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Redondense e Sp. Viana do Alentejo na final da Taça Distrito de Évora

Escola Popular Túlio Espanca de Alandroal comemorou

“Dia Mundial do Teatro”

Desporto [págs. 12 e 13]

Publicação quinzenal I Propriedade: Mediaborba, Lda. I Director: David Guégués Centenas de pessoas assistiram à reconstituição da

Batalha dos Atoleiros [pág. 10]

[pág. 3]

Ano XVII I Nº. 443 I 14 de Abril de 2011 I Preço (IVA incluído): 0,50 euros I terrasbrancas@net.sapo.pt

Gerações+ acrescenta qualidade de vida aos borbenses

[pág. 8]

9º Encontro de Poesia Popular de Sousel [pág. 3]

Évora recebeu “Electric Tour” [pág. 11]

Alentejo vai ter seis novos centros de saúde

[pág. 8]

Adega de Borba apresenta a nova colheita do "Rótulo de Cortiça" [pág. 9]

Aulas de informática na Universidade Sénior de Alandroal [pág. 9]


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[Notícias]

[Editorial]

Bater no fundo já... Volta o disco e toca o mesmo, continua o baile e, como sempre, repete-se a música, repetem-se as sanguessugas, e os espoliados, para não diferir, também, continuam a ser os mesmos, isto é, todos nós elementos anónimos, chamado de povo e outrora também designado de plebe. Lá vamos (?) nós para mais um acto eleitoral, do qual já todos sabemos o resultado, pois só pode ser o mesmo de sempre, uns a comerem à grande e outros cada vez mais esfaimados, a esmagadora maioria. O resultado também não pode ser diferente pois o sistema continua o mesmo, e, o resultado embora a maioria seja, mais uma vez, a da abstenção, os manipuladores (autênticos vendedores da banha da cobra) dizem logo que o partido X ou Y é que ganhou, quando, na realidade nunca assim foi. Mas, afinal tudo o que se passa cá pelo burgo não passa de “uma brincadeira de crianças”, ou, melhor de uma cantata “celestial cantada por uns meninos do coro” (os nossos politiqueiros), quando comparados aos grandes grupos de gangsteres (multinacionais, ratings, etc. etc.) que, afinal, são os grandes donos do Mundo. Para quando a implosão desta sociedade mundial? Mais valia bater no fundo já. David Guégués

Torne-se assinante Ligue o 268 894 580

“Europa anda pelo Alentejo na BrincadeiraMóvel” passa por Borba A “Europa Anda Pelo Alentejo na Brincadeiramóvel” estará em Borba, no Largo da Fonte das Bicas, no próximo dia 21 de Abril, entre as 10.00h e as 19.00h. Esta iniciativa é um projecto de cariz social, promovido pela Associação sem fins lucrativos KIDS CONCEPT, com o apoio do Programa Juventude em Acção e de diversas autarquias, nomeadamente a de Borba. O projecto EAPA – “Europa Anda Pelo Alentejo na Brincadeiramóvel” – consiste numa carrinha que vai circular por cidades alentejanas e proporcionar ao público-alvo, crianças e jovens entre os 6 e os 16 anos, actividades relacionadas com fotografia, informática, leitura, vídeo, jogos, culinária, bem como de exterior, sob a temática da Europa: constituição e história da EU, cidades, capitais, costumes e breve explicação histórica dos vários membros da comunidade europeia. Este projecto estará na estrada entre 11 e 24 de Abril de 2011, durante todo o dia, com início em Lisboa, seguindo em direcção ao Alentejo. No dia 21 de Abril chega a Borba, com uma equipa de jovens animadores sociais especializados, onde se vão desenrolar actividades de 30 minutos como Jogos Europeus (futebol), Trivial Europeu, Culinária Europeia, leitura (autores europeus), fotografia e Informática (pesquisa europeia). Esta acção vai permitir às crianças e jovens mexerem em computadores e máquinas fotográficas, ler livros, ouvir e contar histórias, fazer biscoitos, jogar Trivial Europeu ou à bola. O objectivo passa pela

descoberta da história da Europa, os seus países, as capitais, as línguas, a gastronomia, a moeda e as instituições europeias através de actividades interactivas. Para participar basta aparecer no Largo da Fonte das Bicas, durante o horário previsto, e inscrever uma equipa de dez elementos.

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* Extremadura Espanhola – No Caminho dos Conquistadores – Cáceres, Plasencia, Mosteiro de Yuste, Guadalupe, Trujillo – Dias 16 e 17 de Abril * Fátima – Dia 17 de Abril * Fado a História de Um Povo, Casino do Estoril – FILIPE LA FÉRIA – Dia 17 de Abril * Paris e Eurodisney – FÉRIAS DA PÁSCOA – De 20 a 26 de Abril – Programa de autocarro * Paris e Eurodisney – De 21 a 25 de Abril – Programa de avião * Páscoa no Barroso – Programa Cultural e Gastronómico – Ponte da Misarela, Montalegre, Ecomuseu do Barroso, Barragem do Alto Rabagão, Boticas, Chaves, Vilar de Perdizes, Travassos, Paredes do Rio, Pitões de Júnias – De 22 a 25 de Abril * Holanda – FESTA DAS TÚLIPAS – De 22 a 30 de Abril – Programa de Autocarro * Holanda – FESTA DAS TÚLIPAS – De 24 a 28 de Abril – Programa de Avião * Astúrias e Picos da Europa – Dias 30/4 a 4/5 * Circuito das Aldeias de Xisto, com visita à aldeia do Piódão – Dias 30/4 e 01/5 * TURQUIA: ISTAMBUL – ANKARA – CAPADÓCIA – PAMUKKALE – ÉFESO - De 1 a 8 de Maio * DIA DO TRABALHADOR – Almoço e tarde dançante na Quinta da Boubã – Dia 1 de Maio * MADEIRA – FESTA DA FLOR – De 7 a 11 de MAIO – NÃO PERCA A OPORTUNIDADE DE CONHECER A ILHA DURANTE A FESTA MAIS BONITA DA ILHA. * Feira de Sevilha – Dia 7 de Maio * Sexta-Feira 13 – Inclui a Ceia do Pote Negro e a Queimada das Bruxas - De 13 a 15 de Maio Consulte-nos para mais informações e detalhes!


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inaugurado em 1892 e é um dos mais antigos e importantes teatros municipais do país. A sua construção resultou da iniciativa de cidadãos eborenses, que constituíram a sociedade

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“Companhia Eborense Fundadora do Teatro Garcia de Resende”. Após o término da sua construção o teatro foi doado ao Município de Évora, em 1890.

9º Encontro de Poesia Popular de Sousel

Escola Popular Túlio Espanca de Alandroal comemorou “Dia Mundial do Teatro” Uma visita guiada ao Teatro Garcia de Resende, em Évora, para conhecer as instalações e também alguns dos actores do CENDREV. Foi assim que o grupo de teatro do Pólo de Alandroal da Universidade Sénior/Escola Popular Túlio Espanca comemorou o Dia Mundial do Teatro, no passado Domingo dia 27 de Março. Num ambiente descontraído, os actores do CENDREV foram explicando aos visitantes os vários aspectos relacionados com o Teatro Garcia de Resende e com a própria companhia, ao mesmo tempo que representavam uma peça encenada

Foi com um verso do Comendador Roberto Mileu que começou o Encontro de Poesia no Sábado, dia 26 de Março, recordando, através de outras estrofes, outros poetas que por este grupo passaram e já partiram. “Poesia é Cultura, é Sabedoria, é Leitura e o livro é isso mesmo” e por isso, este ano, a autarquia decidiu associar a Feira do Livro ao Encontro de Poesia Popular do Concelho de Sousel. Organizado pela Câmara Municipal de Sousel (CMS), o 9º Encontro de Poesia juntou uma centena de populares no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. António Garção, em Sousel, para assistir a este momento cultural, apresentado pelo Professor Ribeirinho Leal. Este ano, aos habituais participantes, juntaram-se mais duas poetisas souselenses, facto que mostra “a importância da poesia no nosso concelho e também, o talento dos souselenses”, como afirmou o

Vereador da CMS, Emílio Sabido. O Alentejo, as andorinhas, o campo e a vida foram alguns dos temas abordados nos poemas declamados pelos vinte cinco poetas, oriundos de vários pontos do país. António Casqueiro encerrou o encontro, emocionado, dedicando um dos seus poemas aos colegas e amigos, Bombeiros Voluntários de Sousel. “É um privilégio tê-los aqui. Sousel recebe-vos sempre de braços abertos e sei que não se esquecem desta terra porque já ouvi alguém dizer que, quando está em Sousel, sente-se em casa”, disse o Vereador Emílio Sabido, que manifestou o seu agrado ao ver tantas pessoas “empenhadas na preservação do poema e da poesia”. Para além do diploma de participação, cada participante recebeu ainda uma lembrança oferecida pela autarquia.

propositadamente para este dia. O grupo de teatro do Pólo de Alandroal da Escola Popular Túlio Espanca mostrou-se bastante satisfeito com a visita, garantindo que recolheram algumas ideias novas para os seus ensaios e para a peça que prevêem estrear dentro de alguns meses. De referir que, além de servir para comemorar o Dia Mundial do teatro, a visita ao teatro Garcia de Resende fez parte do plano de actividades do grupo de teatro do Pólo de Alandroal da Escola Popular Túlio Espanca. De referir que o Teatro Garcia de Resende foi

EDITAL A Câmara Municipal de Borba, reunida ordinariamente em 30 de Março de 2011, pelas 10:00 horas, no Salão Nobre dos Paços do Município, estando presentes os Senhores vereadores Artur João Rebola Pombeiro, Humberto Luís Russo Ratado, Rosa Maria Basílio Véstia e Joaquim José Serra Silva, sob a Presidência do Senhor Ângelo João Guarda Verdades de Sá, e em conformidade com o nº.4 do artigo 92º da Lei nº.169/99 de 18 de Setembro na nova redacção dada pela Lei nº.5-A/2002, de 11 de Janeiro, torna público que foram tomadas as seguintes deliberações relativamente aos pontos abaixo indicados. Ponto 1. Período de Antes da Ordem do Dia: Proposta de Alteração à Ordem do Dia – Deliberado, por unanimidade, aprovar a proposta de alteração incluindo os seguintes pontos: Marcação de hasta pública para adjudicação de loja no Mercado Municipal”, “Ratificação da Adenda ao Acordo de Colaboração para a Requalificação da Escola Básica Padre Bento Pereira – Borba” e “Alteração do Ponto 20 do Programa de Procedimento do Concurso Público para Execução da Empreitada de Requalificação da Escola Básica Padre Bento Pereira e Centro Escolar – 1º Ciclo e Pré-Escolar – Borba”. Com a inclusão destes pontos, o ponto 2.10 (Actividades da Câmara) passa a ponto 2.13. Ponto 2. Ordem do Dia: Ponto 2.2 – Pedido de Pagamentos em Prestações – Deliberado, por unanimidade, aprovar pedido de pagamento em prestações, apresentado por Heitor Geraldino Rato Azeitona, referente à ligação de águas para o loteamento do Monte da Azinheira em Rio de Moinhos. Ponto 2.3 – Abertura de Procedimento para cedência de Exploração do Restaurante sito no Jardim Municipal de Borba – Deliberado, por unanimidade, abrir o referido procedimento para contratação de cedência de exploração do referido restaurante, para apresentação de propostas até às 17.00 horas do dia 14 de Abril de 2011. Ponto 2.4 – Atribuição de Bolsas de Estudo para o ano lectivo 2010/2011 – Deliberado, por unanimidade, atribuir dez bolsas de estudo a alunos do Ensino Superior. Ponto 2.5 – Aprovação de Plano de Transportes Escolares para o ano lectivo 2011/2012 – Deliberado, por unanimidade, aprovar o referido Plano. Ponto 2.6 – Remessa de Projecto de Regulamento Municipal de Uso de Fogo (Queimas, Queimadas, Fogo-de-Artifício e Fogo Controlado) para aprovação da Assembleia Municipal, depois de decorrido o período de discussão pública – Deliberado, por unanimidade, submeter o referido Projecto de Regulamento à aprovação da Assembleia Municipal. Ponto 2.7 – Cobrança Coerciva de Dívidas – Deliberado, por unanimidade, notificar os Senhores Jorge Miguel Margalho Varandas, Guiomar Varandas, Tasca Rasca de Carlos Brás e António dos Santos Mira Rasteiro para, no prazo de 10 dias, pagarem as quantias em dívida ao Município, sob pena de não o fazerem, ser remetido processo à Repartição de Finanças de Borba, nos termos do artº.155º do CPA, para efeitos de ser instaurado processo de execução. Ponto 2.8 – Ratificação na Apresentação da Candidatura “Empreitada de Requalificação da Escola Padre Bento Pereira” ao INALENTEJO – Deliberado, por unanimidade, ratificar a apresentação da referida candidatura. Ponto 2. 9 – Cedência de Instalações ao IEFP – Deliberado, por unanimidade, ceder a título gratuito, as instalações da Ex-Oficina da Criança, nomeadamente, a sala polivalente e anexo, pátio e sanitários, durante o período de 4 de Abril a 29 e Julho, para a realização de uma formação em Competências Básicas, que visa alfabetizar cidadãos com escolaridade inferior ao 4º ano. Ponto 2.10 – Marcação de Hasta Pública para adjudicação de Loja Mercado Municipal – Deliberado, por unanimidade, marcar hasta pública para dia 14 de Abril, pelas 11 horas, a realizar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, para adjudicação da loja nº.4 (onde funciona actualmente a peixaria). Ponto 2.11 – Ratificação da Adenda ao Acordo de Colaboração para a Requalificação da Escola Básica Padre Bento Pereira – Borba – Deliberado, por unanimidade, ratificar a referida Adenda. Ponto 2.12 – Alteração do Ponto 20 do Programa de Procedimento do Concurso Público para execução da Empreitada “Requalificação da Escola Básica Padre Bento Pereira e Centro Escolar – 1º Ciclo e Pré-Escolar – Borba – Deliberado, por maioria, aprovar uma alteração ao ponto 20 do Programa de Procedimento do referido Concurso. Deliberado ainda, por maioria, aprovar a prorrogação de prazo em 15 dias, do referido concurso, sendo o seu término em 03/05/2011. Para conhecimento geral se publica o presente edital e outros de igual teor, que vão ser afixados nos lugares do costume.

