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The Prince Albert Magazine Food and Travel

Chef Gourmet A sua mesa de almoço e jantar RockNovidades and& Histórias Roll

Issue #1 ‐ JANEIRO / 2018 email: princealbertsnackpub@gmail.com Tel.: +55 21 99827 1073 Group: www.malaparadois.com

ALBUFEIRA LIFE DRINKS FOODS

CERVEJAS O MUNDO DAS CERVEJAS

Pub’s, Bares & Restaurantes Drinks, Cervejas, Cocktails & Gastronomia


Bem‐vindo... Bem‐vindo a Edição Nº 1 da The Prince Albert Magazine Food and Travel! Aqui vocês irão ficar por dentro de locais para visitar na Europa e ainda conhecer Pub's, bares & Restaurantes que estão em evidência no velho con nente e Américas. E mais... Novidades no mundo das cervejas, drinks e cocktails famosos, receitas, dicas gastronômicas e curiosidades. Aprenderão com nosso Chef Restauranteur a preparar deliciosos pratos para seu dia‐a‐ dia, festas e eventos. Venham! Viaje conosco!!! Edi Marques

Chef Restauranteur CEO Malaparadois Group


The Prince Albert Magazine Food and Travel Issue #1 � JANEIRO / 2018 email: princealbertsnackpub@gmail.com Tel.: +55 21 99827 1073 Group: www.malaparadois.com


ALBUFEIRA LIFE ‐ DRINKS ‐ FOODS


A cidade mais concorrida do Algarve O que leva mais de 2 milhões de visitantes todos os anos à esta cidade? Albufeira é uma das regiões mais concorridas do Algarve, região sul de Portugal, pela animação e irreverência. Albufeira deve sua fama às belíssimas praias e aos muitos bares e discotecas. Com uma média de 2 milhões de visitantes todos os anos, atualmente Albufeira é o concelho algarvio preferido e que mais cresce.


LIFE ‐ DRINKS ‐ FOODS

Sede de um município com 140,66 km² de área e menos de 40 habitantes (38.990), subdividido em 4 freguesias (Albufeira e Olhos de Água, Ferreiras, Guia e Paderne). Albufeira possui o maior número de praias com bandeiras azuis de Portugal, isso lhe confere o tulo de “mais querida e apreciada” pelos visitantes. Vale a pena conhecer melhor esta cidade com casas brancas, praias de areias douradas e muito sol. Fundada pelos Árabes, conserva as ruas estreitas e sinuosas que o visitante descobre num passeio de dia ou de noite, já que a animação não pára nunca. A Cidade Velha ‐ Old Town Com suas ruas ladeadas por restaurantes, bares, cafés e lojas, a animada vida noturna de São João é perfeita para famílias, casais e solteiros de todas as idades, sendo para muitos o ponto de par da para todas as atrações turís cas da região. Na cidade velha o encanto original mantêm‐ se, as suas casas caiadas de branco, terraços

decorados com arbustos coloridos, ruas pavimentadas para a circulação de pessoas e com o trânsito de automóveis bastante restrito. A magia de percorrer todas as ruelas do centro piscatório, com as lojinhas de roupas, as esplanadas e os bares fervilhando de animação, as feirinhas de rua com as suas encantadoras barraquinhas, o artesanato pico da região e por fim a animação noturna que é conhecida mundialmente, onde todos querem ver e serem vistos.


As praias de Albufeira As praias de Albufeira que deram a está cidade fama internacional são todas diferentes, cada uma com o seu encanto próprio. A variedade é grande e tem início a oeste na Praia dos Salgados com as suas dunas de areias douradas, sucedem-se areais emolduradas por rochedos esculpidos pela erosão como a Galé, Castelo, São Rafael e Arrifes.

Olhos D’Água

Castelo

As praias são: Praia de Santa Eulália, Praia dos Salgados, Praia da Galé Oeste, Praia da Galé Este, Praia do Evaristo, Praia do Castelo, Praia da Coelha, Praia de São Rafael, Praia dos Arrifes, Praia do Inatel, Praia dos Aveiros, Praia da Oura, Praia Maria Luísa, Praia dos Olhos D'Água, Praia do Barranco das Belharucas, Praia da Falésia (Açoteias), Praia da Falésia (Alfamar), Praia da Rocha Baixinha Oeste, Praia da Rocha Baixinha Este, Praia Manuel Lourenço, Praia do Peneco, Praia dos Pescadores, Praia do Forte de São João ou "Alemães", Praia da Balaia e Praia da Rocha Baixinha ou dos "Tomates".

