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Quarta-feira, 11 de setembro de 2013 - 2ª Edição www.imprensasonu.wordpress.com

Informativo Ban Ki-Moon pede que “impacto” de represália à Síria seja considerado Secretário-geral da ONU pede que a Conferência de Genebra busque soluções para situação na Síria

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secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu nesta terça-feira (03) que os países considerem o “impacto” que podem ter as medidas de punição pelo possível uso de armas químicas na Síria, em um esforço para facilitar uma solução e evitar a extensão do conflito. “O conflito da Síria e por toda a região não interessa a ninguém”, afirmou Ban em entrevista à imprensa, na qual voltou a pedir a convocação “o mais rápido possível” da Conferência de Genebra para tentar buscar uma solução ao conflito, que dura mais de dois anos e meio. No meio do debate nos Estados Unidos e na França sobre um ataque em represália ao regime sírio, que consideram responsável pelo ataque químico do último dia 21 de agosto, Ban insistiu que “devemos evitar uma maior militarização do conflito e revitalizar a busca de um acordo político”. O secretário-geral está ciente “dos argumentos a favor da ação para prevenir o uso de armas químicas no futuro, mas ao mesmo tempo devemos considerar o impacto de qualquer medida punitiva nos esforços para evitar mais derramamento de sangue e facilitar uma solução política”. Ban reforçou também que a responsabilidade principal cai no Conselho de Segurança. e pediu que os membros permanentes do principal órgão de decisão da ONU “se unam e tomem as medidas adequadas” caso se confirme o uso de armas químicas na Síria. “O Conselho de Segurança tem o dever de trabalhar além do atual beco sem saída e

Ban Ki-Moon pede convocação da Conferência de Genebra

demonstrar liderança”, já que o uso deste tipo de armamento tem uma dimensão “maior” que o conflito da Síria e implica “um dever para a humanidade”, acrescentou. O secretário-geral também afirmou que abordará a questão com os líderes que estarão na cúpula do G20 desta semana em São Petersburgo, na Rússia, na busca de soluções para esta “tragédia” que já deixou mais de dois milhões de refugiados e 4,2 milhões de deslocados internos. Por outro lado, Ban elogiou o trabalho da missão de especialistas que estudou a re-

gião de Guta, na periferia de Damasco, onde aconteceu o suposto ataque químico. Todas as mostras biomédicas e ambientais tomadas na Síria chegarão amanhã nos laboratórios para análise. “Peço que sejam dadas à missão todas as oportunidades para cumprir sua tarefa”, acrescentou o secretário-geral.

Ban insistiu que, caso se confirme o uso de armas químicas, se trataria de “uma violação do direito internacional e um horrendo crime de guerra. Os autores devem ser levados à Justiça, não pode haver impunidade”.

Número de baixas em solo afegão “é insuportável” O general americano Joseph Dunford considera grave o número de baixas entre o Exército e a polícia no Afeganistão

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comandante da Otan no Afeganistão estima que o número de baixas entre o Exército e a polícia afegãs “é insuportável”, em entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal britânico The Guardian. O general americano Joseph Dunford, no comando das tropas da Otan no Afeganistão, considera ainda que as forças de segurança afegãs devem necessitar de mais cinco anos de ajuda ocidental até que sejam capazes de assumir a plena responsabilidade de seu trabalho. “Considero que isto é grave, e todos os comandantes, também”, disse o general sobre

o número de mortos, geralmente centenas por semana. “Não me parece um número de baixas aceitável”, afirmou. Segundo Dunford, “o tempo dirá” se a Otan teve razão em transformar, em junho, seu papel de combatente em uma operação de “treinamento, conselho e assistência”. O presidente americano, Barack Obama, se comprometeu a entregar aos afegãos a completa responsabilidade de sua segurança até o final de 2014, e algumas unidades da Otan permanecem no país. O general Dunford estima que alguns des-

tes militares poderão permanecer no Afeganistão até 2018 e que além do papel de “assistência”, a Otan deve proporcionar apoio em combates. Um novo ataque dos talibãs - com suicidas e homens disfarçados de policiais - provocou nesta segunda-feira a destruição de quase 40 veículos - entre caminhões de abastecimento e blindados americanos - em uma base dos Estados Unidos perto da fronteira paquistanesa, na província de Nangarhar. Os três atacantes foram mortos e nenhum militar da Otan ficou ferido na ação.


