Page 1

#21

me

magazine. Sobre| House of Mina Lima

Entrevista | Wandson Lisboa


Índice

me. magazine Fotografia // Ricardo Abreu

01. Sobre.

// o porquê disto estar a acontecer.

02. Que Designer serei?

// como perspetivo ou imagino a minha vida profissional? o que eu gostaria de fazer? onde? com quem e como?

04. Os meus heroís de caneta e papel.

// artistas que admiro e que são uma inspiração no meu trabalho.

06. My Positive Facts.

// todos os meus pontos fortes que fazem de mim a pessoa que sou.

08. Hire Me!

Wandson Lisboa exclusivo. //o instagramer de quem todos gostam de ser amigos.

// todos os motivos e mais alguns para que possas acrescentar uma pessoa super bem disposta e com vontade de trabalhar à tua empresa. Fotografia // store.minalima.com

10. Depois de respirar.

// Por outras palavras, temas sobre os quais nunca me canso de ler, os quais me motiva a fazer um infinitive scroll.

12. À conversa com Wandson Lisboa.

// uma entrevista com o Instagramer de quem todos querem ser amigos, conhecer os seus brinquedos e “pagar finos”.

14. | Ontem fui à House of MinaLima.

// os criadores de todos os conteúdos gráficos dos filmes de Harry Potter.

16. O que eu sigo.

// todo o trabalho que acontece quando não existe trabalho para fazer.

House Of MinaLima design gráfico. // o local em Londres onde podes sentir que fazes parte dos filmes do Harry Potter.


01. Sobre

Considero que este projeto veio a acontecer no tempo certo. Sinto que é uma altura das nossas vidas em que é importante refletirmos sobre aquilo que realmente somos, sobre aquilo que queremos e o que nos tanto motiva para que possam existir enúmeros capitulos seguintes naquilo que é e será o nosso futuro enquanto pessoas, profissionais, filhos, netos, amigos, enfim... Este projeto vem a acontecer pela proposta de trabalho da minha Professora da Unidade Curricular de Design de Comunicação, Maria Cadarso. É nos pedido que possamos refletir sobre algo que gostamos ou até sobre o nosso futuro enquanto futuros designers, como é o meu caso, e que desta forma, possamos criar um projeto editorial de uma revista de forma a aprender e saber estruturar corretamente um projeto desta dinâmica. Neste projeto vou tentar refletir aquilo que sou, mostrar algumas das coisas que gosto e o que me motiva e leva a querer ser um Designer no futuro. Neste projeto vou tentar fazer passar uma mensagem que sinto que me pode melhor representar. Assim, gostaria também de poder agradecer a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, fazem ou fizeram parte do mim e do meu dia-a-dia, pois tornaram-me, de uma forma propositada ou quase que inconsciênte, na pessoa que sou hoje. Fizeram com que possa sonhar incanssávelmente e todos os dias sobre coisas e temas completamente diferentes. Fizeram com que fosse construíndo e alcançando objetivos. A cima de tudo fizeram com que pudesse chegar momentos como este em que faço uma prespetiva do que vai ser ou não o meu futuro, ainda que incerto mas de certa forma possivel.

