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"O que tem valor no Esporte Interativo é que se trata de um canal de esportes com um modelo de negócios muito interessante. Não temos interesse no free-to-air, mas em um sócio que saiba criar valor para o mercado publicitário".

Sobre a compra de direitos, a resposta é não. O Esporte Interativo vem atuando bem nessa frente e, certamente, tem muito mais conhecimento deste mercado. A operação do Esporte Interativo deve permanecer independente, conforme anunciado por vocês, mas a Turner tem muito conhecimento sobre o mercado. Como pretendem colaborar? Alex González – Há diversas áreas nas quais podemos colaborar. Na área comercial, por exemplo. O mercado de TV por assinatura no Brasil vem crescendo muito, mas seu ecossistema é muito pequeno. Nós podemos ajudar o Esporte Interativo com conhecimento, podemos apresentá-los às pessoas certas do mercado. Já na área de publicidade, acho que o Esporte Interativo pode colaborar com a Turner. Eles têm

Alex González , da Turner Broadcasting System Latin America

conhecimento do mercado de massa brasileiro, sabem atrair o anunciante. Nós temos muita experiência na produção esportiva. Temos uma divisão para isso nos Estados Unidos, que também pode auxiliar o Esporte Interativo. Também podemos colaborar através

da cross promotion, com entradas na programação dos canais da Turner e do Esporte Interativo. Edgar Diniz – Temos os direitos de transmissão no Brasil da estreia do Neymar no Barcelona. Há muita expectativa para vê-lo jogando ao lado do Messi. Devemos fazer, em conjunto com a Turner, uma ação com a exibição ao vivo da partida em salas de cinema, para convidados do mercado publicitário.

Revista TelaViva - 239 - Julho de 2013  

Revista TelaViva - 239 - Julho de 2013

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