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Ano VIII, n° 17, dezembro de 2007

Impresso Especial 1.74..18.0438-5-DR/SPI

Assoc. Pol. de Assist. à Saúde de Bauru

Associação Policial de Assistência à Saúde de Bauru

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Editoral

Bauru

Cuidado com o canto da sereia No dia 25 de outubro de 2007 participamos da XXV ENDAPAS em Santos, onde pudemos sentir que embora haja dificuldades nas gestões das APAS, em geral, no mínimo 90% delas estão se saindo muitíssimo bem.No entanto, observamos que outras entidades que não pertencem ao ramo de assistência à saúde - algumas associações ou cooperativas - resolveram também prospectar o ramo da assistência à saúde, concorrendo com algumas APAS, em busca de mais associados para suas entidades. A princípio, esses planos são atraentes. Mas o beneficiário poderá dar conta do que realmente representam quando tiver que fazer uma cirurgia mais complexa, com custos elevados, ou então, com os reajustes anuais dessas entidades. É de suma importância que antes de ingressar numa entidade ou plano de saúde, o interessado procure conhecer e comparar os preços, a qualidade do produto e prestação de serviços. A título de comparação, para assimilarmos melhor o assunto, citamos como exemplo o caso de venda e compra de veículos. Quando vamos comprar um veículo observamos que, nas concessionárias, há diversos tipos de veículos e que para cada tipo há diferenças de níveis (básico, médio, x, sl, xl, slt, xlt etc ). Isto porque, variam apenas os seus componentes e acessórios, aliás, o grau de qualidade e conforto que cada um apresenta. Plano de saúde é a mesma coisa. Cada plano tem suas peculiaridades. Uns oferecem mais qualidades e outros menos. A nossa Apas-Bauru atua em regime de auto-gestão não patrocinada em custo operacional, ou seja, pagamos pelo que usamos e temos oferecido tudo o que é possível e de melhor, inclusive, com materiais e medicamentos nacionalizados. As entidades extras Apas, em regra, contratam uma operadora em forma de pré-pagamento, pois são meras administradoras de planos e ficam eqüidistantes do atendimento direto ao usuário, porque não possuem infra -estrutura especializada para tal. Utilizam-se das operadoras contratadas. As pessoas podem se surpreender caso tenham que desembolsar numerário para despesas extras com diferenças de materiais ou medica-

mentos especiais. Por isso, é importante conhecer o verdadeiro rol de cobertura que os planos de saúde oferecem. As Apas são especializadas no ramo da saúde, todas com mais de 10 anos de experiência e só cuidam de saúde. Já as citadas entidades extra-Apas adicionam planos de saúde à sua atividade principal, como fazem as grandes redes de mercados, que oferecem muitos produtos, desde alimentos, peças de carros, materiais elétricos, empréstimos, financiamentos, cartões, etc. Tudo bem, na verdade o que conta é a qualidade e o preço do produto, e a cada um, em nome da liberdade da livre concorrência, cabe optar pelo que achar melhor. “Cuidado com os cantos da sereia”, pois “Mais vale um pássaro na mão do que dois voando”. Este é o nosso alerta aos nossos estimados associados, a quem me cabe apenas, em nome de toda diretoria e funcionários orientá-los. E, por fim, uma mensagem de agradecimento a todos os nossos associados neste ano 2007, a quem desejamos um verdadeiro momento de paz e saúde neste próximo Natal e Ano Novo. “Nom nobis, Domini, nom nobis, sed Nomini Tuo da Gloriam”

Helder

Pereira

Diretor presidente

Diretoria Executiva Presidente: Cel. Res. Helder Pereira

2º Diretor Secretário: 2º Ten. Res. Antonio Carlos F. dos Santos

1º Diretor de Com. Social: Cap. Res. Aldamir Salvatico

2º Suplente: Ten. Cel. Res. João B. de Sousa

Vice-presidente: Ten.Cel. Res.Osmani dos S. Almeida

1º Diretor Financeiro: 1 º Ten.Paulo Cesar Cingano

2º Diretor de Com. Social: 1º Ten. Res. José F. Escoura

3º Suplente: 2º Sgt. Res. Arildo de Lima Junior

1º Diretor Secretário: Ten. Cel.José Alexandre C. Borin

2º Diretor Financeiro: Cap. Res. Jovercy Bergamaschi

Diretor de Patrimônio: 2º Ten. Res. Marinalvo M. Pereira

4º Suplente: Subten. Ref. João F. Ferreira

Apas- Bauru Rua Maria José, 1-71 - Centro Bauru - SP CEP. 17015-440 Telefones: (14) 3214-5700 Fax (14) 3214-5701