LOJA 1: LARGO DOS COMBATENTES DA GRANDE GUERRA, 19-19 A Tel e Fax: 268 894 645 I só Tel: 268 082 294 LOJA 2: RUA DE S. BARTOLOMEU, 57 - Tlm.: 961 508 910 I 965 520 568 LOJA 3: RUA DE MONTES CLAROS - Tlm.: 967 826 169 - 7150 BORBA

FÁBRICA: RUA PEDRO NUNES ZONA INDUSTRIAL, LOTE 47 7150 BORBA Tlm.: 962 896 679 - 965 554 292

Borba, 30 de Março de 2011 O Presidente da Câmara (Dr. Ângelo João Guarda Verdades de Sá)

Praça da República - 7150-249 Borba I Telef.: 268 891 630 I Fax: 268 894 806 I www.cm-borba.pt I gap@cm-borba.pt


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CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DE BORBA RELATÓRIO, BALANÇO E CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2010 Crédito Agrícola BORBA CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Nos termos dos Artigos 19º, 23º e 24º dos Estatutos da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Borba, C.R.L., pessoa colectiva nº 500 893 080, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Borba sob o nº 500 893 080, com sede na Av. do Povo, 48 a 52, nesta cidade de Borba, convoco todos os associados desta CCAM que se encontrem no pleno gozo dos seus direitos, a reunirem-se em Assembleia Geral Ordinária no próximo dia 23 de Março de 2011, pelas 13,00, na sede da Caixa, com a seguinte Ordem de Trabalhos: ORDEM DE TRABALHOS 1 – Apreciar, discutir e votar o Relatório, Balanço e Contas do Conselho de Administração e o Parecer do Conselho Fiscal referentes ao exercício de 2010; 2 – Discussão e votação da Proposta da Conselho de Administração para Aplicação dos Resultados do exercício de 2010; 3 – Deliberar nos termos do nº 1 do Artº 13º dos Estatutos sobre os pedidos de exoneração de sócios apresentados até 31 de Outubro de 2010; 4 – Aumento do Capital Social mínimo da CCAM para três milhões setecentos e sessenta e cinco mil e setecentos e dez euros; 5 – Alteração do artigo 8º, nº 1 dos Estatutos que passará a ter a seguinte redação: “O capital Social da Caixa Agrícola é variável e limitado, no mínimo de três milhões e quinhentos mil euros”; 6 – Outros assuntos de interesse para a Instituição. Se à hora marcada para a reunião não estiverem presentes mais de metade dos associados, a Assembleia reunirá, com qualquer número, uma hora depois, de acordo com o estipulado no nº 2 do Artº 25 dos Estatutos Borba, 18 de Fevereiro de 2011 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral António Luís Russo Pinto Sede: Av. do Povo, 48 a 52 - 7150 BORBA - Telefs.: 268894218 - 268894644 - Fax: 268894644 DELEGAÇÃO: Rua Combatentes Ultramar, 30 - Telef./Fax: 268801493 RIO DE MOINHOS

ESTRUTURA E PRÁTICA DE GOVERNO SOCIETÁRIO DAS CCAM’S 1. Estrutura de Governo Societário A Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Borba, CRL adopta o modelo de governação vulgarmente conhecido como “latino reforçado”, constituído pelo Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Revisor Oficial de Contas. Os membros dos órgãos sociais e da Mesa da Assembleia Geral são eleitos pela Assembleia Geral, para um mandato de três anos. 2. Organograma Geral da Caixa de Crédito Agrícola 3. Assembleia Geral

A Mesa da Assembleia Geral é constituída por um Presidente, um VicePresidente e um Secretário, e um suplente. 3.1. Composição da Mesa da Assembleia Geral Presidente: António Luís Russo Pinto Vice-Presidente: Reinaldo Rolo Duarte Secretário: Manuel Joaquim Gomes Abelho Suplente: Albertino José Russo da Silva 3.2.Competência da Assembleia Geral A Assembleia Geral delibera sobre todos os assuntos para os quais a Lei e os Estatutos lhe atribuam competências, competindo-lhe, em especial: - Eleger, suspender e destituir os titulares dos cargos sociais, incluindo os seus Presidentes; - Votar a proposta de plano de actividades e de orçamento da Caixa Agrícola para o exercício seguinte; - Votar o relatório, o balanço e as contas do exercício anterior; - Aprovar a fusão, a cisão e a dissolução da Caixa Agrícola; - Aprovar a associação e a exoneração da Caixa Agrícola da CAIXA CENTRAL e de organismos cooperativos de grau superior; - Fixar a remuneração dos titulares dos órgãos sociais da Caixa Agrícola; - Decidir do exercício do direito de acção cível ou penal contra o revisor oficial de contas, administradores, gerentes, outros mandatários ou membros do Conselho Fiscal e da Mesa da Assembleia Geral; - Decidir da alteração dos Estatutos. 4. Conselho de Administração O Conselho de Administração é composto por um número ímpar de membros efectivos, no mínimo de três e de um suplente. Actualmente o Conselho de Administração é composto por 3 membros, com mandato para o triénio 2010 / 2012.

4.1. Composição do Conselho de Administração Presidente: João Manuel Pires Lopes Secretário: António Joaquim Figueiredo Ferreira Tesoureiro: António Joaquim Anselmo Suplente: João Cândido Simões de Deus 4.2. Competências do Conselho de Administração As competências do Conselho de Administração decorrem da Lei, competindo-lhe, em especial e de acordo com os Estatutos: - Administrar e representar a Caixa Agrícola; - Elaborar, para votação pela Assembleia Geral, uma proposta de plano de actividades e de orçamento para o exercício seguinte; - Elaborar, para votação pela Assembleia Geral, o relatório e as contas relativos ao exercício anterior; - Adoptar as medidas necessárias à garantia da solvabilidade e liquidez da Caixa Agrícola; - Decidir das operações de crédito da Caixa Agrícola. - Fiscalizar a aplicação dos capitais mutuados; - Promover a cobrança coerciva dos créditos da Caixa Agrícola, vencidos e não pagos; - Organizar, dirigir e disciplinar os serviços. 4.3. Reuniões do Conselho de Administração O Conselho de Administração reúne, pelo menos, 2 vezes por semana, tendo realizado um total de 105 reuniões em 2010. 5. Órgãos de Fiscalização A fiscalização da Caixa de Crédito Agrícola compete a um Conselho Fiscal e a um Revisor Oficial de Contas ou uma Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. As competências dos órgãos de fiscalização são as que decorrem da lei, competindo, ainda, ao Conselho Fiscal, de acordo com os Estatutos, emitir parecer sobre a proposta de plano de actividade e de orçamento. 5.1. Conselho Fiscal O Conselho Fiscal é composto por três membros efectivos e dois suplente. 5.1.1. Composição do Conselho Fiscal Presidente: Luís Manuel Granadeiro de Sousa Vogal: Francisco Tomé Marçal Pardal Vogal: Maria Helena Faleiro Grego Suplentes: Angelina de Jesus Guéguès Ramos Mendanha Filipe Joaquim Pernas Alegrias 5.1.2. Reuniões do Conselho Fiscal O Conselho Fiscal reúne, por regra, 1 vezes por mês, tendo realizado, em 2010, um total de 15 reuniões. 5.2. Revisor Oficial de Contas A CCAM designou para proceder ao exame das suas Contas a Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Diz, Silva & Duarte, SROC, nº 118 da Lista Oficial de SROC, como efectivo e Dr. Joaquim Santos Silva, ROC nº 383, como suplente, tendo para o efeito celebrado um contrato de duração anual com inicio em 17 de Novembro de 2009.

(com um crescimento da ordem de 2,8%, no entanto considerado escasso face ao potencial produtivo e à evolução dos anos anteriores). A maioria das economias do continente europeu, e desde logo a Zona Euro no seu conjunto, continuaram porém a evidenciar fraco dinamismo (1,7% para o conjunto da Zona Euro, 1,6% para a França e 1% para a Itália, e contracção económica em Espanha, com o PIB a cair 0,2%). A desaceleração verificada na segunda metade do ano transacto nas economias avançadas foi consequência do esgotamento do impulso, que se fez sentir nos últimos meses de 2009 e início de 2010, da reconstituição dos stocks – os quais na parte final de 2008 e início de 2009 haviam sido massivamente reduzidos como reacção de pânico. Mas a desaceleração ficou também a dever-se a um certo arrefecimento nos países emergentes, em alguns dos quais as respectivas autoridades adoptaram recentemente medidas para fazer face ao sobreaquecimento da economia. O progressivo desmantelamento das medidas de estímulo fiscal em muitos países, agora - como consequência da crise - a braços com défices públicos muito expressivos, igualmente contribuiu para o afrouxamento registado. Neste estado de coisas, e sobretudo como consequência de o crescimento económico não estar a absorver o desemprego existente, que permanecia elevado (9,4%)* e mostrava tendência de subida, as autoridades dos EUA decidiram manter em vigor as políticas de estímulo à actividade económica, incluindo a política monetária abertamente expansionista, deixando invariantes, no nível actual de praticamente 0%, as suas taxas directoras (fundos federais). Em paralelo prosseguiram com as cedências massivas de liquidez ao sistema bancário e à economia. Na Zona Euro, no entanto, apesar de as taxas de desemprego continuarem também persistentemente elevadas em vários países, o Banco Central Europeu, mantendo embora a sua taxa directora (taxa refi) em 1%, nível em que se encontra desde Maio de 2009, procedeu à inflexão da sua política monetária, começando a drenar, gradualmente, a liquidez injectada massivamente no sistema no auge da crise financeira. Em virtude deste reajustamento da política monetária na Zona Euro, as taxas euribor, que tinham descido para níveis esmagados, de quase 0% nos prazos mais curtos, encetaram uma paulatina recuperação, que, depois de um período ainda incerto, tem prosseguido nos últimos meses. No entanto, o possível reacendimento de tensões inflacionistas nos EUA e na Europa – no caso particular da Zona Euro a taxa de inflação homóloga mensal, ultrapassou , nos últimos meses já o target de 2% pelo qual o BCE norteia a sua política monetária – introduziria um factor de complicação na actual postura acomodatícia dos bancos centrais dos dois lados do Atlântico, obrigando-os a dar, desde já, também atenção à contenção da subida de preços. As declarações dos principais responsáveis têm ido, no entanto, no sentido de considerarem que a inflação ainda não é um problema. Assim, no caso particular da Zona Euro, não é de prever qualquer subida da taxa directora do BCE para os meses mais próximos. Neste contexto económico de fraco dinamismo e de acentuada incerteza, os mercados financeiros mantiveram uma marcada volatilidade, prevalecendo no sector obrigacionista uma atitude de aversão ao risco, com a correlativa fuga para a qualidade que afectou, e profundamente, o próprio mercado da dívida pública. No sector accionista, por seu turno, ocorreram nos últimos meses do ano significativos movimentos de correcção que anularam os ganhos iniciais, embora com comportamento diferenciado entre os principais mercados (os índices dos EUA e Alemanha subiram, no resto da Europa em geral regrediram). Face à conjuntura muito deprimida a nível internacional, a economia portuguesa registou uma estagnação em 2008 e uma acentuada contracção em 2009, ano em que o PIB decaiu 2,6%, evolução esta que, ao induzir uma forte redução das receitas do Estado e um aumento súbito da despesa pública via subsídios de desemprego – a taxa de desemprego subiu para 10,8% e mantém tendência ascendente * – provocou uma “crise fiscal”, agravada pelo afrouxamento, em 2009, do esforço de saneamento das contas públicas que vinha sendo seguido e pela situação estrutural de excessivo peso das despesas do Estado. O défice público em percentagem do PIB atingiu assim 9,3% em 2009 e projectava-se que ficasse em 8,3% em 2010, nível subsequentemente revisto para 7,3%, como reflexo das medidas entretanto adoptadas. No tocante à evolução dos preços na economia portuguesa, verifica-se uma tendência semelhante à que se descreveu para a Zona Euro, explicada pelos mesmos factores - subida do custo de produtos de base energéticos, industriais e alimentares -, a que, no caso português, poderá vir a acrescer o efeito do aumento do IVA. Assim, a taxa de inflação média em 2010 situou-se em 1,4%, contra a inflação negativa de -0,8% registada em 2009. Aliás, as variações mensais mais recentes, também à semelhança do que ocorre na Zona Euro, mostram uma subida mais vincada do índice de preços no consumidor. (Em Dezembro foi de 2,4%). O nível do défice público, aliado ao crescimento da sensibilidade ao risco da dívida soberana dos países periféricos da Zona Euro que actualmente se verifica, e que afectou fortemente os yield da dívida portuguesa, veio criar a necessidade de um considerável reforço das medidas correctivas do défice, com impacto inevitavelmente gravoso. Estas medidas vão, no imediato, e porventura por algum tempo no futuro, restringir consideravelmente o crescimento da economia nacional, afectando o nível de actividade das empresas e avolumando o desemprego, sendo necessário compensar o efeito negativo na procura interna através de uma maior dinâmica das exportações, que aliás têm tido ultimamente comportamento razoável, nomeadamente de produtos não tradicionais e para mercados fora da Zona Euro.

RELATÓRIO E CONTAS DE 2010 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO A envolvente macroeconómica continua a apresentar-se complexa para as condições de exploração das instituições financeiras. Apesar de se admitir que, no plano internacional, o ponto mais crítico da actual recessão a nível internacional tenha sido atingido entre o final de 2008 e os primeiros trimestres de 2009, verificou-se em 2010 uma grande disparidade no comportamento das principais economias. Com efeito, a reanimação que se observou na parte final de 2009 e no princípio de 2010 assentou em grande medida na manutenção de um crescimento robusto em economias emergentes – como a China, que deve ter crescido 10,3% em 2010, a Índia, com um crescimento neste ano de 9,7%, e o Brasil com um crescimento de 7,5%. Como se sabe, a China tornou-se recentemente a segunda maior economia a nível mundial, em termos do valor do PIB global, embora ainda a grande distância dos EUA. Este dinamismo das economias emergentes transmitiu-se às economias avançadas com sectores exportadores mais competitivos – v.g. a Alemanha, cujo crescimento em 2010 foi de 3,6% e Japão com 4,3%, e os próprios EUA

Os factores críticos para o comportamento das exportações prendem-se, naturalmente, com a melhoria da competitividade, que por sua vez depende do crescimento da produtividade – que exige medidas estruturais – e da contenção dos custos e da remuneração dos factores produtivos internos. A competitividade também depende, porém, da evolução do euro em relação às principais divisas, num quadro em que se especula sobre o ressurgimento de uma competição cambial entre os mais importantes pólos económicos. Em tal eventualidade, a subida do euro para além da cotação de 1€ = 1,35 USD, seria susceptível de prejudicar significativamente a evolução das nossas exportações, e de outros países da Zona Euro, e constituiria mais um factor de agravamento das dificuldades de ajustamento da economia nacional. De referir finalmente que o défice da balança corrente e de capital, que traduz a evolução do endividamento da economia portuguesa face ao exterior, registou em 2010, em percentagem do PIB, uma ligeira melhoria o – descendo de 9,4% no ano


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anterior para 8,8%, antevendo-se nova redução do défice (em % do PIB) em 2011 para 7,1%. No entanto, estes níveis de desequilíbrio mantêm-se excessivos, e são insustentáveis num cenário de subsistência de restrições ao financiamento externo da economia portuguesa.

MERCADO BANCÁRIO As perspectivas para o sector bancário que decorrem deste panorama macroeconómico são desfavoráveis no tocante à dinâmica e às condições gerais do negócio, na medida em que, à evolução quantitativamente desfavorável do crédito, se vão adicionar factores de risco, agravados pelas dificuldades da conjuntura, que tenderão a deteriorar a qualidade da carteira e a aumentar as imparidades. Estas tendências já se verificam, aliás, no momento presente, na medida em que o crédito a empresas se encontra em estagnação – o que traduz um volume muito limitado de crédito novo – e o crédito vencido tem registado níveis de crescimento consideráveis. Entre 2007 e Junho de 2009 o crédito vencido de empresas aumentou 178,1%, representando mais 2.649 milhões de euros em valor absoluto nesse período, e de meados de 2009 até Novembro de 2010 registou-se novo incremento de 2.026 milhões. No crédito a particulares, embora de modo menos expressivo, o crédito vencido apresentou igualmente, no mesmo período, grande aumento, particularmente no crédito ao consumo (mais de 800 milhões de euros desde 2007) uma vez que no crédito à habitação o crescimento do crédito em mora é significativamente menos acentuado. Sobre este pano de fundo já complexo, as restrições de balanço que as instituições enfrentam, a necessidade de iniciarem a adaptação para o enquadramento normativo de Basileia III, e, sobretudo, as actuais dificuldades em se refinanciarem nos mercados financeiros internacionais – o que é uma sequela do actual grau de endividamento global do país, combinando as dívidas do sector público com as dos agentes privados, que se reflectem no balanço dos bancos – são factores que vão igualmente pesar nas perspectivas para o negócio bancário no futuro próximo. Outro aspecto relevante da actual situação do mercado é a persistência, apesar da ligeira recuperação que se verificou recentemente, do baixo nível das taxas euribor, que, no tocante à sua actividade doméstica, penalizou a margem financeira dos diferentes bancos, e naturalmente em maior medida daqueles em cuja carteira de crédito têm peso elevado os empréstimos a prazos longos indexados a esses referenciais de mercado. Alguns bancos, no entanto, conseguiram, pelo menos em parte, compensar esta evolução com os proveitos da sua actividade internacional, e através do aumento da margem complementar. Apesar da ligeira subida das taxas euribor nos últimos tempos, a margem financeira mantém-se sob pressão, devido à expressiva subida do custo dos recursos, que tenderá a acentuar-se, seja em consequência da crescente competição pelos depósitos – induzida pela necessidade em que as instituições se encontram de recomporem a estrutura do seu passivo – seja pelos spreads mais altos (em relação ao passado recente) nos financiamentos junto dos mercados financeiros internacionais, quando estes se voltarem a abrir. O fraco crescimento que se pode antever na massa global de recursos (depósitos e recursos fora do balanço) como reflexo da fraca dinâmica da economia e da própria contenção do crédito, para além de outros factores, vai ser um factor adicional de intensificação da concorrência entre as instituições financeiras na captação de recursos de clientes. Verifica-se, na verdade, um crescimento da taxa média de remuneração dos depósitos nos últimos meses claramente superior ao que se tem verificado no crédito. Assim, desde Junho até Novembro a taxa média dos depósitos até dois anos subiu 0,46 pontos percentuais, quando no mesmo período a taxa média do crédito a empresas apenas subiu 0,33%, sendo a subida ainda menor nas taxas do crédito a particulares. Os bancos portugueses, como se sabe, têm compensado as maiores dificuldades de financiamento nos mercados recorrendo ao Banco Central Europeu, obtendo assim recursos em condições até bastante favoráveis, mas este canal não ficará indefinidamente aberto nos termos e nos moldes actuais. É porém expectável que a subida no custo dos recursos venha a reflectir-se no preço do crédito, uma vez que as instituições não têm margem de manobra para acomodar essa subida sem ajustamento nas taxas activas.

