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Disponibilização: Ghost Ladies Tradução : Juh Alves Revisão Inicial : Sela Ghost, Livia , Amanda Revisão Final: Gislaine Miranda , Katiah, Flaviah, Leitura final: Luiza Nerd e jess vieira Formatação: mel wraith


(This Man #3.5) by

Jodi Ellen Malpas


Para Kate


Você não precisa ler a série para aproveitar esta história. Mas se você já é fã de Jesse Ward, espere até ver os conselhos que ele dá a Drew sobre se apaixonar.

Eu pensei que tinha controle. Eu estava tão, tão errado... Eu não preciso de um relacionamento. Eu tenho o Hux, um clube decadente onde eu sacia qualquer desejo cru que eu escolher. Eu sinto prazer e dou - sem amarras. Então, quando Raya Rivers vem em pedir alguém frio, sem emoção e imundo ... bem, nenhum homem leva seu prazer perverso do jeito que eu faço.

Apenas Raya é diferente. Vulnerável. E carregando uma tristeza profunda que atravessa todas as minhas paredes cuidadosamente construídas e inexplicavelmente me faz me importar. Agora o desejo me controla. O gelo deu lugar à necessidade quente. Mas Raya não tem idéia sobre minha outra vida - minha vida real. Que eu sou papai para uma garotinha adorável. Meus dois mundos estão prestes a colidir com a força de uma supernova.

Uma vez que Raya saiba a verdade, ela será capaz de aceitar tudo o que sou?


Capítulo Um Aqui está algo decadente sobre este clube. Algo que estava sempre ausente no meu clube anterior, The Manor. Meu antigo refúgio no Surrey Hills onde me sentia em casa. Os jardins luxuosos, a decoração refinada, o ambiente social. Parecia uma extensão da minha vida, e foi. Hux é apenas um lugar que venho para foder. Sempre é tomado por uma iluminação fraca e erótica, e a névoa de gemidos que te segue em todos os lugares penetrando em sua mente, persistindo muito tempo depois de sair do edifício. Tudo sempre acontece em câmera lenta aqui. Pessoas andando, pessoas falando, as bocas se movendo tão lentamente que você pode muito bem fazer uma leitura labial de cada palavra sendo dita. Conversas sobre as suas fantasias, intenções e desejos mais profundos e sombrios. Nada é sagrado por aqui. Não há nenhum mistério ou intriga. Você passa essas portas de uma Rua em Londres sabendo exatamente o que está indo obter. Sexo. Sexo do tipo imundo menos emoção em cena faz o meu estilo, Eu não tenho tempo para as complicações de um relacionamento. De costas e ajoelhada, enrolo as correntes em torno de seu pescoço e aperto, apenas um pouco até que a sua respiração está ainda mais rasa do que o orgasmo que ela acabou de ter. Eu me aproximo ficando com meu rosto perto do dela. -“Obrigado por jogar.” Sussurro em seu ouvido, antes de descer minha boca e morder seu rosto. Ela vira a


cabeça e olha para mim com olhos que ainda abrigam fome sem fim, Fome de mim. Soltando-a, deixando-a sobre os joelhos, vou para o banheiro e tomo um banho lavando o cheiro potente de sexo. Uma vez que me sequei olho para mim mesmo no espelho meus olhos azuis cansados, meu cabelo escuro molhado e caído na minha testa cobrindo as poucas rugas que se formaram nos últimos anos. Embora tenha evitado o temido cabelo branco. “Nada mal para trinta e nove anos, Drew.” Eu volto para vestir o meu terno e faço o meu caminho através do clube enquanto verifico o meu telefone para ver onde os rapazes estão. Agora eu tenho um desabafo é hora para uma cerveja. -“Ei, Drew.” Eu lentamente me viro, vendo o proprietário deste fosso do prazer decadente, Cole Hux, fechando o zíper de suas calças seu vasto peito nu, mostrando seus bíceps brilhando de suor sobre as luzes ofuscantes. - “O que há, Cole?” - “Aqui.” Em seus 1,90 de altura, ele está a poucos passos de distância com sua enorme mão segurando um pedaço de papel. -“O que é isso?”, pergunto, tentando pegar. -“Novata”. Ele se vira e se afasta para o seu escritório. -“Ela disse que quer alguém frio, sem emoção, e imundo.”


-“Então você pensou em mim.” Digo para mim mesmo olhando para o nome e número de telefone. -“Raya.” Eu leio, colocando nota no meu bolso e indo para o meu carro. Eu posso fazer frio, sem emoção, e imundo. Com pouco esforço na verdade sem nenhum esforço. *** Eu estou girando meu ombro enquanto vagueio pelo bar, aliviando a dor em um leve estremecimento. Tem sido uma longa semana no escritório, mas com oito vendas feitas, uma das quais era uma cobertura cara próxima a Chelsea que estava no mercado há mais de um ano, você poderia dizer que tem sido uma grande semana para negócios. Acho Sam, um dos meus amigos mais antigos, no bar sozinho e me junto a ele, uma cerveja pronta e esperando por mim. - “Onde está Jesse?”, pergunto sentando em um banquinho ao lado dele. Nós três mantivemos nossos encontros semanais, tempo de homem durante o período que nós conhecemos uns aos outros, e só em algumas raras ocasiões ao longo das décadas que qualquer um de nós perdeu. Então, onde está ele? O olhar que Sam me pisca está cheio de diversão que está tentando ser escondido por simpatia.


-“Quem está chateado com ele?” Eu levanto minha cerveja para brindar com o Sam. -“Eu vou te dar dois palpites.” Ele inclina a garrafa aos lábios, seus olhos dançando com prazer. -“Maddie.” Eu não preciso de duas suposições. -“Como pode um homem ficar tão liquefeito por uma criança de sete anos de idade?” Sam ri, já saboreando em desespero nosso pobre companheiro. -“Ela não é como a sua Geórgia.” Eu sorrio com a menção da minha menina. Minha serena e doce menina. Ela se parece comigo. Tem a minha natureza calma e reservada. Estou tão feliz desde que eu odeio sua mãe. Pegarei ela no Coral no sábado graças a Deus. Os três dias por semana que ela está longe de mim são longos e solitários. -“Como está Kate?” -“Com a bunda enfiada na cozinha". É temporada de casamento.” Ele chega até o ombro e escova fora uma mancha de farinha. “Você teve uma boa semana”? -"Ótima semana." Sam me dá um olhar mais uma vez, seus olhos pousando na minha virilha.


-“Foi para o clube?” Eu olho para baixo e vejo meu zíper aberto. Eu rolo meus olhos segurando minha garrafa na minha boca pelo pescoço enquanto me endireito. - "Com ciúmes?" -"Não. Estou muito feliz com a minha menina, muito obrigado.” Ele me repudia por um instante. Eu sorrio no interior. -“Estou disponível se precisar de mim.” Logo ganho de volta sua atenção, e não é uma atenção positiva. - “Basta dizer.” Ergo minhas mãos, um show de rendição. -“Bem, não.” Meu companheiro animado, cujos olhos estão constantemente brilhando alegremente, está à beira de rosnar. - “Foi uma única vez, há oito anos.” Viro-me para o bar, obtendo minha diversão rapidamente antes que ele possa me bater. Um tempo atrás, há oito anos, agora a namorada de Sam, decidiu que queria se envolver em todas as coisas excêntricas. Nós lhe demos o que ela queria. Cara, nós realmente demos a ela o que queria. Eu não me apaguei nunca, mas Sam sim. Ele bate no meu joelho, e olho para a porta, onde ele está olhando, encontro Jesse caminhando em nossa


direção com um rosto como o trovão. Eu sinalizo rapidamente para o barman pedindo mais uma cerveja. - “O meu homem!” Sam canta, batendo no balcão do bar. -“Foda-se”, Jesse resmunga e rio baixinho me preparando para um discurso retórico sobre todas as coisas relativas à sua filha. Maddie é espirituosa. Palavra de Jesse, não minha. Ele bate a bunda no banco e praticamente arranca a cerveja fora da mão do barman. Nós calamos a boca, encarando o barman espio pelo canto dos meus olhos e encontro Sam sorrindo ao redor da boca da sua garrafa. Ele está pedindo por isso. Eu limpo minha garganta e vou à busca de algum homem para distrair Jesse de seu estresse paterno, ao mesmo tempo distraindo Sam de empurrá-lo sobre a borda. -"Eu tenho..." Sou cortado quando o telefone de Jesse toca, e o silêncio cai entre nós ao olhar para baixo em sua tela, onde o nome de Ava está piscando como a luz de advertência que é. -“Oh querida.” Eu suspiro quando Jesse levanta-se do bar. Meus ombros se elevam uma tentativa idiota para cobrir meus ouvidos, e estremeço com a dor profunda que surge. Filho da puta. Eu me estico e esfrego meus músculos. Preciso ter esse ombro ruim verificado.


-“Não é para discussão, Ava”, Jesse responde em saudação, limpo e direto ao ponto. Os lábios de Sam comprimem com o riso contido, ganhando um chute meu sob o bar e um olhar letal de Jesse. Ele encolhe em seu banco, embora o riso seja garantido: todos nós sabemos que a agressividade de Ava leva o Jesse à loucura, mas exibir qualquer diversão ou oferecer conselhos é um erro fatal. Eu fui amigo de Jesse tempo suficiente para saber que a minha opinião vale uma merda quando está lidando com sua esposa e filhos. Mesmo se ele estiver errado, o que na maioria das vezes está. Meus olhos se fecham quando ouço Ava. Claro. Como. O. Dia. -“É cabelo, Jesse”, ela diz a ele, a voz alta. -“Você está sendo porra dramático como sempre.” Sam e resposta.

eu

estremecemos

ambos

esperando

sua

Ele bate com o punho na barra, balançando a articulação. -“Cuidado com a boca, porra!” -“Ele vai voltar a crescer.” O tom de Ava é rapidamente pacificador. É um desperdício de seu tempo. -“Vocês nem sequer me consultaram, pelo amor de Deus”, ele late.


- “Você e a pequena sirigaita conspiraram contra mim, e agora a minha menina está praticamente careca!” Meus lábios pressionam juntos, mas Sam está além do ponto de ajuda, todo o seu corpo fora de controle em risos. -“Está abaixo dos ombros, Jesse. Pare de ser tão irracional.” Ela pode muito bem ter acenando uma bandeira vermelha para a porra de um touro. -“Nós vamos discutir isso quando chegar em casa.” -“Quando eu chegar em casa, Ava,” ele respira nervoso, seu tom ameaçador ao ponto que eu estou mesmo preocupado com Ava. -“É melhor você estar escondida, porque há uma fodida retribuição no horizonte para você senhora.” Ele bate o telefone para baixo e bebe a metade de sua cerveja arfando e eriçado como um urso pardo. -“Então Maddie teve seu cabelo cortado, certo?” Sam pergunta. O homem tem um desejo de morte. -“Está mais para raspado.” Jesse balança em direção a nós em seu banco e aponta sua cerveja em meu peito e para Sam. Eu recuo fora da linha de fogo. -“E aquela mulher sua estava na atuação também. Um dia de SPA, elas disseram Tempo de menina elas disseram. Elas se esqueceram de mencionar que a minha menina iria voltar com a metade do cabelo e a porra das unhas rosa. Ela tem apenas sete, pelo amor de Deus!”


-“Ei”. Sam recua. -“Kate e a sua própria mulher. Nada a ver comigo." Jesse zomba, e recorro em levar a discussão do meu jeito antes que ele exploda. -“Então, tenho alguém que exige meus serviços.” Eu bato o pedaço de papel que Cole me deu no bar. Jesse e Sam inclinam imediatamente para frente distraídos como planejado, eles olham para o papel. - “Raya”, Sam brinca. - “Como ela encontrou você?”, Pergunta Jesse. -“Através do clube.” Minha resposta leva o habitual franzir de lábios do Jesse, quando faço referência a Hux. Eu rio para mim mesmo. - “Bem, se você não tivesse vendido The Manor, não iria ser forçado a encontrar outro lugar para jogar.” -“Você precisa parar com esse estilo de vida”, Jesse me diz pela milésima vez. -“De que outra forma deveria descarregar o stress entre trabalho e Georgia?” Eu respondo, indignado. -"Encontros." Eu zombo. -“Eu não tenho tempo para essa merda.”


-“Você está estabelecer.”

beirando

os

quarenta.

Hora

de

se

-“Foda-se,” eu cuspi. - “Você está quase com cinqüenta, e a única razão que saiu foi porque por algum milagre, encontrou uma mulher que poderia lidar com o seu rabo irracional.” -“Eu estou com quarenta e seis e não sou irracional.” Ele balança a cabeça, como se estivesse concordando com ele mesmo. -“Eu não sei porquê todo mundo continua insistindo em como se eu fosse o homem maluco que não tem nenhuma razão". Sua garrafa faz uma pausa a meio caminho de seus lábios quando me encara e Sam olha para ele com a boca ligeiramente aberta. - “Eu estou perfeitamente racional.” -"Tanto faz. De qualquer forma,” eu continuo sabendo quando estou lutando uma batalha perdida. -“Eu tenho Geórgia quatro dias por semana. Entre ela e trabalho não há muito tempo para mais nada. Hux é relaxante. É quem eu sou. O que eu gosto." Eu ignoro os rostos de questionamento dos meus dois companheiros e peço uma dose. Não estou mentindo. É o que gosto. Sem compromisso. Sem complicações. Apenas cru, porra carnal. Eu não confio em mulheres, e isso não deve ser uma surpresa quando a mãe da minha filha me


usou para engravidar para que pudesse tentar manipular outro homem. E não apenas qualquer outro homem, mas um dos meus melhores amigos. Sua obsessão com Jesse quase atrapalhou seu felizes para sempre com Ava. E, como resultado de seu plano falho, eu sou agora o orgulhoso pai de uma menina de sete anos de idade. Eu estou sorrindo novamente quando termino a minha cerveja. Tudo tem um lado positivo. -“O que está acontecendo?” Sam me tira de meus pensamentos, apontando para o meu ombro. - “Você continua encolhendo os ombros.” -“Eu desloquei meu ombro jogando basquete com a Geórgia.” Minhas notícias inflama uma gargalhada de ambos. -“Toda essa merda que pratica no Hux, e você desloca o seu ombro jogando basquete com a sua menina?” Jesse ri quando alcanço o ombro massageando um pouco da rigidez. Talvez ele esteja certo. Talvez esteja ficando muito velho para toda essa merda.

Capítulo dois


Depois de minha filha a minha maior paixão na vida é o meu negócio que construí uma das agências imobiliárias mais competitivas na cidade. Após instruir minha equipe na sexta-feira de manhã, vejo quando a equipe sai da sala de conferências antes de pegar meu celular e discar o número que Cole me deu. Ele toca três vezes antes de alguém atender. -“Meu nome é Drew.” Eu digo, profissionalmente como de costume, enquanto reúno as listas de propriedades sobre a mesa diante de mim. - “Cole Hux passou seu número.” -"Oh Olá. Então, como vamos jogar isso?” -"Nós conhecemos. Nós discutimos. Se você estiver feliz, nós organizamos a partir disso.” Esta parte é chata para caralho mas necessária. Apenas me leva para o ponto onde posso afundar meu pau em alguma boceta fresca. Eu inspiro e mudo na minha cadeira, levando minha mente depravada para baixo. -“Você foi altamente recomendado”, diz ela quase pensativa. Claro que fui. Ela quer frio e sem emoção. Você não pode ficar mais emocionalmente distante do que eu. -“Quando devemos nos encontrar?” Eu afundo na minha cadeira e corro minha mão em meu queixo áspero, revendo mentalmente o meu horário. Eu tenho Georgia de volta amanhã.


- “Estou livre esta noite ou terá que esperar até o próximo fim de semana.” -“Eu estou livre esta noite.” Eu levanto minhas sobrancelhas. Ela está interessada. -“Hoje à noite,” confirmo. Por que não vai passar o tempo mais rápido até que possa pegar Georgia na parte da manhã. -“Que horas?” Eu não sinto nenhuma hesitação em sua voz. É uma agradável surpresa. Não é raro iniciantes cancelar quando as coisas começam a ficar real. -“Eu estarei lá às sete. Pergunte por mim quando chegar.” Me levanto da cadeira e vou recolhendo as pilhas de papéis com os dados da propriedade. -“Só mais uma coisa”, ela deixa escapar, e continuo à espera do que ela poderia pedir. -“O que devo vestir?” Eu sorrio e em passos largos vou para a porta e abroa, sentindo sua primeira sugestão de incerteza. - “Este não é um encontro, Raya. A única expectativa que tenho é uma boceta molhada.” Ela ri um pouco baixo e rouco. -“Bem, eu pediria informal acho.”