Filial Lins Rua Marechal Vasques, 236 Vila. América - Lins – SP CEP 16400-145 Fone/Fax (14) 3522-7000 /3522-7067

Fale conosco

E-mail: apas@apasbauru.com.br Site: www.apasbauru.com.br

Revista APAS: Jornalista responsável: Inês Ferreira (MTB 026623) fone:9709-9140 -3016-6314


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Uma nova doença ocupacional está preocupando os profissionais de saúde. Descrita em 1974 por um médico norte-americano e conhecida como Síndrome de Burnout, manifesta-se quando a pessoa chega a um estágio avançado de estresse. A síndrome é responsável por alta freqüência de licenças saúde, faltas ao trabalho, abandono do emprego e graves conseqüências à saúde do indivíduo e à qualidade do trabalho. A doença é descrita como síndrome por apresentar um conjunto significativo de diferentes sintomas psíquicos, físicos e sociais.

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O Burnout, além de atrapalhar o rendimento profissional, coloca em risco o relacionamento familiar e pode levar à morte por exaustão. Embora seja responsável por tantos problemas, a Síndrome de Burnout ainda é pouco conhecida, até mesmo entre profissionais dos serviços de saúde. A síndrome tem sido objeto de muitos estudos no campo da saúde em especial, na área da psicologia, psicossomática e do estresse e pode ser traduzida como: burn = queima; out = fora, exterior, significando = estar esgotado, estar sendo consumido pelo trabalho.


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Segundo a doutora em psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), de Bauru, Carmen Maria Bueno Neme, que desenvolve pesquisas sobre a síndrome, não se sabe exatamente os motivos pelos quais ainda a Burnouth é pouco conhecida ou diagnosticada na prática profissional. “Pode-se sugerir que, devido à variabilidade dos sintomas e por se tratar de um estado de exaustão conhecido como a última das fases do processo de estresse, esta doença esteja sendo diagnosticada com outras denominações, possivelmente a partir de um ou mais sintomas mais proeminentes em cada indivíduo, como por exemplo: depressão e ansiedade generalizada, dentre outros”, afirma a pesquisadora. A doença acomete mais frequentemente os profissionais cujas atividades exigem contato interpessoal, como: policiais, bombeiros, carcereiros, psicólogos, jornalistas, assistentes sociais, professores e enfermeiros. Estes profissionais têm em comum a interação de forma ativa com pessoas, das quais cuidam ou solucionam problemas, obedecem a técnicas e métodos mais exigentes e fazem parte de organizações de trabalho submetidas a constantes avaliações. Entretanto, atualmente, tem sido também descrita em outras categorias profissionais submetidas a excesso de stress laboral. Especialistas constataram que existe uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e estressante nesse tipo de trabalho. Tensão emocional crônica A pesquisadora explica que a tensão emocional crônica instala-se gradativamente como manifestação do próprio stress gerado pelas condições de trabalho, que incluem: fatores organizacionais (organização do trabalho, ambiente físico de trabalho, exigências excessivas, horários, clima e políticas empresariais, relação empregador-funcionários; fatores interpessoais no trabalho (ambiente psicossocial excessivamente competitivo, pouco colaborativo; desvalorização pessoal, etc.) e fatores pessoais (pessoas muito auto-exigentes, perfeccionistas, etc.) Fases do estresse O estresse pode ser descrito como um conjunto de alterações

psicofisiológicas que ocorre naturalmente frente a qualquer situação ou evento (externo ou interno) que exige adaptação e que represente ou seja interpretado como desafio, risco, ameaça ou perigo. “As amplas e profundas alterações psicofisiológicas são gerais e inespecíficas num primeiro momento da instalação do stress e passam a ser mais específicas num segundo momento do processo de stress, levando ao aparecimento de inúmeras doenças, caso o indivíduo não possa livrar-se do evento ou fonte do estresse”, afirma. Por isso é preciso ficar atento às fases do estresse para evitar danos maiores, como a síndrome.


