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ção de atividades diversificadas para vários públicos. Todas as áreas artísticas são contempladas: música, teatro, dança, cinema, novo circo, cruzamentos disciplinares, exposições de artes visuais e serviço educativo.

EDITORIAL O nosso investimento na cultura, como eixo estratégico de desenvolvimento, tem no TMG um excelente exemplo de dinâmica integradora e participativa, de um serviço público ao serviço da fruição e educação artística. No início de um novo mandato, assumimos a aposta no Teatro Municipal da Guarda enquanto equipamento cultural âncora, versátil e multidisciplinar não apenas do Concelho, mas de toda a região. Os indicadores e resultados provam, inequivocamente, que esta estrutura cultural tem garantindo o cumprimento de um pressuposto político orientador: mais democraticidade e mais acessibilidade aos processos de participação e envolvimento. Por isso, o TMG tem vindo a afirmar-se como espaço de encontro e intercâmbio, partilha e descoberta de experiências, lugar central na vida da cidade e referência identitária da população. É também um equipamento de grande atração turístico-cultural e económica, uma vez que o seu público não se restringe à Guarda, mas também à região do interior, a todo o país e da vizinha Espanha.

Consolida-se, assim, a sua vocação de serviço público com o objetivo do desenvolvimento cultural e social da população, através de uma oferta multidisciplinar que permite o acesso de todos à cultura, direito constitucionalmente reconhecido, e uma fruição crítica do objeto cultural. O TMG abre as suas portas (e espaços) a dezenas de entidades, associações, empresas e coletividades que dinamizam os seus projetos e iniciativas no Teatro. A ligação à comunidade e ao território está, cada vez mais, patente na atividade quotidiana. Nos últimos 4 anos a média real de frequentadores e espetadores por cada ano é de 23 mil. Do vasto programa que esta agenda informa, com grandes nomes da música, do teatro e muitas outras áreas, destaco particularmente os dois espetáculos das Janeiras. Um para todas as crianças do concelho, o outro com o envolvimento ativo das coletividades e associações da Guarda. São momentos de grande ENVOLVIMENTO direto dos cidadãos, das estruturas associativas, como um dos mais ricos patrimónios da nossa ação coletiva. Prosseguimos, assim, neste caso através do TMG, uma política assente em prioridades como uma cultura acessível a todos, diversidade cultural, fruição e enriquecimento cultural, participação da comunidade, dos jovens e menos jovens, das escolas e instituições em geral. Álvaro dos Santos Amaro Presidente da Câmara Municipal da Guarda

O Teatro Municipal da Guarda mantém, neste primeiro trimestre de 2018, um ritmo de programação cultural de qualidade, regular, orientando a sua ação na dinamiza-

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descontos

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JOVENS ATÉ AOS 25 ANOS E DESEMPREGADOS

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[Inclusivé. Mediante apresentação de comprovativo de idade, se requerido]

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AMIGO TMG AMIGO Nº XXX DATA DE INSCRIÇÃO XX/XX/2016 | VALIDADE XX/XX/2017 CARTÃO DE UTILIZAÇÃO PESSOAL E INTRANSMISSÍVEL

serviço de baby sitting MiróNoite Cultural Quantas vezes deixou de assistir a um espetáculo no Teatro Municipal da Guarda porque tem à guarda filhos pequenos? Agora já pode deixar os seus filh@s entregues a técnicos especializados em animação e educação nos espaços do teatro. Neste espaço, os seus filhos realizarão atividades lúdicas e criativas enquanto os pais assistem a um espetáculo no TMG. Para mais informações e marcações prévias contactar 925804452 ou por email mirobolantes@gmail.com 5


E X T R A- P R O G R A M A Ç Ã O

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Q U I N TA E S E X TA | 10 H00 E 14 H00 GRANDE AUDITÓRIO

E S P E TÁ C U L O I N FA N T I L / M Ú S I C A O R G: C M G D I R I G I D O A O S A L U N O S D O 1.º C E B E J A R D I N S D E I N FÂ N C I A D O C O N C E L H O D A G U A R D A E N T R A D A L I V R E M/4

O MUNDO DE PLIMPLIX

O Município da Guarda proporciona a todas as crianças do Pré-Escolar e 1.º CEB do Concelho um espetáculo inesquecível com “O Mundo de Plimplix”. O espetáculo surge associado ao tradicional Cantar das Janeiras ao Sr. Presidente da Câmara Municipal da Guarda. As entoações dos cânticos representam peditórios cantados que têm por finalidade receber dádivas, remetendo-nos, como noutras celebrações, para tempos remotos, em que se celebravam deuses e divindades pagãs ou eram pedidas ou oferecidas dádivas no início do ano comum, símbolo de bom augúrio, quer para quem as pedia, quer para as doava. Os mais pequenos poderão, assim, cantar as janeiras ao Sr. Presidente e desfrutar de um musical onde um pequeno duende lhes vai mostrar o trabalho atarefado, mas recompensador, para ajudar o Pai Natal. Vamos todos entrar na magia do Natal! Basta abrir a mão, fechar os olhos e, quando dermos conta, vamos ter um pequeno duende a pousar na nossa mão.

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S Á B A D O | 21 H30 GRANDE AUDITÓRIO

E S P E TÁ C U L O C O M U N I TÁ R I O / M Ú S I C A O R G: T M G/ C M G 1€ ( A R E V E R T E R PA R A U M A I P S S) T O D A S A S I D A D E S

JANEIRAS

E S P E TÁ C U L O D E E N C E R R A M E N T O D O P R O G R A M A G U A R D A C I D A D E N ATA L

Coletividades do concelho da Guarda reúnem-se no palco do Grande Auditório para uma grande celebração, evocando, assim, os cantos de janeiras. Cantar as janeiras significava pedir aos mais abastados que partilhassem um pouco da sua riqueza com os mais pobres. Levante-se lá, minha senhora | desse banco de cortiça | Venha-nos dar as janeiras | ou de carne, ou de chouriça. As janeiras eram, portanto, uma oportunidade para manifestar solidariedade, para ajudar aqueles que mais precisavam. E no escuro da noite lá vinha uma morcela, um presunto, frutos secos. Quando o pedido não era correspondido existiam quadras apropriadas para responder ao gesto avaro. Esta casa é bem alta | forradinha a papelão | O senhor que nela mora | é um grande forretão. Num momento em que o canto das janeiras assumirá contornos performativos, cerca de trezentas pessoas estarão em palco para... cantar as janeiras! Direção Musical: César Prata 7


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Q U A R TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

E X E R C Í C I O P E R F O R M AT I V O O R G: 3.º A N O D O C U R S O D E A N I M A Ç Ã O S O C I O C U LT U R A L DO INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA ENTRADA LIVRE

(DES)CONECTADOS

A azáfama constante proveniente dos dias rotineiros e acelerados impele-nos a priorizar diversos momentos, situações e indivíduos. Vivemos envolvidos numa dependência virtual constante, num mundo em que a tecnologia impera, nos distancia e robotiza. As relações interpessoais passam a ser escassas e superficiais, privilegia-se o ter em detrimento do ser e os momentos destinados aos que nos rodeiam são cada vez mais diminutos. É esta azáfama constante que nos mantém alerta sobre o que se passa em todo o lado e em lado nenhum. É esta azáfama constante que nos mantém perto, mas cada vez mais longe. Atores: Andreia Nascimento; Cláudia Mateus; Cláudia Moreira; Crizélidia Oliveira; Lúcia Coelho; Mafalda Ribeiro; Raquel Cardoso; Sabrina Gomes; Sainy Mariano; Tatiana Feiteira; Vanda Sá Rodrigues. Orientação e encenação: Filipa Teixeira 8


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S E X TA | 22 H00 CAFÉ CONCERTO

MÚSICA O R G: T M G/ C M G E N T R A D A L I V R E M6

vozCONTRAbaixo DE MIGUEL CALHAZ

Neste concerto, Miguel Calhaz (que tem fortes ligações à Guarda) apresenta o seu trabalho discográfico “vozCONTRAbaixo”. Neste projeto musical há entre Miguel Calhaz e o seu contrabaixo uma cumplicidade e uma ligação que transcende a normal relação entre um músico e o instrumento que toca. Aqui, o contrabaixo sai da sua esfera usual de instrumento de acompanhamento e passa a assumir funções harmónicas, melódicas e rítmicas. A própria abordagem quanto à forma de tocar este instrumento difere daquilo que é mais comum. Utilizam-se recursos como o corpo de madeira do instrumento (que é usado como instrumento de percussão), harmónicos e harpejos em 2 ou 3 cordas em simultâneo, assumindo espaços normalmente preenchidos por outros instrumentos. A par do uso destes recursos junta-se a voz do músico que vai ilustrando os seus e outros poemas: trauteando improvisos e embalando redondos vocábulos... Contrabaixo e voz: Miguel Calhaz Voz, Flauta - Luísa Vieira Guitarras - Mauro Ribeiro Bateria - Diogo Alexandre 9


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S E X TA S: D A S 21 H00 À S 23 H00 S Á B A D O S: D A S 9 H30 À S 12 H30; E D A S 14 H20 À S 17 H30 SALA DE ENSAIOS

FORMAÇÃO O R G: T M G/ C M G E N T I D A D E C E R T I F I C A D O R A: G U A R D A R A I A D E S T I N ATÁ R I O S: E D U C A D O R A S D E I N FÂ N C I A E P R O F E S S O R E S D O 1.º C I C L O

CADERNO (A)RISCAR E X P R E S S Ã O D R A M ÁT I C A N A S A L A D E A U L A, F O R M A Ç Ã O O R I E N TA D A POR ADRIANA CAMPOS

Esta formação abre espaço à expressão pelo drama na sala de aula e descodifica o corpo como depositário de ideias e arquivo em permanente construção. Além de um espaço de experimentação e de reflexão sobre a importância da expressão em contexto educativo, propõe a utilização e construção de um caderno didático_Caderno (a)riscar, que serve de suporte para educadores e professores conseguirem implementar esta prática no seu plano anual de atividades. Uma formação criada por Adriana Campos, com a colaboração plástica de Andreia Dias.

