e 9

Pág. 26

EN8

Total de retirada de água por fonte.

Princípio 8

Todas as empresas do Grupo estão instaladas em condomínios e não têm acesso ao consumo de água específico por unidade de negócio.

EN9

Fontes hídricas significativamente afetadas por retirada de água.

Princípio 8

Não se aplica.

EN10

Percentual e volume total de água reciclada e reutilizada.

Princípios 8 e 9

Não se aplica.

EN11

Localização e tamanho da área possuída, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora das áreas protegidas.

Princípio 8

O Grupo não tem nenhuma área possuída, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora das áreas protegidas.

EN13

Habitats protegidos ou restaurados.

Princípio 8

Não se aplica.

EN15

Número de espécies na Lista Vermelha da International Union for Conservation of Nature (IUCN) e em listas nacionais de conservação com habitats em áreas afetadas por operações, discriminadas pelo nível de risco de extinção.

Princípio 8

Não se aplica.

EN22

Peso total de resíduos, por tipo e método de disposição.

Princípio 8

Pág. 28

EN23

Número e volume total de derramamentos significativos.

Princípio 8

Não se aplica.

EN24

Peso de resíduos transportados, importados, exportados ou tratados, considerados perigosos nos termos da Convenção da Basiléia 13, Anexos I, II, III e VIII, e percentual de carregamentos de resíduos transportados internacionalmente.

Princípio 8

O Grupo não realiza transporte de resíduos.

EN25

Identificação, tamanho, status de proteção e índice de biodiversidade de corpos d’água e habitats relacionados significativamente afetados por descartes de água e drenagem realizados pela organização relatora.

Princípio 8

Não se aplica.

Grupo Totalcom | 32


Indicador

Descrição

Princípio do Pacto Global

Resposta/página do relatório

EN26

Iniciativas para mitigar os impactos ambientais de produtos e serviços e extensão da redução desses impactos.

Princípios 7, 8 e 9

Págs. 26, 27 e 28

EN28

Valor monetário de multas significativas e número total de sanções não monetárias resultantes da não conformidade com leis e regulamentos ambientais.

Princípio 8

Não houve multa ou outra sanção.

DESEMPENHO SOCIAL - PRÁTICAS TRABALHISTAS E TRABALHO DECENTE (Social Performance - Labor Practices and Decent Work) LA1

Total de trabalhadores por tipo de emprego, contrato de trabalho e região.

LA2

Número total e taxa de rotatividade de empregados por faixa etária, gênero e região.

LA3

Benefícios oferecidos a empregados de tempo integral que não são oferecidos a empregados temporários ou em regime de meio período, discriminados pelas principais operações.

LA4

Percentual de empregados abrangidos por acordos de negociação coletiva.

Princípios 1 e 3

Pág. 13

LA5

Prazo mínimo para notificação com antecedência referente a mudanças operacionais, incluindo se esse procedimento está especificado em acordos de negociação coletiva.

Princípio 3

A empresa não adota essa prática.

LA6

Percentual dos empregados representados em comitês formais de segurança e saúde, compostos por gestores e trabalhadores, que ajudam no monitoramento e aconselhamento sobre programas de segurança e saúde ocupacional.

Princípio 1

Pág. 19

LA7

Taxas de lesões, doenças ocupacionais, dias perdidos, absenteísmo e óbitos relacionados ao trabalho, por região.

Princípio 1

Pág. 19

LA8

Programas de educação, treinamento, aconselhamento, prevenção e controle de risco em andamento para dar assistência a empregados e seus familiares.

Princípio 1

Pág. 20

LA9

Temas relativos a segurança e saúde cobertos por acordos formais com sindicatos.

Princípio 1

Pág. 13

LA10

Média de horas de treinamento por ano, por empregado, discriminadas por categoria funcional.

Pág. 20

LA12

Percentual de empregados que recebem regularmente análises de desempenho e desenvolvimento de carreira.

Pág. 20

LA13

Composição dos grupos responsáveis pela governança corporativa e discriminação de empregados por categoria, de acordo com gênero, faixa etária, minorias e outros indicadores de diversidade.

Princípios 1 e 6

Pág. 13

LA14

Proporção entre o salário-base de homens e mulheres, por categoria funcional.

Princípios 1 e 6

Pág. 13

Pág. 13 Princípio 6

Pág. 13 Pág. 18

DESEMPENHO SOCIAL - DIREITOS HUMANOS (Social Performance - Human Rights) HR2

Percentual de empresas contratadas e fornecedores críticos submetidos a avaliações referentes a direitos humanos, e medidas tomadas.

Princípios 1 ao 6

Pág. 21

HR3

Total de horas de treinamento para empregados em políticas e procedimentos relativos a aspectos de direitos humanos relevantes para as operações, incluindo o percentual de empregados que receberam treinamento.

Princípios 1 ao 6

Pág. 09

HR4

Número total de casos de discriminação e as medidas tomadas.

Princípios 1, 2 e 6

Em 2011, não foi registrado nenhum caso de discriminação.

HR5

Operações identificadas em que o direito de exercer a liberdade de associação e a negociação coletiva pode estar correndo risco significativo, e as medidas tomadas para apoiar esse direito.

Princípios 1 ao 3

Em 2011, não foi identificada nenhuma operação em que o direito de exercer a liberdade de associação e a negociação coletiva estivesse correndo risco.

HR6

Operações identificadas como de risco significativo de ocorrência de trabalho infantil e as medidas tomadas para contribuir com a abolição do trabalho infantil.

