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ficadas para vários públicos. Todas as áreas artísticas são contempladas na sua programação: música, teatro, dança, cinema e serviço educativo, consolidando, assim, a sua vocação de serviço público com o objetivo do desenvolvimento cultural e social da população, através de uma oferta cultural que permite o acesso de todos à cultura.

EDITORIAL É hoje unânime que a nossa orientação política para o Teatro Municipal da Guarda (TMG) está a surtir efeitos e a consolidar-se nos resultados. Mais gente em todas as propostas. E muito mais gente que se identifica com uma programação pensada para todos: abrangente, diversa, plural, numa simbiose entre o que se oferece, em termos de espetáculos, e o que se cria, envolvendo cada vez mais pessoas, instituições e associações da cidade e região. A ligação à comunidade e ao território está, assim, patente na atividade quotidiana do TMG. No primeiro trimestre de 2017, só o Grande Auditório recebeu 11 espetáculos, totalizando 6800 espetadores (um record na história do Teatro). Ao contrário do que possa ter sido pensado sobre o futuro deste equipamento cultural, está provado que o caminho percorrido tem-nos dado claros indicadores de que está mais pujante, mais vibrante, no seu posicionamento como estrutura âncora da e para a região, ombreando como as mais notáveis programações culturais nacionais. Foi muito importante resolver e tranquilizar uma equipa de recursos humanos, internalizando os funcionários. Devolveu-se esperança e, sobretudo, criaram-se melhores condições profissionais para quem aqui todos os dias dá o melhor de si. Cá está, por isso, um TMG a manter um ritmo de programação regular, focando a sua ação na dinamização de atividades diversi-

O TMG é um equipamento cultural versátil e multidisciplinar, no sentido de espaço de encontro e intercâmbio, partilha e descoberta de experiências, lugar central na vida da cidade e referência identitária da população. É também um equipamento de grande atração turístico-cultural e económica, uma vez que o seu público não se restringe à Guarda, mas também à região do interior, a todo o país e até a Espanha. A programação do TMG para o segundo quadrimestre do ano prova a intensidade das práticas culturais vocacionadas para a diversidade do território. Vão ser mais de 50 atividades repartidas por três meses e meio, com propostas dirigidas a vários públicos e com ligação aos agentes culturais da cidade e região. No ano do seu 12º aniversário, e na senda de uma clara aposta no eixo cultural como vetor de desenvolvimento, destaco a primeira exposição de Serralves sobre a retrospetiva do artista Fernando Lanhas, que estará patente na Galeria de Arte neste período, dando início ao Protocolo estabelecido entre a instituição do Porto e o Município da Guarda. Uma parceria que desejamos ser frutuosa para o futuro, pelas oportunidades que representa em termos de acessibilidade social e bens e experiências culturais, quer nos nossos equipamentos quer através da presença da Guarda nos “palcos” da própria Fundação. Paralelamente à programação, destaco ainda a realização do VII Congresso da Rede das Cidades Educadoras, dias 25, 26 e 27 de maio, um congresso de índole nacional que coloca a Guarda no mapa dos grandes eventos nacionais. Álvaro dos Santos Amaro Presidente da Câmara Municipal da Guarda

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descontos

50%

JOVENS ATÉ AOS 25 ANOS E DESEMPREGADOS

[Jovens mediante apresentação de comprovativo de idade, se requerido] [Desempregados mediante apresentação de comprovativo de inscrição no Centro de Emprego ou outro comprovativo emitido pela Segurança Social. Com limite de bilhetes disponíveis]

30%

PORTADORES DE CARTÃO DE ESTUDANTE OU CARTÃO JOVEM MAIORES DE 65 ANOS

[Inclusivé. Mediante apresentação de comprovativo de idade, se requerido]

FAMÍLIAS

[Mínimo de 3 pessoas, pais e filhos]

GRUPOS

[Dez ou mais pessoas, com compra até 72h antes do espetáculo]

FUNCIONÁRIOS DA CÂMARA MUNICIPAL DA GUARDA DESCONTOS NÃO ACUMULÁVEIS

NOVIDADE Desconto 2 em 1 Oferta de um bilhete na compra de outro, em espetáculos pontuais assinalados na Agenda ou divulgados nos diferentes canais do TMG. (Até um plafond limitado de bilhetes disponíveis por espetáculo)

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Cartão Amigo TMG Beneficie de 50% de desconto na compra dos seus ingressos, para além de outras vantagens que irão crescendo. Venha ao TMG. Faça da cultura um hábito. Temos muitos aplausos para si. Na compra de 30€ em ingressos da mesma programação, receberá o seu cartão Amigo TMG. Com ele, poderá adquirir bilhetes com 50% de desconto (até um plafond limitado de bilhetes disponíveis por espectáculo). Para além deste benefício, o Cartão Amigo TMG poderá ter outras vantagens associadas, permanentes ou pontuais, que irão sendo anunciadas nos diferentes canais do TMG aquando da sua implementação. (As vantagens do Cartão Amigo TMG são um benefício exclusivo para o seu portador)

AMIGO TMG AMIGO Nº XXX DATA DE INSCRIÇÃO XX/XX/2016 | VALIDADE XX/XX/2017 CARTÃO DE UTILIZAÇÃO PESSOAL E INTRANSMISSÍVEL

serviço de baby sitting MiróNoite Cultural Quantas vezes deixou de assistir a um espetáculo no Teatro Municipal da Guarda porque tem à guarda filhos pequenos? Agora já pode deixar os seus filh@s entregues a técnicos especializados em animação e educação nos espaços do teatro. Neste espaço, os seus filhos realizarão atividades lúdicas e criativas enquanto os pais assistem a um espetáculo no TMG. Para mais informações e marcações prévias contactar 925804452 ou por email mirobolantes@gmail.com 5


CICLO GUARDA IN JAZZ

CICLO DE JAZZ DA GUARDA

6 C O N C E R T O S, UM FILME E U M E S P E TÁ C U L O D E D A N Ç A JUNHO E JULHO

Em junho e julho regressa o ciclo dedicado ao jazz e seus afluentes estilísticos. Tem início dia 1 de junho no Café Concerto com o Vítor Pereira Quinteto. Vítor Pereira nasceu no Porto, cidade onde estudou música e guitarra clássica e onde desenvolveu o gosto pelo jazz. Atualmente vive em Londres e o seu quinteto de jazz-rock contemporâneo é apontado pela crítica como um soberbo exemplo de energia e inovação. Logo no dia a seguir, 2 de junho, sobe ao palco do Pequeno Auditório o fulgurante RED Trio, um dos melhores grupos de jazz contemporâneo português, aqui com estreia da formação que conta com dois músicos de renome internacional: o vibrafonista Mathias Stahl e o trompetista Axel Dörner. No dia 10 de junho, sábado, no Pequeno Auditório, o público da Guarda vai assistir ao desejado regresso de um músico veterano e com uma carreira riquíssima: Mário Laginha em formação de trio. Dia 16 de junho é a estreia na Guarda do Coletivo Ó!, um grupo de músicos e artistas (com ligação à Guarda) que apresentará um espetáculo ousado feito de palavras e sons imprevisíveis. O “Guarda in Jazz” regressa dia 1 de julho no Café Concerto com uma demonstração ‘vintage’ de danças clássicas de jazz pela companhia de dança Swing Station.  No dia 6 de julho, também no CC, apresenta-se um extraordinário e polifacetado músico português, Bruno Pernardas, que apresenta o seu surpreendente disco de jazz fusionista, “Worst Summer Ever”. No dia 12, exibe-se um filme biográfico sobre um dos mais influentes músicos de jazz de sempre: Miles Davis, no filme “Miles Ahead”. A fechar com chave de ouro este ciclo, a estreia em Portugal de um talentosíssimo pianista e cantor de jazz/blues, o alemão Luca Sestak, um jovem de apenas 22 anos considerado uma autêntica revelação musical europeia, acompanhado pelo baterista Johannes Niklas. 6


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CICLO GUARDA IN JAZZ VÍTOR PEREIRA QUINTETO

1 D E J U N H O, Q U I N TA- F E I R A, C A F É C O N C E R T O, 22 H00 R E D T R I O C O M A X E L D Ö R N E R E M AT T I A S S TÅ H L

2 J U N H O, S E X TA- F E I R A, P E Q U E N O A U D I T Ó R I O, 21 H30 MÁRIO LAGINHA TRIO

10 D E J U N H O, S Á B A D O, P E Q U E N O A U D I T Ó R I O, 21 H30 Ó! C O L E C T I V O D E I M P R O V I S A Ç Ã O

16 D E J U N H O, S E X TA- F E I R A, P E Q U E N O A U D I T Ó R I O, 21 H30 S W I N G S TAT I O N – D E M O N S T R A Ç Ã O D E D A N Ç A S J A Z Z

1 D E J U N H O, S Á B A D O, C A F É C O N C E R T O, 22 H00 BRUNO PERNADAS

6 D E J U L H O, Q U I N TA- F E I R A, C A F É C O N C E R T O, 22 H00 “ M I L E S A H E A D” – V I D A E O B R A D E M I L E S D AV I S

12 D E J U L H O, Q U A R TA- F E I R A, P E Q U E N O A U D I T Ó R I O, 21 H30 L U C A S E S TA K D U O

15 D E J U L H O, S Á B A D O, P E Q U E N O A U D I T Ó R I O, 21 H30

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E D O C U M E N TÁ R I O “ S A B E R V E R D E M O R A” DE JOÃO TRABULO A

DE

GALERIA DE ARTE

DE

O R G: T M G/ C M G E F U N D A Ç Ã O S E R R A LV E S

EXPOSIÇÃO ENTRADA LIVRE

Fernando Lanhas (Porto, 1923—2012), como todos os arquitetos, sempre quis compreender a geometria do mundo. A sua formação académica contribuiu tanto para esse objetivo como o ser pintor, desenhador, arqueólogo, paleontólogo, astrónomo, etnólogo e poeta. A sua obra pictórica, que deve ajudar a compreender como pode a pintura concorrer para o conhecimento do mundo, não pode ser separada das muitas outras atividades que o ocuparam durante mais de 50 anos. Enquanto pintor, Fernando Lanhas ocupa um lugar destacado na história da arte portuguesa, sendo apontado como pioneiro do abstracionismo geométrico. Mais do que numa lógica de diálogo com a arte do seu tempo, a pulsão subtrativa de Lanhas tem origem na convicção — alicerçada no seu precoce interesse pela astronomia e pela arqueologia, assim como pelos seus estudos em arquitetura e pela sua convivência com a música clássica — de que subjaz ao universo uma lógica geométrica comum a todas as eras e a todas as disciplinas que tentam compreender o seu funcionamento. Digamos que Fernando Lanhas aproxima os mundos tradicionalmente afastados das ciências e das artes. Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto.

