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festival

TEATRO municipal sÁ de miranda

do viana

castelo festival DE TEATRO DE VIANA DO CASTELO ‘17


Para ti, Para si, Para todos.


10 21h30

Rei Lear

11 21h30

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TEP-teatro experimental do porto

O GRANDE TRATADO De ENCENAÇÃO

Ensemble sociedade de actores

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O SONHO DE PEDRO

13 18h30

COMO UM CARROSSEL

Teatro do NOROESTE - cdv P.15

Teatro de MARIONETAS do Porto P.17

14 18h30

GUARDA MUNDOS

Teatro da Didascália

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AUTO DA ÍNDIA KRISÁLIDA

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PERIPÉCIA Teatro P.23

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SUBTERRÂNEO

AO CABO Teatro P.27

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AS CRIADAS

Companhia de teatro de braga/ SEIVA TRUPE P.25


Todos ao Teatro O Teatro é o encontro entre pessoas que, cúmplices, testemunham uma mesma experiência e, através dela, em conjunto, sonham novos mundos. Essa união de aspirações, envolvimento e criação, reunidas em espaço e tempo, é catalisadora de renovada esperança e motivação. Assim acontece com o Teatro do Noroeste - Centro Dramático de Viana, a estrutura de criação artística profissional mais antiga do Alto Minho. Respirar Teatro é a sua vida. Criar outros futuros a sua missão. Valorizar o território e a comunidade a proposta de sempre. Foi assim desde o início. Um sonho que se formava desde os anos 80, com o trabalho desenvolvido ainda no âmbito da oficina de teatro amador do Centro Cultural do Alto Minho e que mais tarde, em 1991, ganhava nova identidade com a criação da companhia profissional Teatro do Noroeste. Ao longo dos tempos, esta companhia criou e produziu centenas de espetáculos, encenou textos clássicos e contemporâneos, circulou um pouco por toda a região, pelo país e pelo mundo, em palcos consagrados e em espaços improvisados e emocionou milhares de espectadores de todas as idades. 25 anos dedicados à criação, à programação e à promoção do Teatro. A primeira edição do Festival de Teatro de Viana do Castelo é, antes de mais, uma homenagem ao percurso e à resiliência desta companhia e uma celebração do Teatro português. Na programação principal, companhias e encenadores nacionais trazem a palco nove espetáculos únicos. Simultaneamente, o Festival apresenta um programa paralelo, transgeracional e inclusivo, capaz de dilatar as fronteiras das artes cénicas para além dos palcos, através da realização de várias iniciativas de carácter cultural, social e educativo. O Teatro Municipal Sá de Miranda é a casa mãe do Festival de Teatro de Viana do Castelo. Durante nove dias de oferta cultural, todos os caminhos de Viana confluem no Teatro da cidade, que receberá, cúmplice, todas as pessoas que ousem experienciar e sonhar o mundo. É uma honra para o Estado português partilhar esta experiência ao lado da Câmara Municipal de Viana do Castelo e da Companhia de Teatro do Nororeste - Centro Dramático de Viana. E que o Teatro seja de todos!

Miguel Honrado

Secretário de Estado da Cultura

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O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana volta a surpreender o público vianense e apresenta aquela que é a primeira edição do Festival de Teatro de Viana do Castelo, numa organização conjunta com a Câmara Municipal e que pretende animar o Teatro Municipal Sá de Miranda e a própria cidade e concelho. A iniciativa, apoiada pela Direção Geral das Artes, traz a Viana do Castelo algumas das melhores produções e encenações profissionais do teatro contemporâneo e pretende chegar a todos os públicos. Essa é, aliás, a pedra de toque deste Festival, que se distingue igualmente pelas múltiplas atividades paralelas, como por exemplo as conversas com atores ou a tradução de todos os espetáculos em Língua Gestual Portuguesa. Este Festival, estou certo, irá ser motivo mais do que suficiente para uma passagem pelo nosso belíssimo Teatro Municipal Sá de Miranda, onde a qualidade que o Teatro do Noroeste - CDV imprime nos seus eventos culturais promete mais um sucesso. Está de parabéns a companhia de teatro e estamos todos de parabéns pela excelente programação que nos oferecem.

