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NÚMERO - 4 Coordenação: Helena Chrystello; Isabel Guedes; Mónica Santos; Telmo Nunes.

gazetadamaia@ebimaia.net

Abril de 2011 Com a participação de: alunos do Clube de Jornalismo; Ebi da Maia .

10º Aniversário da EBI DA MAIA

Impressão: Coingra

Tiragem: 300 exemplares

À Descoberta da BE/CRE Procedeu-se, no passado dia 28 de Março, à entrega do prémio do concurso “À Descoberta da BE/CRE”, à aluna Daniela Silva da turma A do sexto ano de escolaridade. A entrega foi efectuada pela Coordenadora da Biblioteca Escolar, professora Luzia Mota, e estiveram presentes não apenas os restantes colegas de turma, como também toda a equipa de coordenação da Biblioteca Escolar, o seu director de turma e os representantes do Conselho Executivo. À Daniela, os nossos parabéns, extensíveis a todos os outros participantes no concurso.

Professor

Página - 2

Pedro Teixeira EXPOSIÇÃO ETNOGRÁFICA Página - 3

Estivemos à conversa com...

Dr. Ricardo Silva Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande A Gazeta da EBI da Maia foi conversar com o sr. Presidente da Câmara da Ribeira Grande, que nos respondeu a todas as questões sobre o 10º aniversário da Unidade Orgânica, serviço de transportes, apoios sociais, escola nova e muito mais.

“O TEMPO DOS NOSSOS AVÓS”

Página - 4


2 - Gazeta da EBI da Maia

EDITORIAL

A

instituição Escola, mais do que qualquer outra, é a base de qualquer sociedade moderna, desenvolvida ou em vias de desenvolvimento. É o garante do progresso que se pretende sustentável, é o meio de se alcançar o aperfeiçoamento global a todos os níveis. Ela terá obrigação de se adequar às realidades de cada região, deve ser específica, singular, sem que deixe jamais descurar o estudo do global. Negligenciar tal conhecimento seria privar os aprendentes de assimilar a ciência que os antecede, o que acarretaria, sem dúvida, imensuráveis mazelas no contínuo processo de aprendizagem dos indivíduos. O ensino voltado à realidade envolvente possui também enormes vantagens, há uma maior proximidade com tudo aquilo que se estuda e, logo, a motivação para apreender será muito maior, o que resultará em aprendizagens consolidadas que, em última análise, permitirão uma melhor aplicação de conhecimentos em termos futuros. A aprendizagem escolar já não é um caminho único por onde todos os alunos, todos os aprendizes deverão caminhar. Não, a Escola mudou. Ramificou-se. Hoje em dia, a escola deve procurar adaptar-se ao aluno, à realidade da “matéria-prima” que tem pela frente, às vivências que cada um traz para dentro da sala de aula. Se antes o professor tinha à sua frente um conjunto de seres com formações idênticas, com antecedentes académicos similares, hoje isso já não acontece. Raras são as turmas que não tenham, pelo menos, um elemento com um percurso escolar desviante do considerado normal. Aliás, dadas as mutações a que a Escola tem sido sujeita, o que será um percurso escolar normal? A Escola quer-se, hoje, inclusiva. Sim, todas as crianças e jovens devem hoje estar na escola e, na realidade, é isso que vai acontecendo na maioria dos estabelecimentos de ensino portugueses, quanto mais não seja porque essa é norma para se receber o Rendimento Social de Inserção. A escola é tida

como a “tábua de salvação” para todos. Para aqueles que realmente fazem uso dela e a aplicam nas suas vidas quotidianas, mas também para os outros, os que só lá aparecem porque nada mais têm de interessante para fazer ou seja, a escola é hoje um espaço para alunos e para vadios, é um local de culto, mas também um aprazível espaço de recreio e vícios. Não quero deixar transparecer a ideia de que sou contra esta noção de escola inclusiva. Não sou mesmo! Abençoado sistema educativo que consiga albergar e dar resposta às necessidades da totalidade de jovens em idade escolar. O que me importuna nesta ideia de total inclusão dos alunos na escola é a ausência de respostas que a própria escola disponibiliza aos discentes. Escola para todos? – Assim seja, mas torna-se imperioso saber e conseguir mantê-los dentro “daquelas quatro paredes” com as devidas condições, e não me refiro a condições físicas, refiro-me, antes, a respostas às aspirações de cada aluno. Não é fácil, mas enquanto os responsáveis pela actual administração educativa se mantiverem inertes diante desta realidade, perante esta lacuna, nada vai melhorar nos índices de escolaridade. Por mais que se premeie e pratique o facilitismo, como se tem vindo a praticar, em nome duma subida nos rankings europeus de escolaridade, a realidade não poderá ser ocultada para sempre e os défices de aprendizagem virão, mais cedo ou mais tarde, à face da realidade. Em anos idos, um aluno que não conseguisse atingir determinadas competências ficava retido e repetia-as, para dessa forma as assimilar e assim alicerçar convenientemente o seu conhecimento. Agora, esse mesmo aluno transita para o ano seguinte e espera-se dele um manifesto incremento de vontade, estudo, dedicação e empenho para colmatar as dificuldades evidenciadas anteriormente. Isto porque a Escola é inclusiva, é para todos! É para todos, mas não é fácil! Há que estudar, há um determinado nível de esforço a desenvolver e, se isso não acontecer, não é salutar que o

