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Boletim Informativo

Telecom MONITORAMENTO DO MERCADO DE

EDIÇÃO 80


quem somos Fundada em 1988, em Brasília – DF, a Telemikro foi pioneira no desenvolvimento de placa de discagem automá ca e telefonia. Ao longo destes anos adquiriu experiência, aprimorou suas soluções e serviços, e tornou-se especialista em Gestão de Telecom. As soluções da Telemikro reduzem custos e melhoram a produ vidade do trabalho, através de sistemas modulares e integrados, projetados para empresas públicas e privadas. As parcerias com fabricantes reconhecidos mundialmente garantem a competência e credibilidade da empresa na sua área de atuação, resultando em uma base instalada com mais de 200 clientes citados na relação da revista Exame de Melhores e Maiores Empresas do Brasil. Nossas equipes de projetos e suporte são cer ficadas pelos fabricantes das soluções ofertadas disponibilizando, aos nossos clientes, técnicos especializados prontos para prestar o melhor atendimento e garan r a resolução imediata de eventuais imprevistos.

nossa missão “CONQUISTAR E FIDELIZAR CLIENTES OFERECENDO AS MELHORES SOLUÇÕES".


notas A Algar Telecom estabeleceu uma unidade de negócios com foco em desenvolver, aprimorar e escalar soluções de internet das coisas para o mercado B2B. A área tem o papel de cuidar do negócio de IoT de ponta a ponta, o que envolve orçamento, vendas, instalação, acompanhamento de resultados, promoção de melhorias con nuas. DA REDAÇÃO 7 DE NOVEMBRO DE 2019 - Telesíntese

Bloqueio aos sites piratas de vídeo poderá ser feito diretamente pelas operadoras quando receberem o aval da Anatel. Essa é uma das principais medidas recomendadas pela Ouvidoria do órgão em relatório enviado na quinta-feira passada, 14, ao Conselho Diretor. O entendimento é de que a agência, por ter o relacionamento com os operadores de comunicação mul mídia, está na centralidade dessa questão e deve liderar o processo. ABNOR GONDIM 18 DE NOVEMBRO DE 2019 - Telesíntese

Dentro de sua proposta de buscar inovação por meio dos canais digitais, a Anatel anunciou hoje duas inicia vas para melhorar o relacionamento com o público. O primeiro deles envolve a plataforma digital Anatel Consumidor, desenvolvida pelas equipes do próprio órgão. A segunda inicia va diz respeito a uma nova forma de publicação de informações no site da agência. DA REDAÇÃO 19 DE NOVEMBRO DE 2019 - Telesíntese

Depois de dois dias de reunião do Conselho de Administração, a Telefónica anunciou hoje cinco decisões estratégicas da companhia que, de alguma forma, representam uma reviravolta no modelo que ela vinha aplicando até agora. Uma das principais é a concentração de inves mentos e crescimento em cinco mercados prioritários — Brasil, Espanha, Alemanha e Reino Unido. Juntas, essas operações respondem por 80% das receitas e geração de caixa do grupo espanhol. Outra decisão vai agrupar as demais operações la no-americanas em uma spin off operacional sob uma gestão única e possível venda ou atração de novos inves dores. DA REDAÇÃO 28 DE NOVEMBRO DE 2019 - Telesíntese


CADE PODE LEVAR ATÉ 6 MESES PARA JULGAR FUSÃO

CLARO/NEXTEL

Aviso vem da controladora atual da Nextel, a NII Holdings. Empresa diz, porém, acreditar que a questão seja resolvida antes disso, até 26 de janeiro. O Comitê Administra vo de Defesa Econômica (Cade) tem 90 dias, prorrogáveis por mais 90, totalizando até seis meses, para julgar o recurso interposto pela TIM a respeito da fusão Claro/Nextel. Ou seja, o órgão tem até 26 de janeiro ou 25 de abril para chegar a uma decisão.

