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para combater o MACHISMO,

RACISMO E HOMOFOBIA

Nossa universidade é federal, também são federais as políticas que atacam a todas as universidades do país. Por essa razão é que muitos dos nossos problemas são os mesmos de norte a sul do país, falta de permanência, falta de vagas filas gigantes nos Rus, etc. Pensando nisso que sabemos o quanto é necessária a organização dos estudantes da UFSC com o conjunto das universidades, nos cursos nos organizamos em executivas ou federações, no DCE precisamos nos organizar nas entidades do movimento estudantil. Hoje o movimento estudantil possui duas entidades, uma com grande história de luta mas que hoje está ao lado do governo federal defendendo a restrição da meia entrada estudantil e o REUNI, a União Nacional de Estudantes, e outra, a Assembleia Nacional de Estudantes Livre (ANEL) que nasceu em 2009 para organizar os estudantes em luta por fora da UNE. Por isso propomos que o movimento estudantil participe de todas as entidades e espaços nacionais, para que os estudantes façam a experiência e tirem suas próprias conclusões de onde deve, estar @s estudantes combativ@s.

Estamos vivenciando, principalmente no cenário federal, com Bolsonaro e Marco Feliciano, um grande ataque aos direitos da população, especialmente os mais oprimidos na nossa sociedade, o que torna mais visível o caráter opressor em que vivemos e quanta mudança ainda é necessária para estarmos em uma realidade igualitária. A questão ainda se agrava mais quando evidenciamos um cenário de agressões e das festas e eventos que deveriam propor uma integração estudantil e não um cenário onde mulheres e @s LGBT's se tornam alvos escancarados de agressões. A falta de apoio às mães é outra constatação presente na UFSC. As mulheres grávidas são expulsas da moradia estudantil, as vagas na creche são insuficientes. Sabemos que o baixo valor do auxílio creche, a falta de fraldários e de um espaço para pais e mães com filhos na moradia também são pautas urgentes e que o movimento estudantil não está debatendo no âmbito universitário. Já quando olhamos as cotas raciais, que são uma realidade em nossa universidade, é visível o aumento do acesso de estudantes que entram por COTAS, no entanto a aprovação no vestibular não é garantia da c ontinuação d@s alun@s na UFSC. Nós da chapa TODAS AS CORES, nos colocamos em defesa de todos os oprimidos na luta contra todo o tipo de opressão, ainda nos colocamos ao lado da classe trabalhadora na construção de uma nova sociedade. Pois só assim construiremos um mundo livre, democ rático e diverso!

O assunto arte e cultura não pode em hipótese alguma ser um assunto secundário para gestão do DCE, pelo contrário temos que incentiva-lo continuar eventos como a SAPO, criada pela última gestão, Ufsctock, evento que está perto de ser instinto, e o 12:30, que deve ser recuperado. Eventos como esse não tem como único objetivo o entretenimento e a divulgação de cultura, mas também a produção de cultura dentro da universidade, incentivando assim os artistas de dentro da UFSC. Além disso vemos dentro do nicho arte e cultura um meio de trazermos a comunidade para dentro da universidade, o que ao ver de nossa chapa é fundamental. A arte muitas vezes ajuda na quebra de barreiras, e é por isso que visamos o seu incentivo e manutenção. O DCE assim como os estudantes da UFSC tem que ocupar os espaços de cultura na nossa universidade! Por uma UFSC de Todas as Cores, todos os sons, todas as artes!