aluno avance, pois irá pôr em risco a sua formação integral enquanto indivíduo. Desta forma a Escola estaria, realmente, a prestar-lhe um bom serviço, estaria a olhar e a defender os seus interesses, estaria a desenvolver convenientemente um futuro cidadão. A escola inclusiva não tem necessariamente de ser um albergue onde vão todos os indivíduos, até porque está mais do que provado que dessa forma não funciona. Eles podem muito bem buscar a sua instrução noutros espaços que trabalhem directa ou indirectamente sob a alçada da Escola propriamente dita. Está mais do que experimentado que a noção de Escola que todos temos não responde, nem nunca irá responder, a todas as necessidades de todos os aprendentes, mas pode e deve, desempenhar um papel fundamental na busca dessas mesmas ânsias. Se concordarmos que, realmente, a escola deve ser um espaço adaptado à sociedade que a acolhe, se acharmos que será vantajoso o ensino a partir da realidade próxima, então, também teremos de exigir uma escola que saiba e tenha capacidade de responder às necessidades de cada aprendente isoladamente. Se a Escola se deve adaptar às várias realidades existentes, por que não fazê-lo às realidades de cada aluno? É utópico, eu sei! Mas se não ambicionarmos o ideal, vamos almejar o quê? Aquilo que, hoje, nos é dado é muito pouco, logo cabe-nos a nós a exigência, é nossa competência pôr cobro a esta situação tão aflitiva e provar que novos caminhos são possíveis, que novas realidades são exequíveis. É possível uma escola melhor! Telmo Nunes

CANTAR ÀS ESTRELAS PELAS RUAS DA RIBEIRA GRANDE No passado dia um de Fevereiro, e como já é hábito, a EBI da Maia esteve representada no tradicional “Cantar às Estrelas”, realizado pelas ruas da cidade da Ribeira Grande. Muitos foram os grupos participantes e, tal como todos os outros, também no nosso reinou a boa-disposição e a dedicação à “Senhora da Estrela”. O “Nosso Cantar”, há muito escrito pela senhora professora Glória de Sá, ecoou bem alto pela principal artéria desta cidade da costa Norte de São Miguel por onde alunos, docentes e não docentes desfilaram, cantaram e encantaram, ajudando, desta forma, a perpetuar esta bela tradição. Alunas do Clube de Jornalismo Momentos marcantes: Vinda para os Açores

Pessoas especiais: Nome completo:

Os pais, o irmão e sobrinhos

Pedro Miguel Gonçalves Teixeira

Viagem de sonho:

Data de nascimento:

Austrália

25/06/1977

Mensagem aos leitores:

Clube favorito:

Mexam-se pela vossa saúde!

Futebol Clube do Porto

O que o levou a ser professor?

Prato favorito:

Gosto de praticar desporto e pela motivação dada pelos outros professores

Leitão assado


Gazeta da EBI da Maia - 3

À conversa com o Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Dr. Ricardo Silva No presente ano lectivo, comemora-se o 10º aniversário desta EBI. Que balanço faz sobre esta década? Antes de mais, e em nome do Município da Ribeira Grande, parabéns à escola da Maia e a toda a sua comunidade pela qualidade e jovialidade da sua acção! O nascimento deste pólo educativo na zona nascente do Concelho foi uma conquista de grande valor para toda a nossa população. De facto, durante muitos anos, o ensino, tal como o queríamos – acessível e de qualidade para todos – não era uma realidade. Os alunos das ditas freguesias do «norte» tinham horários mais rígidos e mais cansativos que os demais, uma vez que estavam muito mais condicionados pelo horário dos autocarros que os transportavam para o centro do Concelho. Assim, com a EBI da Maia (e com a unidade EB 2,3 da Maia) a tornar-se realidade houve uma nova perspectiva de esperança, de equidade, de qualidade e de verdadeiro provimento do Bem Comum que é a Educação.

Que comentário lhe apraz fazer relativamente ao serviço prestado pela EBI da Maia à comunidade do concelho da Ribeira Grande nestes últimos dez anos? A EBI da Maia é, indubitavelmente, uma escola de qualidade! É uma instituição de referência no seio da comunidade onde se insere e que aposta sempre no retorno a esta mesma comunidade. De facto, este caminho de verdadeira inserção social torna esta instituição num pólo congregador de ensino, de aprendizagens, de elevação de todos, naquele que é o apanágio de um verdadeiro serviço público.

Para quando o alargamento das instalações da Escola Básica 2, 3 da Maia? A necessidade de se proceder a obras de ampliação da EB 2, 3 da Maia é um facto. Esta será, sem dúvida, uma obra importante e necessária que tornará esta escola num centro com maiores e melhores condições para albergar toda a sua comunidade educativa. Sendo uma obra a cargo do Governo Regional dos Açores, é do nosso conhecimento que será realizada num prazo de proximidade e, para tal, a Câmara Municipal tem exercido toda a sua influência no sentido de se tornar, a breve trecho, uma realidade.

Que equipamentos pode a comunidade educativa esperar dessas novas infra-estruturas? A escola terá outros espaços físicos que responderão às necessidades agora sentidas e ficará, decerto, munida de recursos logísticos que concorrerão para o optimizar dos seus recursos humanos e da aplicação dos seus currículos e planos de estudo.

À margem das obras planeadas na EB 2, 3, existe algum projecto que vise a melhoria e/ou substituição dos edifícios que albergam os alunos do 1º ciclo e do pré-escolar? Os edifícios que albergam o ensino pré-escolar e o 1º ciclo são infraestruturas camarárias que, durante anos, se viram votadas ao abandono. A tal facto acresce a própria idade da maioria destes edifícios (inseridos no Plano de Centenários de então). Assim sendo, e com o intuito de prover um ensino de qualidade (que passa, também ele, pelas condições físicas de qualquer escola), a Câmara Municipal da Ribeira Grande tem trabalhado de forma estreita e assertiva com os órgãos de gestão de cada área escolar, de forma a responder da maneira mais célere possível às necessidades e às pequenas intervenções que estes edifícios têm sofrido. Todavia, a Câmara Municipal da Ribeira tem, ainda, investido em obras de grande envergadura e remodelação, de que são exemplos as escolas de S. Brás e do Porto Formoso.