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S Á B A D O | 15 H00 À S 19 H00 E S PA Ç O S N Ã O C O N V E N C I O N A I S D O T M G

PERFORMANCE O R G: T M G E A Q U I L O T E AT R O A P O I O: C I N E C L U B E D A G U A R D A E N T R A D A L I V R E M/6

MOSTRA DE PERFORMANCE 11


Nesta Mostra de Performance 8 artistas durante 4h horas irão ocupar espaços não convencionais no TMG com diferentes e surpreendentes propostas preformativas num percurso pelo teatro também ele surpreendente. São 8 jovens artistas de diferentes áreas de formação, artistas plásticos, designers, músicos, poetas, pintores e escultores que apresentam propostas numa linguagem transversal a todas estas áreas, a performance. A arte de ação pode tocar com uma mão a linguagem da poesia, da escultura, do vídeo ou da instalação, e com a outra fugir ao domínio de todos estes, abrindo portas a um território desconhecido no domínio da arte. O que une estes artistas é a procura incessante dos seus limites, tanto da linguagem como físicos e cognitivos, propondo sempre novas experiências tanto para eles como para o público que vem fazer parte deste acontecimento que é a performance. Artistas: João Timóteo, Guilherme Silva, João Azevedo, Henrique Apolinário, Mariya Nesvyetaylo, Duda, Nuno Silas e Vitor Freitas 12


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CAFÉ CONCERTO

FEVEREIRO

EXPOSIÇÃO O R G: T M G/ C M G E N T R A D A L I V R E M/6

EXPOSIÇÃO UNIVERSAL D E M I L E S ( N U N O A PA R Í C I O)

Nuno Aparício, mais conhecido como Miles, descobriu e tomou gosto à pintura desde muito cedo, começando pela parte técnica e, nos últimos anos, desenvolvendo a parte concetual. O característico monocromatismo do artista destina-se a que a peça não consiga ser facilmente distinguida na linha de tempo, podendo parecer uma obra muito antiga ou muito moderna consoante o olhar do espetador e proporcionando, além disso, um entendimento pessoal do autor daquilo que é a oposição. Preto e branco destacam a oposição entre dois termos antagónicos (luz e trevas). O branco é a negação do preto, mas o vermelho não se opõe ao azul, nem este ao amarelo. Na maioria das vezes, as suas obras têm um caráter filosófico, abordando questões que intrigam o artista, e usando as peças como suporte para o desenvolvimento do pensamento acerca do tema. A sua arte é desenvolvida numa base de experimentação e perfeição, dois termos normalmente contrários. Toda a sua pintura se sustenta na dualidade de realidades tendo como princípio devaneios oníricos. 13


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Q U A R TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO CINEMA O R G: T M G/ C M G 3€ M/16 61 M

TREBLINKA – TUDO VOLTA A ACONTECER D E S É R G I O T R É FA U T

Construído numa área escassamente povoada da Polónia ocupada, a cerca de 100 quilómetros a nordeste de Varsóvia, Treblinka foi um dos campos de extermínio mais mortíferos do sistema nazi, apenas superado pelo complexo Auschwitz-Birkenau. No período em que esteve ativo, entre julho de 1942 e o outono de 1943, estima-se que mais de 750.000 judeus foram mortos nas câmaras de gás de Treblinka. Este filme evoca as memórias dos sobreviventes e em que presente, passado e futuro se confundem nas carruagens de um comboio que atravessa a Europa de Leste no Inverno: Rússia, Ucrânia, Polónia. É uma viagem que conduz aos campos de extermínio. As vozes dos sobreviventes relatam aquilo que não é possível mostrar em imagens. O velho postulado do pós-guerra “Nunca Mais” soa agora como uma fantasia. Tudo está a acontecer novamente. França (2016), Realização: Sérgio Tréfaut, com Isabel Ruth e Kiril Kashlikov 14


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Q U I N TA | 22 H00 CAFÉ CONCERTO

MÚSICA O R G: T M G/ C M G E N T R A D A L I V R E M/6 60 M

TORGA

Torga é uma banda de Lisboa que iniciou o seu percurso em Maio de 2015, tendo vindo desde aí a criar uma forte identidade dentro do panorama musical português através da fusão de canções originais com diferentes estilos musicais englobados na música do mundo, mantendo o espectro da voz popular e da melodia tradicional. As influências são fruto das diferentes experiências dos músicos que formam a banda com a fusão das linguagens do jazz, do rock, do pop e da clássica, sem esquecer o uso da eletrónica em tempo real. O disco de estreia é um percurso pela raiz da voz e da melodia tradicional inspirado também em sonoridades de diversas partes do mundo. Desde o norte de Portugal, norte de África, até ao Chile passando pelas regiões mais familiares do espectro tradicional português. Voz, Gaita Galega e Transmontana e Flautas - Miguel Quitério Bouzouki - Miguel Simões Percussões - João Mendes 15


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S E X TA | 21 H30 GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA O R G: T M G/ C M G 5€ M/12 75 M

CAPICUA 16


Socióloga, doutorada em Geografia, Capicua é sobretudo conhecida como uma Rapper militante e um dos nomes mais influentes do panorama do hip hop nacional. Com duas mixtapes, dois álbuns editados (“Capicua”, 2012 e “Sereia Louca”, 2014) e um disco de remisturas (“Medusa”, 2015), tem somado uma vasta lista de concertos pelo país, conquistado um público diverso e o reconhecimento da crítica. Conhecida pela sua escrita emotiva e politicamente engajada (como letrista), pela espontaneidade e por uma clara atitude feminista, conta já com uma longa lista de colaborações, conferências, projetos sociais e workshops, sempre em torno da palavra e da música. Neste novo espetáculo ao vivo com banda Capicua apresenta uma nova formação que trouxe mais energia à sua música, interpretando músicas de todos os álbuns e mixtapes e com novos arranjos e energia renovada. Em estreia absoluta no TMG, Capicua promete festa num espetáculo de formato eletrónico ao estilo hip hop mais tradicional com uma banda em palco e um concerto com repertório renovado. Além dos habituais momentos arrepiantes de rap emocional, político e feminino, capicua e amigos vão encher o palco e a plateia de uma energia contagiante. Voz – Capicua Voz de suporte – M7 Samples e Scratch – D-One Programação e Samples – Virtus Bateria – Ricardo Coelho Baixo, Guitarra e Sintetizador – Luís Montenegro

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T E R Ç A - 15 H00, Q U A R TA - 10 H00 E Q U I N TA - 10 H00 E 15 H00 PEQUENO AUDITÓRIO

OFICINA DE FORMAÇÃO O R G: T M G/ C M G D E S T I N ATÁ R I O S: E S C O L A S 1.º C I C L O E N T R A D A L I V R E ( M E D I A N T E I N S C R I Ç Ã O P R É V I A) M/6

SOMBRINHAS

O F I C I N A D E T E AT R O D E S O M B R A S, P O R C O M PA G N I E A C T E2 T H É AT R E

“Sombrinhas” apresentado por Zemanel Todas as coisas têm uma sombra. O que é uma sombra? Ela vem com a luz e nunca se separam... Somos nós? É o nosso fantasma? É a nossa alma? Para a nossa companhia, é um material para fazer histórias. Ela é a irmã da imaginação. Durante muito tempo aprendemos a brincar e a jogar com as sombras Hoje gostamos de partilhar esses jogos com o público. As sombras são um alfabeto para contar. Esta oficina é vocacionada para as crianças poderem experimentar a magia do teatro de sombras. 18


E X T R A- P R O G R A M A Ç Ã O

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Q U A R TA | 21 H00 GRANDE AUDITÓRIO

PA L E S T R A O R G: L I F E T R A I N I N G 3€ ( R E V E R T E PA R A A A S S O C I A Ç Ã O D E S U R D O S D A G U A R D A - D E S P E R TA R D O S I L Ê N C I O)

INSPIRAÇÃO PARA UMA VIDA MÁGICA

A Inspiração para uma Vida Mágica é um evento a nível nacional promovido pela Life Training, que irá decorrer na Guarda no dia 24 de Janeiro de 2018, com início às 21 horas. Durante uma palestra dinâmica, divertida e simples pretende-se mostrar aos participantes “estratégias para viver uma vida mágica”. Será apresentada uma estrutura organizada par aumentar o nível de compreensão daquilo que nos acontece, identificar aquilo que realmente pretendemos e quais as estratégias para superar os desafios diários, rumo a uma vida mágica. O orador principal é o Pedro Vieira, e irá recorrer sobretudo à sua experiência e formação nas áreas de Coaching, PNL e Mindfulness. Com esta iniciativa pretende-se doar a totalidade das receitas em bilheteira à Associação de Surdos da Guarda - Despertar do Silêncio. Equipa Life Training

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Q U I N TA | 22 H00 CAFÉ CONCERTO MÚSICA O R G: T M G/ C M G