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EXTRA - PROGRAMAÇÃO

DE

GRANDE AUDITÓRIO

O R G.: “ M O V I M E N T O S O L I D Á R I O - N Ó S E A A S S O C I A Ç Ã O D E S U R D O S D A G U A R D A” A P O I O: C M G/ T M G MÚSICA 5€ ( A R E V E R T E R PA R A A A S S O C I A Ç Ã O D E S U R D O S D A G U A R D A) M/4

O grupo Amanhecer apresenta um reportório com alguns dos mais clássicos e incontornáveis temas do Fado de Coimbra, bem como alguns temas originais. Este concerto vai proporcionar momentos únicos de uma experiência de Fado de Coimbra e interpretação simultânea em simultâneo em Língua Gestual Portuguesa. Esta atividade é promovida pelo “Movimento Solidário - Nós e a Associação de Surdos da Guarda”, criado no Agrupamento de Escolas da Sé, em parceria com a Câmara Municipal da Guarda e Associação de Surdos da Guarda. O Movimento Solidário desenvolve atividades em prol da Associação de Surdos, com o intuito de melhorar as condições físicas do edifício da referida Associação. Pretendes fazer parte de uma sociedade inclusiva? Vem apoiar-nos, pois a cultura é um bem a que todos temos direito. Sê Solidário! Junta-te a nós e participa. O teu contributo é indispensável. Vozes - André Lucas, João Moreno e Pedro Ventura Guitarra Portuguesa - Diogo Mendes e Rui Freitas Guitarra Clássica - João Ferreira 10


DE

A

DE

C O M E M O R A Ç Ã O D O 12º A N I V E R S Á R I O D O T E AT R O M U N I C I PA L D A G U A R D A

J O S É M Á R I O B R A N C O N O 5º A N I V E R S Á R I O D O T M G | 25 D E A B R I L D E 2010

CAFÉ CONCERTO

E X P O S I Ç Ã O E N T R A D A L I V R E M/6

Durante o mês de abril o Teatro Municipal da Guarda comemora 12 anos de existência. 12 anos de intensa e ininterrupta atividade ao serviço da região e do país. Neste período de tempo, após a realização de milhares de espetáculos e atividades, queremos estreitar cada vez mais as relações com o público. Assim, o “Mural das Memórias” pretende ser um espaço aberto ao público para este se manifestar sobre os espetáculos que o marcaram, projetar o futuro ou simplesmente deixar votos de felicitações. Assim, de forma livre e espontânea, desafiamos os frequentadores do TMG a deixar o seu testemunho neste mural do Café Concerto, sob a forma de escrita (prosa, poesia), desenho ou ilustração.

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DE E

D E A N T Ó N I O J O S É D A S I LVA, P E L A O F I C I N A D E T E AT R O D O E S TA B E L E C I M E N T O P R I S I O N A L DA GUARDA

PEQUENO AUDITÓRIO

T E AT R O O R G.: C Â M A R A M U N I C I PA L D A G U A R D A/ B I B L I O T E C A M U N I C I PA L E D U A R D O L O U R E N Ç O/ E S TA B E L E C I M E N T O P R I S I O N A L D A G U A R D A E N T R A D A L I V R E ( M E D I A N T E L E VA N TA M E N T O P R É V I O D O S B I L H E T E S) M/6

Ao longo de vários meses os participantes da Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, sob orientação de Américo Rodrigues, prepararam o entremez de António José da Silva, retirado da obra “Vida do grande D. Quixote de la Mancha e do gordo Sancho Pança” (1733), no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Guarda, através da BMEL, e o Estabelecimento Prisional da Guarda. António José da Silva, escritor e dramaturgo português, nasceu em 1705 no Rio de Janeiro e morreu em Lisboa em 1739. Proveniente de uma família cristã-nova que se refugiara no Brasil, veio para Portugal com toda a família. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi preso com a mulher em 1737, ambos acusados de atividades judaizantes pela Inquisição. Foi executado em 1739 num auto de fé. Escreveu o conjunto da sua obra em Portugal entre 1725 e 1739 e é hoje considerado um dos maiores dramaturgos portugueses de todos os tempos.   Texto - António José da Silva Encenação - Américo Rodrigues Elenco - Bruno Vieira Amaral, Filipa Raquel Gomes, Isabel Carvalho, José Carlos Nunes, Mário Costa, Petrica Ghinea e Ricardo Bernardo Desenho de luz - António Freixo Som - Eduardo Martins Guarda roupa - Judite Matos, Ana Pereira Produção - Ana Pereira e Paula Cristina Cunha Apoio - Susana Almeida, Rita Carvalho e Ana Isabel Guimarães 12


DE

GRANDE AUDITÓRIO

T E AT R O O R G.: A S S O C I A Ç Ã O C U LT U R A L, S O C I A L E R E C R E AT I VA DA SEQUEIRA PA R C E R I A: G R U P O D E C A N TA R E S C A M P O N E S E S D E A L D E I A D O B I S P O, G R U P O D E C A N TA R E S D A S E Q U E I R A, R O N D A D O J A R M E L O, G R U P O D E C A N TA R E S “A M E N S A G E M” D E S Ã O M I G U E L E C E N T R O C U LT U R A L D A G U A R D A A P O I O: C M G / T M G 5€ M/6

Existe um vasto e rico reportório musical associado ao pré e pós 25 de abril. A música foi nesse tempo mensagem de liberdade, de intervenção social e de esperança. Este espetáculo musical, intitulado “Em Abril, Canções Mil, destinado a assinalar a revolução de 25 de abril de 1974, pretende evocar as melhores canções deste período, festejando a liberdade e a democracia, juntos, a cantar. Trata-se de um projeto conjunto de cinco coletividades do concelho da Guarda, sendo o projeto liderado pela Associação Cultural Social e Recreativa da Sequeira e com direção musical de César Prata.

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DE

PA R C E R I A C M S J G/ E PA B I/ C R C B/ C M G

GRANDE AUDITÓRIO

MÚSICA O R G.: C M S J G/ E PA B I/ C R C B/ C M G A P O I O: S A N TA C A S A D A M I S E R I C Ó R D I A D A G U A R D A, C M G / T M G E N T R A D A L I V R E ( M E D I A N T E L E VA N TA M E N T O P R É V I O D E B I L H E T E) M/6

Concerto final do estágio de Orquestra Sinfónica constituída por alunos da EPABI e dos Conservatórios de Música da Covilhã, Castelo Branco e Guarda sob a orientação do Maestro José Eduardo Gomes (na imagem), tendo como solista no violino o albicastrense João Mendes. Estes jovens alunos apresentam um programa ambicioso constituído por uma das mais emblemáticas sinfonias do repertório orquestral, a "Sinfonia Novo Mundo" de Antonin Dvorak. Para além da obra de Dvorak, será também interpretada música portuguesa Abertura Sinfónica n.º 3 de Joly Braga Santos, e a obra "Poème" para violino solo de Ernest Chausson".

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DE

CAFÉ CONCERTO

M Ú S I C A E N T R A D A L I V R E 60 M M/6

Naturais de Celorico da Beira, o projeto Guitardeão apresenta no Café Concerto do TMG o seu álbum de estreia, "Reino de Apolo". Guitardeão produz uma música que deambula em diversas fronteiras musicais onde absorveu influências. Contudo, assume uma identidade muito própria que se traduz num exercício delicado quando se quer catalogar num qualquer género. Guitardeão é um lugar onde a música não se ofusca com as palavras. Precisa delas, mas também as faz descansar com “interlúdios” arrojados ou improvisação descomprometida. A percussão visita-o com frequência, mas não é presença obrigatória. Fazer pensar, abrir caminhos, reinos melhores para o mundo são lemas incondicionais. A música é essencialmente acústica com a variante do baixo que pode ou não ser elétrico. Guitardeão é um projeto que se pode inserir na World Music, uma vez que bebe influências de vários estilos musicais, desde o Jazz, à música Clássica, Bossa Nova, Fado, numa fusão de estilos que resulta na originalidade do grupo. Guitarra Clássica - Alexandre Loio Acordeão - Gabriel Gomes Guitarra - Pedro Silva Baixo - João Nascimento Participações: Percussões - Luís Formiga, Augusto Cameirão, Beto Kalulu e Tomé

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DE

CINECLUBE DA GUARDA A P R E S E N TA: “A B R I L”

DE KEN LOACH

PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G.: C I N E C L U B E D A G U A R D A A P O I O: T M G/ C M G 3€ / 1,50€ ( S Ó C I O S D O C C G) 100 M M/12

Diagnosticado com um grave problema de coração, Daniel Blake, um viúvo de 59 anos, tem indicação médica para deixar de trabalhar. Mas quando tenta receber os benefícios do Estado que lhe concedam uma forma de subsistência, vê-se enredado numa burocracia injusta e constrangedora. Apesar do esforço em encontrar um modo de provar a sua incapacidade, parece que ninguém está interessado em admiti-la. Durante uma espera numa repartição da Segurança Social conhece Katie, uma mãe solteira de duas crianças a precisar de ajuda urgente, que se mudou recentemente para Newcastle (Inglaterra). Daniel e Katie, dois estranhos cujas voltas da vida os deixaram sem forma de sustento, vêem-se assim obrigados a aceitar ajuda do banco alimentar. E é no meio do desespero que se tornam a única esperança um do outro… Palma de Ouro na Edição de 2016 do Festival de Cinema de Cannes. Com: Dave Johns, Hayley Squires, Sharon Percy GB/FRA/BEL, 2016, Drama

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DE

P O R G R U P O D E C A N TA R E S D A FA I A, C É S A R P R ATA E S A R A V I D A L PEQUENO AUDITÓRIO MÚSICA 5€ 60 M M/6

A Quaresma representou na tradição musical portuguesa um período de sublimação. Saídos da folia do Entrudo seguiam-se quarenta dias de abstinência e reflexão. Ausentes os bailes, calados os instrumentos musicais e até o toque dos sinos, passava a viver-se uma religiosidade profunda, geradora de formatos musicais essencialmente vocais, pungentes e profundamente belos: encomendações das almas, martírios, loas, alvíssaras. “Cantos da Quaresma” faz de tal repertório motivo de espetáculo e junta no palco o Grupo de Cantares da Faia, César Prata e Sara Vidal. Adufe, Guitarra, Hangdrum, Kalimba, Ponteiro, Saltério e Voz - César Prata Adufe, Campainha, Hangdrum, Harpa, Matracas, Sinos e Voz - Sara Vidal Vozes (participação especial) - Grupo de Cantares da Faia

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EXTRA - PROGRAMAÇÃO

DE

GRANDE AUDITÓRIO

DANÇA O R G.: D G E S T E- D S R C / C O O R D E N A Ç Ã O L O C A L D O D E S P O R T O E S C O L A R D A G U A R D A A P O I O: T M G/ C M G E N T R A D A L I V R E ( M E D I A N T E L E VA N TA M E N T O P R É V I O D E B I L H E T E) 180 M M/6

No âmbito do Desporto Escolar, irá realizar-se a 5ª Edição do Encontro de Atividades Rítmicas Expressivas do Desporto Escolar da Guarda. Sendo um espetáculo caracterizado por um elevado sentido estético e criativo, nesta edição serão apresentados os trabalhos desenvolvidos pelos alunos de várias escolas do distrito da Guarda e de Viseu e com a participação das escolas: AE de Afonso de Albuquerque, AE de Aguiar da Beira, AE de Celorico da Beira, AE de Figueira de Castelo Rodrigo, AE da Meda, AE de Trancoso, AE de Seia (EB2,3 de Tourais-Paranhos), AE de São Pedro do Sul e AE de Vouzela/Campia. 18