-“É isso aí.” Desligo e atiro a pilha de dados das propriedades sobre a mesa que pertence a Andrea uma das minhas melhores agentes. -“Atualize isso e delegue. Eu quero que eles sejam vendidos até o final da semana.” Seu suspiro é profundo. -“O apartamento georgiano no oeste de Londres está me dando uma dor de cabeça.” Ela pega os dados verificando-os. -“Características originais com um enorme potencial, mas ninguém pode ver além da imundície desta espelunca”. -“Alguém inteligente vai”, eu respondo indo embora. -“Mantenha-me informado. Estarei aqui amanhã de manhã por uma hora antes de buscar a Georgia.” Eu saio para a rua movimentada e faço o meu caminho para o meu último compromisso antes de ir conhecer Raya. *** O perfume é um coquetel de sexo e álcool no momento em que entro pelas portas de Hux, com os meus olhos piscando até que eles se acostumem com o brilho de luz. Eu aceno para Shelby, uma mulher latina peituda que trabalha na recepção quase todas as noites. -“Eu estou esperando alguém.” -"Nome?"


-“Raya.” Eu passo por ela girando meu maldito ombro para aliviar a dor. -“Ela já está aqui.” Eu paro e olho para o meu relógio. Não é mesmo sete. Ela é mais aguçada do que eu pensava. -"Onde?" A ponta de sua caneta passa por mim, apontando para a porta do corredor à direita. -"Salão." -"Obrigado." O salão é um espaço calmo cheio de sofás de veludo roxo e arte erótica, gritando sexo Quando entro digitalizo o espaço, vendo homens e mulheres do mesmo naipe conversando e bebendo, em suas noite de sexta, prérelaxamento em curso antes de se mudarem para o clube e continuar com o real relaxamento. É a cena de costume nada de novo. Exceto uma coisa... Eu foco em uma mulher solitária no final do bar e sorrio para mim, estando em um jeans de couro e simples camisa de renda preta. Mesmo que esteja sentada posso ver que suas pernas vão por milhas. Perfeito para embrulhar ao redor da minha cintura. Ela passa a mão pelo cabelo loiro platinado puxando para trás as camadas emoldurando seu rosto, dando-me uma visão completa dela. É linda pele impecável maçãs do


rosto salientes lábios carnudos. Seus traços são quase brutais em seu impacto, o suficiente para fazer um homem piscar para longe a intensidade do olhar dela. Mas também sinto uma tristeza irradiando de cada poro do seu corpo deslumbrante. Seus Delicados dedos giram lentamente um celular e enquanto ela olha ao redor do bar vejo os seus olhos. Seus olhos são marrons escuros e parecem desejar desesperadamente brilhar com alegria, mas também está segurando muita tristeza de volta. Ela é jovem talvez vinte e poucos anos, o que me faz pensar no que poderia ter acontecido em sua curta vida algo tão ruim para tal angústia aparente. Deslizando minhas mãos em meus bolsos lentamente ando em direção a ela, lembrando-me que ela está aqui para ser fodida, não desvendada. -“Raya?”, Pergunto quando me aproximo ao seu lado, puxando-a em torno de seu banco até que ela está de frente para mim. Em um instante eu vejo mudar alguma coisa nela, seus olhos castanhos de repente brilhando, qualquer miséria dissolvendo esse brilho, embora eu saiba que é uma fachada enfatiza o quão bonita ela realmente é. Eu estendo minha mão para ela. -"Drew." Ela me dá a mão e traz o olhar para os meus novamente. Em seguida ela sorri parecendo quase divertida Eu sou pego de surpresa, surpreso com o brilho de sua expressão. Isso dá a sua beleza uma nova


vantagem, um calor que faz meu estômago girar. Isso contradiz completamente seu pedido de desapego e neste momento estou feliz, porque estou seriamente cativado. Eu disfarço minha admiração quando ela ergue a cabeça um pouco, fazendo uma camada de seu cabelo cair cobrindo um dos seus olhos cintilantes. A vontade de chegar à frente e escová-lo afastando quase leva a melhor . -“Prazer em conhecê-lo Drew.” Ela segura a minha mão com força certamente no intuito de ser confiante, quando eu sei que na verdade são seus nervos que estão fazendo seu aperto tão difícil. - “É algo engraçado?” Eu pergunto, mantendo minha expressão inflexível . Eu puxo a minha mão livre dela, tentando não franzir a testa quando o calor do seu toque desaparece da minha pele. Tomando um banquinho ao lado dela, o meu olhar permanece no dela enquanto ela ri a mesma profunda e rouca risada que ouvi no telefone. O som ecoa na minha cabeça e tenho que trabalhar duro para não sorrir em sua diversão desconhecida. -“Sinto muito.” Ela responde virando para o bar ainda brincando com seu celular. -“Eu não estava esperando...” Ela para e engole seco , e noto sua clavícula exposta, o caminho de sua garganta em seu ombro uma linha perfeita de carne sensível pedindo meus lábios.


- “Você não é o que eu estava esperando.” Ela volta sua atenção para mim seus olhos castanhos agora cheios de apreciação. -“E o que você estava esperando?” -“Eu não sei.” Ela olha para longe, e encontro-me estendendo a mão para o rosto para virá-lo novamente. Ela não se afasta apenas me deixa segurar o queixo enquanto olha para mim. -“Você está atraída por mim.” Eu indico como um fato, e ela balança a cabeça em meu aperto. -“Embora você seja um pouco mais velho do que esperava.” -“Ai.” Eu rio levemente com a sua franqueza. Tanto para pouca emoção. -“Não é um problema embora,” ela corre dizendo para me tranquilizar. É uma garantia que eu não preciso, mas por algum motivo estranho estou feliz que ela não está incomodada pelos os anos que nos separam. -“Então nós vamos ter um bom começo. Quantos anos você tem?" -“Vinte e quatro.” Ela franze os lábios nervosa. -"Isso é um problema para você?" -“Nem um pouco.” Ela relaxa seu rosto eu registro seu alívio.


-"Gostaria de uma bebida?" -“Hendricks1, por favor. Sempre". Eu sinalizo para o barman e peço nossas bebidas, sentindo os olhos de Raya no meu perfil o tempo todo. Há um mal-estar latente dentro de mim algo estranho e inquietante, e não consigo identificar. Eu geralmente não sinto em absoluto. Não por aqui pelo menos. Toda a minha emoção é reservado para a Geórgia. No entanto a mulher sentada ao meu lado está desenterrando uma intriga sobre quão duro vou gozar quando eu foder com ela. É inquietante Porque ela está aqui? Eu quero saber mas definitivamente não devo perguntar. Eu deslizo sua bebida para ela e vejo como ela toma um gole. Ela engole e respira. -“Isto é o habitual?”, Ela pergunta levantando a taça. -“Quero dizer as bebidas.” -“Você quer ir direto para a parte da transa?” Ela não consegue esconder seu ligeiro recuo, e apesar de eu permanecer impassível por fora ao seu lado, estou sorrindo um pouco no meu interior. Honestamente seus nervos estão me ligando. O que eu poderia fazer para ela. Como posso fazê-la sentir. Isso só aumenta o fluxo de sangue nas minhas veias.

Gin Hendricks! Foi o Gin Hendricks o responsável pela revolução na forma de como servir um gin tónico. Lançado em 1999, surpreendeu ao ser servido num copo largo, em vez do usual lim. 1


-“Eu pensei que nós deveríamos falar”, ela diz baixinho quase insegura. -“Descobrir procurando.”

se

você

pode

me

dar

o

que

estou

Eu decido testar o humor dela. -“O que você quer com isso?” Eu levo meu uísque aos meus lábios enquanto ela me estuda. -"Eu sou uma mulher. Tenho necessidades.” Seu queixo levanta em uma demonstração de firmeza. Eu silenciosamente chamo besteira. -“Então encontrou,” Eu digo rapidamente, e ela ri levemente forçando-me a conter o prazer dentro de mim ao som disso. -“Quando você namora alguém Drew, eles querem te conhecer.” Ela se eleva sobre mim com uma expressão que só pode ser descrita como determinação. E maldito se isso só me faz querer entendê-la ainda mais. -“As pessoas por aqui não querem ficar e conhecer uns aos outros certo?” -“Certo”, concordo, embora eu não soe tão certo como deveria. -“Então você está aqui para gozar sem risco de... o quê? Sentimentos?"


-“E para esquecer por um tempo.” Ela rapidamente olha para longe uma pequena carranca estraga seu rosto perfeito, como se ela não quisesse dizer isso. Sua resposta me tem segurando o líquido na boca, com mais curiosidade surgindo em mim. Eu engulo, batendo-o de volta. - “Eu posso fazer isso.” Vou fazê-la esquecer o nome dela, onde ela está e por que está aqui. A vida como ela conhece deixará de existir uma vez que eu colocar minhas mãos sobre ela. Raya acena, lenta e pensativa ela retorna os olhos para os meus. -“Eu não tenho nenhuma dúvida que você pode.” Eu sei que posso. Pego minha bebida e coloco-a cuidadosamente no bar. Toda essa conversa, um tanto intrigante não funciona para mim. Eu preciso relaxar um pouco e não estou esperando até Raya decidir se sou o homem para o trabalho. Levantando-me do banco, acenolhe a minha mão durante a digitalização da sala em busca da minha vítima. Eu avisto Karen no canto sozinha sua atenção no seu celular enquanto bebe vinho. A advogada dura está preste a ficar mais intensa. -“Só me avise quando estiver pronta.” Eu olho para trás para Raya quando ela não pega minha mão, a encontro olhando para Karen também. -“Raya?”


-“Só isso?”, Ela pergunta. Eu retiro minha mão, observando sua decepção. -"Nós já nos conhecemos. A bola está no seu campo a partir daqui”. Surpresa de repente mascara sua decepção. - “Eu quase não sei nada sobre você.” Ela balança a cabeça, certamente lembrando-se que ela não quer. -“Como eu disse, isso não é uma encontro. Tudo que você precisa saber é que tenho um pau e tenho capacidade, e com ele posso explodir sua mente.” Eu me afasto meu sangue agora em bombeamento. Karen olha para cima quando me aproximo, um sorriso apreciativo enrolando seus lábios vermelhos. Ela coloca o celular sobre a mesa suavemente, cada movimento lento e sedutor. -“Alguém parece estar em uma missão.” Ela empurra a cadeira de veludo na frente dela com a ponta do seu estilete e acena para ela. - “Junte-se a mim.” Ela discretamente espalha suas coxas tanto quanto a saia irá permitir. Ela está nua por baixo e meu olhos fixa lá , todo o meu sangue indo para o meu pau. Eu flexiono o pescoço e rolo meu ombro. - “Eu já falei o suficiente para esta noite.”


-“Eu vi.” Karen lança seus olhos em Raya, mas eu resisto a olhar. -“Ela parece um pouco devastada por sua partida.” -“Eu disse, terminei de falar.” -“Ela parece que não.” Karen levanta e se afasta os olhos dançando com diversão quando ela passa Raya. Pela primeira vez, tenho uma noção de sua altura seus olhos ao nível com o meu queixo, embora os saltos que ela está usando está dando a ela essa vantagem. -“Eu estou pronta agora.” Sua expressão é feroz e determinada quando pega a minha mão e laça seus dedos nos meus. A sala parece encolher levando o oxigênio com ela. Meu pau incha me arrepio de excitação e minha mão flexiona em torno da dela. E só assim consigo encontrar algum fôlego para falar. -“Por aqui.” Minha voz é excepcionalmente áspera e baixa, meus pensamentos turbulentos enquanto a conduzo através do salão. A sala um mar de mármore preto clínico em sua dureza mas decadente em sua escuridão, amplifica o clique de seus saltos como quando ela me arrasta apertando a sua ao redor da minha mão. Os lustres mal iluminados acima de nós reflete a luz dos fragmentos brancos embutidos na pedra que nos rodeia, dados acendem luzes liderando o caminho.


Eu olho por cima do ombro enquanto puxo Raya e a resolução naqueles profundos olhos castanhos dela, fazendo com que o brilho escondido rompa mesmo que apenas uma fração de segundos envia o meu desejo a níveis quase insuportáveis . Esse brilho será ofuscante uma vez que eu finalizar com ela não fingido ou falso. Empurrando-a para um quarto particular, puxando para dentro solto sua mão. O movimento da fechadura agudo e conclusivo perfura o silêncio. Eu me afasto descansando contra a porta, dando-lhe tempo, deixando-a absorver tudo. A gaiola no canto. Cruz de Santo André. O balanço suspenso no teto. A cama de couro enorme O cavalo de bandagem. Tudo Seu corpo está rolando com sua respiração, com os braços sem vida ao seu lado. Minha mente estaria normalmente girando com os planos, o que vou fazer e onde nós faríamos. Mas agora não posso pensar além de simplesmente vê-la nua. Colocando minhas mãos em sua pele. Os meus lábios nos dela. Eu interiormente recuo e pisco minha visão clara. Basta chegar e fazer o que você faz de melhor, Drew. Fode ela até o esquecimento. Fazendo-a gritar de desespero por mais. Eu me movo, fechando o espaço entre nós, e empurro seu cabelo para longe de seu pescoço. Ela imediatamente amolece diante de mim, a cabeça caindo para trás, sua inspiração profunda. Eu estudo a extensão de pele esticada macia meu olhar à direita para baixo na sua clavícula. -“Você está pronta para se perder completamente?” Pergunto a ela. Foda-me, acho que estou no caminho para


esquecer o meu nome também. O cheiro dela é estimulante e debilitante tudo de uma vez. A sensação dela é elétrica na minha pele e nem estou nu ainda. A necessidade em mim, um desespero que nunca tinha experimentado antes, rouba minha mente do pensamento racional. Por quê? O que é isso? Toda mulher com quem estive tem sido sexy e tem me excitado. Mas Raya irradia uma sensualidade suave, quase inocente que nunca tinha encontrado antes. É uma qualidade poderosa que ela possui, e é ainda mais sexy, porque não percebe que tem. Ela é sem esforço atraente mas sua incerteza é clara, mesmo se está lutando para mascarar. Eu olho para as mulheres aqui e sei o que querem, mas por que elas querem não é algo que me interessa. Tenho prazer e dou. É isso aí agora. Porém estou recebendo uma satisfação poderosa, prazer mesmo só a partir de ajudá-la a escapar. Não é um prazer físico mas um prazer profundo da alma. Sinto-me privilegiado que tenho que ser o único que faz isso para ela. Jesus essa mulher está estimulando a minha curiosidade que está travando uma guerra na minha cabeça. Aquele pequeno deslize dela no bar tem minha mente girando. O que ela quer esquecer? Por que não quer um homem para conhecê-la? E, mais importante por que diabos sinto que a quero? -“Acho que já estou perdida”, murmura. Balanço a cabeça para focar Voltar aos negócios Drew. Os negócios não envolvem dominar a mente dessa mulher. Trata-se de transar com ela sem sentido. Eu realinho o meu foco e sopro um fluxo de ar frio em seu pescoço empurrando


-“Meus lábios em sua pele”, sussurro Ela estremece assim como eu. -“Meus dedos fodendo você, alongando você, e deixando você pronta para mim.” Eu abaixo a minha boca e mordo a delicada carne de seu ombro. Seu corpo se inclina mais para perto do meu, sua cabeça rolando para o lado. -“Meu pau mergulhando em sua boceta.” Eu deslizo minha mão em sua barriga e puxo-a de volta revirando minha ereção em sua bunda. É difícil, mas resisto à vontade de despi-la nua, jogá-la na cama e afundar nela aqui e agora lembrando-me de por que ela está aqui. E por isso que eu também estou. Mas caramba o contato físico está apenas aumentando a minha fome. Eu só quero está dentro em seu corpo. Quero fazer parte de sua mente. Descansando meu queixo no ombro dela nos movo para frente em direção ao cavalo de bondage, sentindo nos meus dedos a tecelagem através da minha mão que descansa em sua barriga. Eu flexiono o meu aperto pressionando a mão dela na minha, um show atípico de segurança. Mas parece natural para mim para aliviar ela e não estou em posição de questioná-la agora que estou tocando. Seu coração está batendo tão forte. Eu posso sentir isso afundando em meu peito. Espere. aparece.

Meus

passos

vacilam

quando

realização


Não é o seu coração. É meu. -“Tudo bem?”, Ela pergunta em voz baixa olhando de volta para mim. Sua pergunta é esquecida no momento em que seus olhos entram em vista. Olhos brilhantes. Olhos transbordando com um desejo que posso relatar. Eu não respondo, rompendo com seu calor - “Fique aí,” Ordeno bruscamente lutando para me colocar de volta nos trilhos. Eu escolho uma venda para os olhos no armário e passo pelos meus dedos enquanto volto para ela, questionando a minha intenção de cobrir os olhos. Ela não moveu um músculo não se opõe ou tenta ver onde estou. Ela ainda permanece enquanto amarro as pontas com firmeza. Estou tentando evitar os olhos? Para ocultar o brilho que está trabalhando o seu caminho sob a minha pele? Não. Isto é simplesmente para aumentar seus sentidos. Este sou eu e o que faço Jesus o que é com toda essa análise? Eu balanço minha cabeça limpando e impelindo esse pensamento, estendo a mão para a bainha da camisa de Raya e puxando-a por cima da sua cabeça deixo cair no chão meus olhos não deixando a extensão de suas costas. Sem sutiã Eu engulo e descendo o zíper do lado da calça de couro, revelando o primeiro vislumbre de renda preta. Meus dedos escovam sua pele e o calor varre através de mim como fogo. Engulo outras vez, só que desta vez dou um passo para trás para me reunir. Respirando profundamente.


