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4

CAPA

Emissoras atrás de audiência e verbas publicitárias

12

50 ANOS DA TV

Os anunciantes

18

COPYRIGHT

Direitos de transmissão x Internet

22

PROGRAMAÇÃO REGIONAL

Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima

24

MAKING OF

34

PRODUÇÃO

os programas de época

38

MULTIMÍDIA

Produção de conteúdo para Internet

42

SEMINÁRIO

PUBLICIDADE

EQUIPAMENTOS

Internet de alta velocidade

Rede de negócios via cabo

Tripés

49

52

56

FIQUE POR DENTRO

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AGENDA

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Engenheiros e técnicos empenhados nos testes para a escolha do padrão de DTV para o Brasil demonstraram extrema habilidade política na confecção do relatório entregue à Anatel, baseando suas conclusões na modulação de freqüência usada pelos três padrões analisados. Assim, nenhum padrão foi descartado; apenas a modulação de freqüência usada pelos norteamericanos. Aguarda-se assim que os Estados Unidos resolvam a polêmica questão do 8VSB, a base do ATSC. Evidentemente, seria economicamente mais interesse nos unirmos ao grupo capitaneado pelos Estados Unidos. A economia de escala faria os preços dos equipamentos usados para a transição baixarem mais rápido, beneficiando quem vive abaixo do Rio Grande. O grupo Abert/SET teve a clarividência de não se subjugar ao poderio político dos interessados e afirmar de maneira diplomática que o sistema norte-americano, por enquanto, não funciona. O Brasil não pode se dar ao luxo de entrar num sistema que corre o risco de ser totalmente reformulado, como é o caso do ATSC. A peteca agora está nas mãos da Anatel. A agência resolveu dar tempo ao tempo, aguardando que o ATSC seja reformulado pois a FCC mesmo tendo rejeitado a petição da Sinclair - o primeiro grupo a por a boca no trombone contra o padrão de transmissão - resolveu reavaliar o 8-VSB depois que a NBC confirmou os resultados obtidos pelo grupo de Baltimore. Enquanto isso temos tempo antes da definição que pode influenciar toda a América Latina, inclusive a Argentina, que embora tenha feito sua opção, promete rever sua decisão em função do Brasil. O primeiro passo para a implantação da DTV no Brasil foi dado. A caminhada ainda precisa passar por definições quanto à canalização, interface etc. A Eletros também acompanhou o desenvolvimento dos testes, validou a forma como foram conduzidos e está seguindo o cronograma para a elaboração agora do seu plano de negócios. A indústria da linha marrom começa a se preparar para assegurar ao telespectador que seu novo aparelho irá sintonizar seus programas favoritos, qualquer que seja o canal em que ele está sendo exibido com a mesma facilidade de hoje. E mais: com melhor qualidade de imagem e som, além de novos serviços (interativos ou não) propiciados pela digitalização.

Rubens Glasberg

Revista Tela Viva - 91 Março de 2000  

Revista Tela Viva - 91 Março de 2000

Revista Tela Viva - 91 Março de 2000  

Revista Tela Viva - 91 Março de 2000

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