Issuu on Google+

MANUAL DE SEGURANÇA

Fique Mais Seguro Circuito Complexo do Turano ESTEJA PREPARADO PARA AS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA.


2

1 N° DE EMERGÊNCIA

DICAS DE PREVENÇÃO

Fique Mais Seguro

Circuito Complexo do Turano

4 CONHEÇA SUA COMUNIDADE

5 AVALIE O GRAU DO RISCO DE SUA CASA

3 ALUGUEL SOCIAL

6 CONHEÇA OS NÍVEIS DA CHUVA


SUMÁRIO

1. O projeto................................................................................2

2. N° de emergência...............................................................7

3. Dicas de prevenção...............................................................11

4. Aluguel social.......................................................................13

5. Conheça sua comunidade .................................................16

7. Veja o grau do risco de sua casa........................................22

8. Conheça os níveis da chuva...............................................32

9. Bibliografia..........................................................................35


FIQUE MAIS SEGURO

5

O PROJETO O projeto visa levar informações de forma simplificada sobre as diferentes formas de prevenções contra desastres provocados pela chuva aos moradores da Comunidade do Complexo do Turano. Desta forma, disponibilizamos as respostas das dúvidas mais frequentes destes moradores, tanto no site, quanto no manual. Este conteúdo permite o individuo avaliar o grau do risco da sua casa, e ainda, as rotas seguras para evacuar o morro em caso de chuvas fortes. O site também disponibiliza números de telefones dos órgãos públicos responsáveis por cada assunto . Tem ainda, um canal dentro do próprio site para compartilhamento de videos de testemunhos e relatos de vítimas de enchentes ou desmoronamentos. Tem o passo a passo de como conseguir o aluguel social, 13 dicas básicas de prevenção e o método correto para avaliar a intensidade da chuva. O projeto foi desenvolvido com o apoio da Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro, afim de proporcionar na comunidade, uma melhor compreenção sobre os riscos provocados pela chuva.


1 N° DE EMERGÊNCIA


FIQUE MAIS SEGURO

7

Corpo de bombeiro (Tel: 193): Ao ligar para o Corpo de Bombeiros mantenha-se calmo e informe: 1. Local do incêndio ou do acidente, informando o endereço contendo: bairro, rua, n.º, ponto de referência; 2. Seu nome e telefone; 3. Situação real do incêndio ou do acidente; 4. Existência de vítimas ou não; 5. Risco de explosões, etc; 6. Respondendo ainda eventuais perguntas do militar do Centro de Operações Aguarde junto ao telefone para a confirmação da ocorrência. O número 193 é padrão para a solicitação de emergência do Corpo de Bombeiros em todo o Brasil. No Rio de Janeiro este número conecta o solicitante à unidade do Corpo de Bombeiros mais próxima do telefone de onde se originou o chamado de socorro.

Defesa civil (Tel : 199) Atua em regime de Plantão de 24h, com o Serviço Telefônico de Atendimento 199, para os acolhimentos e registros de emergências na cidade. Dispõe de 01 (uma) Equipe Técnica de Primeira Intervenção, que atua de forma ininterrupta, ou seja, todos os dias da semana, inclusive os finais de semanas e feriados.

Secretária Municipal de Habitação (Tel: 2976-3741) A Secretaria Municipal de Habitação (SMH) atua na urbanização e regularização de favelas e loteamentos, ao mesmo tempo que promove a construção de moradias para famílias com renda até dez salários mínimos, com prioridade para as que ganham até três, em áreas dotadas de infraestrutura.


8

COMPLEXO DO TURANO

Secretária Municipal de Obras (Tel: 2589-0558): A Coordenadoria Geral de Obras (CGO) é responsável pelo planejamento e fiscalização de obras de engenharia viária, compreendendo a execução do pavimento e sua estruturação, a instalação de micro e meso drenagem e ainda, a construção de obras de arte especiais, como pontes, viadutos e passarelas. A Coordenadoria possui em sua estrutura organizacional quatro Departamentos de Obra (DPO) responsáveis pela fiscalização da execução das obras realizadas em sua jurisdição.

Secretária Municipal de Urbanismo (Tel: (21)2535-7575) A SMU é o órgão municipal designado a estabelecer as diretrizes do planejamento, acompanhamento e controle da política urbana da cidade.