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Segundo ela pode-se dividir o estresse em dois momentos. O primeiro, conhecido como fase de alerta, quando a pessoa defronta-se com a situação ou evento que gera a necessidade de adaptação, provocando alterações psicológicas, neurológicas, imunológicas, endócrinas, etc.. As alterações mais conhecidas e mais visíveis são: taquicardia, sudorese, estada mental de alerta ou prontidão, hipertensão, aumento da temperatura corporal, dentre outras, relacionadas à descarga de adrenalina na corrente sanguínea e à quebra do equilíbrio psicofísico ou homeostase. Estas alterações são normais e necessárias para que o indivíduo lute ou fuja do perigo e possa sobreviver em condições de perigo real. A segunda fase, denominada de fase de resistência, caracteriza-se por um grande gasto de energia adaptativa do organismo, na tentativa de retornar ao equilíbrio anterior ou homeostase. Esta fase só vai ocorrer caso o evento gerador do estresse não tenha sido eliminado e as alterações psicofisiológicas não tenham cessado. Nesta fase, a pessoa pode recuperar o equilíbrio ou enfraquecer-se e passar á terceira fase, denominada de exaustão, na qual o indivíduo adoece. Portanto, o estresse, definido como este conjunto de alterações psicofisiológicas gerado por eventos que ameaçam ou sobrecarregam o indivíduo, não é algo ruim ou uma doença. “Há também o estresse “bom” chamado de “eustress”, desencadeado por situações que representam desafios positivos ou novidades positivas. O stress que pode levar ao adoecimento é denominado “distress”.” A síndrome é a conseqüência mais depressiva do estresse desencadeado pelo trabalho. Esse quadro de apatia extrema e desinteresse, não podem ser diagnosticados como um simples estresse, mas como uma de suas conseqüências e bastantes sérias. Além dos sintomas psicológicos e comportamentais, a síndrome de Burnout pode evoluir para um quadro físico, com do-

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res, insônia e perda da memória. Alguns pesquisadores, acreditam que a doença seja um estágio anterior da depressão ou um caminho para doenças cardiovasculares.

Doenças mais comuns ligadas ao estresse Dor de cabeça (cefaléia) Herpes simples Retocolite ulcerativa Doenças respiratórias Doenças geradas por alterações no sistema imune (desde gripes até câncer) Hipertensão arterial Gastrites e úlceras estomacais Úlceras do duodeno Dermatoses (psoríase, vitiligo, alopecia, dermatites) Doenças odontológicas (guna) Tensão pré-menstrual e problemas hormonais Insônia ou muito sono Perda ou aumento de apetite Alteração da pressão sanguínea Dores (ex: fibromialgia) Tensão muscular e dos órgãos Mal funcionamento intestinal, estomacal, etc. Depressão, transtornos de ansiedade Alterações nervosas, hormonais e imunológicas.


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Endapas

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Meta das Apas é investir na prevenção 2° Diretor juridico Apas-Santos, Reinaldo Vieira dos Santos, Cel. Helder Pereira presidente da Apas-Bauru, Moises Danilo Cavalini, gerente Administrativo da Apas-Bauru, Cel. Almeida Lima, presidente da Apas-Santos, Ivo Reis de Oliveira, médico-perito da ApasBauru e Aldamir Salvatico,1° diretor de Comunicação Social da Apas-Bauru.

