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www.todahelohim.com 9 Devocional: A Oração

6. Não como os hipócritas E, QUANDO ORARDES, NÃO SEREIS COMO OS HIPÓCRITAS; PORQUE GOSTAM DE ORAR EM PÉ NAS SINAGOGAS E NOS CANTOS DAS PRAÇAS, PARA SEREM VISTOS DOS HOMENS. EM VERDADE VOS DIGO QUE ELES JÁ RECEBERAM A RECOMPENSA. (MATEUS 6.5-6) Em nossas orações estão refletidas os desejos e intenções do nosso coração e Jesus bem sabia disto. Creio que por este motivo Ele fez questão de, antes de ensinar a orar, julgou mais importante instruir como não fazer. Nestes dois versículos, Jesus risca uma linha distinta entre dois tipos básicos de oração. A primeira é a “oração de vitrine” pelo qual a pessoa procura chamar a atenção para si mesmo porque quer ser conhecida como espiritual. Isto lhe dá status. O segundo tipo é a “oração relacional”. Esta é a oração que busca tempo com o Pai. Nós nos encontramos em algum lugar entre estes dois lados. Lembre-se: é importante entender que ninguém pode ler a mente e intenções dos nossos corações. No entanto, existem alguns sinais de alerta para o qual devemos prestar atenção. Não me refiro aos outros, mas a nós mesmos, pois aqui, Jesus quer nos levar a uma avaliação pessoal, como por exemplo a impostação da minha voz é para chamar atenção; o palavreado muito elegante é para querer impressionar? O despejar minha agenda pessoal é para notificar os outros da minha importância? E compartilhar pedidos de oração de terceiros, é para fofocar sobre a vida alheia? Por último, mantenho uma vida de oração pública sem cultivar uma vida de oração privada? Por isso, Jesus nos aconselha a entrar em nossos quartos e fechar a porta. É o oposto a de pé nas sinagogas e nos cantos das praças. Aquela, e não esta é a verdadeira demonstração de fé! Mas isto não significa que devemos nos tornar eremitas ou monges para cultivar uma vida de oração. Jesus também não está proibindo a oração pública. Ele simplesmente está ensinando que há lugares e formas de oração e que, independente da situação, elas devem ser apenas entre nós e o Pai. Com isto em mente, independente do lugar que nos encontramos, entendemos que nossas orações são um exercício de fé. Em Hebreus 11: 6 lemos: De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam. Assim, independente da impostação da voz ou das palavras escolhidas para nos dirigir a Ele, procuremos oferecer-lhe nosso melhor. Podemos expor-lhe nossa agenda diária, porque é Ele quem pode abrir e fechar portas. Podemos compartilhar com sabedoria pedidos de terceiros, mostrando simplesmente uma preocupação real para seu bem. Podemos estar em nossos quartos ou em público e ainda orar a Deus em particular. Assim faz sentido o que o apóstolo Paulo escreveu em 1Tessalonicenses 5.17: Orai sem cessar. Nossa vida privada é a medida exata de quem somos. Algumas vezes vemos bons crentes ruírem repentinamente, porém isto apenas evidência que sua vida a portas fechadas era muito diferente da imagem que ele tanto transmitia publicamente. Se cremos que Deus é onipresente e que recompensa aqueles que O buscam secretamente, Ele nos visitará no mais íntimo de nossa vida. Consequentemente declaramos: na verdade, não há “vida privada” ou segredos entre eu e Deus, e isto deve nos causar grande temor e tremor. Lembre-se de que Jesus diz que ...teu pai, que vê em secreto, te recompensará.

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Devocional sobre Oração  

Vinte e dois (22) dias de reflexão sobre oração neste devocional (ou devocionário) escrito por Reinaldo Bui.

Devocional sobre Oração  

Vinte e dois (22) dias de reflexão sobre oração neste devocional (ou devocionário) escrito por Reinaldo Bui.

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