Informativo

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Questão econômica centraliza debates no G20 à sombra da guerra na Síria Além de medidas para estimular a economia, G20 deve discutir a iminência de invasão à Síria, anunciada pelos EUA

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grupo dos Brics de economias emergentes pediu ao G20 (que engloba as maiores economias mundiais), nesta quinta-feira, que impulsione a demanda global e garanta que qualquer mudança na política monetária seja bem indicada para minimizar quaisquer “contágios” problemáticos que possam vir como resultado. “A eventual normalização das políticas monetárias precisa ser efetivamente e cuidadosamente calibrada, e claramente comunicada”, informaram, em nota, os Brics (grupo formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) depois que seus líderes se reuniram em São Petersburgo, na Rússia. O comunicado reflete as preocupações entre os países em desenvolvimento em relação à perspectiva de que o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, irá reduzir sua política monetária ultrafrouxa (quantitative easing), e acerca da visão de que a Europa não está fazendo o suficiente para promover uma recuperação conduzida pela demanda.

Empregos

A 8ª Cúpula do G20 reúne a partir desta quinta-feira, os principais líderes políticos do mundo. Em discussão, medidas para estimular a economia, o crescimento e a geração de emprego. Mas, estarão também em pauta questões que provocam divergências, como a iminência de invasão à Síria, anunciada pelos Estados Unidos. Na semana passada, o governo do Brasil cobrou, com veemência, dos Estados Unidos informações detalhadas sobre as denúncias de espionagem, por agências norte-americanas, a dados da presidenta

Putin recebe a presidenta Dilma, em Moscou, para cúpula do G20

da República, autoridades brasileiras e cidadãos do país. As informações consideradas insuficientes põem em dúvida, inclusive, a possibilidade de Dilma ir a Washington (Estados Unidos) para primeira visita dela com honras de Estado. Nas discussões plenárias do G20, os líderes pretendem estabelecer metas e mecanismos que assegurem o crescimento econômico e a estabilidade financeira, a criação de emprego de qualidade e o combate ao desemprego, a busca de fontes de crescimento e de financiamento de investimentos, além do fortalecimento do comércio multilateral e da assistência ao desenvolvimento internacional. Dilma e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, também pretendem cobrar dos Estados Unidos que ratifiquem a reforma do sistema de quotas do Fundo Monetário Internacional (FMI). Em 2010, foi aprovada uma reforma no sistema do FMI, que se destina a aumentar o peso dos países emergentes no organismo internacional, mas ainda não entrou em vigor. Obama foi à Suécia para obter apoio à interven-

ção militar na Síria, e buscará o mesmo durante as reuniões do G20. A França já anunciou apoio à operação na Síria, mas a China resiste à medida. A China, que é membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas tem direito a veto, assim como a Rússia.

Ataque à Síria

Os líderes do grupo de economias emergentes Brics também expressaram, nesta manhã, durante reunião de instalação da cúpula do G20, preocupação de que um ataque militar contra a Síria possa prejudicar a economia mundial, disse o porta-voz do presidente da Rússia, Vladimir Putin. – Foi notório em meio ao diálogo dos Brics que entre os fatores que podem afetar negativamente a situação da economia mundial estão as consequências de uma eventual intervenção externa sobre os assuntos Sírios. Tais consequências podem ter um efeito extremamente negativo sobre a economia mundial – disse o porta-voz Dmitry Peskov.

