Issuu on Google+

Ano I

nº 18

Julho/2010

www.tokdeclasse.com.br

Marcos Henrique

Entrevista

Rodrigo Aladim PERFUMES • PRESENTES DECORAÇÕES Rua Otávio Amorim, s/n 3331.1222 / 3331.1223

Rua São João, 74

3331.2789

Av. Sen. João Câmara, 426

3331.4661

Rua 16 de Outubro, 773

3331.2451


www.tokdeclasse.com.br

2

• Julho/2010

Orgulhoso do passado e confiante no futuro!

EXPEDIENTE

Prazer. Sou Rodrigo Aladim, Presidente do CDL em Macau, advogado e empresário. Tenho buscado construir uma história transparente e consolidada ao esforço de experiências profissionais. Atuei como secretário de gabinete e tributação do município de Macau/RN e, ultimamente, tenho me dedicado ao comércio no ramo de combustíveis. Contagiante, sincero e prático em minhas decisões, sempre procuro ativar boas relações no meio que circulo. A família é base para algumas atuações, mantenho postura e dedicação no que me é confiado. Dessa forma, garanto o compromisso e sucesso em tudo o que faço. O reconhecimento considerado por meio da população me faz cidadão de Macau, onde mantenho estabilizado meus negócios e minha família. O jornal Tok de Classe é uma publicação da Tok de Classe Assessoria e Eventos Coordenação Marcos Henrique

Colunista Marcos Henrique

Jornalista Responsável Rosinaldo Vieira

Diagramação GR Design Editorial www.grdesigneditorial.com.br

Fotos Osair Lima

Impressão: Gráfica São João

www.tokdeclasse.com.br tokdeclasse2008@yahoo.com.br (84) 9978-1080 Conceitos, opiniões e informações assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores não havendo qualquer ônus para o jornal.


Profissão: Advogado/Empresário. Casado com: Jemima Marinho Vieira Diniz Aladim. Meus filhos: José Daniel e Maria Cecília. Agradeço: A Deus e a minha família. Planejo tudo que: Almejo. Lugar perfeito: Qualquer lugar que me sinta bem. Aprendi que: Nada se consegue sem perseverança. Guardo para o futuro: Vários objetivos. Faria tudo de novo: Todas as coisas boas que já fiz. Trouxe de minha infância: A alegria. Sou capaz de tudo: Pela minha família. Aprendi com a política: Nunca dê um passo sem olhar para todos os lados. Vai ficar para sempre: O sorriso de minha mãe. Faço todos os dias: Rezo antes de dormir. Não é justo: A pobreza. Meu pai falou: Tudo que ele falou sempre foi um ensinamento. A vida me deu: Uma linda família e bons amigos. Tenho um projeto: Um não; tenho vários projetos e pretendo realizá-los. Quando não conseguir: replanejo. Tenho certeza que fiz: bons amigos por onde passei. Uma frase: “A sabedoria vem de escutar; de falar,vem o arrependimento.“ (provérbio Italiano)

Tenho buscado construir uma história transparente e consolidada ao esforço de experiências profissionais

3 www.tokdeclasse.com.br

Julho/2010 •


www.tokdeclasse.com.br

4

• Julho/2010

Acostumando-se

a migalhas

Um convite à auto-crítica e reflexão, apontando alternativas Sanda Maia provoca o leitor a ampliar seu olhar sobre relacionamentos e tudo que diz respeito ao amor - próprio e direcionado aos outros. É um convite à auto-crítica e reflexão, apontando alternativas para rever comportamentos, escolhas e crenças. Ela é autora dos livros “Eu Faço Tudo por Você - Histórias e relacionamentos co-dependentes” e “Você Está Disponível? Um caminho para o amor pleno”, ambos publicados pela editora Celebris. A questão do acostumar-se com o pouco ou quase nada acaba com nossa autoestima. Acaba com qualquer possibilidade de relacionamento. Primeiro porque a relação em si começa doente. Um que não pode ou não quer dar quase nada e, outro carente - que aceita o pouco, ou melhor, as migalhas. Parece normal? Sabe aquele ditado “ruim com ele pior sem ele”? Pois é, tem muita gente vivendo assim. Com essa dinâmica, essa tônica. Imagine que se perderem essa sua única

fonte de “restos” vão ficar à deriva. Famintos, impotentes, sem poder… Receber migalhas afeta nossa autoestima e com o tempo vamos achando que é isso o que merecemos. Que não nascemos para ser totalmente felizes. Que ok, podemos viver dessa maneira - mendigos ambulantes - à espreita do outro. De uma distração sua, ou ainda quem sabe de um “raio” de consideração que esse apresenta vez ou outra. Você deve conhecer dezenas de pessoas que vivem exatamente como estou colocando. Infelizmente, caímos nessa armadilha. Investimento Começamos a relação para investir, achamos que tudo bem – se o outro não estiver totalmente inteiro, tocamos, deixamos o tempo passar e, quando acordamos, foram-se meses, anos, uma vida - num relacionamento infundado que nunca, nunca vai sair desse marasmo - até porque foi concebido dessa forma.