José Maria Costa

O Presidente da Câmara Municipal

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UM FESTIVAL PARA TODOS Há cinco anos atrás deparámo-nos com o pior cenário: a Companhia a quem tanto demos e tanto nos deu, perdeu o apoio do Estado. Duas soluções seriam possíveis: baixar os braços e fechar as portas ou arregaçar as mangas e abrir ainda mais as nossas portas à cidade e ao público. Foi esta cidade, representada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e este público, representado por cerca de 20.000 espetadores anuais, que deram força e confiança ao Teatro do Noroeste – CDV. Este Festival, o primeiro projeto apoiado pela Direção Geral das Artes após este deserto, é pensado para o público. Ou melhor, para os públicos. Desde o público do Concelho, ao do Distrito, fora do Distrito, dos mais novos aos mais velhos, até aos que não veem, aos que não ouvem, aos que de alguma forma se veriam limitados a assistir a um espetáculo de Teatro, o Festival de Teatro de Viana do Castelo é para todos. Em nove dias, trazemos nove Companhias de Teatro do Norte, com propostas cénicas variadas, sem esquecer as atividades paralelas pautadas pelo signo da Tolerância. É sem dúvida um momento histórico para esta Direção, que desejamos que seja o primeiro passo para o reconhecimento que a Companhia merece. Façamos deste Festival uma festa da Arte, Tolerância e Vida. Obrigada a Todos! Todos ao Teatro!

Elisabete Pinto Raquel Amorim Ana Perfeito

A Direção do Teatro do Noroeste – CDV

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Porque Em Cada Semente Há A Promessa De Uma Flor Tem a potência de tudo o que vê a luz do dia pela primeira vez. Foi feito com sonho, convicção e esperança. É dedicado aos públicos do Alto Minho, Braga, Guimarães, Porto, Galiza e a quantos estejam interessados em conhecer o teatro profissional que se faz no Norte de Portugal, em 2017. Articula-se com a Semana da Tolerância do Gabinete Cidade Saudável da Câmara Municipal de Viana do Castelo, consagrando-se à qualificação do acesso à fruição artística por parte dos mais diversos públicos. Resulta do trabalho de uma jovem e dedicada equipa de profissionais de teatro, secundada por uma autarquia que, desde há cinco anos, se mantém como o principal apoio do Teatro do Noroeste – CDV, companhia residente do Teatro Municipal Sá de Miranda. Devemoslhe, nas pessoas do Presidente José Maria Costa e da Vereadora Maria José Guerreiro, o facto de termos chegado ao que, desejamos, seja o fim de um ciclo e o início do Novo. É uma iniciativa apenas possível graças ao Apoio Pontual da Direção-Geral das Artes do Ministério da Cultura da República Portuguesa, de que este projeto beneficia e que muito saudamos. Chama-se Festival de Teatro de Viana do Castelo. Agora que nasceu, só precisa de um par de mãos cúmplices para crescer. As vossas. Obrigado. Ricardo Simões Diretor Artístico

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festival

viana

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TEATRO municipal sÁ de miranda

CASTELO DO

festival DE TEATRO DE VIANA DO CASTELO ‘17


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SEX

10 21h30

Rei Lear

Duração aproximada 2h30 com intervalo

Ensemble sociedade de actores TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA TEATRO NACIONAL DE SÃO JOÃO

M/12

Esta é uma peça sobre um mundo a desmoronar-se!

Texto William Shakespeare

O homem é o seu próprio projecto e esse projecto é o espaço das suas escolhas, das suas decisões, das suas acções – ou seja, da sua liberdade. Quando Lear abandona levianamente as funções que lhe competem e, publicamente, declara o amor das filhas como mercadoria – que vale mais ou menos segundo a profusão e beleza das palavras que o exprimem – a sua cegueira, arrogância e vaidade provocam um tal cataclismo que é como se o eixo da terra se desviasse para lhe inscrever na carne e no espírito o que é ter nada quando se teve tudo.