Eu empurro meus ombros para trás ignorando a picada de dor em seguida tomo uma longa inspiração e tento novamente, estendendo a mão para a cintura de suas calças e puxando lentamente para baixo em suas pernas. Com cada polegada de sua pele que é revelada minha respiração se torna mais e mais rasa até que estou segurando completamente a minha respiração. Seus lábios entreabertos e calças abaixada quando ela chuta seus saltos e sai de sua calça me dizendo que estou já tendo sucesso no cumprimento de seu pedido . Ela está esquecendo Está além de mim isso mas me faz sentir realizado. Feliz. Eu sou forçado a respirar novamente levanto e recuo para longe dela ganhando alguma distância. Não funciona A energia elétrica gerada por nossos corpos perto continua a aquecer e estalar. É debilitante minha cabeça e corpo em caos. Eu apenas não posso me ajudar, mas gostaria de saber o que estou ajudando-a a esquecer, e estou segurando tudo em mim para não exigir uma resposta para a pergunta que se enterrou no fundo do meu cérebro. Essas reações que estou tendo não são normais. Não gosto delas. Mas não consigo pará-las. Eu limpo minha testa com o meu antebraço e concentro a atenção na obtenção de estar com as minhas mãos trêmulas através da minha tarefa. Olho para o meu pau abafando um gemido ao vê-lo vazando Isso nunca aconteceu antes. Eu sei que se envolver meu punho em torno da base apenas um golpe eu gozo. Sou conhecido pela minha resistência meu controle, meu ritmo, minha abordagem descarada. Que merda é essa? Eu rosno por pura frustração, e arranco a calcinha preta rendada de


Raya por suas pernas puxando um pequeno grito dela junto. É apenas um som um som de antecipação que já ouvi de centenas de mulheres antes dela, mas de sua boca é o mais poderoso afrodisíaco que já encontrei. Tão potente quanto seu corpo nu diante de mim. Mais dominante do que a pele dela implorando por meu toque. Quase tão vertiginosa como as perguntas que rodam em minha mente. Eu ando até o aparador e pego alguns punhos e uma barra de extensão tendo uma conversa severa comigo mesmo. Quando volto para ela largo a barra no chão e ela cai com um baque fazendo-a se mexer um pouco. Coloco a palma da mão no centro de suas costas, empurrando-a para frente até que sua frente vem para descansar no cavalo. Ela se inclina sobre ele seu traseiro em exibição perfeita. B -“Braços acima da cabeça” ordeno e ela obedece imediatamente levando seus pulsos até os aros no final. Eu rodo o cavalo meus olhos em seu rosto enquanto ela repousa sobre a almofada de couro, seus lábios carnudos ligeiramente entreabertos Eu abro as algemas e prendo-as sobre seus pulsos dando-lhes um bom puxão quando termino. -“Você quer que eu pare em qualquer ponto basta dizer a palavra.” -“Que palavra?”, Pergunta ela, sem fôlego. Eu sorrio para mim mesmo.


- “Pare, Raya.” Eu afasto o cabelo de seu rosto e abaixo minha boca para sua bochecha. - “A palavra é parar.” A minha língua lambe seu rosto meus olhos fechando em êxtase . -“Eu quero ouvir o seu prazer.” Deslizo minha mão em seu cabelo e prendo no meu punho. - “Certifique-se de que ouvirei o seu prazer.” Ela balança a cabeça seu torso rolando. Meu punho relaxa e acaricio o cabelo dela e o levanto do seu rosto sereno e amarro seu cabelo para cima querendo admirar cada ângulo. - “Boa menina.” Eu pego a barra de extensão e ajoelho atrás dela empurrando-lhe as pernas. Mais uma vez ela segue o meu pedido sem questionar ou objeção. Ela é perfeita. Tão perfeita. Eu arrumo a barra entre suas pernas ajustando a extensão. A separação das pernas faz parecer mais longas mais ágil mais surpreendente. Eu arrasto meus dedos até as costas de suas pernas por trás de seus joelhos sobre as coxas flexíveis. Meu toque suave a faz gemer e eu fico atrás apreciando o som bem como a visão diante de mim. Ela está deitada nua e contida. Para mim. Sacrificial. É a coisa mais linda que já vi. Tão bonita apenas fico por um tempo admirando-a. Eu dou passos para trás para o aparador para que não a perca do meu ponto de vista, agarrando um preservativo e cegamente deslizando com meu coração bombeando, eu


engulo e me coloco atrás dela levando a minha mão para sua nuca e arrastando-a para o centro de suas costas. Meu toque provoca uma onda de sua espinha e um baixo gemido feliz. -“Eu não acho que já estive tão desesperado para colocar meu pau em uma mulher.” Meu dedo traça o vinco de seu rabo apertado até encontrar sua passagem um pequeno estiramento no anel musculoso. -“Relaxe, Raya,” Eu peço gentilmente trabalhando meu dedo em círculos só um polegar. -“Oh Deus”, ela respira deslocando as algemas. Minha mão livre pousa em sua nuca massageando enquanto continuo a trabalhar em seu ânus seu corpo amolece com cada círculo do meu polegar. - “É isso aí.” Eu aplico um pouco de pressão violando sua abertura, fazendo-a sacudi. - “Estabilize”. Ela começa a ofegar. -“Respire.” Eu empurro mais longe, liberando o seu pescoço e segurando meu pau latejante, começando a me masturbar lentamente. Meu gemido é animalesco, quase um grunhido. -“Lembra do que eu te disse, Raya?” -“Não me lembro de nada.”


Eu sorrio. Então estou fazendo algo certo. Mas ainda dou um tapa na sua bunda por esquecer uma tapa forte e ela grita com as pernas se dobrando um pouco. - “Tente de novo.” Meu polegar empurra para dentro dela sem abordagem suave agora. -“Ouvir meu prazer”, ela fala sem fôlego. -“Você quer ouvir o meu prazer.” -“Então onde está?” Eu coloco meu pau na entrada de seu sexo liso e circundo-o no tempo com o meu polegar. Ela geme e choraminga. Meu sorriso é vitorioso. Satisfeito. Mas estou farto de provocação. Minha própria necessidade está começando a ser demais para conter, então círculo meu polegar e depois coloco meu pau em sua buceta escorregadia levando-a no cavalo em um grito. Meus olhos se fecham e deixo a varredura de som sobre a minha pele quando a minha cabeça cai para trás e meus quadris assumem penetrando implacavelmente mais e mais, centímetro por centímetro sem parar sem chances para recuperar o fôlego. Nada. Eu não mostro nenhuma piedade. No em tanto também estou à mercê do prazer de ser encontrado a cobrança da minha frequência cardíaca, a fervura do meu sangue e a minha pele molhada, e minha mente está perdida. Raya leva tudo o que tenho para dar. Meu polegar deixa sua bunda, meus dedos rastejando ao sul para encontrar a sua boceta. Ela está incharcada molhada desesperada. Parece malditamente incrível. Eu pulso a


cabeça do meu pau enquanto estou acariciando-a a sensação me fazendo engolir, Merda eu vou.... tão difícil. -“Meu pau dentro de você Raya, Fodendo você. Digame como se sente.” Minhas pernas espalham um pouco minha mão cavando na carne de seu quadril e eu circulo seu clitóris lentamente, um contraste com o ritmo estrondoso dos meu quadril. -"Conte-me." -“Merda Drew.” Ela está ofegante as mãos lutando contra as restrições, as pernas se dobrando. - "Eu estou lá! Foda-me, eu estou lá.” Eu puxo para fora rapidamente e arranco fora o preservativo, a minha mão assumindo quando a espanco com força na bunda. - “Ainda não, Raya.” -"Não!" -“Sim.” Me movo, andando para frente do cavalo e retiro sua venda. Ela solta sua respiração ofegante e irregular enquanto pisca rapidamente, e uma vez que ela me encontra eu sorrio. Eu sei que é um sorriso quase cruel. -“Abra a boca,” Eu ordeno, e como um presente sua boca cai aberta. Eu boto meu pau dentro, agarrando seu rabo de cavalo e puxando duramente.


Ela engasga mas não luta contra a invasão. Perfeito porra, Eu empurro poderosamente e ela aceita tudo olhando para mim com os olhos vidrados.Eu adoraria ficar aqui para sempre, observando-a, sua boca tomando em espasmo mas o aumento do meu clímax não é parado. Pela primeira vez, não posso controlar isso. Resistindo à necessidade de jogar a cabeça para trás e rugir através disso, mantenho meu olhar sobre Raya e deixo o prazer governar-me pela primeira vez. Eu deixo isso me levar, deixo me relaxa.Eu prendo a respiração e deslizo livre da sua boca gozando minha essência fluindo em todo seu rosto sereno o fluxo interminável. O poder dele faz meus joelhos fracos me obrigando a abraçar no cavalo. -“Jesus”, eu respiro, certo de que nunca tive um orgasmo tão intenso. Raya me observa cheia de admiração. Ela não fala nada, não expressa qualquer desânimo.Ela não questiona se vou fazê-la gozar e agora isso é uma coisa boa, porque preciso de um momento para me recompor. Minha visão é nebulosa assim como a minha cabeça. Eu luto para conseguir minha respiração em algum lugar próximo ao ritmo, o meu punho fechado soltando do seu cabelo. - “Vamos te virar.” Eu deixo a agitação sob controle e desato os punhos, levantando-a pela cintura para levá-la de costas sem necessidade de remover o difusor. -“Tudo bem?” Eu a ajudo a descer de volta para o cavalo enquanto ela balança a cabeça em silêncio e me olha segurando suas mãos. Sua cabeça cai para o lado


sua respiração ainda dura com o rosto coberto com a minha semente. Chame-me de depravado mas eu deixo limpando apenas uma gota fora do canto do olho com o meu dedo mindinho. Ela sorri levemente e por razões que provavelmente nunca vou compreender ela puxa um sorriso de mim também. -“Piercing legal,” ela murmura, desviando o olhar lentamente do meu pau para os meus olhos. Meu sorriso único alarga quando passo por cima da barra de extensão entre as suas coxas acariciando e seus seios pequenos quando vou colocando as mãos sobre os seus joelhos, eu mergulho e descanso meus lábios em sua barriga. Ela arqueia de volta fechando os olhos. Eu gozei apenas um minuto atrás, mas a vida está pulsando de volta para o meu pau mais uma vez. Minha boca enche de água quando volto minha atenção para sua linda boceta. -“Fale comigo, Raya.” A ponta do meu dedo repousa sobre seu clitóris. - "O que você quer?" -“Sua boca.” Ela não faz rodeios. -“Quero sua língua em mim.” Eu empurro um dedo dentro dela varrendo em torno das paredes macias e abaixo meu rosto correndo meu nariz através do cabelo emoldurando sua boceta doce -“Cheira bem” murmuro, fechando os olhos e deixo o cheiro dela me intoxica. Meus movimentos da língua através de seu clitóris. Eu gemo e Raya se livra do cavalo


com as pernas desesperada para fechar, mas incapacitada. Lambendo de baixo para cima a minha língua plana e firme. Ela começa a murmurar soando como orações ao provocá-la deixando ela louca empurrando no seu limite, eu levanto atormentando ela com a minha língua antes de me retirar, deixando a tensão recuar antes de voltar. Os sons dela chorando e implorando para seu orgasmo enquanto a chupo é precioso. Eu brinco com ela por um tempo, mantendo-me prisioneiro em sua vagina por seus apelos compressivos. Eu não preciso dela para me dizer que este vai ser forte para ela talvez até demais para lidar, o conhecimento estimula-me. Eu fecho a minha boca sobre ela e chupo forte deixando suas coxas mais distantes, ela grita todo o seu torso erguendo para cima. Eu provo seu clímax. Eu sinto que atingiu a minha língua. Foda-se... Foda-me. Eu engulo o gosto é vertinoso Nunca antes alguém me capturou no momento tão..... Nada do que aconteceu foi forçado. Sinto-me totalmente surpreendido quando rolo minha língua através de suas dobras pulsantes tendo até a última gota de seu orgasmo e consumindo devorando deixando-me ficar completamente bêbado sobre ele Jesus Cristo ela é deliciosa. Raya eventualmente se estabelece embora ela esteja longe de estabelecer seu corpo tremendo em coconsequência, sua cabeça frouxa caiu para o lado mas seus olhos estão abertos e olhando através da sala. Ela parece desorientada. Em choque. Eu posso entender.


Entregando sua boceta doce abaixo e libero suas pernas lutando para subir quando estou feito. Eu abaixo meu tronco para frente dela com o rosto perto do meu os olhos no seu perfil, quando abro as algemas esfregando um pouco em volta dos seus pulsos. -“Tudo bem?”, Pergunto, e ela balança a cabeça enquanto ajudo ela. Ela está instável, e embora eu esteja menos estabilizado a pego e a levo para a cama, meu rosto aperta com a queima da dor profunda no meu ombro. Colocando-a no colchão, eu vou encontrar um pano e molhá-lo antes de retornar e sento na beira da cama. Este não é o protocolo, mas secando a limpar parece razoável desde que ejaculei em todo o seu rosto deslumbrante. -“Obrigada.” Ela suspira e fecha os olhos quando eu passo o pano delicadamente sobre suas bochechas. -“De nada.” Eu termino e olho para baixo em seu rosto pacífico por alguns momentos, sabendo que já cumpri a necessidade dela de esquecer, mas ainda sentindo uma necessidade profunda, deslocada de saber se eu ajudei ela a esquecer. Todos neste clube tem suas razões para imersão neste poço de prazer decadente. Alguns necessitam de controle, alguns anseiam poder e outros como eu simplesmente amo sem amarras, foder sem emoção. A excitação. O poder do jogo. Eu não preciso disso. Quero isso. Esta mulher precisava. Eu nunca vi ninguém tão perdida no momento eu preocupantemente nunca me senti assim me perdendo.


Seus olhos se abrem e me encontro estático na beira da cama Ela sorri pequeno e preguiçoso esticando seu corpo. -"Por que você está me encarando?” -“Eu não estava olhando. Estava admirando.” Eu me surpreendo com a minha resposta honesta. Rindo sobre a minha respiração estou perplexo. -“Há um chuveiro por lá.” -“Eu acho que vou esperar até chegar em casa.” Ela se levanta e encontra suas calças colocando através das pernas por sua vez. Ela está saindo, Eu percebo partida é o protocolo mas tenho um impulso bizarro para impedila.Para tirar mais dela. Para tentar entendê-la. No entanto não deveria, este foi um arranjo. Eu fiz o que ela me pediu para fazer emocionalmente mantenho as mulheres a uma distância muito segura. Sempre faço. Agora não deve ser diferente. -“De nada.” Eu quase resmungo recuperando minha cueca do chão e colocando. Meu ombro me trava forçando a minha mão no local para aliviar a dor -"Porra." -“O que está acontecendo?” Raya pergunta mas recuso-me a olhar para ela.É mais seguro manter os olhos para mim. Deixá-la sair. -“Nada só chiei quando eu ...” Desvio e fecho a minha boca antes de divulgar qualquer coisa que não deveria


-“Eu só chiei.” -“Deixe-me ver”. Ela está ao meu lado como um flashbacks e estou recuando mais não rapidamente. -“Está tudo bem”. Eu pego minhas calças. E sinto novamente dor através de mim atingindo meu estômago e fazendo-o virar, minhas calças batem no chão e assobio apertando meu ombro com força. -“Filho da puta.” -“Sim tudo bem” Raya tira minha mão -“Eu sou um terapeuta esportivas. Não está bem” Sua palma envolve meu ombro, seu toque me deixando lutando para respirar e razão. -"Deite." -“Isso não é uma boa idéia” Eu quase ri meu pau se contraindo quando protesto contra o meu declínio. -"Por quê?" Por quê? Porque apenas o pensamento dela me esfregar todo me faz duro. - “Eu preciso estar em algum lugar” Sua mão ainda no meu ombro funde em minha carne firme e o movimento furtivo tem o meus olhos fechando e meu corpo dobrando sob o alívio que me dá.