Coelha

Evaristo


Salgados

Oura

São João

Maria Luísa

Old Town A cidade Velha também tem praias – Pescadores, Túnel, Alemães e Inatel - acessíveis num curto passeio a pé. E a oferta continua na direção leste rivalizando em beleza e animação com as Praias da Oura, Santa Eulália, Maria Luísa e Olhos de Água, que tem nascentes de água doce em pleno areal. O limite do concelho é marcado pelo longo areal da Praia da Falésia - quilômetros de praia limitados pela falésia que lhe deu nome que se declina em matizes dourados, acobreados e avermelhados. Uma imagem que ganha mais intensidade à luz do fim da tarde ou Sunset como preferem os mais jovens e, que permanece na nossa memória para sempre.


Arrifes

Praia dos Arrifes - Pequena enseada abrigada por falésias baixas esculpidas, onde são visíveis poços naturais, arcos e inúmeras galerias nas paredes rochosas. Três enormes leixões dominam a linha do horizonte. Por este motivo esta praia é designada localmente por Três Penecos.

Os barcos coloridos de pescadores, descansam na areia à espera de mais uma vez ir ao mar. E nos bairros antigos (antigas colônias de pescadores), um bar ou um restaurante espreitam a cada esquina. Aqui podemos saborear o marisco ou o peixe fresquíssimo, simplesmente grelhado ou na cataplana, a especialidade da região. Muito apreciado é também o franguinho assado com ou sem piripiri (foi a pedida quase que diária da Flávia Ghelli), que ganhou fama na Guia, a cerca de sete quilômetros da Cidade Velha.


Outro ponto forte da gastronomia de Albufeira são os doces: doces de amêndoa, figo e alfarroba… e ainda a aguardente de medronho ou o licor de amêndoa amarga. Estas delícias têm origem nas aldeias do interior. Se nos afastarmos um pouco do horizonte azul do mar, podemos apreciar o verde que salpica os campos com laranjeiras, amendoeiras ou figueiras. Podemos também descobrir o passado como o Castelo de Paderne com grossas muralhas de taipa, característica das construções árabes.


A obra prima da natureza: Praia de São Rafael Aqui a natureza não economizou na beleza!

Praia enquadrada por falésias calcárias de tons avermelhados e por manchas de pinhal e enormes arbustos de aroeira. As águas transparentes permitem a exploração da vida marinha que se esconde nas rochas submersas. Infraestruturas de Apoio, como estacionamento, restaurante, WC, vigilância na época balneária, acesso à praia através de escadas ou de rampa em madeira é um ponto forte desta praia. Praia de São Rafael é fabulosa! São Rafael possui areia fina dourada e é cercada por algumas formações rochosas calcárias espetaculares como a Ponte Pequena e os Ninho das Andorinhas. Anos de erosão levaram a estas formações fascinantes e muitos turistas só visitam a praia para dar uma olhada nelas. Embora seja possível caminhar até a praia do resort nas proximidades, a maioria dos visitantes prefere chegar a ela de carro. Os veículos podem ser estacionados no penhasco, mas apenas um determinado número de carros são permitidos em um dia, para não desestabilizar as falésias. A região do Algarve de Portugal é conhecida por suas belas praias, paisagístico e litoral. A Praia de São Rafael não decepciona, sendo a praia mais cheia no verão algarvio. No entanto, aqueles que procuram


baías ou enseadas privadas podem encontrar pequenas áreas isoladas ao redor da praia, que também são protegidos por essas formações rochosas realmente impressionantes. A praia possui Bandeira Azul e tem várias facilidades, como bons restaurantes, chuveiros públicos, e várias lojas de aluguel de praia, entre outros. A Temperatura da água do mar pode chegar a 25ºC durante o verão, tornando-o ideal para um belo banho de mar. Uma das vantagens de visitar a praia de São Rafael é o fato de que, depois de um dia de sol quente, pode-se chegar a Old Town, que está há apenas 2 quilômetros na direção leste, para desfrutar de bons restaurantes e boates. A vila é famosa por seus bares e cafés e tem uma grande variedade de restaurantes, além de clubes para fornecer entretenimento e diversão! A rua Sá Carneiro (Strip) também está próxima. Em 15 minutos o visitante poderá desfrutar dos mais de 100 bares/restaurantes/boates da mais famosa rua de bares do Algarve.