Tradução Fernando Villas-Boas

Texto escrito com a grafia do autor

Encenação Rogério de Carvalho Interpretação Jorge Pinto, Ivo Alexandre, João Castro, Elmano Sancho, Miguel Eloym, Isabel Queirós, Pedro Galiza, Vânia Mendes, Simão do Vale, Raquel Pereira, António Parra, Diogo Freitas, Daniel Silva Cenografia Pedro Tudela Música Ricardo Pinto Figurinos Bernardo Monteiro Desenho de Luz Jorge Ribeiro Direção Técnica Manuel Alão Assistência de Encenação Emília Silvestre

A Ensemble Sociedade de Actores é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura e pela Direção Geral das Artes.

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11 21h30

O GRANDE TRATADO DE ENCENAÇÃO

Duração aproximada 70 min M/12

TEP-teatro experimental do porto

Em 1962, António Pedro escreve Pequeno Tratado da Encenação, uma obra que introduz em Portugal uma discussão estruturante para a aventura do teatro de arte europeu - a defesa da encenação como um discurso organizador do espetáculo e como um dispositivo revelador de uma visão única e autoral. A partir da obra de António Pedro, construímos uma situação dramática onde três jovens, no Portugal dos anos 1950, discutem a utopia de um país novo, como se de um novo espetáculo de teatro se tratasse. Lá fora pressente-se que o mundo se transforma. Cá dentro, aproveitando a energia dos melhores anos da juventude, projeta-se, lêse, discute-se, argumenta-se sobre qual a melhor maneira de construir um país novo/um novo espetáculo.

Texto Gonçalo Amorim e Rui Pina Coelho (a partir de António Pedro) Encenação Gonçalo Amorim Interpretação Catarina Gomes, Paulo Mota, Sara Barros Leitão Cenografia e Figurinos Catarina Barros Desenho de Luz Francisco Tavares Teles Música João Rosário

O Grande Tratado de Encenação É o primeiro espetáculo da Trilogia da Juventude, ao qual se segue A Tecedeira que lia Zola e Maioria Absoluta.

O TEP é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes e residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do Teatro em Campo Aberto.

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12 18h30

O SONHO DE PEDRO

Duração aproximada 60 min Para todos

Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana

Um dia, ao brincar no escritório do avô, o Pedro encontra uma letra que caiu da sopa. Palavra puxa palavra, a letra mostra ao Pedro como ler é um prazer! Com as letras, o Pedro começa a gostar de ler e de escrever belos textos, poesias e até teatro.

Texto Ricardo Simões Encenação Elisabete Pinto Interpretação Adriel Filipe, Ana Perfeito, Ricardo Ferreira, Tiago Fernandes Voz Off Raquel Amorim

E numa viagem pela imaginação e pelo sonho, o Pedro vai aprender que também podemos escrever quando pintamos ou modelamos.

Cenografia Catarina Barros

Só depende da emoção que temos no coração!

Iluminação Nuno Almeida

Uma viagem de sonho à vida e obra do artista António Pedro, em que o Ler, o Ser e o Fazer dão as mãos!

Figurinos Andreia Lopes

O Teatro do Noroeste – CDV é uma estrutura financiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e Companhia Residente do Teatro Municipal Sá de Miranda.

Direção Musical e Banda Sonora José Prata

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13 18h30

COMO UM CARROSSEL

Duração aproximada 50 min M/3

Teatro de Marionetas do Porto Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery

O que é a vida?... é andar sempre à volta do sol, como um carrossel à volta do sol. Como um Carrossel, conta a história de uma menina que vai crescendo numa espécie de viagem ao longo da qual muitas perguntas são lançadas e estimulam a sua relação com o mundo. O público viaja através do olhar aberto dessa menina e da forma espontânea como se relaciona com a vida. Escrito e encenado por João Paulo Seara Cardoso (1956 – 2010) em 2006 para o Teatro de Marionetas do Porto, Como um Carrossel é uma nova criação com base no texto Como um Carrossel à Volta do Sol. Nesta nova versão, além de uma reescrita, foram incluídos momentos em Língua Gestual Portuguesa, num gesto de aproximação a mais pessoas. Esta peça representa a caminhada pela vida, entre a alegria e a tristeza, o medo e a esperança, um texto que incentiva o voo imaginativo das crianças.