Ilustração // Tomás Almeida Fotografia // Vera de Sousa

1


sr

02. Que Designer serei?

e e i? Designer

2

Fotografia // Vera de Sousa

02. Que

Ao longo do meu percurso, especialmente escolar e pessoal, tenho vindo a manifestar um interesse contante em três áreas específicas do Design: Branding, Publicidade e Editorial. Sinto que todas estas áreas são formas de manifestar o meu interesse em querer fazer chegar algo ao público, algo criado com bases e com alguma pesquisa capaz de transmitir, muita vezes uma mensagem, um lema, no fundo algo em que o público se consiga idêntificar. Para além do Design sempre manifestei um especial interesse pela fotografia e, que de certa forma, me foi acompanhando ao longo da minha vida. Considero ser algo fundamental e super complementar para alguém que trabalha em áreas criativas pois existe uma necessidade constante em criar e produzir algo diferente de tudo o que já existe de forma a podermonos diferênciar do “comum”, e nesse aspeto a fotografia consegue transmitir e refletir muito esses mesmos valores. Sinto que tenho vindo a criar um gosto acrescido pela vertente criativa da publicidade e adorava poder vir a trabalhar nessa mesma área para o resto da minha vida. Acho que ao longo do tempo vou quase que criando uma imagem futura do que gostava que fosse a minha vida profissional, é algo que já venho a idealizar desde à algum tempo. Desta forma não quero vir a definir todo o meu futuro para que possivelmente possa não correr da forma como esperava e que se possa tornar em algo negativo e pessoalmente desmotivante mas, tenho alguns sonhos para o meu futuro. Gostava de trabalhar numa agência, em conjunto com outras pessoas com a mesma vontade de criar conteúdos novos, diferentes e de poder sentir um objetivo conjunto. Desde à muito tempo que venho a acompanhar o trabalho de muitas agências e seria, para mim, um orgulho e um objetivo pessoal alcançado poder vir a trabalhar e a desenvolver projetos em agâncias como a Havas, a Fuel ou a Fullsix. Era uma concretização positiva em todos os niveis. Sei que tudo isto pode ser díficil de atingir mas sinto que tenho dado o meu melhor para que um dia essa possivel realidade que tanto idealizo se possa tornar real. 3


e 03. s

4

Ilsutração // Tomás Almeida

papel

Créditos Fotografias // por ordem de cima para baixo, da esquerda para a direita // sem créditos, sem créditos, Vera Marmelo, Like Knows Like, Nash Does Work, Miguel Oliveira, Observador, La Pajarrita, We Blog Yoi, Câmara Municipal da Nazaré, MistakerMaker, Projeto Curadoria, Hugo Moura, O Pedagogento, Jornal de Negócios.

Hro

e Os meus de ía canet

Os meus Heroís de caneta e papel. Laro Lagosta

AKACORLEONE

Kruella D’Enfer

Wasted Rita

Halfstudio

Wandson Lisboa

Mário Belém

Ricardo Cavolo

Mariana Cacéres

Hugo Makarov

Nicolau

Mariana, a Miserável

Add Fuel

André da Loba

João Fazenda

04.

Não sei se é por acaso mas ainda tenho um maior orgulho por todos este artistas que para mim têm uma influência gigantesca em tudo o que crio, imagino e sonho por quase todos eles serem portugueses. Gostava de um dia poder juntá-los a todos e poder conversar abertamente com cada um sobre os seus processos de criação, artistas que sejam, também para eles, uma inspiração e um dia, poderem vir a colaborar comigo num projeto em conjunto. No fundo gostava de poder ter cada um deles no meu círculo próximo de amigos. Gostava de poder tê-los em minha casa, jantarmos juntos numa noite de Santos Populares com as janelas abertas e poder deixar com que a felicidade entre sem qualquer tipo de restrições. 5


Fotografias // Pedro Chagas

Ilustração // Tomás Almeida

6 5

My

Bem Disposto

Prestável

Ótimista

Creativo

Esforçado

Ambicioso

Desenhador Responsável Adaptável

ve Positive Facts

Comunicativo Líder

Focado

Curioso

7


Tomás Almeida

DESIGNER | FOTÓGRAFO FREELANCER | ILUSTRADOR

17 de Março de 1998 Rua do Farol nº31 - Peniche (+351) 964 077 393 tomasalmeidawork@gmail.com behance.net/tomasalmeida

Desde cedo comecei por demonstrar interesse na área do Design.

Tomás de Matos Almeida DESIGNER | FOTÓGRAFO FREELANCER | ILUSTRADOR

Experiência Profissional

Pratiquei natação de competição durante 5 anos, seguidamente ténis, taekwondo, ginástica e finalmente decidi parar nos escuteiros. Não vivo sem música, gosto de conhecer diferentes culturas e vários tipos de gastronomia. O meu filme preferido é o Toy Story.