DE

P E L A D´ O R F E U - A S S O C I A Ç Ã O C U LT U R A L

PEQUENO AUDITÓRIO MÚSICA O R G.: T M G/ C M G 5€ M/6

Uma década depois, Luís Fernandes e Miguel Calhaz retomam a parceria musical que uniu as suas vozes em “Os CantAutores”, o espetáculo da D’Orfeu que, nos primeiros anos deste século, circulou por todo o país e resultou num disco de referência homónimo. Parte da obra menos conhecida dos cantautores José Afonso, Sérgio Godinho, Fausto e José Mário Branco vai voltar a subir aos palcos nacionais, agora em quinteto. A genialidade de uma certa música de intervenção, cuja atualidade não se perdeu, muito menos deixou de despertar intenso fascínio às novas gerações de público. Trata-se de música marcante na história das últimas décadas do país, um Portugal cantado nos discos e na obra destes quatro cantautores. O tributo continua e não pode deixar de ser prestado. Voz, Braguesa, Flauta e Acordeão - Luís Fernandes Voz e Contrabaixo - Miguel Calhaz Piano - Marco Figueiredo Saxofones - Rodrigo Neves Bateria - Rui Lúcio 19


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DE E

DE ANA MOURA

C O M E M O R A Ç Ã O D O 12º A N I V E R S Á R I O D O T E AT R O M U N I C I PA L D A G U A R D A GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA 10€ 75 M M/6

Que melhor forma de assinalar o 12º aniversário do Teatro Municipal da Guarda do que com a voz emotiva e pujante da Ana Moura? Considerada uma das mais prestigiadas vozes do fado (e não só) do panorama musical nacional, com forte projeção internacional, Ana Moura é a expressão definitiva da arte de estar num palco em toda a sua plenitude: com total entrega, com total amor pelo seu público, com total despojamento próprio de uma cantora humilde e de inquestionável qualidade artística. Ana Moura é uma das atuais divas do fado português, trazendo uma nova visão deste estilo musical, modernizando-o e conquistando fãs de todos os quadrantes. Neste concerto a fadista, tendo já colaborado com grandes nomes como Mick Jagger (Rolling Stones) ou Prince, irá apresentar o seu mais recente álbum, “Moura”, disco de grande sucesso e aceitação junto da crítica e do público. Neste dia especial em que se comemoram 12 anos do TMG, Ana Moura sobe duas vezes ao palco do Grande Auditório para dar a ouvir o seu mais recente álbum, “Moura”, o qual foi produzido por Larry Klein (vencedor de 4 Grammys), com quem já havia trabalhado no anterior álbum "Desfado" que atingiu a marca de quíntupla Platina. Duas noites certamente inesquecíveis, portanto. Voz - Ana Moura Guitarra Portuguesa - Ângelo Freire Viola de Fado - Pedro Soares Baixo - André Moreira Teclado - João Gomes Bateria e Percussão - Mário Costa 20


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DE

CAFÉ CONCERTO MÚSICA

ENTRADA LIVRE

60 M M/6

Os Les Saint Armand são uma banda formada no Porto, em 2007. Têm nome francês, mas compõem, escrevem e cantam em português. Assim celebram a vida. A sua música tem o carácter da música acústica, do folk e da canção de autor (coral), sendo reconhecida pela importância atribuída à palavra nas suas letras e pelas harmonias. É sempre difícil tentar atribuir-lhes um género específico no panorama musical português atual, dadas as inúmeras influencias transversais (jazz, rock, pop, bossa nova) presentes nas suas músicas. Os seus concertos têm uma aura jovem e empática com os mais diversos tipos de públicos, associada ao facto de vários dos elementos serem atores profissionais, enquanto outros provêm do jazz. Lançaram o seu primeiro EP oficial - "Nó" - a 5 de Novembro de 2016 numa edição de autor. Nomeado em duas listas de melhor EP/Single 2016, o single "Nó" esteve em 1º lugar no top da RUM durante várias semanas consecutivas. Foram ainda patenteados pela Time Out - Porto como um dos projetos a seguir em 2017 e preparam novo álbum de longa-duração para o início de 2018. Vozes e Guitarras - Andre Júlio Teixeira, António Parra e Tiago Correia Bateria - Alex Rodriguez-Lázaro Contrabaixo - José Aníbal Beirão 22


DE

FA M Í L I A S A O T E AT R O

PEQUENO AUDITÓRIO 3€

T E AT R O/ M Ú S I C A

40 M M/4 L O TA Ç Ã O M Á X.: 100 P E S S O A S

BARLAVENTO é um espetáculo com canções de várias épocas em português de várias latitudes. Uma viagem pelo tempo e pelo espaço que continua o percurso em conjunto de Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo no desenvolvimento de uma linguagem cénica multidisciplinar e universal, criada em projetos anteriores. BARLAVENTO desenrola-se à volta de uma máquina de cena, uma carroça-barco-habitação ao mesmo tempo cenário, tela e instrumento musical, onde habitam os três cantores-contadores. Criação e interpretação - Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo Conceção do barco-instrumento - Marco Fonseca com elenco Realização Plástica - Marco Fonseca Desenho de Luz e Operação Técnica - Nuno Figueira Uma encomenda CCB/Fábrica das Artes Coprodução - Artemrede (Abrantes, Alcobaça, Sobral de Monte Agraço, Moita e Montijo), CCB/Fábrica das Artes e São Luiz Teatro Municipal) 23


DE

N AT U R A L I N F O R M AT I O N S O C I E T Y

CAFÉ CONCERTO MÚSICA

E N T R A D A L I V R E 60 M M/6

Fazedor de uma música hipnótica de digestão lenta, Joshua Abrams apresenta-se no TMG em quarteto. Em 2015 foi seu um dos melhores álbuns do ano para a prestigiada revista Wire. No final da década de 90, Joshua Abrams já espalhava a sua música por várias formações de jazz ou por bandas de rock virando do avesso a cidade de Chicago. Foi nessa altura que uma viagem a Marrocos preparou o caminho para um pequeno terramoto no seu percurso musical. Contrabaixista e baixista habitual, Abrams já tinha ouvido a sonoridade do guimbri (uma espécie de alaúde-baixo de três cordas, instrumento fundamental da música gnawa), mas nunca tinha visto um exemplar à sua frente. Apaixonou-se pela sonoridade do instrumento e não mais o largou tornando a peça nuclear do projeto Natural Information Society, que Abrams fundou em 2010. Guimbri e Double Bass - Joshua Abrams  Harmonium e Gong - Lisa Alvarado   Autoharp - Ben Boye   Drums - Mikel Avery  

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“C R A N A U X O E U F S” GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA

10€ 70 M M/6

Dentro do fértil território Modern Classical, o compositor e cantor belga Wim Mertens é uma das maiores referências mundiais, um compositor que possui uma tão vasta quanto rica discografia, recheada de prémios, aplausos e distinções várias. Essa discografia prepara-se agora para ser dilatada com a edição de”Dust of Truths”, parte final de uma trilogia, “Cran aux Oeufs”. Wim Mertens, que já compôs para cinema, teatro e até para passagens de moda da prestigiada casa Dior, apresenta agora um novo espetáculo que tem merecido os mais veementes aplausos nas melhores salas europeias, do norte da América no Japão e Rússia. A original técnica pianística de Mertens, feita de harmonizações e padrões melódicos minimalistas, e as suas belas vocalizações, granjearam ao compositor belga o estatuto de artista de culto, admirado tanto pelo público mais erudito como pelo público mais jovem e ligado à pop. Piano e voz - Wim Mertens

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D E R U I Z I N K, A P R E S E N TA D O P E L O C A L A F R I O – A S S O C I A Ç Ã O C U LT U R A L PEQUENO AUDITÓRIO

T E AT R O O R G.: C A L A F R I O A S S O C I A Ç Ã O C U LT U R A L A P O I O: C M G/ T M G 5€ 80 M M/12

"... história literalmente no osso, sem corpos nem paisagem, todo o aparato da escrita reduzido ao palco de uma cela onde se digladiam duas vozes. Trata-se de uma espécie de teatro mental, por onde passam algumas das maiores tensões e angústias do nosso tempo: a retórica do medo, a intolerância, os abusos cometidos em nome da democracia, a incapacidade de compreender o outro, de respeitar quem não pensa como nós. Zink não faz do duelo entre os dois homens mero veículo para um qualquer discurso político. Em vez disso, e com muito mais eficácia, descontrai ideias feitas sobre a ameaça do fanatismo religioso e o seu reverso (a paranóia securitária) mostrando-nos como as relações de poder se podem dissolver no próprio absurdo que as sustém." (José Mário Silva) Texto - Rui Zink Encenação - Américo Rodrigues Intérpretes - Luciano Amarelo, Valdemar Santos e André Vaz Cenografia - José Teixeira              Música Original - André Vaz Desenho de Luz - José Neves Operação de Som e Luz - João Paulo Neves Cartaz - Pumukill Produção Executiva - Suzete Marques 27


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P O R M I G U E L S I LVA

CAFÉ CONCERTO

EXPOSIÇÃO ENTRADA LIVRE

Miguel Silva, fotojornalista, natural de Lisboa. Com 20 anos foi morar no Porto, onde mais tarde estudou fotografia no IPF. Colaborador habitual da Agência Lusa e Global Noticias reside atualmente no concelho de Pinhel. Já publicou fotografias nos principais títulos da imprensa nacional. Com as mãos fazemos a vida e fazemo-nos à vida, com as mãos damos e recebemos, cuidamos ou agredimos, construímos ou destruímos. Com as mãos, e até à chegada da industrialização, fizemos os mais variados utensílios, com os mais variados materiais e para os mais diversos fins. Hoje apenas um punhado de homens e mulheres, e bastantes vezes apenas para fins lúdicos, ainda utilizam métodos manuais ou pouco mecanizados, com os quais ainda fazem, por exemplo o pão ou o queijo, que aprenderam a fazer numa época em que, muito do que se consumia, ainda era feito dessa mesma forma. Assim, eis as mãos de Mateus Miragaia – Ferreiro; Maria Imelda – Padeira; Antonio Gêgo – Tecelão; Fernanda Pereira – Enchedeira; Fernando Nelas – Cesteiro; Maria dos Anjos Queijeira 28


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GRANDE AUDITÓRIO

MÚSICA O R G.: C O N S E R VAT Ó R I O D E M Ú S I C A D E S. J O S É D A G U A R D A. A P O I O: C M G/ T M G, A E A A G, S A N TA C A S A D A M I S E R I C Ó R D I A D A G U A R D A. E N T R A D A L I V R E D E S T I N ATÁ R I O S: A L U N O S D O P R É- E S C O L A R E 1º C I C L O.

Na continuidade dos concertos de demonstração de instrumentos decorridos ao longo do 3º período nas escolas do 1º ciclo, o Conservatório de Música de S. José da Guarda apresenta um concerto onde os alunos terão oportunidade de conhecer cada um dos instrumentos musicais através da história "O Segredo da Floresta" de Margarida Fonseca Santos.