- “Oh Deus, isso é tão bom.” -"Sim?" Meus olhos rolam atrás de minhas pálpebras. - “Não pare.” -“Para cama Drew.” Estou do outro lado da sala em frente a cama num piscar de olhos. Tudo o que ela disser De pé ao lado da cama, ela chuta os sapatos e depois a sua calça de couro bate no chão. Meus olhos seguindo para baixo. -“Por que você retirou?” olho para trás através dela evitando as longas pernas. -“Não há porque manter” Ela se ajoelha na cama e posiciona na minha bunda, Oh Jesus o que fiz? Suas mãos suaves mas firme, afunda nas minhas costas -“Relaxe” ela ordena suavemente trabalhando seu toque em meus músculos rígidos. Relaxar, Mais fácil falar do que fazer. -“Você sempre seminua?”

se

escarrancha

em seus clientes

-“Somente os meus favoritos” Sua resposta é séria e rio um pouco forçando meu corpo para suavizar. Mas a


minha risada desaparece e se transforma em um silvo quando os nós dos dedos trabalhar no meu ombro direito. -“Você está cheio de nós,” ela reflete moendo para dentro do músculo. - "Estressado?" -“Não.” Estremeço tentando afastar a dor. -“Fique quieto.” Seu corpo cai para frente com o rosto chegando perto do meu. Eu olho para ela e encontro suas sobrancelhas perfeitamente arqueadas. Em seguida sua boca se curva também com seus olhos me encarando. - “Ou eu precisarei conter você?” -“Muito engraçado” Eu rapidamente fecho meus olhos antes que possa me perder em sua beleza ainda mais. - “O que é um nó, afinal?” -“Seus músculos estão em camadas. Lesão,estresse ou às vezes simplesmente desidratação pode fazê-los fundir um no outro. Massagens freqüentes são uma boa cura mas também uma grande prevenção. É importante manter a elasticidade dos músculos, Como você fez isso? Ela pergunta levantando meus braços e posicionando-os sobre o travesseiro sobre minha cabeça. Procurando uma razão para minha lesão que não envolve mencionar Georgia é mais difícil do que deveria ser, Esta mulher está acabando com o meu estado mental geralmente estável


-"Eu não sei." Suas mãos acariciam a minha carne e uma onda de arrepios vem logo a seguir Jesus doce. - “Eu vou trabalhar um pouco na rigidez. Quando disser-lhe para respirar respire fundo.Não libere até que eu diga.” Eu aceno e logo perco a batalha para ficar quieto gemendo enquanto os nódulos de seus dedos trabalham para o mergulho por meu ombro. -“Não.” Eu gemo em algum lugar entre a dor e alívio. - "Bem ai." Os nós de seus dedos afundam -"Aqui?" -“Deus sim.” -“Inspire” ela ordena e obedeço absorvendo oxigênio sentindo o impulso para o local sua força é surpreendente. -“Espere.” A outra mão chega ao meu pulso e puxa o braço para o lado a pressão de seus dedos naquele ponto nunca vacilando. -“E solte.” O ar sai dos meus pulmões e os nós de seus dedos estão de volta a rolar para a área.


-“Porra drogado.

isso

foi

divino”,

murmuro

sentindo-me

-“E mais uma vez.” Ela empurra de volta para o espaço e amassa algumas vezes firme antes de travar de novo empurrando para dentro do músculo. - “Respire.” Eu sigo a sua ordem entrando em minha escuridão deixando-a assumir o controle total. Posso sentir os nós de seus dedos aprofundando na minha carne movendo-se sobre seu toque sólido. -“E solte.” Ela suspira como se fosse um alívio para ela também. Ela passa uma boa meia hora trabalhando na área e com cada respiração dentro e para fora a dor profunda vai desaparecendo até que tudo o que sinto é puro alívio, Suas mãos são fodidamente mágicas. Eu me sinto sonolento totalmente fora de mim mas quando as palmas das mãos deslizam até a minha nuca e trabalham nos músculos lá estou totalmente alerta novamente. E assim está o meu pau Raya desliza suavemente suas mãos na minha espinha e molda perfeitamente círculos pressionando lá por alguns minutos surpreendentes excruciantes. Puta que pariu. Eu inspiro profundamente, cerrando os punhos com sangue descendo para meu pau. -“Você está feito.” Ela desliza para fora das minhas costas e começa a puxar as calças. -“Você deve ter uma sessão pelo menos uma vez por semana.”


Uma vez por dia soa melhor. Com ela. Eu permaneço onde estou na minha frente, cabeça apoiada em meus braços. Eu não estou me movendo. Não é possível mover. “Você pode se levantar agora”. Deslizando seus pés nos saltos ela puxa o laço do cabelo dela e sacode os cabelos. Senhor acima mate-me agora. Meu pau está gritando - “Na verdade não posso.” Ela acalma seus olhos a todo o comprimento do meu corpo seu olhar ficando mais e mais brilhante -“Ohhhh”. Seus lábios pressionam juntos e ela definitivamente cora. Parece louco depois do que acabei de fazer com ela. -“Desculpe” ela dá de ombros. Meu pau não está ouvindo a meu pedido para o maldito acalmar e não é provável que faça enquanto Raya ainda está perto então encaro o ritmo suspirando quando me levanto da cama -“Espero que não seja um perigo no trabalho.” -“Sim houve alguns momentos difíceis” Ela ri um pouco desviando os olhos da minha virilha. Eu faço careta por dentro enquanto me visto não gostando da ideia dela pôr as mãos em outros homens massageando eles.


-“Onde você trabalha?” Pergunto antes que possa me conter meus dedos parando no meio do encaixe de meus botões da camisa Eu apenas quebrei uma das minhas regras principais E mais irritante uma das regras da Raya. Sem conhecer um ao outro eu poderia me chutar quando vejo seus olhos um pouco sem graça o brilho brincalhão desaparecendo como se nunca estivesse lá. -“Em suas palavras Drew este não é uma encontro.” Sua personalidade de olhar quase brincalhão muda em um piscar de olhos Ela de repente se guarda e se segura, e odeio isso porque sinto que não é natural que seja tão fechada. É um esforço para ela. Não natural, assim como não é natural para eu dar uma dessa, mas estou condenado se não posso parar de me importar. Mas eu deveria. -“Certo” murmuro balançando a cabeça para mim mesmo. Ela suspira e leva os poucos passos necessários para chegar até mim Seus passos são cautelosos, e meus olhos seguindo-a até que está de pé cara a cara comigo Meu coração galopando enquanto procuro desesperadamente pela luz. Eu sei que estou penetrando profundamente em seus olhos. Isso desaparece e odeio me por pressioná-la e afastando-a com a porra da minha pergunta estúpida. Ela levanta na ponta dos pés, apoiando os lábios na minha bochecha áspera. Formigamento corre pela minha pele. - “Obrigada”, ela murmura.


A terra se move e assim faz minha cabeça colando seus lábios com os meus, meus braços puxando-a para mim. Não me lembro a última vez que beijei uma mulher.Apenas a beijo porque isso é tudo que queria.Apenas a beijo sem isso levar em qualquer lugar. Eu sou gentil macio e profundo. Isto é a maldita felicidade Seu corpo está relaxando, seus seios empurrando em meu peito meus braços em torno dela. De onde vem essa compulsão? Esta necessidade de entrar nela? Ajudá-la -“Por que você está aqui Raya?” -“A coisa sem compromisso é atraente.” -"Por quê?" Ela se solta e lamento a perda de seu calor na minha pele através do meu terno. - “Eu deveria ir “diz ela calmamente. -“Você precisa de uma carona para qualquer lugar?” Outra regra quebrada, Mas que porra foda-se as regras. -“Isso é legal mas estou bem.” Doce? Fui descrito como muitas coisas mas doce não é uma dela. Que porra é essa? Eu não sou doce, pigarreio todo viril e ela sorri um pouco como se a par de minha conversa interna. Recomponho-me. -“Adeus Drew” Ela se vira e a vejo partir. Ela não olha para trás. Eu não sei se estou feliz ou arrasado.


Capítulo três Quando me sento à mesa de conferência no sábado de manhã as vozes da minha equipe é uma confusão de vozes. Minha mente porra minha mente ainda está em hux, e meu pau, porra meu pau filho da puta ainda está com as bolas profundamente enterrado dentro da Raya.Toda vez que giro meu ombro e não sinto nenhuma dor estou de volta na cama com as mãos dela em cima de mim. Eu gostei da massagem tanto quanto gostei de transar com ela. Eu não dormi muito na noite passada nem mesmo após quase finalizar uma garrafa inteira de uísque com Sam. Às vezes na vida as coisas se aproxima de você e te pega desprevenido. A cadela da mãe da minha filha fez isso. Literalmente, Coral se esgueirou para cima de mim aproveitou-se do meu estado embriagado e nove meses depois tive uma menina, Raya se infiltrou-se em mim certamente mas algo sobre ela e sua suavidade seu fascínio sem esforço baixando a minha guarda muito fácil, isso e seu ar de mistério. Qual diabos é a sua história? -“O que você acha Drew?” Minha caneta para de bater e olho para o outro lado da mesa para encontrar todo mundo olhando para mim, Eu perdi tudo. Não tenho a menor idéia do que foi discutido


-“Sim telefone.

tudo bem “ Eu me levanto e pego o meu

- “Eu tenho que pegar Georgia” Eu preciso de uma distração e minha menina é a maneira perfeita. -“Eu estarei aqui na segunda-feira.” Corro por toda a cidade animado faz apenas três dias mas parece séculos. Quando paro na casa de Coral vejo Georgia na porta olhando para mim. Seu rostinho é uma pintura e saio sorrindo do carro. -“Papai!” Ela vem corre de encontro sem sapatos,casaco apenas um laço em seu cabelo preto, a outra metade solto e voando ao redor. Eu agacho e me preparo para ela atacar rindo quando ela bate em mim. -“Ei, Pidge2” -“Oi” Seus lábios pousam na minha bochecha e seus braços me estrangulam É tudo bastante agradável a nossa reunião um arranjo feliz, mas meu contentamento afunda quando Coral passa pelo caminho seus olhos examinando cada polegada dos meus um metro e noventa centímetros quando levanto com a minha filha ao meu redor. -“Georgia você está meio vestida” repreende levando-a dos meus braços e arrastando-a de volta para a casa. Ela olha por cima do ombro 2

Tradução é pombo, mas deixei original por considerar mais meigo.


- “Entre?” Ela me pergunta. Eu puxo um sorriso - “Não, obrigado “ Prefiro caminhar pelas profundezas ardentes do inferno Coral nunca escondeu de querer conciliar. Que piada Eu não sei quantas vezes preciso dizer-lhe que não há nada para reconciliar porque não havia nenhum relacionamento em primeiro lugar. -“Oh esqueci de perguntar” Ela para e me enfrenta - “Você poderia ficar com Georgia no próximo fim de semana? Eu sei que é tecnicamente meu, mas as meninas estão saindo e é o único fim de semana que elas podem ir.” Ela é inacreditável Ela tem para si mesma quatro dias por semana mas ainda precisa fazer planos para quando deveria estar com Georgia, Não que estou incomodando. Isso significa que consegui mais tempo com a minha menina -"Sem problemas." Ela recua um pouco surpresa - “Obrigada.” Ela pensou que iria recusar Porque faria isso? Só para irritá-la? -“Não vai demorar muito papai!” Geórgia tira sua mãe para fora do caminho e vai para dentro da casa reaparecendo momentos depois com o casaco e sapatos mas ainda apenas uma laço.


-“Venha aqui gatinha” Eu me ajoelho e reúno seus cabelos remanescentes em um laço de cabelo. -“Podemos jogar basquete novamente papai?” -“Não você sempre ganha” Meu ombro começa a doer de novo apenas com a menção do jogo miserável, - “Que tal o cinema?” Eu sugiro abrindo a porta do carro Ela salta e me deixa colocar o cinto. -“Podemos assistir a Bela e A Fera?" -“Claro que podemos” Eu planto um beijo em sua testa - “E então nós vamos assistir e relaxar em casa o que você me diz?" -“Podemos fazer a nossa cobertores e travesseiros?”

tenda

secreta?

Com

-“Sim!” Eu falo todo animado. Não estou fingindo que quero. - “E tenho algo para você” Eu retiro o celular que estive esperando para dar a ela - “Agora pode me ligar quando você está com a mamãe.” Seus olhos brilhantes como pedras preciosas arregalaram se de espanto


- “Oh meu Deus, papai!” Ela o agarra de minhas mãos e imediatamente começa a brincar com os botões. -“Meu número já está armazenado” Eu aponto para a tela - “E é só para você me ligar ou enviar mensagem, ou eu ligo e envio uma mensagem para você nada mais ok?” -"OK." -“Boa menina” falo deixando um beijo em seus cabelo fecho a porta e salto na frente avistando Coral enquanto me afasto, Ela está na porta olhando para nós uma névoa de esperança desperdiçada girando em torno dela. *** Abro a porta do meu apartamento e rindo quando Georgia chega e corre como um furacão, a casa parece como lar novamente quando ela está de volta - “Eu acho que papai te alimentou com muito açúcar no cinema” digo ouvindo o barulho da porta do quarto sendo aberta e depois o grito inconfundível de molas quando ela mergulha em sua cama. Jogando minhas chaves sobre a mesa vou direto para a geladeira e pego uma cerveja procurando no meu bolso o meu celular quando vibra é do escritório. -“Andrea” cumprimento caminhando até o quarto para encontrar a Geórgia já se arrastando nos edredons de nossas duas camas.


-“Oi” Andrea diz soando um pouco exasperada - "Nós temos um problema." -“O que foi?” Eu sento em uma cadeira e tomo um gole da minha cerveja. -“Eu tive que mandar Henry para casa ele estava vomitando em todo o escritório.” Eu faço uma careta "desagradável." -“Ele deveria estar avaliando uma casa em Belgravia. Não posso cobri-lo.” Meus ombros caem - “Andrea tenho Georgia” À menção de seu nome minha filha marcha para a sala com uma pilha de travesseiros em seus braços soltando-os no meio do chão antes de voltar para os quartos. -“Eu sei e não pediria mas o vendedor já teve dois outros agentes vendo e está ansioso para coloca-lo no mercado.” Eu suspiro - “Envie-me os detalhes” Eu sou um homem de negócios e não deixo escapar negócio através de meus dedos especialmente negócios em Belgravia. -“Obrigada Drew.”


Eu desligo e vou encontrar Georgia minhas entranhas já apertadas de culpa -“Ei Pidge.” -“Papai você será minha Fera?” Ela pergunta girando no local. -“Bem você é inegavelmente Bela” Sento-me na beira da cama e a deixo subir no meu colo. - “Então acho que posso ser a sua fera” Puxo em seu laço e ela ri. -“Você é uma fera bonita.” Eu rio levantando com ela no meu colo - “Obrigado Bela” Eu franzo os meus lábios e ela cede com a quantidade de beijos que dou enquanto ando até a cozinha, -“Agora tenho uma proposta para você.” Ela se afasta seu pequeno rosto enrugando com cautela. - “Estamos apenas fingindo pai Eu não posso me casar com você.” Ela é apenas a pessoa mais fofa do mundo


- “Eu tenho que aparecer para trabalhar por uma hora, ” Me sinto arrasado quando seus ombros minúsculos caem decepção nublando seu rostinho lindo. - “Só por uma hora prometo.” -"Eu posso ir?" -“Não Pidge. Você está indo para algum lugar melhor” Eu coloco minha cerveja na geladeira. -"Onde?" -“É uma surpresa” Eu a deixo no chão e falo para ir buscar o seu casaco e sapatos.” Ela sai correndo a promessa de uma surpresa substitui a decepção com emoção Poderia estar sendo precipitado Eu nem sequer marquei, puxo a minha lista de contatos e vou direto para o Jesse. Ava responde em dois toques. - "Ei você." -“Eu preciso de um grande favor.” *** Nós chegamos à casa de Jesse meia hora mais tarde e Georgia está fora do meu carro assim que paro gritando de emoção do momento Maddie aparece na porta com uma coleção de bonecas Barbie -“Obrigado, Ava Te devo uma."


-"Sem problemas leve o tempo que precisar.” -“Onde está Jesse?” Ela aponta para o outro lado da rua e espio-o através das árvores com seu filho Jacob, jogando bola ao redor . Eu coloco as mãos em conchas em volta da boca e grito - “Falta!” Jesse olha para cima e acena tirando os seus olhos fora da bola por apenas um segundo, Um segundo é tudo o que é preciso “Gol!” Jacob puxa a camisa do Manchester United por cima da sua cabeça e começa a rodar em volta de seu pai braços no ar enquanto ele canta.Eu rio embora o meu companheiro está menos divertido. -“Até logo!” Pulo no meu carro e corro em toda a cidade para Belgravia.


Capítulo quatro Eu observo a impressionante fileira de terraços georgianos brancos com fachada de taipa na rua extravagante, meu olhar deriva através da estrada para os jardins privados que também possuem campos de tênis. É um dos melhores endereços em torno dessa região e seria uma adição incrível ao portfólio Davies Propriedade por aqui é como pó de ouro milionários esperando nos bastidores para a chance de algo chegando ao mercado. Meu charme é bom e verdadeiramente ligado. Eu subo os degraus até a porta preta brilhante com acessórios de ouro todos altamente polido como esperado, enquanto verifico o nome do fornecedor na mensagem enviada pela Andrea Rivers Sra.? Sr.? Uma batida rápida elaborada na aldrava é suficiente antes de arrumar meu terno e colocar o sorriso que preciso quando em modo de negócio. A porta se abre. E meu sorriso cai. -“Raya?” Eu dou um passo para trás assim como ela seu sorriso caindo também. -“Drew o que você está fazendo aqui?” Ela olha para esquerda e direita.


- “Estou esperando alguém.” -“Sim” Eu puxo meu cartão do meu bolso e seguro - "Eu." Compreensão clareia quando ela olha para baixo no meu cartão “Davies” Outro passo para trás. - “Você é Davies de Davies & Partners?” -“E agora você sabe o que faço para ganhar a vida.” Ela está casual em uma camiseta de seda enorme e largas calças o cabelo cheios de camadas caindo em seu rosto, E sem maquiagem Como alguém pode parecer tão absolutamente deslumbrante sem maquiagem? Ela possui este lugar? Porra nem sequer pisei no palácio georgiano ainda mas já sei que estamos falando de dezenas de milhões, eu lidei com propriedades como esta infinitas vezes mas nunca antes me senti tão intimidado. -“Você sabe se isso é muito estranho eu posso ir” Estou implorando devidamente implorando para ela dizer não, esta mulher tem estado em minha mente rastejando toda a minha pele a partir do momento em que coloquei os olhos nela, e agora minha curiosidade apenas atravessou o telhado. A oportunidade de descascar potencialmente através de algumas camadas e tentar responder a algumas das minhas perguntas incessantes é muito tentadora para resistir, para não mencionar o desejo de senti-la contra a minha pele novamente.


