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Papo de Menino Discutindo Saúde Como agradar sua NAMORADA

Hadnball Eu, CIENTISTA Discutindo a adolescência masculina

Personagem do Dia


Cristiano Ronaldo marcou o seu 100º gol ao serviço do Real, na segunda mão da Super-copa Espanhola, um gol que teve um sabor amargo, pois o Barcelona levou de vencida o seu rival. Fica para a história esta excelente marca, alcançada em pouco tempo ao serviço dos Merengues.

Será esta a época em que Ronaldo vence Messi em Espanha?


Há uma estimativa de cerca de 50 milhões de pessoas infectadas pelo vírus HIV nos dias de hoje, dos quais 50% são homens. Em ambos os sexos, 75% a 85% das infecções se devem ao contato sexual. No caso dos homens, 70% contraíram o vírus através do sexo vaginal enquanto uma porção menor o fez através do sexo anal, ao contrário talvez, do que é pensado pelo público geral.

Implicações Uma revisão bibliográfica sobre a epidemia da AIDS feita pelo Dr. Roger V. Short e colaboradores, do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade de Melbourne Austrália, evidenciou uma quantidade expressiva de artigos mostrando evidências epidemiológicas importantes a favor da circuncisão como fator de proteção contra a infecção pelo HIV em homens. De acordo com esses estudos, os homens circuncisados têm de duas a oito vezes menos chances de contraírem a AIDS. Ao mesmo tempo, há também uma proteção contra outras doenças sexualmente transmissíveis e uma vez que essas últimas aumentam a chance de transmissão do HIV de duas a cinco vezes, a circuncisão pode ter um efeito protetor ainda maior. Uma forte evidência A maior evidência do efeito protetor da circuncisão sobre a transmissão do HIV veio de um estudo realizado com casais na Uganda que possuíam sorologia para HIV discordante, ou seja, as mulheres eram positivas e os homens negativos. Nenhuma infecção ocorreu nos 50 homens circuncisados em 30 meses enquanto 40 de 137 homens não circuncisados tornaram-se infectados nesse mesmo período. Ambos os grupos foram supridos com acesso livre ao teste para HIV, instruções intensivas sobre prevenção do contágio e preservativos de graça, apesar de 89% dos homens não os

terem usado nenhuma vez, e o uso dos mesmos não ter influenciado a taxa de transmissão da doença.


Se você deseja agradar a sua namorada de uma maneira que ela não se sinta aprisionada, ou não sinta que você é muito pegajoso, vamos te dar asdicas perfeitas, para que seu relacionamento nunca se acabe, e que ela te valorize e queira para sempre estar ao seu lado. Se realmente este é o seu desejo, preste bem atenção em nossos conselhos e boa sorte! Em primeiro lugar, evite telefonar para ela com muita frequência, não vá sempre para perto dela, não faça tanta questão em sentar a todo momento juntamente dela, em ficar com as mãos dadas, e principalmente não a siga quando saírem para alguma festa. Porém por outro lado, seja carinhoso, atencioso, amigo, e além de um namorado exemplar, seja cúmplice dela. Lembre-se que respeitar e guardar segredos é extremamente necessário para que você possa agradá-la ou conquistá-la. Comprar presentes para ela, fora de datas comemorativas também ajuda a agradar, levá-la para lugares novos e diferentes, enfim, utilize sua criatividade e faça inovações. Mas lembre-se que ela deve estar com você pelo que você é, não pelo que você tem. Procure também discernir este fator! Fonte: http://situado.net/saiba-como-agradar-sua-namorada-da-maneira-correta/


(português europeu)

(português brasileiro)

Andebol ou handebol (do inglês handball) é uma modalidade desportiva criada pelo alemão Karl Schelenz, em 1919 — embora se baseasse em outros desportos praticados desde fins do século XIX, na Europa setentrional e no Uruguai. O jogo inicialmente era praticado na relva em um campo similar ao do futebol com dimensões entre 90m a 110m de comprimento e entre 55m a 65m de largura, a área de baliza (gol em português do Brasil) com raio de 13m, a baliza com 7,32 m de largura por 2,44 m de altura (a mesma usada no futebol), e era disputado por duas equipas de onze jogadores cada, sendo a bola semelhante à usada na versão de sete jogadores. Hoje em dia a maioria dos jogadores pratica apenas o andebol de sete.