ALBUFEIRA Pub’s, Bares, Restaurantes & Night Life

Albufeira vive do turismo e se preparou para isto. A rede hoteleira é a uma das maiores do país (Segunda), os restaurantes, pub’s, bares e boites estão por toda parte. O visitante tem que se preparar para maratona: Praia ‐ Gastro ‐ Drinks A noite de Albufeira é comparável a Las Vegas! Isto mesmo, a Strip, como é conhecida a Avenida Sá Carneiro possui de ponta a ponta diversão, neons e muita bebida.


O MUNDO DAS CERVEJAS Vamos falar um pouco sobre cerveja. Mas não vamos falar de cervejas como pilsens, tais como as da gigante Imbev ou , weiss como Paulaner e Erdinger, Stouts como Guinness, etc. Vamos falar de um ponto antes desse, falaremos sobre os tipos de cerveja.

Mas esses não são tipos de cerveja? Vamos dizer que não, vamos começar a chamar de “estilos” de cerveja e não “tipos” de cerveja, correto? São nomes parecidos, praticamente sinônimos, alguns podem achar que é tudo a mesma coisa, mas não, vamos tratar corretamente as nomenclaturas. Mas claro, isso acaba não sendo uma regra definitiva, não sou eu quem decide e “comanda” isso, mas é a forma como tratarei as cervejas.

Estilos de cerveja

São inúmeros os estilos de cerveja, não teria como falar um número, ainda mais exato. Ainda mais porque existem variedades em um estilo de cerveja, o que às parece ser um “sub-estilo” de cerveja, por exemplo, não sendo inferior, mas fazendo parte dessa “família”. Podemos citar a weiss, pilsen, stout, abadia, strong ale, entre outras milhares.

Os tipos de cerveja

Agora sim, vamos falar do assunto deste post, os tipos de cerveja. Ao contrário dos estilos de cerveja, os tipos de cerveja são apenas dois, somente dois: Ale e Lager. Provavelmente você já ouviu falar desses tipos, principalmente do segundo, que é o tipo que mais vende por aqui no Brasil, porque as pilsens como a Brahma e Antarctica são do tipo Lager. Basicamente são esses dois tipos, grupos de cerveja, que a diferença entre as duas se dão considerando a espécie de levedura e seu posicionamento no tanque, durante a fermentação. Vamos saber mais um pouco sobre.

Cervejas do tipo Lager

São as cervejas de baixa fermentação, sendo produzidas em uma temperatura reduzida, por volta


de 10 graus. Como disse anteriormente, são as mais vendidas aqui no Brasil, por causa das pilsens, que são vendidas aos montes no Brasil. Mas isso não faz com que as pilsens sejam ruins, somente água e milho como as cervejas mais tomadas no Brasil, muito pelo contrário. Na Alemanha e na República Tcheca temos cervejas do estilo Pilsen muito boas e geralmente mais amargas. Na grande maioria as Lagers snao mais secas, com maior predominância do malte e do lúpulo sobre os sabores e aromas provenientes da levedura. As pilsens brasileiras são extremamente leves, com pouco corpo e amargor, por isso que é muito consumida, a galera bebe na praia, refresca e desce bem depois de uma partida de futebol. Enquanto as alemãs, por exemplo, são mais amargas e encorpadas.