E N T R A D A L I V R E M/6

THE TWIST CONNECTION

The Twist Connection são um trio de Coimbra (capital do rock’n’roll português) que junta bateria, baixo e guitarra para debitar um rock’n’roll enérgico dos anos 60 à mistura com blues, soul, garage, twist, uma pitada de punk e muitos grooves e ritmos para abanar incessantemente a anca. Liderados pela bateria e voz de Carlos ‘Kaló’ Mendes (ex-Tédio Boys, Parkinsons e Bunnyranch), The Twist Connection irradiam pura energia com a apresentação ao vivo das canções que fazem parte do álbum de estreia “Stranded Downtown” o qual, segundo o crítico do Público Mário Lopes, “chega para mostrar com quanta eletricidade se faz o novo velho rock'n'roll”. Bateria e Voz – Carlos ‘Kaló’ Mendes Guitarra – Samuel Silva Baixo – Sérgio Cardoso 20


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S E X TA | S E S S Õ E S À S 9 H30 E 10 H30 GRANDE AUDITÓRIO

MÚSICA O R G: S Í N T E S E – G R U P O D E M Ú S I C A C O N T E M P O R Â N E A A P O I O S: T M G, D G A R T E S, C M G, E S A R T / I P C B, C M C A S T E L O B R A N C O, A N T E N A 2 D E S T I N ATÁ R I O S: P R É- E S C O L A R, 1º E 2º C I C L O S E N S I N O B Á S I C O E N T R A D A L I V R E ( M E D I A N T E M A R C A Ç Ã O P R É V I A) 60 M

ENSAIO ABERTO SÍNTESE - XII CICLO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DA GUARDA

Síntese - XII Ciclo de Música Contemporânea – Os Ensaios Abertos do ensemble Síntese são destinados aos alunos do ensino regular dos agrupamentos de escolas da cidade da Guarda, e destinam-se a aproximar estes alunos da música contemporânea, fornecendo-lhes a possibilidade de conhecer de perto a construção de uma obra musical e facilitando-lhes o contacto com os músicos. Estes ensaios abertos decorrem em duas sessões no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda. Síntese Grupo de Música Contemporânea: Helena Neves, soprano; Carisa Marcelino, acordeão; Carlos Canhoto, saxofones; Rogério Peixinho, violoncelo; João Pedro Delgado, viola d'arco; Alfeu Carneiro, violino; Gustavo Delgado, violino; Jorge Pires, guita.

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FA M Í L I A S A O T E AT R O

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S Á B A D O | 16 H00 PEQUENO AUDITÓRIO T E AT R O O R G: T M G/ C M G 3€ M/6

ENTRE L'OGRE ET LE LOUP

( B A S E A D O N O C O N T O "O P E Q U E N O P O L E G A R") T E AT R O D E S O M B R A S A P R E S E N TA D O P O R C O M PA G N I E A C T E2 T H É AT R E

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Muitos conhecem esta história. Como Hansel e Grettel, também Polegarzinho terá que traçar o seu caminho com pequenas pedras brancas. Abandonado por seus pais, cedo terá que seguir caminho sozinho. Cedo terá que crescer, apesar dos obstáculos e encontrar força suficiente para ele e para os seus irmãos. Uma pequena criança que, aos sete anos, tem de viver sua vida como homem. É uma história, claro está! Mas... o mundo está cheio de pequenos polegares escondidos nas sombras: pequenos polegares que trabalham em fábricas na Ásia, em minas na América do Sul ou na África, e atravessam o Mar Mediterrâneo. Neste espetáculo, usamos a sombra para mostrar melhor esse pequeno personagem, símbolo de todos aqueles que a miséria forçou a crescer muito rápido. Encenação - José Mendes Direção Musical - Antoine Reibre Atores/bailarinos - Rémi Leclère, Franck Settier e Celine Coessens Figurinos - Elodie Lecrocq Manipulação de sombras - José Mendès Efeitos especiais - Patrick Argirakis e Florence Mazingant

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Q U A R TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G: C I N E C L U B E D A G U A R D A A P O I O: T M G/ C M G/ I P D J 3€ / 1,50€ ( S Ó C I O S D O C I N E C L U B E D A G U A R D A) M/16 101 M

C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: “ E M C A R TA Z”

GOOD TIME

DE BENNY SAFDIE E JOSH SAFDIE

O plano de Constantine Nikas era assaltar um banco e, com o dinheiro do saque, recomeçar uma nova vida com Nick, o irmão mais novo, que sofre de problemas mentais. Contudo, apesar de tudo ter sido estudado ao milímetro, o golpe acaba por correr mal, o que faz com que Nick, num momento de descontrolo total, seja capturado pela polícia. Determinado a resgatá-lo, Constantine embarca numa perigosa viagem pelo submundo de Nova Iorque, numa tentativa desesperada de arranjar dez mil dólares para a fiança do irmão, salvando-o da violência da prisão de Rikers Island, para onde deverá ser enviado em breve. EUA (2017), Drama /Thriller Elenco: Josh e Ronald Bronstein, Robert Pattinson, Barkhad Abdi, Jennifer Jason Leigh e Ben Safdie.

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FEVEREIRO Q U I N TA

15 H00 ( P Ú B L I C O E S C O L A R) MEDIANTE MARCAÇÃO PRÉVIA

22 H00 ( P Ú B L I C O E M G E R A L) CAFÉ CONCERTO

T E AT R O C Ó M I C O O R G: T M G/ C M G E N T R A D A L I V R E M/6

THE BEAT GOES ON

P O R T H E B E AT B R O T H E R S ( I TÁ L I A)

Os Beat Brothers são dois loucos artistas italianos que arrasam por onde passam. Sem recorrer a palavras, fazem da comédia física uma verdadeira aventura de humor e imprevistos. Os Beat Brothers recorrem às músicas mais díspares – Mozart e hip hop – para brincar com o público e levá-lo a embarcar numa fascinante viagem que vai provocar toneladas de risos e surpresas. Este duo ganhou o prémio de “Melhor Espetáculo” no Lunathica Festival (Itália). Encenação e interpretação - Stefano Iaboni e Davide Fontana 25


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S E X TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

MÚSICA O R G: S Í N T E S E – G R U P O D E M Ú S I C A C O N T E M P O R Â N E A A P O I O: T M G, D G A R T E S, C M G, E S A R T / I P C B, C M C A S T E L O B R A N C O, A N T E N A 2 5€ 60 M

CONCERTO SINTESE “ESTREIAS”

SÍNTESE - XII CICLO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DA GUARDA

Neste primeiro concerto do XII Ciclo de Música Contemporânea, o ensemble, residente e organizador realiza a estreia absoluta de três obras encomendadas para este ciclo de autoria de Nuno Côrte-Real, Ângela da Ponte e Cândido Lima. Trata-se de estéticas contrastantes no panorama português da criação musical contemporânea, sendo essa, precisamente, a característica que se pretende afirmar neste contexto: a diversidade, a originalidade e a diferença entre escolhas múltiplas de conceitos criativos, adaptados aos instrumentos de eleição deste ensemble, cuja constituição não é, de todo, vulgar. O ensemble Síntese é um dos agrupamentos portugueses com maior dinâmica no campo da interpretação de nova música portuguesa. Após o concerto haverá uma tertúlia no Café Concerto. Síntese Grupo de Música Contemporânea: Helena Neves, soprano; Carisa Marcelino, acordeão; Carlos Canhoto, saxofones; Rogério Peixinho, violoncelo; João Pedro Delgado, viola d'arco; Alfeu Carneiro, violino; Gustavo Delgado, violino; Jorge Pires, guitarra; Direcção: Jan Wierzba (maestro convidado) 26


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S E X TA | 23 H00 CAFÉ CONCERTO

TERTÚLIA O R G: S Í N T E S E – G R U P O D E M Ú S I C A C O N T E M P O R Â N E A A P O I O: T M G, D G A R T E S, C M G, E S A R T / I P C B, C M C A S T E L O B R A N C O, A N T E N A 2 ENTRADA LIVRE

A MINHA MÚSICA É... SÍNTESE - XII CICLO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DA GUARDA

A tertúlia “A Minha Música é...” contará com a presença dos compositores Cândido Lima, Nuno Côrte-Real e Ângela da Ponte, assim como com os músicos do ensemble Síntese. Tendo como ponto de partida a visão individual acerca das características intrínsecas que definem cada um dos compositores, parte-se para a exploração do que são as estéticas musicais na vanguarda da música portuguesa.