História Atribui-se a invenção do andebol ao professor Karl Schelenz, da Escola Normal de Educação Física de Berlim, durante a Primeira Guerra Mundial. No início, o andebol era praticado apenas por moças e as primeiras partidas foram realizadas nos arredores de Berlim. Os campos tinham 40 x 20 m, e eram ao ar livre. Pouco depois, em campos de dimensões maiores, o desporto passou a ser praticado por homens e logo se espalhou por toda a Europa. Em 1927, foi criada a Federação Internacional de Andebol Amador (FIHA), porém, em 1946, durante o congresso de Copenhaga, os suecos oficializaram o seu handebol de salão para apenas 7 jogadores por equipe, passando a FIHA a denominar-se Federação Internacional de Andebol (FIH), e o jogo de 11 jogadores passou para segundo plano. Em 1933 foi criada a federação alemã que, três anos depois, introduzia o andebol nos Jogos Olímpicos de Berlim. Em 1954, a FIH contava com 25 nações. No dia 26 de fevereiro de 1940, foi fundada, em São Paulo, a Federação Paulista de Handebol, mas o desporto já era praticado no Brasil desde 1930. Até 1950, a sede da FIH era na Suécia. Transferiu-se no ano seguinte para a Suíça. A primeira vez que o andebol foi disputado em Jogos Olímpicos foi em 1936, depois foi retirado e voltou em 1972, já na sua nova versão (de 7 jogadores) e em 1976 o andebol feminino também [1] passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos.

Táticas defensivas


Dimensões de uma quadra de andebol indoor oficial.

Dimensões de um campo de andebol outdoor comparado a um de futebol.

No handebol são usados sistemas defensivos como o 3x2x1, 5x1, 6x0, 4x2, 3x3 e 1x5. O sistema mais utilizado é o 6x0, onde se encontram 6 jogadores defensivos posicionados na linha dos 6 metros. A defesa 5x1 também é bastante utilizada onde 5 jogadores se posicionam na linha dos 6 metros e um jogador (bico ou pivô) se posiciona mais à frente que os outros. Não existem categorias e idades exatas para se utilizar cada tipo de defesa, isso depende da postura tática do defensor e, principalmente, da postura da equipe adversária. Além disso, nos jogos entre equipes de alto nível técnico, é comum a variação de formações de defesa durante o jogo, com o objetivo de confundir o ataque adversário. Sistema defensivo 6x0


O Sistema Defensivo 6x0 Este sistema de defesa é a base de todos os demais. Os seis jogadores são distribuídos em torno da linha dos seis metros, sendo que cada defensor é responsável por uma determinada área na zona de defesa. Sistema defensivo 5x1'O sistema de defesa por zona 5 X 1 é uma variação do 6 X 0. Cinco jogadores ocupam a zona dos seis metros e um é destacado para colocar-se na linha dos nove, para cumprir ações especificas inerentes ao sistema. Sistema defensivo 4x2 Esse sistema é utilizado contra equipes com dois especialistas de arremessos de meia-distância, cujo jogadores de seis metros são de pouca técnica. Quatro jogadores (defensores laterais e centrais) ocupam a zona dos seis metros e dois jogadores (defesas avançadas) colocam-se na zona dos nove metros. Sistema defensivo 3x2x1 Para diferenciar dos outros sistemas defensivos por zona, esta defesa tem três linhas defensivas. O defensor lateral direito, esquerdo e central formam a primeira linha defensiva junto à área dos seis metros. O defensor lateral direito e esquerdo formam a segunda linha de defesa, que se situa a cerca de dois passos à frente da linha de seis metros. O defensor avançado forma a terceira linha defensiva, na linha dos nove metros. Sistema defensivo 5x1 São cinco jogadores na primeira linha e um fazendo marcação individual, geralmente no jogador que mais se destaca no ataque adversário. Sistema defensivo 4x2 São quatro jogadores na primeira linha e dois fazendo marcação individual. A maneira mais comum de se ver uma equipe jogar é representada no esquema acima. O sistema defensivo mais utilizado pelas equipas adversárias é o 6x0. Neste tipo de esquema o melhor posicionamento para o ataque é o representado na figura acima, onde 5 jogadores formam uma linha de passe em frente a linha de defesa. Os jogadores 1, 2, 3 ficam a passar a bola de um lado para o outro enquanto o pivô (4) tenta abrir um espaço (com muito cuidado para não cometer falta de ataque) para que os armadores ou o central penetre na defesa e arremesse cara-a-cara com o goleiro. O pivô deve manter também um posicionamento de modo que possa receber a bola, girar e arremessar. Neste sistema deve-se também haver um grande entrosamento entre o ponta (1) e o armador (2), pois as melhores oportunidades de gols podem surgir de jogadas realizadas pelos dois atletas, tendo que se preocupar com os dois a defesa fica mais vulnerável no meio. O sistema 6x0 dificulta a penetração na defesa por isso arremessos de fora (sem penetrar na defesa) são comuns nesse tipo de jogada, aconselha-se então armadores altos com o arremesso fortes. O central deve ser um jogador habilidoso e criativo.