Cervejas do tipo Ale

É o tipo que eu prefiro, são muito mais complexas e frutadas, o que dá a graça na cerveja, o “diferente” que muitos falam ao experimentas uma cerveja diferente das pilsens que estão acostumados a beber. As cervejas do tipo Ale são cervejas de alta fermentação, são feitas em temperaturas mais altas, por volta de 20 graus e seus fermentos ficam suspensos nos tanques de fermentação, que é de onde vem o “alta fermentação”. As primeiras cervejas foras as Ales, na época não existia ainda as cervejas do tipo Lager, que surgiram por volta do ano 1400.

As cervejas Brasileiras

Como vimos, a cerveja campeã de vendas no Brasil são do estilo Pilsen, que fazem parte do tipo Lager. Mas é importante mencionarmos que não é por causa dessa “vitória” esmagadora das pilsens, que o Brasil não produz cervejas em outros estilos e de qualidade. Porque cá entre nós, eu não considero Skol uma cerveja e sim uma água misturada com milho com um pouco de cevada. E existem grandes cervejarias nacionais participando desse movimento que falamos, o Movimento “The Craft Beer Renaissance”, buscando a produção de cervejas de qualidade, artesanal. Dentre elas podemos citar a Eisenbahn, Baden Baden, Colorado, Mistura Clássica, Dado Bier, Backer, Falke, Leuven, entre outras várias e produzindo nos mais diversos estilos de cerveja, seja Ale ou Lager. Mas infelizmente sofremos com esse consumo das cervejas pilsens em larga escala. Meu camarada Dono do Bar vai procurar escrever algo sobre isso, esse consumo, alguns porquês sobre o assunto.


O MUNDO DAS CERVEJAS mapa das cervejas


Pub Grub... O que é isso? Comidas de Pub Pubs no Reino Unido servem cerca de 1 bilhão de refeições ao ano. O Pub Grub pode ser um pequeno pe sco para acompanhar sua Pint ou um Sunday Lunch completo com a família. Alguns dos pratos tradicionais são: Sunday Roast: Frango/Vaca/Cordeiro assado, servido com batatas, vegetais, Yorkshire Puddim e Gravy Ploughman’s: Queijo Cheddar, pão, pickles e cebola, geralmente servidos em uma táboa Scampy and Chips: Uma espécie de lagos m empanado com batatas fritas Fish and Chips: Peixe empanado com batatas fritas Banguers and Mash: Lingüiça com pure de batatas Pe scos: Amendoins, Batatas Fritas, ovos em conserva, torresmo Heaven Ribs: Costelas suínas com barbecue e batatas frita Sausage and Bread: Pão com lingüiça defumada Em geral os pub grubs não são refeições elaboradas e trabalhosas, mas há pubs que servem verdadeiros banquetes.


Cada cerveja em seu copo

Os copos são muito mais importantes do que pensamos

Você sabia que não se deve servir uma Cerveja Imperial IP com 8,5% de graduação alcoólica no mesmo copo que uma Lager com 4%, e que cerca de 60 a 80 por cento do gosto da Cerveja é determinado pelo olfato? Que cervejas mais aromá cas devem ser servidas em copos arredondados, enquanto outras devem ser servidas em copos mais retos ou abertos, porém cervejas demasiadamente aromá cas podem sobrecarregar o olfato devendo ser servidas em canecas retas? Ter um copo/taça ideal para cada cerveja é frescura? Para muita gente pode parecer que sim, pode parecer até esnobe escolher um copo que não seja aqueles americanos de bar. Nada contra os copos do bar ou os copos de requeijão, mas cada momento é um momento. Não podemos generalizar. O copo correto além de tornar a degustação visualmente bonita, influencia muito na análise sensorial da bebida, realçando ou escondendo seus aromas e sabores. Na Bélgica o uso dos copos é levado tão a sério que se em um bar es ver faltando o copo da cerveja que você pediu, eles não servem aquela cerveja, simples assim. Muitos fatores são influenciados com a escolha do copo ideal, como os aromas, os sabores, a formação da espuma, a temperatura da cerveja, o corpo, ou seja, todas as caracterís cas da cerveja. Quando entendemos as caracterís cas que cada copo deve ter, encontrar o copo ideal passa a ser uma tarefa simples.