Sendo o consumo de substâncias ilícitas uma realidade nas escolas do nosso concelho, que medidas poderá tomar a Câmara Municipal no sentido de apoiar socialmente não apenas os alunos, como também as respectivas famílias? O consumo de substâncias ilícitas tem sido encarado com grande preocupação pela Câmara Municipal da Ribeira Grande, assim como pelas diferentes entidades governamentais. É importante referir que a Câmara Municipal da Ribeira Grande foi a primeira autarquia na Região a elaborar e a implementar um Plano Municipal de Combate às Toxicodependências que estipula os eixos de acção deste combate e operacionaliza acções consequentes nesta luta. Uma luta que é de todos porque a todos nos afecta! Assim sendo, a Câmara também celebrou um protocolo com a associação ARRISCA de forma a providenciar um tratamento mais personalizado, assíduo e de proximidade a todos quantos queiram sair do inferno da droga. Este protocolo permitiu, depois, o germinar de parcerias com outras associações e entidades de forma a cobrir todo o Concelho. Para além disto (que se traduziu, concretamente, na criação do C.L.I.T. – Centro Local de Intervenção às Toxicodependências), a Câmara, através de algumas Juntas de Freguesia e ainda em parceria com a ARRISCA, providencia semanalmente sessões de apoio às famílias para que, através do apoio técnico que recebem, possam elas próprias lidar com este flagelo. Acima de tudo, nesta situação, a prevenção é «mãe» e importa, cada vez mais, reforçar junto de cada cidadão que existe um sem-fim de caminhos alternativos, saudáveis e conscientes que não o do consumo.

Falando de cultura… Que ofertas culturais oferece a Câmara Municipal da Ribeira Grande aos alunos do concelho? A Câmara Municipal da Ribeira Grande tem feito assentar a sua política cultural na descentralização. De facto, existindo num Concelho tão extenso como é a Ribeira Grande, a oferta cultural tem de ser uma de proximidade e de significado. Nesta óptica, as escolas têm-se revelado parceiras inestimáveis em todo o processo e a autarquia tem, em contrapartida, procurado adequar as actividades de índole cultural às diferentes faixas etárias, aos currículos, às necessidades, às sugestões naquilo que é a aliança entre a pedagogia/educação e a cultura. A título de exemplo, posso referir os roteiros pedagógicos direccionados a figuras de relevo do Concelho; a hora do conto da Biblioteca, com um carácter diário; o teatro pedagógico proporcionado pelo grupo de Teatro da Câmara (o «Figurino»); as sessões informativas e de esclarecimento; entre muitas outras.


4 - Gazeta da EBI da Maia (continuação)

A disponibilização de autocarros para que os alunos possam efectuar visitas de estudo temse revelado insuficiente e, por vezes, até inexistente. Assim, estando a EBI da Maia a uma distância considerável destas ofertas culturais, que poderá a Câmara Municipal fazer no sentido de a encurtar? O serviço que a Câmara Municipal da Ribeira Grande presta às escolas, através da cedência do autocarro camarário, não é comum a muitas autarquias. Embora, por vezes, o tenhamos como dado adquirido, é importante referir que, havendo cinco dias úteis na semana, quatro são inteiramente dedicados às escolas. Fazemo-lo com muito gosto, claro, porque, acima de tudo, sabemos que o carácter prático de descoberta, de interacção é uma mais-valia para qualquer processo de aprendizagem. Mas: há só um autocarro e quatro áreas escolares que albergam cerca de 6000 alunos… A par destes, a Câmara também não pode descurar as demais instituições do Concelho que são, também, representativas de outros tantos cidadãos… Por isso, desenvolvemos a oferta cultural com base na descentralização, com base na criação de programas e projectos (como o da «A Biblioteca vai à Escola» ou o «Detectives do Passado») que permitam a deslocação de técnicos a cada unidade orgânica, provendo o mesmo a todos e, assim, encurtando-se distâncias.

A problemática dos currículos alternativos tem sido amplamente discutida nos Conselhos Municipais de Educação promovidos pela Câmara Municipal da Ribeira Grande. Aliás, este órgão consultivo tem-se revelado de grande importância no definir das políticas públicas educativas da autarquia. A proliferação desta aprendizagem dita «alternativa» preocupa a autarquia e preocupa, acima de tudo, a nossa visão do tipo de conhecimento com que queremos dotar os nossos cidadãos. Embora não seja matéria tutelada a nível local, a transversalidade da educação é matéria que deve importar a cada um de nós. Assim, cabe à autarquia criar tempos e espaços para (re)pensar estas situações e, em comunhão com a comunidade, propor alternativas que nos sirvam a todos em prol da almejada excelência educativa.

À semelhança do que é feito pela Santa Casa da Misericórdia do Divino Espírito Santo da Maia, não poderia a edilidade premiar os melhores alunos do concelho com uma bolsa de mérito? Este é um projecto que temos pensado e sobre o qual temos trabalhado porque reconhecemos que o mérito pode e deve ser premiado. De facto, há pouco tempo o fizemos: conseguimos encetar um intercâmbio com o distrito de Halton, em Ontário, no Canadá, como forma de premiar os seis melhores alunos do 3º ciclo do Concelho. As bolsas de estudo serão uma outra vertente que, decerto, não deixaremos de considerar num futuro próximo.