FUNDOS Se a decisão desfavorável não melar a transação, apenas postergá-la para além de 31 de dezembro, a NII avisa que, por contrato, negociará com a América Móvel (Claro) um orçamento operacional para todo o ano de 2020. Também será feita emenda no contrato para ampliar o prazo de fechamento da venda até 31 de março de 2020. Isso porque a Nextel está com pouco dinheiro em caixa. Segundo o balanço do terceiro trimestre, a empresa nha US$ 29,3 milhões para financiar suas a vidades, além de US$ 103 milhões guardados em uma conta garan a no México, que a empresa tenta liberar, mas por enquanto não pode ser tocada, e outros US$ 51,5 milhões em a vos que poderiam ser vendidos no curto prazo. “Contanto que a venda da Nextel Brasil ocorra até o final do primeiro trimestre de 2020, acreditamos ter fontes suficientes de recursos para manter a operação. Contudo, caso a venda não se complete, ou atrase para além do primeiro trimestre, teremos de alterar nosso plano de negócios para reduzir dras camente os custos e buscar fundos adicionais”, diz o relatório. No pior cenário traçado pela holding, em que a venda não é concluída e o dinheiro na conta garan a mexicana não é sacado, há o risco de falência. RAFAEL BUCCO 5 DE NOVEMBRO DE 2019 TELESÍNTESE

No relatório dos resultados trimestrais divulgado hoje, 5, a atual controladora da Nextel, NII Holdings, diz não acreditar, porém, que o Cade prorrogue o período de análise, uma vez que isso se dá apenas em “circunstâncias limitadas”. A NII afirma que tanto a holding, como a Claro, consideram a apelação da TIM sem mérito e estão “trabalhando para contestá-la e receber a aprovação final do Cade o mais rápido possível”. A controladora da Nextel avisa os acionistas que, se o Cade tomar alguma medida com base no recurso da TIM, é possível que haja reflexos na fusão. “Caso o Cade imponha condicionantes para a transação, isso poderia atrasar ou mesmo impedir o negócio de ser concluído”, avisa.


TIM TEM ALTA DE 61,4% NO LUCRO LÍQUIDO O EBITDA, lucro antes de amor zações, depreciações e impostos, ficou em R$ 1,72 bilhão, 6,8% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2018. A operadora TIM divulgou na noite desta terça-feira, 5, os resultados do terceiro trimestre. Comparado ao mesmo período de 2018, o lucro líquido normalizado (sem efeitos não recorrentes registrados ano passado) cresceu 61,4%, a ngindo R$ 619 milhões. As receitas líquidas totais aumentaram 2,3%, para R$ 4,33 bilhões. A receita líquida de serviços somou R$ 4,15 bilhões, alta de 3%. Desse total, a receita com móvel ampliou-se 2,8%, para R$ 3,92 bilhões, enquanto as vendas com serviços fixos foram de R$ 233 milhões, alta de 7,3%. Dentro dos serviços fixos, a receita com banda larga fixa foi 31,5% maior, fechando em R$ 127 milhões. O EBITDA, lucro antes de amor zações, depreciações e impostos, ficou em R$ 1,72 bilhão, 6,8% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2018. A companhia terminou setembro com 1,6 milhão de novos clientes em planos pós-pagos, ob dos ao longos dos 12 meses anteriores. A quan dade de assinantes do TIM Live, o serviço de banda larga fixa, chegou a 537 mil, expansão de 19,6% em relação ao terceiro trimestre de 2018. O Capex do trimestre foi de R$ 924 milhões, aumento de 6,7% em relação à mesma época de 2018. Quase a totalidade do inves mento foi dedica a infraestrutura: projetos de TI, implantação de 4G em 700 MHz, redes de transporte e expansão do FTTH. A dívida bruta caiu R$ 434 milhões, para R$ 3,6 bilhões.

NETFLIX, PRÉ, PÓS E FIXO Segundo a companhia, contribuiu para o desempenho no móvel a oferta conjunta com Ne lix. Esse modelo de pós-pago familiar, que dá acesso ao serviço de streaming, já representa 50% das adições de pós-pago puro, segundo a companhia. A TIM terminou o trimestre com 39% (21 milhões) de seus usuários móveis adeptos de planos pós pagos. No pré, a companhia disse que colhe boas vendas do plano Chip Top, cuja procura aumentou 17,2%. Essa oferta já representa, afirma, 60% da base pré-paga da tele, embora seja mais cara – proporcionou aumento de 4% na receita por usuário (ARPU). A ARPU do serviço móvel como um todo, aliás, ficou em R$ 23,9, alta de 5,6%. Na banda larga fixa, a ARPU registrada foi de R$ 81,8 (+8,6%). RAFAEL BUCCO 5 DE NOVEMBRO DE 2019 TELESÍNTESE