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FEVEREIRO

S Á B A D O | 21 H30 GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA O R G: T M G/ C M G 10€ M/6

RAQUEL TAVARES Raquel Tavares ganhou uma notoriedade nacional no fado pela primeira vez em 1997, ano em que, com 12 anos, venceu na Grande Noite do Fado. Em 2006 Raquel Tavares recebeu o "Prémio Amália Rodrigues" para "Revelação Feminina", da Fundação Amália Rodrigues e já em 2007 seria a vez da Casa da Imprensa lhe atribuir o "Prémio Revelação". A fadista foi uma das vozes escolhidas para participar na homenagem a Adriano Correia de Oliveira, tendo ainda participado noutro tributo no mesmo ano, neste caso no documentário de João Pedro Moreira “Não me Obriguem a Vir para a Rua Gritar : Tributo a Zeca Afonso”. Por esta altura, as atuações de Raquel estendem-se além-fronteiras, com visitas registadas a vários países e cidades como Paris, Roma, Madrid e Santiago do Chile. Em 2016 foi lançado “Raquel”, um álbum de sucesso que contou com participações especiais de Rui Massena, Carlão e Rui Veloso e que marcaria o mercado discográfico português. Recentemente, a fadista atravessou o Oceano Atlântico, experimentou um repertório menos habitual, mas que a acompanha desde menina, e gravou um CD de homenagem com 14 canções do brasileiro Roberto Carlos. voz - Raquel Tavares Baixo - Didi Pinto Guitarra Portuguesa - André dias Viola Acustica - Bernardo Viana Bateria - Fred Ferreira Som de Frente - Rui Mira Luzes - Rui Daniel som de Palco - Pedro Gerardo tour Manager - Isabel Guerreiro 28


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E X T R A- P R O G R A M A Ç Ã O

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T E R Ç A | 18 H00 PEQUENO AUDITÓRIO LANÇAMENTO LIVRO

O R G: A J U D A R I S A P O I O: A G R U PA M E N T O D E E S C O L A S D A S É E A F O N S O D E A L B U Q U E R Q U E, C Â M A R A M U N I C IPA L D A G U A R D A, R E D E D E B I B L I O T E C A S E S C O L A S E P L A N O N A C I O N A L D E L E I T U R A ENTRADA LIVRE TODAS AS IDADES

F E S TA D E L A N Ç A M E N T O D O L I V R O

HISTÓRIAS DA AJUDARIS’17

Grande Festa de Lançamento do livro “Histórias da Ajudaris’17”. Esta festa irá contar com a participação dos pequenos grandes autores, os verdadeiros heróis desta festa, os professores, e ilustradores solidários e toda a comunidade escolar.

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E X T R A- P R O G R A M A Ç Ã O

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Q U I N TA | 20 H00 – 22 H30 CAFÉ CONCERTO

LANÇAMENTO LIVRO

O R G: I N S T I T U T O P O L I T É C N I C O D A G U A R D A A P O I O: T M G/ C M G

XXVIII JORNADAS LUSO-ESPANHOLAS J A N TA R C O N V Í V I O

No âmbito da promoção da investigação científica realizam-se nos dias 7 a 10 de fevereiro de 2018 as XXVIII Jornadas Luso-Espanholas de Gestão Científica sob o lema Interioridade e Competitividade: Desafios Globais da Gestão. Estas jornadas são promovidas pela Unidade Técnico-Científica de Gestão e Economia da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) do Instituto Politécnico da Guarda e vêm dar continuidade aos laços de intercâmbio académico e científico entre as instituições de ensino superior portuguesas e espanholas. Este evento de caráter cientifico constitui uma oportunidade para a os docentes apresentarem trabalhos de investigação, individuais, ou em conjunto com outros docentes e/ou alunos. No dia 8 haverá um convívio potenciador de trabalho em rede por parte dos investigadores que participam nas Jornadas Luso Espanholas, onde se inclui um jantar e um concerto no Café Concerto.

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S E X TA | 21 H30 GRANDE AUDITÓRIO T E AT R O O R G: T M G/ C M G 5€ 90 M M/12

FILHO DA TRETA COM JOSÉ PEDRO GOMES E A N T Ó N I O M A C H A D O – G U A R D A F O L I A 2018

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Antigamente a vida era uma selva. Agora, a vida é uma selfie. Toda a treta se dispersou e cresceu nas redes sociais e os especialistas têm tido alguma dificuldade em encontrar a genuína conversa da treta. Mas quem é vivo sempre falece, e também sempre aparece. Nada se perde, tudo se transforma o código genético da Treta renasce em 2016 com a assustadora e nada aguardada peça de teatro Filho da Treta. Zezé (José Pedro Gomes) prossegue a sua luta contra o bom-senso, a solidariedade, o trabalho e outros conceitos primeiro-mundistas, desta vez na companhia de Júnior (António Machado) que anda de bicicleta desmontável. Zezé, ao nível da deslocação, continua a polir a ponta do sapatinho de verniz com cuspe. Mas é um cuspe mais sábio... Numa comovente irritação entre duas gerações perdidas, discutem-se as tascas gourmet, os refugiados, os paus de selfie, as novas famílias e outras pragas que assolam o mundo moderno deste saudoso bairro em vias de extinção. Texto - Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins Interpretação - José Pedro Gomes e António Machado Encenação - Sónia Aragão Música - Bruno Vasconcelos e Nuno Rafael Desenho de Luz - Luís Duarte Figurinos - Fernanda Ramos Produção - Força de Produção

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S Á B A D O | 22 H00 CAFÉ CONCERTO

T E AT R O C Ó M I C O E M U S I C A L O R G: T M G/ C M G E N T R A D A L I V R E 60 M M/6

CLÁSICOS EXCÉNTRICOS ( E S PA N H A)

Quem é que disse que a música clássica é aborrecida? A partir de um reportório de peças clássicas universais, os três intérpretes excêntricos interpretam-nas através do humor, da originalidade e da surpresa, num espetáculo visualmente apelativo e musicalmente desconcertante. Além disso, estes músicos originais tocam instrumentos criados por si, o que aumenta a componente cómica. Um espetáculo verdadeiramente excêntrico. Lapso Producciones 34


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Q U I N TA S E S S Õ E S À S 10 H00 E 15 H00 PEQUENO AUDITÓRIO T E AT R O

O R G: T M G/ C M G D E S T I N ATÁ R I O S: P R É- E S C O L A R E 1.º C I C L O ( M E D I A N T E I N S C R I Ç Ã O P R É V I A) L O TA Ç Ã O - 120 C R I A N Ç A S 2€ 55 M M/4

UM URSO COM POUCOS MIOLOS P O R T R I G O L I M P O T E AT R O A C E R T

Todas as pessoas têm um herói e o herói do Senhor Pina é o Ursinho Puff, personagem do seu livro preferido: As aventuras de Joanica Puff. Mas como é que um poeta com muitos miolos admirava um urso com poucos miolos? Só vendo, não é? Este espetáculo trata um bocadinho disso. A partir do livro de Álvaro Magalhães, “O Senhor Pina”, escrito em homenagem ao poeta Manuel António Pina, o Trigo Limpo teatro ACERT cria este novo espetáculo que nos revela o autor Álvaro Magalhães e o homenageado Manuel António Pina através da relação criada entre as duas personagens: o Urso e Senhor Pina. As duas personagens encerram em si dois mundos: o mundo dos adultos – complicado e cheio de responsabilidades - e o mundo das crianças – simples e desprovido de preconceitos. Desta diferença resultam diálogos e situações bem-humoradas que nos mostram uma nova forma de olhar o habitual, o quotidiano e, até, a poesia. Texto - A partir do Livro “O Senhor Pina” de Álvaro Magalhães Adaptação e Encenação - Raquel Costa Assistência de Encenação - Pompeu José Interpretação - João Silva e Pedro Sousa Cenografia - Zétavares e Pompeu José 35


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S E X TA | 22 H00 CAFÉ CONCERTO MÚSICA

O R G: T M G/ C M G E N T R A D A L I V R E 60 M M/6

CAPTAIN BOY

Captain Boy é o alter ego do músico vimaranense Pedro Ribeiro. Vagabundo e trovador com voz rouca e guitarra a tiracolo, Captain Boy canta histórias que transcendem o tempo. A sonoridade ferrugenta acompanha-o em todas as atuações remetendo-nos para um ambiente como se nós próprios estivéssemos a bordo de um barco imaginário. O primeiro EP do artista foi editado em 2015 e em Janeiro de 2017 (Captain Boy) lançou o seu primeiro trabalho de longa duração intitulado “1” e o seu segundo single “Sailorman”, com o apoio da Antena 3. Já se apresentou no Festival Bons Sons, Festival Paredes de Coura, entre outros. Voz - Pedro Ribeiro (Captain Boy) Guitarra - Giliano Boucinha Baixo - Paulinho Harlley Bateria - Maurício Medon 36


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ABRIL

GALERIA DE ARTE EXPOSIÇÃO O R G: T M G/ C M G I N A U G U R A Ç Ã O: 17 D E F E V E R E I R O, S Á B A D O, G A L E R I A D E A R T E À S 18 H ENTRADA LIVRE

ACORDO DE NOITE SUBITAMENTE PINTURAS E DESENHOS DE PEDRO CALAPEZ Esta exposição revela uma escolha em obras de pintura sobre tela e alumínio e grafite sobre papel, pertencentes a diferentes séries realizadas em vários momentos, de 2012 a 2017. São 32 obras, de diferentes dimensões, que revelam as diversas aproximações que o artista fez a materiais, suportes, técnicas ou “modos de fazer” que têm determinado a sua prática artística. Se a tinta de múltiplas cores escorre em camadas ou a linha negra da grafite serpenteia no papel em todas as direções, se os suportes se recortam, ondulam ou fragmentam em diferentes elementos dum improvável conjunto, isso quer dizer que o olhar do espectador, incluindo o do artista, é desafiado a analisar coisas simples como contrastes, composição, diálogos com o espaço e que na persistência do olhar se vão descobrindo pormenores, pequenas relações entre os espaços das formas e no que nelas está representado que propõem um aprofundamento da relação com o mundo e com os que nos rodeiam. As pessoas, as paredes, a sala, o edifício, a sua arquitetura, a cidade, numa aproximação ou num distanciamento desmedidos, são elementos que poeticamente e pragmaticamente são trabalhados. Para cada série de trabalhos por vezes Pedro Calapez escreve um texto. O que acontece aqui com algumas das séries apresentadas.