2- Quem são os professores responsáveis por esta actividade? Organização da professora Carla Andrade e professor José Eduardo Medeiros e execução de todos os directores de turma participantes. 3 - Embora a nossa seja uma escola asseada, esta iniciativa torna-a, de facto, ainda mais limpa? Espera-se que sim, visto que a finalidade é a recolha de resíduos nos diversos espaços exteriores da escola.

conjuntamente com os docentes Pedro Pacheco e Arnaldo Raposo e com a participação dos encarregados de educação, levaram a cabo uma Exposição Etnográfica intitulada “O tempo dos nossos avós”. Esta mostra, integrada na actividade “Hall de Exposições” da BE/CRE, teve lugar de 31 de Janeiro a 4 de Fevereiro. A referida Exposição Etnográfica teve como principais objectivos orientadores: motivar e sensibilizar os alunos para a aprendizagem

educação, a escola e o meio; desenvolver a capacidade de observação; contribuir para a diversificação de actividades da EBI da Maia; aliar a vertente lúdica ao trabalho; e preservar a herança da cultura popular, especialmente no que respeita à cultura material dos meios

“ECO-ESCOLAS”

“Escola limpa”.

Os alunos da turma B do sétimo ano,

promover a interacção entre encarregados de

PROGRAMA

1- Qual o nome desta actividade promovida pelos responsáveis do Projecto Eco-Escolas?

“O TEMPO DOS NOSSOS AVÓS”

da História Local, Regional e Nacional;

No contexto ribeiragrandense, e dado o número de alunos que integram currículos alternativos, denota-se que o aproveitamento escolar dos mesmos não será o mais desejado. Como poderia a Câmara Municipal contribuir no sentido de, pelo menos, suster esta tendência?

Por que razão andam os alunos a limpar a escola? Foi o que quisemos saber junto da responsável pelo Projecto Eco-Escolas.

EXPOSIÇÃO ETNOGRÁFICA

4 - Quais os objectivos da actividade? Fomentar o gosto por uma participação activa na defesa do ambiente, incutir hábitos de vida saudável e continuar a prover pelo desempenho ambiental da escola. 5 - Quais as turmas participantes? Todas as turmas da EB 2, 3 da Maia que foram inscritas pelos seus directores de turma. 6 - Quais são as maiores entraves à separação do lixo? A falta de sensibilidade de alguns alunos para proceder à separação do lixo de acordo com as indicações fornecidas. 7 - Qual a principal mensagem que se pretende transmitir aos alunos com esta acção? Todos nós (professores, alunos e funcionários) somos responsáveis pela melhoria da qualidade ambiental da “nossa”escola.

rurais. Esta actividade enquadrou-se no Plano Anual de Actividades dos Departamentos de Ciências Humanas e Sociais e de Matemática e revelou-se, segundo uma análise ao Inquérito de avaliação interna e do feedback dos visitantes, um projecto muito interessante e um instrumento de aprendizagem muito valoroso para os nossos alunos. Aos envolvidos, as nossas felicitações!


Gazeta da EBI da Maia - 5

“ROSA-DOS-VENTOS” O Departamento Curricular de Ciências Humanas e Sociais, pelas professoras Sónia Franco e Ana Isabel Pereira, levou a efeito um concurso/exposição de Rosas-dos-ventos que adornou o nosso hall da biblioteca durante uma semana. Os trabalhos, realizados pelos alunos do 3º Ciclo, foram muito bem conseguidos e prenderam a atenção de todos que por lá passaram. A comprovar isso mesmo, reportemo-nos à quantidade de votantes que quiseram participar nesta actividade – centenas! Os grandes vencedores deste concurso foram os irmãos Catarina e Fernando Feleja, da turma D do 7º ano, com o trabalho ilustrado. Este, dado o seu mérito, foi agraciado pelas docentes organizadoras da actividade. Alunas do Clube de Jornalismo

SÃO VALENTIM Como já vem sendo hábito, a Escola Básica 2, 3 da Maia comemorou, no passado dia 14 de Fevereiro, o Dia de São Valentim. Promovendo a participação de todas as turmas da escola, o Departamento de Línguas não quis deixar de assinalar esta data que educa e sensibiliza para os valores, os sentimentos e os afectos. Como tal, sob a orientação dos professores de Português, Inglês e Francês, os alunos escreveram cartas de amor e de amizade e empenharam dedicação e criatividade na elaboração de diversos trabalhos ornamentais que pintaram a tons de vermelho e rosa o Hall de Exposições. O momento alto deste acontecimento foi o “Correio do Amor” com a distribuição de mensagens de afeição e estima que presentearam os corações da comunidade educativa. As alunas do Clube de Jornalismo

CONCURSO DE

MÁSCARAS O Departamento Curricular de Expressões, com a colaboração da BE/CRE, levou a efeito um concurso de máscaras de Carnaval. Assim, em exposição esteve um grande número de trabalhos realizados pelos nossos alunos e que abrilhantaram, de sobremodo, aqueles dias que antecederam a efeméride carnavalesca. A entrega do prémio à vencedora do concurso aconteceu no dia 2 de Março, no intervalo das 10 horas, e foi efectuada por um membro do Conselho Executivo da EBI da Maia, Professora Neli Costa. À vencedora, a todos os participantes e outros intervenientes, os nossos parabéns!


6 - Gazeta da EBI da Maia

LOMBA DA MAIA

LOMBA DE SÃO PEDRO

FENAIS DA AJUDA

MAIA

1- Quem é o patrono desta escola?

1 - Quem é o patrono desta escola?

1 - Quem é o patrono desta escola?

Não tem. 1 - Quem é o patrono desta escola? Professor Amâncio da Câmara Leite. 2 - Em que ano foi construído este edifício? Em 1954. 3 - Este ano lectivo, quantos alunos frequentam a escola? 100 alunos. 4 - A escola tem quantos professores? 2 educadoras, 4 professores do 1º Ciclo, para além dos docentes em apoio e dos de Educação Física e Inglês. 5 - Quantos assistentes operacionais trabalham na escola? 3 assistentes operacionais. 6 - Presentemente, quem desempenha a função de coordenador de núcleo? Natércia Macedo da EB1/JI de Ribeira Funda. 7 - Quantas salas de aula existem neste edifício? 6 salas. 8 - Que tipo de refeições facultam na escola? Mini-refeições. 9 - Os recursos humanos existentes são suficientes? Não. 10 - Quais as necessidades materiais mais prementes com que a escola se depara? Cortinas novas e material informático, entre outras.