Bem, então, qual o nosso papel nessa relação? Encolher? Não cobrar, não atormentar o outro com nossos desejos, nossas inquietações, nossos sonhos? Deixar a vida passar? Não sorrir? Não incomodar? Enfim, numa situação que beira o masoquismo - nosso papel se limita a acabar com nossa felicidade e, o pior, vivermos esfomeados com base na benevolência do outro - que pode ou não acontecer… Arrastando-se Qual o papel do outro nessa história além de ser complementar à nossa neurose? Continuar exatamente como sempre foi - ou seja, mesquinho, inseguro, indefinido, inconstante. Aquele que dá pouco, muito pouco, tão pouco que a relação pode se arrastar indefinidamente… Preste atenção. Ouvi esse comentário de um mestre esta semana: aquele que se preserva para viver relações paralelas ou que não tem condições de se abrir e viver uma história


Receber migalhas afeta nossa autoestima e com o tempo vamos achando que é isso o que merecemos

por inteiro não vive e não deixa viver. Pode viver assim distribuindo afagos poucos indefinidamente - afinal, nada muda em suas vidas… Aquele que não está presente, não pode atender ao telefone, não pode te ver não está nem aí para suas necessidades. Não comparece e - perdoe-me - não são forcas ocultas que o impedem. Não são problemas ligados ao trabalho, à família, à vida, à frustração etc, etc… Apenas entenda que este que não pode - NÃO QUER, NÃO TE ESCOLHEU, NÃO VAI ESCOLHER, NÃO VAI MUDAR… Vai manter tudo como uma história mais ou menos de amor… Ele pode mudar? Talvez.

Quem sabe se um raio cair na sua cabeça e então - BINGO - la estará ele, pelo menos por um período, cheio de amor para dar… O que pode ser esse raio? Um enfarto fulminante, um acidente, uma perda, um acordo daqueles do tipo - a companheira ou companheiro entram com o pé e ele… Bem, você sabe… Ação Parece duro, mas não! Não acontece. E então, o que fazer? Nesses casos podemos deixar tudo como está e parar de reclamar ou pensar em algumas alternativas para fazer o outro acordar e entrar de vez ou sair da relação. A questão é: estamos prontos

5 www.tokdeclasse.com.br

Julho/2010 •

para sair fora? Estamos prontos para começar de novo? Se sim, podemos agir de diferentes formas para ver qual a reação do outro - o que acontece com a relação se mudarmos… Primeiro, podemos escolher esfriar para ver se o outro se liga que existimos de fato. E, então, quem sabe, possamos investir em resgatar sonhos, desejos, ou seja, mudar o foco… A vida agradece. Segundo, podemos pressionar o outro de vez e dar um prazo, algo do tipo “basta”… E, por último, podemos ainda ROMPER. Por um ponto. Acabar. Terminar. Escolher viver outra historia. Outra vida, outra relação… Fácil? Não. Não e nada fácil. E

possível mesmo que seja necessária ajuda psicológica. Para sair de determinadas relações, precisamos recuperar a autoestima. E isso nem sempre é tão simples como parece… De todo modo, todo passo demanda uma decisão, uma escolha. Depois, no nosso tempo, e só caminhar… Escolhas, sempre escolhas.


www.tokdeclasse.com.br

6

Marcos Henrique tokdeclasse2008@yahoo.com.br

Festa na Fazenda Fotos: Ozair Lima

Com ares de festa na fazenda os empresários Genival Dantas e Auxiliadora, abriram os portões de sua mansão para receber os amigos e familiares em torno dos parabéns para Georgiane Aline Albano Batista, na noite de 09/07. Gente bonita, alegre, deu o tom da festa de Aline que estava linda e feliz com a festa preparada por seus pais Auxiliadora e Genival.


7 www.tokdeclasse.com.br

Julho/2010 •

Chuva de Arroz!

Eles estavam super felizes! Ataliny e Henrique juram amor eterno na presença de 300 convidados, no dia 03/07/, no Marluzia Buffet onde foi realizada a cerimônia , seguida de cumprimentos. A noiva é filha de Antônio Firmino dos Santos e Luzineide de Fátima Araújo dos Santos. Ele é filho de João Batista de Oliveira e Themis Martins. Detalhes com flores nos tons rosa, roxa e vidros fizeram da festa de cerimônia de casamento de Ataliny e Henrique um sonho. O Marluzia Buffet recebeu túnel em tentas com cobertura transparentes, passarela forrada em tons verdes que foram realçados pela iluminação de Vianey. Andrieles Simão Bezerra deu show de bom gosto e competência em toda ambientação. Cardápio assinado por Sayonora Oliveira que também assinou a bolo. Fotografias de Ozair Lima. A música ficou a cargo de Guilherme Lopes.


www.tokdeclasse.com.br

8

• Julho/2010

Não é todo mundo que festeja duas décadas sem perder um detalhe do passado. Há 21 anos, Jota Ribamar está presente no Vale do Assu e Região Central, relatando fatos, divulgando notícias, escrevendo a história de gente que faz e acontece. O Tok de Classe parabeniza Jota Ribamar e deseja vida longa no colunismo, para que a sua história continue fazendo parte da nossa.