CONSULTA PÚBLICA DO EDITAL DE 5G PODE FICAR PARA 2020 O texto da consulta pública do edital do 5G só deverá ser analisado pelo Conselho Diretor da Anatel em dezembro. Isso, porque na reunião do colegiado desta quintafeira, 7, o conselheiro Emmanoel Campelo, que havia pedido vistas à proposta do relator Vicente Aquino, na reunião 17 de outubro passado, solicitou prorrogação do pedido por até mais 60 dias. Campelo já havia adiantado a este no ciário que não conseguiria trazer a matéria para a reunião desta quinta. Agora, ele afirmou que poderá trazer a sua análise na úl ma reunião do conselho, que será no dia 12 de dezembro, o que gera riscos de que uma definição só venha a ocorrer em 2020. No entanto, o órgão ainda pode convocar uma reunião extraordinária este ano, para debater o tema. "Minha intenção é encontrar consenso no colegiado, pelo menos três votos", afirmou Campelo, ao lembrar que atualmente o colegiado conta com quatro membros. No entanto, antes de encerrar o mandato, em 4 de novembro, o conselheiro Aníbal Diniz manifestou-se favoravelmente à proposta de Vicente Aquino. Portanto, para viabilizar uma nova proposta, Campelo precisa dos votos do presidente Leonardo Euler e do conselheiro Moisés Moreira – ou mudar o voto do próprio relator. A proposta em questão sugere, entre outras novidades, que o certame ocorra em três fases e que alguns lotes sejam nacionais e outros regionais. A ideia é dividir o País em 14 regiões, mesclando o que chama de "filé e osso". Nesse caso, a ideia é fazer, por exemplo, que a capital de São Paulo esteja no mesmo lote que constem Estados da Região Norte. A minuta também estabelece um formato inédito no processo de venda das licenças, com reserva exclusiva para as Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs) e novos entrantes. Por André Silveira -07/11/19, 21:20 TELETIME


COO DO GRUPO TELEFÓNICA DIZ QUE OI INICIOU PROCESSO DE VENDA DA OPERAÇÃO MÓVEL Ángel Vilá afirmou a analistas e inves dores, durante evento em Barcelona, que Oi já procurou os possíveis interessados e que as conversas estão em estágio inicial. Disse, ainda, que prevê desafios regulatórios, mas transação poderia ter sinergias para a Telefónica no Brasil. O COO do grupo espanhol Telefónica, Ángel Vilá, afirmou hoje, 13, que a brasileira Oi começou o processo de venda de sua unidade móvel. Conforme o site Bloomberg e a agência de no cias da bolsa Nasdaq, o execu vo disse, durante evento realizado pelo banco Morgan Stanley em Barcelona (Espanha), que assessores da Oi já procuraram “os interessados”. Vilá afirmou, também, que a Telefónica vai analisar o negócio, uma vez que a compra da unidade móvel da Oi poderia resultar em sinergias. A confirmação de que os execu vos do grupo espanhol foram procurados por assessores da Oi difere dos comentários recentes, de diferentes representantes das operadoras, tanto Telefónica, como Oi, TIM e Claro, de que não havia nenhuma conversa a esse respeito. Circulam há pelo menos dois meses rumores de que a as três operadoras poderiam organizar uma compra conjunta de a vos estratégicos da Oi, como a unidade móvel, e depois fazer a divisão entre si. O que não muda, porém, é que os execu vos sempre manifestaram interesse e se dispuseram a negociar tal aquisição. Conforme a Bloomberg, Vilá teria dito, ainda no evento de hoje, que o desempenho da Oi no mercado móvel “impecável” em 2018, e que a empresa tem uma “base substancial de clientes e uma posição de espectro significa va”. Ele avaliou, porém, que a venda deve enfrentar desafios regulatórios, trazendo exigências para o comprador se desfazer de parte dos a vos. Disse também que o processo está em estágio inicial. Procurada pelo Tele.Síntese, a Oi informou que não vai se manifestar sobre o assunto. DA REDAÇÃO 13 DE NOVEMBRO DE 2019 TELESÍNTESE