Georio (Tel: (21) 3878-5656 / 3878-5454): Dentre as várias atribuições legais que o novo órgão teria, destacava-se a elaboração de planos emergenciais e de longo prazo para a proteção das encostas: todas as situações de risco deveriam ser cadastradas e as providências executadas para a suas eliminações. Para tanto, reuniu-se um quadro técnico de especialistas, principalmente engenheiros civis e geólogos, que se dedicaram à Cidade, diuturnamente, naqueles primeiros meses após a catástrofe.


FIQUE MAIS SEGURO

2 DICAS DE PREVENÇÃO

9


10

COMPLEXO DO TURANO

1 – Não destrua a vegetação das encostas; 2 – Você pode consertar vazamentos o mais rápido possível e não deixar a água escorrendo pelo chão. O ideal é construir canaletas. 3 – Junte o lixo em depósitos para o dia da coleta e não deixá-lo entulhado no morro. 4 – Não amontoe sujeira e lixo em lugares inclinados porque eles entopem a saída de água e desestabilizam os terrenos provocando deslizamentos. 5 - Não jogue lixo em vias públicas ou barreiras, pois ele aumenta o peso e o perigo de deslizamento. Jogue o lixo e entulho em latas ou cestos apropriados. 6 – Não dificulte o caminho das águas de chuva com lixo por exemplo. 7 – As barreiras em morros devem ser protegidas por drenagem de calhas e canaletas para escoamento da água da chuva; 8 – Não faça cortes nos terrenos de encostas sem licença da Prefeitura, para evitar o agravamento da declividade. 9 – Solicite a Defesa Civil, em caso de morros e encostas, a colocação de lonas plásticas nas barreiras.


FIQUE MAIS SEGURO

11

10 – As barreiras devem ser protegidas com vegetação que tenham raízes compridas, gramas e capins que sustentam mais a terra. 11 – Em morros e encostas, não plante bananeiras e outras plantas de raízes curtas, porque as raízes dessas árvores não fixam o solo e aumentam os riscos de deslizamentos; 12 – Pode-se plantar para que a terra não seja carregada pela água da chuva. Perto das casas: pequenas fruteiras, plantas medicinais e de jardim, tais como: goiaba, pitanga, carambola, laranja, limão, pinha, acerola, urucum, jasmim, rosa, pata-de-vaca, hortelã, cidreira, boldo e capim santo. Nas encostas pode-se plantar: capim braquiária, capim gordura, capim-de-burro, capim sândalo, capim gengibre, grama germuda, capim chorão, grama pé-de-galinha, grama forquilha e grama batatais. A vegetação irá proteger as encostas. 13 – Em morros e encostas não plante mamão, fruta-pão, jambo, coco, banana, jaca e árvores grandes, pois acumulam água no solo e provocam quedas de barreiras.


FIQUE MAIS SEGURO

3 ALUGUEL SOCIAL

12


FIQUE MAIS SEGURO

13

Aluguel social: o Programa Bolsa Aluguel busca fornecer um benefício de aluguel social para pessoas de baixa renda em situação de despejadas do local onde habitavam ou vítimas de catástrofes climáticas. O auxílio visa garantir direito à moradia, uma necessidade essencial para a dignidade da pessoa humana.

Como Conseguir? O aluguel social geralmente é apresentado por profissionais da Assistência Social quando o morador recebe ordem de despejo por não ter condições de pagar o senhorio. Entretanto, a Defesa Civil também pode sugerir o benefício quando áreas de risco são interditadas e desocupadas e as famílias não têm condições de manter novos lugares para moradia. No geral, o aluguel social é oferecido por esses agentes sociais ao cidadão vulnerável. São raras a situações em que a requisição é feita pelo cidadão, mas em todos os processos esse reivindica junto às autoridades competentes como Prefeitura, Defesa Civil e Secretaria de Assistência Social, pois são adotados procedimentos para confirmar a situação.

Valores ofertados: A bolsa-aluguel fornecida através do governo prevê entre 300 a 500 reais mensais, valor que pode variar dependendo da região. O dinheiro é repassado através de um cheque no valor de 1800 reais ou 2400 reais fornecido no período de seis em seis meses. É importante destacar que o benefício do governo pode ser complementado pela prefeitura através dos recursos administrados por suas Secretarias Municipais.