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A Q U I L O T E AT R O A P R E S E N TA

( PA R T I L H A D E H I S T Ó R I A S D E M U L H E R E S A N Ó N I M A S)

PEQUENO AUDITÓRIO T E AT R O 2€ 50 M M/12

Mulheres, casadas, solteiras, viúvas, adolescentes, de 20, 30, 40 anos, com noivo, sem noivo são as personagens que esta peça retrata. Vivem rodeadas de pressões no trabalho, pequenas tragedias domésticas, dietas tirânicas, incompreensão masculina, reclamações vindas de todos os lados e uma infinidade de outras escravidões da vida quotidiana. As preocupações apresentadas estão próximas da problemática psicológica e vital de qualquer mulher contemporânea, onde se propõe uma “olhadela” desinibida sobre o mundo feminino. Será que esta peça demonstra a solução para todos os temas inquietantes apresentados? Não! Nem a psicanálise, nem o Tarot, nem a meditação transcendental dão – lhes vantagem….P.H.M.A. talvez…. Esta peça é o resultado final do Atelier de Expressão Dramática, formação de longa duração, que o Aquilo Teatro produz pelo décimo ano consecutivo. Texto: Criação Coletiva Encenação: Antónia Terrinha Interpretação: Carla de Paula, Carlota Aparício, Cristina Gaspar, Dulce Gomes, João Borges, Manuel Tavares, Rita Bárbara, L. Susana Fonseca Produção: Aquilo Teatro

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A P R E S E N TA Ç Ã O D O N O V O Á L B U M “ H E R” GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA

10€ 75 M M/4

Rita Redshoes iniciou o seu percurso como baterista num grupo de teatro de escola, passou por inúmeros projetos musicais como autora e intérprete, onde tocou muitos instrumentos e gravou vários discos (Atomic Bees, Photographs, Rebel Red Dog, David Fonseca, The Legendary Tigerman, Noiserv). Tem também colaborado em inúmeras bandas sonoras premiadas para teatro e cinema, tendo, inclusivamente, discos editados nesta área. Recentemente tocou no lendário Joe’s Pub, em Nova Iorque e apresentou também em Nova Iorque, no MoMA, e posteriormente em Berlim, a banda sonora original do documentário “Portugueses no Soho”, de Ana Ventura Miranda. Em 2016, depois de "Golden Era" (2008), "Lights & Darks" (2010) e de “Life is a Second of Love” (2014), Rita Redshoes rumou em Junho a Berlim, onde gravou o seu quarto álbum de estúdio. O novo registo discográfico, “Her”, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, "Murder Ballads" e do disco de Beth Orton, "Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize. O produtor australiano já trabalhou também com artistas tão diversos como P.J.Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, entre outros. Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica) é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em co-autoria com Pedro da Silva Martins. Voz e Guitarra - Rita Redshoes Baixo - Nuno Lucas Bateria - Rui Freire Violino - Maria da Rocha Violino - Denys Stetsenko Viola - Bruno Silva Violoncelo - Valter Freitas 31


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S E S S Ã O PA R A ESCOLAS

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S E S S Ã O PA R A PÚBLICO EM GERAL

D E C L Á U D I A VA R E J Ã O

PEQUENO AUDITÓRIO

D O C U M E N TÁ R I O ( F I L M E I N T E G R A D O N A S C O M E M O R A Ç Õ E S D O 40.º A N I V E R S Á R I O D A C N B) O R G.: C O M PA N H I A N A C I O N A L D E B A I L A D O A P O I O: C M G/ T M G E N T R A D A L I V R E 104 M 1.ª S E S S Ã O: A L U N O S D O 3º C I C L O, S E C U N D Á R I O E S U P E R I O R; 2.º S E S S Ã O; P Ú B L I C O E M G E R A L

A Companhia Nacional de Bailado de Portugal comemora quatro décadas de existência. Na sua génese está a interpretação dos grandes clássicos e o acolhimento permanente de criações contemporâneas. O quotidiano é rigoroso para bailarinos, coreógrafos, músicos, ensaiadores, costureiras, técnicos de luz, som e toda uma vasta equipa que permite que a dança percorra as salas de ensaio e se alongue pelos corredores até chegar ao palco. Este filme acompanha não só as criações e estreias da companhia mas sobretudo o trabalho silencioso e estrutural de cada bailarino. Cláudia Varejão não é uma novata no campo do teatro e da dança, tendo já inúmeras vezes filmado estas artes de palco. Fotografia e Realização - Cláudia Varejão Som - Adriana Bolito Montagem - Cláudia Varejão e Francisco Moreira Produtor - João Matos

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C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: “A E S C O L H A D´ A S S O C I A Ç Ã O D E J O G O S T R A D I C I O N A I S D A G U A R D A” DE NORONHA FEIO

DE JORGE RIOBOO

PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G.: C I N E C L U B E D A G U A R D A E A S S OCIAÇÃO DE JOGOS TRADICIONAIS DA G U A R D A A P O I O: C M G/ T M G 3€ /1,50€ ( S Ó C I O S D O C C G E D A A J T G) 57 M M/6

Os Homens e os Jogos - Os Jogos das Terras Frias, de Noronha Feio Portugal, 1978, 27’, M/6, Documentário Nos finais dos anos setenta o tempo era de agitar consciências e de promover as raízes culturais de um país até aí fechado sobre si mesmo a olhar para a sombra de um império que já o não era. Foi nesse contexto que Noronha Feio, em boa hora, desenvolveu este projeto de grande fôlego e que hoje constitui documento imprescindível para aqueles que se queiram debruçar sobre a temática das tradições lúdicas em Portugal durante o século passado. No distrito da Guarda o programa contou com a colaboração da então Associação Distrital de Jogos Tradicionais e do Lazer do Distrito da Guarda. Documentário sobre os Jogos Tradicionais em Espanha S/título, de Jorge Rioboo, 1975, 30’. Registo documental sobre os Jogos Tradicionais em Espanha, com testemunhos de figuras importantes da sociedade espanhola: Carmen de la Maza, Manuel Toharia, José Luis Garci, Manuel Summers e Paloma San Basílio. Primeira exibição ao público. Tertúlia no final da sessão a cargo de Norberto Gonçalves e Henrique Martins (AJTG) e Carlos de la Villa Porras (Associación Cultural La Tanguilla de Aranda de Duero) 34


EXTRA - PROGRAMAÇÃO

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GRANDE AUDITÓRIO CONGRESSO

O conceito de Cidade Educadora implica pensar a cidade como um lugar de aprendizagem permanente e de diálogo, adotando estratégias locais potenciadoras dos valores da cidadania democrática, atendendo as repercussões do ambiente urbano no desenvolvimento dos cidadãos, combatendo a segregação de pessoas e culturas, operando um planeamento urbanístico atento às necessidades de cada indivíduo permitindo o seu crescimento pessoal, social, moral e cultural para que a cidade seja toda ela um espaço educador. A Guarda acolhe, no seu Teatro Municipal, o VII Congresso da Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras, submetido ao tema ldenticidades, pretendendo fomentar uma reflexão sobre o conceito e compreender o que está a ser feito a nível nacional e internacional para criar ou reforçar a identidade das cidades e tirar conclusões que possam servir de apoio a projetos futuros. Como submetas abordados, serão Cidadania, Espaços Urbanos e o Papel da Cultura na Identidade das Cidades. Para debater estes temas, está convocado um diversificado conjunto de especialistas e personalidades nacionais. 35


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S É C AT E D R A L D A G U A R D A

MÚSICA INTEGRADO NO VII CONGRESSO DA REDE TERRITORIAL PORTUGUESA DAS CIDADES EDUCADORAS O R G.: C M G E N T R A D A L I V R E 75 M M/4

O realizador espanhol Pedro Almodóvar já referiu publicamente que Rodrigo Leão é um “dos mais inspirados compositores de todo o mundo”. Dono de uma das mais interessantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora de portas – o que lhe tem permitido ter convidados de peso nos seus discos, como Ryuichi Sakamoto ou Beth Gibbons dos Portishead. Reflexo de uma intensa ética de trabalho que nasce de uma dedicação profunda à música. Tudo isto mantendo um invejável ritmo de espetáculos por todo o mundo da Turquia à Suíça, de Espanha à Coreia do Sul, de Londres ao Brasil. Este concerto integrado no Congresso Nacional das Cidades Educadoras terá por cenário um espaço muito especial e icónico da Guarda, a Sé Catedral.

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EXTRA - PROGRAMAÇÃO

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PEQUENO AUDITÓRIO

DANÇA O R G.: C O N S E R VAT Ó R I O D E M Ú S I C A D E S. J O S É D A G U A R D A A P O I O: C M G/ T M G, S A N TA C A S A D A M I S E R I C Ó R D I A D A G U A R D A 2€ M4

O Conservatório de Música de S. José da Guarda apresenta a audição final da Classe de Dança, na modalidade de Ballet Clássico, sob o comando da professora Rita Morais.

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T E AT R O E S C O L A R

P E L O C L U B E D E T E AT R O AT O R E S E D I A B R E T E S D A S A N TA C L A R A

PEQUENO AUDITÓRIO

T E AT R O O R G.: C L U B E D E T E AT R O D A E S C O L A B Á S I C A D E S A N TA C L A R A ( P R O F E SS O R A S D I N A M I Z A D O R A S L U C Í L I A R A FA E L E PA U L A P I N T O) A P O I O: T M G E N T R A D A L I V R E 40 M M6

Peça baseada na Lenda da Guarda e seus símbolos, que a definem como cidade e a tornam única. Era uma vez um rei, era uma vez uma guerreira, era uma vez um trovador que dedica uma cantiga à cidade. Era uma vez uma história que se compõe em palco como tributo às terras e gentes da Guarda.

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DE

DE TIAGO MOURA E PEDRO PIRES PEQUENO AUDITÓRIO

D O C U M E N TÁ R I O O R G.: T M G/ C M G E A S S O C I A Ç Ã O T E R C E I R A P E S S O A E N T R A D A L I V R E 65 M M/12

"Há Festa no Campo" é um projeto de desenvolvimento das aldeias através de práticas artísticas promovido pelas associações EcoGerminar e Terceira Pessoa, com parceria da Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) e União das Freguesias do Freixial e Juncal do Campo. O projeto pretende encontrar propostas de dinamização cultural e social para a União das Freguesias do Freixial e Juncal do Campo, em conjunto com a população e associações locais. Valorizar o património material e imaterial das aldeias como oportunidade de afirmação e desenvolvimento é o desafio abraçado pela equipa de projeto. Este filme testemunha uma história de crença de que a arte pode desempenhar um papel ativo na sociedade. Foi essa história que encontrámos em quatro aldeias do interior de Portugal - Barbaído, Chão da Vã, Freixial do Campo e Juncal do Campo onde existe um projeto de desenvolvimento das aldeias através de práticas artísticas: o “Há Festa no Campo/Aldeias Artísticas”. Documenta-se assim o desenvolvimento deste projeto, dando corpo a uma experiência comunitária e tornando possível a replicação da mesma noutros territórios. No final haverá uma conversa sobre a temática do documentário com a presença dos responsáveis do projeto e do filme. Realização - Tiago Moura e Pedro Pires Participação especial - António Vaz Simão (Ti Vaz) e Simão Diamantino Produção - Ana Gil & Nuno Leão Edição - Cátia Santos Som - Álvaro Lopes Financiamento do Programa PARTIS / Fundação Calouste Gulbenkian

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P E L O T E AT R O D O I M A G I N Á R I O