Texto João Paulo Seara Cardoso Encenação e Cenografia Isabel Barros Interpretação Micaela Soares, Vítor Gomes Marionetas e Animação João Apolinário, Francisco Magalhães Música Carlos Guedes Desenho de Luz Filipe Azevedo Adaptação para Língua Gestual Portuguesa Joana Cottin Produção Sofia Carvalho Design gráfico e assistência de produção Pedro Ramos Operação de luz, som e vídeo Filipe Azevedo Técnicos de Construção João Pedro Trindade, Rosário Matos Confeção de figurinos Cláudia Ribeiro, Marlene Rodrigues Cabeleireira Cristina Soares

O Teatro de Marionetas do Porto é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes e pela Câmara Municipal do Porto.

Fotografia de cena Susana Neves

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14 18h30

GUARDA MUNDOS

Duração aproximada 50 min M/6

Teatro da Didascália Casa das Artes de V. N. de Famalicão Teatro Municipal do Porto Centro de Arte de Ovar Teatro Municipal de Bragança

Que memórias estão presentes na roupa que vestimos ou nos objetos que utilizamos ao longo de uma vida? Que histórias ficam guardadas em gavetas? O que guarda um guarda-fatos? Guarda Mundos é um espetáculo construído sobre um objeto muito particular, o guarda-fatos. Este objeto é na infância símbolo de refúgio e de portal para uma outra dimensão, capaz de atrair a curiosidade das crianças e as catapultar para o universo da imaginação. A peça explora universos fantásticos através do jogo com peças de roupa, lençóis, peluches, cabides. O resultado é uma viagem vertiginosa, um espetáculo acrobático, com uma forte componente visual e simultaneamente mágico.

Encenação Bruno Martins Criação e Interpretação Bruno Martins, Cláudia Berkeley, Luciano Amarelo Música Original Alberto Fernandes e Rui Souza Cenografia Sandra Neves Figurinos Cláudia Ribeiro Desenho de Luz Valter Alves Apoio à acrobacia aérea Juliana Moura Produção Executiva Ludmila Teixeira

Guarda Mundos é um mergulho no espaço íntimo, uma viagem pelo imaginário individual com uma paisagem recheada de medos, desejos e sonhos.

O Teatro da Didascália é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes.

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15 21h30

AUTO DA ÍNDIA

Duração aproximada 50 min M/12

Krisálida - Associação Cultural do Alto Minho

No esplendor da juventude, uma mulher vê o seu marido partir para a Índia, destino incerto de onde provinham muitas riquezas. Este é o retrato do quotidiano quinhentista, de uma mulher, entre tantas outras, durante o apogeu dos Descobrimentos, que vendo o seu marido partir na Armada de Tristão da Cunha, em busca de fortuna e glória, optou por desafiar as suas obrigações morais de mulher casada e ser feliz à sua maneira, durante a ausência do seu marido.

Encenação e Dramaturgia Nuno J. Loureiro

É então que se desenrolará uma série de peripécias que lhe tirarão o sono….

Confeção de figurinos Helena Matos

Interpretação Alexandre Martins, Carla Magalhães, Filipa Almeida Desenho de Cenário e Figurinos Nuno J. Loureiro Desenho de Luz Rui Gonçalves Sonoplastia Nuno J. Loureiro

Execução do Cenário Carpintaria José Sá Operação de Luz e Som Ricardo Magalhães Direção de Cena Filipa Almeida Produção Executiva Carla Magalhães Secretariado Maria Meixeiro

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Peripécia Teatro

Em 2017 celebra-se o 100º aniversário das aparições de Fátima. Estas celebrações coincidem com o 13º aniversário da Peripécia Teatro e a sua criação de 2017 será a 13ª produção. Os três pastorinhos são personagens da primeira criação desta companhia, estreada em Maio de 2004: “IBÉRIA - A Louca História de uma Península”. Tendo em conta estes sinais, o espetáculo tem o título “13” e estreou em Maio de 2017 a 40 Km da Cova de Iria: Benedita, Concelho de Alcobaça. Dá para ir a pé.