-“Umm ...” Ela morde o lábio claramente dividida enquanto espero ansiosamente para ela decidir. -“Está tudo bem” Balançando a caminho para mim

cabeça e abre o

-"Entre." Meu coração bate mais difícil quando entro em... Sua casa? - "Obrigado." -“Você quer uma bebida?” Sua pergunta é cheia de incertezas enquanto lidera o caminho pelo corredor até algumas escadas. -“Um pouco de água seria bom” Eu preciso de um pouco de umidade na minha boca rápido. -“A cozinha é no porão” Ela me leva até algumas escadas de madeira polida e damos um passo para a cozinha. Eu forço meus olhos longe dela para que possa fazer a varredura do espaço. - “Bonito” eu digo olhando no espaço perfeitamente tradicional, toda de madeira cerejeira e mármore escuro com portas duplas que levam até um pequeno pátio. Os holofotes brilhando do teto refletem os contadores de pedra enviando focos de luzes âmbar espalhada nas paredes creme.


Raya vai buscar um copo com água e entrega para mim. Nossos dedos se escovam nossos olhos se encontram. Choques elétricos formigam pelo meu braço. Ela engole - “Eu deveria lhe mostrar.” Isto é dolorosamente difícil - "Certo." -“Então esta é a cozinha” Ela faz um gesto ao redor e vagueia através de uma sala adjacente - “Sala de jantar e sala de estar” Três grandes sofás de couro estão colocados em forma de U em torno de uma TV pendurada na parede - “Estou aqui a maior parte do tempo.” Estou aqui a maior parte do tempo. Não nós? - “Cinco andares?” Pergunto sem me preocupar em tomar notas. Tenho certeza de que as minhas mãos não ficariam firmes de qualquer maneira, então começo mentalmente a armazenar detalhes no espaço livre da minha mente espaço que Raya não está monopolizando. -“Incluindo o porão e sótão sim” Nossos olhares se chocam e ela rapidamente olha para longe novamente. Tossindo para limpar a minha garganta e minha mente girando começando a me deixar tonto. Ela é uma terapeuta de esportes. Como diabos ela pode pagar este


lugar? Meu olhos estão em uma coleção de fotografias do outro lado, dispostas ordenadamente em um console de mesa.Meus pés estão me levando até lá antes que consiga parar minha curiosidade fora de controle. Há pelo menos uma dúzia de imagens tudo Raya em vários lugares em todo o mundo. Ela está na frente do Louvre fazendo uma cambalhota ela está em frente a Casa Branca fazendo uma parada de mão3, ela meditando em frente a um templo. Eu sorrio completamente impressionado com a beleza brilhando dela em cada imagem pela potência de sua felicidade. Em cada imagem ela está radiante se ela está olhando para a câmera ou não então meu sorriso desaparece quando vejo a fotografia final. Eu avanço sem pensar tem um casal em pé nas nuvens no topo de uma montanha Raya e um homem. Meus ombros estremecem enquanto ela passa por mim rapidamente tira a foto a colocando virada para baixo. Eu estremeço no breve contato. -“Há um ginásio por aqui uma sauna e jacuzzi” Ela segue em frente deixando-me parado ao lado do console de mesa meus olhos passam entre as costas de Raya e a imagem que eu agora não consigo ver. Minha carranca é muito profunda para esconder enquanto sigo-a por um corredor estreito emergindo em um ginásio bem equipado. -“Você trabalha fora mu...” Meu braço esbarra com o dela quando entro o calor queimando as palavras restantes da minha pergunta, eu engulo em seco dando 3

Posição de Yoga similar a plantar bananeira.


uma olhada para ela e ela não olha para mim mas está segurando o braço dela onde toquei. -“Na verdade não” Ela balança a cabeça até a outra sala - “O SPA é por ali.” Eu me forço para a porta examinando o espaço de azulejos brancos. - “Tudo conservado e funcionando?” Eu pergunto lutando para nos trazer de volta aos negócios. -“Sim” Ela vai para fora da sala girando seus pés descalços. -“Eu vou lhe mostrar os outros andares.” Como na terra vou conseguir administrar por mais quatro andares? - “Seis quartos?” Pergunto seguindo-a de volta pelo corredor e subindo as escadas da cozinha. Suas calças apertada me dá uma visão perfeita de seus tornozelos delgados em meus olhos imagino colocando eles na barra de extensão novamente. -“Sete”, ela diz sobre seu ombro. -“Todos os quartos duplos, cinco com banheiro privado. Mas, primeiro, a sala de estar e sala de jantar formal.”


Não importa o quanto tente; minha mente está muito ocupada pela Raya para prestar muita atenção na casa estou aqui para avaliar. Eu mal registro a grandeza, dificilmente absorvendo o luxo requintado que me rodeia. Há apenas Raya. Esta mulher irradia sexo. Ela é enigmática. Ela é a tentação personificada, estou em uma luta constante para não agarrá-la e beijá-la. Ou para amarrá-la para obter as informações que minha mente irritante exige. Eu não posso tirar os olhos dela. Não posso conter o fluxo constante de perguntas. Ela é como um ímã, puxando e me empurrando para longe. Meu coração está pulsando em meus ouvidos quando chegamos lá em cima, minha resistência curva um pouco cada vez que nossos olhos se encontram. Ela vai quebrar em breve. Eu posso ver uma repetição da última noite passando em seus olhos escuros, sua mente claramente não focada me dá uma visão, as mãos tremendo toda vez que ela aponta algo para fora, sua respiração ofegante quando fala comigo. Quando entramos no primeiro quarto, faço questão de ignorar a cama. No segundo quarto, faço o mesmo. No terceiro quarto, estou chorando por dentro. Por quatro quartos, eu estou começando a tremer com a resistência que estou fazendo para ignorar o fato de que estou com ela em uma casa sozinha com sete malditas camas todas gritando para eu estragar os lençóis perfeitamente arrumados. Quarto cinco eu mal fico de pé. Quarto seis simplesmente perco a cabeça, quando volto, colido com Raya e salto para fora da minha pele, sentindo o pânico começando a instalar.


- “Desculpe!” Eu digo. -“A culpa é minha.” Ela descansa a mão no meu antebraço, e um calor como nenhum outro queima minha corrente sanguínea. Nossos olhos se encontram. Meu desejo se transforma em fome- fome por ela, por um contato de pele com pele. Para entrar em sua mente. Mas tudo isso vai contra o seu pedido para permanecer sem emoção. E sei com certeza eu não preciso dessa complicação na minha vida. Meus sentimentos agora são simplesmente por causa de um pau dolorido, de uma fome deslocada para as respostas e perguntas que gostaria foder para fora dela. Eu não confio em mulheres, e definitivamente não devo confiar nesta mulher misteriosa, cautelosa. Mas se ela lutando contra a atração gravitacional está distorcendo tudo, também? Meu Deus, preciso sair. Agora. Eu começo a ir para as escadas, sentindo as paredes se fechando em torno de mim, mas quando passo pelo quarto sete, meu ritmo urgente para e eu sou atraído para dentro. O mundo deixa de girar e eu inalo, sentindo o cheiro dela em todas as superfícies do quarto. Mais uma vez, minha razão me abandona. A cama, as roupas que ela tinha na noite passada pousadas sobre as costas de uma poltrona de camurça cor de rosa, seus sapatos jogado ao lado. A dor queimando dentro de mim se amplifica, e minha cabeça apenas com a memória de cada segundo que a tinha contida a minha mercê. Mas de alguma forma, agora percebo que era inteiramente eu a sua mercê. Assim como agora. Esta mulher está mexendo algo em mim.


Eu ouço o leve amortecer de seus pés descalços no tapete creme espesso e, lentamente, lanço os olhos para o lado. Ela está olhando para mim. Me lendo. Me absorvendo. O que ela está pensando? -“Foda-se.” Eu respiro, e antes que possa repensar a minha intenção, eu a pego e a puxo contra o meu peito, forçando-a contra uma parede próxima. Nossas bocas, apenas um centímetro de distância, lutando pelo mesmo ar. Levo a mão ao rosto, eu traço a linha de sua bochecha, seu olhar penetrando no meu. Meu mundo silencia, como se neste momento o tempo congelasse enquanto você pode ver com perfeita clareza cada pequena coisa diante de você. Quando pode apreciar sua beleza e se maravilhar com os detalhes. Eu levanto os meus braços e apoio na parede em ambos os lados de sua cabeça, prendendo ela ali, meu corpo empurrando o dela um pouco mais. -“Seus olhos,” sussurro, procurando-os como ela procura o meu. -“Eles estavam vivos quando eu tinha você naquele quarto.” Isso é o que estava faltando quando a vi pela primeira vez no bar. Vida. Talvez até mesmo propósito. -“Você não quer apenas o que eu poderia te dar. Você me queria. Você me quer agora, também.” Eu não posso ignorar o brilho ofuscante em seu olhar. Eles estão vivos. Ela balança a cabeça quando respira pesadamente em meu rosto


- “Era suposto você estar fria.” -“Eu tive que fazer você esquecer?” -"Sim." -“Então eu fiz a metade do meu trabalho.” Meus olhos digitalizando o rosto dela, tomando meu tempo. -“Você pode me perdoar por falhar com a outra metade do nosso negócio?” -"Eu não sei." -"Por quê?" -“Eu estava em Hux para evitar as complicações de sentimentos. Para me perder por um tempo sem me preocupar com confiança. Eu tinha planejado ser tão fria e sem emoção como solicitei, mas não podia. Não com você. Era suposto você não ser tão incrível.” -“O sexo?” -"Não. Simplesmente incrível. Você...” Ela engole e olha para longe, me obrigando a acariciar o rosto de volta para o meu. -“Diga-me,” Eu exijo, a necessidade de ouvi-la. A confirmação necessária que eu não estava sozinho naquela sala. Que não estou sozinho nessa loucura.


-“Você se importou. Você estava sensível através da aspereza. Atencioso. Você me fez sentir como se o mundo começasse e terminasse comigo. Eu não queria nada disso. Mas gostei.” Não era algo que eu poderia conter. -“E por que você não quer nenhuma dessas coisas, Raya?” Ela balança a cabeça, os olhos sem brilho, e quero gritar de frustração. E, de repente com medo de que minha pergunta pode apagar o brilho do seu olhar completamente, empurro a minha boca na dela. É hora de ela esquecer novamente, e agora estou preparado para ajudá-la. Apenas neste momento, mas faço um juramento de silêncio para mim mesmo. Vou descobrir qual é a história dessa mulher, nem que seja última coisa que faço. Assim que nossas línguas se encontram, minha mente está perdida. Razão está perdida. Tudo está perdido. Tudo isso se desintegrando em uma brisa de ar desta mulher. Ela está rastejando pelo meu corpo num piscar de olhos, as mãos no meu cabelo, com o punho e puxando com impaciência. Meus pés nos levam a cama, urgência me cegando, necessidade pulsando em minhas veias. Eu posso ver nada, não sinto nada, exceto ela. Regras desaparecem. Sentido me abandona. Perguntas desaparecem. Ânsia me controla. E Raya está comigo cem por cento. Eu a beijo como queria fazer isso. Eu saboreio o contato de nossas bocas e encontro um novo tipo de paixão. Uma paixão que não faz parte do processo de


transar, mas parte de uma necessidade que queima que eu nunca tinha experimentado. Estar perto de uma mulher. A conexão profunda de nossas bocas, o incrível sabor dela, o duelo de nossas línguas suave e lento, mas ainda lutando. Esse beijo é tudo. Minhas mãos lutam para deixá-la nua enquanto ela retribui, nossas mãos e braços se enroscando na urgência de obter nossas roupas fora. Ela tenta levantar minha camisa sobre a minha cabeça, sem desabotoar todos os botões, e minha cabeça fica presa na camisa. -“Foda-se,” Eu amaldiçôo, puxando para os lados, os botões voando em todas as direções. Eu respiro para encontrar alguma razão, para encontrar a paciência de ficar nu, sem destruir toda a minha roupa. Mas não há nenhuma razão. Raya ri quando rasgo minha calça aberta e ela praticamente a puxa pelas minhas pernas, levando minha cueca, meias e sapatos junto. E uma vez que estamos nus, ela estende a mão para o meu pau, e com a ponta do seu polegar massageia sobre o anel de prata perfurado da cabeça. Eu engulo repetidamente, empurrando ela de volta para a cama. O pouso do seu corpo no colchão faz com que o cheiro dela paire no ar a partir da cama, batendo no meu nariz e aumentando meus sentidos. Suas pernas abertas, e caio entre as coxas, tomando sua boca. A ponta do meu pau desliza em sua entrada, e a sensação me envia à loucura, meu beijo endurece. Com uma mudança rápida de meus quadris, estou dentro dela, batendo para frente com urgência.


-“Foda-se,” lato em sua boca, rosnando através do meu gemido, caindo aos pedaços em cima dela quando seus quadris enrolam e me leva completamente. Eu sou forçado a tomar um momento, meu corpo acalma, mas minha língua continua a explorar. As longas pernas de Raya enrolam em torno de meus quadris, e ela quebra o nosso beijo, arqueando e jogando a cabeça para trás. Minha boca desliza para baixo para o seu pescoço, mordendo e sugando, desesperado por mais dela. Estou tão confortável dentro dela que até mesmo o menor dos movimentos é tão sensível quanto as mãos ocupadas acariciando minhas costas. Isto. Isto desperta algo em mim que estava desaparecido há muito tempo. Quando círculo minha língua sobre sua garganta, me preparo para o primeiro golpe, facilitando meu pau no seu calor. O gemido de Raya me força para longe de seu pescoço, meus braços joga os travesseiro para trás na procura de algo para me segurar. Estendendo a mão, coloco minhas mãos nas dela e a deixo agarrar-me com uma força inimaginável, seus dedos entrelaçados nos meus. Olhos vidrados me observam enquanto me seguro em sua abertura, lutando contra a atração magnética tentando me puxar para dentro. Ela está ofegante, sua pele impecável brilhante, os olhos soltando faíscas. -"Como isso aconteceu?" Como? Ela me enfeitiça, assim que é.


-“Pare de questionar isso.” Eu mergulho de volta em seu boceta, bêbado cego sobre ela, e ela se levanta para fora da cama, com as mãos apertando as minhas mais firme ainda. Um moer do meu quadril e a tenho gemendo. Dois eu a tenho tremendo. Três a tenho gritando para o seu teto. Selando nossas bocas, permito que a necessidade do meu corpo tome conta. Isso querendo fluir facilmente dentro e fora dela, cada retirada medida, cada avanço preciso. Cada gemido ensurdecedor. Cada beijo perdendo a minha mente. O que é esta loucura? Cada avanço é doloroso em sua intensidade, mas dói pra caralho bom. Olhos abertos, a beijo suavemente, combinando o meu ritmo meticuloso, observando seu clímax se construindo no escurecimento de seus olhos. Eu não preciso perguntar se ela está pronta. Há muitos sinais, os músculos tensos, aqueles olhos tão selvagem, sua pele molhada de suor, a força de suas mãos nas minhas, a atração do seu calor, boceta escorregadia me puxando mais e mais fundo. Eu olho para seu rosto surpreendido, mantendo o ritmo consistente, não querendo perder a visão incrível de sua libertação. - “Goze,” Eu ordeno, e ela faz, seu rosto se contorcendo de prazer quando ela grita, seu corpo tremendo contra mim violentamente. A visão só me arrasta para as profundezas do prazer como nunca tinha experimentado antes em minha vida, meu corpo rolando, meu pau crescendo, meu queixo


doendo com a tensão quando luto através do meu caminho. Eu suspiro, minha cabeça pendurada enquanto o quarto gira em torno de mim, distorcendo tudo. Tudo, exceto seu rosto. Ela está lutando para respirar, olhando para mim com admiração. - “Eu não estou à procura de um relacionamento.” As palavras dela são sólidas, e um pouco fora de hora. Eu aceno, aceitando. -"Nem eu." Ela sorri, e a visão é estonteante. -“Então, Sr. Davies, quanto a minha casa vale?” -“Eu não tenho uma porra de pista,” Eu admito. Eu avaliei nada. Só ela. Ela ri, com a cabeça jogada para trás. Seu movimento oferece um pescoço que nenhum homem poderia ignorar. Minha boca cai e beija a carne tensa, todo o caminho até o queixo, e suas mãos vem em torno de minhas costas, me puxando para baixo. Ela sustenta meu peso, e assim que estou resolvido, minha mente fora de controle tentando processar o que diabos aconteceu. A verdade é que não tenho a mínima ideia sobre isso também. Um instinto que nunca soube que tinha acaba me capturando completamente e me levando para fora do curso, e eu não sei o que isso significa. Eu fui obrigado a ser suave. Gentil. Amoroso?