todasascoreschapa3.blogspot.com facebook.com/pages/Chapa-Todas-as-Cores

quem quer colorir a ufsc: A chapa Todas as Cores surgiu da proposta de unidade d@s lutador@s que sonham em construir uma universidade mais democrática, pública e que produza conhecimento a serviço da sociedade e com a intenção de transforma-la. Temos como princípio estarmos lado a lado dos setores que mais sofrem com a falta de assistência estudantil que distancia a universidade atual da que sonhamos construir. Lutamos contra as opressões com muita independência política frente à reitoria e governos. Vamos pintar a UFSC de todas as cores: o roxo feminista, o preto na luta contra o racismo, o arco-íris do movimento LGBT e o vermelho da democracia e da independência. Vamos exigir juntos @s estudantes que se aplique políticas de permanência para tod@s fortalecendo um DCE capaz de organizar os estudantes na luta pela democratização da universidade. Queremos fazer com que estoure a bolha que existe entre a universidade e a comunidade, promovendo a integração. Nos dias 22 e 23 vamos colorir a universidade! Vote chapa 3. Por um DCE aberto e democrático organizado de forma horizontal, norteado por seu programa eleito. - Por um DCE horizontal e aberto, independente frente a reitorias e ao governo! - Jornal bimestral do DCE e continuidade do MIOLO, - Maior integração com os CA's e os coletivos de luta contra as opressões! - Contra todas as formas de opressão! GD permanente de combate às opressões.

Administração: Rodrigo Vieira Parreiras Gomes Antropologia: Altamirano Mathias, Aimée Maestri, Fatima Ferreira, Laís Lansky , Letícia Monteiro Mokva, Vitor de Amorin Gomes,, Direito: Rafael Celeste Educação do Campo: César Pasqualetti Filosofia: Bruna Pasinato, Íris Gonçalves Martins, Iurhy Vieira Cattani, Leticia Supptitz, Vinicius Dias Fonoaudiologia: Stella Defani Scoarize História:Adriano Enderle, Alexander Amorim Monteiro,Catarina Junges,Diogo Leal Pauletto, Fanny Spina França, Gabriel Kanaan, Gabriel Nogueira Valente, Gabriela Santetti, Vitor Xuxa, Pablo Ricardo de Castro, Paula Vieira Parreiras Gomes, Pedro Henrique Conti ,Priscilla Pessôa de Lima, Richard José do Nascimento, Yuri Guedes, Vinícius Aleixo, Vinicius Franco, Vitor Kegel Amal Jornalismo:Daniel da Silva Lemes Letras - Libras: Ieda Fontes Matemática: Cassiel Moreira Alves Museologia: Thainara Fagundes Secretariado Executivo: Tayana Fernandes Fortunato Sistemas de Informação:Gilberto Ricci Neto

Eleições DCE UFSC 22 e 23 de Maio vote: CHAPA


na ufsc

EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA!

Saúde não é mercadoria!

A EBSERH, projeto da presidente Dilma e do ministro da educação Aluizio Mercadante, é privatização dos HU’s. A partir de uma parceria com a iniciativa privada, a EBSERH vai interferir diretamente no corpo de funcionário e nas atividades dos hospitais, destruindo seu caráter de hospital-escola, prejudicando a formação dos médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde, e piorando seu atendimento, que poderá de ser gratuito. Em algumas universidades, como a UFCG, UFPR e UFAL, o movimento estudantil organizou protestos e conseguiu barrar a aplicação do projeto. É preciso mobilizar os estudantes para barrar a EBSERH no Conselho Universitário (CUn) da UFSC. Defendemos o HU 100% SUS e o caráter de hospital-escola para a formação de profissionais qualificados.

O acesso à universidade pública aumentou. Mas o investimento do governo em educação não acompanhou a demanda, por isso vivenciamos condições de ensino e permanência precárias. Os mais atingidos são a juventude trabalhadora, negr@s, mulheres e LGBTs, setores que mais precisam de assistência estudantil e não encontram politicas específicas que auxiliem na sua permanência. São muitos problemas: filas no RU; um dos menores índices entre as universidades de aluno/vaga na Moradia Estudantil e na creche; salas de aulas lotadas; falta de professores e servidores; laboratórios etc. Essa situação é um resultado da precarização do ensino público. Para reverter essa situação é necessário que a reitoria priorize a assistência estudantil. E que os estudantes se organizem nacionalmente para cobrar do governo mais investimento em educação. É fundamental que o DCE seja independente e mobilize @s estudantes para garantirmos os direitos estudantis. - Abertura imediata da segunda ala do RU, café da manhã e construção do Restaurante nos outros campi. - Mais livros e espaço na BU; - 2 bilhões ao PNAES. - 10% do PIB para a educação pública já. - Estatização da “Flor do Campus” - Bolsa permanência: um salário mínimo + 10% - Contratação de professores e servidores efetivos. - Garantia de estrutura para qualidade de ensino (laboratórios, salas de aula). -Pelo fim da contrapartida da bolsa permanência!

sexta|17/05

- Caráter público dos HUs e garantia de sua característica de instituição de ensino vinculada à Universidade. - Garantia do artigo 207 da Constituição de 1988 prevê a autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial das universidades. - Garantia dos caráter de Hospital-escola dos HU's. - Por 6% do PIB pra saúde pública. - Defesa de um SUS 100% público e de qualidade.