14

COMPLEXO DO TURANO

Documentação necessária : Os documentos necessários para a ação judicial objetivando o recebimento do aluguel social são as cópias: da carteira de identidade, CPF e/ou certidão de nascimento dos integrantes do núcleo familiar; comprovante de residência ou o formulário de declaração de residência com a assinatura de testemunhas. Ainda se deve apresentar as cópias de comprovante de renda ou formulário atestando a renda mensal membro da família, fotografias do imóvel, demonstrando sua destruição parcial ou total e Laudo técnico do imóvel fornecidos nos casos de áreas de risco ou ameaçado de desmoronamento.

Dica: Com a alta dos preços do aluguel de imóveis apesar de ser um amenizador, em muitos casos o bolsa-aluguel não é o suficiente. Por isso, os variados atores públicos buscam também inserir as famílias em situação de vulnerabilidade em outros programas sociais sejam de geração de emprego e renda ou cadastrando nos projetos de política habitacional que constroem novas moradias. No entanto, a busca pela estabilidade não é fácil. Em todo Brasil milhões de pessoas lutam para conseguir casas em conjuntos habitacionais construídos pelo governo. O aluguel social é um direito de todos que necessitam, cabendo ao governo através dos órgãos da administração pública garantir a oferta do benefício, exija!


4 CONHEÇA SUA COMUNIDADE


Mapa cedido pela defesa civil do Rio de Janeiro - 2012

COMPLEXO DO TURANO

Morro da Chacrinha Ponto de apoio: Escola Municipal Francisco Cabrita Endereรงo: Av. Melo Matos, 34, Tijuca. Mapa cedido pela defesa civil do Rio de Janeiro - 2012

16

Morro da Liberdade Ponto de apoio: Escola Municipal Frei Cassiano. Endereรงp Rua Joaquim Pizzarro, 500, Tijuca.


17

Mapa cedido pela defesa civil do Rio de Janeiro - 2012

FIQUE MAIS SEGURO

Morro do Bispo, Pantanal e Matinha 1 – Ponto de apoio: Quadra de esportes coberta Tipo Assim Endereço: Rua Manuel Vitorino s/nº 2 – Ponto de apoio: Associação de moradores (Centro de melhoramento da matinha) Endereço: Rua Aureliano Portugal, 220 fundos, Rio Comprido. 3 – Ponto de apoio: Núcleo da Associação de Moradores da Liberdade. Endereço: Rua Joaquim Pizzarro, 93.


Legenda: Ponto de apoio

Ponto de apoio

Pluviômetro

Pluviômetro

Sirene (Alarme)

Sirene (Alarme)

Ponto de Apoio: Local seguro para onde a comunidade deve se deslocar ao ouvir o toque da sirene. Pluviômetro: É um aparelho de meteorologia usado para recolher e medir em quantidade de líquidos e sólidos (chuva, neve, granizo) precipitados durante um determinado tempo local.


Mapa cedido pela defesa civil do Rio de Janeiro - 2012


FIQUE MAIS SEGURO

5 AVALIE O GRAU DO RISCO DE SUA CASA

20


FIQUE MAIS SEGURO

21

1º passo – dados gerais sobre a moradia Instruções: Este campo deve ser preenchido com cuidado, pois devera permitir que qualquer pessoa possa chegar (retornar) ao local. Colocar a localização (“endereço”) da moradia (usar nome ou numero da rua, viela, escadaria, ligação de água ou luz, nomes de vizinhos), nome do morador e as condições de acesso a área, como por exemplo: via de terra, escadaria de cimento, rua asfaltada, boas ou mas condições, etc. Mencionar o tipo de moradia (alvenaria, madeira ou misto (alvenaria e madeira). LOCALIZAÇÃO: NOME DO MORADOR: CONDIÇÕES DE ACESSO À AREA: TIPO DE MORADIA:

Alvenaria

Madeira

Misto (alvenaria e madeira)

2º Passo – Caracterização do local Instruções: Descrever o terreno onde esta a moradia. Marque com um “X” a condição encontrada. Antes de preencher de um “passeio” em volta da casa. Olhe com atenção os barrancos (taludes) e suba neles se for necessário. (

) Encosta Natural

altura _____ m Inclinação (marque com “x” o desenho que apresenta a condição mais parecida com a situação)


22

COMPLEXO DO TURANO

(

) Talude de corte

altura _____ m Inclinação (marque com “x” o desenho que apresenta a condição mais parecida com a situação)