CRÉDITO AGRÍCOLA - EVOLUÇÃO RECENTE E PERSPECTIVAS O Crédito Agrícola é uma instituição bancária de base cooperativa, integrando-se num modelo com presença de grande relevo nos sistemas financeiros de outros países europeus, como a Alemanha, a França, a Holanda e a Itália. A nível europeu, os bancos cooperativos dispõem de uma quota de mercado de mais de 20%, servem 170 milhões de clientes através de 4.100 bancos locais com 65.000 balcões, e empregam centenas de milhares de pessoas. Alguns dos bancos cooperativos encontramse entre as instituições líderes do continente europeu. É reconhecido que os bancos cooperativos foram os que melhor suportaram o impacto da crise financeira, de que não foram causadores, funcionando no contexto da crise como um factor de estabilidade. Com a mesma vocação dos seus congéneres europeus, eles também com laços históricos à agricultura, embora abertos hoje em dia a outros sectores económicos, o Crédito Agrícola tem vindo a fortalecer continuamente a sua solidez económicofinanceira. Tal está bem expresso no valor da sua situação líquida, de mais de 1.000 milhões de euros, bem como no nível do rácio de solvabilidade e do rácio Tier 1 (relativo aos fundos próprios de base), situando-se este último actualmente em 12,2 %. Este rácio é o mais elevado no conjunto dos grupos bancários de maior relevância no sistema financeiro nacional, e está muito acima dos mínimos definidos pelo Banco de Portugal, e também dos que decorrem do novo regime normativo internacional conhecido como Basileia III. No período 2002-2010, o Crédito Agrícola aumentou o seu rácio Tier 1 em 4 pontos percentuais, tendo conseguido um notável reforço da sua solvabilidade. Ao mesmo tempo que mantém esta forte posição em termos de solvabilidade, o Crédito Agrícola dispõe igualmente de uma posição de liquidez ímpar, que é o resultado da prudente política, que sempre manteve, de limitar o volume do crédito que concede aos depósitos que capta, deixando ainda uma significativa margem de segurança. Esta prática dispensa o Grupo de recorrer aos mercados financeiros internacionais para o financiamento da sua actividade creditícia. Em 2010 o Crédito Agrícola voltou a reforçar os seus capitais próprios, apesar das dificuldades da conjuntura e do efeito exógeno da política monetária do BCE que, esmagando as taxas euribor, a que muitos contratos de crédito se encontram indexados, prejudicou bastante a margem financeira das Caixas Associadas, reduzindo em consequência o seu produto bancário e os resultados. Estes mantiveramse, no entanto, no conjunto do Crédito Agrícola, amplamente positivos no corrente exercício, tendo ultrapassado os 37 milhões de euros para o SICAM (Caixa Central e Caixas Associadas) e atingido cerca de 9 milhões de euros na actividade seguradora. A actual conjuntura tem conduzido a um aumento do crédito mal parado no conjunto do sistema bancário nacional, fenómeno inevitável e que se verifica igualmente noutros países, dadas as dificuldades enfrentadas por numerosas empresas e famílias.

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Todavia, o aumento do crédito vencido no Crédito Agrícola, no contexto da actual crise, está bastante aquém do que se regista no sistema bancário no seu todo. Refira-se aliás que, nos últimos anos, o Crédito Agrícola reforçou de modo significativo a sua cobertura de provisões para crédito vencido, a qual se elevou de 73,6% no final de 2002 para cerca de 129% no último exercício. O activo líquido do Crédito Agrícola situava-se, ao terminar o exercício de 2010, em cerca de 14 mil milhões de euros (13 mil milhões no SICAM), o que, representando já cerca de 8% do Produto Interno Bruto português, atesta a dimensão nacional do Grupo e a sua relevância no sistema financeiro português. Para além desta evolução no plano financeiro, o Crédito Agrícola conseguiu igualmente nos últimos anos uma evolução marcante em diversos aspectos da sua actividade, com melhorias visíveis na sua base tecnológica e no plano operativo, bem como na modernização da sua imagem e reforço da notoriedade.

Do mesmo modo, o Crédito Agrícola tem prosseguido o crescimento da sua rede, mesmo neste período em que o ambiente de negócio se apresenta menos favorável, dispondo actualmente de 690 balcões, cobrindo a totalidade do território nacional (com excepção da Região Autónoma da Madeira). Em alguns distritos do continente a rede do Crédito Agrícola representa mais de 30% da rede bancária existente. O Grupo dispõe de um dos mais vastos parques de ATM (com 1.400 unidades, 10% da rede nacional, das quais 400 em localidades onde não existe qualquer outro tipo de serviço bancário), para além de um sistema avançado de auto-serviço bancário (Balcão 24, actualmente com 202 máquinas), e quase 15.700 TPA’s em pontos de venda. O Crédito Agrícola presta, actualmente, também o serviço de acquirer, detendo uma quota de mercado em cartões de 7%. É ainda de referir que o Crédito Agrícola colocou à disposição dos seus associados e clientes um serviço de internet banking, designado por CA On-Line, que oferece uma gama alargada de funcionalidades para consultas e transacções bancárias, quer para empresas quer para particulares, que tem granjeado adesão crescente, e igualmente instalou um canal de banca telefónica, também com grande utilização. Para além das 85 Caixas Agrícolas e da Caixa Central, que entre si formam o SICAM, o Crédito Agrícola integra um conjunto de empresas especializadas, nas áreas de seguros, de gestão de activos e de consultadoria, com crescente importância. Merece destaque, neste contexto, a relevância já adquirida pela actividade seguradora do Grupo, distinguindo-se as duas companhias – a CA Vida e a CA Seguros -, quer pela evolução dos seus indicadores económicos e financeiros quer pela crescente qualidade do serviço. Tal conduziu ao reconhecimento da CA Seguros como a melhor seguradora de ramos reais em Portugal no seu segmento, distinção que obteve, em 2010, pelo terceiro ano consecutivo. Em 2006 a CA Vida fora, por sua vez, considerada a melhor seguradora do Ramo Vida e tem mantido, nos últimos anos, posição de destaque no “ranking”. As perspectivas do Grupo para o próximo ano continuam condicionadas pela conjuntura de crise económica e financeira, admitindo-se no entanto que a recuperação paulatina a que se assiste desde há já alguns meses nas taxas euribor tenha continuidade e se reflicta positivamente na margem financeira das Caixas Associadas. Em sentido contrário, está a assistir-se a uma concorrência mais aguda pelos recursos, com impacto no seu custo, dada a necessidade em que os demais bancos se encontram de reajustarem a composição do passivo. A chamada margem complementar, em que se integram, entre outros, os proveitos da venda cruzada, nomeadamente de seguros, as comissões do negócio de cartões, etc. tem vindo a dar igualmente um contributo mais expressivo para o produto bancário, e tal tendência deverá manter-se em 2011. Já no que toca ao crédito mal parado, o seu valor tenderá a aumentar, como sempre sucede em situações de recessão ou de fraco crescimento económico, mas como se viu atrás, o Crédito Agrícola dispõe de uma ampla cobertura de provisões, o que constitui uma salvaguarda nesta conjuntura complexa. Admite-se que o efeito conjugado dos vários factores em presença se traduzirá em 2011 numa melhoria dos lucros consolidados do Crédito Agrícola comparativamente a 2010. A este respeito, são já conhecidos os resultados de Janeiro de 2011 que foram, em termos líquidos, de 10 milhões de euros no conjunto do SICAM, marcando um início muito positivo para o actual exercício, que é mais de realçar no actual contexto.

ACTIVIDADE DA CAIXA AGRÍCOLA DE BORBA A actividade da Caixa Agrícola durante o exercício de 2010 teve um crescimento de 0,5% em relação ao exercício anterior, apresentando os seus Activos Líquidos, em final de ano, o montante de 25.963.026 euros, valor que ficou aquém dos 27.113.699 euros dos objectivos previstos no respectivo Plano de Actividades e Orçamento para o exercício de 2010. A Caixa Agrícola continua a praticar uma gestão de rigor, de forma a manter os vários indicadores a níveis superiores em relação a exercícios anteriores. A evolução da actividade tem sido moderada mas sustentada. Um bom exemplo do tipo da gestão praticada é dado pelo indicador de solidez, espelhado no Rácio de Solvabilidade, que no final do ano 2010 era de 43,77%, para um mínimo legal de 8%, exigido pelo Aviso nº 1/93 do Banco de Portugal.

O Capital Próprio registou um acréscimo relativamente a 2009, mais 72.509 euros, totalizando no final do ano 2010 o valor de 5.320.622 euros. Este crescimento deve-se ao resultado do exercício de 2010. O Crédito a Clientes apresentou um crescimento em relação ao período homólogo de 1.479.024 euros, o que em termos percentuais representa um aumento de 14,1%. No entanto, o rácio de transformação (Crédito Concedido / Recursos Alheios) sofreu uma alteração significativa passando a rondar os 78,4%, como resultado da aplicação em títulos da Divida Publica e a transferência de créditos agenciados para a carteira da CCAM de Borba, contribuindo assim estas aplicações para o rácio de transformação.


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funcionários e também pelo melhoramento do sistema informático. Tal como em anos anteriores a Caixa Agrícola colaborou em todas as iniciativas de índole agrícola levadas a cabo no nosso Concelho, salientando a Festa do Vinho e da Vinha em que participámos em colaboração com a Câmara Municipal e restantes entidades ligadas ao sector vitivinícola.

RESULTADOS

O Crédito e juros Vencidos registaram um aumento de 455.416 euros face ao ano de 2009, sendo o valor no ano de 2010 de 1.036.190 euros representando 8,7% do crédito total. Embora a actual conjuntura económica mantenha um crescimento ainda fraco, a manutenção do crédito vencido em termos percentuais de alguma forma manteve-se. As dificuldades para o cumprimento do serviço da dívida são cada vez mais sentidas pelos mutuários, contudo, tem sido efectuado um esforço adicional junto dos clientes para o cumprimento dos compromissos assumidos. Com a autorização concedida pelo Banco de Portugal para a concessão de crédito de operações não previstas no artigo 27º do Regime Jurídico do Crédito Agrícola Mútuo, e de acordo com o Aviso nº 6/99 do Banco de Portugal, que permite à Caixa Agrícola conceder crédito a associados com actividades não agrícolas e a não associados, permite-nos alargar a nossa base de clientes mas mesmo assim não se conseguiu o aumento desejado para o crédito de forma a tornar a nossa actividade mais rentável. A Caixa Agrícola de Borba continua a comercializar os produtos das empresas do grupo, como por exemplo, as apólices do ramo vida obrigatórias nos contratos de crédito à habitação na CA Vida e na área dos seguros reais com a CA Seguros, principalmente nos ramos de Colheitas, Automóvel e Incêndio, este último em especial no crédito para a habitação. Paralelamente à actividade bancária, manteve-se a vertente agrícola de continuar a apoiar os seus agricultores e associados, como por exemplo, no preenchimento dos pedidos de ajudas ao rendimento e na colaboração dada pelo técnico destacado pela FENACAM na elaboração e acompanhamento dos projectos.

APLICAÇÕES O crescimento verificado no total das aplicações durante o ano de 2010, relativamente ao exercício de 2009, foi suficiente para se atingir os valores orçamentados. Em relação ao exercício de 2010 houve um crescimento no total do Crédito Concedido, totalizando o seu valor no final do ano 11.798.030 euros. Nesta rubrica deve salientar-se o valor concedido em crédito à habitação que totalizava no final do ano 2010 o valor de 4.626.155 euros e outros créditos o valor de 7.171.875 euros. Para minimizar os custos das explorações, foram mantidas as linhas de crédito especiais enquadráveis na circular 6/94 do IFAP, tendo esta C.C.A.M. divulgado aos seus associados estas linhas, através de contacto directo e publicidade para os poder ajudar na resolução de parte dos seus problemas. O aumento do Crédito Concedido deve-se essencialmente à cessão de créditos agenciados e consequente transferência dos mesmos para a carteira de crédito CCAM de Borba, permanecendo ainda, operações efectuadas fora do âmbito do Regime Jurídico do Crédito Agrícola Mútuo em contrato agenciado na Caixa Central no final do ano de 2010, o montante de 854.659 euros. A estrutura da rubrica Aplicações continua a apresentar como a principal aplicação os Depósitos a Prazo na Caixa Central, que no final do exercício de 2010 apresenta o saldo de 12.658.659 euros.

RECURSOS PRÓPRIOS E ALHEIOS Os Recursos Alheios apresentaram um crescimento de 0,2% em relação ao exercício de 2009, totalizando no final do ano o montante de 20.317.974 euros, não atingindo os 21.322.511 euros propostos no orçamento para 2010.

O Resultado Líquido do exercício de 2010 foi positivo no valor de 86.518 euros, sendo inferior ao do ano anterior no montante de 176.195 euros e, sendo também inferior aos 246.781 euros orçamentados. Este decréscimo é justificado em parte por via de reforço de provisões relativas a perdas por imparidade relacionadas com despesas de crédito vencido no valor de 33.158 euros e também pela actual conjuntura dominada pela crise financeira, que se tem vindo a agudizar nos últimos tempos pelas suas inevitáveis e profundas repercussões na actividade económica, que neste momento já se manifestam com particular intensidade. Quer a Margem Financeira como o Produto Bancário apresentam um decréscimo em relação ao exercício de 2009, influenciando assim negativamente o resultado do exercício que foi inferior ao valor estimado no orçamentado. É de referir que, com a cessão de créditos agenciados e consequente transferência dos mesmos para a carteira da CCAM de Borba, pretendeu-se, melhorar a Margem Financeira porem, isto não aconteceu porque a transferência dos créditos ocorreram apenas no final do ano de 2010. O resultado do exercício de 2010 foi influenciado por diversos factores. Positivamente podemos indicar como os mais importantes os seguintes: - Correcção de valores associados ao crédito a clientes e valores a receber de outros devedores (líquidas e reposições e anulações) - Provisões líquidas de reposições e anulações - Imparidade de outros activos liquida de reversões e recuperações - Impostos Correntes - Impostos Diferidos Negativamente podemos indicar como os mais importantes os seguintes: - Margem Financeira - Produto Bancário - Custos com Pessoal - Gastos Gerais Administrativos - As amortizações do exercício A Margem Financeira apresenta um decrescimo em valores absolutos face ao ano de 2009 de 90.435 euros, representando em termos percentuais 9,8% atingindo o valor de 829.236 euros no final de 2010. A diminuição do volume de negócios em termos médios resulta da descida das taxas de juro ocorridas no ano de 2010, originando consequentemente uma diminuição na Margem Financeira expressa na Demonstração de Resultados. Como consequência, assistiu-se a um decréscimo do Produto Bancário em valorct:es absolutos face ao ano de 2009 de 36.795 euros, representando em termos percentuais 3,6% atingindo o valor 998.422 euros no final de 2010. Nos Custos com o Pessoal o aumento verificado em relação a 2009 foi de 32.829 euros, o que em termos percentuais representa 9,5% atingindo o valor de 377.546 euros. Este aumento deve-se em parte aos aumentos salariais anuais e à admissão de um novo funcionário. Os Gastos Gerais Administrativos sofreram um aumento relativamente ao exercício de 2009 em cerca de 14.647 euros, mais 5,3% atingindo os 291.694 euros em finais de 2010. Este aumento resulta essencialmente do custo de transferência dos créditos agenciado para a CCAM de Borba. As amortizações constituídas foram superiores às registadas no exercício de 2009 em cerca de 376 euros, por resultado da aquisição de imobilizado durante o exercício de 2010. As amortizações foram efectuadas com base no método das quotas constantes e às taxas máximas previstas no Decreto Regulamentar nº 2/90 de 12 de Janeiro. Todos os bens adquiridos a partir de 1997 são amortizados por duodécimos. No que concerne a provisões para o crédito vencido e crédito de cobrança duvidosa, verificou-se em relação ao ano de 2009 um aumento de provisões constituídas em valores absolutos de 260.362 euros no entanto, no que se refere a provisões e riscos gerais de crédito, as referidas anulações de provisões no exercício de 2010, foram inferiores em 6.104 euros em relação ao transacto ano de 2009. As provisões foram movimentadas de acordo com os limites mínimos previstos nos Avisos nº 3/95 e 4/2002 e 8/2003 do Banco de Portugal. Os gastos com Impostos sobre Lucros registados em resultados, bem como a carga fiscal, medida pela relação entre a dotação para impostos sobre os lucros e o lucro do exercício antes de impostos registaram um decréscimo em valores absolutos de 130.223 euros face ao ano de 2009, representando em termos percentuais uma variação de 145,6%, atingindo os (40.767) euros em finais de 2010.