PEQUENO AUDITÓRIO

T E AT R O 2€ 60 M D E S T I N ATÁ R I O S: A L U N O S D O S E C U N D Á R I O

Na voragem dos dias de hoje, o espírito do deus Mercúrio saltita por diversas personagens em reclusão forçada, lançando farpas certeiras aos homens e à sua capacidade de tudo fazerem para subirem na vida. Após este primeiro momento, é o Gabinete de um Presidente da Câmara que se torna o centro da ação e de outras críticas explosivas, tudo em pleno respeito pela condição e pelos valores humanos. Eis o drama da existência humana em contornos cómicos. Eis a realidade dos nossos dias já imaginada por Raúl Brandão no início do século XX e complementada com um prólogo repleto de sensualidade baseado em Plauto. O Teatro do Imaginário é um projeto teatral amador, nascido em 2003 na aldeia do Manigoto – Pinhel, que reúne elementos de diferentes idades e já com variada experiência artística. Adaptação de texto e Encenação - Daniel António Neto Rocha Interpretação - Bernardo Cerdeira, Daniel Ferreira, Diogo Cerdeira, Maria Gonçalves, Raquel Castelo, Maria Luísa Mesquita, José Ferreira, Ana Mesquita e Daniel Rocha Desenho de luz e operação de som - António Freixo Guarda-Roupa - Maria Gonçalves Carpintaria - Bruno Miguel Fotografia - Alexandre Costa

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CICLO GUARDA IN JAZZ

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CAFÉ CONCERTO

MÚSICA E N T R A D A L I V R E 60 M M/6

Esta inovadora banda liderada pelo guitarrista portuense Vítor Pereira, radicado em Londres, está na linha da frente do jazz contemporâneo Europeu. Com dois discos lançados pela editora Inglesa “F-IRE records” este quinteto tem causado sensação por toda a Europa atraindo excelentes críticas da comunidade jazzística mundial. Distinguindo-se pelo som único e energético, a sua música revela um vasto leque de influências desde riff’s de rock até ao toque minimalista da música clássica contemporânea. A força das composições e o talento de alguns dos músicos mais proeminentes do jazz português e inglês combinam-se aqui num som sedutor e original capaz de captar a atenção do ouvinte mais relutante. Guitarra e Composição - Vítor Pereira Sax Tenor - Alam Nathoo Sax Alto - João Mortágua Contrabaixo - Francisco Brito Bateria - Joel Silva 42


CICLO GUARDA IN JAZZ

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C O M A X E L D Ö R N E R E M AT T I A S S TÅ H L

PEQUENO AUDITÓRIO MÚSICA 5€ 70 M M/6

O RED Trio é um dos mais inovadores grupos nacionais da atualidade. Nasceu ligado ao jazz, utiliza os elementos da improvisação, mas vai para além de categorizações simples. Este trio encarnado desenvolve uma música altamente criativa, que experimenta, descobre, dialoga. Três instrumentos clássicos - piano, contrabaixo e bateria - ganham novas cores, descobrem novas dinâmicas. Formado em 2007 e com 5 discos editados, o RED Trio já tocou nos principais palcos nacionais e europeus e em colaboração com alguns grandes músicos de jazz internacionais. Neste concerto no TMG que se aguarda com elevada expectativa, o RED Trio estará acompanhado por dois extraordinários músicos: o trompetista Axel Dörner e o vibrafonista Mattias Ståhl. Piano - Rodrigo Pinheiro Contrabaixo - Hernâni Faustino Bateria - Gabriel Ferrandini Trompete e Eletrónica - Axel Dörner Vibrafone - Mattias Ståhl

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II OFICINA DE VÍDEO D O A S P I R I N G G E O PA R K E S T R E L A

O R I E N TA D A P O R J O R G E P E L I C A N O

PEQUENO AUDITÓRIO

OFICINA 40€ D E S T I N ATÁ R I O S: E S T U D A N T E S D E T U R I S M O E C O M U N I C A Ç Ã O; I N T E R E S S A D O S N A Á R E A D O V Í D E O E D O C I N E M A; P Ú B L I C O C O M O U S E M E X P E R I Ê N C I A N A Á R E A.

A promoção territorial é, na atualidade, trabalhada em palcos muito diversos, com recurso a métodos e estratégias distintas, cuja sua dimensão há muito que procura novos paradigmas e caminhos alternativos. A II Oficina de Vídeo, ministrada pelo realizador Jorge Pelicano e promovida pela Candidatura da Estrela a Geopark Mundial da UNESCO (Associação Geopark Estrela) constitui uma estratégia de, através do vídeo, reforçar o sentido de pertença e a promoção destas novas realidades em velhas geografias, como é a Serra da Estrela. Coordenada por Jorge Pelicano, premiado realizador, autor de documentários como “Ainda Há Pastores?”, “Pare, Escute, Olhe” e “Pára-me de Repente o Pensamento”, esta iniciativa pretende reforçar o papel do cinema e do documentário na atualidade, enquanto estratégia de comunicação e de intervenção cultural. Objetivos da formação: desenvolver competências teóricas e técnicas de vídeo; aprofundar técnicas de gravação de vídeo em ambientes distintos; construir narrativas através do vídeo; compreender a importância do vídeo na promoção turística dos territórios. Nota: para mais informações e inscrições em www.geoparkestrela.pt 44


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I N T E G R A D O N O X I I F E S T I VA L D E M Ú S I C A DA BEIRA INTERIOR

GRANDE AUDITÓRIO

MÚSICA O R G.: S C U T V I A S – A U T O E S T R A D A S D A B E I R A I N T E R I O R, S. A. A P O I O: C Â M A R A S M U N I C I PA I S D E A B R A N T E S, M A Ç Ã O, C A S T E L O B R A N C O E G U A R D A/ T M G E N T R A D A L I V R E ( M E D I A N T E L E VA N TA M E N T O P R É V I O D O S B I L H E T E S) 120 M M6

O Concerto da Beira Interior 2017 tem a particularidade de apresentar, em orquestra sinfónica, todas as escolas de música do ensino artístico da Região da Beira Interior. No total são oito, uma associação e sete escolas entre as quais uma do ensino superior (ESART). Este ano apresentaremos na 1ª parte a Suite Alentejana, nº1 Fandango de Luís de Freitas Branco e Bruma uma obra de Luís Cipriano. Na 2ª parte será a estreia de “Monsanto” de Luís Cipriano, que pretende retratar a lenda da mais portuguesa das aldeias. “Monsanto” é um Poema Sinfónico composto por cinco andamentos para Orquestra Sinfónica, Coro Misto, Coro Infantil e Barítono solo. O Coro basear-se-á no Poema do “Cerco ao Castelo de Monsanto” do escritor João Morgado. Luís Rodrigues é o Barítono convidado. A Direção está a cargo de Bruno Martins. 45


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D E A N N E L I E S VA N D O O R E N

SIAC – II Simpósio Internacional de Arte Contemporânea

GALERIA DE ARTE

E X P O S I Ç Ã O I N A U G U R A Ç Ã O D I A 6 D E J U N H O À S 18 H O R G: M U S E U D A G U A R D A/ C M G/ T M G ENTRADA LIVRE

A extraordinária criatividade de Annelies van Dooren manifesta-se tanto quanto a possui a ela própria. Difícil será distinguir onde começa uma e a outra acaba. Foi na dança clássica que se formou, tendo-se depois orientado para a dança moderna, então nos seus primórdios. Através ventos e marés, onde novamente o interior e o exterior se confundem como que num luminoso turbilhão, é na expressão plástica que vamos encontrar o fio de Ariana da sua criatividade. Esta exposição é disso a prova irrefutável, mesmo quando a autora se deixa surpreender pela própria produção. Desde os objetos datados de 1975, às diversas séries temáticas que se prolongam até ao presente, o fervilhar da sua presença deixa-nos tão expectantes quanto contagiados pelo seu brilho. Sem receio de criar desmesuradas espectativas, por mais desatento que possa ser o nosso olhar, as qualidades de genuína presença que estas obras manifestam não deixarão de nos surpreender e de inspirar. 46


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DE VÍTOR POMAR

SIAC – II Simpósio Internacional de Arte Contemporânea

GALERIA DE ARTE

E X P O S I Ç Ã O I N A U G U R A Ç Ã O D I A 6 D E J U N H O À S 18 H O R G: M U S E U D A G U A R D A/ C M G/ T M G ENTRADA LIVRE

Vítor Pomar traz-nos desta vez seis pinturas recentes de grande formato que preenchem inteiramente a sala de exposições do TMG. 1. “Ouro Sobre Azul”- Que outra designação poderia melhor indicar a espacialidade luminosa que caracteriza a própria natureza da mente sem princípio nem fim, em que cada ponto é simultaneamente centro e perímetro? 2. “The Heart Of All Beings” (ou “O Coração De Todos Os Seres”) - Para além da aparente separação que distingue o eu e o outro, para além do fervilhar das emoções, para além da consciência que cada um dos sentidos nos informa acerca dum mundo exterior tão real quanto inacessível, para além da razão pensante, relutante, que duvida e afirma certezas e opiniões, para além do tempo linear. 3. “Yoni Way” ou “A Via da Deusa” - Em que a totalidade abrangente reconhece uma feminilidade que tudo inclui, fonte e origem, sabedoria e manifestação, aparência e deslumbramento. 4. “Princípio Meio E Fim”- Abolida que está a linearidade temporal, podemos então reconhecer a simultaneidade de todas as passagens dum percurso existencial em que o objetivo não pode ser outro senão cada passo (que de outro modo nos afastaria do processo de conhecimento de si próprio a que estamos condenados). 5. “Clear Statement” - Condição sine qua non para uma real presença de espírito que tudo impregna, sem margem para dúvidas, clareza de espírito em que a visão coincide com a fé e se revê na compreensão do drama existencial que todos e cada um vive através do labirinto de pensamentos, sensações e emoções tão fugidias quanto verdadeiras... 6. “Yoniverso ou o Universo Enquanto Útero” - Quando a interioridade se reconhece como manifestação eminentemente feminina, então o exercício da liberdade deixa de ser afirmação duma vontade redutora para passar a ser pura entrega, comunhão essencial que define toda manifestação, fenómenos, existência... 47


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A P R E S E N TA Ç Ã O F I N A L D O G R U P O D E T E AT R O O F I C E N A PEQUENO AUDITÓRIO T E AT R O 2€ 60 M M/6

“Antígona”, de Sófocles destaca-se pela sua renovada posteridade. Do vasto repertório de obras-primas de teatro raras são aquelas que originaram tantas traduções, adaptações, comentários e comentários sobre comentários. Tal facto deve-se, obviamente, ao valor intrínseco da obra, à sua aparente simplicidade, não desprovida de ambiguidade que fazem de “Antígona” uma tragédia moderna, enigmática e labiríntica, apesar de ter sido escrita e representada há mais de quatro mil anos para o público ateniense. Para o leitor e espectador atual, a peça representa a perfeita demonstração da consequência inexorável e trágica da intransigência dos dois principais antagonistas: Creonte, que representa o poder autoritário, legal e estabelecido, e Antígona que a ele se opõe em nome de um poder superior aos homens. O Projeto Oficena é uma iniciativa do TMG para proporcionar aos praticantes, no caso de “Antígona”, essencialmente jovens, uma experiência com a arte de representar através de um projeto trabalhado ao longo dos meses durante a sua evolução e concretização. Projeto que só se pôde levar a bom termo graças à disponibilidade, rigor e perseverança de quem nele participou ativa e entusiasticamente. Texto - “Antígona” de Sófocles Adaptação e Encenação - Fernando Carmino Marques Desenho de Luz - Tiago Lopes Elenco - Andreia Rocha, Ana Carolina Lima, Beatriz Realinho, Beatriz Monteiro, Carlos Morgado, Daniela Daniel, Dario Rodrigues, Emília Leitão, Guilherme Campos, Helena Gonçalves, Joaquim Igreja, Rita Ramos, Sónia Fernandes e Telma Bidarra.