De repente sinto sufocado em vez de acolhedor, com meu rosto enterrado contra o pescoço dela. Acabei de fazer amor com uma mulher? A questão me faz querer saltar para fora da cama em pânico, mas ainda não posso trazerme a perder o calor do seu corpo contra o meu. Mesmo a simples tarefa de me afastar precisa de muito força de vontade. Ela olha para mim, preocupada. -"Você está bem?" -“Sim.” Eu sorrio um pouco em uma tentativa instintiva de aliviar ela. E talvez eu também. Acho que apenas acabei de fazer amor com uma mulher. Não faço amor com mulheres. Eu não olho em seus olhos. Eu não afundo o meu nariz em sua pele e tento armazenar seu perfume. Merda, isso está ficando mais assustador a cada minuto, embora tenho o bom senso de parar tudo isso, esse sentido está sendo enterrado por algo mais forte. Mais poderoso. Ela. Em uma inspiração profunda, começo a difícil tarefa de levantar-me, recuperando minhas calças do chão e puxando para cima. Eu olho para a minha camisa quando meus dedos deslizam sobre o material, procurando os botões. Sem botões. Eu dou de ombros sobre a camisa arruinada de qualquer maneira, em seguida, encontro Raya já completamente vestida e amarrando seu cabelo. Apenas vê-la fazendo algo tão simples faz meus joelhos vacilar.


-“Eu não usei um preservativo.” Nunca, nunca, tinha tomado uma mulher sem proteção. -“Eu estou tomando pílula. E eu estou limpa, se essa é a sua próxima pergunta.” -“Não era, na verdade,” Eu admito. Minha cabeça está cheia, mas com toda a merda errada. - “Eu estava pensando em como foi incrível .” Seu sorriso é quase tímido, e me pergunto se ela percebeu o que acabou de acontecer. -“Um grande contraste com a noite passada.” Eu rio baixinho. Ela não tem idéia. - “Eu vou dar outra olhada rápida ao redor,” digo a ela, recuando. - “Provavelmente melhor ir sozinho.” Ela sorri, e me esforço para segurar o meu próprio riso. - “Encontro você na cozinha?” -“Claro.” Raya morde o lábio, mas sei que não é propositadamente sedutor. Ela não precisa tentar. Ela é apenas sexy sem esforço, e isso é apenas uma das coisas que acho tão atraente sobre ela. Bem como a sua beleza brutal e o fato de que ela encontrou sentimentos em mim que nunca soube que existia. Eu gemo sob a minha respiração e me forço para fora do quarto dela, esfregando círculos em minha testa


enquanto saio. Eu me sinto tão estressado. Pego de surpresa. Porque não acho que já gostei tanto de sexo na minha vida. Simples, sexo simples, nenhuma adicionada torção. Eu nem sabia que tinha isso em mim. Eu gasto uma boa meia hora fazendo o que realmente vim fazer aqui. Mas minha mente está constantemente em seu quarto com ela debaixo de mim. Olhando, sentindo, tocando, consumindo. Quando volto para a cozinha, Raya folheia uma revista com uma xícara de chá na mão. Tal coisa simples, mas tão fodidamente sexy. Ela sorri e coloca sua caneca para baixo, empurrando a revista a distância. -"Bem?" -“É incrível, Raya. A maioria das outras nesta linha foram convertidas em apartamentos nos últimos anos. Esta é uma das duas únicas que ainda estão em seu estado original. É uma configuração bastante perfeita para alguém que tem o dinheiro.” Ela ri aquela risada rouca, o som arrepia minha pele sensível. - “Então, é vendável?” -“Eu tenho um número de empresários em meus livros de procura por algo ao longo desse estilo.” Existe uma hipoteca sobre ela? Ela balança a cabeça, e respiro em descrença quando pego um banquinho em frente a ela.


- “Raya, percebe em quanto dinheiro você está sentada aqui”?” -“Bem, não, desde que você não me disse o quanto vale a pena.” Ela levanta as sobrancelhas bonitas e toma um gole de seu chá. Ela está sendo modesta. Eu sei que teve outros agentes aqui. Ela está ciente de exatamente quanto de um baú do tesouro está sentada . -“Trinta milhões, fácil. Eu empurro para trinta e cinco. Está em condição incrível, tudo de bom gosto, e todas as coisas importantes estão cuidadas, as janelas, parte elétrica, aquecimento, cozinha e banheiros. Alguém poderia entrar e não gastar um centavo.” A minha avaliação não é uma surpresa para ela, como sabia que não seria. -“Sua taxa?”, Ela pergunta. Eu só consigo me impedir de declarar que meus serviços seriam livres se eu puder me perder nela outra vez. -“É negociável”. -“Então, vamos negociar.” Ela aperta as mãos e inclina a cabeça. -“Faça me sua melhor oferta.” Meu sorriso machuca meu rosto. Ela é fodidamente adorável.


-“Três por cento.” Ela franze a testa. Isto é terrivelmente falso. - "Um." Eu rio. -“Eu gosto de você, Raya, mas não muito.” Isso é uma mentira descarada. -"Dois." -“Feito.” Ela oferece a mão em um sorriso. - “Foi um prazer fazer negócios com você, Sr. Davies.” Balanço a cabeça com espanto, pegando sua mão. - “Eu vou ter o contrato elaborado.” -“Ok.” Seus olhos caem nos meus lábios. E o meu para o dela. Nossas mãos ainda estão fundidas. Minha pele está derretendo, meu coração em desacordo com minha mente. Há apenas alguns pés de distância entre nossos joelhos. Em seguida, esse espaço é subitamente preenchido, quando nós lançamos fora de nossos bancos e colidimos um com o outro, corpos e bocas. Seus lábios, ainda inchado, atacando os meus com uma força que nunca conheci. Uma força desesperada. Eu a tenho na bancada num piscar de olhos, meu corpo aninhado entre as suas coxas, as mãos cobrindo o rosto. A energia crepita e acende, seus sons de gratificação


alimentando minha alma. Jesus Cristo, esta mulher poderia ser minha ruína. Poderia me fazer esquecer quem eu sou. Tudo o que sou. Eu estou alternando entre estar com medo e totalmente intrigado com isso, meus pensamentos perseguindo em círculos. Sua boca é revigorante, sua pele inebriante, o cheiro dela me fazendo super alerta. Eu estou com fome de tudo o que posso obter, enquanto ela acaricia a minha nuca, empurrando o seu peito para o meu. Eu faço uma festa com ela, sentindo, tocando, beijando. Freneticamente. Desesperadamente. Como se eu não tivesse tido ela há poucos minutos atrás. Mais uma vez estou perdido, mas as perguntas que foram girando na minha cabeça desde que conheci Raya de repente voltam com força total, e agora elas cresceram... Nesta casa, aquela fotografia maldita. Elas estão construindo um muro alto que o meu desejo está subitamente lutando para sair para trás. O homem nesse quadro. É isso que ela quer esquecer? Sou um tipo de rebote, uma forma de ajudar a distraí-la? Eu não a quero para distração. Eu quero fazê-la esquecer completamente. Quero aquele brilho em seus olhos brilhando para mim todos os dias. A auto-admissão é como um tapa na minha cara. O que está acontecendo comigo? Afasto suavemente para longe dela, eu na segurança no comprimento do braço por seus ombros, lutando para estabilizar minha respiração.


- “Eu preciso ir pegar o minha ...” Minha cabeça não é minha. Georgia é mantida bem longe desta parte da minha vida, e Raya não deve ser diferente. -“Meu amigo.” Eu posso sentir seus olhos digitalizando meu rosto, tentando me ler, e é por isso que me recuso a fazer contato visual com ela. Eu movo para trás, deixandoa sobre o balcão. -“Drew?” uma chamada suave do meu nome me obriga a olhar para cima. Mas ela não diz nada, e percebo que ela só quer ver a minha cara, talvez para tentar ler-me. Sua pequena carranca me diz que ela percebeu minha súbita cautela. - "Você está bem?" Não, não, não estou. - “Eu preciso ir.” Eu viro e vou embora, fechando o meu paletó para esconder a falta de botões da camisa. Uma vez que estou fora, bebo no ar como se fosse água em um deserto. Preocupa-me que achei tão difícil de solta ela. Preocupa-me o quão fácil achei adorá-la em vez de transar com ela. Preocupa-me o quanto perdi a racionalidade em sua presença. Preocupa-me quão curioso estou sobre a vida de Raya. Quantas perguntas tenho, e que não terei as respostas. Eu estou fodidamente preocupado.


Capítulo cinco -“Você está com um olhar de homem perturbado, Drew.” Jesse me encontra no corredor, o seu dedo afundado em um pote de manteiga de amendoim. -“Você tem alguma cerveja? Eu preciso de uma cerveja.” Passo por ele e sigo o meu caminho para a cozinha, eu mesmo vou ver na geladeira. - “Onde está Ava e as crianças?” -“No trampolim.” Ele se senta em um banquinho, me estudando como seu dedo indo e voltando do frasco para boca. Eu olho para fora da janela para o jardim, vendo quatro corpos que saltam ao redor. Satisfeito a barra está limpa, me junto ao meu companheiro, tomo um bom gole da minha cerveja. -“Algo estranho aconteceu.” Eu vou direto ao assunto. -“Estranho como?” -“Eu acho que apenas fiz amor com uma mulher.” Ele franze o cenho. - “Estamos cuidando da sua filha porque você era necessário para cumprir um compromisso de trabalho.”


-“Foi um encontro de trabalho,” Eu confirmo. -“Mas a mulher que lhe falei, aquela que conheci no clube na noite passada. Ela abriu a porta. E acabamos em seu quarto.” Jesse ri. - “Você cão sujo.” E então seu riso some. - "Espera. O que quer dizer que você acha que fez amor com ela?” -“Bem, definitivamente não apenas transei com ela.” Eu rio baixinho, sentindo-me cada vez mais em estado de choque a cada minuto. -“Ontem à noite eu peguei ela no clube. Foi bom. Então, bom pra caralho. Mas ainda era apenas uma foda.” Isso é besteira total. -“Hoje definitivamente não transei com ela.” -“Você a olhou em seus olhos?” -"Sim." -“Você sentiu arrepios em todos os lugares?” -“Deus, sim.” Eu tenho um novo ataque daqueles arrepios. -“Você perdeu toda razão?”


Eu sorrio por dentro. - “Bem, não usei um preservativo.” Silêncio. Silêncio que me deixa louco depois de apenas alguns segundos dolorosos. -“Jesse?” -“Drew ...”, ele suspira. -"O que?" -“Você acabou de fazer amor com uma mulher”, ele afirma, então matéria-de fato. - “Drew Davies acabou de fazer amor com uma mulher.” Sua risada é torturante, e a confirmação dos meus me faz sair andando pela sua cozinha. -“Jesus.” Eu respiro, meu pânico crescendo com a confirmação do que já sabia. - “Ela pediu frio e sem emoção. Eu sinto como se tivesse enganado ela”. -“Por que ela quer isso?” -“Eu não sei, e isso está me deixando louco, porque eu realmente quero.” Ele está rindo novamente, desta vez com mais força.


-Obrigado por sua ajuda, companheiro. Georgia ficou bem?” -"Bem. Eu não vou dizer a ela que o pai a trocou por outra mulher.” Eu estremeço com o próprio pensamento, a culpa começando a devorar a minha consciência. - “Esta mulher vive em uma casa no valor de pelo menos trinta milhões,” digo a ele, balançando a cabeça quando os olhos de Jesse aumentam. - “E não há nenhuma hipoteca sobre ela.” -“É realmente dela?” -“Eu verifiquei os títulos de propriedade. É dela.” Eu fiz isso no segundo que saí. -“Foda-se.” Jesse sopra sob suas bochechas. Foda-se, de fato. - “Ela é uma terapeuta de esportista.” Eu giro meu ombro, lembrando das suas mãos explorando meu corpo sutilmente. O calor. O alívio. A sensação gloriosa de sua pele na minha. Eu rio, tomando mais cerveja. -“Foi porra de uma tortura estar naquela casa com ela sozinho. Eu não podia raciocinar em linha reta, e a parte mais fodida é que não tinha vontade de pensar. Eu só queria afundar nela e apreciá-la.”


-"Condenado." Eu olho para o meu amigo. - "Hã?" -“Você está condenado, Drew.” Jesse se levanta e fecha a tampa de seu pote, andando até a geladeira e colocandoo na prateleira dentro. -“Sentindo-se louco?” -"Insano." Ele sorri, descansando de volta na bancada com seus grandes braços cruzados sobre o peito grande. Eu tenho que admitir, que considerando que está em seus quarenta e poucos anos, ele está fodidamente jovem. - “É um tipo de sentimento bom, não é? E assustador.” -“Mais assustador,” Eu admito, assim quando a Ava passa através da porta, sua respiração curta, suas bochechas rosadas. -“O que é assustador?”, Ela questiona, pegando uma garrafa de água da geladeira. Jesse aproveita e abraça ela por alguns momentos irritantes, enquanto ela se contorce em seus braços. -"Amor. O amor é assustador.” Ele envolve seus braços em volta dos ombros dela colocando ela de volta em seu peito. Eu sorrio. Seu amor é tão potente e rico hoje como era há oito anos. Era puro e devastadoramente tóxico,


invadido por desafios, mas aqui estão eles, tão fortes como sempre. E então meu sorriso cai quando registro o que Jesse só disse. - “Quem disse alguma coisa sobre o amor?” -“Espere.” Ava sai dos braços de Jesse num piscar de olhos, ignorando sua expressão ofendida e rosnado baixo. - “Quem está apaixonado?” -"Ninguém." -"Drew." Minha e resposta e a de Jesse colidem, sou eu que estou rosnando agora. - “Eu conheci alguém.” Admito, e os olhos de Ava brilham com alegria. Sou rápido para apagar esse brilho. - “Só conheci.” -“E fez amor”, Jesse fala alto, recuperando sua esposa e colocando ela de volta para onde ele quer que ela esteja. -“Drew Davies fez amor com uma mulher?” Engasga Ava. - “Preciso ligar para Kate.” Eu rolo meus olhos dramaticamente.


- “Ok, vamos deixar isso lá.” A boca de Jesse cai na bochecha de Ava. -“Ele tem toda essa coisa confusa, insana, merda acontecendo.” Ela ri. - “Ninguém faz loucuras como você, meu Senhor. Quem é ela?" Eu faço careta. Tanta coisa para isso ser esquecido. - “Raya é nome dela.” -“E ela vive em uma casa fodidamente grande avaliada legalmente em trinta milhões,” Jesse acrescenta. Há tanta coisa que ainda não sei sobre Raya. A tristeza, a casa, o homem. Mistério é incorporado em sua pele, mas ela usa isso como uma barreira para manter as pessoas longe. Quero ela tanto, e isso me apavora. -“O que você tem a perder, Drew?” Ava pergunta séria, lutando para sair dos braços de Jesse. Eu ri. O que eu tenho a perder? -"Minha mente. Além disso, é tudo sobre a Geórgia.” -“Vamos lá”, ela murmura, aproximando-se descansando os braços sobre o balcão, inclinando-se.

e


-“Estar apaixonado não vai fazer de você um pai pior, Drew. Você precisa começar a confiar. Nem todas as mulheres são tão loucas e traiçoeira como Coral”. Eu sabia. Claro, sabia disso. Mas confiar é mais fácil dizer do que fazer quando você já foi enganado. Imagine se eu realmente me importasse com Coral. O sabor amargo da traição dela ainda perdura, tão forte agora como era naquela época. Isso é o que mantém minha vida livre de relacionamento. Estou bem comigo mesmo. Eu e Georgia. Meu tempo como um pai me mantem em uma distância segura de escolhas arriscadas para relacionamentos. Além disso, Raya tem segredos, e ela claramente não deseja compartilhar. Confiança não é apenas um problema para ela. -“De qualquer forma,” Ava continua. -“Já que estamos falando de loucas, os homens podem ser, também, você sabe.” Ela lança seu olhar lentamente para Jesse. Ele hesita. - "Eu?" -“Eu vou buscar Georgia.” E com isso, ela escorrega para fora, lenta e sedutora, transformando o estado ofendido de Jesse em apreço. -“É melhor eu ir .” Deixo minha cerveja pela metade. -“Obrigado por olhar a Geórgia para mim.”


-“A qualquer hora.” Meu amigo se aproxima de mim e descansa suas mãos em meus ombros, segurando firmemente. Ele parece sério. -“Eles chamam isso de cabeça nas nuvens por uma razão.” -“Eu não estou com a cabeça nas nuvens, pelo amor de Deus. Eu estou apenas... confuso.” -“Certo.” Ele beija minha testa, muito gay. - “Merda, este é o cheiro dela em você?” Ele inala a minha pele profundamente, cantarolando de prazer. Eu não sei o que dá em mim. Eu o empurro, meu rosto fecha em desgosto. E Jesse apenas sorri. Porque ele entende.