Quanto mais aromá ca for a cerveja, mais larga a borda e mais bojudo deve ser o copo, pois os aromas se vola lizam mais facilmente. As hastes longas, servem para afastar o calor das mãos do bojo do copo, a fim de não esquentar a bebida, já hastes curtas servem justamente para esquentar a bebida, auxiliando a vola lização dos seus aromas (como o copo de conhaque). Quanto mais leve e delicada for a cerveja, mais estreita deve ser a borda, pois os aromas ficam concentrados, o que facilita sua percepção. Copos mais cônicos auxiliam na formação de espuma e sua estabilidade. Por isso se a cerveja ver muita espuma, os copos devem ser mais abertos na borda e se a espuma for pouca devem ser mais estreitos, pois isso deixa a espuma mais alta e aumenta sua duração. Cervejas mais leve e menos complexas pedem copos retos e altos, pois a velocidade com que a bebida chega a boca é mais rápida e a área de contato a ngida na boca é menor. Já as cervejas mais aromá cas pedem copos mais bojudos, pois isso diminui a velocidade com que a bebida entra na boca, fazendo com que toda a boca seja preenchida pelo líquido, aumentando a área de percepção dos aromas.

Borda|Boca Bojo

Base


Weizen: é o copo das cervejas de trigo. O copo é alto para que caiba todo o conteúdo de 500 ml da garrafa, assim é possível incluir o fundo com a levedura e a espuma cremosa. A Boca é larga, pois é uma cerveja muito aromá ca. Serve para: Weizenbier – Weizenbock – Gose – Dunkel Weizen – American Wheat Ale Larger: Muito parecido com os copos Pilsner e comum nos Bares brasileiros. A borda é estreita para concentrar os aromas, o copo é cônico auxiliando a formação e estabilidade de espuma. Serve para: Pilsen, American Lagers, Dunkel, Schwarzbiers e Viena Lager.

Tulipa: A borda é larga e virada para fora, ideal para cervejas aromá cas. É um copo muito versá l, podendo ser u lizado para vários pos de cerveja. Indicado para as Belgian Ales, Tripels, Red e Brown Ale de Flandres, Bocks e American IPA. Serve para: Belgian Ales, Lambics, Flandres Oud Bruin e Oude, Red Ales Saisons, Bière de Garde, American IPAs, Belgian IPAs, Imperial IPAs, Gueuze e Bocks

Goblet: Chamada também de Cálices, a borda é larga, indicado para cervejas muito aromá cas feita para que seu creme não se perca e mantenha o aroma concentrado. Muito u lizado para cervejas trapistas. A haste comprida evita que o calor das mãos esquente a cerveja. Serve para: Trapistas, Dubbel, Tripel e Quadrupel Flute: A borda estreita concentra os aromas delicados das cervejas que passam pelo processo champenoise, seu formato evita que a carbonatação se dissipe rapidamente. Serve para: Czech Pale Lager, Czech Amber lager, Czech Dark Lager,Gueuze e Fruit Lambic Sni er: A base larga e a haste curta propiciam a transferência do calor das mãos para o copo, ajudando na vola lização dos aromas. O estreitamento da borda permite que os aromas se concentrem. Serve para: Helles Bock, Dunkles Bock, Doppelbock, Eisbock, English Barleywine, Belgian Pale Ale, Belgian Blond Ale e Goose


Pint(Nonic): A borda é média, ideal para cervejas de intensidade aromática moderada. São muito usado nos Pubs da Inglaterra e aqui no The Prince Albert English Pub. A base é estreita para diminuir a transferência do calor das mãos. Serve para: Stout, Witbier, Porter, Oktoberfest, Imperial Stout, Irish Red Ale English Pale Ale, Blond Ale, Indian Pale Ale (IPA), English Bitter, American Pale Ale, Pilsener saborizadas e Barleywine. Pilsner: Chamada também de Tulipa, possibilidade a formação de um creme perfeito e direciona o aroma da cerveja diretamente para o Nariz. Serve para: Bock, Dortmunder, German Pilsner, Imperial Pilsner, Light Lager Helles Bock, Schwarzbier, Witbier, Munich Helles Lager, Munich Dunkel Lager, Red Lager e Vienna Lager. Caldereta: Muito comum encontrado em bares, restaurantes, muito versátil serve muito bem, também conhecidas com Shakers sempre com um pouco mais de 300ml. Serve para: Ordinary Bitter British Brown Ale Sweet Stout e Oatmeal Stout

Caneca ou Mass: Com material mais resistente, comumente usado em choperias e bares, com diversos tamanhos podendo chegar até 1,6 litros. Serve para: Todos com grandes quantidade.

