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NOTAS Aumenta desigualdade no acesso à banda larga fixa no Brasil De acordo com a pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o acesso à banda larga fixa apresentando desigualdades entre regiões. A instituição afirma que "as desigualdades podem ser resultado da baixa atratividade diante da renda limitada da população residente e do alto custo de instalação, mas também podem ser uma consequência da baixa competição, ou mesmo de deficiências do marco regulatório atual".

Teles não assumem ônus pela desaceleração É difícil identificar em que projetos houve desaceleração de investimentos em fibras ópticas, pois nenhuma companhia admite que tenha retido recursos. O receio da indústria é que a demanda represada, liberada de uma vez em 2014, leve à falta de mão de obra para instalação de redes. Outro fator que pode ter colocado projetos do setor na 'geladeira' é a demanda. A maior capilaridade de rede está no Sudeste e a demanda continua crescendo nessa região. Fonte: Valor Econômico (20/12)

Fonte: Tele me (18/12)

Setor de TI reduz ritmo de abertura de capital no 3º trimestre Os processos de oferta pública inicial de ações de empresas de tecnologia da informação sofreram uma desaceleração no 3º trimestre deste ano, em comparação ao segundo. Segundo levantamento da PricewaterhouseCoopers (PwC), no mundo foram registradas 13 aberturas de capital que, juntas, movimentaram US$ 1,32 bilhão. A principal mudança no terceiro trimestre foi a volta dos processos de abertura de capital das áreas de software e serviços, equivalentes a 69% do total. O estudo revelou que, em média, as companhias registraram uma receita de US$ 99 milhões nos últimos 12 meses e um resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) negativo de US$ 15 milhões. Fonte: Valor Econômico (26/12)

Inova Telecom destina US$ 1 bi para a expansão da banda larga no Brasil

Espionagem: ONU fortalece reunião de governança da Internet no Brasil

As empresas brasileiras do setor de telecomunicações vão ganhar um incentivo para desenvolver novas tecnologias. O Ministério das Comunicações (Minico) e o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) lançaram o Inova Telecom, programa de apoio à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação tecnológica no setor. A expectativa é de que o programa ajude a impulsionar projetos do governo como o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), as comunicações estratégicas e também da área de segurança. O orçamento inicial é de R$ 1 bilhão, provido pelo BNDES, Finep e Funtel.

A reunião interssetorial no Brasil, 23 e 24 de abril, será o próximo passo na discussão internacional sobre governança na internet, após a aprovação da resolução Direito à Privacidade na Era Digital, por unanimidade, pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). O documento endossado nas Nações Unidas trata de coleta de dados, monitoramento e interceptação de comunicações. Segundo a resolução adotada pela ONU, as pessoas devem ter garantidos, no ambiente digital, os mesmos direitos que têm fora dele.

Fonte: Computer World (19/12)

Fonte: Convergência Digital (19/12)

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O que

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acompanhar em 2014

Depois de dois anos seguidos de desempenhos considerados regulares para o setor de Telecom no Brasil, o clima ainda é de otimismo em relação a 2014. Segundo enquete realizada pelo Teleco, 47% esperam que 2014 seja melhor ou muito melhor que 2013. O otimismo é, no entanto, menor que o registrado em enquetes realizadas nos dois anos anteriores, quando este percentual era de 60% e 73%. Apresenta-se a seguir as principais tendências a serem acompanhadas no ano de 2014, sendo que . 2014 vai ser o ano da 4G? Existe muita expectativa em relação a 2014 ser o ano da 4G. O Teleco estima que a quantidade de celulares 4G no Brasil salte de cerca de 1 milhão em 2013 para 5 milhões no final de 2014. Fusões e Aquisições devem continuar em alta em 2014 - Telefônica e Telecom Itália. A Telefônica precisa da aprovação da Anatel/CADE em 2014 para concluir a aquisição da Telco (Controladora da Telecom Itália). Esta autorização só será concedida pelos órgãos reguladores brasileiros se a Telecom Itália se comprometer a vender a TIM Brasil. - Oi e Portugal Telecom. Em 2014 devem se concretizar os passos previstos para a fusão da Oi com a Portugal Telecom formando a CorpCo com ações negociadas no novo mercado da BM&FBOVESPA. Telecom na Copa A Copa do mundo vai colocar em foco o desempenho dos serviços de telecom das operadoras brasileiras, principalmente nos estádios e locais de aglomeração para assistir os jogos, onde os acessos a serviços de dados (mensagem, facebook, video,..) são cada vez mais requisitados pelos usuários.