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ROUND 05 | 2015 | ALKYD SOBRE ALUMÍNIO LACADO | 95 X 95 X 15 CM

Pedro Calapez (Lisboa, 1953) é um artista plástico português. Entre 1972 e 1975 frequentou os cursos de iniciação artística da Sociedade Nacional de Belas-Artes, seguindo-se a sua formação em Pintura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. A afirmação da sua carreira como pintor dá-se na primeira metade da década de 1980, em exposições como “Depois do Modernismo” (1983) e “Arquipélago” (1985). A par da atividade artística desenvolveu carreira no ensino, enquanto professor e responsável pelos departamentos de desenho e pintura no Ar.Co. Integrado no contexto de eclosão do Pós-Modernismo, o seu trabalho desenvolveu-se contudo à margem das narrativas desregradas em torno do regresso à pintura e à escultura. O seu trabalho funda-se na disciplina do desenho, explorada com grande rigor metodológico em obras marcadas pela apropriação, descontextualização e recontextualização de imagens populares ou eruditas que o artista recolhe e reutiliza indefinidamente. Artista de forte projeção internacional participou nas Bienais de Veneza (1986) e São Paulo (1987 e 1991). Entre as suas distinções, destacam-se os prémios União Latina (1990), EDP Pintura (2001), Nacional de Arte Gráfico (Madrid, 2005) e AICA (2005). 38


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FEVEREIRO

S Á B A D O | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

MÚSICA O R G: S Í N T E S E – G R U P O D E M Ú S I C A C O N T E M P O R Â N E A A P O I O: T M G, D G A R T E S, C M G, E S A R T / I P C B, C M C A S T E L O B R A N C O, A N T E N A 2 5€ 50 M M/6

CHRISTOPHE DESJARDINS RECITAL SOLO SÍNTESE - XII CICLO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DA GUARDA

Christophe Desjardins é um dos maiores intérpretes de viola d'arco no panorama mundial e é um nome incontornável na música contemporânea. Assistir a um concerto seu é para o público português, uma rara oportunidade. Trata-se do intérprete que estreou numerosas peças como solista, nomeadamente obras de Berio, Boulez, Boesmans, Jarrell, Fedele, Emmanuel Nunes, entre outros. Emmanuel Nunes será, aliás, um dos compositores tocados neste recital a solo, que incluirá obras de Zimmermann, Marco Stroppa e Alberto Posadas. A não perder! Viola D’Arco – Christophe Desjardins 39


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Q U A R TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G: C I N E C L U B E D A G U A R D A A P O I O: T M G/ C M G/ I P D J 3€ / 1,50€ ( S Ó C I O S D O C I N E C L U B E D A G U A R D A) 100 M M/12

C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: “ D O R E A L I Z A D O R”

O OUTRO LADO DA ESPERANÇA AKI KAURISMÄKI

Duas histórias que se cruzam. Khaled é um refugiado sírio que perdeu quase toda a família. Chega a Helsínquia e procura asilo sem grande esperança no seu futuro. Wikström é um caixeiro-viajante nos seus cinquenta anos que decide deixar a mulher e o trabalho. Muda de vida e compra um pequeno restaurante. Quando as autoridades decidem extraditar Khaled, como muitos outros, ele decide ficar ilegalmente em Helsínquia e desaparecer nas ruas da cidade, onde é vítima de vários actos de racismo, mas onde também encontra bondade pura. Wikström descobre-o e decide contratá-lo. A vida parece sorrir por um momento, mas o destino depressa intervém, podendo tanto conduzir a uma vida respeitável como ao cemitério. Aki Kaurimäki foi distinguido com o Grande Prémio da Crítica Internacional para o Melhor Filme do ano por “O Outro Lado da Esperança” e conquistou também o Urso de Prata de Melhor Realizador no Festival de Berlim pelo segundo tomo da trilogia que iniciou com “Le Havre”. Finlândia, 2017, 100’, Comédia/Drama Elenco: Dome Karukoski, Ville Virtanen, Kati Outinen 40


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FEVEREIRO

Q U I N TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

MÚSICA O R G: S Í N T E S E – G R U P O D E M Ú S I C A C O N T E M P O R Â N E A A P O I O: T M G, D G A R T E S, C M G, E S A R T / I P C B, C M C A S T E L O B R A N C O, A N T E N A 2 5€ 60 M M/6

THÉLEMA TRIO

SÍNTESE - XII CICLO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DA GUARDA

O ensemble belga Thélema Trio apresenta-se pela primeira vez em Portugal. Portadores de uma sonoridade muito sui generis, é formada pela interacção dos timbres do clarinete, do saxofone e piano. Este trio tem conquistado o público europeu devido à originalidade da sua música e ao inesperado das suas performances. Saxofones - Peter Verdonck Clarinetes - Rik De Geyter Piano - Ward De Vleeschhouwer

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DE

FEVEREIRO

S E X TA | 21 H30 GRANDE AUDITÓRIO

E S P E C TÁ C U L O D E M A G I A C O M G A L A S PA L D E H O M E N A G E M A O S P I L O T O S O R G: C L U B E E S C A P E L I V R E, C M G/ T M G 10€ ( S E M D E S C O N T O S)

A MAGIA DE LUIS DE MATOS Dez anos depois da sua presença na Gala SPAL, Luís de Matos está de regresso ao Teatro Municipal da Guarda para mais um grande espectáculo, onde conta com a interacção do público e um constante apelo à sua capacidade de sonhar. O alinhamento integra várias sequências musicais e outras em que a palavra é o principal veículo de comunicação, e inclui pequenas e grandes ilusões enquadradas na entrega de prémios. Um espectáculo único e nunca apresentado na Guarda.

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CAFÉ CONCERTO EXPOSIÇÃO O R G: T M G/ C M G ENTRADA LIVRE

DA SERRA AO MAR – UM PATRIMÓNIO QUE NOS UNE D E E D U A R D O F L O R E A N A VA Z

Ana Vaz é psicóloga de formação e só recentemente descobriu a paixão pela fotografia. As suas imagens traduzem as pequenas descobertas que faz no mundo natural que a rodeia e fazem parte de um percurso pessoal ao qual a fotografia veio trazer novos sentidos, trajetos e cores. Eduardo dos Santos Franco Flor nasceu em 1959 na Guarda, cidade onde reside e trabalha. Desde sempre que é um apaixonado pela fotografia, mas em 2010 sentiu a necessidade de frequentar cursos de fotografia digital e explorar o mundo da macrofotografia. A paixão pela macro e fotografia da natureza fundem-se dando origem a trabalhos de grande exigência e detalhe, captando pormenores únicos do mundo que nos rodeia. 44


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MARÇO

Q U I N TA | 22 H00 CAFÉ CONCERTO

MÚSICA O R G: T M G/ C M G E N T R A D A L I V R E 70 M M/6

DEAR TELEPHONE

Formados em 2010, os Dear Telephone inspiraram-se no nome da curta-metragem de Peter Greenaway “Dear Phone” (1976), para deixar expressa a vontade de decantar soap operas e melodramas de bolso, em composições duras e frugais. Editaram o primeiro registo em março de 2011 (“Birth of a Robot”), entusiasticamente recebido pela imprensa e apresentado ao vivo em salas como o Theatro Circo, Hard Club (c/ Anna Calvi) ou em festivais como o Optimus Primavera Club e Milhões de Festa, entre outros. Ocupam o final de 2012 no processo de composição do primeiro longa duração – “Taxi Ballad” - editado em Maio de 2013, ano que dedicam integralmente à tour de apresentação deste registo. Em 2014 fazem a estreia fora de Portugal, no Powerlunches - Londres, e preparam simultaneamente os concertos de encerramento da tour – que termina no final de 2015, com uma mini-tour na Bélgica e passagem pelo Centro Cultural de Belém. 2016 foi dedicado à composição do segundo álbum, gravado em 2017 com Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho e edição em outubro do mesmo ano. Voz, Baixo e Guitarra - André Simão Voz e Teclados - Graciela Coelho Bateria - Pedro Oliveira Guitarra e Teclados - Ricardo Cibrão 45


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DE

MARÇO

S Á B A D O | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO T E AT R O O R G: T M G/ C M G 5€

SENTADA NO ESCURO

C O M T E X T O D E A N T Ó N I O L O B O A N T U N E S, P O R T R I G O L I M P O T E AT R O A C E R T

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A memória enquanto ficção no novo espetáculo do Trigo Limpo, a partir de António Lobo Antunes. Neste espetáculo conta-se a história de uma mulher de 78 anos que veio de Faro para Lisboa quando ainda era nova, para ser atriz. Ali chegará a ter uma carreira, acidentada, até que começa a perder a memória. De umas brancas que motivam o seu despedimento até um poético e solitário existir interior, há todo um percurso de degenerescência onde as recordações se baralham, criando uma narrativa ficcional substituta da própria realidade. E é essa a narrativa do espetáculo. O que se passa na cabeça daquela mulher. A maneira como ela vê a fase terminal da sua vida. É a segunda vez que o ACERT se baseia numa obra de Lobo Antunes, escritor que descreve como ninguém personagens fulcrais da nossa portugalidade. Texto - A partir de “Para Aquela que está Sentada no Escuro à Minha Espera” de António Lobo Antunes Dramaturgia e encenação – Pompeu José Interpretação – António Rebelo, Ilda Teixeira, Pedro Sousa, Raquel Costa e Sandra Santos Cenografia e design gráfico – Zé Tavares Música – Gustavo Dinis e Uhai Figurinos – Adriana Ventura Vídeo – Alberto Plácido Desenho de luz – Paulo Neto Sonoplastia – Luís Viegas 47