2 - Em que ano foi construído este edifício? Em 1981. 3 - Este ano lectivo, quantos alunos frequentam a escola? 17 alunos. 4 - A escola tem quantos professores? 1 educadora, 1 professora do 1º Ciclo, para além dos docentes de Educação Física e de Inglês. 5 - Quantos assistentes operacionais trabalham na escola? 1 assistente operacional. 6 - Presentemente, quem desempenha a função de coordenador de núcleo? Cassilda da Conceição Melo Furtado. 7 - Quantas salas de aula existem neste edifício? 4 salas. 8 - Que tipo de refeições facultam na escola? Refeições ligeiras. 9 - Os recursos humanos existentes são suficientes? Sim. 10 - Quais as necessidades materiais mais prementes com que a escola se depara? Jogos educativos.

Professor Manuel Jacinto da Ponte.

Não tem. 2 - Em que ano foi construído este edifício? Em 1967.

Em 1974.

3 - Este ano lectivo, quantos alunos frequentam a escola? 80 crianças. 4 - A escola professores?

2 - Em que ano foi construído este edifício?

3 - Este ano lectivo, quantos alunos frequentam a escola? 147 alunos.

tem

quantos

2 educadoras, 3 professores do 1º Ciclo, para além dos docentes em apoio e dos de Educação Física e de Inglês. 5 - Quantos assistentes operacionais trabalham na escola? 3 assistentes operacionais. 6 Presentemente, quem desempenha a função de coordenador de núcleo? Maria Melo. 7 - Quantas salas de aula existem neste edifício? 8 salas. 8 - Que tipo de refeições facultam na escola? Refeições ligeiras. 9 - Os recursos humanos existentes são suficientes? Não. 10 - Quais as necessidades materiais mais prementes com que a escola se depara? Equipamento informático e máquina fotográfica, mas, acima de tudo, reparos nas instalações (pintura, limpeza e reparação do telhado, das janelas…).

4 - A escola tem quantos professores? 3 educadoras, 5 professores do 1º Ciclo, para além dos docentes em apoio e dos de Educação Física e de Inglês. 5 - Quantos assistentes operacionais trabalham na escola? 8 assistentes operacionais. 6 - Presentemente, quem desempenha a função de coordenador de núcleo? Maria de Lourdes Alves Oliveira Moura. 7 - Quantas salas de aula existem neste edifício? Há 2 edifícios e cada um tem 4 salas. 8 - Que tipo de refeições facultam na escola? Refeições ligeiras. 9 - Os recursos humanos existentes são suficientes? Sim. 10 - Quais as necessidades materiais mais prementes com que a escola se depara? Impressoras, computadores, material didáctico.


Gazeta da EBI da Maia - 7

Por...

PORTO FORMOSO

RIBEIRA FUNDA

SÃO BRÁS

1 - Quem é o patrono desta escola?

1 - Quem é o patrono desta escola?

1 - Quem é o patrono desta escola?

Padre Dr. Laudalino da Câmara Moniz de Sá. 2 - Em que ano foi construído este edifício?

2 - Em que ano foi construído este edifício? ------------------------

Em 1950. 3 - Este ano lectivo, quantos alunos frequentam escola?

3 - Este ano lectivo, quantos alunos frequentam a escola? 38 alunos.

105 alunos. 4 - A escola professores?

Não temos.

tem

quantos

4 - A escola tem quantos professores?

2 educadoras, 4 professores do 1º Ciclo, para além dos docentes em apoio e dos de Educação Física e de Inglês.

1 educadora, 2 professores do 1º Ciclo, para além dos docentes em apoio e dos de Educação Física e de Inglês.

5 Quantos assistentes operacionais trabalham na escola?

5 - Quantos assistentes operacionais trabalham na escola?

3 assistentes operacionais. 6 Presentemente, quem desempenha a função de coordenador de núcleo? Carlos Alves. 7 - Quantas salas de aula existem neste edifício? 6 salas. 8 - Que tipo de refeições facultam na escola? Mini-pratos. 9 - Os recursos humanos existentes são suficientes? São suficientes, mas não são demais. 10 - Quais as necessidades materiais mais prementes com que a escola se depara? Renovação do equipamento desportivo,pavilhão gimnodesportivo, aumento do espólio da biblioteca escolar, equipamento informático.

2 assistentes operacionais. 6 - Presentemente, quem desempenha a função de coordenador de núcleo? Natércia Macedo. 7 - Quantas salas de aula existem neste edifício? 3 salas. 8 - Que tipo de refeições facultam na escola? Refeições ligeiras. 9 - Os recursos humanos existentes são suficientes? Não. 10 - Quais as necessidades materiais mais prementes com que a escola se depara? Sala de professores, sala de informática, computadores, material didáctico, material de Educação Física, cantina e ginásio maiores.

São Brás. 2 - Em que ano foi construído este edifício? Em 2003.