Auditório da Endapas

Elza Urze Stefanni, Conselho Fiscal da Apas-Santos, Lylson Long de Oliveira médico-geriatra da Apas-Bauru, Ivo Reis de Olveira, médico perito da Apas-Bauru

Lylson Long de Oliveira, médico geriatra da Apas-Bauru

Ivo Reis de Oliveira, médico-perito da Apas-Bauru

XXV ENDAPAS – Santos A exemplo dos anos anteriores foi realizada nos dias 25 e 26 de outubro passado, a XXV Endapas (Encontro das Apas). Promovida pela Apas-Baixada Santista, o evento reuniu as diretorias de todas as Apas existentes, com a finalidade única de promover a troca de experiências na busca de soluções comuns a todos. À Apas-Bauru competiu explanar sobre dois temas bastante polêmicos e discutíveis sobre os mais variados pontos de vista e peculiaridades de cada região. Nosso médico auditor, Dr. Ivo dos Reis Oliveira, em sua palestra, discorreu sobre cirurgias ortopédicas, seus custos, seus resultados e das divergências nas solicitações de materiais especiais. Ao Dr. Lilson Long de Oliveira, médico geriatria contratado pela Apas-Bauru para desenvolver o serviço de prevenção, coube a responsabilidade de explanar sobre Medicina Preventiva. Dentre as muitas palestras importantes, destacou-se a do Dr. Alfredo J. M. Scaff da ANS (Agência Nacional de Saúde), que discorreu sobre a situação atual das operadoras e as projeções futuras. Com base em gráficos estatísticos atuais ele enfatizou as funções das autogestões, citando como exemplo as Apas e sugerindo que estas deveriam passar da condição de operadoras para a de gestoras, não deixando de avaliar, com muito cuidado, o gráfico etário de sua população promovendo a sua renovação e oxigenação. Assim exposto, conclui-se que a renovação da base de sustentação representada por associados mais jovens está dificultada por fatores sobejamente conhecidos, entre eles a questão salarial, e desta forma resta como alternativa investir o mais rápido possível na oxigenação do sistema. Isto significa, investir no preventivo das faixas etárias mais baixas, dando a estes usuários condições de chegarem ao topo da pirâmide nas mais perfeitas condições de saúde e assim minimizar custos para ambas as partes. Haverá uma outra solução?

Aldamir Salvatico 1º Diretor de Comunicação Social


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Natal

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Presente de Natal em dose dupla Um presente de Natal já é bom! Dois, nem se fala! Melhor ainda é quando esse presente é desejado e quase impossível de se ganhar. Ai então, é uma benção, um verdadeiro milagre. É assim que o casal, associado da Apas, Gláucia Cristiane Lopes Rigoletti Fusche e Adriano Rogério Fusche, expressam a alegria pelo nascimento das filhas Ana Lívia e Maria Júlia, de três meses de idade. Depois de anos de uma longa espera, eles conseguiram concretizar um sonho que parecia impossível, o de ser pais. Gláucia, 31 anos, demorou oito anos para engravidar por causa de problemas de saúde. Os médicos detectaram endometriose nos dois ovários e ela precisou ser submetida a uma cirurgia. Algum tempo depois, veio a notícia de que havia necessidade de mais uma intervenção cirúrgica. “Eu já havia feito diversos tratamentos para engravidar. Estava disposta até a passar por inseminação artificial. Queria ter um filho e não conseguia. Fiz diversas promessas, novenas. Minha mãe sempre dizia para eu não perder a fé”, relembra. Gláucia seguiu os conselhos da mãe e também a intuição feminina. Três dias antes de passar por uma nova cirurgia ela sentiu uma vontade inexplicável de fazer um exame de sangue, por conta própria. Felizmente ela seguiu seu coração. O resultado do exame foi surpreendente: deu positivo, ela estava grávida. “A emoção que senti é indescritível. Se não seguisse minha intuição teria sido submetida à cirurgia e certamente perderia a oportunidade ser mãe”, diz ela.

Ana Lívia e Maria Júlia Mas o melhor ainda estava por vir. O pré-natal feito pelo médico José Roberto Polônio, transcorria bem. Ao fazer um ultra-som ela descobriu que não era um bebê que esperava, mas dois. No dia 18 de agosto nasceram Ana Lívia e Maria Júlia, na Santa Casa de Jaú, com apenas sete meses de gestação. O parto foi feito pelas mãos do médico Marco Túlio Vasconcellos. As meninas precisaram ficar 18 dias na Unidade de Terapia Intensiva e 10 dias no quarto para ganhar peso. Ao chegar à casa do casal as meninas mudaram a rotina. Duas mamadeiras, banho para duas, atenção redobrada e paciência em dobro. Mas isso não é problema para quem esperou tanto. A comemoração na família não pára e vai estender até o Natal, quando todos irão agradecer pelo presente. “Este Natal é especial para mim e toda minha família. É um presente e tanto. Não tenho nem palavras para agradecer”, diz Gláucia.

