Issuu on Google+

Video sobre alimentação do bebê com fissura labiopalatina Jeniffer de Cássia Rillo Dutka - Programa de Pós-Graduação do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo e Programa de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo Maria Daniela Borro Pinto – Programa de Pós-Graduação do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo Tarcila Lima da Costa – Programa de Pós-Graduação do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo Rosana Prado de Oliveira – Setor de Fonoaudiologia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo Objetivo: A chegada de um bebê com anomalias é um momento difícil para pais e familiares, particularmente no que se refere às dúvidas quanto a alimentação. O objetivo deste trabalho foi o de desenvolver um vídeo abordando o processo de alimentação do bebê com fissura labiopalatina (FLP) incluindo descrição de estratégias facilitadoras. Método: Após consulta bibliográfica e análise dos materiais encontrasdo, buscou-se informação sobre os questionamentos mais frequentes junto à pais e cuidadores de bebês com FLP em um centro craniofacial. Foram identificados o conteúdo a ser abordado, ilustrações didáticas, roteiro educacional, texto e sequência audiovisual. Resultados: O material foi compilado em uma apresentação em arquivo PPT com áudio incluindo imagens e vídeos ilustrando estratégias facilitadoras da alimentação do bebê com FLP. Uma analogia do trato vocal com uma casa de dois andares foi usada visando otimizar o entendimento do papel do palato e velofarínge. A dificuldade do bebê para sugar o leite devido ao acoplamento das cavidades nasal e oral foi associada ao uso de canudos com orifícios de diferentes tamanhos visando favorecer o entendimento da dificuldade do bebê com fissura em obter o alimento do seio materno ou mamadeira. Discussão: O trabalho resultou na elaboração de um vídeo de dez minutos o qual pode ser usado para orientação de pais e cuidadores de bebês com FLP e também para Educação em Saúde de agentes comunitários e profissionais da saúde, particularmente nas maternidades. Conclusão: O material desenvolvido pode favorecer ações por meio de modalidades da telessaúde, tanto teleducação quanto teleassistência, ampliando possibilidades de orientação à distância de pais e cuidadores de bebês com anomalias e também de agentes da saúde. Jeniffer de Cássia Rillo Dutka – jdutka@usp.br Maria Daniela Borro Pinto - daniborro@usp.br Tarcila Lima da Costa - tarcilacosta@usp.br Rosana Prado de Oliveira - roprado@usp.br


A015