AGRADECIMENTOS Agradecemos a todos quanto connosco colaboraram, Assembleia Geral, Conselho Fiscal, Conservatória do Registo Civil e Predial, Repartição de Finanças, FENACAM, Caixa Central e, também, a todos os que prestaram a sua colaboração ao longo deste ano, não esquecendo os nossos associados e clientes e também os quadros técnicos que nos apoiam. Propomos à Assembleia Geral que aprovem um voto de louvor aos funcionários desta Instituição pela dedicação e empenho manifestados durante o ano 2010. Propomos também um voto de pesar às famílias dos sócios falecidos. Por fim agradecemos que analisem os mapas anexos, que melhor elucidam a evolução que a Caixa Agrícola de Borba registou. Borba, 04 de Março de 2011 O Técnico de Contas Dr. João Marques

Em valores absolutos verificou-se nos Depósitos à Ordem um crescimento de 467.039 euros, o que representa em termos percentuais um aumento de 7,6% em relação ao período homólogo, totalizando no final do ano 6.649.176 euros. Relativamente aos Depósitos de Poupança e a Prazo, verificou-se um decréscimo em valores absolutos de 415.991 euros, representando em termos percentuais uma diminuição de 3,0% em relação ao ano anterior, totalizando no final do ano o valor de 13.632.086 euros. O aumento de Depósitos à Ordem e Depósitos justifica-se pelo esforço dos funcionários na captação de recursos e abertura de novas contas D.O. porem, ocorreram algumas liquidações de Depósitos a Prazo e Poupanças por força de taxas mais competitivas da concorrência ou mesmo de campanhas da Caixa Central. Os Recursos Alheios acabaram por ter um crescimento superior ao do exercício anterior contudo, como as taxas de juros ainda não são aliciantes para os aforradores, alguns acabam por dedicar parte significativa das suas poupanças em outro tipo de produtos mais rentáveis. É exactamente o que acontece na Caixa Agrícola, onde os depositantes também procuram outro tipo de aplicações para as suas poupanças, que não sejam os tradicionais depósitos a prazo. Assim, já foram investidos nos diversos tipos de Fundos de Investimento, negociados pela Caixa Agrícola, como por exemplo, Raiz Rendimento ou Raiz Tesouraria, desde o seu início e até o final de 2010, o valor de 122.943 euros. A principal fonte dos recursos continua a ser os depósitos, no entanto, os Recursos Próprios constituídos pelo Capital Social, Reservas e Resultados, representavam 20,0% do total dos recursos da Caixa Agrícola e atingiram o montante de 5.320.622 euros no final do ano. Estes recursos ainda continuam a ter algum significado na estrutura dos recursos totais, tendo subido ligeiramente a sua percentagem, em 2010.

ÁREA ADMINISTRATIVA A Instalação do “Balcão 24” teve por finalidade fornecer um serviço que funciona 24 horas por dia e executa quase todas as operações que se efectuam no balcão normal, reduzindo desta forma o atendimento de clientes depositários ao balcão, havendo assim mais tempo para os funcionários procederem à venda de outros produtos a clientes. É importante também frisar que com as obras de remodelação nas instalações desta CCAM e com a colocação da nova imagem do Crédito Agrícola na fachada do edifício, a Instituição ficou de alguma forma mais apelativa. O Conselho de Administração continua a apostar fortemente na formação profissional como sendo uma área prioritária, pois considera-a como fundamental para a evolução e desenvolvimento da Caixa Agrícola. Os funcionários assistiram durante o ano 2010 às várias acções de formação realizadas principalmente pela Caixa Central, com a colaboração do Instituto de Formação Bancária, pela CONFAGRI e pelas Companhias de Seguros, tendo também em consideração o cumprimento do que está regulado pelo Código do Trabalho. Apesar do aumento verificado no movimento da Caixa Agrícola, não esquecendo a venda cruzada de produtos, quer da actividade seguradora com a celebração de protocolos com a CA Seguros e a CA Vida, cujo valor total dos prémios no final do ano foi de 147.861 euros, que se tem vindo a intensificar, quer noutras actividades como a venda de outros serviços. Só foi possível dar resposta a este crescimento e a esta diversidade de produtos pelo facto de existir empenho de todos os

Conselho de Administração João Manuel Pires Lopes António Joaquim Figueiredo Ferreira António Joaquim Anselmo

CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DE BORBA, C.R.L. DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 (Montantes expressos em Euros) RUBRICA

Notas

31-12-2010

31-12-2009

Juros e rendimentos similares Juros e encargos similares Margem financeira

37 38

984.690 (155.454) 829.236

1.184.269 (264.597) 919.671

Rendimentos de instrumentos de capital Rendimentos de serviços e comissões Encargos com serviços e comissões Resultados de activos e passivos avaliados ao justo valor através de resultados Resultados de activos financeiros disponíveis para venda Resultados de reavaliação cambial Resultados de alienação de outros activos Outros resultados de exploração Produto bancário

39 40 41 42 43 44 45 46

1.252 184.544 (35.267)

1 144.421 (28.626)

(413)

(166)

19.070 998.422

(84) 1.035.217

47 48 17 e 18 30

(377.546) (291.694) (22.278) (455)

(344.717) (277.047) (21.902) (6.559)

(273.496)

13.134

12.798 45.751

(45.957) 352.169

(17.631) 58.398

(78.950) (10.506)

86.518

262.713

Custos com pessoal Gastos gerais administrativos Amortizações do exercício Provisões líquidas de reposições e anulações Correcções de valor associadas ao crédito a clientes e valores a receber de outros devedores (líquidas de reposições e anulações) Imparidade de outros activos financeiros líquida de reversões e recuperações Imparidade de outros activos líquida de reversões e recuperações Resultado antes de imposto Impostos correntes diferidos Resultado líquido do exercício

30 30

20 20


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PROPOSTA DE APLICAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DE 2010

CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DE BORBA, C.R.L. BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Montantes expressos em Euros)

31-12-2010

31-12-2009

Provisões, ACTIVO

Notas

5 Caixa e disponibilidades em bancos centrais 6 Disponibilidades em outras instituições de crédito 7 Activos financeiros detidos para negociação 8 Outros activos financeiros ao justo valor através de resultados 9 Activos financeiros disponíveis para venda 10 Aplicações em instituições de crédito 11 Crédito a clientes 12 Investimentos detidos até à maturidade 13 Activos com acordo de recompra 14 Derivados de cobertura 15 Activos não correntes detidos para venda 16 Propriedades de investimento 17 Outros activos tangíveis 18 Activos intangíveis Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos 19 20 Activos por impostos correntes 20 Activos por impostos diferidos 21 Outros activos Total do Activo

Activo

imparidade e

Activo

Activo

Bruto

amortizações

líquido

líquido

200.383 171.506

141.884 352.347 2.367

200.383 171.506

50.392 50.287 50.287 12.658.659 13.585.907 12.658.659 11.938.385 (1.107.095) 10.831.291 9.606.565

719.667 5.298 1.245.419 24.244 250.250 220.869

343.295 356.279 (376.372) 0 (5.298) (18) 1.245.401 1.245.401 58.616 24.244 250.250 191.771 187.711 252.574 (33.159)

A Conselho de Administração da C.C.A.M. de Borba, nos termos do Art.º33.º e Art.º34.º dos Estatutos, propõe que o saldo da conta de Resultados Transitados no montante de 76.529,13 (setenta e seis mil quinhentos e vinte e nove euros e treze cêntimos), e cujo saldo inclui o Resultado Líquido do Exercício de 2010, no valor de 86.518,09 euros, o valor da realização da Reserva de Reavaliação de 1.265,04 euros e os Resultados Provenientes de Diferenças Negativas Resultantes de Alterações nas Politicas Contabilísticas (IAS 19) no valor de 11.254,00 euros, seja distribuído pelas seguintes reservas: Reserva Legal .................................................................................................................. Reserva para Educação e Formação Cooperativa .......................................................... Reserva para Mutualismo ............................................................................................... Reserva Especial ............................................................................................................

Notas

Recursos de bancos centrais Passivos financeiros detidos para negociação Outros passivos financeiros ao justo valor através de resultados Recursos de outras instituições de crédito Recursos de clientes e outros empréstimos Responsabilidades representadas por títulos Passivos financeiros associados a activos transferidos Derivados de cobertura Passivos não correntes detidos para venda Provisões Passivos por impostos correntes Passivos por impostos diferidos Instrumentos representativos de capital Outros passivos subordinados Outros passivos Total do Passivo

22 23 24 25 26 27 28 14 29 30 20 20 31 32 33

Capital Prémios de emissão Outros instrumentos de capital Reservas de reavaliação Outras reservas e resultados transitados Lucro do exercício Dividendos antecipados Total do Capital Total do Passivo e do Capital

35 35 36 36 36 36

31-12-2010

Após a distribuição agora proposta pelo Conselho de Administração, a Situação Liquida da C.C.A.M. de Borba, definir-se-à por: Capital Social Reserva Legal Reserva para Educação e Formação Cooperativa Reserva para Mutualismo Reserva de Reavaliação Reserva Especial

20.317.974

20.279.303

98.579

98.124

4.521

4.441

221.330 20.642.403

211.757 20.595.991

3.765.710

3.613.425

46.136 1.422.258 86.518

47.401 1.324.574 262.713

5.320.622 25.963.026

5.248.113 25.844.103

OUTROS PRODUTOS E SERVIÇOS PRESTADOS PELA C.C.A.M. SEGUROS (Ramos Reais):

Produto

Valor dos Prémios

Total

5.067 5.267 6.695 43 9.005 1.743 479 1.891 3.049 8.061 41.300

Produto

Valor dos Prémios

Acidentes de Trabalho Acidentes Pessoais Automóvel Máquinas Agrícolas Habitação Comércio e Serviços Riscos Industriais Responsabilidade Civil Outros CCARD

SEGUROS (Ramos Vida): Protecção Família CA Vida Plena Protecção Crédito Habitação Protecção Crédito Pessoal Protecção Empresa Viva Poupança Investimento CA Poupança Activa Protecção Poupança Educação Poupança Reforma Fundo Pensões

Total

338 0 24.719 6.732 0 360 34.105 0 40.307 0 106.561

FUNDOS DE INVESTIMENTO:

Produto

Importância

Total

20.539 39.455 5.602 38.570 18.777 122.943

Fundo Raiz Tesouraria Fundo Raiz Rendimento Fundo Agro Valorização Fundo Raiz Valor Acomulado Fundo Património Crescente

Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Borba, 04 de Março de 2011 A Direcção João Manuel Pires Lopes António Joaquim Figueiredo Ferreira António Joaquim Anselmo

CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS INTRODUÇÃO 1. Examinámos as demonstrações financeiras anexas da CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DE BORBA, C.R.L., as quais compreendem o Balanço em 31 de Dezembro de 2010, (que evidencia um total de balanço de 25.963.026 Euros e um total de capital próprio de 5.320.622 Euros, incluindo um resultado líquido de 86.518 Euros), as Demonstrações dos Resultados por natureza, a Demonstração de Fluxos de Caixa, a Demonstração do Rendimento Integral e a Demonstração de alterações de Capitais Próprios e do exercício findo naquela data e os correspondentes Anexos. Estas demonstrações financeiras foram preparadas em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal para o sector bancário.

RESPONSABILIDADES 2. É da responsabilidade do Conselho de Administação a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Caixa e o resultado das suas operações, bem como a adopção de políticas e critérios contabilísticos em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal para o sector bancário e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. 3. Os princípios acima referidos são as Normas de Contabilidade Ajustadas (NCA), que se traduzem na aplicação às demonstrações financeiras individuais da entidade das Normas Internacionais de Relato Financeiro (“IFRS”), tal como adoptadas pela União Europeia, com excepção de algumas matérias reguladas pelo Banco de Portugal, nos termos do aviso nº1/2005, de 21 de Fevereiro, nº4/2005, de 28 de Fevereiro, e nº9/ 2005, de 24 de Junho. 4. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras.

ÂMBITO 5. O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficias de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: - a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação. - a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; - a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e - a apreciação sobre é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. 6. O nosso exame abrangeu também a verificação da concordância do relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 7. Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.

OPINIÃO 8. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira de CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DE BORBA, C.R.L., em 31 de Dezembro de 2010, o resultado das suas operações, o rendimento integral, os fluxos de caixa gerados, e as alterações registadas no capital próprio da entidade no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal para o sector bancário. Lisboa, 24 de Fevereiro de 2011 José Joaquim Afonso Diz Em representação de: DIZ, SILVA & DUARTE, SROC

PARECER DO CONSELHO FISCAL Em obediência ao disposto nos Estatutos, vimos apresentar o Parecer sobre o Relatório e Contas, apresentado pelo Conselho de Administração referentes ao Exercício de 2010, com certificação legal das contas, pela SROC. Durante o exercício, acompanhámos a actividade da Caixa Agrícola através de informações contabilísticas e de reuniões periódicas que nos deram uma percepção adequada da evolução económica e financeira da mesma, cujos indicadores são de molde a aceitar a acção, desenvolvida pelo Conselho de Administração durante o ano findo. Assim, somos de parecer: 1 - Que seja aprovado o Relatório e Contas do Conselho de Administração, bem como a proposta de aplicação de resultados do exercício. 2 - Que seja igualmente aprovado um voto de louvor ao Conselho de Administração extensivo a todos os funcionários desta Instituição pela dedicação e empenho manifestado no exercício das suas funções.

CRÉDITO AGÊNCIADO:

Produto Financiamento Habitação Crédito Pessoal Cartões de Crédito Leasing Mobiliário Descontos Comerciais s/País Outros Financiamentos

3.820.960,00 1.420.000,00 17.520,00 16.000,00 46.135,78 6,30 5.320.622,08

31-12-2009

2.367

20.000,000 774,67 500,00 55.254,46

Propõe também o Conselho de Administração que da Reserva Especial, agora integrada em 55.256,30 euros, seja retirada a quantia de 55.250,00 euros para reforço do Capital Social elevando-o para o valor de 3.820.960,00 euros, em relação a 31 de Dezembro de 2010, ficando esta Reserva com um saldo de 6,30 euros.