Fotógrafo e Designer | Freelancer

Demonstro bastante interesse em aprofundar os meus conhecimentos e práticas em várias áreas da minha formação. Considero-me empenhado, bastante comunicativo e com facilidade em adaptar-me a novos projetos.

Fotógrafo e redator na plataforma digital Espalha-Factos com artigos e reportagens fotográficas realizadas mensalmente.

os meus interesses

música

viajar

desenhar

teatro

comida

cinema

software skills Windows 80%

Mac OS X 80%

Desde 2016 | Portugal

Criador de trabalhos fotográficos e de artigos gráficos para enúmeros clientes como: Noesis, Continente, Blip, e Grand’Ideia.

Fotógrafo e Redator | Espalha-Factos Desde 2017 | Portugal

Fotógrafo | Rock in Rio Abril 2016 | Lisboa, Portugal

Presença na Apresentação do Festival, na Cidade do Rock, aos media e imprensa - Reportagem fotográfica.

Designer Estagiário | Grand’Ideia

Junho 2017 - Março 2018 | Lisboa, Portugal Designer estagiário na empresa de produção de eventos Grand’Ideia em Lisboa. Criador de flyers, conteúdos gráficos dos eventos da empresa, catálogo de eventos e cartão de visita. Colaborador em todos os eventos da empresa.

Educação Escola Secundária de Peniche Artes Visuais | Peniche, Portugal

Illustrator 90%

IADE - Creative University Design | Lisboa, Portugal

Photoshop 70%

InDesign 60%


RPara S E

Todos nós, por vezes, gostamos de sentir aquela sensação de não ter nada para fazer.

além P R I A R

de

depois

10

Ilustrações // Tomás Almeida

0.6

Nos meus tempos livres gosto de fazer várias coisas que, de certa forma me transmitem alguma sensação de felicidade e de descanço. Entre essas atividades destaco as seguintes: ouvir música, passear, viajar, correr, desenhar, ver filmes, fotografar, acampar, conhcer pessoas novas, ver o nascer e o pôr do sol, passar tempo com amigos e familia.

11


Ilustrações // Tomás Almeida

entrevista realizada por tomás almeida

01. Queria começar por perguntar pelas tuas origens e como isso moldou quem és hoje?

07.

à conversa COM

Wandson Lisboa.

12

A minhas origens são muito o fruto do que eu faço hoje. Tudo o que aprendi, a nível visual e estético, fez-me querer levar essas duas vertentes mais a serio. Grande parte da pessoa que sou hoje e, portanto, a base de tudo o que crio, vem também da parte dos meus pais. O gosto pelo Rock & Roll vem da parte do meu pai e o gosto por brinquedos da minha mãe. Sou natural do Maranhão, em São Luís, uma terra muito pequena. Todo o ambiente em que vivi foi sempre muito simples, tal como a minha família. Fui habituado a esforçarme para conseguir o que realmente queria e ambicionava para mim e para a minha vida. Também sempre tive muita liberdade, nunca me proibiram de fazer o que queria.

02. Se tivesses que responder ‘Quem é o Wandson?’, hoje em dia, como te definirias?

O Wandson de hoje é muito diferente de há dez anos atrás. Não o consigo reconhecer de modo nenhum neste momento da minha vida. Desde que vim para Portugal passei a ser alguém totalmente diferente, tornei-me muito analítico e perspicaz nas coisas e também muito mais carente devido ao facto de não ter a minha família presente comigo. Tenho tentado transmitir todos esses sentimentos numa linguagem visual muito própria.

03. Vieste do Brasil para Portugal, para o Porto. Qual a razão dessa decisão, e como é que o nosso país influenciou a tua arte?

