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Diretrizes do Projeto

Oceano Atlântico

PLANO GERAL n Retirada de usos que causam danos ao meio ambiente. n Despoluição das águas. n Tratamento das margens. n Reestudo dos usos para benefício da população. n Redescoberta do contexto histórico do Centro valorizando edifícios históricos e o percurso do Riacho. n Criação de áreas permeáveis.

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PLANO ESPECÍFICO

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Área 1

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Problemas: Estaleiro - Poluição das águas; barreira visual e física para acesso ao mar.

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Diretrizes: Retirada da INACE para recuperação da área de preservação litorânea e da foz do Riacho Pajeú. Nisto fazer com que o riacho corra a céu aberto nesse trecho e implantar mata ciliar nas margens. Aproveitar o potencial paisagístico ao longo do Riacho para que o espaço ao redor ganhe uma função de lazer, preservando assim sua foz. Também com a retirada da INACE proporcionaremos uma boa visualização e acesso ao mar.

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Área 2 C

Problemas: ocupação desordenada do espaço pela população de baixa renda; poluição causada pelo resíduos produzidos pela comunidade.

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Diretrizes: Retirada da Comunidade do Poço da Draga com transferência das moradias para as áreas livres adjacentes com possível verticalização para melhor acomodação dos moradores. Melhoramento na infra-estrutura com relação ao saneamento básico.

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Área 3

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50m

150m

300m

Problemas: Falta de destaque dos edifícios institucionais, onde alguns deles são de valor histórico.

Diretrizes: Propor, juntamente com o curso do Riacho, um percurso histórico dando ênfase aos edifícios históricos e ao Pajeú atraindo investimento turístico, proporcionando um caminho com usos de lazer, sem interromper o funcionamento das instituições governamentais que atualmente a maioria desses prédios abriga. Abrir fosso no meio da avenida para que o Riacho seja visto nesse trecho. Área 4 Problemas: Área livre institucional sem uso debaixo do viaduto que dá início a Avenida Monsenhor Tabosa. O muro prejudica a paisagem pois ali é um ponto de travessia de pedestres. Estes utilizam da sombra que o viaduto proporciona para atravessarem a avenida que dá para o Mercado Central de Fortaleza. Diretrizes: Aproveitar o terreno livre para construir uma espécie de apoio ao Mercado, onde as pessoas possam circular, esperar, aproveitando a sombra. Integrar essa área livre à praça do Forte. Também propor uma passagem segura aos pedestres. Área 5 Problemas: Carência de espaços generosos para circulação das pessoas. Diretrizes: Retirar cercadura de ferro ao redor da catedral, aumentando assim a área de circulação de pessoas. Área 6 Problemas: É um dos poucos trechos onde o riacho corre a céu aberto e é muito difícil ser percebido na condição que está. Diretrizes: Retirar ocupação existente nos fundos do lote do Mercado e deixar essa área para a preservação da margem do riacho, dando um uso público para a população.

PU1- diretrizes  

Soluções urbanísticas para o riacho Pajeú.

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