Caneca Mug ou Stein: São canecas robustas, pesadas, normalmente feitas com vidro mais grosso para suportar o peso da cerveja. Serve para: Maibock, Oktoberfest, Rauchbier, Export e Helles.

Cilíndrico: Muito usado para Cervejas Kölsh e Altbier, recomendado também para cervejas Fru ‐Beers, também comumente chamadas de Stange, S ck (vareta) ou Collins.

Ipa Glass: Desenvolvido pela Spiegelau com ajuda da Dogfish Head e Sierra Nevada. Projetado para mostrar os perfis aromá cos das American IPAs com parede mais finas ajuda a manter a temperatura da cerveja.


! ! ! Í A M E V

RockNovidades and& Histórias Roll

A zona oeste da cidade do Rio de Janeiro tem como tradição ser um celeiro cultural devido à tamanha diversidade e qualidade de ar stas que abriga. A proposta de unir todo esse potencial em um só fes val proporcionando ao publico entretenimento de forma eclé ca baseado em arte e cultura de qualidade. O Fes val de Verão da Zona Oeste é um fes val de arte e cultura mul linguagem que terá em sua programação ao longo deste verão, diversos gêneros ar s cos desde shows de Rock, Mpb, espetáculos cênicos com teatro, dança e humor, exposições de artes plás cas, ma nês carnavalescas com ar stas de destaque da região. Os espetáculos serão oferecidos a preços populares. O Fes val será realizado no Lona Cultural Elza Osborne em Campo Grande onde grandes eventos vão compor a grade de programação do fes val. INFORMAÇÕES Ives Pierini ivespierini@gmail.com


Chef Gourmet A sua mesa de almoço e jantar Vamos começar nesta edição uma viagem pelos sabores gastronômicos mundiais. Pe scos, entradas, pratos principais, brunch, drinks e muito mais. “Sou amante da boa gastronomia, seja ela gourmet ou reconfortante, o importante é sen r todos os aromas, sabores e texturas. Desde a adolescência a cozinha era a parte da casa onde me sen a melhor. Vendo minha querida e saudosa avó Isabel cozinhar me fazia feliz. Minha influência gastronômica passa pela culinária brasileira e europeia. Viver na Europa me fez ver, sen r e saborear os mais deliciosos sabores que existem e aprimorar minha técnica e conhecimento gastronômico”. Edi Marques Chef Restauranteur #ChefEdimarques

CHEF´S GOURMET "Cozinha do Chefe"

facebook.com/chefEdiMarques twi er.com/edimarques74

LAMB RIB WITH CHIMICHURRI SAUCE Costela de cordeiro ao molho chimichurri

COSTELA DE CORDEIRO Para quem ainda não sabe iden ficar, o cordeiro é o filhote de carneiro que, por este mo vo, possui uma carne com baixos teores de gordura e de fácil digestão. A costela de cordeiro é um prato muito apreciado, pelo seu sabor inigualável e textura marcante, tendo um preparo mais elaborado e diferencial do que outras peças.


Ingredientes para a costela 1 costela de cordeiro Flôr de Sal e pimenta‐do‐reino 200 ml de vinho branco Azeite de oliva Ramos de Alecrim para aroma zar e enfeitar Ingredientes do molho chimichurri 1 xícara de água 1 colher de sopa de Flôr de Flôr de Sal 1 xícara de orégano fresco picado 1 xícara de Salsinha fresca picada 2 colheres de chá de pimenta vermelha em pó 4 dentes de alho picado 125 ml de azeite de oliva 60 ml de vinagre

Modo de preparo do molho Coloque água para ferver, adicione o Flôr de Sal e mexa até que ele se dissolva. Re re do fogo e deixe esfriar. Em uma travessa de tamanho médio, adicione o alho já picado, orégano, Salsinha e a pimenta vermelha em pó. Misturando, adicione o vinagre, o azeite e a Flôr de Salmoura (água com Flôr de Sal). Transfira para um recipiente com tampa.