Princípios 1, 2 e 5

Pág. 21

33 | Relatório de Sustentabilidade 2011


Indicador

Descrição

Princípio do Pacto Global

Resposta/página do relatório

HR7

Operações identificadas como de risco significativo de ocorrência de trabalho forçado ou análogo ao escravo e as medidas tomadas para contribuir com a erradicação do trabalho forçado ou análogo ao escravo.

Princípios 1, 2 e 4

Pág. 21

HR9

Número total de casos de violação de direitos dos povos indígenas e medidas tomadas.

Princípios 1 e 2

Não se aplica.

HR11

Número de queixas relacionadas com os direitos humanos arquivados, tratados e resolvidos por meio de mecanismos de reclamações formais.

Não houve queixas relacionadas a direitos humanos em 2011.

DESEMPENHO SOCIAL - SOCIEDADE (Social Performance - Society)

SO1

Natureza, escopo e eficácia de quaisquer programas e práticas para avaliar e gerir os impactos das operações nas comunidades, incluindo entrada, operação e saída.

Pág. 22

SO3

Percentual de empregados treinados nas políticas e procedimentos anticorrupção da organização.

Pág. 09

SO4

Medidas tomadas em resposta a casos de corrupção.

Não houve casos de corrupção registrados em 2011.

SO6

Valor total de contribuições financeiras e em espécie para partidos políticos, políticos ou instituições relacionadas, discriminadas por país.

Pág. 25

SO7

Número total de ações judiciais por concorrência desleal, práticas de truste e monopólio e seus resultados.

SO8

Valor monetário de multas significativas e número total de sanções não monetárias resultantes da não conformidade com leis e regulamentos.

Em 2011, não houve ações judiciais por concorrência desleal, práticas de truste e monopólio. Em 2011, não houve quaisquer de multas ou sanções não monetárias resultantes da não conformidade com leis e regulamentos.

DESEMPENHO SOCIAL - RESPONSABILIDADE PELO PRODUTO (Social Performance - Product Responsibility)

PR2

Número total de casos de não conformidade com regulamentos e códigos voluntários relacionados aos impactos causados por produtos e serviços na saúde e segurança durante o ciclo de vida, discriminados por tipo de resultado.

Em 2011, não houve nenhum caso de não conformidade relacionado aos impactos de saúde e segurança dos serviços prestados.

PR4

Número total de casos de não conformidade com regulamentos e códigos voluntários relacionados a informações e rotulagem de produtos e serviços, discriminados por tipo de resultado.

Em 2011, não houve nenhum caso de não conformidade relacionado a informações e rotulagem dos serviços prestados.

PR5

Práticas relacionadas à satisfação do cliente, incluindo resultados de pesquisas que medem essa satisfação.

Pág. 21

PR6

Programas de adesão às leis, normas e códigos voluntários relacionados a comunicações de marketing, incluindo publicidade, promoção e patrocínio.

Pág. 10

PR7

Número total de casos de não conformidade com regulamentos e códigos voluntários relativos a comunicações de marketing, incluindo publicidade, promoção e patrocínio, discriminados por tipo de resultado.

PR8

Número total de reclamações comprovadas relativas a violação de privacidade e perda de dados de clientes.

PR9

Valor monetário de multas (significativas) por não conformidade com leis e regulamentos relativos ao fornecimento e uso de produtos e serviços.

Em 2011, não houve nenhum caso de não conformidade relacionado a regulamentos e códigos voluntários relativos a comunicações de marketing. Em 2011, não houve reclamações comprovadas relativas a violação de privacidade e perda de dados de clientes. Em 2011, não houve multas por não conformidade com leis e regulamentos relativos ao fornecimento e uso de produtos e serviços.

Grupo Totalcom | 34


7.2 Os 10 princípios do Pacto Global das Nações Unidas

Direitos humanos Princípio 1

Respeitar e proteger os direitos humanos reconhecidos internacionalmente na sua área de influência

Princípio 2

Apoiar a liberdade de associação e reconhecer o direito à negociação coletiva Direitos do trabalho

Princípio 3

Apoiar a liberdade de associação e reconhecer o direito à negociação coletiva

Princípio 4

Eliminar todas as formas de trabalho forçado ou compulsório

Princípio 5

Erradicar efetivamente todas as formas de trabalho infantil da sua cadeia produtiva

Princípio 6

Estimular práticas que eliminem qualquer tipo de discriminação no emprego

Proteção ambiental Proteção Ambiental Princípio 7

Estimular uma abordagem preventiva, responsável e proativa para os desafios ambientais

Princípio 8

Desenvolver iniciativas e práticas para promover e disseminar a responsabilidade socioambiental

Princípio 9

Incentivar o desenvolvimento e a difusão de tecnologias ambientalmente responsáveis Anticorrupção

Princípio 10

35 | Relatório de Sustentabilidade 2011

Combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e suborno


8. Créditos Coordenação Geral Comitê de Ética e Sustentabilidade Supervisão Técnica Metodologia GRI e Redação Visão Sustentável Edição e Revisão Carolina de Paula Projeto Gráfico Grupo Totalcom Fotos Acervo Grupo Totalcom Para dúvidas ou sugestões quanto ao relatório, contate (3.4): Jamila Srikhi ou Luciana Peluso Telefone: 11 3704-1511 e-mail: jamila@fischerfriends.com.br ou lpeluso@totalcom.com.br Endereço para correspondência: Rua Leopoldo Couto Magalhães Jr., 758 – 17º e 18° andar Itaim Bibi, CEP 04542-000, São Paulo, Brasil Site: www.totalcom.com.br

Grupo Totalcom | 36



Relatório de Sustentabilidade 2011