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O MEU DIÁRIO Tiago França numa aventura inesquecível 8,9,10 maio de 2013 Escola Adriano Correia de Oliveira Tiago


Agrupamento de Escolas de Oliveira o Douro nยบ1 Escola Bรกsica Adriano Correia de Oliveira Rua Castanheira do Ribatejo 4430-784 Avintes/ Vila Nova de Gaia Tiago Franรงa em Avintes, Porto, Viana do Castelo, Vila Nova de Ceveira, Valenรงa, Tui, Valenรงa, Vila Nova de Cerveira, Porto, Avintes, em 2013


Introdução

Este texto consiste num diário realizado a partir de uma visita de estudo combinada com os seis alunos (Ana Vieira; David Rodrigues; Débora Sousa; Ricardo Santos; Tiago França) e a professora Amélia Macedo para os professores e alunos descobrirem melhor o nosso país visitando monumentos e não só. Esta visita realizou-se nos dias oito, nove e dez de maio de 2013. Foi uma Aventura inesquecível que agora vos vou contar.

Fonte Web


1º Dia (08/05/2013)

1º Capitulo (Encontro) Hoje, dia 8 de maio de 2013, está previsto os seis alun@s (Ana Vieira; David Rodrigues; Débora Sousa; Inês Leite; Ricardo Santos; Tiago França) e os três professor@s (Amélia Macedo; Hilário Marques; Georgina Teixeira) se encontrem em Campanhã por volta das 07:30h. Fomos em direção a linha 13 onde aí despedimo-nos dos nossos pais.


2º Capítulo (Comboio)

Embarcarmos no Inter-Regional Nacional que nos ia levar até Viana do Castelo. Olhávamos pelas janelas para ver pela última os nossos pais durante três dias, entretanto partimos e deixamos de os ver. Agora tínhamos uns novos pais a curto prazo mas nunca nos iríamos esquecer dos nossos verdadeiros. A primeira paragem ocorreu em Ermesinde de seguida na Trofa, Famalicão, Barcelos entre outras. Contei com a colaboração do revisor Fernando Silva para me esclarecer sobre algumas coisas do comboio como por exemplo «Em que tipo de comboio estamos a viajar?» e que obtive a resposta «Num Inter-regional Nacional que só para em estações.». Sendo que chegamos a Viana do Castelo por volta das 09:30h.

PS: Ao escrever estas linhas, no dia seguinte ao meu regresso, senti alguma dificuldade: «Vamos lá saber porquê?»


3º Capitulo (Aventura por Viana) Saímos da estação em direção à beira rio Lima, passando pelas avenidas principais de Viana. Sendo quando chegamos a beira do rio vimos um monumento com uma âncora partida em homenagem feita pela Câmara Municipal de Viana do Castelo aos seus cidadãos que sofreram e morreram de injustiça, pressão, à nobre geração de abril de há 25 anos, sendo inaugurada no 25 de Abril de 1999. De seguida fomos até ao centro comercial onde tomamos o lanche da manhã e o almoço, vimos e chegamos a entrar em algumas lojas. Este centro comercial tinha uma coisa diferente de todos que eu conheço que era um comboio eléctrico (de brincar) que passeava por todo o centro. Às 13:50h dirigimos para a estação onde apanhamos o comboio por volta das

14:06h. Mas antes disso tiramos uma foto de grupo numa estátua à porta da estação dedicada ao rancho. Agora sim embarcamos no comboio que nos levou a V.N de Cerveira parando antes em V. Praia de Âncora e Caminha.

Centro Comercial de Viana do Castelo onde existia um comboio e os meus amigos andaram num carrossel pequenino.

Monumento junto à estação com a mensagem «Hei-de voltar a Viana».

Monumento junto ao rio Minho.


4º Capítulo (As primeiras horas em Cerveira) Chegamos a Cerveira por volta das 14:30h onde passeamos pelo seu parque e estivemos cerca de uma hora no parque infantil sempre com a vigilância dos três professores responsáveis. Seguimos para o «Aquamuseu do rio Minho». Onde vimos 9 aquários (6 de água doce e 3 de água salgada), o Aquaterrario, o Lontrino e o Museu.

Peixe no fundo do aquário que se confunde com o ambiente, a este processo chama-se mimetismo.

Depois da visita guiada seguimos para a Pousada da Juventude De Vila Nova Cerveira.


5º Capitulo (Pousada) Quando chegamos à Pousada fizemos o Check-in e fomos para o nosso quarto com o número 203, com dois beliches. Fiquei eu e o Ricardo nas camas de baixo, o professor Hilário e o David nas camas de cima o quarto também tinha uma casa de banho. Descemos e fomos jantar em que o jantar foi sopa, coxas de frango assado, arroz, batatas assadas, alface, tomate e para sobremesa maça assada. Queria agradecer ao Sr. Paulo que nos preparou o jantar fabuloso.