Fotos da matéria


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Sua saúde

A convivência diária com nossos associados tem nos feito perceber que tratamentos por quimioterapia ou radioterapia podem ser bastante agressivos e com resultados variáveis de paciente para paciente. Alguns cuidados com a alimentação podem aliviar esses efeitos e agir preventivamente na ocorrência de algumas situações como: irritação da boca e da garganta, falta de apetite, perda do paladar, diarréias e cólicas e outros efeitos colaterais provocados pelo tratamento. A quimioterapia tem uma toxicidade alta e atua de for-

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ma intensa nas células que se proliferam rapidamente. Normalmente as células da pele, a mucosa, os glóbulos vermelhos, plaquetas, glóbulos brancos (chamados de leucócitos), como também as células germinativas que dão origem aos espermatozóides e óvulos. Portanto, os efeitos colaterais da quimioterapia provem dessas células ao serem atingidas. Assim como a quimioterapia, a radioterapia lesa as células normais. Porém, neste caso, os chamados efeitos colaterais normalmente se restringem ao órgão, a uma determinada estrutura que será irradiada.


Sua saúde

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dicas de alimentação Fome Ao sentir fome tome um sorvete misturado com soda limonada, ou com um refrigerante de sua preferência, ou então, tome um milk-shake com iogurte. Não deixe o estomago vazio. Faça pequenas refeições várias vezes ao dia (6 a 8 vezes). Coma alimentos que você gosta. Varie as cores dos alimentos nas refeições principais, colocando gomos de laranjas, fatias de tomate, frutas secas e outros alimentos para que o prato fique atrativo. Faça as refeições em boa companhia, ao som de uma música leve, tornando esses horários em momentos agradáveis. Tente se exercitar antes do almoço.

Náuseas e vômitos Evite doces. De manhã, após levantar-se, coma alimentos secos, como torradas e bolachas. Se perceber que terá náuseas ou vômitos não coma alimentos que você realmente gosta nesse período. Prefira alimentos com baixa quantidade de gordura. Evite tomar líquidos nos horários de refeições, prefira beber de 30 a 60 minutos antes. Prefira bebidas frias e transparentes, sopas ralas, gelatina, coca-cola e cubos de gelos feitos com sucos de frutas. Beba líquido vagarosamente. Antes de dormir, prefira alimentos leves como vitaminas, mingaus e torradas. Se possível fique com o mínimo de roupa possível e respire ar fresco

Náusea de cheiro de comida Peça para alguém cozinhar para você. Enquanto a refeição é preparada sente-se na sala ou faça uma caminhada. Evite cerveja e café. Evite preparar frituras. Use alimentos congelados, que podem ser aquecidos em baixa temperatura, ou refeição fria.

Mudança de paladar Conheça suas preferências alimentares. Alimentos protéicos ( carne, leite e derivados, ovos e leguminosas) têm maior alteração de sabor e possuem nutrientes essenciais. Evite peixes com cheiro forte. Prefira carnes grelhadas e alimentos ácidos. Use molho de soja, suco de laranja, picles, limão e vinagre. Para intensificar o sabor da comida, adicione cebola e pedaços de

presunto. Doure alimentos ao forno com sucos doces ou vinhos suaves. De vez em quando, use condimentos mais fortes como: orégano, páprica, manjericão, pimentão, hortelã e etc. Atum, sardinha, leite batido, iogurte, gelatina e pudins possuem sabor melhor quando consumidos frios ou na temperatura ambiente. Beba mais líquido ou coma frutas frescas, talos de ervadoce, canela, cravo etc... Alimentos protéicos doces como suplementos, frutas ou mucilagens podem ser mais bem tolerados nesta fase.