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DOMINGO | DURANTE O DIA GRANDE AUDITÓRIO

MÚSICA O R G: S Í N T E S E - G R U P O D E M Ú S I C A C O N T E M P O R Â N E A A P O I O: T M G/ C M G / S Í N T E S E G M C, C O M O A P O I O D E M P M P ( M O V I M E N T O PAT R I M O N I A L P E L A M Ú S I C A P O R T U G U E S A)

R E G U L A M E N T O E F I C H A D E I N S C R I Ç Ã O: S I N T E S E G M C/ C N I C E S I N T E S E G M C@ G M A I L. C O M

II CONCURSO NACIONAL DE INTERPRETAÇÃO CONTEMPORÂNEA SÍNTESE - XII CICLO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DA GUARDA

Na sequência do enorme sucesso que constituiu o 1º Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea em 2016, integrado na edição anterior do ciclo, o Síntese - XII Ciclo de Música Contemporânea da Guarda realiza o 2º Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea, destinado a alunos do 3º Ciclo e Secundário, das escolas de ensino especializado e profissional de música de todo o país. 48


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MARÇO

Q U A R TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO CINEMA O R G: T M G/ C M G 3€ 118 M

A VIDA DE UMA MULHER DE STÉPHANE BRIZÉ

Jeanne volta para casa após completar os estudos e passa a ajudar os zelosos pais nas tarefas do campo. Certo dia o visconde Julien de Lamare aparece nas redondezas e logo conquista o coração da jovem que, encantada, com ele se casa e vai morar. Conforme o tempo avança Julien mostra-se infiel, avarento e nada companheiro, o que vai minando a alegria de viver da antes esperançosa Jeanne. “A Vida de Uma Mulher” é a adaptação do romance de Guy de Maupassant e resulta num intenso melodrama no qual os desejos, aspirações e direitos de uma mulher são postos à prova na sociedade da época. O filme certo para assinalar o Dia Mundial da Mulher. Realização: Stéphane Brizé Elenco: Judith Chemla e Jean-Pierre Darroussin; Drama, França, Bélgica

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S E X TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO MÚSICA O R G: T M G/ C M G 5€ 50 M M/6

MAZGANI 50


Mazgani (1974) é um escritor de canções, cantor e guitarrista natural do Irão, mas radicado em Portugal desde a Revolução Iraniana de 1979 (a sua família veio para Portugal como refugiada). Em 2005 Mazgani foi considerado pela revista francesa "Les Inrockuptibles" como um dos melhores 20 novos artistas Europeus, ainda antes da edição do seu primeiro álbum. O seu álbum de estreia “Song of The New Heart” (2007) contém 13 temas. Um deles, “Somewhere Beneath This Sky”, ganhou o terceiro prémio do International Songwriting Competition de Nashville, em que o júri era composto por Tom Waits e Robert Smith. Em 2009, Mazgani editou um novo EP, “Tell the People”, produzido com Pedro Gonçalves (Dead Combo), seguido em 2010 pelo seu segundo LP “Song of Distance”. No final de 2017 editou o quinto trabalho de longa duração intitulado “The Poet’s Death” pela Sony Music. Sobre este artista e o novo álbum disse o escritor José Tolentino Mendonça: “Mazgani é o grande cantor da sua geração. Quem ainda não o descobriu tem agora a oportunidade”. Voz e Guitarra - Shahryar Mazgani Guitarra - Pedro "Peixe" Cardoso Baixo - Victor Coimbra Bateria - Isaac Achega

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E X T R A- P R O G R A M A Ç Ã O

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S Á B A D O | 21 H30 GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA

O R G: A S S O C I A Ç Ã O C U LT U R A L C O P I T U N A D´ O P P I D A N A 6€

OPPIDANA 2018 FESTIVAL DE TUNAS CIDADE DA GUARDA O “Oppidana” é o 15º Festival de Tunas da Cidade da Guarda, de carácter competitivo, organizado pela Tuna Académica da Guarda - Copituna d’Oppidana e que se realiza desde 2005 no Teatro Municipal da Guarda. Desde os tempos de um palco ao fundo de um pavilhão desportivo, com os espectadores a assistirem em pé, até às excelentes condições técnicas, de assistência e de comodidade do Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda, muito aconteceu e muitas vivências se experienciaram. E o mais importante, muitas das melhores Tunas nacionais, e não só, deram o seu melhor para encantar a assistência e convencerem o júri das suas qualidades. O porquê do nome “Oppidana”: por um lado, foi escolhido por ser parte do nome da Tuna organizadora. Mas, principalmente, por causa do nome do castro do Séc. I que existiu na zona da cidade da Guarda: Lancia Oppidana. Este último nome é, inclusivamente, utilizado em várias áreas de negócio e culturais da cidade. Assim, decidimos nomear o Festival de “Oppidana” no sentido de homenagear a história ancestral da cidade, e da zona da Guarda. Para assim ajudarmos a manter vivo na memória de todos, o nome, as suas origens, enfim, a história desta cidade. 52


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T E R Ç A A S Á B A D O | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

F O R M A Ç Ã O / T E AT R O O R G: T M G/ C M G WORKSHOP DIRIGIDO A COLETIVIDADES DO CONCELHO DA GUARDA I N S C R I Ç Ã O G R AT U I TA P R É V I A PA R A O W O R K S H O P E S P E C TÁ C U L O: 3€

WORKSHOP

O TEATRO DO ESPETADOR THE OLD IMAGE OF BEING LOVED E A P R E S E N TA Ç Ã O D O E S P E TÁ C U L O

POR TERCEIRA PESSOA - ASSOCIAÇÃO

Como é que pessoas desconhecidas podem, juntas, criar, imaginar, pensar? Como é que esse processo de co-criação se torna no próprio acontecimento que é o espetáculo? Neste workshop trazem-se questões que fazem parte da pesquisa dos criadores e que estão intimamente ligadas com o espetáculo "The Old Image of Being Loved" - que terá apresentação no dia 17 de Março no Teatro Municipal da Guarda. O workshop será assim um laboratório de criação onde se esboçam, experimentam e analisam diferentes dispositivos performativos que convidam à co-criação com o(s) outro(s). O grande núcleo concetual deste trabalho reside na ideia de co-criação com o espectador. De metodologia teórico-prática, o workshop organizar-se-á em 4 sessões para preparar o espetáculo. Criação - Ana Gil, Nuno Leão, Óscar Silva Co-produção -Terceira Pessoa & Óscar Silva Apoio à residência de criação - Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, ATA – Acção Teatral Artimanha, Teatro Sá da Bandeira Santarém Apoio financeiro - Câmara Municipal de Castelo Branco 53


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T E R Ç A | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G: C I N E C L U B E D A G U A R D A PA R C E R I A. C I N E` E C O / C M S E I A A P O I O: C M G / T M G / I P D J / Q U E R C U S ENTRADA LIVRE

C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: E X T E N S Ã O D O F E S T I VA L D E C I N E M A A M B I E N TA L - C I N E E C O 2017

O FIM DA NEVE RIO AZUL: PODE A MODA SALVAR O PLANETA? DE MORGAN HEIM

D E D AV I D M C I LV R I D E E R O G E R W I L L I A M S “O FIM DA NEVE” de Morgan Heim, EUA, 2016, 20’35’’, Documentário Competição de Curtas-Metragens Internacionais, Documentários e Reportagens para Televisão - Prémio Internacional Água _ Comissariado Português para o Fórum Mundial da Àgua – Brasília 2018. O inverno não está a chegar. Um cientista aventura-se na natureza para encontrar Jon Snow. Conhecemos a neve. Esta é a história dela. “RIO AZUL: PODE A MODA SALVAR O PLANETA?” de David McIlvride e Roger Williams, Canadá, 2016, 95’, Documentário | Competição Internacional Longas - Menção Honrosa – Júri Internacional e Júri Juventude Vamos seguir Mark Angelo, o ativista internacional pela conservação das águas dos rios. Este filme dá uma volta ao mundo para nos revelar uma das indústrias mais poluentes do mundo: a moda. Narrado por Jason Priestley, outro dos grandes defensores das águas limpas, este documentário examina a destruição dos nossos rios, o seu efeito sobre a humanidade e as soluções que inspiram uma esperança para um futuro sustentável. 54


RIO AZUL: PODE A MODA SALVAR O PLANETA?

COMO DEIXAR O MUNDO SEGUIR EM FRENTE E AMAR TODAS AS COISAS QUE O CLIMA NÃO PODE MUDAR?