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CICLO GUARDA IN JAZZ

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PEQUENO AUDITÓRIO MÚSICA 5€ 75 M M/6

Mário Laginha não é o homem dos sete instrumentos, porque o seu instrumento é o piano, mas o pianista gosta de navegar pelos muitos mundos sonoros que fazem o planeta música. Basta espreitar para os discos que gravou com a cantora Maria João, marcados pela linguagem do jazz, mas por onde perpassam influências que vão desde a música portuguesa e a clássica, até à pop anglo-saxónica ou às músicas brasileira e africana, para percebermos que estamos perante um músico que não gosta de ser catalogado em categorias estanques. No trio com quem gravou até agora dois discos, Mário Laginha mantém esse gosto pela mistura, pela diversidade e pelo risco. No segundo disco do Mário Laginha Trio, “Mongrel” (2010), o pianista levou ainda mais longe o desafio e o risco. O pretexto para o disco, nascido de uma encomenda do São Luiz Teatro Municipal e da Orquestra Metropolitana de Lisboa, foram obras de Chopin, uma empreitada arriscada que Laginha agarrou com uma mistura de respeito pelo grande músico polaco e de liberdade para infringir compassos, tempos e melodias, operando com isso uma transfiguração das obras originais, que passaram a ser temas que se encaixam indiscutivelmente no mundo criativo de Mário Laginha. Em 2017 será editado o terceiro trabalho discográfico do Trio. Piano - Mário Laginha Contrabaixo - Bernardo Moreira Bateria - João Pereira 49


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DE

C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: “C O M O R E A L I Z A D O R” E

DE JOSÉ DE OLIVEIRA

PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G.: C I N E C L U B E D A G U A R D A A P O I O: C M G/ T M G 3€ / 1,50€ ( S Ó C I O S D O C C G)

“Longe”, de José de Oliveira Portugal, 2016, 37’, M/12, Ficção Um Homem vai-se aproximando de uma grande cidade pelos acessos mais secretos, áridos, selvagens. Chega e avista a cidade de Lisboa dos altos e por cima dos montes. Lá, de onde saiu há muitos anos, sente-se um estranho. Reconhece e não reconhece a paisagem e o ambiente. Que o atrai e o repele. Procura amigos, conhecidos, lugares, uma filha que lhe chegou por carta tanto tempo passado. Descobre e redescobre um último reduto onde se sente em casa. Mas parte, no fim, parte. “Pai Natal”, de José de Oliveira Portugal, 2016, 20’, M/12 ,Ficção Um jovem de Braga, estudante e amante de cinema, vai para Lisboa, onde arranjou um emprego fugaz e particular. Mas, como sempre, as verdadeiras razões da descida à Capital não são essas. Entre as salas escuras, uma rapariga e os amigos, o retrato de um tempo e de um rapaz como muitos. Meio perdido, meio desinteressado. Com a presença do realizador José de Oliveira. Debate no final da sessão. 51


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R E C I TA L D E C A N T O E P I A N O P O R M A R TA M E N E Z E S E B R U N O S A N D E S

PEQUENO AUDITÓRIO MÚSICA 5€ 60 M M6

"A minha pátria é a língua portuguesa", escreve Fernando Pessoa. E é esse o ponto de partida deste recital que nos transporta numa viagem entre poetas e músicos de Portugal e do Brasil, de diferentes épocas, de diferentes cidades, de diferentes culturas, mas que partilham a riqueza que é a nossa língua. O barítono brasileiro Bruno Sandes e a pianista portuguesa Marta Menezes, ambos a trabalhar e estudar nos EUA, apresentam este projeto numa tournée em Portugal, partilhando a herança que lhes é comum, e levando além-mar a arte, a história e a tradição dos dois países irmãos. Marta Menezes é uma das mais promissoras pianistas da sua geração: vencedora do 1º Prémio no Concurso Beethoven no Royal College of Music (Londres, 2013) e do Concurso Internacional de Piano de Nice Côte D'Azur "Simone Delbert-Février" (2013), Marta Menezes conta ainda com outros prémios em concursos internacionais em Portugal, Espanha, França e Itália. Piano - Marta Menezes Voz (Barítono) - Bruno Sandes

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CICLO GUARDA IN JAZZ

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A P R E S E N TA D O P O R C A L A F R I O - A S S O C I A Ç Ã O C U LT U R A L

PEQUENO AUDITÓRIO MÚSICA 5€ 60 M M/12

Ó! é um coletivo de músicos de sensibilidades díspares que se dedica à livre improvisação. Usando linguagens aparentemente inconciliáveis, os do Ó! envolvem-se na procura de uma multiplicidade de sentidos, marcada pelo risco e pela ousadia. Ó! apresenta-se em formatos diferentes, reinventando-se em cada performance. Ó! lembra o festival de novas músicas Ó da Guarda!, que continua a ser uma referência comum. Voz e Objetos - Américo Rodrigues Guitarra Elétrica - José Tavares Guitarra elétrica - Rogério Pires Violoncelo - Ulrich Mitzlaff Eletrónica - Lynx Tungur Saxofone - Gilberto Costa Saxofone - Carlos Canhoto Tuba - Elmano Pereira

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GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA 10€ 75 M M/4

Luísa Sobral é uma das mais relevantes cantoras pop da nova geração. “Luísa” é o quarto álbum de originais de Luísa Sobral, editado em 2016 e agora apresentado ao vivo. Neste disco estreitam-se a cumplicidade e os laços afetivos com quem ouve, em novas canções e letras tocantes, que a colocam num novo patamar de maturidade criativa: ainda mais segura, exigente, autêntica e espontânea. Foi gravado em Los Angeles, no mítico United Recording Studios, por onde já passaram nomes históricos como Frank Sinatra, Ray Charles, Ella Fitzgerald, Radiohead ou U2. Ao leme da produção esteve Joe Henry, vencedor de 3 Grammy Awards, que para além de uma sólida carreira em nome próprio assina trabalhos de músicos como Elvis Costello, Beck ou Madonna. Foram sobretudo os espetáculos e as participações televisivas especiais, como a que assegurou no programa de Jools Holland, na BBC, que impulsionaram o seu percurso dentro e além-fronteiras. Espanha, França, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Marrocos, China, Zimbabwe e África do Sul já figuram entre as suas escalas. Em 2017, Luísa Sobral volta a percorrer o país, agora com novas canções. Em palco, está em casa. E tem a amabilidade generosa de nos convidar a visitá-la. E de nos fazer sentir em casa. Voz e Guitarra - Luísa Sobral Bateria - Carlos Miguel Antunes Baixo e contrabaixo - João Hasselberg Piano e Teclados - João Salcedo Guitarras - Mário Delgado 54


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DE

“ T R E Z E G E S T O S D E U M C O R P O” DE OLGA RORIZ ” S E R Á Q U E É U M A E S T R E L A?” D E VA S C O W E L L E N K A M P “ H E R M A N S C H M E R M A N” DE WILLIAM FORSYTHE ” M I N U S 16” DE OHAD NAHARIN GRANDE AUDITÓRIO

DANÇA O R G.: C N B/ O PA R T A P O I O: T M G/ C M G 7,50€ 120 M ( C O M I N T E R VA L O) M/6

No âmbito das comemorações do 40º aniversário da Companhia Nacional de Bailado, o Teatro Municipal da Guarda acolhe este programa constituído por quatro peças em reposição, cujo êxito de público foi marcante em temporadas recentes. As duas primeiras são da autoria dos criadores portugueses Olga Roriz e Vasco Wellemkamp, a terceira do norte-americano William Forsythe (durante muito tempo radicado na Europa), e a última do israelita Ohad Naharin. “Treze Gestos e Um Corpo” é já um clássico e uma das coreografias mais carismáticas de Olga Roriz, onde um elenco masculino alterna com um feminino numa sucessão de solos e num crescendo de intensidade dramática. “Será Que é Uma Estrela?” é uma peça recentemente coreografada por Vasco Wellenkamp, numa sentida homenagem à bailarina Graça Barroso. “Herman Schmerman”, dueto de Forsythe cujo título não pretende ter qualquer significado, mostra-nos o encontro de um casal que, através de uma execução técnica quase impossível – como são, aliás, todas as obras de reportório deste coreógrafo – não deixa de nos sugerir uma narrativa de humor muito subtil. Finalmente, com “Minus 16”, confirma-se a habilidade de Ohad Naharin em saber como fazer o público dançar. 56


Companhia Nacional de Bailado Direção Artística – Paulo Ribeiro “Treze Gestos de Um Corpo” Coreografia – Olga Roriz Música - António Emiliano Desenho de Luz - Orlando Worm  Cenografia e Figurinos - Nuno Carinhas “Será Que é Uma Estrela? Coreografia - Vasco Wellenkamp  Assistente de Coreógrafo - Patrícia Henriques Desenho de Luz - Vítor José Voz - Maria João  Piano - João Farinha “Herman Schmerman” Coreografia, Espaço Cénico e Desenho de Luz - William Forsythe Música - Thom Willems Figurinos - Gianni Versace e William Forsythe Assistente do Coreógrafo - Maurice Causey “Minus 16” Coreografia e Figurinos - Ohad Naharin  Desenho de Luz - Bambi   Assistente do Coreógrafo - Erez Zohar 

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EXTRA - PROGRAMAÇÃO

DE

GRANDE AUDITÓRIO

DANÇA O R G.: C E N T R O C U LT U R A L D A G U A R D A A P O I O: T M G/ C M G 3€ 90 M M/4

Todos os anos o Centro Cultural da Guarda promove uma apresentação pública das suas classes de ballet e dança moderna, resultantes do trabalho efetuado durante todo um ano letivo. Esta instituição contribui, assim, para a divulgação e disseminação do ballet e da dança junto de crianças e jovens.

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DE

CAFÉ CONCERTO MÚSICA

E N T R A D A L I V R E 70 M M/6

Davide Salvado é atualmente uma das vozes mais carismáticas de Espanha. De formação autodidata, já tem um longo percurso artístico de pesquisa de música tradicional (especialmente) da Galiza. Começou a sua carreira em 2003 em vários grupos como cantor e percussionista e colaborou com artistas consagrados como Kepa Junkera, Yo-Yo Ma e Silk Road Ensemble. A versatilidade artística de Davide Salgado leva-o a experimentar o canto tradicional, o teatro e o cabaret. Voz, Pandeireta e Pandeiro - Davide Salvado Acordeão - Santi Cribeiro Saxofones e Flauta - Pablo Dalama Percussão - Carlos Freire

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DE

CAFÉ CONCERTO MÚSICA

E N T R A D A L I V R E 70 M M/6

Fado Violado é um original projeto musical português que cruza o Fado com o Flamenco. Teve origem em Sevilha no ano de 2008 pelas mãos da cantora Ana Pinhal e do guitarrista Francisco Almeida, e é de resto resultado de uma relação profissional que se iniciou em 2002 no grupo BoiteZuleika. Ambos portuenses, desde cedo partilharam o gosto pelas artes, particularmente pela música. O primeiro contacto de Ana Pinhal com o Cante Flamenco foi-lhe proporcionado pelo Francisco, que por esta altura já se interessara pela guitarra flamenca. Da original fusão do Fado com o Flamenco (ou vice-versa!) surgiu o grupo Fado Violado, que respeita ambos géneros mas propondo algo de novo. Este grupo já se apresentou ao vivo em Portugal, Espanha, França e Holanda. Voz - Ana Pinhal Voz e Palmera - Esther Gonzalez Guitarra - Francisco Almeida Baixo - Sérgio Difinizio Percussão - Juan de la Fuente 60


CICLO GUARDA IN JAZZ

DE

DEMONSTRAÇÃO DE DANÇAS JAZZ

CAFÉ CONCERTO DANÇA

E N T R A D A L I V R E M/4

A Swing Station, o primeiro projeto em Portugal que promove a música e as danças vintage americanas, foi fundada pela americana Abeth Farag e tem sede em Lisboa. Paralelamente à formação de alunos, de professores e de animadores, a Swing Station produz eventos, festas e festivais, nomeadamente o Atlantic Swing Festival em Lisboa (desde 2011) e o Atlantic Blues no Porto (desde 2014). No âmbito do Guarda in Jazz, a Swing Station apresenta no Café Concerto a alegria contagiante das danças tradicionais do jazz e géneros derivados (como Lindy Hop, Balboa ou Tap).