Diarréia Beba bastante líquido entre as refeições. Dê preferência a beber água com limão, coca-cola, chá, e água – de - coco. Evite abacate, coco, mamão, ameixa, laranja e uva, alimentos gordurosos, açúcar e doces. Prefira batata, pão branco, arroz, bolacha salgada, torradas, carnes magras, banana- maçã e maçã sem casca.

Obstipado Beba bastante líquido, principalmente em jejum e em temperatura fria. Como alimentos ricos em fibras como, verduras, legumes, frutas com bagaço e quando possível pão e arroz integrais. Adicione cereais integrais em sucos e vitaminas. Adicione maior quantidade de gordura nas refeições e chantilly e creme de leite nas sobremesas.Faça exercícios diariamente.

Gases Coma devagar e em ambiente relaxante. Não converse durante as refeições. Não beba líquido durante as refeições. Evite goma de mascar, cebola, feijão, brócolis, bata-doce, couve-flor, repolho, refrigerantes, pão fresco, ovo cozido, bebidas muito quentes ou muito frias, doces, açúcar e mel em excesso.

Boca seca e garganta irritada Beba grandes quantidades de leite, sucos, e milkshake. Bata os alimentos no liquidificador. Prefira alimentos líquidos e úmidos. Faça bochechos com água e sucos. Use bala dura ou goma de mascar. Prefira alimentos macios como purês, iogurte, ovos quentes, pudins, gelatina, queijos cremosos e frutas amassadas.


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Rede Credenciada

Bauru

Manual do usuário e guia médico Guia médico ALTERAÇÕES DE ENDEREÇO Bauru SERVIÇOS DE FISIOTERAPIA Praxis Human Preservação da Vida Ltda. R. Padre João, 6-17

«3226-4384

INCLUSÕES Bauru CIRURGIA PLÁSTICA Rodrigo Delamano Criado, Dr. (Prontocor) R. Gustavo Maciel, 15-15 «4009-3232 ENDOCRINOLOGIA Juliana de Barros Cruz, Dra. (Prontocor) «4009-3232 R. Antonio Alves, 17-72 GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA Newriton Acântara, Dr. (Prontocor) R. Antonio Alves, 17-72 «4009-3232 OTORRINOLARINGOLOGIA Eduardo Carvalho de Andrade, Dr. (Prontocor) R. Antonio Alves, 17-72 «4009-3232 PEDIATRIA/NEONATOLOGIA Frederico Bonatti, Dr. (Prontocor) R. Antonio Alves, 17-72 «4009-3232 PSIQUIATRIA Evandro Pampani Borgo, Dr. (Prontocor) R. Gerson França, 8-77 «3223-7299 Botucatu CLÍNICA MÉDICA Walter Vitti Junior, Dr. Rubião Junior, s/nº «(14) 3814-1120 DERMATOLOGIA Ana Flávia S. Pontello, Dra «(14) 3814-1120 Rubião Junior, s/nº Valquíria Pessoa Chinem, Dra. «(14) 3814-1120 Rubião Junior, s/nº NEUROPEDIATRIA Márcia Maria Ferreira Lima, Dra. Rubião Junior, s/nº «(14) 3814-1120 Lins PEDIATRIA Clínica Pediátrica Criança & Cia S/C. Ltda. R. Treze de Maio, 289 «(3522-7426 SERVIÇOS DE FISIOTERAPIA Ligia Maria Ratto Junqueira R. Olavo Bilac, 1069 «( 3523-8521 EXCLUSÕES Bauru DERMATOLOGIA Dayse Vidal D’Avila, Dra. (Prontocor) GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA Joel Rososchanski, Dr. (Prontocor) Simone M. S. Ramos Paulo, Dra. (Prontocor) PEDIATRIA/NEONATOLOGIA Patrícia Manzini Rososchansky, Dra. (Prontocor) Serviços de Fisioterapia Clínica de Fisioterapia Nogueira Fisioclínica - CLOT