Funai pede sanção contra Norte Energia por não cumprir condicionante de Belo Monte Ofício enviado ao Ibama pede sanções pelo descumprimento das condicionantes indígenas para a construção de Belo Monte

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Fundação Nacional do Índio (Funai) enviou ofício ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) pedindo sanções à Norte Energia por se recusar a cumprir uma das condicionantes indígenas para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. De acordo com a Funai, a recusa prejudica a os índios jurunas, do Quilômetro 17, uma das aldeias mais impactadas pelas obras da

usina. As sanções previstas na legislação vão de multa à suspensão da licença de instalação. A comunicação de descumprimento atende a uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) e foi encaminhada no dia 21 de agosto ao presidente do Ibama, Volney Zanardi. No ofício, a Funai argumenta que, após análise técnica, ficou configurado o não cumprimento da condicionante determinada

em 2009 e que previa a compra de terras para a mudança das casas dos jurunas do Quilômetro 17, incluídos entre os povos que serão prejudicados pela obra. “Tendo em vista a responsabilidade do órgão licenciador, solicitamos que sejam adotadas as medidas pertinentes previstas na legislação ambiental no sentido de responsabilizar o empreendedor pelo descumprimento da condicionante”, diz a Funai no ofício.


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Tráfico de órgãos, um novo crime do século 21

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medicina de transplante de órgãos é uma tecnologia incrível que salva vidas, sob circunstâncias corretas. Infelizmente, devido a uma escassez de órgãos disponíveis, um novo crime do século 21, o tráfico de órgãos, tem fornecido órgãos a pessoas com dinheiro que pagam grandes quantias por uma nova vida. O tráfico de órgãos envolve a colheita e a venda de órgãos de doadores involuntários ou doadores que vendem seus órgãos em circunstâncias eticamente questionáveis. Isto está acontecendo em muitos lugares no mundo, mas especialmente na China. A cena do crime requer um doador, um médico especializado e uma sala de operações. Muitas vezes, um receptor também está próximo, já que os órgãos não sobrevivem muito tempo fora do corpo. A realização do crime é tentadora para criminosos, porque é altamente lucrativa e a demanda também é atraente. Normalmente, os destinatários não são informados de onde vem o órgão e cirurgiões que realizam os transplantes também podem estar no escuro sobre a fonte. O tráfico de órgãos viola os direitos humanos fundamentais, mas essas questões permanecem fora do radar e autoridades policiais e outras, que estão em posição de agir, não levam a questão a sério, disse Ashok Vaseashta, diretor do Instituto de Convergência de Ciências Avançadas dos EUA e um prestador de serviços para o Departamento de Estado dos EUA. Isso pode acontecer de várias maneiras, segundo Debra Budiani-Saberi, uma antropóloga médica que estuda o tráfico de órgãos desde 1999. Indivíduos em situação de vulnerabilidade, como refugiados, podem ser forçados a ficarem em dívida e então receberem uma oferta “oportuna” para “doar” um órgão e pagar a dívida. Outros doadores podem ser oferecidos pagamento pelos órgãos, uma prática de exploração que é proibida em quase todos os países do mundo devido a preocupações óbvias com a ética e o potencial para abuso, disse Budiani-Saberi. Na China, um ponto crítico mundial do transplante de órgãos e do turismo de transplante, os órgãos são obtidos a partir de seu vasto sistema de prisões e campos de trabalhos forçados. Doadores incluem criminosos condenados, bem como dissidentes políticos, tibetanos e praticantes da disciplina espiritual do Falun Gong, segundo Arthur Caplan, professor e chefe da Divisão de Bioética do Centro Médico Langone da Universidade de Nova York. O regime chinês afirma que sua fonte de órgãos são os prisioneiros executados, mas os números não batem. De acordo com dados

Por: Andrea Hayley, diretora-executiva das ‘Soluções para Falência de Órgãos’

Andrea Hayley fala sobre o tráfico de órgãos no Plaza Hotel das Nações Unidas em Nova York, em 14 de fevereiro de 2013

compilados em 2006 no relatório “Colheita Sangrenta” dos autores David Matas e David Kilgour, entre 2000-2005 foram feitos 41.500 transplantes de órgãos que tiveram praticantes do Falun Gong como a fonte mais provável. O regime chinês começou a perseguir e deter os adeptos do Falun Gong em 1999.