“TORNAMOS POSSÍVEL UMA ESCOLA MELHOR”

OPII B

3 - Este ano lectivo, quantos alunos frequentam a escola? 48 alunos. 4 - A escola professores?

tem

quantos

1 educadora, 2 professores do 1º Ciclo, para além dos docentes em apoio e dos de Educação Física e de Inglês.. 5 Quantos assistentes operacionais trabalham na escola? 2 assistentes operacionais. 6 Presentemente, quem desempenha a função de coordenador de núcleo? Carlos Alves é o coordenador de núcleo. A encarregada de estabelecimento é Marina Cabral. 7 - Quantas salas de aula existem neste edifício? 4 salas de aula. 8 - Que tipo de refeições facultam na escola? Refeições ligeiras, denominadas actualmente por mini-pratos. 9 - Os recursos humanos existentes são suficientes? Os recursos humanos são os possíveis, mas não são suficientes, principalmente porque há alturas do dia em que a escola apenas dispõe de uma assistente operacional para dar resposta a todas as tarefas necessárias. 10 - Quais as necessidades materiais mais prementes com que a escola se depara? Falta de um espaço amplo, coberto e protegido para a realização das aulas de Educação Física em dias de mau tempo ou para a realização de exposições e convívios com a comunidade

TODOS NÓS

Rodolfo Amaral

Os elementos do Clube de Jornalismo desejam a todos uma Santa Páscoa


8 - Gazeta da EBI da Maia

da Escola Básica Integrada da Maia

A nossa escola está de parabéns

adjectivos utilizados para descrever o excelente contributo que esta unidade orgânica tem prestado à comunidade que a acolhe, assim como se desejou a continuidade do bom trabalho que docentes, não docentes e outros têm vindo a desenvolver ao longo da última década.Posteriormente, no ginásio da EB 2, 3, reuniu-se toda a comunidade escolar: alunos do pré-escolar, 1º, 2º e 3º ciclos, docentes, não docentes e convidados com o intuito de celebrar de forma efusiva esta efeméride. O entretenimento esteve a cargo não apenas do Gabinete de Promoção da Saúde Escolar, como também do Clube de Dança No âmbito da comemoração do 10º aniversário da e Movimento. Deste modo, e para além de se EBI da Maia, decorreu, no dia 23 de Novembro, proporcionar o convívio, pretendeu-se sensibilizar uma sessão solene no Anfiteatro da EB 2, 3 com a toda a comunidade educativa para a importância presença de ilustres convidados e oradores. dos benefícios do desporto e promover processos Na mesa de trabalhos, sentaram-se a então de animação socioeducativos através da actividade Secretária Regional da Educação e Formação, em física. As alunas do Clube de Jornalismo representação do Governo Regional dos Açores, Dra. Fabíola Cardoso, o Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Dr. Ricardo Silva, o Exmo. Sr. Presidente da Assembleia de Escola, professor José Eduardo Medeiros, a Exma. Sra. Presidente do Conselho Executivo da EBI da Maia, professora Suzete Câmara, e o autor da medalha comemorativa dos 10 anos, o ex-professor desta casa, Vítor Arruda. A ouvi-los esteve uma vasta plateia, composta pelos representantes dos diferentes órgãos da Escola, assim como o delegado e subdelegado de cada turma, para além de outros convidados. Nas diversas intervenções, muitos foram os

2000 - 2010 UMA DÉCADA A FORMAR PESSOAS

Promoção para a Saúde

em Meio Escolar

Água

Saio à rua. Que bom! Está a chover, É a água no telhado a bater. Salto e canto pois eu estou contente, Vamos chamar toda a gente. Gotinha a gotinha vai formando um ribeiro. Vai ter ao mar, mas eu chego primeiro. Mostra-se o Sol, leva as gotinhas para o céu. O Ciclo da Água agora é meu. Vamos beber água, pois sabemos que o nosso corpo Agora está a saltar. A Escola da Maia tem o dom de a água respeitar. Todos nós sabemos que a água é um bem E que um dia pode acabar. A Escola da Maia tem o dom de a água respeitar. Letra, música e arranjos: Gabinete de Saúde Escolar Vozes: Raquel Furtado e Sara Medeiros (7º A)


Comemoração do 10.º aniversário

Gazeta da EBI da Maia - 9 Foi um percurso de luta, por vezes com momentos de desânimo: as exigências do sistema eram, e são, muitas e os recursos materiais, didácticos e pedagógicos, orçamentais e humanos não satisfaziam (o que ainda acontece, mas a outro nível). Apesar das dificuldades, os alunos não foram prejudicados no seu percurso, pois o pessoal docente e não docente empenhou-se sempre de forma a que fossem garantidos as aprendizagens e os apoios indispensáveis à sua formação e ao seu sucesso escolar. Nas EB 1/JI também se continuou, com esforço e profissionalismo, a trabalhar para motivar e envolver os alunos no processo ensinoaprendizagem de forma eficaz. Fizeram-se melhorias nos edifícios escolares, no mobiliário, nomeadamente, substituindo-se as carteiras do antigo regime por novos equipamentos escolares. As escolas estavam dotadas apenas de uma fotocopiadora, de um telefone e de um fax. Durante dez anos, construímos a escola que temos – uma longa caminhada que, em educação, é um espaço temporal pouco significativo.