Quarto da pousada. Fonte Web A pousada da juventude era uma antiga escola primária inaugurada em 1919.

Refeitório da pousada. Fonte Web


6º Capitulo (Passeio noturno) Depois de um grande e apetitoso jantar tivemos que ir passear para fazer a digestão pelas ruas de Cerveira passando pelo parque, igreja, anfiteatro e um cervo que dá origem ao nome Cerveira chegando por volta das 23:00h onde nos deitamos perto da meia-noite.

Cervo que deu origem ao nome Cerveira com a mensagem «Terras de Cervaria» O parque tão referenciado em Vila Nova de Cerveira.

PS: As fotos aparecerão de dia.


2º Dia (09/05/2013)

1º Capitulo (Acordar e primeira refeição) Depois de uma longa noite, acordei às 08:00h onde o David não acordava e tivemos que decorrer ao método de tortura mais conhecido pelo método de acordar meninos com almofadas, cerca de trinta almofadas. Depois de uma longa risota vestimo-nos e descemos para tomar a refeição mais importante do dia onde comi dois pães e um iogurte e bebi dois copos de sumo de laranja.

Fonte Web


2º Capitulo (Percalço) Fomos para a estação mas infelizmente perdemos o comboio devido à menina Débora que queria ir de calções para Espanha sendo que estava a chover acabando por ter que ir trocar de roupa. Ainda fomos à estação mas perdemos mesmo o comboio voltando para a Pousada. Uma hora depois fomos novamente para a estação e aí sim não perdemos o comboio que nos levou até Valença.

Fonte Web


3º Capitulo (Uma nova Aventura) Já em Valença vimos uma estátua em homenagem aos peregrinos e mais uma bela ocasião para tirar uma fotografia. Caminhamos até Tui passando por uma ponte sobre o rio Minho que fazia a ligação entre Portugal e Espanha. Paramos para descansar em frente à Policia onde decorria uma feira vimos sendo que as ruas ficaram cheias de lixo. Os bancos de jardim e carros públicos tinam o brasão de Tui. Almoçamos numa tasca espanhola onde comemos lá uma sande (o nosso almoço) e fizemos visita uma catedral do seculo XV ou XVI com arte Barroca e Românica. Voltamos a Valença onde visitamos as muralhas e eu comprei imens para recordação e como prenda para os meus pais por me terem deixado ir. Caminhando até Valença por um sitio diferente agora pelas escolas e ainda fui ao Pingo Doce onde recebi dois cêntimos de prenda.

Brasão de Tui Monumento aos peregrinos

Bandeiras na extremidade da ponte

Polícia de Tui

Catedral de Tui


4ÂŞ Capitulo (Fim do dia) Jantamos sopa, filetes com arroz de tomate e aletria e fomos dar mais um passeio agora com destino ao parque onde fizemos uma corrida onde fiz primeiro lugar depois de uma corrida cansativa fomos ao cafĂŠ. Voltamos para a Pousada onde adormecemos por volta da mesma hora do dia anterior.

Fonte Web


3ยบ Dia (11/05/2013) 1ยบ Capitulo (Inicio do ultimo dia) Voltamos a acordar perto das 08:00h e tomamos o pequeno-almoรงo e partimos para a rua todos juntos para aproveitar o ultimo dia. Fomos visitar a Biblioteca Municipal, uma antiga casa particular do seculo XVII e agradeรงo ao Rui Romeu que nos fez a visita guiada. Passando pela rua Queiroz Ribeiro toda enfeitada de flores artificiais para celebrar a Primavera. De seguida dividimo-nos em dois grupos.

Biblioteca Municipal


2º Capitulo (Ultimo passeio) Os três rapazes e o professor separamo-nos do restante grupo para explorar melhor Cerveira onde vimos o hospital, um centro de dia, um parque até entramos no monte para descobrir caminhos e ver belas paisagens vendo uma casa abandonada da pré-história. Quando voltamos a estrada vimos uma bela casa em construção e antiga forca de Vila Nova De Cerveira. Voltando ao centro de Cerveira

Casa em construção Casa da pré-história no meio do monte.

Forca de Cerveira


3º Capitulo (Susto e chegada ao Porto) Almoçamos devagorosamente em que eu comi bifinhos com cogumelos e batatas fritas, até que a professora Amélia assustou-nos e disse que tínhamos cinco minutos para irmos buscar as malas e ir para a estação coisa que era mentira tínhamos trinta minutos. Sendo que foi loucura total em que eu fui o segundo a chegar a correr com duas malas mas muito cansado. Embarcamos as 14:38h no comboio que nos ia trazer de volta para o Porto junto da nossa família e chagamos cá por volta das 16:40h. Onde matamos as saudades dos nossos pais.