A “Colheita Sangrenta” é uma investigação sobre o tráfico de órgãos sancionado pelo Estado chinês, uma prática que mata seus doadores no processo. Chineses e estrangeiros ricos que vão à China para transplante obtêm esses órgãos daqueles detidos no vasto sistema prisional e de campos de trabalho da China. Não há como você obter o número de transplantes feitos na China a menos que você execute pessoas sob demanda, disse Caplan. “O que está acontecendo é que os chineses estão executando sob demanda para conseguir partes”, acrescentou ele. A “Colheita Sangrenta” documenta websites chineses prometendo rins num prazo de uma semana, assegurando inclusive a substituição do órgão caso a primeira tentativa de transplante falhe. Em países com leis rígidas que regem os transplantes de órgãos, o tempo de espera é tipicamente superior a um ano. Médicos militares chineses têm acesso a enormes bancos de órgãos vitais alojados no vasto sistema prisional e de campos de trabalho do país e eles descobriram como tirar proveito disso, segundo a “Colheita Sangrenta”. Praticantes do Falun Gong que sobreviveram à prisão e aos campos de trabalho relataram serem submetidos a exames de sangue e físicos quando detidos, segundo estudos de casos documentados pelos autores do relatório. Exames de sangue são essenciais para a compatibilidade bem sucedida entre doadores de órgãos e destina-

tários. Um receptor do órgão que se encontrou com Matas e Kilgour relatou duas viagens distintas a um hospital militar chinês em Shanghai, onde foi presenteado com oito rins antes que um compatível pudesse ser encontrado. O homem contou que o médico militar, Sr. Tan, tinha uma prancheta com uma lista que ele verificaria antes de voltar com novos rins após um período de duas a três horas. Órgãos são importantes porque são escassos e isso faz a ilícita colheita de órgãos extremamente lucrativa. Não é incomum que beneficiários paguem 200 mil dólares por um rim. Em 2005, o Website Centro de Assistência da Rede de Transplante Internacional da China listava o preço de um rim em 62 mil dólares, um fígado entre 98-130 mil dólares e um pulmão entre 150-170 mil dólares. Muita informação sobre preços e tempo de espera foi removida dos websites de centros de transplante da China após alegações sobre a colheita de órgãos ilegal e em massa no país vir a público em 2006. Cerca de 50 bilhões de dólares são arrecadados anualmente por traficantes de órgãos em todo o mundo, segundo Vaseashta. O número baseia-se na combinação de dados extrapolados de vários indicadores, como conversas telefônicas e comunicação por correio eletrônico. Porque os crimes são ilícitos, a coleta de dados é um desafio, mas necessária, explicou Vaseashta. Caplan disse que parte da solução do problema na China é pressioná-la a cumprir com as normas internacionais para o transplante de órgãos ético. Ele acrescentou que o Departamento de Estado norte-americano poderia fazer mais, porque a China é sensível à pressão, por querer penetrar na comunidade internacional.


Quarta-feira, 11 de setembro de 2013 - 2ª Edição

Problema dos refugiados da Síria ameaça estabilidade mundial ACNUR alerta para o crescimento do número de refugiados devido à guerra civil na Síria

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problema dos refugiados da Síria, enquanto continua a sangrenta guerra civil e não parece existir qualquer possibilidade de reconciliação que daria um fim aos choques diários, está assumindo dimensões que lembram as consequências das crises da Palestina de 1948 e 1967. Consequências que atingiam, diretamente, países como o Líbano e a Jordânia, isto é, países que hoje estão atingidos pelo galopante aumento do número de refugiados, os quais buscam, desesperadamente, um refúgio. O De acordo com o Alto Comissariado para os Refugiados da Organização das Nações Unidas (ONU), “as consequências da crise atual dos refugiados da Síria, avalia-se, atingirão (se algo assim já não começou) também os países do Ocidente”. Assim, hoje – por exemplo – um em cada seis seres humanos no Líbano é refugiado sírio, enquanto Zaatari, o maior campo de refugiados na Jordânia, já tornou-se a quarta maior cidade do país, cujos habitantes são todos, exclusivamente, refugiados sírios. Simultaneamente, cerca de 4 milhões de sírios, homens, mulheres e crianças, já abandonaram suas casas e buscam refúgio em regiões seguras, tornando-se refugiados internos. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Antonio Gutierrez, alto comissário da ONU para os refugiados, soou o sinal de alerta afirmando que “a situação já passou dos limites de uma crise humanitária”. Em outras palavras, se não existir alguma evolução drástica nos pró-

