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Os erros podem ser assinalados de diversas maneiras: •

sublinhando-os, que apenas localiza os erros;

utilizando um código (que indica o tipo de erro) previamente acordado com os alunos ou simplesmente criado pelo professor e transmitido aos alunos logo no início do ano. Esse código é posto à margem do texto, o que permite ao aluno avaliar melhor o que produziu. É uma perspectiva muito mais positiva, construtiva e estimulante;

sublinhando e usando o código em simultâneo, para facilitar ao aluno a localização exacta do erro, não lhe deixando dúvidas no caso de erros mais graves, por exemplo. Esta terceira variante é uma estratégia de reforço, que deve ser usada de início, até os alunos se habituarem ao sistema, mas que deve ser retirada gradualmente.

Se optarmos por não sublinhar o erro, significa que pretendemos que seja o aluno a encontrá--lo, obrigando-o assim a uma maior concentração, da qual esperamos certamente retirar pelo menos um dividendo − a eliminação mais rápida e 'definitiva' do erro.

A forma de assinalar é puramente pessoal. Podemos, inclusivamente, fazer as nossas experiências e tirar as nossas conclusões. São muitos os símbolos possíveis. Mas quanto mais simples, melhor, para não complicar o trabalho de autocorrecção. Exemplos: t: tense

vf: verb form

ag: agreement

wo: word order

sp: spelling

art: article

subj: subject

d subj: double subject

x (circled): something missing

?: I don't understand

≡ (triple underline): serious mistake

∼ (wavy underline): acceptable, but...

wo

I like very much reading.

ag

People is always....

vf

Pete have a fabulous motorbike.

d subj

Running it is very good for the health.

Convém usar sempre o mesmo símbolo para o mesmo tipo de erro, caso contrário, gera-se uma grande confusão.

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Reflexões sobre a problemática do erro  

Trabalho pesquisado e escrito em 1995, mas só agora (Out10) publicado por mim

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