Marcação Individual Em situações extremas do jogo, como por exemplo nos minutos finais quando se está perdendo com pequena diferença de gols, é comum que a equipe parta para uma marcação onde cada jogador fica responsável por marca um adversário, tentando tomar a bola o mais rápido possível. Este procedimento defensivo é dificultado pelas dimensões da quadra e na maioiria das vezes pelo cansaço decorrente do tempo de jogo, mas não deixa de ser útil.


Atacando com 2 pivôs Atacar com dois pivôs é arriscado, por isso recomendamos essa tática apenas para equipas um bom nível de conhecimento no andebol e esses esquemas devem ser utilizados apenas em ocasiões especiais, geralmente contra equipas inexperientes. As possibilidades de se criar jogadas na linha de passe tornam-se mais difíceis mas a defesa adversária fica mais presa. Um dos recursos utilizados para atrapalhar esse esquema é sistema defensivo 5x1, mas, isso deixa a defesa mais vulnerável, porém as possibilidades de intervir na linha de passe e surgir um contra ataque fatal são muito grandes. O segundo pivô também limita a atuação do jogador adiantado, podendo ser uma boa opção de passe, desta maneira o esquema "pode" também quebrar defesas 5x1 (também se deve ser realizado por equipas experientes). No sistema defensivo 6x0 podem utilizar dois pivôs, apenas quando as jogadas não estão surgindo na linha de passe e quando exista uma certa dificuldade na penetração, por isso a defesa deve se manter de 4 na quadra. Como se pode ver, o ataque com 2 pivôs é muito complexo por isso não é muito recomendável, principalmente para equipas inexperientes. Exige-se muito treino, atenção e habilidade dos jogadores, mas é uma boa opção em situações em que a equipa não possua um bom desempenho com apenas 1 pivô ou com dificuldades de arremessos de fora (jogadas de suspensão ou por cima das da defesa) são interceptadas pela defesa adversária. Existem várias maneiras de posicionar-se no ataque, dependerá sempre do andamento da partida. As táticas apresentadas acima são as mais utilizadas e comuns no andebol actual. Como existem adversários e sistemas defensivos diferentes a figura do treinador é importantíssima nesse momento.


A puberdade é um período em que ocorrem mudanças biológicas e fisiológicas. É neste período que o corpo desenvolve-se fisica e mentalmente tornando-se maduro e o adolescente fica capacitado para gerar filhos. Ela não deve ser confundida como sinônimo da adolescência, visto que a puberdade faz parte da adolescência. Nesta fase, são observadas mudanças tais como: crescimento de pelos, crescimento dos testículos e aparecimento das mamas . O marco principal da puberdade para os homens é a primeira ejaculação, que ocorre em média aos 13 anos. Para as mulheres, é o início da menstruação, que ocorre em média entre 12 e 13 anos. No século 21, a idade média em que as crianças atingem a puberdade é menor em comparação com o século 19, quando tinha 15 anos para meninas e 16 para meninos. Este é, [6] possivelmente, devido aos produtos químicos em alimentos ou uma melhor nutrição. Os hormônios sexuais se diferem para os homens e as mulheres, mas não são totalmente exclusivos de cada sexo. Nos homens, os testículos secretam entre outros hormônios a testosterona e nas mulheres o ovário fabrica o estrógeno. As gônadas e as suprarrenais de ambos os sexos produzem o estrógeno e testosterona, mas é variável a quantidade. As características biológicas são universais e ocorrem de forma semelhante em todos os seres humanos. A puberdade também mexe com o emocional dos adolescentes e também em seu comportamento, principalmente em seu desejo sexual. Tanto no menino quanto na menina, não proporciona apenas mudanças físicas mas, sobretudo, psicológicas. As alterações hormonais despertam a sensibilidade sexual e, consequentemente, é neste período que muitos adolescentes começam esporadicamente a ter relações sexuais.

Tipos de puberdade Puberdade precoce A puberdade precoce ocorre quando as características pertencentes às meninas ocorrem antes [7] dos 9 anos de idade e nos meninos antes dos 10 anos. Todavia, este período está chegando cada vez mais cedo para meninas. Um estudo dinamarquês aponta que as garotas estão entrando nesta fase antes dos dez anos. No século XIX a idade era de quinze anos para as meninas e [9] dezessete anos para os meninos.