Família síria foge após chegar em campo de refugiados na Turquia

ximos meses, então o Alto Comissariado deverá reinstalar milhares de refugiados sírios em países que poderão abrigá-los, como a Grã-Bretanha e a Alemanha. “Enfrentamos no Grande Oriente Médio algo que supera os limites da crise humanitária, aqueles de uma crise periférica. Trata-se de algo que transforma-se em verdadeira ameaça para a paz mundial e segurança.”, declarou. Gutierrez prosseguiu revelando que “o problema dos refugiados da Síria já superou outras crises internacionais de refugiados ao longo dos últimos 40 anos. Mas os rangidos provocados nos países vizinhos são sentidos. As tensões entre os refugiados e os cidadãos do Líbano, Jordânia e Turquia têm aumentado impressionantemente”.

Ajuda da ONU Kristalina Georgieva, comissária da União Européia para Qestões Humanitárias, destacou que “a avaliação inicial era que trava-se de uma pequena onda de refugiados que, rapidamente, cessaria. Mas foi preciso passar mais de um ano para reconhecermos que o conflito na Síria será prolongado. Já temos mantido contatos com organizações de desenvolvimento, precisamos replanejar os espaços. Precisamos de soluções permanentes”. Ao longo deste ano, a ONU aumentou sua ajuda financeira aos refugiados totalizando US$ 5 bilhões. Trata-se do maior volume de recursos jamais liberado pela Organização a fim de enfrentar uma única crise.

778 mil pessoas passam fome ou estão desnutridas por causa da seca na Namíbia, calcula UNICEF A seca constitui grave ameaça para milhares de civis, que precisam de ajuda humanitária com urgência

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Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) afirmou nesta segunda-feira (12) que 778 mil pessoas na Namíbia, um terço da população, estão sofrendo por fome e desnutrição grave ou moderada por causa da seca, a pior no país em três décadas. Por isso, a agência aumentou seu apoio local, incluindo atividades de educação nutricional e de alimentação infantil. De acordo com o departamento nacional para a gestão de risco de desastres, todas as

13 subdivisões foram afetadas pela seca, com grande escassez de água – tanto para seres humanos como para animais – e alimentos. Em maio, o governo declarou estado de emergência, e se comprometeu a arrecadar cerca de 20 milhões de dólares para fornecer comida e água. A seca piora a já grave taxa de nanismo, uma forma de desnutrição crônica. Na Namíbia, 29% das crianças com menos de cinco anos são raquíticas e, em caso de emergência, a detecção precoce da desnu-

Secretária-Geral: Camila de Souza Aquino Vice Secretário-Geral: Jader de Figueiredo Correia Neto Secretários Acadêmicos: William Magalhães Lessa, Paula Juliana Felix Silva, Hugo William Pinheiro Alan

trição muitas vezes pode ser o limiar entre a vida e a morte. Segundo o UNICEF, as agências de ajuda humanitária também participarão do apoio ao país. Porém, como o número de comunidades afetadas continua a subir, as lacunas de financiamento estão se ampliando. A agência da ONU precisa de 7,4 milhões dólares para ajudar cerca de 109 mil crianças com menos de cinco anos em risco de desnutrição.

Secretários de Comunicação: Camila Magalhães Alves, Diego Pereira Sombra e Thamires Rodrigues de Oliveira Secretários Administrativos: Thiago Negreiros Parente, Cecília Rosendo Tavares Pontes Secretário de Finanças: Ricardo Antonio Maia de Morais Júnior Projeto Gráfico: Yohanna Pinheiro


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