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DE E

GRANDE AUDITÓRIO

MÚSICA O R G.: C O N S E R VAT Ó R I O D E M Ú S I C A D E S. J O S É D A G U A R D A A P O I O: C M G, T M G, S A N TA C A S A D A M I S E R I C Ó R D I A D A G U A R D A 2€ M6

O Conservatório de Música de S. José da Guarda encerra o ano letivo com dois concertos que pretendem mostrar o que de melhor se fez nesta escola ao longo do ano letivo, e dar oportunidade a que todos os alunos se apresentem. O primeiro concerto apresenta as Classes de Conjunto Vocais e a Classe de Dança. O segundo concerto é dedicado aos alunos finalistas do Curso Secundário de Música, que se apresentam a solo com a Orquestra do Conservatório.

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DE

C I N E C L U B E D A G U A R D A A P R E S E N TA: “ E M C A R TA Z”

DE MAREN ADE

PEQUENO AUDITÓRIO

CINEMA O R G.: C I N E C L U B E D A G U A R D A A P O I O: C M G/ T M G 3€ / 1,50€ ( S Ó C I O S D O C C G) 162 M M/12

Já na casa dos 60, Winfried Conrad é um antigo professor de música conhecido pelo riso fácil e pelo gosto pela vida. A sua forma desprendida e um pouco irresponsável é uma das razões pelas quais se tornou distante de Ines, a sua extraordinariamente bem-sucedida filha. Ao contrário do progenitor, ela é sisuda, controlada e muito dedicada à carreira. Um dia, consciente do afastamento entre ambos, ele resolve fazer-lhe uma visita surpresa em Bucareste (Roménia), a cidade onde ela trabalha há já alguns anos. O encontro revela-se um fracasso e eles acabam por se distanciar ainda mais. Até que, algum tempo depois, ele regressa, desta vez vestindo a pele de Toni Erdmann, um "alter ego" inventado por si que, ao infernizar a vida da filha contando mentiras a todos os seus contactos, lhe vai mostrar o que verdadeiramente importa para ser feliz… ROM/Áustria/ALE, 2016, 162’, M/12, Drama/Comédia 63


CICLO GUARDA IN JAZZ

DE

“ W O R S T S U M M E R E V E R”

CAFÉ CONCERTO

MÚSICA E N T R A D A L I V R E 60 M M/6

Bruno Pernardas, apesar da sua juventude, é um dos mais talentosos e multifacetados músicos portugueses da nova geração. Motivado pela constante procura de uma sonoridade que combina diversos estilos, timbres e relações harmónicas, este novo projeto do músico Bruno Pernardas pretende reinventar uma linguagem musical em que a estrutura possibilita a total liberdade na diversidade rítmica, emotiva e interpretativa de cada elemento do grupo. A abordagem tem como base diversos estilos, tais como, música improvisada, jazz, rock e música erudita. Na conjunção destes estilos procura-se aquilo que se assume como identitário de cada um, combinando as diferentes linguagens harmónicas, rítmicas e texturais. Fazendo uso de uníssonos, contraponto, alternâncias de andamento, atonalismo, improvisação livre, improvisação estrutural, procura-se desenvolver novas formas de comunicação através de processos não convencionais da música mainstream ocidental. “Worst Summer Ever” é a visão de Bruno Pernardas de um jazz transmutado, inovador e repleto de contrastantes texturas. Guitarra, Samplers e Composição - Bruno Pernadas Saxofone Tenor e Soprano - Desidério Lázaro Bateria - Joel Silva Contrabaixo - Pedro Pinto Piano - Sérgio Rodrigues 64


DE

“O S D I L E M A S D I E T É T I C O S D E U M A M AT R I O S K A D O M E I O” GRANDE AUDITÓRIO ÓPERA CÓMICA 5€ 70 M M/6

Desde a sua origem o Quarteto Contratempus traçou, como linha de rumo, a aposta no valioso trabalho de criadores e intérpretes portugueses. Mantendo esta tradição, esta peça apresenta mais um fruto dessa aposta: uma ópera cómica (“Buffa”) do género Singspiel, em um ato. O Quarteto manteve a mesma lógica, assumindo novamente, a envolvência de todos os instrumentistas em cena, como atores, e a constante interação com o público durante o espetáculo. Nesta atual criação, o Quarteto vai um pouco mais além, incluindo elementos de um grupo de teatro amador, no elenco. “Os Dilemas Dietéticos de Uma Matrioska do Meio” é um divertido e original espetáculo musical e visual sobre uma família russa em meados do século XIX. Texto Original - Mário João Alves Composição - Nuno Côrte-Real Encenação - António Durães Intérpretes - Teresa Nunes (Soprano), Job Tomé (Barítono), Crispim Luz (Clarinete), Susana Lima (Violoncelo), Brenda Vidal Hermida (Piano) Desenho e Operação de Luz - Mariana Figueroa Figurinos - Inês Mariana Moitas Design - Nuno Brito e Cunha Espaço Cénico - Criação Coletiva Produtora - Sandra Carneiro 65


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CICLO GUARDA IN JAZZ

DE

PEQUENO AUDITÓRIO CINEMA 3€ 100 M M/12

Durante a década de 1970, mesmo no auge da sua carreira, o compositor e trompetista Miles Davis decide abandonar os palcos e fechar-se em casa. Durante cinco longos anos, viveu em quase total isolamento, lidando com uma dor crónica e problemas de voz decorrentes de uso abusivo de analgésicos e drogas. Até que, determinado a fazer uma reportagem sobre a grande estrela do Jazz há muito desaparecida, Dave Braden (Ewan McGregor), que se apresenta como repórter da célebre revista “Rolling Stone”, o ajuda a regressar novamente ao mundo. Assim, durante dois dias, eles embarcam numa aventura para recuperar a última gravação de Davis, cujo desaparecimento é culpa do próprio Braden. Com assinatura de Don Cheadle – que, para além de encarnar brilhantemente a personagem principal, aqui se estreia na realização –, um "quase biopic” que ficciona um período da vida de Miles Davis (1926 – 1991) – com vários flashbacks para o passado – e mostra as marcas que o músico deixou no panorama musical do Séc. XX. EUA, Cores, 2015 Com Don Cheadle, Ewan McGregor, Michael Stuhlbarg, Emayatzy Corinealdi 67


DE

C A N Ç Õ E S T R A D I C I O N A I S S O B R E O V I N H O, PELO GRUPO CIRANDA

CAFÉ CONCERTO

MÚSICA E N T R A D A L I V R E 70 M M/6

O vinho é inspirador de muitos modos, não apenas quando resulta em canto e convívio, mas comos e descobre neste espetáculo, é ele próprio mote de variadas canções ao longo dos tempos. O Coletivo Ciranda apresenta neste “AdiVinho” composto por temas tradicionais, um percurso que se desenrola ao longo das várias fases do vinho, desde a videira ao copo. Começando nas canções de trabalho nas vinhas, passando por temas sobre as vindimas, até aos temas sobre vinho habitualmente cantados em adegas, tabernas e eventos festivos. Com arranjos elaborados, misturando timbres como se de castas se tratassem, ilustrado por vídeos contendo fotografias de arquivo alusivas ao tema, obtém-se um espetáculo que é um néctar para ver, ouvir e saborear até ao último sorvo. Voz - Joana Dourado Vozes, Bandolim, Viola Braguesa - Alexandre Barros Vozes, Cavaquinho, Viola Braguesa - Vasco Nogueira Vozes, Guitarras - João Madeira Vozes, Viola Baixo - Paulo Yoshida Bateria e Percussões - José Soares 68


EXTRA - PROGRAMAÇÃO

DE

GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA 5€ 60 M M/6

A Banda Filarmónica de Famalicão da Serra é a única filarmónica do concelho da Guarda e tem sido motivo de orgulho para a freguesia de Famalicão da Serra, onde se encontra sediada e para as gerações de músicos que por ela passaram e da qual alguns músicos ainda fazem parte desde há trinta anos atrás. As suas origens remontam ao início do século XX e esta instituição encontra-se em plena atividade, sem qualquer interregno, desde há três décadas. A Banda Filarmónica preza pela dedicação, esforço, coragem, inovação e seriedade em preservar a sua riqueza instrumental e qualidade musical formando, anualmente, novos elementos, de todas as idades, para integrar o seu conjunto através da sua escola de música. Este concerto no TMG pretende, uma vez mais, provar à população do concelho a qualidade desta Filarmónica.

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CICLO GUARDA IN JAZZ

DE

ESTREIA EM PORTUGAL PEQUENO AUDITÓRIO MÚSICA 5€ 75 M M/6

O talentoso pianista alemão Luca Sestak tem apenas 22 anos mas já conta com 10 anos de percurso musical. Aprendeu a tocar piano aos 8 anos e desde os 11 que toca em público. Começou por aprender reportório clássico mas rapidamente se interessou pelo jazz e blues, ao ponto de ter ganho vários prémios internacionais de interpretação destes estilos, com destaque para o “Summerjazz Prize” atribuído pelo festival de Pinneberg e o “German Boogie Woogie Award”. Toca regularmente nos melhores festivais de jazz e blues da Europa e EUA, encantando o público com o seu estilo musical enérgico e festivo. Editou dois discos de originais mas Sestak também faz furor interpretando clássicos do Boogie Woogie. Ao vivo toca piano, canta e faz-se acompanhar pelo também jovem e talentoso baterista Johannes Niklas, que fornece o contraponto rítmico ao virtuosismo pianístico de Luca Sestak. O pianista alemão tornou-se num fenómeno popular na internet com 16 milhões de visionamentos dos seus vídeos no Youtube. Eis, portanto, um fecho com chave de ouro do ciclo Guarda in Jazz de um músico que se apresenta pela primeira vez em Portugal. Piano e voz - Luca Sestak Bateria - Johannes Niklas