Duração aproximada 75 min M/12

Criação e Interpretação Ángel Fragua, Noelia Domínguez, Sérgio Agostinho Iluminação Paulo Neto Produção executiva Sara Casal Co-Criação e Direção José Carlos Garcia

O espetáculo “13” não segue uma linha narrativa próxima ao thriller bíblico, nem uma linha cómica sobre a fé paranormal. Também não segue uma linha satírica sobre o fanatismo milagreiro nem uma linha dramática sobre três crianças num Portugal profundo, em plena Primeira Grande Guerra, à procura do amor e da proteção que lhes faltou. “13” é um nó cego entre todas estas linhas.

O Peripécia Teatro é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura e pela Direção Geral das Artes.

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17 21h30

as criadas

Companhia de Teatro de Braga Seiva Trupe – Teatro Vivo

Duração aproximada 80 min M/14

Genetialidade Como numa matrioska o texto dentro do texto dentro do testo, como uma história que se repete sem fim como duas irmãs devotas e humildes como numa cebola que se descasca como numa vida que se vive com o prazer de um serial killer como duas criadas que vestem gestos da patroa como que adrenalina que se experimenta como duas irmãs que treinam o ódio para atingir o indizível como numa aliança de sangue como num terço que se reza sem fim como que em voz baixa como duas irmãs curvadas como o cuspo que nos sai da boca como o escarro que se engole e nos aperta a goela como se vive a Liberdade como o suor duma penetração anal como um ranger de dentes num silêncio de gelo como um pedaço de carne que sai quente do forno e como entra à força na boca do corpo como se maquilha a Solidão como dois corpos que se combatem como duas bocas se abrem como duas bocas se fecham como o tempo do silêncio como quando nada se escuta como a palavra: AMOR!

Texto Jean Genet Autor Abel Neves Direção Abel Neves Encenação Rui Madeira Interpretação Mariana Reis, Sílvia Brito, Solange Sá Assistência de Direção António Jorge Cenografia Acácio de Carvalho Adereços António Jorge, Manuela Bronze Figurinos Manuela Bronze Criação vídeo Frederico Bustorff Criação sonora Pedro Pinto Design gráfico Carlos Sampaio Fotografia Paulo Nogueira

A Companhia de Teatro de Braga é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes

Desenho de Luz Nilton Teixeira

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18 21h30

SUBTERRÂNEO Ao Cabo Teatro Centro Cultural Vila Flor Centro de Arte de Ovar Theatro Circo de Braga

Vinte anos depois de uma experiência marcante do seu percurso, Nuno Cardoso volta como ator a “Subterrâneo”, partindo do texto homónimo de Dostoiévski, que definiu o mundo que criou nessas páginas como “estranho, áspero e louco”. Desta vez com encenação de Luís Araújo e com uma nova dramaturgia, “Subterrâneo” é a voz de um homem acossado que se entrega a um monólogo pleno de desencontros e contradições. A peça parte de “Cadernos de Subterrâneo”, ponto de viragem na obra de Dostoiévski, que antecederia e marcaria as suas principais obras, despertando de forma implacável uma nova consciência sobre o lugar do homem na sociedade e avançando para territórios não explorados da literatura, o que levaria George Steiner a considerá-lo, em termos formais, o mais decisivo texto para a modernidade literária. “Subterrâneo” é um monólogo que constantemente se reinventa como falso diálogo com interlocutores imaginários, fingindo respostas que de imediato desmonta, num jogo de espelhos onde fuga e confronto se equivalem, aqui exposto na solidão do palco.