COROS DO ANOITECER 55


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Q U A R TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G: C I N E C L U B E D A G U A R D A PA R C E R I A. C I N E` E C O / C M S E I A A P O I O: C M G / T M G / I P D J / Q U E R C U S ENTRADA LIVRE

C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: E X T E N S Ã O D O F E S T I VA L D E C I N E M A A M B I E N TA L - C I N E E C O 2017

SOB O VÉU DA VIDA OCEÂNICA COMO DEIXAR O MUNDO SEGUIR EM FRENTE E AMAR TODAS AS COISAS QUE O CLIMA NÃO PODE MUDAR? DE QUICO MEIRELLES

DE JOSH FOX

“SOB O VÉU DA VIDA OCEÂNICA” de Quico Meirelles, Brasil, 2017, 9’, Curta-Metragem Prémio Internacional de Curtas-Metragens - Turistrela Olá você, ser humano que está a ler esta sinopse. Sim, você que se queixa do tempo, da morte, do amor e da existência. Hoje é seu dia de sorte: a minha vida é muito pior. Só dura seis minutos. “COMO DEIXAR O MUNDO SEGUIR EM FRENTE E AMAR TODAS AS COISAS QUE O CLIMA NÃO PODE MUDAR?” de Josh Fox, EUA, 2016, 127’, Documentário Prémio Antropologia Ambiental _ Liberty Seguros Grande Prémio da Juventude Este é o novo filme, do realizador Josh Fox (‘Gasland'), nomeado para o Óscar de Melhor Documentário em 2011, que continua no seu estilo profundamente pessoal, investigando as mudanças climáticas, a maior ameaça que nosso mundo já conheceu até ao momento. 56


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DE

MARÇO

Q U I N TA | 21 H30 PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G: C I N E C L U B E D A G U A R D A PA R C E R I A. C I N E` E C O / C M S E I A A P O I O: C M G / T M G / I P D J / Q U E R C U S ENTRADA LIVRE

C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: E X T E N S Ã O D O F E S T I VA L D E C I N E M A A M B I E N TA L - C I N E E C O 2017

CRIADOS NA SERRA

DE MARIA INÊS S A N T O S M E S Q U I TA

PLANTAE

DE GUILHERME GEHR

FILM CEGO

Portugal, 2016, 10’46’’, Documentário Competição de Filmes de Língua Portuguesa – Prémio Panorama Regional & Menção Honrosa Júri da Juventude Por entre paisagens de rocha e vazio, ecoam histórias de um medo que já não existe. Brasil, 2017, 10’25’’, Curta-Metragem Menção Honrosa Júri da Juventude Ao cortar uma grande arvore no interior da floresta, um madeireiro contempla uma inesperada reação da natureza. Coreia do Sul, 2016, 7’, Curta-Metragem Alguém está a chorar.

DE JAE HYUNG OH

CORAÇÃO LIMPO DE DINA

COROS DO ANOITECER

DE NIKA SARAVANJA E ALESSANDRO D’EMILIA

Rússia, 2017, 2’, Curta-Metragem Competição de Curtas-Metragens Internacionais – Menção Honrosa Ao caminhar na praia, a nossa família reparou no lixo decidiu recolhe-lo. Pedimos á nossa filha de dois anos Cristina para nos ajudar e filmámos. Em vez de brincar, Cristina estava ansiosa por limpar a praia. É assim que temos de criar nossos filhos para terem um futuro melhor. Itália, 2016, 75’, Documentário Grande Prémio Cine Eco Vamos acompanhar o compositor eco-acústico David Monacchi na sua procura para registar uma paisagem sonora pura e contínua em 3D, no mundo distante e esquecido das florestas tropicais equatorianas. 57


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DE

MARÇO

S E X TA | 21 H30 GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA O R G: T M G/ C M G 10€ M/6

TIAGO BETTENCOURT 58


Tiago Bettencourt tem-se afirmado como um dos mais singulares compositores de canções da última década em Portugal. Depois da experiência bem-sucedida como vocalista da banda Toranja, em que chegou a receber um Globo de Ouro para “melhor Canção de 2004, Bettencourt deixou Portugal para o Canadá para gravar o seu primeiro álbum solo nos estúdios de Montreal – o mesmo que produziu o famoso álbum “Funeral” dos Arcade Fire. Pelo meio ainda teve o projeto Tiago Bettencourt & Mantha mas mais tarde continuou a investir na carreira a solo com o segundo disco de originais lançado em 2010. Em 2014, lançou o álbum “Do Principio”, composto por 12 músicas, incluindo "Aquilo Que Eu Não Fiz", uma canção com uma forte mensagem política. “A Procura” é o último disco de Tiago Bettencourt lançado em 2017, o qual traduz uma vontade de encontrar, investigar, desejar… E é nesta viagem incessante que Tiago Bettencourt nos guia ao longo desde sexto disco da sua carreira. Entre a acústica trovadoresca, a pop e as eletrónicas discretas, este disco reflete ao longo das suas canções esta busca incessante do artista pelos vários quadrantes musicais característicos do próprio e mais além ainda. De resto, as letras reforçam o cunho próprio deste vocalista, multi-instrumentista e produtor. voz e guitarra - Tiago Bettencourt Bateria - João Lencastre loops e samples - João Gomes Baixo - Tiago Maia Teclas - João Bernardo Técnico FOH - Artur David Técnico palco - Luis Ramos Técnico luz - Rui Daniel 59


FA M Í L I A S A O T E AT R O

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MARÇO

S Á B A D O | 16 H00 PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G: C I N E C L U B E D A G U A R D A PA R C E R I A. C I N E` E C O / C M S E I A A P O I O: C M G / T M G / I P D J / Q U E R C U S E N T R A D A L I V R E M/6

C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: E X T E N S Â O D O F E S T I VA L D E C I N E M A A M B I E N TA L - C I N E E C O 2017

CURTAS METRAGENS DE CINEMA AMBIENTAL

Sessão de curtas-metragens para o público infantil, muitas histórias de várias nacionalidades que mostram, numa diversidade de linguagens cinematográficas, realidades de um mundo global, diferentes visões sobre o ambiente e a natureza. Cinema para os mais pequenos, histórias sobre o ambiente, a sustentabilidade, o clima, os animais, para aprender a ouvir e a cuidar do nosso planeta. 60


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DE

MARÇO

Q U I N TA | 22 H00 CAFÉ CONCERTO MÚSICA O R G: T M G/ C M G

E N T R A D A L I V R E M/6

SENZA

Os SENZA são uma banda portuguesa emergente que nasceu na Ásia com música que se norteia pelas sonoridades dos países lusófonos, uma música do mundo em Português, a que chamam de fusão-lusófona. A tour de digressão do disco “Praia da Independência” (distinguido pela rádio nacional com o selo “Disco Antena 1”), teve grande sucesso e levou o grupo a atravessar o globo, atuando em inúmeros palcos de cidades como Goa, Nova Iorque, Saint-Étienne, New Bedford, Bombaim, Pequim, Cáceres, Díli, Frankfurt, Washington, Bruxelas, Nova Deli, Porto e Lisboa. Foi durante uma viagem de três meses que realizaram ao sudeste asiático que os músicos criaram o grupo, e desta forma o associaram definitivamente a paragens remotas. O segredo, dizem, está na intensidade com que vivem as experiências em viagem e a sua entrega e paixão pela música. Músicos e viajantes trazem no seu segundo disco essas paixões, os locais, as pessoas e as experiências vividas pelo mundo. Voz - Catarina Duarte Guitarra - Nuno Caldeira 61


OFICENA / OFICINE

O S O M, A I M A G E M E O PA L C O

O R I E N TA Ç Ã O: É L I A F E R N A N D E S E A N A C O U T O

(a decorrer entre novembro 2017 e maio 2018)

Oficina dirigida a jovens e adultos que pretendam explorar formas criativas de conjugar a música e o cinema. A partir da análise dos clássicos do cinema e de cinematografias de vanguarda, pretende-se criação coletiva de uma paisagem sonora com o uso do corpo, da voz, de instrumentos e objetos.

PLANO NACIONAL DE CINEMA Ano letivo 2017/2018.

O Plano Nacional de Cinema tem como objetivo principal fazer chegar a linguagem cinematográfica ao maior número possível de jovens de forma a criar a ponte entre a atualidade e a herança que o cinema criou ao longo da sua existência e que assume uma influência inegável no desenvolvimento de qualquer sociedade. Este plano propõe-se promover a literacia na leitura e interpretação de imagens em movimento, por oposição à infindável produção de conteúdos com que somos confrontados diariamente, nos produtos criados pelos media e publicidade. Em simultâneo propõe-se aprofundar, junto de alunos e professores, a capacidade de interpretação dos filmes mais emblemáticos da cultura ocidental e refletir sobre a sua contribuição para o nosso desenvolvimento cultural, social e pessoal. Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque, Guarda. Agrupamento de Escolas da Sé, Guarda Ano lectivo 2017/2018. Marcação das Sessões de Cinema no início do ano letivo.

ORG. CMG/TMG, CINECLUBE DA GUARDA, AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE E AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA SÉ

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À DESCOBERTA DO TEATRO MUNICIPAL VISITA GUIADA AO TEATRO SOB UMA PERSPETIVA PEDAGÓGICA VISITA sujeita a inscrição prévia GRATUITA [GERAL@TMG.COM.PT ou 271 205 240] 90M / LIMITADA A 50 PARTICIPANTES / M/4 horário a definir na marcação

Que segredos esconde o TMG? Como são os camarins onde os artistas se preparam para os espetáculos? O que é uma “régie” técnica? Para que servem tantos projetores de luz? E o fosso de orquestra, o que é? Quem desenhou o Teatro? Quantos concertos, teatros e outros espetáculos já passaram no TMG ao longo de mais de dez anos? Esta visita visa responder a estas e outras perguntas.

V I A G E M SONORA

ORIENTADA POR ÉLIA FERNANDES Destinatários: Pré-Escolar e 1º Ciclo, grupos organizados de idosos e crianças com necessidades especiais Horário: 14h30 às 16h - segunda a sexta-feira Marcações: caixinhamusica@gmail.com e 271205240

“Viagem Sonora”, sendo um projeto na área da educação artística, irá promover nos grupos participantes a criatividade e diversas competências expressivas musicais. Trata-se de um projeto lúdico (decorre ao longo do ano) com três momentos diferentes que proporcionam experiências distintas na abordagem às qualidades do som. Para tal, serão utilizados três diferentes espaços do Teatro Municipal da Guarda, recorrendo a jogos expressivos e musicais, como orquestra de instrumentos, exploração de um instrumento e dança.