Comemorar o 10º aniversário da EBI da Maia é homenagear e felicitar uma comunidade educativa que, com o seu profissionalismo, dedicação e empenho tudo tem feito no sentido de “Tornar possível … uma Escola Melhor”, ideia nuclear do nosso projecto educativo. Como marco deste acontecimento, editámos uma medalha comemorativa da autoria do Professor Vítor Arruda, docente de E.V.T. que, ao longo de três anos, leccionou na E.B. 2, 3. A nossa “história” remonta a 1998, aquando das mudanças no Sistema Educativo, com a extinção das direcções e delegações escolares e o surgimento das áreas escolares. Foi criada a Área Escolar da Maia, englobando 8 escolas da Educação Pré-Escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico, todas elas da zona oriental do Concelho da Ribeira Grande – freguesias da Lomba de S. Pedro, Fenais da Ajuda, Lomba da Maia, Maia, S. Brás, Porto Formoso e os lugares da Ribeira Funda e Lombinha da Maia. Pelo período de dois anos lectivos – 1998/1999 e 1999/2000 – funcionámos como área escolar, com um Conselho Directivo, enquanto se construía um novo edifício na freguesia da Maia para o funcionamento dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico. A Escola Básica e Integrada da Maia tornou-se numa realidade no ano de 2000, fruto de muitos sonhos e do empenho de várias personalidades bem como de uma comunidade que muito remou contra a maré para vencer o imobilismo e até alguma indecisão política que imperou durante muitos anos. Pelo Decreto Regulamentar Regional nº8/2000/A, de 8 de Março, foi criada a EBI da Maia. A 18 de Setembro do ano 2000, na E.B. 2, 3 foi realizada a abertura do ano lectivo 2000/2001 com a presença de Suas Excelências – o Presidente do Governo Regional, Carlos César, e o Secretário Regional da Educação e Assuntos Sociais, Prof. José Gabriel Álamo Menezes. Com esta data ficou dado o passo mais importante, o indispensável para a vida de centenas de crianças residentes na zona oriental do Concelho da Ribeira Grande. Os pais, os encarregados de educação, os alunos e a comunidade educativa agradeceram a justiça que lhes foi feita. Todos reconheceram e reconhecem que era imperativo que se encurtassem as distâncias entre as residências e o estabelecimento de ensino (na Ribeira Grande) que as crianças tinham de frequentar e que as obrigava a sacrifícios e horários por demais incompatíveis com as suas idades. O primeiro ano de funcionamento foi muito difícil, apesar de só frequentarem a E.B. 2, 3 400 alunos distribuídos pelos 5º, 6º e 7º anos, sendo duas turmas enquadradas no Currículo Alternativo. Nos vários estabelecimentos da Educação Pré-Escolar e do 1.º ciclo, a frequência era de 700 alunos.

Queremos fazer mais e melhor, porque continuamos com os recursos físicos, materiais e humanos aquém dos desejados, mas rentabilizamos o que temos e trabalhamos para que os nossos alunos tenham melhorias quer ao nível da aprendizagem, quer ao nível do comportamento. Esta não é uma tarefa fácil, mas, sem dúvida, um desafio. “Tornar possível… uma Escola Melhor”, a ideia nuclear do nosso projecto educativo. Surgiu da necessidade de inovar, formar e investigar para termos uma escola aberta a outras realidades, ao mundo, às novas tecnologias, proporcionando novas aprendizagens, alargando horizontes e facultando experiências significativas. A necessidade de educar os nossos alunos para a cidadania, para uma escola inclusiva, reforçando a importância dos valores essenciais para o saber viver, saber estar e saber ser em sociedade, é uma preocupação dos docentes e não docentes que se esforçam para tal e tudo fazem para envolver os pais e encarregados de educação no processo formativo dos seus filhos e educandos. Festejámos porque nos orgulhamos da caminhada feita, apesar dos muitos obstáculos que temos de ultrapassar, considerando que vivemos em tempo de mudança, numa sociedade em que os problemas sociais são gravíssimos e afectam o processo de ensino-aprendizagem e todo o ambiente escolar. Temos sonhos que esperamos ver concretizados: a ampliação da EB 2, 3, a melhoria dos edifícios onde funcionam a Educação Pré-Escolar e o 1º ciclo do Ensino Básico, o seu apetrechamento com equipamentos tecnológicos e outros e, com urgência, a intervenção efectiva junto das famílias, dos Serviços Sociais e outros na resolução de situações comportamentais que ultrapassam o âmbito de acção dos docentes e não docentes e que impedem o sucesso de muitos alunos. O Conselho Executivo louva todos os que, ao longo desta caminhada de 10 anos, “construíram” a escola que conhecemos hoje e que queremos melhorar: alunos, docentes, não docentes, pais e encarregados de educação, serviços e instituições, nomeadamente, a Secretaria e a Direcção Regional da Educação e Formação e a Câmara Municipal da Ribeira Grande. Queremos continuar juntos, promovendo um ensino de qualidade em que a exigência, o rigor, o respeito e a partilha sejam as características essenciais do desempenho das funções da comunidade educativa. O Conselho Executivo da EBI da Maia, Suzete Câmara, Neli Costa, Manuel Simão e Odilardo Rodrigues

Escola Básica Integrada da Maia


10 - Gazeta da EBI da Maia

Há 10 anos por cá... Os muitos alunos que me marcaram profundamente durante estes 10 anos e que tive, e tenho, o privilégio de ver crescer…

Professora Anabela Santos

Professor Manuel Simão

. Desde o início na EBI da Maia. Porquê? Esta escola é a minha segunda casa! . 10 anos depois, que diferenças? Especialmente nos alunos: mais traquinas. . Uma recordação: A minha primeira direcção de turma ficou sempre na memória.

Professor José Eduardo

. Desde o início na EBI da Maia. Porquê?

Porque é uma escola com boas condições, localizada muito próximo da minha área de residência.

Quando entrei nesta escola, tudo cheirava a novo. Enfrentámos um projecto que começava do nada. É empolgante vivenciar de forma activa o crescimento da escola enquanto órgão vivo e com desenvolvimento contínuo. Essas foram as razões por que fiquei!

. 10 anos depois, que diferenças?

.10 Anos depois, que diferenças?

A escola está mais madura, embora se note que os alunos estão menos empenhados e menos motivados para as aprendizagens.

Uma década, houve muitas mudanças… colegas que partiram, outros que chegaram, programas, tecnologia, conhecimento, burocracia… o tempo não pára.

. Desde o início na EBI da Maia. Porquê?

. Uma recordação: Lançamento da primeira pedra.

. Uma recordação: Não posso identificar uma recordação apenas: a chegada de novos colegas, de vários alunos, a emoção e a expectativa do início de cada ano!