O Ao Cabo Teatro é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura e pela Direção Geral das Artes.

Duração aproximada 75 min M/12

Dramaturgia Luís Araújo e Nuno Cardoso, a partir de “Cadernos doSubterrâneo”, de Fiódor Dostoiévski Encenação Luís Araújo Interpretação Nuno Cardoso Cenografia Tiago Pinhal Costa Desenho de Luz Rui Monteiro Sonoplastia Pedro Augusto Direção de Produção Pedro Jordão Produção Executiva Alexandra Novo Direção Administrativa e Financeira José Luís Ferreira Design gráfico Drop.pt Apoios Staedtler, Anjos Urbanos

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festival do viana

castelo festival DE TEATRO DE VIANA DO CASTELO ‘17

PROGRAMAÇÃO PARALELA, EDUCATIVA E INCLUSIVA


Partilhamos? — Animação no Teatro DATA

INSTITUIÇÃO

11 NOV 21H

ZEPAM – Associação Musical

12 NOV 18H

Orquestra Ligeira Sopro de Cordas do Outeiro (Grupo de Cavaquinhos)

13 NOV 18H

Agrupamento de Escolas Pintor José de Brito

14 NOV 18H

Academia de Música de Viana do Castelo

15 NOV 21H

MONSERRITAS – alunas do Curso Profissional de Animador Sociocultural Turma 12º U - ESM

16 NOV 21H

MONSERRITAS – alunas do Curso Profissional de Animador Sociocultural Turma 12º U - ESM

17 NOV 21H

HINOPORTUNA – Tuna Académica do IPVC

18 NOV 21H

Cantadeiras do Vale do Neiva

Partilhamos? — Programa Educativo DATA

ATIVIDADE

INSTITUIÇÃO

13 NOV 11H Foyer

Era Uma Vez…

MONSERRITAS – alunas do Curso Profissional de Animador Sociocultural (Turma 12ºU) – ESM

14 NOV 11H Praça República

Bombos

Casa dos Rapazes

15 NOV 11H Sala Ensaios TMSM

Oficina de Cabeçudos

APPACDM

16 NOV 11H Sala Ensaios TMSM

Oficina de Papel

GAF

17 NOV 11H Praça República

Manifesto Anti-Intolerância

MONSERRITAS – alunas do Curso Profissional de Animador Sociocultural (Turma 12ºU) – ESM


AUTOCARRO DO TEATRO

O Festival de Teatro de Viana do Castelo disponibiliza gratuitamente autocarros que percorrerão quatro rotas de ida e volta para o Festival, mediante marcação prévia de lugar com o Teatro do Noroeste - CDV. Rota Poente: Caminha - Cerveira - Valença - Monção - Melgaço Rota Nascente: Ponte de Lima - Arcos de Valdevez - Ponte da Barca - Paredes de Coura Rota Concelhia: Todas as Freguesias e Uniões de Freguesia de Viana do Castelo Rota Atlântica: Esposende - Póvoa de Varzim - Vila do Conde - Porto

Rota Poente (AVIC)

Dias 10, 11, 15, 16, 17 e 18 19:30h Melgaço – Central de Camionagem (Lugar do Galvão) 20:00h   Monção – Central de Camionagem (Rua Velha da Veiga) 20:20h   Valença – Av. Pinto da Mota (perto ESCE) 20:40h   V. N. Cerveira – Central de Camionagem (Rua da Estação) 21:05h   Caminha – Praça de Espanha Dias 12, 13 e 14 16:30h  Melgaço – Central de Camionagem (Lugar do Galvão) 17:00h   Monção – Central de Camionagem (Rua Velha da Veiga) 17:20h   Valença – Av. Pinto da Mota (perto ESCE) 17:40h   V. N. Cerveira – Central de Camionagem (Rua da Estação) 18:05h   Caminha – Praça de Espanha Rota Nascente (AVIC) Dias 10, 11, 15, 16, 17 e 18 20:00h   Paredes de Coura – Central de Camionagem (Rua 25 de abril) 20:35h Arcos de Valdevez – Central de Camionagem (Rua Dr. Joaquim Carlos da Cunha Cerqueira)