São José do Rio Preto ANGIOLOGIA/CIRURGIA VASCULAR Claudia Regina Breseghello, Dra. (IMC) Mário Cesar Cardoso de Britto, Dr. (IMC) CARDIOLOGIA Luiz Antonio Pelegrini, Dr. (IMC) Luiz Fernando Frascino, Dr. (IMC) CIRURGIA GERAL Agnaldo José Bellini, Dr. (IMC) Calixto Figueiredo Silva Junior, Dr. (IMC) David Ramos Da Silva, Dr. (IMC) Gilberto Kenichi Anai, Dr. (IMC) Hamilton Luiz Xavier Funes, Dr. (IMC) Joao Batista Trabulsi, Dr. (IMC) Jose Agostinho Vicentini, Dr. (IMC) Jose Carlos Kfouri, Dr. (IMC) Manoel Carlos Libano Dos Santos, Dr. (IMC) Marcial Barrionuevu Da Silva, Dr. (IMC) Onivaldo Fante Junior, Dr. (IMC) Paulo Cesar A. Silva Ortunho, Dr. (IMC) CIRURGIA PLÁSTICA Eliane Regina B. Ribeiro Garcia, Dra. (IMC) Joao Cantarelli Filho, Dr. (IMC) Jose Eduardo Prampero, Dr. (IMC) Rodrigo Ribeiro Brigato, Dr. (IMC) Walfredo Cherubini Fogaca, Dr. (IMC) ENDOCRINOLOGIA Márcia Silva Queiroz, Dra. (IMC) GASTROENTEROLOGIA Agnaldo Jose Bellini, Dr. (IMC) Andre Zonetti De Arruda Leite, Dr. (IMC) Calixto Figueiredo Silva Junior, Dr. (IMC) Jose Agostinho Vicentini, Dr. (IMC) Marcial Barrionuevu Da Silva, Dr. (IMC) Onivaldo Fante Junior, Dr. (IMC) GINECOLOGIA/OBSTETRÍCIA Cássio Luís Giorgi, Dr. (IMC) Clodoaldo Sardilli, Dr. (IMC) Edilberto de Araújo, Dr. (IMC) Warley Jorge Nogueira, Dr. (IMC) Mastologia e Oncologia Marcio Constantino Mimessi, Dr. (IMC) ORTOPEDIA Andre Luiz Reis, Dr. (IMC) Celso Silveira De Lima, Dr. (IMC) Constantino Cuginotti Junior, Dr. (IMC) Jose Roberto Benites Vendrame, Dr. (IMC) Osvaldo Jose De Conti, Dr. (IMC) Pedro Casimiro Pinheiro Olmos, Dr. (IMC) OTORRINOLARINGOLOGIA Antonio Carlos Goes Pagliuso, Dr. (IMC) Heitor Jacinto Guimaraes Filho, Dr. (IMC) Nassib Kassis Filho, Dr. (IMC) PROCTOLOGIA Antonio Dojas, Dr. (IMC) UROLOGIA José Carlos Mesquita, Dr. (IM) Luís César Fava Spessoto, Dr. (IMC)

Apas informa

O novo domínio do site e os e-mails da Apas são: apasbauru.com.br visite nosso site: www.apasbauru.com.br


Canal direto

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A partir desta edição, a Revista Apas estréia a seção “Espaço do Associado”. Reservado para respostas da diretoria aos comentários, críticas, dúvidas e sugestões manifestadas através do formulário de “Pesquisa de Avaliação de Atendimento”, que estão disponíveis no Setor de Emissão de Guias da sede da Apas -Bauru e na filial de Lins.

Bom atendimento “Em tudo o que precisei até hoje, foi de excelente prestação de serviço. Percebo até que os associados da APAS são melhores tratados do que os de outros planos. Espero que a Apas nunca acabe, pois para mim, tem sido de grande importância e utilidade.” (Luciana – julho/2007)

Repasse

Associado – É preciso rever a questão do repasse no Departamento Financeiro, pois não há necessidade de repasse para o associado ou de cobrança de guias. Apas responde – O repasse é um dos Mecanismos de Regulação previstos no Regulamento, autorizado e estimulado pela ANS (Agência Nacional de Saúde) como extremamente importante no controle da saúde financeira das Operadoras e não se aplica para os casos de internações hospitalares. A livre utilização de guias de consulta e exames resultam em excessos de utilização do sistema, tornando-o oneroso para a operadora e aos seus usuários. É importante salientar que as despesas administrativas da entidade não interferem nesse mecanismo, e os associados que compareceram à última Assembléia Geral (abril/07) puderam conferir com a leitura do Balanço Patrimonial a redução das despesas administrativas em relação ao ano anterior.