27.484.967 (1.521.941) 25.963.026 25.844.103

PASSIVO E CAPITAL

7

Total

Importância 110.626 645.833 14.674 33.526 0 50.000 854.659

Borba, 07 de Março de 2011 O CONSELHO FISCAL Luís Manuel Granadeiro de Sousa Francisco Tomé Marçal Pardal Maria Helena Faleiro Grego


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Gerações+ acrescenta qualidade de vida aos borbenses Arrancou no dia 06 de Abril o projecto Gerações + no concelho de Borba. Esta iniciativa pretende promover, com acompanhamento técnico, uma actividade física mais regular e sobretudo a ocupação e convívio em torno de um programa planeado para o efeito. Trata-se de uma parceria entre o Município de Borba e a Associação de Desenvolvimento Montes Claros, enquanto entidade executora do programa CLDS ZM – Contratos Locais de Desenvolvimento Social da Zona dos Mármores. O Gerações + tem como principais objectivos promover o bem-estar individual, de grupo e da comunidade, fornecer dicas para uma vida repleta

de sentido, dignidade e felicidade, potenciar e desenvolver capacidades, habilidades e destrezas, motivar as pessoas para que continuem activas, participativas, solidárias, críticas e úteis no meio social, aumentar a força muscular, melhorar o equilíbrio e apurar a coordenação motora, ajudando assim a manter a independência funcional e aumentar a auto-estima e o bem-estar individual. O programa Gerações + decorre entre o início de Abril e o final de Julho, com actividades sempre previstas para as Quartas-feiras. A primeira acção consiste numa visita ao Museu da Luz, na Aldeia da Luz. Para os quatro meses em que decorre o Gerações + estão previstas as mais diversas

actividades, como utilização dos equipamentos geriátricos instalados no Jardim Municipal, com acompanhamento técnico, actividades de leitura, informática, culinária e artes plásticas, prática de mini-golfe, passeios pedestres pela Encosta da Serra d’Ossa (Rio de Moinhos) e à descoberta das Ervas (Orada) e caminhada à Santa Bárbara para limpeza do Parque. O programa culmina, no dia 20 de Julho, com um piquenique no Bosque e a realização de Jogos Tradicionais. A organização do projecto Gerações + aconselha todos os participantes a usar roupa e calçado cómodo e prático nos Passeios Pedestres, bem como nas outras actividades de carácter

desportivo, e que levem consigo um lanche. Esta iniciativa conta com o apoio do Agrupamento de Centros de Saúde - UCSPB (Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Borba), do ISS - Instituto de Segurança Social, I. P., da Segurança Social, do POPH e do FSE - União Europeia enquanto instrumentos do QREN. O programa completo encontra-se disponível em www.cm-borba.pt e as inscrições podem ser efectuadas por fax, e-mail ou presencialmente, no Gabinete de Cultura e Desporto do Município de Borba.

Alentejo vai ter seis novos centros de saúde O Alentejo vai ter seis novos centros de saúde, num investimento total de mais de 13 milhões de euros. Cinco desses centros de saúde já estão em construção: Redondo, Barrancos, Portel, Arraiolos e Vila Viçosa. A construção do novo centro de saúde de Montemor-o-Novo deverá iniciar-se brevemente. As obras são da responsabilidade da Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARS Alentejo) e co-financiadas pelo FEDER no âmbito do QREN/INALENTEJO – Regulamento Especifico da Saúde. Para além destas novas unidades, estão ainda em curso, obras de adaptação, remodelação e construção em diversas extensões de saúde. As novas valências de saúde de Barrancos e Redondo deverão entrar em funcionamento até ao final do corrente ano e representam um investimento

total de aproximadamente 3 milhões de euros. Quanto aos Centros de Saúde de Portel, Arraiolos e Vila Viçosa, que representam um investimento de cerca de 6 milhões de euros, prevê-se que a construção possa estar concluída ainda este ano de 2011, mas a entrada em funcionamento só deverá ocorrer durante o primeiro trimestre do próximo ano. O novo Centro de Saúde de Redondo cujo prazo de execução e conclusão da obra está previsto para de Julho próximo, representa um investimento total de mais de dois milhões de Euros, já o de Arraiolos, que deverá estar pronto em Outubro do corrente ano tem um investimento total de cerca de um milhão e setecentos mil Euros. A ARS Alentejo contempla um conjunto alargado de infra-estruturas e equipamentos, com cinco hospitais e de 48 centros de saúde.

Construção do novo Centro de Saúde de Vila Viçosa.


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Adega de Borba apresenta a nova colheita do "Rótulo de Cortiça" A Adega de Borba acaba de lançar a nova colheita do vinho Adega de Borba Reserva, conhecido por “Rótulo de Cortiça”. A colheita de 2008 deveu-se aos níveis de excelência da qualidade das uvas desse ano dando origem a este verdadeiro ex-libris da Adega de Borba. De cor rubi definida com nuance vermelha e um aroma fino e elegante sugerindo frutos pretos, compota e chocolate branco este vinho apresenta um sabor macio, com ligeira adstringência, equilibrado, algum frutado fresco, taninos suaves mas estruturados e com elegância no final de prova. O “Rótulo de Cortiça 2008” é produzido com uvas de castas Trincadeira, Aragonez, Castelão e Alicante Bouschet e é assinado pelo enólogo Óscar Gato. O “Rótulo de Cortiça 2008” é um DOC Alentejo que resulta de um estágio de 12 meses em barricas de 3º e 4º ano, de carvalho francês, e em tonéis de madeira exótica com envelhecimento posterior de 6 meses em garrafa na cave, apresentando um teor alcoólico de 13,5%. Cada uma das 150.000 garrafas produzidas “Rótulo de Cortiça 2008” tem o preço recomendado de 8€, vocacionado para acompanhar pratos elaborados de carne, como caça e borrego, e doces. Este vinho pode ser consumido de preferência de imediato, mas também poderá ficar a estagiar pelo menos 10 anos. De referir que o vinho “Rótulo de Cortiça” é uma marca com mais de 45 anos que se impôs como uma das referências no Alentejo, produzido apenas em anos excepcionais cuja primeira colheita data de 1964, e tem o maior volume de vendas no seu segmento.

Aulas de informática na Universidade Sénior de Alandroal O Pólo de Alandroal da Escola Popular/Universidade Sénior Túlio Espanca iniciou mais uma das actividades programadas para 2011. Depois das visitas de estudo à Universidade de Évora e das aulas de teatro, arrancaram hoje as aulas de informática para a população do concelho. As aulas iniciaram-se com uma primeira turma, que reúne todas as terças e quintas-feiras, na Biblioteca Municipal de Alandroal, a partir das 10:00 horas. No entanto, as inscrições continuam abertas e todos aqueles que desejem participar devem manifestar o seu interesse na Biblioteca ou no Sector de Acção Social da Autarquia alandroalense. As aulas funcionam em grupos de oito alunos, divididos pelo seu nível de conhecimento, e são ministradas por um técnico da Câmara municipal de Alandroal, com formação na

área da informática. Dando corpo à lógica da Escola Popular Túlio Espanca, e devido ao facto de existirem pessoas sem disponibilidade durante o dia, a Câmara Municipal vai também abrir turmas em horário pós laboral, consoante a procura. Numa segunda fase, que se deverá iniciar muito em breve, as aulas de informática vão ser alargadas a algumas localidades do concelho, para que toda a população possa usufruir do conhecimento proporcionado pelo Pólo de Alandroal da Escola Popular Túlio Espanca. Também em breve vão ser iniciadas as aulas de Inglês. Se tem interesse em aprender esta língua não hesite e venha participar nesta actividade.

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Agrupamento de Escolas de Borba termina 2º período em festa Para assinalar a interrupção das aulas, antes das habituais férias da Páscoa, alunos e professores dançaram e transformaram o pavilhão desportivo de Borba num espaço de muita animação e alegria. Centenas de pessoas, entre pais e familiares dos alunos, assistiram à iniciativa.


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Ano XVII I Nº. 443 I 14 de Abril de 2011

Estremoz recebe nova associação cultural Ensemble Contemporâneus Criada em 2003, a “Ensemble Contemporâneus” é uma Associação para a promoção da Arte Contemporânea que tem desenvolvido e estimulado a prática musical junto de autarquias, grupos de teatro, escolas, associações e outros agentes culturais. É esta associação que, a partir de agora, se muda para Estremoz, onde passará a ter a sede, escritório, local de ensaios, concertos e estreias de alguns programas de cada temporada de música. Foi assinado um acordo com a Sociedade de

Artistas Estremocenses, segundo o qual no edifício dos “Artistas” passará a ser a sede, a biblioteca e arquivo musical da “Contemporâneos”, contribuindo desta forma para o aumento da oferta de programação musical ao longo do ano. Já foi realizado o primeiro ensaio para a montagem do programa de concerto “Compositores Portugueses”, sob a direcção do maestro Paulo Videira, a ser apresentado pela Associação em Estremoz, Beja, Portalegre e outras cidades da região.

Centenas de pessoas assistiram à reconstituição da Batalha dos Atoleiros Centenas de pessoas assistiram à recriação histórica da Batalha dos Atoleiros, em Fronteira. Esta iniciativa integrou ainda a Feira Medieval de Fronteira, que se realizou durante os dias 2 a 3 de Abril, tendo a vila alentejana recebido 5000 visitantes naquele que foi o fim-de-semana mais medieval do ano. Muitos foram os curiosos e turistas que afluíram a Fronteira, para reviverem a recriação histórica da Batalha dos Atoleiros, que, em 1384, opôs Portugal a Castela. A iniciativa contou ainda com a participação de 350 figurantes, para assinalar os 627 anos da vitória de Portugal sobre Castela. Pelo terceiro ano consecutivo, a Câmara Municipal de Fronteira organizou, com sucesso, esta Feira Medieval que fez a vila mergulhar no tempo e transformar-se num verdadeiro palco de

história, onde não faltaram bobos, trampolineiros e saltimbancos, mercadores e mesteirais, mendigos e aleijados, larápios e romeiras. A Batalha dos Atoleiros foi, sem dúvida, o momento alto deste regresso à Idade Média. O Presidente da Câmara, Pedro Lancha, explica o sucesso, relembrando que este “é um evento único em Portugal. Há vários eventos, como feiras medievais, recriações históricas baseadas em hipotéticos eventos, mas esta batalha ocorreu na realidade aqui em Fronteira”. Esta recriação da Batalha dos Atoleiros demonstra como a batalha foi um acontecimento de extrema importância na chamada crise de 1383 a 1385, tendo consagrado e definido, de uma vez por todas, a identidade de Portugal, como país, como povo e como nação.

Monte Selvagem apoia programa de conservação do Congo Como membro da Associação Ibérica de Zoos e Aquários (AIZA), o Parque Animal de Montemor-o-Novo, Monte Selvagem, participa este ano na campanha solidária promovida pela ONGD Coopera que apoia programa de Conservação Comunitário no Congo. Trata-se de um programa promove projectos ambientais de protecção da biodiversidade no habitat natural, projectos de educação da população local e projectos de saúde comunitária. A campanha consiste na venda de “Congolinas”, bonecas feitas à mão pelo Centro “Kwetu Heri”, com sede em Bukavu, onde são atendidas crianças carentes e/ou deficiência. Estas bonecas representam mulheres nativas carregando seus bebés, em braços ou nas costas, enquanto trabalham duro na rotina doméstica e do campo. Ao adquirir no Monte Selvagem, por 12 euros uma boneca “Congolina” grande ou por oito uma pequena, estará também a apoiar este programa. Desde que abriu, em Maio de 2004, o Monte

Selvagem já recebeu mais de 400 mil visitantes, a maioria crianças em grupos escolares e famílias. Sedeado em Montemor-o-Novo, freguesia do Lavre, o parque é um dos destinos turísticos mais procurados na região, detendo uma média anual de 75 mil visitas, durante os nove meses em que está aberto ao ano. Fruto do sonho de uma família, o Monte Selvagem é uma realidade viva e um exemplo máximo de Lazer e Cultura ecológica, sempre com respeito pela Natureza e pela preservação das espécies.

As escolhas literárias de António Serrano, Capoulas Santos e Bravo Nico na Feira do Livro de Reguengos de Monsaraz O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, António Serrano, o eurodeputado do Partido Socialista Luís Capoulas Santos e o deputado socialista eleito por Évora, Bravo Nico, visitaram no dia 3 de Abril, a 15ª Feira do Livro de Reguengos de Monsaraz. Durante a visita, António Serrano adquiriu o livro “A Grande Transição – Pluralidade e Diversidade no Mundo Rural”, de António Covas e Maria das Mercês Covas, enquanto Bravo Nico levou para casa a publicação “Ditos e Apodos Colectivos – Estudo de Antropologia Social no Distrito de Évora”, de David de Morais. Capoulas Santos escolheu as obras “Da Toponímia de Évora – Século XV – Volume II”, de

Afonso de Carvalho, “Vida de Sebastião – Rei de Portugal”, de António Cândido Franco e “O Saque de Évora no Contexto da Guerra Peninsular – Memória, história e património”, de Fernando Martins e Francisco Vaz. O eurodeputado adquiriu também “As Elites de Évora ao Tempo da Dominação Filipina – Estratégias de controlo do poder local (1580-1640) “, de Rute Pardal, “Escravos e Senhores na Lisboa Quinhentista”, de Jorge Fonseca, e “A Tia Júlia e o Escrevedor”, de Mário Vargas Llosa. José Calixto, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, ofereceu a António Serrano, Capoulas Santos e Bravo Nico as publicações “Monsaraz - Reconstruir a Memória”,


Ano XVII I Nº. 443 I 14 de Abril de 2011

de Ana Paula Amendoeira, “As Pinturas Murais da Capela de São João Baptista em Monsaraz” e “Corpo de Salvação Publica - 75 anos dos Bombeiros Voluntários de Reguengos de Monsaraz”, estes dois últimos livros editados pelo Município de Reguengos de Monsaraz. António Serrano, Capoulas Santos e Bravo Nico seguiram depois para a CARMIM – Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz, onde participaram no almoço comemorativo do 40º aniversário desta instituição. Nesta cerimónia foi também inaugurado o novo pavilhão de engarrafamento. A Feira do Livro de Reguengos de Monsaraz decorreu na Praça da Liberdade entre os dias 25 de Março e 3 de Abril com a presença de 30 editoras. As vendas aumentaram 32 por cento comparativamente com o ano passado, com mais de 2.200 livros adquiridos e que correspondem a cerca de um terço das publicações expostas na

Feira do Livro. Espectáculos musicais e de dança, teatro, sarau literário, contadores de histórias, poesia e actividades para os alunos das escolas foram algumas das actividades que animaram o evento. José Calixto considera que a Feira do Livro foi “um êxito pois ultrapassámos o número de editoras e de publicações expostas em relação ao ano anterior, mas mais importante foi termos aumentado significativamente o número de livros vendidos, o que demonstra não só que vieram mais pessoas à feira mas também que o gosto pela leitura é cada vez maior”. O autarca participou igualmente no almoço comemorativo da CARMIM, onde referiu “a nossa cooperativa é aquela que, em termos nacionais, possui maior volume de projectos de investimento aprovados e este é o resultado da competência da gestão, do trabalho empenhado e dedicação de cerca de um milhar de agricultores reguenguenses que produzem dos melhores vinhos do mundo”.

