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Diagramação

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Champanhe A bebida dos amantes e da festa Festivo, refinado, elegante, espiritual, encantador, o champanhe é um vinho único, que não se assemelha a nenhum outro. Matizes de branco, amarelo ou rosa, perfumes de especiarias ou flores, sabores sutis, delicados e ricos: os champanhes são múltiplos e constituem um universo de uma infinita riqueza. Mais do que um vinho, é a festa dos sentidos. A denominação champanhe é uma "appellation d'origine contrôlée" (denominação de origem controlada). Só podem se chamar champanhe vinhos espumantes produzidos a partir das uvas chardonnay (brancas), pinot noir e pinot meunier (escuras) plantadas na área de 26 mil hectares delimitada dentro da região francesa de Champagne, respeitando uma série de normas do Instituto Nacional de Certificações de

Origem. Embora o processo de produção seja quase o mesmo ou, em alguns casos, exatamente igual ao de outros espumantes, é a tradição da região que determina o que pode receber o selo de "champanhe".

Como se produz champanhe O champanhe é um vinho espumante natural de dupla fermentação, processo responsável pelas suas famosas e sedutoras bolhas. A partir de uma meticulosa mistura que pode incluir os vinhos feitos com os três tipos de uvas da região, os enólogos vão buscar a proporção perfeita para o equilíbrio e o sabor do seu champanhe. Após a primeira fermentação simples, há uma segunda fermentação nas mesmas garrafas, inclinadas em 90 graus e giradas para levar os sedimentos até o gargalo, manualmente (remuage). Depois o sedimento é removido (dégorgement), é adicionado o licor de expedição (constituído por uma mistura de vinho de champanhe e açúcar em quantidade variável) e as garrafas fechadas com as características rolhas de Liège. O emprego de uma trança de arame segurando a tampa de cortiça ao fechar as garrafas permite que o recipiente suporte a forte pressão do gás produzido pela segunda fermentação. O champanhe é envelhecido por 1 a 3 anos, antes de o produto final ir para as prateleiras.

Dicas Como conservar: em local fresco e ao abrigo da luz, podem-se guardar as garrafas de champanhe por alguns anos. Mas isso não é indispensável, pois seu envelhecimento já ocorreu na adega, sob a maestria de seu elaborador. Como refrescar: os champanhes são degustados frescos, nunca gelados. Eles chegam à temperatura ideal (8/10°) após 20 minutos num balde com gelo ou deitados 20 minutos na geladeira. O congelador é desaconselhável. Como abrir: desfaça a gaiola, pegue a rolha com a mão, vire a garrafa em torno de si mesma segurando-a pelo fundo, e a rolha sairá sozinha. Como servir: peça uma taça alta e fina, batizada de flûte. Esse formato mantém por mais tempo a efervescência da bebida.

Estilos Cada Casa de Champanhe produz uma gama de vinhos diferentes, e cada um exibe um estilo bastante particular. O vinho mais representativo de um produtor costuma ser o Champagne Brut Non-Vintage, produzido habitualmente pela mistura de vinhos de diferentes safras, alguns bastante antigos (vinhos de reserva); a seguir, no Champagne Vintage, são usadas uvas de uma única safra. Ele é produzido somente em anos de excepcional qualidade. Estes vinhos têm muito caráter e costumam evoluir de forma magnífica com o passar dos anos. Outro estilo bastante prestigiado é o Rosé, que pode ser Non-Vintage ou Vintage, produzido tanto por maceração (contato da casca das uvas tintas com o suco), como pela mistura de vinhos brancos com vinhos tintos, antes da segunda fermentação na garrafa. Esses champanhes costumam ter muita estrutura e também um ótimo potencial de envelhecimento na adega. Existem ainda os Champagnes Demi-Sec, que possuem caráter adocicado, e são muito apreciados para acompanhar frutas ácidas e sobremesas. No entanto, as grandes estrelas de cada uma das grandes Casas de Champanhe são os chamados Special Cuvées, que também podem ter ou não a safra indicada. Estes champanhes são elaborados com os melhores vinhos da

Culinária Moqueca de Salmão Ingredientes: 1 cebola grande picada 1 dente de alho amassado 4 colheres (sopa) de coentro picado 6 postas de salmão 4 colheres (sopa) de salsinha picada 1 e 1/2 xícara (chá) de leite de coco 1 pimenta dedo-de-moça amassada 6 colheres (sopa) de azeite de oliva 1/2 xícara (chá) de champanhe 2 tomates médios picados sal e pimenta-do-reino a gosto

região, possuem grande complexidade e distinção, envelhecendo na garrafa com muita nobreza. Prestige, de luxe ou cuvée de luxe: é o topo da categoria. Normalmente apresenta no rótulo a data da safra, quase sempre é embalado de forma mais elegante, com a garrafa dentro de uma caixa decorada. Os melhores como Bollinger Tradition, Don Pérignon, Krug e Roederer Cristal geralmente valem a extravagância. O primeiro champanhe a ser produzido assim foi para Alexandre II, czar da Rússia. Ele só voltou a ser fabricado em 1945. Champagne Blanc de Blancs: é produzido exclusivamente com uvas brancas tipo Chardonnay. Com delicado aroma de flores brancas, bolhas leves e finas, apresenta um sabor vivo e fresco. Champagne Blanc de Noirs: é produzido somente com uvas tintas, Pinot Noir e Pinot Meunier, juntas ou separadas.

Modo de preparo Coloque as postas de salmão em uma tigela com o champanhe e tempere com o sal e a pimenta-do-reino. Deixe descansar por 30 minutos. Aqueça o azeite em uma panela, acrescente a cebola, os tomates, o alho, o coentro, a salsinha e a pimenta-dedo-de-moça e deixe refogar em fogo alto durante 5 minutos. Junte as postas de salmão com o champanhe e mexa delicadamente. Acrescente o leite de coco e deixe cozinhar, com a panela tampada, em fogo baixo, por 20 minutos, ou até o peixe ficar macio. No final do cozimento, acerte o sal. Retire do fogo, salpique a moqueca com salsinha e sirva acompanhada de arroz branco.



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