• Julho/2010

www.tokdeclasse.com.br

10

Este processo consiste, grosso modo, em adicionar ao vinho branco já pronto mais açúcar e um vinho velho ou conhaque, e engarrafar o líquido para que ocorra uma segunda fermentação dentro da garrafa hermeticamente fechada

O champagne É indispensável nas recepções de casamento, jantares de homenagem, festas de réveillon, e em todos os momentos em que algo de especial merece um brinde comemorativo.

Um Vin-mousseux, vinho efervescente inventado no século XVII pelo monge Beneditino Dom Perignon, o Champagne é hoje obtido principalmente a partir das uvas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. A marca comercial Champagne é reservada ao produto da região da Champagne, no nordeste da França, porém o nome foi, até bem pouco tempo, aplicado a todos os Vin-mousseux produzidos pelo mesmo método, o denominado método Champagnoise. Este processo consiste, grosso modo, em adicionar ao vinho branco já pronto mais açúcar e um vinho velho ou conhaque (mistura chamada “licor de expedição”), e engarrafar o líquido para que ocorra uma segunda fermentação dentro da garrafa hermeticamente fechada. A

pressão dos gases dessa segunda fermentação é que produz a efervescência da bebida. O vin-mousseux contém 10 a 15 por cento de álcool. Existe o Doce, o Meio-doce ou Demi-sec, o Seco ou Sec, ou Dry, o Extra seco ou Extra Dry, o Brut, e o Extra Brut. O Doce é o que contém mais açúcar e o Extra Brut, o que tem menos. Vidro mais grosso e uma trança de arame que segura a tampa de cortiça à goteira da garrafa permitem que esta suporte a forte pressão do gás produzido pela segunda fermentação. A marca Champagne não é, por si mesma, uma garantia de boa qualidade do Vin-mousseux, porque na França, como em todas as regiões vinícolas do mundo, a indústria produz bons e maus vinhos. Em por-


Luiz Groff, enólogo

Por que champanhe sempre foi associado ao luxo?

tuguês se diz tanto “o champanhe” como “a champanhe”; porém, como se trata de vinho, e por ser uma designação toponímica, o mais próprio parece ser o gênero masculino. O Vin-mousseux, que inclui a famosa marca Champagne, é a bebida das comemorações, a bebida da alegria por excelência. É festivo desde o momento em que é aberto, com o pipocar da rolha. É indispensável nas recepções de casamento, jantares de homenagem, festas de réveillon, e em todos os momentos em que algo de especial merece um brinde comemorativo. Abrir uma garrafa de Vin-mousseux é tarefa ainda considerada masculina, e por essa razão, em um evento em que se deseje emprestar a este vinho especial destaque, o con-

vidado de honra pode esperar ser solicitado a abri-la e, não havendo garçons nem estando presente o marido da anfitriã, deve mesmo oferecer-se para fazê-lo. O prazer de abrir uma garrafa de Vin-mousseux sofre, porém, algumas restrições. A descontração que existe em um encontro informal, numa festa íntima, na comemoração de um aniversário em casa, permite o pequeno espetáculo quase pirotécnico de deixar a rolha pipocar, mas não as reuniões formais. Não se deve deixar que a rolha escape ruidosamente, quando se trata de uma reunião grandemente séria, em que as regras da etiqueta precisam ser seguidas à risca. Porém, como o comportamento de uma rolha de Vin-mousseux é imprevisível (pode teimar em não sair ou pipocar

logo que se distorce o trançado de arame), é prudente, nos dois casos, apontar a garrafa para onde nem coisas nem pessoas sejam fuziladas por esse projétil. As melhores garrafas Boas marcas internacionais disponíveis nas prateleiras: Moët & Chandon Brut Imperial; Cuvée Dom Pérignon; Taittinger; Pol Roger; Salon; Cuvée Lanson; Gosset; Piper-Heidsieck; Krug; Duval Leroy; Ruinart; Bollinger; Veuve Clicquot Ponsardin; La Grande Dame. Entre os produtos nacionais, destacam-se: Chandon, Dal Pizzoll, Salton, Cave Geisse, Miolo, Casa Valduga e De Greville.

Quem explica é o enófilo curitibano Luiz Groff: “O champanhe é fruto do acaso. Antigamente, o vinho branco que era produzido em Champagne não era espumante”. A situação mudou quando aconteceram, ao mesmo tempo, dois fatores: a competição quase desleal desse vinho com o tinto da região de Bordeaux (considerado o melhor do mundo) e a exportação para a Inglaterra. Quando chegava nesse país, de clima mais frio que a França, o vinho refermentava e as garrafas estouravam. “Perceberam, então, que o sabor era inesquecível”, conta Groff. Diz a lenda que foi um frei, o Dom Pérignon, que apostou em desenvolver garrafas que não estourassem e aproveitou esse fator climático para começar um marketing em torno do espumante da região de Champagne. Para se destacar dos outros tipos de vinho, o champanhe foi associado ao luxo e à luxúria.

11 www.tokdeclasse.com.br

Julho/2010 •



Tok de classe nº18