3G X 2G 3G deve continuará avançando para se tornar a principal tecnologia de celular do país. Os aparelhos GSM ainda representavam mais de 60% dos celulares em 2013, mas podem ser superados pelos 3G no final de 2014. Crescimento do Pós-pago O pós-pago deve manter o crescimento de 2 dígitos em 2014, beneficiando-se da migração de clientes do prépago para planos controles e do crescimento dos serviços de dados. Crescimento da Banda Larga Fixa e da TV por Assinatura Mais de 50% dos acessos banda larga do Brasil possuíam velocidade superior a 2 Mbps no final de 2013. Este percentual deve crescer em 2014 com o avanço das redes de alta velocidade. O crescimento da quantidade de acessos deve, no entanto, manter o ritmo dos anos anteriores. Registre-se ainda a discussão do marco civil da Internet, em tramitação no Congresso, e a mudança do endereçamento da Internet para o IPV6, que pode se tornar um tema quente se ocorrerem problemas durante a transição.

Fonte: Teleco (05/01)

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Pouca competição prejudica oferta de banda larga, diz Ipea

Mais até do que a própria renda, é a falta de competição no setor de telecomunicações brasileiro que melhor explica a baixa penetração dos acessos em banda larga fixa. Números divulgados nesta quarta-feira, 18/12, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada são alarmantes: apesar de avanços, a desigualdade e a concentração estão aumentando, não caindo. Ao se debruçar sobre dados da Anatel e do IBGE, Oliveira sustenta ser o ambiente de mercado o fator decisivo na penetração dos acessos à Internet no país – baixa mesmo nos grandes centros. Em média, apenas 10 de cada 100 brasileiros tem efetivamente acesso à banda larga fixa. Sem surpresas, as grandes cidades do Sudeste puxam o resultado, visto que nelas essa média é o dobro, de 20,6 acessos por 100, ou 18,9 nos municípios com mais de 500 mil habitantes do Sul. O técnico do Ipea pontua, porém, que o porte das cidades não explica tudo. Cidades semelhantes no Nordeste e no Norte têm densidade muito inferior, de 7,5 e 5,3 por 100, respectivamente. O estudo sobre determinantes da demanda de banda larga mostra que a concentração parece até ficar maior. “No ano de 2010, em 87,7% dos municípios brasileiros o mercado pode ser considerado como concentrado; em 2012, essa porcentagem aumentou, para 95%”, descreve Oliveira. Parte do aumento se deve à chegada de ofertas onde antes não havia, mas com um único prestador Fonte: Convergência Digital (18/12)

Corte em tarifa terá efeito na receita das operadoras Os cortes na taxa de interconexão da telefonia celular, que estão programados para 2014 e 2015, tendem a conter nos próximos anos os ganhos de receita da TIM e reduzir as atuais perdas da Oi. A cobrança da taxa de interconexão na rede móvel, conhecida tecnicamente por Valor de Uso de Rede Móvel (VU-M), se dá sempre que um cliente de uma operadora de telefonia fixa ou móvel realiza uma ligação para um celular de outra prestadora. Trata-se de um "pedágio" cobrado pelo uso da rede da concorrente. Sempre que os clientes realizam chamadas para outras operadoras móveis é gerado o repasse para a concorrente. A Anatel diz que a TIM é atualmente a operadora mais beneficiada pela cobrança, pelo fato de contar com o celular como carro-chefe das operações do grupo no Brasil. A operadora detém a fatia de 27% dos clientes do segmento que geram ganhos significativos com interconexão móvel. Já a situação da Oi é oposta. A operadora é prejudicada por manter "quase monopólio" na telefonia fixa, devido à obrigação assumida como concessionária de atender com esse serviço quase todo o país. A partir de 24 de fevereiro de 2014, haverá uma redução de 25% em relação aos valores cobrados atualmente. Em 24 de fevereiro de 2015, o custo será reduzido a 50% do que é praticado no mercado hoje. Em estimativas da Anatel, o custo da interconexão móvel no Brasil é da ordem de R$ 0,33 por minuto. Para algumas operadoras, o valor recolhido corresponde a até 30% da receita total. Após cumprir o plano de redução de VU-M, a previsão da agência é que o custo chegue a R$ 0,16 por minuto em 2015. A partir de 2016, esse valor deverá ser imposto com base no modelo de custo em elaboração pelo órgão regulador, que deverá refletir os custos reais de uso da rede pela concorrente. Fonte: Valor Econômico (06/12)

Expediente: Telemikro Produção: Assessoria de Comunicação

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Boletim Informativo Edição 10