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VISITA GUIADA ÀS EXPOSIÇÕES DA GALERIA DE ARTE

VISITA sujeita a inscrição prévia GRATUITA [GERAL@TMG.COM.PT ou 271 205 240] 60M / LIMITADA A 25 PARTICIPANTES / M/6 horário a definir na marcação

Tendo como ponto de partida as obras expostas na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda (pintura, fotografia ou escultura), convidam-se os participantes a conhecer e explorar a linha artística apresentada e suas obras, criando, através de dinâmicas e jogos pedagógicos, um processo de mediação entre o artista e os visitantes. Estas visitas pretendem desenvolver o sentido crítico e estético nas crianças e jovens.

MÚSICA & ESTÓRIAS & MEMÓRIAS

ORIENTADA POR S A L E T E P I N T O (Serviço Educativo do TMG)

Destinatários: Utentes de Instituições Sociais, Centros de Dia e Lares de Terceira Idade Mediante inscrição prévia (271 205 240) Duração Aproximada: 75M Horário: 14h30 Às 15h45 Segunda a sexta

Música & Estórias & Memórias assenta em abordagens pedagógicas informais de animação sociocultural como estratégia de intervenção e compensação de regeneração do corpo e da mente. A atividade de animação musical parte à redescoberta das canções e estórias de tempos idos, com resultados imediatos e efetivos, apontando múltiplas origens que surgem através de instrumentos tradicionais associados à cultura popular. Chamando sons e ritmos de todos os cantos de Portugal, a música enche a Sala de Ensaios do TMG com instrumentos de percussão e um acordeão diatónico numa experiencia sensorial. A festa é nossa e é animada a partir de exercícios simples, descobrimo-nos. Juntos somos uma orquestra. 64


O HOMEM QUE ESTÁ SENTADO À PORTA E A MULHER QUE SONHAVA

R E S I D Ê N C I A A R T Í S T I C A N O T E AT R O M U N I C I PA L D A G U A R D A: J A N E I R O A M A I O 2018

MÚSICA | DANÇA

O Homem Que Está Sentado à Porta e a Mulher Que Sonhava é um projeto de música e dança, criado por Élia Fernandes (Serviço Educativo do TMG) e Pedro Carvalho (bailarino), numa coprodução entre o Teatro Municipal da Guarda e a Ventos e Tempestades – Associação Cultural. Estruturado a partir da ideia do tempo linear contínuo (a idade e o envelhecer), o projeto pretende ser um questionar sobre a forma diferente de tocar piano e a forma diferente de dançar, porque o tempo passa, porque o tempo passou. É um projeto/espetáculo sobre os afetos, sobre o eu e o outro. É sobre o aqui, o agora, mas também sobre o antes e sobre o depois. E assim estar a (re)construir o mundo, (re)construindo-se a si próprio. Conceção/Criação/Interpretação: Élia Fernandes (piano) e Pedro Carvalho (dança) Coprodução: Teatro Municipal da Guarda / Ventos e Tempestades – Associação Cultural Estreia: Teatro Municipal da Guarda (data a definir)

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Teatro Municipal da Guarda GRANDE AUDITÓRIO

Informações WWW.TMG.COM.PT GERAL@TMG.COM.PT TEL. +351 271 205 240

RUA BATALHA REIS • Nº 12 6300668 GUARDA • PORTUGAL GPS 40º 32’ 05.00’’ N • 7º 16’ 07.00’’ W

GRANDE AUDITÓRIO

O local privilegiado das grandes produções Teatro, Dança, Música, Ópera. 626 lugares.

PEQUENO AUDITÓRIO

Recebe o Cinema e espetáculos de Teatro e Música. 160 lugares.

GALERIA DE ARTE

Apresenta exposições de conceituados artistas nacionais e internacionais. TERÇA A QUINTA • 16H00 19H00 E 21H00 23H00 SEXTA E SÁBADO • 16H00 19H00 E 21H00 24H00

CAFÉ CONCERTO

“O Café” da cidade, com Teatro, Animação, Música, Conferências. Disponibiliza para leitura jornais, revistas e livros. Música selecionada. O local ideal para uma bebida e dois dedos de conversa, sem fumo. Acesso Wireless à Internet. Aberto de terça a sábado. TERÇA A QUINTA • 16H00 19H00 E 21H00 24H00 SEXTA E SÁBADO • 16H00 19H00 E 21H00 01H00

BILHETEIRA

Tel. 271 205 241 | bilheteira@tmg.com.pt DE TERÇAFEIRA A SÁBADO, DAS 17H ÀS 20H EM DIAS DE ESPETÁCULO, DAS 17H ÀS 21H30 [ENCERRA NOS FERIADOS] O bilhete deverá ser conservado até ao final do espetáculo. A programação poderá sofrer alterações por motivos imprevistos, sendo esta situação, quando possível, objeto de aviso antecipado.

RESERVAS

As reservas podem ser efetuadas por telefone, fax, ou por email, ou diretamente na bilheteira. Garantidas até 72 horas antes do espetáculo.

BILHETEIRA ONLINE www.tmg.com.pt

ESTACIONAMENTO

175 lugares num parque de estacionamento público, no centro da cidade. Avenças mensais.

CONDIÇÕES DE ACESSO

PEQUENO AUDITÓRIO

Segundo o disposto no DL n.º 315/95, de 28 de Novembro, Artigo 34.º : Nas sessões de cinema, teatro, bailado, concertos, óperas ou quaisquer outros espectáculos que se realizem nas salas a estes destinados, os espectadores são obrigados a manter-se nos seus lugares durante as representações e execuções, de modo a não perturbarem os artistas e o público. Se o espectador, depois de advertido quanto ao seu comportamento, persistir na sua atitude ou se desde logo esta perturbar a realização do espectáculo, será obrigado a sair do recinto, sem direito a qualquer reembolso e sem prejuízo da coima aplicável. Nos recintos referidos no n.º 1 é proibido aos espectadores levar para o seu lugar: Animais; Quaisquer objectos que possam deteriorar ou sujar o recinto ou incomodar os demais espectadores. É proibido fumar dentro dos recintos fechados onde se realizem espectáculos, a não ser nos locais para esse fim indicados nas vistorias. Nos espectáculos de declamação, de ópera ou de bailado e nos concertos de música clássica é proibida a entrada, durante a actuação, para quaisquer lugares que não sejam frisas ou camarotes, devendo conservar-se fechadas as portas de acesso a tais lugares. Durante os espectáculos, apenas os arrumadores, os elementos da força policial ou do piquete dos bombeiros e os funcionários da fiscalização da DGESP, quando em exercício de funções, podem permanecer de pé nas coxias.

O Teatro Municipal da Guarda é um espaço que cuidou do acesso de pessoas com deficiências. Existem rampas de acesso e elevadores, o Grande Auditório e o Pequeno Auditório contam com espaços para cadeiras de rodas. Pagamento Multibanco disponível na Bilheteira Ao abrigo na Lei Nr. 37/2007, de 14 de Agosto, é proibido fumar nas Salas, Auditórios, Foyers, na Galeria de Arte, no Café Concerto e no Parque de Estacionamento. É permitido fumar exclusivamente no Terraço do TMG, no 3º piso.


organização

parcerias / colaboração

entidades associadas

apoios

apoios à divulgação


FICHA TÉCNICA

Coordenador e Programador – Victor Afonso Assistente de Programação – Carla Morgado Secretariado e Produção – Raquel Pinto Coordenador Técnico – António Freixo Técnico de Som – Eduardo Martins Técnico de Luz – Tiago Lopes Técnicos de Palco – Alcides Fernandes e Bruno Coutinho Técnico de Palco e Eletricista – Ricardo Pereira Relações Públicas, Frente de Casa e Produção – Carlos Antunes Designer – Tiago Rodrigues Comunicação e Design – Sérgio Currais Comunicação e Imprensa – Susana Adaixo Serviço Educativo – Élia Fernandes, Salete Pinto e Ana Couto (Cineclube da Guarda) Manutenção – Ricardo Amaral Assistente de Produção – Paula Cristina Cunha Projetos de Envolvimento Comunitário – Cláudia Soares Bilheteira e Aprovisionamento – Cristóvão Antunes Café Concerto e Catering – Pedro Aguiar Assistentes de Bar – Raquel Gata Costa Assistente de Serviço Administrativo – Maria Amélia Pires Receção e Atendimento – Amândio Almeida Vigilantes – Aires Neves, Daniel Rodrigues, Filipe Maio e João Pires (POC) Assistente Operacional – Eduardo Paulo Estagiários de Animação Sociocultural e Comunicação – Solanja Santos Estagiária de Programação – Rita Freire Bárbara Auxiliares de Limpeza – Maria da Luz Branquinho, Conceição Ribeiro, Paula Correia e Armanda Mateus Assistente de Galeria de Arte – Mónica Almeida

AGENDA TMG produção Susana Adaixo, Carla Morgado, Victor Afonso Design Gráfico & Foto de Capa Tiago Rodrigues impressão Pride Color, Lda. tiragem 5 000 exemplares ISSN 16471512


WWW.TMG.COM.PT 71

Agenda TMG Jan-Mar 2018  
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