Atendimento psicológico

Associado - Como funciona o acesso dos associados aos profissionais de psicologia? Apas responde – Existe uma preocupação da Diretoria neste sentido, porque o procedimento não consta do Rol de Cobertura de Procedimentos da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), e não tem cobertura por nenhum de nossos planos. Para sanar o problema, mantemos convênio com alguns profissionais da área com valores pré-definidos no qual o interessado remunera diretamente o psicólogo. Mais informações em nosso Serviço Social. Tesouraria

Associado- A Tesouraria não deveria fechar no período do

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Espaço do associado almoço, pois tem dois funcionários para fazer o atendimento. Apas responde – Embora com dois funcionários, suas funções são distintas, um é responsável pelo Setor de Contas a Pagar e o outro pelo de Contas a Receber, setores distintos e sem interferências recíprocas.

Funcionários Apas

Associado- Como funciona o plano de saúde para os funcionários da Apas? Apas responde – A Apas oferece como benefício aos seus funcionários vantagens financeiras em tabela específica para adesão nos planos oferecidos pela entidade, porém o acesso ao mesmo é opcional. Unimed

Associado - Meu plano de saúde é Unimed? Apas responde – Não, o seu plano de saúde não é Unimed, pois ela é apenas uma prestadora, uma fornecedora de serviços em custo operacional (pós-pagamento), conforme previsto em contrato.

Caixa Beneficente da PM

Associado -Porque pagamos e qual a função da Caixa Beneficente da PM? Apas responde – A Lei nº 1013, de 06/07/2007 define como contribuintes obrigatórios da CBPM os policiais militares da ativa, agregados ou licenciados, da reserva remunerada ou reformados e pensionistas e sua função é prestar assistência médica odontológica aos familiares através da Cruz Azul e os descontos só cessam por medida judicial.

Fale conosco Os comentários, críticas, dúvidas e sugestões podem ser enviados também por meio do site: www.apasbauru.com.br, na seção Fale Conosco, ou pelo e-mail: apas@apasbauru.com.br.


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Lei Complementar altera texto sobre uso da

Caixa Beneficente da Polícia Militar Agora, contribuintes são obrigatórios A Lei Complementar n° 1.013, de 06 de Julho de 2007, alterou a Lei 452/74 que instituiu a Caixa Beneficente da Polícia Militar e o Decreto-Lei 260/70. Com isso, passou a vigorar um novo texto, que em seu artigo 6°, define como contribuintes obrigatórios da CBPM ( Caixa Beneficente da Polícia Militar) os militares do serviço ativo, os agregados ou licenciados, os da reserva remunerada ou reformados e também pensionistas de militares anteriormente definidos como contribuintes. Bastante extensa, a Lei 1.013 define ainda os dependentes, a forma de comprovação da dependência, de pagamento e nos casos específicos, a forma de rateio quando o caso requer. A lei define também os valores de contribuição obrigatória de 2% para os militares da ativa, da reserva remunerada ou reformados e de 1% para pensionistas, com a finalidade de custeio para assistência médica hospitalar e odontológica que são repassadas para a Cruz Azul de São Paulo. A Lei Complementar 1.013 é de grande interesse da categoria e encontra-se disponibilizada por completo no site governamental http://www.al.sp.gov.br/staticfile/integra A lei determina que todos os policiais militares são contribuintes obrigatórios da CBPM, razão pela qual devemos manter atualizado o cadastro pessoal de nossos associados e seus dependentes junto àquela Instituição evitando desta forma erros de repasses. Aldamir Salvatico – 1° Diretor de Comunicação Social

Revista APAS BAURU - Dezembro de 2007  

Revista da Associação Policial de Assistência à Saúde de Bauru, que é uma Operadora de Planos de Saúde na modalidade de Autogestão.

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