Eu aprendi Design no Brasil, um Design muito mais comercial, as coisas eram mais pragmáticas, mas todo o sentido estético era muito comercial. Vim para Portugal, para Belas Artes, e foi aí que aprendi como as coisas poderiam ser mais empíricas. Aprendi a ser mais organizado, mais pragmático, mais limpo a nível visual e estético. Quando andava na rua, em Portugal, ficava fascinado com todos os cartazes e pela sua qualidade visual. A publicidade criada no Brasil era muito mais plana, e de certa forma nota-se uma grande qualidade estética no que os designers portugueses fazem e criam. Vir para Portugal foi quase como uma loucura, mais do que algo completamente planeado, vim à procura de algo que completasse os meus estudos de Comunicação Social e encontrei uma comunidade interessada pela arte, pelo design que acabou por fazer tudo isto valer a pena.

04. Formaste-te em comunicação social e, já em Portugal, fizeste uma pós-graduação em design gráfico. De que forma consideras estas áreas serem importantes naquilo que gostavas de vir a ser ou fazer enquanto profissional?

Contrariamente aos meus amigos e colegas, que não sabiam o que queriam ser quando crescessem, eu nunca tive dúvidas e sempre soube que gostava de trabalhar em publicidade, em televisão, brincar com música, fazer montagens Desde que tirei Comunicação que o design gráfico, sabendo que era algo que gostava, era a perfeita combinação dentro das minhas áreas de interesse e de estudos. De certa forma, juntando estas duas áreas, poderia tornar-me num profissional muito mais completo. Sempre tive funções em que tive de criar conteúdos gráficos, enquanto os meus amigos e colegas sempre estiveram mais direcionados para o atendimento ao cliente e outras áreas completamente diferentes. Foi aí que decidi que o que realmente queria fazer no futuro era design gráfico. O design pode ser uma área muito chata, por isso prefiro criar do que estar preso a regras e grelhas, mas claro que é preciso não as esquecer.

05. Estiveste na Rede Globo desde muito novo, como estagiário. Como surgiu a oportunidade, quais as tuas funções e como te influenciou?

Eu trabalhei dentro da Rede Globo, na verdade numa das suas afiliadas na minha cidade, o jornal “O Estado do Maranhão”, que tinha um suplemento chamado “Galera” para o qual eu com 15 ou 16 anos escrevia todas as semanas, e de vez em quando os meus textos apareciam no jornal. Um dia fui convidado pela editora do jornal para trabalhar lá, isto com 16 anos, como conselheiro editorial, mas não era bem um trabalho, eu era muito novo. Havia também uma rubrica chamada “Você sabia?” onde eu procurava em todo o lado sobre curiosidades que achava engraçadas. Mais tarde saí, fiz a graduação em Comunicação, e depois voltei e fiquei na rádio, onde acabei por desenhar um site novo. Fiz uma proposta e todos gostaram e, apesar de alguma resistência inicial, a minha proposta acabou por avançar tal como eu tinha desenhado.

a fazer e pensar em coisais boas do que estar parado. O meu trabalho passa muito por me sentar numa cadeira com papel e uma caneta e começar por esboçar as minhas fotografias e os meus trabalhos, mas torna-se numa rotina muito preenchida. Gosto muito quando me pedem para fazer trabalhos para fora, para além do meu Instagram, torna se muito recompensador, mas tudo isto também faz com exista algum, stress e cansaço.

07. De que forma é que sentes que o dia-a-dia de cada um pode servir de inspiração para um artista expôr as suas ideias?

Diferenciarmo-nos de tudo o que já existe é uma batalha muito grande, mas para mim é tudo um processo muito natural em que opto por começar por olhar para alguns dos meus objetos e penso no que ele me poderia sugerir e no que posso fazer com ele. Quase que me vem à cabeça um catálogo com vários elementos gráficos e com tudo o que posso fazer com esse objeto. Mas a criação tem por base a inspiração, tudo tem referências a algo que já foi inventado, ninguém inventa nada.