Educadora Cristina Pereira . Desde o início na EBI da Maia. Porquê? Por gostar muito do meio em que trabalho. Por ter um ambiente acolhedor. Por sentir um grande companheirismo. Por constatar, ao longo destes anos, um grande profissionalismo, empenho e dedicação. Por verificar o reconhecimento do trabalho que é desenvolvido junto dos alunos. . 10 anos depois, que diferenças? Turmas com número de alunos mais reduzido. Alunos mais activos e dinâmicos, mas com maior dificuldade em cumprir e respeitar regras e normas. A utilização diária do computador na sala de actividades, a grande propensão dos alunos, desde as mais tenras idades, para o uso das novas tecnologias. A informatização de todos os documentos. A facilidade de comunicação através de email, troca de correspondência, informações e entrega de documentos, estando as escolas do 1º ciclo e jardins de infância “mais perto” da escola sede. . Uma recordação:

Professora Luzia Mota . Desde o início na EBI da Maia. Porquê? Fiquei efectiva na EBI da Maia no primeiro ano em que esta abriu as suas portas à comunidade escolar e achei que era um óptimo projecto: ajudar a erguer uma escola de raiz onde pudéssemos dar o nosso melhor para que ela se tornasse numa escola de referência. . 10 anos depois, que diferenças?

Professor Nelson Furtado . Desde o início na EBI da Maia. Porquê? Porque me afeiçoei à escola, funcionários e alunos. . 10 anos depois, que diferenças?

Os alunos, na sua maioria, já não estudam e assiste-se a uma desresponsabilização geral de alguns deles e de encarregados de educação.

Já não falta nada à EBI da Maia como faltava antes (material).

. Uma recordação:

. Uma recordação:

Várias e boas recordações, no fim de contas, já lá vai uma década recheada de actividades e partilhas enriquecedoras, do ponto de vista profissional e pessoal.

Os colegas/amigos que passaram por cá.


Gazeta da EBI da Maia - 11

Almoço do 10º aniversário da EBI da Maia HOMENAGEADOS POR APOSENTAÇÃO Pessoal Docente Professora Suzete Câmara

*Graça Amaral

* Valzumira Luz * Isabel Bulhões

. Desde o início na EBI da Maia. Porquê? Desde 2000, ano da criação da EBI da Maia que, efectivamente, abracei este projecto educativo de que muito me orgulho. Com o apoio da comunidade escolar e educativa tenho tido a motivação para continuar a fazer, mesmo sabendo que estamos em tempo de mudança e que os desafios são exigentes e vários os obstáculos que há que ultrapassar. Iniciei as funções de Presidente do Conselho Executivo como convidada, mas ao “criar laços” e ao desejar concretizar mais e melhores acções, fui-me propondo a continuar e ainda cá estou, porque também tenho merecido a aceitação da maioria dos membros da comunidade que tem o poder dessa escolha. Não faria nada sozinha, pelo que realço a colaboração imprescindível de todos os que comigo têm trabalhado com grande profissionalismo.

* Natália Pacheco

HOMENAGEADOS EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES 2000/2001 Pessoal Docente

Hoje, temos melhores condições de trabalho, nomeadamente, mais recursos materiais. O empenho e o profissionalismo do pessoal não docente e docente continua a evidenciar-se de forma positiva. Em relação aos discentes, aumentou o número de alunos com “desvios” comportamentais, com dificuldades em cumprir os regulamentos e os seus deveres, apesar das tentativas dos professores em estreitarem a relação com os encarregados de educação no sentido de que estes se responsabilizem e acompanhem o percurso escolar dos seus educandos. Esta situação implica uma maior preocupação e muito mais trabalho dos profissionais na procura de soluções para que haja melhorias. . Uma recordação: Recordo com saudade e emoção as manifestações de alegria e entusiasmo da equipa de docentes e não docentes aquando do desempenho das sua funções, o seu espírito colaborativo e a boa relação com o conselho executivo, no sentido de se construir a escola que temos hoje. Penso que a “semente” foi germinando porque continuamos a ter orgulho da nossa comunidade educativa.

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2009/2010 Pessoal Não docente

*Anabela Santos

*Cristina Melo (psicóloga)

* Cristina Pereira

*Alice Carvalho

* Luzia Mota * José Eduardo * Nelson Furtado * Manuel Simão

*Cidália Janeiro *Filomena Mendonça *Helena Clementino *Nélia Sousa * Graça Medeiros

. 10 anos depois, que diferenças? Durante este percurso de 10 anos, nada é igual, tudo é diferente. O número de alunos aumentou e, por conseguinte, o de docentes. O mesmo não se pode dizer dos não docentes, apesar dos pedidos feitos para que a situação se inverta.

Pessoal Não Docente

*Paula Leite

Equipa de limpeza *Isabel Arruda *Ana Alice Couto * Helena Moniz

Conselho Executivo * Lurdes Couto * José Medeiros * Glória Sá * Aurélia Resendes *Patrícia Almeida


Anedotas Diferenças

O novo bar da selva

O novo bar da selva vai abrir pela primeira vez. Os animais fazem fila. Nisto, aparece o coelhinho, que começa a ultrapassar toda a gente. Quando passa junto ao leão, este dálhe uma sapatada, atirando-o para trás da fila e dizendo: - Lá para trás! O coelhinho põe-se a pé e desata novamente a correr em direcção ao bar. Quando passa junto ao urso, este pega nele e atira-o lá para trás, dizendo: - Para o fim da fila, como toda a gente! O coelho desata novamente a correr e desta vez é o crocodilo que lhe dá uma sapatada com a cauda e o atira para o fim da fila. O coelhinho põe-se a pé e diz: - Caramba... Se continuam assim, não abro o bar!

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A EBI da Maia deseja a todos...

Uma Páscoa Feliz! Blogue da BE/CRE

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Webpage da Escola

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Gazeta EBI da Maia  

Gazeta EBI da Maia - Páscoa '11

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