TELEFÓNICA PODE SE TORNAR MAIS AGRESSIVA NO PROCESSO DE CONSOLIDAÇÃO E EXPANSÃO NO BRASIL Recebida com entusiasmo pelos analistas espanhóis, a reestruturação do grupo tem como um dos pilares a redução do endividamento que poderá lhe facilitar avanços em mercados estratégicos Depois de uma virada de mesa em sua tradicional estratégia, a Telefónica conseguiu que seu plano de ação vesse uma boa recepção de analistas de inves mentos e de volumes negociados no Ibex, a Bolsa de Valores espanhola. Se ver sucesso, principalmente na parte que envolve a redução do endividamento via venda de a vos na América La na — com exceção do Brasil — a companhia ganha musculatura para, inclusive, ser bem mais agressiva no processo de consolidação e expansão do mercado brasileiro. A grande questão é saber quem poderá se interessar pelos a vos da empresa que serão agrupados operacionalmente em uma spin off. “A America Movil, principal concorrente na América La na, deverá ter uma série de barreiras regulatórias nos países em questão a fim de evitar concentração e monopólios”, observou Ari Lopes, principal analista da Ovum para a região. Talvez a Millicom, se ver interesse, tenha mais espaço para abocanhar algumas oportunidades de negócios. Para o analista, ao decidir agrupar as operações do Peru, Chile, México, Argen na, Colômbia e Venezuela, a Telefónica usou a mesma lógica dos leilões de frequências u lizados pela Anatel, áreas nobres com a contrapar da de outras não tão rentáveis. Ou seja, mais conhecida como “o filé com osso”. “Foi uma boa estratégia, sem dúvida”, ponderou Lopes. “Ela colocou lado a lado mercados mais promissores onde ocupa a liderança, como no Peru, ou está em segunda posição como no Chile, ou mesmo em terceiro, como Colômbia, com outros com queda de receitas, como Argen na, não rentáveis, como a Venezuela, ou com uma compe ção acirradíssima, como o México”, disse o analista da Ovum. Mas além dos compe dores já estabelecidos nos países onde opera, o desafio é o de atrair novos inves dores caso seja necessário. “Não é fácil, vejamos o caso da Oi que já teve rumores sobre interesses de operadoras internacionais mas que acabaram não se confirmando”, ponderou. Mas com uma gestão única e oferecendo muitas oportunidades de negócios, a Telefónica tem chances de alcançar seu obje vo de redução de seu endividamento. “Se isso acontecer, ela se torna uma compe dora ainda mais forte nos quatro países estratégicos que escolheu — Brasil, Espanha, Alemanha e Reino Unido. No caso brasileiro, podemos ver o reflexo disso no processo de consolidação”, analisou. WANISE FERREIRA 28 DE NOVEMBRO DE 2019


MCTIC CONSIDERA QUE TESTES DO CPQD SOBRE INTERFERÊNCIAS NÃO SÃO CONCLUSIVOS Para secretário execu vo, Júlio Semeghini, é necessário o levantamento e análise dos custos das soluções técnicas que poderão ser u lizadas O MCTIC anunciará ainda neste ano a polí ca pública a ser adotada para resolver a questão da interferências do 5G na banda C, levando em conta que não considera conclusivos os testes feitos pelas operadoras sobre a convivência entre as duas tecnologias. O Sinditelebrasil entregou ao órgão ontem o estudo feito pelo CPqD onde é constatado ser possível eliminar totalmente as interferências com a u lização de disposi vos, denominados LNBF’s de nova geração, a serem instalados na recepção dos sinais de TVRO, na residência do usuário. Antes de definir a polí ca pública, será necessário um levantamento dos custos da solução técnica a ser adotada para evitar a interferência, afirmou hoje, 19, ao Tele.Síntese o secretário execu vo do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Júlio Semeghini. “É importante que seja levantado o custo e definida a polí ca pública antes do leilão para não haver reclamações”, comentou. Ele disse esperar que o Conselho Diretor da Anatel aprove a consulta à proposta do edital que está na pauta da reunião do colegiado no próximo dia 12. Semeghini comentou que os testes realizados pelas operadoras não são conclusivos porque envolveram apenas alguns pos de conversores para antenas parabólicas que usam a Banda C. “Até o final deste ano, vamos anunciar a polí ca pública a ser adotada”, declarou, apontando que a alterna va evitará que a população de baixa renda que usa antenas parabólicas na Banda C para acessar a TV aberta seja prejudicada. ABNOR GONDIM 19 DE NOVEMBRO DE 2019 - Telesíntese


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