Évora recebeu “Electric Tour” Évora acolheu, no dia 11 de Abril, a chegada do “Electric Tour”, projecto pioneiro a nível europeu promovido pela Peugeot Portugal e pela MOBI.E, entidade coordenadora da Rede de Mobilidade Eléctrica, que vai percorrer um total de 25 cidades do território nacional até dia 28 de Maio. A apresentação do primeiro roadshow de automóveis eléctricos em Portugal decorreu na presença do Secretário de Estado da Energia e da Inovação, prof. Carlos Zorrinho, do vice-presidente da Câmara Municipal de Évora, Engº. Manuel Melgão e do administrador da Peugeot Portugal, Pablo Puey. A redução de emissões, associada à utilização de alternativas sustentáveis de mobilidade, faz parte do estilo de vida de um futuro muito próximo. “Em 2020, 10% dos carros em Portugal terão de

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ser eléctricos. Somos líderes das energias renováveis e na mobilidade eléctrica e esta aposta permite entrar com energia limpa no quotidiano das pessoas”, referiu Carlos Zorrinho. Segundo o vice-presidente da Câmara Municipal de Évora, Engº. Manuel Melgão, a autarquia está receptiva a apoiar este projecto inovador. “Os municípios têm uma responsabilidade a cumprir em matéria de energia e a autarquia marca posição a este nível, pois estamos conscientes de que o veículo eléctrico existe para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”, refere. O “Electric Tour” pretende abrir os caminhos da mobilidade eléctrica a todos os cidadãos e empresas, de norte a sul do País, que aceitem o desafio de experimentar as vantagens do automóvel

eléctrico e de uma rede inteligente, ao serviço das pessoas e da sustentabilidade das cidades. Este inovador roadshow vai percorrer os 25 municípios que integram a fase piloto da rede para a mobilidade eléctrica, permanecendo dois dias em cada local, com automóveis Peugeot iOn para ensaio, de forma a criar uma experimentação real do automóvel eléctrico e das potencialidades da rede de carregamento. Cada cidade terá um percurso definido para o test drive e a experimentação do sistema de carregamento. As inscrições realizam-se no local do evento, onde os cidadãos podem contar com uma equipa de profissionais apta a prestar todas as informações necessárias. A rede MOBI.E é a única a nível mundial que permite, através de um único cartão, carregar o carro eléctrico, escolher o ponto de abastecimento que mais lhe convém, monitorizar o carregamento através do PC, telemóvel ou PDA e ainda pagar o

seu consumo eléctrico, o parqueamento ou outros serviços associados à mobilidade eléctrica. O roadshow “Electric Tour” estará a cargo do iOn, o primeiro automóvel zero emissões da Peugeot, que é simultaneamente porta estandarte da nova geração de carros 100% eléctricos, representando uma forte aposta da marca num conceito de mobilidade com futuro. Veículo urbano de eleição, o iOn permite viver a cidade de forma diferente e durável, sem ruídos, emissões, com custos de utilização muito baixos e inserindo se facilmente no trânsito, graças às acelerações rápidas e eficazes. Além do iOn, a Peugeot fará uma demonstração mais alargada do conceito de mobilidade eléctrica apresentando neste roadshow duas bicicletas eléctricas, que estarão igualmente disponíveis para ensaio. Estas “duas rodas” são o modelo E City Mixte Nexus 7 e recorrem a uma bateria de iões de lítio para uma autonomia até 90 km.

Rua Rodrigo da Cunha Ferreira, 10 7150 - 169 Borba Telefs: 268 890 375 / 475 Fax: 268 890 381

CONSULTAS CARDIOLOGIA Dr. José de Aguiar (Évora)

GASTRENTOLOGIA Dr. Paulo Maia (Portalegre)

CONSULTA DE DIABETES Dr. Pintão Antunes

ORTOPEDIA Dr.Mário Ramos

OTORRINOLARINGOLOGIA Dr. Alfonso Ambel (Badajoz)

PEDIATRIA Dr. Felix Romero Vivas, Dr. Manuel Escobar Bejarano e Dr. Francisco Ruiz Niñas (Complexo Infanta Cristina)

NUTRICIONISTA Dr. João Sampaio

PSIQUIATRIA Dr.Prata de Matos (Évora)

EXAMES RADIOLOGIA CONVENCIONAL ECOGRAFIA MAMOGRAFIA ECOCARDIOGRAFIA

ACORDOS CONVENÇÕES: ARS, ADSE, ADMG, PT-ACS, SSCGD, SAMS QUADROS, MÉDIS, ADVANCECARE

ACORDOS - COMPANHIAS DE SEGUROS (SEGUROS DE ACIDENTES) Médis Acidentes, Fidelidade-Mundial, Tranquilidade, Império-Bonança, Global, Rural, Lusitania, Europeia, Allianz, Royal Exchange,

ECODOPPER A CORES TAC DENSITOMETRIA ÓSSEA ENDOSCOPIA / COLONOSCOPIA

NUTRICIONISTA Dr. João Sampaio

CONSULTA DE DIABETES Dr. Pintão Antunes

RADIOLOGISTAS: Dr. António Lopes (Beja) / Dr. Francisco Mancha (Cáceres) / Dr. José Filipe (Beja) / Dr. Enrique Fernandez (Badajoz)

ORTOPEDIA Dr. Mário Ramos

ELECTROCARDIOGRAFIA CARDIOLOGISTA

MEDICINA DO TRABALHO

Dr. José de Aguiar (Évora)

ANÁLISES CLÍNICAS

Évoralabor


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Ano XVII I Nº. 443 I 14 de Abril de 2011

Camadas jovens CAMPEONATO DISTRITAL DE BENJAMINS - FASE FINAL 8ª Jornada - 09/Abril/2011

CAMPEONATO DISTRITAL DE SÉNIORES - DIVISÃO DE HONRA 23ª Jornada - 03/Abril/2011

Escouralense Sporting de Viana Portel Oriolenses Bencatelense Redondense Canaviais

0 4 2 2 1 1 2

0 0 0 1 0 1 1

Monte Trigo Giesteira Perolivense Calipolense Borbense Lusitano de Évora Santiago Maior

24ª Jornada - 17/Abril/2011

-

Giesteira Perolivense Calipolense Borbense Lusitano de Évora Santiago Maior Canaviais

Monte Trigo Sporting de Viana Portel Oriolenses Bencatelense Redondense Escouralense

Equipa 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

Redondense Lusitano de Évora Monte Trigo Calipolense Escouralense Sporting de Viana Oriolenses Portel Perolivense Borbense Canaviais Bencatelense Santiago Maior Giesteira

J

V

E

D

GM

GS

P

23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 23 22 22 21

18 17 13 12 10 9 10 8 9 7 7 6 5 0

3 5 8 1 6 6 3 6 2 6 4 4 1 1

2 1 2 10 7 8 10 9 12 10 12 12 16 20

68 58 48 35 29 28 51 38 17 32 24 21 18 8

13 12 12 41 21 23 29 30 41 36 36 46 43 92

57 56 47 37 36 33 33 30 29 27 25 22 16 1

Redondense e Sp. Viana do Alentejo na final da Taça Distrito de Évora

As equipas do Redondense e do Sporting de Viana do Alentejo vão disputar a final da Taça Distrito de Évora, ao vencerem os jogos das meias-finais. A equipa de Redondo recebeu o Oriolenses e ganhou pela margem mínima, com o golo apontado por Manuel do Carmo, dando sequência à excelente temporada que tem vindo a fazer no campeonato, onde continua líder após o empate no jogo decisivo diante do Lusitano de Évora. Já o Sporting de Viana do Alentejo venceu o Calipolense por 2-1, com um “bis” de André Garcia e o golo da equipa de Vila Viçosa a ser marcado por Farrola. A final irá disputar-se no dia 07 de Maio, no Estádio Sanches Miranda, equipamento desportivo do Juventude de Évora.

CAMPEONATO DISTRITAL DE SÉNIORES - 1ª DIVISÃO Lavre Luso Morense Aldeense Arcoense Arraiolense Outeiro Fazendas do Cortiço São Manços

4 1 2 6 0 2 2 1

0 1 1 1 2 1 3 1

Vera Cruz Alcaçovense Cabrela Santana do Campo CF Estremoz Corval Brotense Valenças

1 2 3 4 5 6 7 8 9

28ª Jornada - 17/Abril/2011

Vera Cruz Alcaçovense Cabrela Santana do Campo CF Estremoz Corval Brotense Valenças

-

Rosário Lavre Luso Morense Aldeense Arcoense Arraiolense Outeiro Fazendas do Cortiço

10 11 12 13 14 15 16 17

1 2 3 4 5 6

9ª Jornada - 16/Abril/2011

7

CF Estremoz B Borbense Juventude de Évora B Lusitano de Évora Bencatelense Bairro Santo António Foros de Vale Figueira Atlético Reguengos União de Montemor B Luso Morense SL Évora CF Estremoz Descansa: Alcaçovense

8 9 10 11 12 13

Equipa

J

V

E

D

GM

GS

P

Borbense Bencatelense Atlético Reguengos Foros de Vale Figueira Luso Morense Juventude de Évora B Lusitano de Évora B Estremoz B SL Évora Estremoz A Bairro Santo António Alcaçovense União Montemor B

8 6 7 6 7 8 6 7 8 7 7 7 8

8 6 5 4 4 4 3 3 3 2 1 0 0

0 0 0 1 0 0 2 1 0 1 1 0 0

0 0 2 1 3 4 1 3 5 4 5 7 8

62 34 31 21 25 23 23 24 18 17 12 18 7

10 11 22 11 26 26 14 18 30 28 26 46 47

24 18 15 13 12 12 11 10 9 7 4 0 0

14

Campo Municipal de Borba - Árbitro: Fernando Oliveira

Borbense

7

2

Lusitano Évora

Nélson Barros, Miguel Alegre, Duarte Ferreira, Luis Caldeira, Daniel Ferreira, João Lobo, João Generoso, Rafael Silva, Gonçalo Ferreira, André Bento, Rui de Sá, Nuno Rijo

Diogo Brazão, Manuel Rasga, Henrique Júlio, Nuno Figo, Gonçalo Pinto, Ricardo, Diogo Rebocho, Patinho, Lucas, Zé Miguel, Alex, Guilherme Henrique

Treinador:

Treinador: Dinis Zabumba

Libério Passinhas

Borbense muito mais forte!

Foto: www.forcaazulborbense.blogspot.com

27ª Jornada - 09/Abril/2011

Borbense 7 2 Lusitano de Évora B Juventude de Évora B 3 1 Bairro Santo António Bencatelense Foros de Vale Figueira Atlético de Reguengos 4 3 União de Montemor B Luso Morense 6 3 SL Évora CF Estremoz 5 3 Alcaçovense Descansa: CF Estremoz B

Equipa

J

V

E

D

GM

GS

P

CF Estremoz Lavre Arcoense Valenças Arraiolense São Manços Luso Morense Corval Fazendas do Cortiço Santana do Campo Cabrela Outeiro Aldeense Alcaçovense Rosário Brotense Vera Cruz

25 25 25 25 26 26 25 25 26 25 26 26 25 26 25 25 26

20 17 14 14 13 11 10 10 8 8 8 8 8 7 8 8 1

3 5 6 4 3 6 8 4 7 7 6 5 5 7 4 4 2

2 3 5 7 10 9 7 11 11 10 12 13 12 12 13 13 23

74 18 46 23 58 24 50 32 41 33 43 35 47 33 38 39 39 38 35 48 37 31 34 48 34 44 29 32 31 37 31 46 21 127

63 56 48 46 42 39 38 34 31 31 30 29 29 28 28 28 5

Equipas estremocenses venceram Nos jogos da 27ª jornada da 1ª Divisão Distrital de Évora, CF Estremoz e SC Arcoense venceram, com destaque para a goleada da equipa dos Arcos sobre o Santana do Campo. A equipa comandada por José Carlos Mourão deslocou-se a Arraiolos e venceu por 2-0, com golos de Soares e Pica, mantendo a longa caminhada a solo na liderança do campeonato. O Arcoense jogou em casa, e “esmagou” o Santana do Campo com seis golos, apontados por Pipoka (2), Luís Miguel (2), Siimão e Garcia, e um tento de honra dos visitantes. A equipa dirigida por Nélson Generoso ascendeu, assim, à terceira posição, beneficiando do empate do Valenças em São Manços. A outra equipa da Zona dos Mármores, o Rosário, descansou nesta jornada, caindo na tabela classificativa, já que Brotense, Alcaçovense e Outeiro pontuaram. Este fim-de-semana haverá derby na cidade de Estremoz, e o Rosário desloca-se ao terreno do “lanterna vermelha”.

A equipa “azul e branca” de Borba deu mais um passo importante rumo à conquista da Fase Final de Benjamins. O SC Borbense recebeu, no passado sábado, a (até então) melhor defesa da prova, e deu uma brilhante resposta. Até sábado, a equipa de Évora ainda não tinha perdido, e era a defesa menos batida, pelo que a vitória da equipa da casa acaba por ter um “sabor” muito mais especial. Este encontro, começou equilibrado, com Rafael a colocar a equipa em vantagem, vantagem que acabaria por ser quebrada com o empate por intermédio de Lucas, o melhor jogador da equipa de Évora. Já no segundo período, o mais produtivo, Rafael colocaria a equipa de Borba de novo em vantagem, para no minuto seguinte, Patinho repor a igualdade. Gonçalo, João Generoso e Rui Sá colocaram ponto final nas pretensões da equipa eborense. O terceiro período não trouxe qualquer alteração, mantendo-se o marcador com a vantagem caseira de 5-2. No quarto, e último período, André Bento e o insaciável Rafael, aumentaram a vantagem para a equipa da casa que, com esta vitória, se mantém intocável no topo da classificação somando por vitórias os jogos realizados. Sábado, a equipa de Borba volta a entrar em campo numa curta, mas não menos difícil, deslocação a Estremoz.

CAMPEONATO DISTRITAL DE INFANTIS - FASE FINAL 8ª Jornada - 09/Abril/2011

SL Évora 2 5 Lusitano de Évora 12 0 Redondense Juventude de Évora 3 8 Calipolense 6 1 Bairro Santo António 1 8 Afeiteira 2 4 Montoito 0 7

Juventude de Évora Monte Trigo Luso Morense Corval União de Montemor B Arraiolense Terena GDC Rio de Moinhos

9ª Jornada - 16/Abril/2011

SL Évora Monte Trigo Luso Morense Corval União de Montemor B Arraiolense Terena Juventude de Évora

Lusitano de Évora B Redondense Juventude de Évora B Calipolense Bairro Santo António Afeiteira Montoito GDC Rio de Moinhos

-

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Equipa

J

V

E

D

GM

GS

P

Arraiolense Juventude de Évora Lusitano de Évora B GDC Rio de Moinhos Calipolense Afeiteira Corval Redondense União de Montemor B SL Évora Terena Luso Morense Juventude de Évora B Bairro Santo António Monte Trigo Montoito

8 8 8 8 8 8 6 6 8 7 8 7 8 8 8 8

8 8 4 6 5 4 4 3 3 3 2 2 1 1 1 0

0 0 0 0 1 1 0 0 0 0 1 0 2 1 0 0

0 0 1 2 2 3 2 3 5 4 5 5 5 6 7 8

58 36 60 30 36 26 27 28 24 19 26 14 13 12 14 14

6 9 8 9 16 19 18 22 32 31 42 37 34 49 55 50

24 24 21 18 16 13 12 9 9 9 7 6 5 4 3 0

CAMPEONATO DISTRITAL DE JUVENIS 17ª Jornada - 09/Abril/2011

Arraiolense Canaviais Estrela Vendas Novas Terena Redondense

3 2 SL Évora 0 1 União de Montemor 3 0 Borbense 1 10 Juventude de Évora 0 3 Calipolense

18ª Jornada - 16/Abril/2011

SL Évora União de Montemor Borbense Juventude de Évora Calipolense

-

Lusitano de Évora Arraiolense Canaviais Estrela Vendas Novas Terena

- Oficina de chocalhos - Comércio de artesanato - artigos equestres e correaria - cadeiras alentejanas

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

Equipa

J

V

E

D

GM

GS

P

U. Montemor Estrela Vendas Novas Lusitano Évora Borbense Canaviais Juventude Évora Calipolense SL Évora Arraiolense Redondense Terena

16 16 15 15 15 15 15 16 15 16 16

13 13 12 8 7 6 4 4 3 1 0

2 1 2 2 3 4 4 3 1 6 0

1 2 1 5 5 5 7 9 11 9 16

71 6 50 11 77 9 51 19 31 18 43 26 21 30 19 33 15 55 14 43 10 152

41 40 38 26 24 22 16 15 10 9 0

Tel. 268 323 130 / 268 324 181/ 967 623 057 www.casagalileu.com.sapo.pt psimsim@hotmail.com Rua Victor Cordon, 16 7100 - 560 ESTREMOZ


Ano XVII I Nº. 443 I 14 de Abril de 2011

Campo Municipal de Borba - Árbitro: Luís Aires - Assistentes: Joaquim Marques e Paulo Moura

E. Vendas Novas

3

0

Borbenses participaram no Dragon Dream

Borbense

Fábio, Nuno (Ricardo Curto 77'), Ricardo, Oliveira, Ruben, Alcácer, Rui de Sá, Miguens (Eduardo 71'), Farolas (Diogo 40'), Marco, Bruno (Micael 41')

João Ferrão, Miguel (Duarte 40'), Brazão (Ganito 66'), Makoy, Luís Cachapa (Gabriel 63'), Felipe, Cachapela, Rui, Costa, Mauro (Vitor 22'), Pernas

Treinador:

Treinador: Luís Lobinho

Custódio Rodrigues

13

O sonho e a marca FC Porto atraíram 130 jovens da zona sul do País ao Estádio Sanches de Miranda, em Évora, na tarde do passado domingo 3 de Abril. Os candidatos a estrelas, atletas nascidos entre 1998 e 2001 e especialmente dispostos a mostrarem o que valem, participaram no Dragon Dream ao longo de toda a tarde de domingo. Oriundos do SC Borbense, Nelson Barros e João Generoso, estiveram presentes.