Puberdade Atrasada Em algumas meninas a partir dos 13 anos de idade e em meninos a partir dos 14 anos de idade, ocorrem à ausência de qualquer característica de desenvolvimento físico ou sexual, neste caso é considerada a puberdade atrasada. Alguns especialistas aconselham a procura de um profissional [7] adequado para acompanhar os casos de puberdade. Em algumas meninas o surgimento das mamas pode demorar a vir, o normal é que venha dos 10 ao 14 anos de idade.A partir dos 15 anos, é aconselhável a procura de um especialista. Já nos meninos, a puberdade pode demorar a vir até os 15 anos de idade. Os meninos ficam relativamente menores que as meninas, mas depois de um tempo, é comum a ultrapassagem de altura.


A adolescência é demarcada por uma fase de transição

Rotineiramente, constata-se um discurso proferido por grande parte das pessoas no intuito de apontar suas concepções em relação à fase que demarca a adolescência – a aborrecência. Obviamente que se trata de um neologismo do qual se utilizam no sentido de atribuir um aspecto negativo, complexo à fase em questão. Mas afinal, será mesmo que são adolescentes aborrecidos? Se sim, por qual razão? Por certo, esta é uma questão que assola tanto pais quanto educadores, haja vista que se trata de uma fase de transição, descoberta e, sobretudo, de mutação pela qual eles perpassam, e que sem dúvida trazem consequências que afetam diretamente o convívio social como um todo. Além das transformações físicas, com as quais apresentam dificuldade em conviver, uma vez que o próprio corpo se encontra em transformações, há também as mudanças psicológicas, as quais se revelam por meio de atitudes extremamente inconstantes. No intuito de apontá-las podemos destacar as mudanças bruscas de humor, as implicâncias, o desejo de ora se refugiar, ora revelar sua espontaneidade, falando, às vezes, além da conta. Enfim, inúmeros são os posicionamentos os quais se incorporam. Como somatório, há que se ressaltar a dificuldade que encontram ao constatar que estão se tornando homens e mulheres, materializando-se em sentimentos contraditórios, talvez por medo e insegurança ao se deparar com algo até então desconhecido. Resumindo tais transformações, tem-se que estas representam um objetivo uno e indissociável à fase em questão – a busca pela identidade, o sentimento em descobrir-se


enquanto pessoa. Diante desta ocorrência, pais e educadores desempenham um papel fundamental no sentido de conduzi-los rumo a esta conquista. Nota-se que mediante o convívio familiar há resquícios de afastamento em relação aos pais, visto como uma maneira de reelaborar a imagem idealizada que se tem dos pais durante a infância, concebidos como símbolo de referência. Tal afirmativa se torna ainda mais substanciada ao compararmos com os dizeres de Miguel Perosa, terapeuta e professor de Psicologia da Adolescência na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC – SP): “Esse comportamento serve para que o adolescente exercite a definição de uma identidade baseada em experiências mais amplas”.

Em meio a esse ínterim, a oposição verbal e física no que tange às referências paternas acabam se tornando uma constante. Neste sentido, faz-se necessária a prática do constante diálogo, tendo em vista que a mediação entre respeitar e ser respeitado funciona como pressupostos fundamentais e imprescindíveis a uma boa convivência. Em meio ao ambiente escolar, segundo a concepção dos especialistas, as atitudes podem se divergir, ocupando, portanto, dois extremos: algumas vezes o adolescente assume uma postura de confronto, justamente no intuito de uma autoafirmação. Neste caso, o recomendável é fazê-lo se sentir como alguém digno de respeito, que merece ser ouvido. Para tanto, o diálogo também é o melhor caminho, contudo, sempre pontuando acerca das normas de conduta que regem a instituição, com base em um convívio civilizado. Em outras, ele transforma este ou aquele professor como referências, podendo ser estas, masculinas ou femininas. Com isso ele projeta em si mesmo (a) o que vê no outro (a), deixando de reconhecer os seus próprios valores. Assim sendo, o papel do educador é exatamente auxiliar nesta (re) conquista, fazendo-o reconhecer o que há de positivo no que se refere à personalidade e ao caráter enquanto ser humano.

Fonte: http://educador.brasilescola.com/sugestoes-paisprofessores/discutindo-relacao-entre-jovens-pais-educadores-perante.htm


É um garnde inventor porém muitas de suas experiências e maquinas explodem.É namorado da artista Marina,E trabalha no museo de arte e historia do LIMOEIRO.



Tmj e vc dos meninos 02