Dist. da moradia:____ m da base da encosta/talude

OU_____ m do topo da encosta/talude

(

) Aterro Lançado

altura _____ m Inclinação (marque com “x” o desenho que apresenta a condição mais parecida com a situação)


FIQUE MAIS SEGURO

(

) Dist. Da moradia: _____ m do topo do aterro

OU

(

23

_____ m da base do aterro

) Presença de parede rochosa

altura _____ m Inclinação (marque com “x” o desenho que apresenta a condição mais parecida com a situação)

(

) Presença de blocos de rocha e matacões

3º Passo – Água Instruções: A água é uma das principais causas de deslizamentos. A sua presença pode ocorrer de varias formas e deve ser sempre observada.Pergunte aos moradores de onde vem a água (servida) e o que é feito dela depois do uso e o que ocorre com as águas das chuvas.


24

COMPLEXO DO TURANO

) Lançamento de água servida e m ( ) Concentração de água de chuva em ( superfície (enxurrada) superfície (a céu aberto ou no quintal). Sistema de drenagem superficial ( ) inexistente ( ) precário Para onde vai o esgoto? ( (céu aberto)

(

) fossa (

) satisfatório ) canalizado (

) lançamento em superfície

De onde vem a água para uso na moradia? (

) Prefeitura (

Existe vazamento na tubulação? (

) esgoto

) SIM

Minas d’água no barranco (talude)( ) no pé (

(

) no meio (

(

) mangueira ) água

(

) NÃO

) topo do talude ou aterro

4º Passo – Vegetação no talude ou proximidades Instruções: Dependendo do tipo de vegetação, ela pode ser boa ou ruim para a segurança da encosta. Anotar a vegetação que se encontra na área da moradia que esta sendo avaliada, principalmente se existir bananeiras. (

) Presença de árvores

(

) Vegetação rasteira (arbustos, capim, etc)

(

) Área desmatada

(

) Área de cultivo de __________________

5º Passo – Sinais de movimentação (Feições de instabilidade) Instruções: Lembre-se que antes de ocorrer um deslizamento, a encosta da sinais que esta se movimentando. A observação desses sinais e muito importante para a classificação do risco, a retirada preventiva de moradores e a execução de obras de contenção. Trincas

(

Inclinação ( ) árvores (

) no terreno ( (

) postes

) na moradia ( (

) muros

(

) Cicatriz de deslizamento próxima à moradia

) Degraus de abatimento ) Muros/paredes “embarrigados”


FIQUE MAIS SEGURO

25

6º Passo – Tipos de processos de instabilização esperados ou já ocorridos. Instruções: Em função dos itens anteriores, e possível se prever o tipo de problema que poderá ocorrer na área de analise. Leve em conta a caracterização da área, a água, a vegetação e as evidencias de movimentação. A maioria dos problemas ocorre com deslizamentos. Existem alguns casos de queda ou rolamento de blocos de rocha que são de difícil observação. Neste caso, encaminhe o problema para um especialista. Deslizamentos (

) no talude natural

(

) no talude de corte


26

COMPLEXO DO TURANO

(

) no aterro

(

(

) Queda de blocos

) Rolamento de blocos


FIQUE MAIS SEGURO

27

7º Passo – Determinação do grau de risco Instruções: Agora junte tudo o que você viu: caracterização do local das moradias, a água na área, vegetação, os sinais de movimentação, os tipos de escorregamentos que já ocorreram ou são esperados. Avalie, principalmente usando os sinais, se esta área está em movimentação ou não e se o escorregamento poderá atingir alguma moradia. Utilize a tabela de classificação dos níveis de risco. Caso não haja sinais, mas a sua observação dos dados mostra que a área é perigosa, coloque alto ou médio, mas que deve ser observada sempre. Cadastre só as situações de risco, marcando também as de baixo risco. Grau de Probabilidade

Descrição

R1 Baixo ou sem risco

1. os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes (inclinação, tipo de terreno, etc.) e o nível de intervenção no setor são de baixa ou nenhuma potencialidade para o desenvolvimento de processos de deslizamentos e solapamentos. 2. não se observa(m) sinal/feição/evidência(s) de instabilidade. Não há indícios de desenvolvimento de processos de instabilização de encostas e de margens de drenagens. 3. mantidas as condições existentes não se espera a ocorrência de eventos destrutivos no período compreendido por uma estação chuvosa normal.