Borbense não passa em Vendas Novas Começamos este comentário pelo fim, pois acabou por ser triste o que se passou em Vendas Novas no final da tarde do passado sábado, com vários atletas da equipa da casa a quererem agredir um atleta do SC Borbense quando este abandonava o balneário. Foi evidente a falta de humildade destes jovens de Venda Novas, que ao longo do jogo reincidiram em provocações várias e perante a passividade dos dirigentes locais. Quanto ao jogo, vitória justa da equipa da casa que foi sempre superior à equipa “azul e branca”, numa tarde em que equipa de Borba nunca conseguiu impor o seu futebol e foi claramente superada pela equipa de Vendas Novas, uma semana depois de ter alcançado uma robusta vitória sobre o Terrena.

Maria Liliu brilhou no MegaSprinter e MegaSalto No passado fim-de-semana a cidade de Vendas Novas recebeu as finais nacionais MegaSprinter 2011, uma competição organizada pelo Gabinete Coordenador do Desporto Escolar do Ministério da Educação em parceria com a Federação Portuguesa de Atletismo. De realce para o Agrupamento de Escolas de Borba, e os resultados obtidos pela aluna Maria Liliu, do 7.º ano de escolaridade. Aquela aluna, atleta do escalão Infantis B - Feminino, sagrou-se Campeã Nacional de MegaSprint, tendo percorrido os 40 m em apenas 5,92 s. A mesma atleta, obteve a brilhante marca de 4,74 m no salto em comprimento, o que lhe valeu o 2.º lugar nacional no MegaSalto.

Torneios de Malha

CAMPEONATO DISTRITAL DE FUTSAL 20ª Jornada - 09/Abril/2011

Juventude Évora 4 4 GDC Nora 10 4 Barbus Futsal 4 2 SIM Morense 1 5 AJ Estremoz 6 4

C. Benfica Vendas Novas Cabeção Alcáçovas Almansor Évora Futsal

21ª Jornada - 30/Abril/2011

C. Benfica Vendas Novas Cabeção Alcáçovas Almansor Évora Futsal

-

GDC Nora Barbus Futsal SIM Morense AJ Estremoz Sporting Viana

Equipa 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

Sporting Viana Almansor Juventude Évora AJ Estremoz SIM Morense Évora Futsal Barbus Futsal C. Benfica Vendas Novas Alcáçovas GDC Nora Cabeção

J

V

E

D

GS

P

18 18 19 18 18 18 18 17 18 17 17

18 13 10 10 9 9 7 6 5 3 3

0 1 3 1 1 0 1 1 1 1 0

0 183 44 4 88 46 6 81 61 7 88 92 8 78 78 9 73 75 10 71 93 10 61 102 12 76 102 13 55 95 14 38 104

GM

54 40 33 31 28 27 22 19 16 10 9

No dia 3 de Abril, disputou-se em Vila Viçosa (Casa do Benfica) a 12.ª Prova do Troféu de Malha Inter-Associações da Zona dos Mármores, que contou com a participação de 16 equipas dos concelhos de Estremoz, Borba, Vila Viçosa, Arraiolos e Elvas, tendo-se apurado a seguinte classificação: 1. ª Equipa – Adérito Marino / João do Pomar da Casa da Cultura da Orada; 2.ª – João Catarino / João Gato da Casa da Cultura da Orada e 3.ª – Joaquim Vestias / Luís Borralho de A. D. C. de S. Domingos de Ana Loura – Estremoz. A prova foi organizada pelo Centro de Cultura e Desporto da Freguesia Matriz de Borba. A 13.ª prova disputa-se no próximo Domingo dia 17 de Abril em Vila Viçosa (Grupo Desportivo Bairrense), no Largo dos Capuchos, a partir das 10 horas.

Barbus Futsal vence Torneio da Páscoa em Montemor A equipa feminina do Barbus Futsal foi no sábado a Montemor-o-Novo participar no II Torneio da Páscoa organizado pelo Almansor Futsal Clube, e conseguiu ser o grande campeão de um Torneio de grande qualidade que tinha para além da equipa borbense e da equipa do Almansor que jogava em casa, o Miratejo, equipa que joga no distrital de Setúbal, e a Casa do Benfica de Évora, que foi a vice-campeã do campeonato distrital. No primeiro jogo do Torneio a equipa do Barbus Futsal defrontou a Casa do Benfica de Évora e depois de ter estado a perder, conseguiu uma grande recuperação com 2 golos de Laura e depois 2 golos de Júlia que fecharam o marcador em 4-3 e o respectivo apuramento para a final. No segundo jogo a equipa da casa defrontava as setubalenses, e num jogo muito equilibrado e emotivo até final, foram as da casa a ser mais fortes e a conseguirem vencer também por 4-3. Na grande final, a equipa do Barbus começou mais forte e adiantou-se por intermédio de Parreira, mas depois permitiu a reacção da equipa montemorense que empatou em cima do intervalo. Na segunda parte o Barbus pressionou mais e conseguiu fazer o segundo golo por intermédio de Beia, defendendo depois muito bem a vantagem até ao apito final do árbitro. Depois do campeonato ter terminado em Março, com a equipa do Barbus Futsal a alcançar um magnifico 3º lugar na sua época de estreia, as miúdas continuam a treinar e vão participando em vários Torneios. Este fim-de-semana foi em Montemor-o-Novo e no próximo dia 1 de Maio irão participar num Torneio em Campo Maior.

Inscrições no Ervideira Rali TT atingem as três dezenas A pouco menos de uma semana do fecho das inscrições, o Ervideira Rali TT contava já com cerca de três dezenas de inscritos. Organizada pela Sociedade Artística Reguenguense, a segunda jornada do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno tem como principal patrocinador a empresa que dá o nome à prova, a Adega Ervideira, e realiza-se este fim-de-semana. Dado o hábito tipicamente português de se “deixar tudo para a última hora”, a organização prevê que actual lista de inscritos cresça com a adesão de mais equipas, pilotos e montadas. Por muitos considerada como uma das melhores e mais carismáticas provas do TT nacional, o Ervideira Rali TT prepara-se para ser, novamente, um sucesso, num evento animado com a presença de alguns dos melhores pilotos nacionais da actualidade. Nesta altura contabilizam-se as presenças nas pistas desenhadas da zona de Reguengos dos pilotos Carlos Sousa e Miguel Barbosa, ambos em Mitsubishi Racing Lancer, naturalmente dois dos principais favoritos à vitória. Outro nome sempre a ter em conta nesta luta será o piloto Rui Sousa, mentor da equipa Prolama, que inscreve quatro carros, estando ele próprio ao volante da Isuzu D-Max. Vencedor-surpresa da última edição do Ervideira Rali TT, Lino Carapeta estará, também, presente em busca de um novo resultado de relevo.

CURIOSIDADE: Lei 2 - A bola Características e dimensões A bola: - é esférica - é feita de couro ou de outro material equivalente - tem uma circunferência de 70 cm no máximo e de 68 cm no mínimo - pesa no máximo 450 g e no mínimo 410 g no começo do jogo - tem uma pressão a 0,6 e 1,1 atmosferas (600 - 1100g/cm2) ao níveldo mar Substituição da bola defeituosa Se a bola rebenta ou se deforma no decurso do jogo: -o jogo será interrompido; - o jogo recomeça, com uma nova bola, por um lançamento de bola ao solo no local em que se encontrava a primeira bola no momento em que se deteriorou, a não ser que o jogo tivesse sido interrompido dentro da área de baliza, sendo neste caso o lançamento de bola ao solo feito sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola original se encontrava quando o jogo foi interrompido; Se a bola rebenta ou se deforma quando não está em jogo antes da execução dum pontapé de saída, pontapé de baliza, pontapé de canto, pontapé-livre, pontapé de grande penalidade ou dum lançamento da linha lateral: - o jogo recomeça em conformidade A bola não pode ser substituída durante o jogo sem a autorização do árbitro. Bolas suplementares Podem ser colocadas bolas suplementares em redor do terreno para serem utilizadas no decorrer do jogo, desde que satisfaçam as exigências estipuladas na Lei 2 e que a sua utilização seja controlada pelo árbitro. Outras bolas no terreno de jogo Se no decorrer do jogo uma segunda bola entrar no terreno de jogo, o árbitro só deve interromper a partida no caso da segunda bola interferir no jogo. Se o jogo for interrompido, deverá ser recomeçado com um lançamento de bola ao solo no local onde a bola de jogo se encontrava no momento da interrupção, salvo se foi interrompido dentro da área de baliza, caso em que o árbitro lançará a bola sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido. Se uma segunda bola entra no terreno de jogo durante a partida sem interferir no jogo, o árbitro mandará retirá-la o mais rapidamente possível. QUESTÃO 5: Quem deve fornecer as bolas para o jogo? R - R – É ao clube visitado que compete fornecer as bolas necessárias para o jogo, mas permite-se

que o clube visitante apresente no inicio do jogo uma bola para ser utilizada numa das partes do jogo. Para remeter alguma questão ou situação que gostava de ver esclarecida, basta enviar um email para godinho_vipi@hotmail.com.


14

Ano XVII I Nº. 443 I 14 de Abril de 2011

[Aconteceu em Borba há 100 anos]

Abril (2011): 4-Consta, que alguns rapazes da vizinha vila de Estremoz vão inscrever-se, no clube de futebol de Borba, que se encontra em fase de organização. Entretanto, a Direcção já solicitou à CMB a remoção do entulho, que se encontra depositado no campo de jogos. 5- O Director do semanário borbense O Regional deslocou-se a Lisboa para tratar de assuntos políticos mas, ao que parece, chegou de mãos vazias… 8-O Centro Democrático Cândido dos Reis tem a sua inauguração marcada para o próximo dia 1 de Maio, tendo-se já deslocado a Lisboa os dirigentes republicanos Alexandre Guerra e Luís Matias, a fim de procederem à aquisição do respectivo mobiliário. Os Srs. Governador Civil do Distrito de Évora e Estêvão Fernandes vão ser convidados para inaugurarem a referida sede política. 10- O mui Revº. Padre João Narciso Bacalhau, Pároco de S. Sebastião da Giesteira, esteve em Évora. 12-O Banco Eborense vende a herdade da Barroseira, situada, na freguesia de Santiago Rio de Moinhos, pertencente ao Sr. Guilherme Reynolds. 15-Cresce a discórdia entre os republicanos locais, porque um grupo honrado e sincero de jovens locais inviabilizou a nomeação do Director de O Regional e para o cargo de oficial do Registo Civil de Borba. 20- Projecta-se a deslocação da equipa de futebol de Borba a Badajoz em Maio próximo. 25- Parece, que um grupo de cavalheiros borbenses vai abrir um Centro Político no Rossio de Baixo. 28- O Diário do Governo publicou a nova divisão do Círculo Eleitoral de Évora para efeito da eleição da Assembleia Constituinte, ficando com sede na capital de distrito e em Estremoz. O concelho de Borba, conjuntamente com os de Mourão, Reguengos, Redondo, Alandroal, Vila Viçosa e Estremoz fica com sede, nesta última vila. E… Há 50 Anos (1961): 4-Alfredo Coelho Serrano, Intendente da Pecuária de Évora faz saber que é considerado infeccionado de Peste Suína Atípica vírus L (peste suína africana) o concelho de Borba e suspeito de infeccionado da mesma doença o concelho de Vila Viçosa, pelo que fica proibida a entrada e saída de suínos e de ovinos nos concelhos de Borba, Estremoz e Vila Viçosa, sem autorização expressa da Intendência da Pecuária de Évora. 9-Teve ligar a importante Feira da Pascoela, que se esperava ser muito concorrida, porque a C.M.B. reduziu para metade as taxas de ocupação de terrados e de entrada de gados. Tal não aconteceu, porque o certame foi muito prejudicado pela proibição de circulação de gado suíno dentro da área do concelho de Borba, devido ao foco infeccioso da peste suína africana. Por este mesmo motivo, as barracas da feira e a pista de automóveis instalada, no largo da feira, fizeram pouco negócio. - O SCB deslocou-se a Campo Maior, onde perdeu com o Sporting Clube Campomaiorense por 7-0. Ocorreram vários erros de arbitragem, a validação de dois golos ilegais e a expulsão de Conceição, no primeiro tempo, influenciaram negativamente o desempenho dos borbenses. 11-Na sede da Casa do Povo de Redondo, realizou-

se a primeira reunião de dirigentes das Casas do Povo dos concelhos de Borba, Estremoz e Redondo, num total de doze organismos. Presidiu aos trabalhos o Sr. Dr. Baptista da Silva, Vice-Presidente da Junta Central das Casas do Povo e estiveram ainda presentes o Delegado e o Subdelegado do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência e o assistente da Junta Central. Usaram da palavra todos os dirigentes para exporem os problemas de maior interesse, nomeadamente a necessidade de se instalarem postos clínicos devidamente apetrechados nas localidades mais afastadas das sedes de organismo, de se intensificarem os acordos com os Serviços Médicos da Federação das Caixas de Previdência, bem como a construção de casas para trabalhadores rurais, assistência medicamentosa e actividades recreativas e culturais. 12- O Sr. António Inácio Mouquinho, correspondente em Borba do Brados do Alentejo, esteve em Estremoz. 14- Foi acometido de congestão o comerciante Sr. José Lopes Pereira, casado, de 63 anos de idade, natural de Carvoeiro, concelho de Mação. 16-Foi pobre de técnica o encontro de futebol ocorrido, no Campo de Jogos de Borba, entre as equipas do SCB e do Sport Lisboa e Évora, favorável por 6-0 aos locais. O resultado poderia ter sido mais numeroso para os borbenses, caso tivessem aproveitado com mais perícia o forte ventont: que se fez sentir em seu favor na segunda parte. 18- Faleceu o Sr. José Lopes Pereira, que foi comerciante, em Borba, durante muitos anos, sendo sócio da firma João Lopes Pereira & Sobrinhos, Sucessores, Lda. Deixa viúva a Srª. D. Antónia Vicência Dias Pereira. 20- Brevemente, vai ser inaugurada uma estante com livros do saudoso poeta borbense Humberto Silveira Fernandes, na Biblioteca Florbela Espanca de Vila Viçosa, que foi fundada pelo Sr. José Nunes Correia. Numa troca de impressões havida entre o instituidor e o Sr. António Inácio Mouquinho foi sugerida a criação de uma Biblioteca Pública, em Borba, para a qual a sua congénere calipolense daria todo o seu auxílio, em termos de organização. 23- O SCB deslocou-se a Portalegre para disputar a última partida do Campeonato Regional de zona da III Divisão com o Desportivo, tendo perdido por 10-0. O grupo desportivo local ficou posicionado no 5º lugar da tabela, em igualdade de pontos com o terceiro classificado. 25- Os Srs. Manuel Joaquim Canhão, Raul Augusto Cavaca, José Manuel Consolado Bacalhau e Sebastião José Carona Ricardo, membros da Comissão Organizadora do Café-Restaurante, a construir em Borba, agradecem publicamente ao Sr. Governador Civil do Distrito e seu Secretário Sr. Dr. António Cartaxo, ao Prof. Doutor José Francisco Ramos e Costa, ao Engº. Rogério Augusto Cavaca e muito especialmente ao Sr. Dr. Humberto Fernandes, pela influência exercida de se levantar o embargo à edificação do referido empreendimento, na obrigação da reformulação do seu projecto. Este acaba de ser confiado ao Sr. Serafim Maurício Sapatinha, cuja conhecida competência demonstrada em inúmeros trabalhos locais por si executados, constituirá garantia de integração do novo edifício, dentro da recomendada adaptação à envolvência do ambiente regional. 26- Em reunião alargada, que aconteceu nos Paços do Concelho de Borba, foi preparado o programa da chegada ao concelho das Relíquias do Santo Condestável Frei Nuno de Santa Maria,

que andam em peregrinação pelo país. A data prevista é o próximo dia 27 de Maio. -Mário Silva, Engº. Chefe da 2ª. Repartição da Direcção-Geral dos Combustíveis faz saber, que a Sociedade Nacional de Petróleos (SONAP) pretende obter licença para uma instalação de armazenagem para revenda de gasolina e de gasóleo com a capacidade aproximada de 10.000 litros, sita em Borba, na Av. Dr. Oliveira Salazar, Estrada Nacional nº. 4, freguesia da Matriz, concelho de Borba, com os inconvenientes de mau cheiro, perigo de incêndio, explosão, derrames e emanações nocivas e, em conformidade com a lei,

convida todas as entidades singulares e colectivas a apresentar, por escrito, reclamações no prazo de vinte dias, a partir desta data. 27-Partiu para Lisboa, onde permaneceu uma semana, a Srª. D. Matilde Costa, proprietária do salão de cabeleireira, em Borba. Na capital, assistiu à demonstração de penteados organizada pela “Wella”, no Hotel Ritz, sob a rubrica “Sinfonia de cor e penteado” e frequentou o curso organizado por aquela firma. João Azaruja