AquaMuseu do rio Minho Na primeira parte há nove aquários (seis de água doce e três de água salgada). No primeiro aquário existe dois tipos de trutas as trutas arco-íris e a truta fário. Foi definido o tempo de pesca de trutas e o tamanho mínimo para as mais pequenas se poderem reproduzir. A truta arco-íris só existe no rio Coura principal afluente do rio Minho. No segundo aquário existe dois tipos de peixes as Bogas e o Escalo sendo que o Escalo tem a boca como a nossa. No terceiro aquário estamos abaixo da última barragem do rio Minho sendo que as barragens são um obstáculo para os peixes e seus ovos e os afluentes são mais poluídos. Os catádromos nascem no mar e vivem no rio e os anádromos nascem no rio e vivem no mar. As enguias nascem no mar e enquanto são bebes são transportados para o rio e quando fazem 22 anos voltam novamente para o mar. No quarto aquário estamos em Monção e Melgaço, existe três tipos de peixes os ruivacos, os pimpões e as tencas. Se estes tês peixes só existem no rio Minho por isso se desaparecerem deste rio desaparecerão de todo o planeta.


No quinto aquário estamos em Valença e voltamos a ter três peixes desta vez o barbo, a carpa e o achigam sendo que este peixe come peixes do seu tamanho, porque tem a boca como a do tubarão e só come os peixes que os pescadores pescam sendo um problema. No sexto aquário tem os peixe-mosquitos comendo as larvas dos mosquitos., finalmente o Esgana Gato que tem na coluna dorsal dois espinhos duros. No sétimo aquário entramos nos aquários de água salgada. Os pelágicos constituídos por: tainha e negrões. Os linguados constituídos por: Truta marisca de forma achatada para se camuflarem. No oitavo aquário estamos no sapal onde a muito bodo, os negrões, tainhas, douradas, sarba, bodiões, salmonete, ranhosa, solhas, bodiões sendo que os bodiões distinguem-se da fêmea e do macho através da cor sendo os únicos. No nono aquário encontram-se anémonas, mexilhões, estrelas do mar, ouriços do mar, algas castanhas, vermelhas e verdes. Os sardos, robalos, bodiões e sargo veado. Quando os peixes não conseguem partir os ouriços vão a cima e deixam o ouriço cair a ver se ele parte. No aquaterrario existe as rãs verdes e rãs focinho pontiagudo e os tritões. No lontrário existia uma fêmea e um macho. Um dos seus problemas é o espaço para viver sendo que só a partir de ano e meio é que saem da beira dos seus pais e até lá aprendem coisas novas.


No museu podemos ver canas de pesca de madeira, moldes de barcos, agulhas para fazer redes, armadilhas para peixes, o primeiro motor do rio Minho. Foi proibida a apanha de truta com fisga sendo que elas fugiam e iam para o mar feridas contaminado as águas. Passou-se então para a rapeta utilizada no mês de outubro e janeiro e por causa do frio usavam as caroças, casacos de palha sendo impermeáveis utilizados na pesca. A rede de lampreia tem três camadas sendo que a do meio é mais fina. O boteiro mete-se na margem do rio para apanhar salmão, lampreia e enguias. As salgadeiras antigamente serviam para conservar o peixe.

Agradeço à guia Catarina que nos apresentou o Aquamuseu!

Recipientes para temperar os peixes.


Diferenças e identidades entre os países da Península Ibérica

Língua

Ventanas

Diferenças

Sinais de trânsito

Partilha do rio Minho

Matrículas dos automóveis

Feiras e lixo deixado na rua

Iidentidades

Radical da língua

Catedrais com arte barroca e românica


Apanhados

Ricardo muito concentrado. Eu muito concentrado a tirar fotos.

David a evitar passar vergonhas por causa das calças caídas.

Ana Catrina a fazer pose para a fotografia.


Esta foi uma viagem muito divertida obrigada a todos. Adorei conhecer sítios novos, comunicar com pessoas sem ser do Porto, dormir pela primeira vez numa pousada. Se pudesse repetia esta viagem foi uma viagem altamente, obrigada a todos por me ajudarem a viver esta vigem à grande. Agradeço também a toda a gente que nos fez as visitas guiadas e a quem tornou possível esta viagem. Durante esta viagem senti saudades dos meus pais; alegria por estar com os meus amigos; adrenalina por andar por terras desconhecidas dos meus olhos e finalmente entusiasmo por conhecer coisas diferentes. Obrigado!

O meu diario tiago 13  
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