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AT I V I D A D E S D O T M G E D O M U N I C Í P I O F O R A D E P O R TA S ABRIL Mês: de abril a novembro 2017 OFICINA de EXPRESSÃO MUSICAL de longa duração com reclusos do Estabelecimento Prisional da Guarda, sob orientação de Diogo Martins. Local: Estabelecimento Prisional da Guarda, com apresentação em novembro no TMG. Organização: APDES, Estabelecimento Prisional da Guarda, TMG/CMG e Diplix Áudio. Data: de 2, 8 e 9/13, 14 e 15 GUARDA- CULTURA E FÉ Local: Cidade da Guarda e Pousade Organização: Arciprestado da Guarda, Grupo Cultural Pousadense, Liga de Amigos de Pousade, União de Freguesias de Albardo e Pousade e Santa Casa da Misericórdia. Parceria: Câmara Municipal da Guarda JUNHO Data: 4 Dia: DOMINGO XXXIV Feira Concurso do Jarmelo – FESTIVAIS DE CULTURA POPULAR DA GUARDA Local: Jarmelo São Pedro Organização: Junta de Freguesia de Jarmelo São Miguel, Junta de Freguesia de Jarmelo São Pedro, Associação Cultural e Desportivo do Jarmelo, Acriguarda. Parceria: Câmara Municipal da Guarda Data: 10 e 11 Dia: SÁBADO E DOMINGO Jornadas da Lã – Festa dos Pastores - FESTIVAIS DE CULTURA POPULAR DA GUARDA Local: Corujeira e Trinta Organização: União de Freguesias de Corujeira e Trinta e Associação Juvenil Raiz de Trinta. Parceria: Câmara Municipal da Guarda JULHO Data: 15 e 16 Dia: SÁBADO E DOMINGO Festa da Transumância - FESTIVAIS DE CULTURA POPULAR DA GUARDA Local: Fernão Joanes Organização: Associação Cultural e Recreativa de Fernão Joanes e Junta de Freguesia de Fernão Joanes. Parceria: Câmara Municipal da Guarda Data: 22 Dia: SÁBADO Fanfarronada – Festival de Bandas de Rua - FESTIVAIS DE CULTURA POPULAR DA GUARDA Local: Famalicão da Serra Organização: Centro Cultural de Famalicão da Serra e Junta de Freguesia de Famalicão da Serra. Parceria: Câmara Municipal da Guarda Data: 28, 29 e 30 Dia: SEXTA, SÁBADO E DOMINGO Festival Pão Nosso - FESTIVAIS DE CULTURA POPULAR DA GUARDA Local: Videmonte Organização: Rancho Folclórico de Videmonte e Junta de Freguesia de Videmonte. Parceria: Câmara Municipal da Guarda SETEMBRO Data: 9 e 10 Dia: SABADO E DOMINGO Viagem às Raízes - FESTIVAIS DE CULTURA POPULAR DA GUARDA Local: Arrifana Organização: Grupo de Cantares da Arrifana e Junta de Freguesia de Arrifana. Parceria: Câmara Municipal da Guarda 72


Abr. / Mai. / Jun. 2017

ANIMA COM PLASTICINA!

Oficina de Cinema de Animação – orientada por ana couto

Vamos fazer um filme e contar uma história? Com plasticina e cenários desenhados pelos participantes vamos filmar uma história! Através da captura de imagens frame a frame com a técnica de stop-motion, vamos fazer uma curta-metragem de animação. Etapas formativas: - Da história do cinema & objectivos da oficina de cinema. - Cinema de animação: sensibilização e preparação do guião do filme. - Construção dos cenários e personagens - primeiras filmagens. - Conclusão das filmagens e elaboração da ficha técnica. - “dar música”: criação da banda sonora para o filme. - Exibição ao público do trabalho final no TMG. Destinatários: público escolar (2ºCiclo) Duração: 2h00 /por sessão – min. 6 sessões de trabalho + sessão de exibição Horário a definir na marcação. ORG. CMG/TMG E CINECLUBE DA GUARDA

PLANO NACIONAL DE CINEMA

O Plano Nacional de Cinema tem como objetivo principal fazer chegar a linguagem cinematográfica ao maior número possível de jovens de forma a criar a ponte entre a atualidade e a herança que o cinema criou ao longo da sua existência e que assume uma influência inegável no desenvolvimento de qualquer sociedade. Este plano propõe-se promover a literacia na leitura e interpretação de imagens em movimento, por oposição à infindável produção de conteúdos com que somos confrontados diariamente, nos produtos criados pelos media e publicidade. Em simultâneo propõe-se aprofundar, junto de alunos e professores, a capacidade de interpretação dos filmes mais emblemáticos da cultura ocidental e refletir sobre a sua contribuição para o nosso desenvolvimento cultural, social e pessoal. (@ Culturgest) Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque, Guarda. Ano lectivo 2016/2017. Marcação das Sessões de Cinema no ínicio do ano lectivo. ORG. CMG/TMG, CINECLUBE DA GUARDA, E AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE

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V I A G E M SONORA

ORIENTADA POR ÉLIA FERNANDES Mediante inscrições prévias (início das inscrições com a abertura do ano letivo) Duração aproximada 90m Horário 10h00 às 11H30 terça a sexta Destinatários préescolar e 1ºciclo, grupos organizados de idosos e crianças com necessidades especiais. A atividade será sempre adaptada ao grupo.

“Viagem Sonora”, sendo um projeto na área da educação artística, irá promover nos grupos participantes a criatividade e diversas competências expressivas musicais. Trata-se de um projeto lúdico (decorre ao longo do ano) com três momentos diferentes que proporcionam experiências distintas na abordagem às qualidades do som. Para tal, serão utilizados três diferentes espaços do Teatro Municipal da Guarda, recorrendo a jogos expressivos e musicais, como orquestra de instrumentos, exploração de um instrumento e dança.

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À DESCOBERTA DO TEATRO MUNICIPAL VISITA GUIADA AO TEATRO SOB UMA PERSPETIVA PEDAGÓGICA VISITA sujeita a inscrição prévia GRATUITA [S.EDUCATIVO@TMG.COM.PT] 90M / LIMITADA A 50 PARTICIPANTES / M/4 horário a definir na marcação

Que segredos esconde o TMG? Como são os camarins onde os artistas se preparam para os espetáculos? O que é uma “régie” técnica? Para que servem tantos projetores de luz? E o fosso de orquestra, o que é? Quem desenhou o Teatro? Quantos concertos, teatros e outros espetáculos já passaram no TMG ao longo de mais de dez anos? Esta visita visa responder a estas e outras perguntas.

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Teatro Municipal da Guarda GRANDE AUDITÓRIO

Informações GRANDE AUDITÓRIO

O local privilegiado das grandes produções Teatro, Dança, Música, Ópera. 626 lugares.

PEQUENO AUDITÓRIO

Recebe o Cinema e espetáculos de Teatro e Música. 160 lugares.

GALERIA DE ARTE

Apresenta exposições de conceituados artistas nacionais e internacionais. TERÇA A QUINTA • 16H00 19H00 E 21H00 23H00 SEXTA E SÁBADO • 16H00 19H00 E 21H00 24H00

CAFÉ CONCERTO

“O Café” da cidade, com Teatro, Animação, Música, Conferências. Disponibiliza para leitura jornais, revistas e livros. Música selecionada. O local ideal para uma bebida e dois dedos de conversa, sem fumo. Acesso Wireless à Internet. Aberto de terça a sábado. TERÇA A QUINTA • 16H00 19H00 E 21H00 24H00 SEXTA E SÁBADO • 16H00 19H00 E 21H00 01H00

BILHETEIRA

Tel. 271 205 241 | bilheteira@tmg.com.pt DE TERÇAFEIRA A SÁBADO, DAS 17H ÀS 20H EM DIAS DE ESPETÁCULO, DAS 17H ÀS 21H30 [ENCERRA NOS FERIADOS] O bilhete deverá ser conservado até ao final do espetáculo. A programação poderá sofrer alterações por motivos imprevistos, sendo esta situação, quando possível, objeto de aviso antecipado.

RESERVAS

As reservas podem ser efetuadas por telefone, fax, ou por email, ou diretamente na bilheteira. Garantidas até 72 horas antes do espetáculo.

BILHETEIRA ONLINE

BILHETEIRA.TMG.COM.PT/DOMTICKET

ESTACIONAMENTO

175 lugares num parque de estacionamento público, no centro da cidade. Avenças mensais.

CONDIÇÕES DE ACESSO

PEQUENO AUDITÓRIO

De acordo com o disposto no Decreto de Lei nº 315/95 de 28 de novembro, não é permitida a entrada nas salas após o início das sessões, nos espetáculos de declamação [categoria em que se inclui o teatro], ópera, bailado, e nos concertos de música clássica. À entrada, os espetadores deverão desligar todos os sinais sonoros dos aparelhos com que se façam acompanhar (telemóveis, pagers, relógios, etc). É proibida a recolha e gravação de imagem ou som, salvo se previamente autorizadas. Nas salas não é permitido fumar, bem como consumir alimentos ou bebidas.

O Teatro Municipal da Guarda é um espaço que cuidou do acesso de pessoas com deficiências. Existem rampas de acesso e elevadores, o Grande Auditório e o Pequeno Auditório contam com espaços para cadeiras de rodas. Pagamento Multibanco disponível na Bilheteira e no Café Concerto Ao abrigo na Lei Nr. 37/2007, de 14 de Agosto, é proibido fumar nas Salas, Auditórios, Foyers, na Galeria de Arte, no Café Concerto e no Parque de Estacionamento. É permitido fumar exclusivamente no Terraço do TMG, no 3º piso.

WWW.TMG.COM.PT GERAL@TMG.COM.PT TEL. +351 271 205 240 RUA BATALHA REIS • Nº 12 6300668 GUARDA • PORTUGAL GPS 40º 32’ 05.00’’ N • 7º 16’ 07.00’’ W


organização

parcerias / colaboração

entidades associadas

apoios

apoios à divulgação


Coordenador e Programador – Victor Afonso Assistente de Programação – Carla Morgado Secretariado e Produção – Raquel Pinto Coordenador Técnico – António Freixo Técnico de Som – Eduardo Martins Técnico de Luz – Tiago Lopes Técnicos de Palco – Alcides Fernandes e Bruno Coutinho Técnico de Palco e Eletricista – Ricardo Pereira Relações Públicas e Frente de Casa – Carlos Antunes Comunicação e Design – Sérgio Currais Comunicação e Imprensa – Susana Adaixo Designer – Tiago Rodrigues Serviço Educativo – Élia Fernandes, Salete Pinto e Ana Couto Manutenção – Ricardo Amaral Assistente de Produção – Paula Cristina Cunha Projetos de Envolvimento Comunitário – Cláudia Soares Bilheteira e Aprovisionamento – Cristóvão Antunes Café Concerto e Catering – Pedro Aguiar Assistentes de Bar – Ricardo Rebelo e Raquel Gata Costa Receção e Atendimento – Maria Amélia Pires Vigilantes – Aires Neves, Daniel Rodrigues, Filipe Maio e João Pires Assistente Operacional – Eduardo Paulo Auxiliares de Limpeza – Maria da Luz Branquinho, Conceição Ribeiro e Amélia Moura Estagiários de Animação Sociocultural e Comunicação – Solanja Santos, Diogo Figueiredo e Ana Isabel Guimarães Assistentes de Sala – André Grácio, Cláudia Saraiva, Luciana Monteiro, Hugo Cruz, João Rodrigues e Sandra Amaro Assistente de Galeria de Arte – Mónica Almeida

AGENDA TMG produção Susana Adaixo, Carla Morgado, Victor Afonso Design Gráfico Tiago Rodrigues e Angharad Hengyu Owen impressão marques & Pereira tiragem 6 000 exemplares ISSN 16471512


Agenda tmg Abr-Jul 2017  
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