[Saúde] Alergias... A manifestação de alguns sintomas, num determinado período do ano, caracteriza as chamadas alergias sazonais. Este termo é, muitas vezes, usado como sinónimo de alergia a pólenes, também denominada polinose, ou, mais vulgarmente, febre dos fenos. Quanto aos alergénios como os ácaros do pó, são responsáveis por alergias perenes, ou seja, que ocorrem durante todo o ano. Apesar de haver pólenes no ar atmosférico durante todo o ano, é na Primavera que as concentrações são mais elevadas. O Boletim Polínico efectua a divulgação semanal sobre os níveis de pólenes existentes no ar atmosférico. Esta é uma informação disponibilizada pela Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), obtida através da leitura de vários postos que fazem uma recolha contínua dos pólenes, em várias regiões do País. Para esta semana, com a melhoria das condições meteorológicas, prevêem-se concentrações elevadas de pólen no ar em todo o

Continente, sendo os níveis muito elevados no Sul do País, e concentrações moderadas a elevadas nos arquipélagos dos Açores e da Madeira. O alerta vai particularmente para o pólen de alfavaca (em especial na região da Estremadura) e para os pólenes de árvores: carvalhos, plátano, pinheiros e cedros. O pólen de gramíneas aumenta também a sua expressão, com tendência para subida dos níveis nas próximas semanas. Também a oliveira inicia o seu período principal de polinização, podendo surgir alguns grãos deste pólen em especial no Sul do País. No Alentejo, esperam-se níveis muito elevados de pólen atmosférico, com predomínio dos pólenes de azinheira, plátano, cipreste, erva azeda, alfavaca e gramíneas, sendo esperadas concentrações elevadas para os pólenes de azinheira e plátano, concentrações moderadas para o pólen de erva azeda, concentrações baixas a moderadas para os pólenes de cipreste e baixas concentrações para os pólenes de gramíneas e alfavaca.

Calendário Polínico Região Alentejo

SPAIC (Sociedade Portuguesa de Alergologia e imunologia Clínica)


Ano XVII I Nº. 443 I 14 de Abril de 2011

[Ocorrências]

[Opinião] Democracia sem alma No próximo dia 25 de Abril de 2011, a chamada Revolução de Abril faz 37 anos; trinta e sete anos depois que balanço? Na minha modéstia opinião o balanço é fracamente negativo. Claro que parece fácil a afirmação sobretudo se tivermos presente a situação actual do país que entrou no labirinto de onde não vai ser nada fácil encontrar a saída. Para chegarmos aqui a este labirinto, governantes e governados, cometeram erros cujas verdadeiras repercussões se fazem agora sentir e, claro com ampliação dramática da situação económica internacional, a crise portuguesa assume um contexto critico, sobretudo quando se assiste a uma guerra de desenfreada pelo poder, protagonizada sobretudo pelo partido Socialista e Social Democrata com consequências imprevisíveis para o futuro de Portugal. Curiosamente os partidos que comandaram o poder pós 25 de Abril. São eles as personagens centrais do drama que se abateu sobretudo nos pobres e na classe média. Se tal não fosse já uma tragédia politica, ela ainda se reforça mais com um Presidente da Republica vingativo e oportunista que se esqueceu que foi eleito para ser presidente de Portugal e não de uma elite partidária. O silêncio pode ser de oiro, mas aqui o silêncio revelou uma cumplicidade que me parece evidente: empurrou o país para umas eleições perfeitamente inúteis que não vão resolver nenhum verdadeiro problema deste país. Os milhões que vão ser lançados à rua poderiam servir por exemplo, para melhorar a vida de centenas de milhares de pensionistas que vivem com pouco mais de trezentos euros!!! Dos tubarões do PS e PSD, que dominam a sociedade de cima para baixo e de baixo para cima, passando pelos comunistas e «bloquistas» no seu constante boda abaixo, que opções têm este Povo num acto eleitoral? A retórica politica que diariamente nos entra pela casa dentro, deixa-nos quase loucos porque eles falam da crise mas não sabem, nem nunca saberão o que é verdadeiramente uma crise.!! A crise de que eles falam num léxico que escapa à maioria dos portugueses, assenta sobretudo nos grandes interesses económicos aonde obviamente eles também têm os seus interesses pessoais. Atente-se nas empresas públicas e facilmente se conclui pelo clientelismo político (um dos maiores cancros da nossa democracia), as pessoas não são escolhidas para os cargos pela sua competência, mas sim pela sua cor politica e pior ainda, ganhando rios de dinheiros pagos pelos nossos impostos. Depois neste reinado do luxo e exibicionismo, impera a incompetência e a irresponsabilidade; deixar que umas dezenas roubem desalmadamente, para depois ser o Povo a pagar a incompetência e a irresponsabilidade (veja-se o BPN) que moral tem estes políticos em pedir sacrifícios a quem vive dos rendimentos do seu trabalho? Se a democracia é o sistema do Povo e para o Povo, porque se governa tanto contra ele? Porque se deixam impunes os grandes interesses económicos e se esmaga os oprimidos? Eles enchem a boca de Povo mas ligam tão pouco ao Povo que urge varrer uma

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classe que está cada vez mais rica, contrastante a uma classe media crucificada no altar das dívidas!!! O salário dos pobres é o único meio honesto de sobrevivência, não nos obriguem a ir para rua roubar o que infelizmente parece começar a acontecer.!!!! De rostos fechados e sérios, afirmam que são medidas corajosas tento em vista a defesa do país...Cortar nos salários sobretudo dos que apenas tem esse recurso, não me parece ser uma medida seria sobretudo quando o estado esbanja ao seu pelo prazer o dinheiro dos contribuintes: porque se muda de frota de automóveis? Porque se muda de mobiliário? Porque se tão tantas mordomias à classe dirigente? Porque se teima em continuar fabricando fundações que apenas servem para enterrar recursos e dinheiro dos contribuintes? Porque se teima em obras megalómanas que hipotecam o futuro dos nossos filhos? Porque se teima em fazer da política uma garantia vitalícia? Meus pais nasceram pobres e trabalharam uma vida inteira e desgraçadamente morreram pobres...Hoje os políticos podem ter nascido pobres, mas por capricho da democracia, vivem em mordomias servindo-se do país e não o país deles! Tanto se condena Salazar, mas aqueles que o condenam deveriam pelo menos uma vez seguir o seu exemplo: servir o país e não servir-se do país. É de uma irresponsabilidade descomunal levar o país para umas eleições que na minha modéstia opinião, não resolve coisa absolutamente nenhuma e aonde se vão gastar recursos que tanta falta nos fazem. Esta é a prova mais que provada que estes políticos não pensam minimamente nos interesses do país, mas sim nos seus próprios interesses. Ganham eles, perde o país em prestigio, em credibilidade e sobretudo perde a alma, vergado ao domínio estrangeiro aonde reina apenas e só, capital pelo capital, sendo o drama das pessoas mera performance.

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Guarda Nacional Republicana Ocorrências nos concelhos de Estremoz, Borba, Arraiolos; Mora e Vimieiro. No Período de 28 de Março a 10 de Abril de 2011.

Acidentes de Trânsito – Neste período ocorreram: 5 em Arraiolos; 2 em Mora; 1 em Estremoz; 1 em Pavia, 2 em Borba. Dos quais resultaram danos materiais nos veículos e dois feridos ligeiros. Furtos – Furto de 2.000 litros de gasóleo e diversos artigos, em Estremoz, no valor de 4000 euros. Furto de correspondência e dano em caixa de correio em Estremoz, no valor de 10 euros. Furto interior de veículo de cheques e documentos em Estremoz, no valor de 250 euros; Furto de 400 metros de cabo eléctrico de um pivot de rega, em Mora, no valor de 2.200 euros. Furto em farmácia de um computador e dinheiro em Vimeiro, no valor de 2.348 euros. Furto interior de veículo e diversos artigos, em Arraiolos, no valor de 620 euros. Furto interior de veículo de documentos e diversos artigos, em Arraiolos, valor não indicado. Furto interior de anexo de Monte de doze baterias em Pavia, valor de 4.650 euros. Outras Denúncias – Posto de Borba – 1 Crime de violência doméstica, 1 Crime de ameaças. Posto de Mora, 1 Crime de injúrias, 1 Crime de ofensas à integridade física simples. Posto de Pavia – 1 Crimes de injúrias. Posto de Arraiolos – 1 Crime de ofensas à integridade física simples. Posto de Borba, 1 Crime de ofensas à integridade física simples. Detenções (em flagrante delito e por mandado judicial) Posto de Arraiolos deteve cidadão Português, maior de idade, por condução de veículo automóvel em estado de embriaguês acusando Joaquim Henrique Coimbra Rodrigo uma TAS de 1,67 g/l álcool no sangue. Posto de Arraiolos deteve cidadão português, maior de idade, por condução de veículo a motor sem habilitação legal. Posto de Arraiolos deteve cidadão português, maior de idade em cumprimento de mandado judicial, o mesmo foi presente Tribunal competente para realização de diligências de inquérito. Posto de Vimieiro deteve cidadão português, maior de idade em cumprimento de mandado judicial, o mesmo foi presente Tribunal competente para realização de diligências de inquérito. Posto e Estremoz deteve em flagrante delito três indivíduos do sexo masculino, maiores de idade, nacionalidade portuguesa, por furto em sucateira de motores eléctricos. Posto de Estremoz deteve indivíduo sexo masculino maior de idade, por condução de veículo automóvel em estado de embriaguês acusando uma TAS de 1,42 g/l álcool no sangue. Outros – Posto de Arraiolos identificou e constituiu arguidos elaborando respectivos autos de notícia contra sete indivíduos sexo masculino, maiores de idade, por suspeita de furto de cobre. Posto do Vimieiro elaborou auto de notícia para tribunal contra cidadão português, maior de idade, por conduzir veículo automóvel em estado de embriaguês após exames toxicológicos ao sangue no IML acusou uma TAS de 1.90 g/l álcool no sangue. Posto de Mora registou uma tentativa de furto em caixa ATM pelo que levantou auto de notícia para Tribunal contra um indivíduo do sexo masculino, maior de idade cidadão de nacionalidade espanhola. Posto de Mora registou levantou auto de notícia para Tribunal contra um indivíduo do sexo masculino, maior de idade cidadão de nacionalidade portuguesa por posse ilegal de arma de caça.


Agenda CINEMA Estremoz - Teatro Bernardim Ribeiro O amor é o melhor remédio (M/12) 14 de Abril – 21.30h Realizador: Edward Zwick Com: Jake Gyllenhaal, Anne Hathaway, Oliver Platt, Hank Azaria Elvas - Auditório São Mateus Cisne Negro (M/12) 14 e 15 de Abril – 21.30h Realizador: Darren Aronofsky Com: Natalie Portman, Vincent Cassel, Mila Kunis, Ksenia Solo, Toby Hemingway, Winona Ryder Vila Viçosa - Cine-Teatro Florbela Espanca O Dilema (M/12) 15 de Abril – 21.30h Realizador: Ron Howard Com: Vince Vaughn, Kevin James, Jennifer Connely, Winona Ryder

MÚSICA Redondo – "Tributo de Ary a Zeca" Coliseu de Redondo – 24 de Abril Tributo de Ary a Zeca é um espectáculo de homenagem aos grandes autores e compositores de Abril. Em particular, pelo tributo que junta o grande poeta da liberdade ao grande mestre da música portuguesa. Com Miguel Braga (piano), Ná Ná Sousa Dias (saxofones), Zé Carvalho (voz), Leandro Yeam (bateria) e Zé Lima (contrabaixo e baixo eléctrico). Estremoz – “Música da Semana Santa - recital de órgão e cravo” Igreja de São Francisco – 16 de Abril

Neste período de celebrações da Semana Santa, a Igreja de São Francisco recebe um recital de música alusiva a esta época, interpretado pelo estremocense Rafael Reis, no órgão barroco, e pela italiana Patrizia Giliberti, no cravo.

EXPOSIÇÕES Estremoz – “Testemunhos d'Água” Posto de Turismo - de 16 de Abril a 15 de Maio Integrada nas comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (18 de Abril), a que o ICOMOS decidiu atribuir como tema a relação “Água: Cultura e Património”, terá lugar no próximo dia 16 de Abril, no Posto de Turismo/ Casa de Estremoz, a inauguração da Exposição “Testemunhos d’ Água”.

DIVERSOS Estremoz – “Estremoz Bike” 17 de Abril Com organização da Câmara Municipal de Estremoz, Regimento de Cavalaria nº 3, Sobe e Desce Team e Rota d'Ossa, este novo evento nasce da junção da Maratona de BTT e diversas actividades físicas desportivas para toda a família, tendo em comum as bicicletas Vila Viçosa – “Água - Cultura e património” 18 de Abril No quadro desta colaboração, Vila Viçosa vai ser palco, no dia 18 de Abril de 2011, de um conjunto de actividades que assumirão as seguintes vertentes propulsoras: visitas guiadas; actividades dirigidas aos alunos dos estabelecimentos de educação e ensino do município de Vila Viçosa; um programa na Rádio Campanário, subordinado ao tema “Encontros com o Património Calipolense”, que contará com a presença de reputados especialistas. O objectivo é o de sensibilizar o público para a diversidade do património pétreo e hídrico e para a importância da sua salvaguarda, assim como lançar o tema “A Água e a Pedra”, numa relação multidisciplinar e integradora entre a vila e estes recursos patrimoniais. Borba – “Europa anda pelo Alentejo na BrincadeiraMóvel” Largo da Fonte das Bicas – 21 de Abril, das 10 às 19 horas Jogos europeus (futebol), trivial europeu, culinária europeia, leitura (autores europeus), fotografia (olhar ao local em volta), e informática (pesquisa europeia).


Terras Brancas nº 443  

Terras Brancas nº 443

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