08. Achas que as redes sociais são a forma mais imediata de de comunicar, e de obter feedback?

Atuo principalmente no Instagram e tenho tentado potenciar o meu Twitter, uma vez que no Facebook já quase não há espectadores. O Instagram e o Twitter são prioridades hoje, porque consigo falar muito mais rápido com as, ter contato direto e passar o que quero passar, e é muito gratificante receber o feedback diretamente das pessoas que gostam do teu trabalho.

09. Que conselho poderias dar a todos os estudantes de design em fase final do curso?

Sei que tudo pode parecer duro e nem sempre as coisas vão parecer fáceis neste momento de fim. Foi tudo tao bom neste percurso mas tudo o que esta por vir vai ser tão melhor e tão recompensador. É uma área que vos permite fazer coisas incríveis e vai fazer tudo valer tanto a pena.

06. Sentes que existe uma necessidade constante em criar conteúdo e começar a por as mãos à obra?

Eu sou muito ansioso e prefiro estar sempre

13


Ilustrações // Hannah Pacious

Fotografias // House of MinaLima.com

Harry Potter grapgic design Studio

House of MinaLima apresenta quinze anos de colaboração criativa da dupla de design gráfico Miraphora Mina e Eduardo Lima, fundadores da MinaLima. A Casa possui quatro andares de obras distintas da arte gráfica da série de filmes Harry Potter e Fantastic Beasts. Os visitantes da Casa de MinaLima descrem neste espaço muito mais do que uma galeria e uma loja; Este edifício encantador oferece uma experiência verdadeiramente imersiva.

No piso 3, os visitantes estão imersos nas criações de MinaLima para o último filme da J.K. Rowling, reproduzindo impressões limitadas à venda. Também estão disponiveis alguns adereços dos filmes disponibilizados pela Warner Brothers.

House of

MinaLima

A extensa coleção inclui o renomado Marauder’s Map, os jornais The Daily Prophet e o best-seller Whomping Willow, apresentados ao lado de filmes autênticos. A exposição é imperdivel para qualquer fã de Harry Potter e qualquer interessado em design!

londres

Todas as estampas de arte gráfica expostas nos andares superiores estão à venda e podem ser adquiridas na loja da House of MinaLima, ao lado de cartazes, artigos de papelaria, acessórios e livros. A loja também apresenta a série ilustrada de impressões coletivas de MinaLima, bem como os livros de Peter Pan, The Jungle Book e The Beauty & The Beast para Harper Collins e edições relacionadas da edição limitada.

14

15


O que eu sigo.

// todo o trabalho

acontece quando não existe trabalho para fazer.

Mumford &Sons // Folk Rock A banda que me acompanha desde os 14 anos e permanece com muito carinho. O meu momento alto foi no NOS Alive de 2015 quando a banda veio a Portugal e o vocalista , o Marcus Mumford, me abraçou e levou a bandeira nacional para palco consigo. Tenho pena na ter gravado a emissão em direto para mais tarde poder recordar.

Rock, Pop, Bossa Nova // Miguel Araújo Para mim, o maior letrista e compositor Português de todo o sempre. Comecei por conhecer todo o seu trabalho na altura em que lançou o tema “Fizz de Limão” e desde logo me cativou. Hoje, admiro-o e, é de certa forma uma inspiração para mim por tudo o que faz e tão bem que o faz.

Youtuber // Mariana Gomes Uma rapariga com idade próxima da minha e com um gosto por arte, exposições e uma vontade de se exprimir, de dizer o que sente, o que gosta e ambiciona fazer, quer no presente, quer no futuro.

Mistaker Maker // ONG Promoção de exercícios de arte contemporânea em todas as suas (novas) formas de expressão; estimular informalmente, explorando novos caminhos na produção de conteúdo, integração de público heterogêneo, buscando o fortalecimento da massa crítica e a criação, não só de novos produtos artísticos, como também o crescimento de valor econômico, social e cultural.

16


.magazine.

Me Magazine #21 // Tomás Almeida  
Me Magazine #21 // Tomás Almeida  
Advertisement