Capítulo seis Eu geralmente sou ansioso nas segundas-feiras. Ouvindo quantas propriedades tivemos ofertas no fim de semana, a negociação ocorrida entre o vendedor e o comprador. No entanto, hoje, quando sento na frente da mesa de conferência, há apenas uma propriedade em minha mente. Ou melhor, a pessoa que a possui. -“E sobre a casa em Belgravia?” A pergunta da Andrea pausa a batida constante no meu celular sobre a mesa, bem como os meus pensamentos correndo. -“O que sobre isso?” Eu examino o meu pessoal, encontrando todos os olhos em mim enquanto se levantam da mesa, a reunião obviamente acabou. -“Bem,” a cabeça de Andrea inclina em questão. - “Será que vão estar na nossa lista? Você tem alguma noção?” -“Eu não penso assim.” Dizendo e indo embora sem maiores explicações, o que é muito diferente de mim. Mas, novamente, tenho sido muito diferente de mim todo fim de semana. Cheguei a conclusão ontem a noite que é melhor para todos se Raya contratar outro agente, e depois da maneira como nos separamos no sábado, a atmosfera estranha, eu estranho, estou certo de que ela vai. Georgia fez um trabalho muito bom de me lembrar de quem sou. Ou a maior parte de quem sou, de qualquer maneira. A


outra parte será confirmada quando eu retornar para Hux no final desta semana. Não há espaço na minha vida para mais nada. Eu busco um café na cozinha e foco nos elementos de uma nova listagem enquanto ando de volta para do escritório. -“Drew?” Andrea chama. -“O quê?” Eu baixo os papéis e tomo um gole de meu café. -“Alguém aqui quer ver você.” Ela aponta para a fachada de vidro dos nossos escritórios, onde encontro Raya de pé, seu corpo envolto em um vestido longo, preto, justo com amarras. A xícara de café congela nos meus lábios quando ela sorri, levantando a mão em um Olá nervoso. Apenas o pensamento de Andrea observando me faz movimentar. Pigarreio limpando minha garganta e enfrento a realidade. -“Senhorita Rivers.” Ela dá um passo para frente. -“Eu estava passando”, igualmente nervosa.

explica

ela,

parecendo

-“Então pensei que poderia aparecer e assinar os contratos.”


Estou surpreso, mas luto para não mostrá-lo. Saí de sua casa no sábado de uma forma bruscamente, e sei que ela detectou a minha desconfiança. O que há? -“Meu escritório.” Eu aponto o caminho, interessado em nos obter longe de nosso público antes que alguém capte a tensão. A caminhada de Raya é lenta, incerta, e seus olhos pregados em mim quando ela passa. Eu sou forçado a prender a respiração para evitar o cheiro dela. Foi em vão. Tudo de Raya Rivers está entranhado em mim, seu cheiro, a sensação persistente de seu toque, as imagens inesquecíveis dela impressas no meu cérebro. Jesse está certo. Eu estou condenado. Eu passo em direção a mesa de Andrea para dar-lhe um rápido resumo dos detalhes para incluir no contrato de Raya enquanto ela faz anotações. -“Dois por cento?”, Ela questiona quando digo a ela a taxa que fechei com Raya. - “Nossa taxa é três. Inegociável.” Eu ignoro ela e sigo Raya ao meu escritório, abrindo a porta para ela. - “Obrigada.” Ela entra, olhando ao redor. -“Sente-se.” Eu dou a volta na minha mesa e sento na minha cadeira, indo para o meu computador e agitando o


mouse pela tela para despertá-lo. Este redemoinho é exatamente como meu estômago está se sentindo. -“Sobre sábado,” Raya diz, sentando na cadeira do outro lado da minha mesa. Meu computador sinaliza com um toque o e-mail de Andrea, e silenciosamente a elogio pela sua prontidão. Eu envio direto o anexo para a impressora. - “Eu só preciso de sua assinatura em algumas coisas.” Estou em pé da cadeira rapidamente, recolhendo os contratos da impressora no armário lateral. -“Aqui.” Eu coloco as folhas junto com uma caneta. - "E aqui." Raya olha fixamente para os documentos, os documentos ainda nem sequer passados por revisão. Eu preciso dela fora do meu escritório antes de fazer algo estúpido. Como atirá-la na minha mesa. Devastá-la. Ou disparar todas as questões ainda circulando na minha cabeça para ela. Sua mão está tremendo quando ela rabisca o seu nome. -“Perfeito.” Eu arranco e grampeio as bordas de cada um, entregando-lhe um. -“Vamos precisar do nome do seu advogado.”


Ela olha para mim, e rapidamente olho para longe, condenando-me por notar essa tristeza em seus olhos e condenando-me mais quando, mais uma vez, querendo saber qual é a causa. -“Drew ...”, ela respira, ligeira irritação em sua voz. -“Acho que isso é tudo por agora.” Eu coloco minhas mãos nos bolsos para evitar tocá-la, e afasto para trás. -“Um dos meus funcionários entrará em contato.” -“Certo.” Ela lentamente levanta da cadeira, uma hesitação de seu corpo que até mesmo eu posso sentir. E o silêncio mais alto cai, um milhão de palavras que passam entre nós, nenhuma preparada para ser dita. Eu volto novamente, dando-lhe um caminho claro para a porta. - "Obrigado pela visita." Uma onda fraca de emoção flutua em seu rosto, algo que mal contém. Raiva. -“Então é isso?”, Ela pergunta. -“Bem, eu te fodi. Isso é o que você queria, certo?” Minhas palavras soam tão frias, assim como eu pretendia que fossem. Mas não estou orgulhoso. -“Você não me fodeu na minha casa, Drew.”


Desmentir isso seria tolice. Havia uma conexão bela e serena entre nós. Seria um grande insulto se eu negar isso. Mas sei que deveria. No entanto, eu não sei. Em vez disso, faço uma pergunta estúpida. - “Por que você quer me contratar?” -"Porque confio em você." Sua resposta me dá um momento de pausa, e leio nas entrelinhas. -"Você confia em mim? Para ajudá-la a esquecer de tudo o que diabos você está tentando esquecer? Sim, não posso te ajudar com isso mais.” Minhas palavras a atingem, seu pescoço recuando. - “Você sentiu alguma coisa, também.” -“Eu acho que a cena, as circunstâncias...” Aceno com uma mão no ar em desconsideração. - “Isso levou a melhor sobre mim. É claro que fez você, também.” Seu sopro ar e seu sorriso sarcástico falam por si. -"Você está certo." Eu estou? Merda, não quero estar certo. Foda-se, o que é essa dor estranha acontecendo no meu peito?


Ela inala, levando todo o ar na sala com ela. Eu não posso respirar, quando a encaro. Ela retira algo de sua bolsa e joga na minha mesa, o barulho de metal na parte superior de vidro me faz estremecer. -“Você vai precisar delas para mostrar as pessoas ao redor.” Ela anda fora do meu escritório, seu passo rápido, e a porta bate atrás dela, surpreendendo-me novamente. Enquanto eu olho para as chaves na minha mesa, juro que nunca mais vou pisar naquela caixa da tentação, nunca mais. Minha mente não é a minha própria lá. Ou em qualquer lugar ao redor Raya, na verdade.


Capítulo sete Eu tenho passado os últimos dois dias tentando expulsar Raya dos meus pensamentos. Não está funcionando. Eu a vi constantemente, imaginei ela. Não contido, mas livre para me tocar, me sentir, me explorar como nunca me permitir. E não apenas meu corpo. Ela está na minha cabeça, exigindo ser ouvida. Está ficando difícil ignorá-la, e nem mesmo o tempo dedicado pai-filha está me ajudando. Assim que eu deixo Georgia na Coral depois da escola, vou direto para Hux. Eu preciso de uma bebida. Uma forte. E eu preciso gozar, fazer uma mulher gritar para abafar o turbilhão de merda no meu cérebro. Eu estou quase entrando no salão quando os sons de prazer de uma mulher me parou na entrada do bar. Esses sons não são incomuns por aqui. Mas este perfura minha pele, me injeta com uma enxurrada de emoções, muitos dos quais não reconheço. Eu ando pelo corredor e paro em frente de uma porta fechada. O som me bate outra vez, e pego a maçaneta. Estou aliviado quando a porta se abre. E, em seguida, furioso com o que vejo. Kirk, um dos frequentadores do clube, olha para cima, seu chicote fez uma pausa a meio caminho das costas nua


de Raya. Ela está nua, pressionada com a frente contra a gaiola no canto mais distante, seus olhos cobertos com couro. Alguém mais tocando a sua pele. A dor dentro de mim é insuportável. Insuportável. Tiro meus olhos da visão dolorosa, aceno a cabeça para Kirk para ele me seguir. Seu rosto não está chateado, mais cheio de perguntas, mas antes que ele caminhe até mim, bate o chicote em todo o traseiro de Raya. Ela balança em um grito e eu estremeço, sentindo o chicotear direto no meu maldito coração. Eu o levo para fora da quarto, tentando encontrar as palavras explicar. - “Eu preciso que você a deixe em paz.” Eu apenas acabei de sair e já digo isso. Honestidade por aqui vai por um longo caminho. Alguns homens são possessivo, e a maioria dos outros homens em Hux respeita isso. Eu estou esperando Kirk respeite isso. Seus olhos estreitam um pouco. - “Ela é so sua?” -“Sim”, eu minto. É a única maneira que vou conseguir o que quero, e realmente quero que ele a deixe sozinha. -“Eu acho que você precisa deixar isso claro para Raya.” Ele se afasta. Deus, o alívio.


-“Obrigado, Kirk.” E então me sinto insano. Insano que ela está aqui, insano que ela tão facilmente se entregou a outra pessoa. E com raiva de mim mesmo, porque eu a empurrei para isso. Eu sigo de volta para o quarto, fechando a porta silenciosamente. Ela ainda está segurando a posição, mas sua respiração é tensa. Ela quer esquecer? Ela entendeu. Eu puxo minha camiseta por cima da minha cabeça e a jogo na cama, quando passo, pegando um rolo de correntes grossas dentro do gabinete. O barulho entre os elos, uma vez que se desenrola, e depois o baque quando bate no tapete, mata os sons de sua respiração. Ela está segurando a respiração. Arrastando as correntes atrás de mim, sigo em direção a ela, meu olhar faminto acompanha de cima para baixo suas costas, as palmas das minhas mãos suando. Louco como estou, ainda posso apreciar a sua beleza. Estou hiper consciente, super sensível. Pressionando o meu peito em suas costas, eu expiro, e seu corpo se derrete no meu, fogo e gelo dentro de mim em guerra. Seja frio, Drew. Ela pediu frio. As coisas só ficou distorcidas quando aqueceu. Eu garanto que sua venda está segura antes que eu vire lentamente ela para me enfrentar. Seus lábios estão perfeitamente separados, revelando a ponta rosa de sua língua. Eu coloco as correntes em cima do meu ombro para libertar as duas mãos e levá-las para o seu pescoço, circulando sua delicada carne, com as palmas das mãos. A sinto engolir contra meus dedos, a cabeça inclinada ligeiramente para cima. Eu coloco meu polegar em sua boca. Eu não vou falar quaisquer instruções; Eu não


quero me entregar, então pressiono o polegar contra a sua língua até que ela suga, cada músculo que possuo endurece. Estou tão tentado a rasgar sua venda fora e me manifestar. Mas não vou. Eu recuso. Eu sou apenas um homem aqui para distraí-la. Um homem aqui para foder afastando tudo o que está mexendo com sua felicidade. Parece que ainda posso ajudá-la com isso, afinal. Eu movo dentro em sua boca enquanto puxo meu polegar livre e suavemente beijo sua bochecha antes de morder para baixo, provocando uma respiração irregular. Mamilos duros escovam em meu peito, e suas mãos voam para cima. Eu as pego antes que elas me encontre, forçando-as de volta para baixo para os lados. -“Por favor”, ela implora. Meu pau, doendo dentro do meu jeans, está vazando. -“Shhhh,” Eu calo ela, puxando a corrente do meu ombro. Ela engasga com o toque do metal frio em sua pele. Sorrindo, cruzo o comprimento sobre o peito, a espessura, os elos de metal frio em contraste marcante contra sua pele rosa e quente. As algemas passam entre os seios pequenos, e eu a sustento, a envolvendo em torno de sua cintura, por meio de suas coxas e costas até o pescoço. Eu circulo uma vez e deixo as duas pontas cair na frente de seus pulsos. Um par de punhos segura nas extremidades, e outro par atrás dela, ligando as correntes de volta na gaiola.


Eu volto, em reverência absoluta da visão diante de mim, minha menina embrulhada em correntes. Ofegante. Desesperada. Minha. “Foda-se...” Eu respiro para mim, um tremor balançando a centro. Essas correntes poderiam estar envolvidas em torno de meu coração. Espremendo. Meus músculos desistindo de mim, caio de joelhos aos seus pés e olho para ela. Seus tornozelos estreitos, com as pernas esculpidas, sua barriga macia e seios perfeitos. E seu rosto, seus olhos escondidos. É uma grande perda, mas devo sustentar. Eu a alcanço e coloco a palma da mão em seu quadril, observando-a morder o lábio quando nossa pele se encontra. Eu passo suavemente de um lado para o outro, para frente e para trás, mais e mais. Seu instinto é tentar dobrar-se, retirar-se do meu toque. O tinindo das correntes, metal contra metal na gaiola, seguidos de um pedido desesperado de frustração. Ela não sentiu nada ainda. Eu escorrego minha mão entre as coxas e roço sua abertura encharcada. Mais tinido, mais gritos, e minha cabeça cai para trás em meus ombros, os sons só me incentivando. Um dedo dentro, arrastado por seus músculos ansiosos, e outro grito. Dois dedos, suavemente moldando-a, retirando e avançando com firmeza. Gritos mais altos.


Eu mantenho meus dedos dentro dela, trabalhando-a, construindo-a, quando subo para os meus pés e removo os meus jeans e boxers. Minha boca gravita para os seios, dividindo minha atenção entre eles de maneira uniforme, um beijo, uma sugada, uma lambida, cada um por sua vez, todos ao mesmo tempo enquanto trabalho na sua boceta em uma bagunça de excitação pulsante e molhada. Seus gritos estão girando em repetição, seu corpo em solavancos, o barulho das correntes lembrando-lhe que ela está presa. Que ela está a minha mercê. Eu abaixo outra vez, mordendo e puxando sua carne entre as correntes no meu caminho para baixo, e em seguida, lambendo meu caminho de volta para seu corpo, começando em sua boceta. Ela grita. Eu rosno. E não posso mais suportar minha própria tortura. Agarrando meu pau, meus dedos escovam os elos de metal entre suas coxas, quando eu me levanto e rosno quando tomo o primeiro o impulso para fora deste mundo. Eu fico mole contra ela, em busca de força para ir através disso. Isso vem na entrega de uma palavra. -“Drew,” ela murmura, com falta de ar. Eu chego e arranco fora sua venda, de repente desesperado para ver aqueles olhos. Os raios de luz se derramam no segundo que ela pisca e abrem para mim. Ela respira no meu rosto, suas boceta abraçando meu pau, me puxando mais profundo. Portanto, muito mais profundo. Mais profundo em seu corpo, e mais profundo em seu mundo.


Nossos olhos estão bloqueadas quando rolo meus quadris, estendendo a mão para as suas coxas e puxandoas até a minha cintura. As mãos atadas pelo gancho por cima do meu pescoço. Há tanta energia que irradia de seus olhos, eu estou convencido de que ela deve estar conectada ao sol. Intensidade, calor, cor vívida, é tudo brilhante em mim, iluminando o quarto. Iluminando-me. Eu balanço nela suavemente, consciente da gaiola de metal duro que ela está acorrentada. E com cada curso, eu suspiro. Com cada retirada, eu engulo. Nossa respiração irregular ecoa em torno de nós, impregnada de um desejo que é palpável. Apertando em torno de mim, ela deixa cair a cabeça para trás, mantendo os olhos nos meus, os braços apoiados levemente sobre os meus ombros quando nos levo para o esquecimento. É como a calmaria antes da tempestade, o centro de um tornado. Silencioso, mas ensurdecedor, calmo, mas mortal. Eu engasgo quando isso me bate, minha pele tão sensível, meus dentes rangendo para me ajudar a passar por isso. Meu esperma quente a preenche e ela endurece na minha posse, as coxas me esmagando entre elas. Ela monta as ondas de sua libertação em silêncio, rolando contra o meu corpo, o pescoço perdendo toda a energia para manter a cabeça erguida. Nossas testas se encontram a meio caminho, os nossos olhos fechando por alguns momentos sem fôlego. Minha respiração ainda falhando, eu escorrego para fora dela, incapaz de conter um silvo quando sua carne acaricia meu pau sensível. Eu a abaixo a seus pés, soltando e desemaranhando as correntes de seu corpo


enquanto ela me olha, e, em seguida, as deixo em uma pilha a seus pés. Puxo minha calça jeans e camiseta, e escorrego meus pés em meus sapatos, voltando-me para ela. Ela não moveu um músculo, seus olhos observando cada movimento meu quando me aproximo lentamente e mergulho, colocando um leve beijo no canto da boca. Então eu saio.