R2 Médio

1. os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes (inclinação, tipo de terreno, etc.) e o nível de intervenção no setor são de média potencialidade para o desenvolvimento de processos de deslizamentos e solapamentos. 2. observa-se a presença de algum(s) sinal/feição/ evidência(s) de instabilidade (encostas e margens de drenagens), porém incipiente(s). Processo de instabilização em estágio inicial de desenvolvimento. 3. mantidas as condições existentes, é reduzida a possibilidade de ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas, no período compreendido por uma estão chuvosa.


28

COMPLEXO DO TURANO

R3 Alto

R4 Muito Alto

1. o s condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes ( inclinação, tipo de t erreno, e tc.) e o nível d e intervenção n o setor são d e alta potencialidade para o desenvolvimento de processos de deslizamentos e solapamentos. 2. observa-se a presença de s ignificativo(s) s inal/ feição/ evidência(s) de instabilidade (trincas no solo, degraus d e abatimento em t aludes, etc.). P rocesso de i nstabilização em p leno desenvolvimento, a inda sendo possível monitorar a evolução do processo. 3. mantidas as condições existentes, é perfeitamente possível a ocorrência de eventos destrutivos durante episódios d e chuvas i ntensas e p rolongadas, no período compreendido por uma estão chuvosa. 1. o s condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes ( inclinação, tipo de t erreno, e tc.) e o nível de i ntervenção n o setor s ão d e muito a lta potencialidade para o desenvolvimento de processos de deslizamentos e solapamentos. 2. os sinais/feições/evidências de instabilidade (trincas no s olo, degraus d e abatimento em t aludes, trincas em m oradias o u em m uros d e contenção, á rvores ou postes inclinados, cicatrizes d e deslizamento, feições erosivas, proximidade da moradia em relação à margem d e córregos, e tc.) s ão e xpressivas e estão presentes e m grande número ou m agnitude. Processo de instabilização em avançado estágio de desenvolvimento. É a condição mais crítica, s endo impossível monitorar a evolução d o processo, dado seu elevado estágio de desenvolvimento. 3. mantidas as condições existentes, é muito provável a ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de c huvas i ntensas e p rolongadas, no período compreendido por uma estação chuvosa.


FIQUE MAIS SEGURO

(

) MUITO ALTO - Providência imediata

(

) ALTO - Manter local em observação

(

) MÉDIO - Manter o local em observação

(

) BAIXO OU SEM RISCO (pode incluir situações sem risco)

29

8º Passo – N ecessidade de remoção ( para a s moradias e m risco muito alto) Instruções: Esta é uma informação para a Defesa Civil e para o pessoal que trabalha com as remoções. Marque quantas moradias estão em risco e mais ou menos quantas pessoas talvez tenham que ser removidas. Nº de moradias em risco:______E

stimativa d o nº d e pessoas p/ remoção:______


FIQUE MAIS SEGURO

6 CONHEÇA OS NÍVEIS DA CHUVA

30


FIQUE MAIS SEGURO

31

O pluviômetro é um aparelho de meteorologia usado para recolher e medir, em milímetros lineares, a quantidade de líquidos ou sólidos (chuva, neve, granizo) precipitados durante um determinado tempo e local. Veja a seguir os níveis em milímetro (mm) de chuva por hora (h)


32

COMPLEXO DO TURANO

Pelo site: www.sistema-alerta-rio.com.br é possível acompanhar, graças aos pluviometros, em tempo real os níveis de chuva dos bairros do Rio de Janeiro.

(foto da tela: página inicial do site: www.sistema-alerta-rio.com.br)


BIBLIOGRAFIA > Carolina Santos Vergel; Programa Bolsa Aluguel: saiba como funciona. Disponível em: http://www.mundodastribos. com/programa-bolsa-aluguel-saiba-como-funciona.html. Acesso em: 02 de março, de 2012. > Ministério das Cidades, MAPEAMENTO DE RISCOS EM ENCOSTAS E MARGENS DE RIOS. Brasilia: Ministério das Cidades. 2007. Páginas: 52 - 64. > Prefeitura Municipal de Itapevi; Deslizamentos. Disponível em: http://www.itapevi.sp.gov.br/noticiasNovo/sec_seguranca/deslizamentos.php. Acesso em: 03 de Março de 2012.


fiquemaisseguro.com


Manual fiquemaisseguro