Dica: o chimichurri fica mais gostoso quando leva alguns dias já na geladeira. Modo de preparo da costela Pré‐aqueça o forno a 180°C. Em uma travessa, tempere a costela com Flôr de Sal e pimenta, adicione o vinho e deixe marinar por 30 minutos. Transfira a costela para uma assadeira e adicione um fio generoso de azeite de oliva sobre a costela. Cubra a travessa com papel alumínio e leve ao forno. Asse por volta de 1 hora e meia, até que fique dourado. Nos úl mos 15 minutos, re re o papel alumínio, regue a peça com um pouco mais de azeite de oliva e deixe assar o tempo restante. Sirva com o molho chimichurri.


? b u P m u é e u q O

O tradicional Pub Inglês é o centro da cultura e sociedade Britânica. Pub é o nome popular como são conhecidas as Public Houses na Inglaterra: Estabelecimentos com licença para a venda de bebidas alcóolicas para consumo no local. São cerca de 60 mil pubs ao redor do Reino Unido e 8 em cada 10 adultos se consideram freqüentadores assíduos. Mais do que o bar de esquina, os Pubs são grande parte da cultura e da vida social dos Britânicos. Historia do Pub: Apesar dos habitantes das Ilhas Britânicas consumirem a (um tipo escuro e encorpadado) desde 2500 AC, o conceito de um local especifico para se reunir e beber teve origem nas tavernas construídas durante a invasão Romana, que terminou no ano 410 DC. Com a partida dos Romanos,

mulheres conhecidas como Alewifes passaram a produzir e vender cerveja em suas próprias casas, que se tornaram um ponto de encontro da comunidade local. Até hoje, a maioria dos Pubs na Inglaterra são associados à produtores de cerveja. Fatos sobre o Pub Inglês Pubs geralmente abrem das 11:00 da manhã às 23:00 da noite. Todo Pub tem um sino para anunciar last orders, geralmente 30-45 minutos antes do fechamento. Não existe atendimento em mesa e as bebidas devem ser pagas na hora. Ingleses bebem com os amigos em um sistema de rounds, onde cada um se reveza

buscando e pagando pelas bebidas de todo o grupo. Donos de pub são chamados de landlords e landladies, funcionários são barmen ou barmaids. Eles trabalham atrás do counter, e ocasionalmente um glass collector recolhe os copos vazios das mesas. Um pub com quartos para alugar é chamado de Inn A idade legal para compra de álcool em um Pub é 18 anos. Prova de identidade é requerida se você parece ter menos de 25 e maiores de 16 podem consumir 1 unidade de alcool, desde que estejam também consumindo uma refeição no local e estejam acompanhados de um adulto.


Pub The Temple Bar: conheça um clássico de Dublin Viajando para Irlanda Dublin e seu clássico: THE TEMPLE BAR PUB Não dá para sair de Dublin sem conhecer o The Temple Bar Pub. Clássico e histórico, ele oferece boa música, cerveja e, claro, Irish Coffee. Diariamente, o Temple Bar tem música tradicional irlandesa, ao vivo. Para quem aprecia Whiskey, o lugar também agrada. Há uma coleção com mais de 400 garrafas de whiskeys irlandeses e escoceses. Como visitar o pub Temple Bar O local faz parte da vida dos irlandeses desde 1840. O The Temple Bar é tão conhecido que virou grife. Ao lado do bar, existe uma lojinha que vende souvenirs com a marca própria. Antes de entrar no pub para tomar as deliciosas pints, não esqueça de registrar o momento. Sente no banquinho de madeira que fica na entrada e faça sua foto para mostrar para todo mundo! O The Temple Bar funciona de segunda a quarta das 10h30 até 1h30, de quinta a sábado das 10h30 às 2h30 e em domingos das 11h até 1h. Endereço: Temple Bar, 47‐48, Dublin 2

Pub’s, Bares & Restaurantes Drinks, Cervejas, Cocktails & Gastronomia


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The Prince Albert Magazine - Food and Travel - issue #1  

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