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serviços móveis

A nova ordem dos handsets Lei do Bem espreme os preços dos “webphones”, substituídos por smartphones nas prateleiras do varejo e no portfólio das operadoras. Fernando Paiva e Marina Tsutsumi fernando.paiva@convergecom.com.br marina@convergecom.com.br

O

fenômeno dos “webphones” está chegando ao fim. O termo, cunhado alguns anos atrás, serve para nomear celulares 2G que simulam uma experiência de “quase smartphone”. A desoneração dos smartphones 3G pela Lei do Bem espremeu o preço dos webphones, fazendo com que o produto comece a ser preterido pelo consumidor. A tendência, segundo especialistas, é de que o mercado brasileiro seja dividido em duas categorias de aparelhos: os smartphones e os feature phones de gama baixa. Os primeiros caminham gradativamente 2 4 | t e l e t i m e | j u l h o 2013

rumo à hegemonia nas vendas, devendo superar 50% de participação este ano, enquanto os últimos ficarão cada vez mais restritos a consumidores com orçamento mais limitado ou que desejam apenas o serviço de voz. Essa tendência está norteando a estratégia de produção dos fabricantes, assim como a elaboração do portfólio das operadoras e até a remodelação de seus planos de serviços. Os webphones viveram seu auge cerca de dois anos atrás, quando os smartphones eram um símbolo de status, mas seus preços permaneciam impeditivos para boa parte da população. Sem processadores velozes ou sistemas operacionais abertos que permitissem a instalação de aplicativos, os webphones se assemelham aos smartphones por causa de

Teletime - 167 - Julho de 2013  
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