Dias 12, 13 e 14 17:00h Paredes de Coura – Central de Camionagem (Rua 25 de abril) 17:35h Arcos de Valdevez – Central de Camionagem (Rua Dr. Joaquim Carlos da Cunha Cerqueira) 17:45h Ponte da Barca – Rua Diogo Bernardes 18:05h Ponte de Lima – Central de Camionagem (Av. Central de Camionagem)

Rota Concelhia

(Câmara Municipal de Viana do Castelo) O autocarro percorrerá as freguesias do concelho de Viana do Castelo consoante as marcações de lugar. Os horários serão definidos até ao dia anterior de cada espetáculo.

Rota Atlântica (AV Minho)

Dias 10, 11, 15, 16, 17 e 18 19:30h Porto – Central de Camionagem (R. do Régulo Magauanha)

20:10h Vila do Conde – Frente ao Estádio do Rio Ave 20:25h Póvoa de Varzim – Central de Camionagem (Rua D. Maria I) 20:40h Esposende - Central de Camionagem (Tv. Vasco da Gama) Dias 12, 13, 14 16:00h Porto – Central de Camionagem (R. do Régulo Megauanha) 16:40h Vila do Conde – Frente ao Estádio do Rio Ave

20:45h Ponte da Barca – Rua Diogo Bernardes

16:55h Póvoa de Varzim – Central de Camionagem (Rua D. Maria I)

21:05h Ponte de Lima – Central de Camionagem (Av. Central de Camionagem)

17:10h Esposende - Central de Camionagem (Tv. Vasco da Gama)


To d o s

os

Es

pe c tá ul

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Gestu Tradução em Língua Gestual Portuguesa

I n c lu

Ver Com as Mãos Reconhecimento Tátil de Palco

os

Autocarro do Teatro Transporte Gratuito de Ida e Volta

Passes de Desconto 1 Bilhete Gratuito Digestivo Conversas com os Atores

Direção Artística Ricardo Simões

Eletrotecnia Francisco Pires

Técnico de Luz Nuno Almeida

Direção Financeira José Correia da Silva

Relações Públicas Tiago Fernandes

Técnico de Som Duarte Leitão

Direção Administrativa Elisabete Pinto

Tradução em Língua Gestual Portuguesa Ana Bela Baltazar

Operadoras de Bilheteira Carmo Pinho Isabel Mesquita Rosa Lima

Contabilidade e Apoio de Gestão Ana Paula Antunes Coordenação Educativa Raquel Amorim Comissariado Educativo Filomena Mouta José Escaleira Armanda Santos

Videografia e Multimédia Luís Lagadouro Design Gráfico Rui Carvalho Equipa Tmsm Direção Técnica Rui Gonçalves

Produção Executiva Ana Perfeito

Chefe de Frente de Casa Ana Sofia Ricardo

Públicos Ana Reguengo

Relações Públicas Teresa Fontes

Comunicação Inês Barbosa

Técnicos de Palco Daniel Carreiras Ricardo Magalhães Rúben Lages

Assistência de Produção Adriel Filipe Coordenação Técnica Andreia Lopes

Apoio Técnico Sebastião Almeida

Limpeza e Manutenção Felicidade Carvalho Teresa Gonçalves Assistentes de Sala Rita Ferreira Diogo Sampaio Nuno Teles Diogo Ferreira Mónica Rego AGRADECIMENTOS

Theatro Circo Café do Adro Eventos Academia de Música de Viana do Castelo Escola Profissional de Música de Viana do Castelo Companhia de Teatro de Braga GAM


Informações e Venda de Passes 258 823 259 / 967 552 988 geral@centrodramaticodeviana.com www.centrodramaticodeviana.com Reservas de Bilhete tmsm@cm-viana-castelo.pt

ApOIO

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PArceiros

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Festival de Teatro de Viana do Castelo - PROGRAMA  
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