A universidade pública ocupa um espaço de importância na sociedade com a produção de conhecimento, ciência e tecnologia. Com muita resistência d@s trabalhadores e d@s estudantes a universidade pública ainda mantém o caráter público e gratuito. No entanto, a presença de instituições privadas e cobranças de taxas acadêmicas na universidade coloca em risco esse caráter. É necessário que os rumos da universidade e de sua função não devam ser direcionados por Fundações, Empresas Junior, EBSERH e empresas privadas. Precisamos repensar a função da universidade na nossa sociedade, com a necessidade de usar o conhecimento produzido para o desenvolvimento econômico, social e cultural de nosso país. Manter a universidade pública, gratuita e de qualidade faz parte da nossa luta. -POR UMA UFSC COM TODAS AS CORES, COM CONHECIMENTO PRODUZIDO A SERVIÇO DA SOCIEDADE! -CONTRA AS FUNDAÇÕES! -PELA RETIRADA IMEDIATA DAS TAXAS!

Roselane, acende a luz! POR UMA UFSC ILUMINADA E SEGURA. QUEREMOS ESTUDAR SEM MEDO!

DCE de luta e estudantes da UFRJ lutando contra a EBSERH.

Meia entrada sem restrição, com carteirinha ou não! Passar no DCE para comprar o selinho é um bom sinal, meia-entrada garantida. Ter acesso a cultura, lazer e arte com um preço mais barato. Mas aí, será que isso continuará assim? Se depender do governo Dilma e da UNE, não! O Estatuto da Juventude que foi aprovado na Câmara e segue ao Senado limitará 40% dos ingressos destinados a meia-entrada em troca da garantia do monopólio da carteirinha da UNE. O que isso significa? Que não teremos mais o acesso irrestrito, a carteirinha da UFSC não valerá mais e teremos que financiar a UNE mesmo que não a apoiemos. Nós defendemos a meia-entrada irrestrita, com carteirinhas ou não, seja da UNE ou não, que os DCE’s, CA’s e a ANEL também possam emitir carteirinhas válidas.

A noite na UFSC não se vê TODAS AS CORES, na realidade não se vê cor alguma. Falta de tudo, segurança, iluminação, guarda universitária treinada e desarmada que não proteja somente o patrimônio da universidade, mas tod@s @s estudantes. É urgente o aumento de segurança no campus. Sabemos que a violência tem aumentado no interior da universidade, com assaltos e agressões e isso intimida e vitimiza com maior força as mulheres e os LGBTs. Existem algumas propostas que não contemplam a real necessidade de maior segurança no campus. O cercamento do campus e o monitoramento por câmeras serve não para nos tranqüilizar e nos deixar mais seguros mas sim para se utilizar do debate de segurança para criar mecanismos de controle e criminalização dos movimentos sociais impedindo também a comunidade de utilizar o espaço da universidade. estudantes!

A PM no campus a exemplo de universidades como a USP servem para criminalizar o movimento estudantil e não para garantir segurança. Os estudantes têm que lutar para que a reitoria invista no aumento da iluminação, na abertura de concurso público para guardas universitários não militarizados e guaritas nas entradas e lugares considerados perigosos. A segurança é também política que garante permanência e diminui a opressão dentro da UFSC. -Maior iluminação! Queremos estudar sem medo! -Contra o corte de verba de 10% do orçamento da UFSC que reduzirá os gastos com a iluminação! -Contra o cercamento e a PM no campus! Universidade é para tod@s! -Por uma guarda universitária treinada e desarmada que garanta a segurança d@s estudantes!

CONVIVÊNCIA

CHAPA


Chapa 3 DCE UFSC - Todas as Cores