Capítulo oito O céu está cinza quando saio para trabalhar na sexta-feira, lançando uma sombra triste em Londres, e, apenas para minha sorte, começa a chover quando estou no meio do caminho para o estacionamento do meu escritório. Guarda-chuvas surgem em torno de mim quando disparo em uma corrida, evitando as poças e as pessoas, meu corpo instantaneamente pesa com água em meu terno que está molhado. Eu entro no escritório e solto minha pasta. - “Tempo do caralho”, murmuro, tirando o meu casaco do meus ombros. Estou encharcado, minha camisa branca está grudada em todo meu torso. -"Dia." Eu olho para cima para encontrar Andrea olhando para meu peito. Cada músculo é definido através do tecido fino da minha camisa, e embora não sou tímido com meu corpo, eu me apresso para o banheiro masculino. -“Dê-me dez minutos”, digo, fechando a porta atrás de mim. Eu vou direto para o secador de mão e virar o bico sobre meu peito, secando com ar quente. O espelho reflete de volta um rato afogado em forma de homem, seu traje


amassado, seu cabelo encharcado e caindo em todo o rosto. - “Excelente começo para o dia.” Eu desisto. Pareço um lixo, minha fachada normalmente impecável agora uma enorme vergonha. Uma vez instalado na minha mesa, olho para o meu telefone, me alertando mentalmente, não. Não chame Hux. Eu não preciso ou quero saber se Raya tem voltado lá. “Foda-se.” Eu me rendo a minha curiosidade cedendo e pego meu celular. Não há nenhuma maneira discreta de perguntar, então só vou em frente e pergunto para Cole se Raya foi lá novamente. Eu prendo a respiração na espera de sua resposta. E o ar solta quando ele me diz que não. Não, ela não tem. Eu não quero estar aliviado, mas estou aprendendo rapidamente que controlar o que quero é inútil onde Raya está em causa. -“Obrigado, Cole.” Eu desligo quando Andrea entra, parecendo alegre. -“Eu tenho uma boa notícia”, ela me diz, sentando no assento oposto. -"Bom. Coloque meu dia de volta aos trilhos“. -“The Georgian no oeste de Londres. Eu tenho garantido. Profissional jovem e solteira. Annie Ryan. Ela está procurando por meses. Acho que isso pode estar certo. Eu estou mostrando-lhe em torno de hoje mais tarde.” -“Venda Alto.”


-“Ela é uma arquiteta. Vai ter a visão que outros compradores tiveram”. -“Ainda assim, venda alto.” Ela revira os papéis em seu colo. - “Aqui estão os detalhes para o lugar da Senhorita Rivers.” Um arquivo desliza sobre a minha mesa diante de mim, mas mau olho. Enviei Andrea para tirar as fotos, dizendo a mim mesmo que precisava ficar longe. Frio e distante. -“Elas foram publicadas on-line?” olhando ocupado no meu computador.

Eu

pergunto,

-"Sim. Tivemos já algumas sessões e teremos outra está noite com um Mr. Watts. Ele tem pilhas de dinheiro e ansioso por este“. Apenas o tipo de comprador que gosto. Rápida reviravolta, pouco stress. -“Vou encontrá-lo.” As palavras me surpreendem quando elas saem da minha boca. -“Ok.” cadeira.

Andrea

não

questiona,

levantando-se

da

-"Cinco horas. Senhorita Rivers estará no trabalho então pegue as chaves.” Ela sai, acabando com a oportunidade para eu voltar atrás. Claro, poderia ir atrás de Andrea, dizer a ela que tenho uma reunião que esqueci,


mas algo me mantém na minha cadeira. Talvez eu vou obter algumas respostas às minhas perguntas. Como com quem ela está nessa fotografia. Eu realmente quero saber? Eu caio para trás e coloco minha cabeça em minhas mãos. Eu não sei. Realmente não sei, e isso está me enviando ao fundo do poço. *** Quinze minutos antes da minha reunião, me aproximo da porta da frente de Raya com cautela, embora sabendo que ela não está aqui. Eu vou direto para as escadas a área onde tinha visto suas fotos e chego a uma parada brusca quando o gabinete vem na vista. A foto dela com outro homem está desaparecida. Todas as outras imagens permanecem, mas apenas uma está desaparecida. Eu fico olhando para o espaço vazio, a mente girando com explicações possíveis. Ela está escondendo, uma precaução caso acontecesse de eu voltar e bisbilhotar, ou ela tentou se livrar dela, porque quer que a representação dele seja banida de sua vida. Eu belisco a ponta do meu nariz, tentando não pensar muito sobre isso. No entanto, quanto mais tento, mais eu falho. “Droga, Drew.” Uma batida na porta da frente oferece alívio, mesmo que apenas por um tempo. Eu faço o meu caminho no andar de cima, abrindo a porta para o meu potencial comprador. - “Drew Davies.” Eu estendo minha mão para o homem diante de mim. -"Sr. Watts?” Seu rosto está inclinado para cima, observando o exterior.


- “Sim.” Ele abaixa a cabeça, um sorriso no rosto. - “Prazer em conhecê-lo, Drew.” Sua mão na minha é sólida. -"Por favor, entre." Você sabe que um comprador é sério quando eles verificam cada canto e recanto, sente cada parede, experimenta cada aparelho e toca. Mr. Watts é sério, fazendo todas as perguntas que eu esperaria de alguém que está realmente interessado em pagar esse tipo de dinheiro. Ele percorre a casa por mais de uma hora. -“Está em condição espetacular, como você pode ver.” Passamos pelo quarto de Raya, e os meus pés vacilam em seu ritmo em direção à escada. A cama. Os lençóis. Um vestido drapeado sobre o encosto da cadeira. -“Eu só vou dar outra volta, se estiver tudo bem,” Mr. Watts diz, lançando seus olhos astutos em torno do acabamento alto da parede ele puxa uma fita métrica do bolso. -“Tomar algumas medidas.” -"Certo. Leve o seu tempo.” Eu desço as escadas, deixando ele. De volta para cozinha, sento em um banquinho e puxo meu telefone para verificar meus emails, qualquer coisa para parar de olhar ao redor, tudo para impedi minha mente de voltar para Raya. Que piada. Estou sentado na porra da sua casa, e, como eu sou uma boceta, me coloquei aqui.


-“Olá?” Sua voz flutua para das escadas, e eu pulo do meu banquinho, olhando ao redor, como o quê? Posso me esconder? Fugir? Então passos delicados e medidos, atingem os degraus de madeira. A bola do meu punho encontra a minha testa, os olhos fechados apertados. -"Drew?" -“Oi.” Respiro, abrindo meus olhos enquanto me preparo para a visão dela. Ela está carregando sacolas, seu cabelo uma bagunça molhada, sua camiseta branca encharcada. -“Chovendo novamente?” Pergunto como um idiota, meus olhos fixado no seu sutiã rosa revelado através do material molhado. Mamilos duros. Pele rosa e fria. Algumas lambidas e eu teria sua temperatura corporal de volta para onde deveria estar. Em ebulição. Ela coloca as sacolas sobre a bancada, e eu vagamente registro seu torso arqueando para frente, a mão dela passando sobre o material de sua pele. -“O comprador ainda está aqui?” -“Fazendo medições. É um bom sinal.” -“Drew!”, Ela estala, e meu olhar salta para cima de seu peito para seu rosto. Ela estreita os olhos para mim, e não posso mentir: a desaprovação dói. Eu vi cada polegada de sua pele. Isso não deveria me preocupar agora, Mas, faz me preocupar.


- “Quer que eu saia?”, Ela pergunta. Estou prestes a dizer-lhe que seria prudente quando passos pesados descem as escadas. Nós dois viramos para encontrar Mr. Watts fazendo o seu caminho de volta. Eu bato de volta a vida e puxo na minha jaqueta. -"Sr. Watts, esta é a Senhorita Rivers, a proprietária.” Eu levanto para me juntar a eles. -"Tudo feito?" Ele não responde, e leva um tempo para perceber que ele está muito ocupado olhando para Raya para me ouvir. Ou olhando para a porra dos seus peitos. A fúria infernal rasteja para dentro de mim, e a próxima coisa que sei, estou entre eles, bloqueando sua visão, protegendo-a. -“Tudo feito?” Eu repito, não rosnando, mas não muito longe disso. Ele olha para mim, e levanto as sobrancelhas com expectativa, para o inferno com o que ele pensa. Para o inferno com a venda e comissões. Meu Deus me segure. -“Sim, me desculpe.” Ele desperta de volta à vida, o bastardo sujo, e faz o caminho de volta para as escadas, eventualmente virando e saindo rapidamente. Preciso me conter para não o perseguir e socar seus olhos para fora. Eu volto minha atenção para Raya, xingando a mim mesmo, até que registro sua expressão. Ela parece furiosamente louca. -“Que diabos foi isso?”, Ela pergunta, todo nervosa.


-"O que?" -“Isso lá.” Ela aponta para mim e para o homem fugindo de sua casa. Com a falta de qualquer outra argumento vindo para mim, olho por cima do ombro, quebrando a cabeça para uma explicação sobre o meu comportamento de homem das cavernas. Não tenho nada, então vou com a verdade. -“Ele estava olhando para seus peitos.” -“E o que isso tem a ver com você?” Meus dentes rangem quando volto a encará-la. - “Foi inapropriado.” -“Não, o que você fez foi inapropriado. E, enquanto nós estamos sobre o tema de você ser inapropriado,” seu dedo se aproxima e aponta em meu rosto, fazendo minha cabeça retrair em meu pescoço. - ‘’Que diabos você estava fazendo se intrometendo entre mim e Kirk no Hux’’? Isso me deixa mais arrepiado do que o pervertido que acabou de fugiu da sua casa. "Eu? O que você estava fazendo? O que diabos você estava fazendo?” Mal contenho o meu temperamento. -“Você deixou claro que não podia me ajudar mais. Só me fodeu, lembre-se.” Ela usa as minhas palavras contra


mim, uma arma que diria que iria direto a excitação abaixo da cintura, se não fizesse de mim um hipócrita. - “Portanto, não entre na minha vida e na minha casa marcando presença ao redor como se tivesse algum direito sobre mim.” Eu me encolho. Touche. Bem, isso certamente me colocou no meu lugar. -“Não haverá mais compradores”, murmuro, soando tão envergonhado como me sinto. Raya irritada é uma coisa e tanto. Ela pega as sacolas do balcão, e elas caem ao lado dela. É uma espécie de como minhas entranhas se sentem, tudo afundando rapidamente. Ela está louca comigo. Eu não gosto disso. - “É melhor esperar que sim, Drew. E talvez seja melhor não ser o único a mostrar-lhes ao redor.” -“Qualquer um pensaria que você está desesperada para vender.” -"Eu estou." -“Por quê?” Eu exijo incapaz de parar. - “Explique, Raya. Esta casa, a tristeza constante no fundo de seus olhos. Eu quero saber. Explique-me.” Ela recua um pouco, passando de lívida para cautelosa num piscar de olhos.


- “Eu não te devo explicações. Não devo nada a você.” Ela se vira e volta a subir as escadas, sem olhar para trás. -“Não preciso de nada de você ou qualquer outro homem. Vocês são todos malditamente iguais.” Algo primal e possessivo vem sobre mim, algo muito além da minha capacidade de controlar. Não que eu tente. Eu corro atrás dela, pegando-a no meio da escada. Ela se vira, assustada, e cai em sua bunda alguns passos acima de mim. Eu olho para ela, direto com minha cara séria. -“Não me diga que sou igual a todos. Você recebeu esses sentimentos insanos com alguém?” Ela não responde, o rosto desafiante, sua mandíbula apertada. Coloco as mãos embaixo da sua saia levantando até as coxas. - “Você vai me parar?” -“Foda-se, Drew”, ela respira, já com falta de ar. Ela está louca com ela mesma. Bem-vinda a porra clube. Eu rio e puxo a calcinha para baixo, e minha boca está sobre ela em um piscar de olhos - lambendo, rodando, beijando e mordiscando. Eu mergulho minha língua, mordo os seus lábios, cavo meus dedos na carne úmida entre as coxas. Seus gemidos enchem minha cabeça,


enchem toda a maldita casa. Dou-lhe nenhum espaço para respirar. Eu não dou a ela um segundo de trégua. Eu sou um homem em uma missão, embora o que é essa missão, não tem ideia do caralho. A casa inteira balança com o poder de seu orgasmo, seu grito interminável, ela se sacode violentamente. Eu engulo tudo, saboreando o seu o sabor. Jesus, como achei que não poderia fazer isso? O sabor dela, a sensação dela, a vida correndo através de mim. A satisfação de saber que fiz gozar. Seus olhos castanhos olham para baixo para onde o meu rosto ainda está aninhado entre suas coxas, e sua mão se estende para o meu cabelo, puxando. Com sua ordem silenciosa, eu me arrasto até o seu corpo até que estou alinhado contra ela. -“Você me deve alguma coisa,” sussurro, beijando o canto da boca. Um processo lento, pausas, sorriso preguiçoso. - "O que?" -“Um orgasmo.” Estamos sorridentes e risadas baixas, tentando beijar e sorrir ao mesmo tempo. -“E uma massagem também.” Giro meu ombro, estremecendo enquanto me empurro para cima e a ajudo a se levantar, arrumando sua saia. -“Obrigada.” Ela desce as escadas, olhos flertando com os meus quando passa, e vai buscar um copo com água.


Eu a sigo para baixo. -“Quem está naquela foto com você?” Com a taça em seus lábios, ela olha para mim. -“Você percebeu que está faltando, então?” Eu dou de ombros. -“Você foi muito rápida para perceber.” Tristeza. Uma terrível tristeza toma todo o seu rosto e mancha o seu brilho. Mancha o meu humor, bem como a dela. Foda-se, estão lá as lágrimas borbulhando em seus olhos? - “Eu sei o que você está pensando”, diz ela calmamente. -“Deus, então talvez você possa me ajudar, porque não sei o que pensar.” -“Por que você se importa?”, Ela me olha com cuidado, avaliando. Eu não sei por que me importo, mas parece que faço. Então, simplesmente dou de ombros sem jeito. Com minha cabeça em tal emaranhado, não tenho muita esperança de explicar a Raya. -“Você acha que é um ex”, ela afirma. -"Não é?"


Ela balança a cabeça. -“Há um ex. Dean. Nós nos separamos há quatro semanas depois que o peguei na cama com alguém.” Uma única lágrima desliza para baixo em sua bochecha. Bem maldita. -“Sinto muito.” O que mais eu posso dizer? -“Não sinta. Ele não chegou nem na metade, foi mais profundo ter perdido o meu avô no dia anterior“. Eu recuo, em algum lugar entre o choque e desgosto. Raya respira fundo e caminha até o armário onde a imagem ficava. Ela puxa para abrir a gaveta e pega o quadro, olhando para ele em silêncio. Sua tristeza satura o ar ao nosso redor. Eu posso sentir isso, grosso e pesado. Cristo, não posso sequer começar a imaginar a sua mágoa e raiva. Maldita porra de ex. Eu quero cortar suas bolas, o idiota insensível. Eu caminho, chegando por atrás dela. O instinto é a única explicação que tenho para quando coloco meu rosto em seu pescoço. Eu olho para a foto, vendo o braço de Raya caído sobre os ombros de um homem de cabelos grisalhos, seu rosto irradiando a mesma luz que vi nela algumas vezes. Mas agora ele se foi, e levou o espírito de Raya com ele.


-“Eu sinto muita falta dele.” Sua voz falha, e seus ombros começar a saltar, a dor dominando em seu corpo pequeno. -“Merda.” A pego em meus braços e a abraço, o desejo muito forte, a necessidade esmagadora. Quando ela se aconchega, não apenas porque precisa, mas porque quer, eu aperto meu abraço com ela, descansando meus lábios na parte de trás de sua cabeça, fechando os olhos e respirando-a para mim, apenas segurando-a enquanto ela soluça. -“Sinto muito.” Ela funga e se afasta, baixando a cabeça, como se tivesse vergonha. -“Não se desculpe.” Afastando-me, ela focaliza sua atenção na imagem dela e de seu avô. - “Agora tudo que me resta é uma casa enorme que ele me deixou e o meu ex de repente me quer de volta.”. Meus lábios franzem. Ele pode pensar novamente. Eu me aproximo por atrás dela, colocando meus braços em torno dos seus ombros, me junto a ela para olhar a fotografia. -“Você tem seus olhos”, eu digo, vendo o entusiasmo pela vida deste velho homem -algo que gostaria de poder ver mais em Raya. Ela balança a cabeça.


-“Ele era tão sábio. Parecia ter a resposta para tudo, sabe? Me disse para não confiar no meu ex, mas não o ouvi.” Ela funga um pouco. - “Ele me disse que ele iria quebrar meu coração, e estava certo. Não vou desapontá-lo novamente.” -“Frio e sem emoção”, murmuro, tudo se encaixando. Isso explica tanto. -“Hux é a solução perfeita.” -“Você está mantendo isso para a vida? Sem namoro, Sem confiança?” Minhas perguntas me faz um hipócrita, mas, Deus, isso parece um desperdício. -"Me serve. Um meio de fuga da vida real. E não existem áreas cinzentas, certo? Sem risco de cair de uma grande altura se quebrando.” Ela se vira para mim, e recuo um pouco. Estou recebendo uma dor de cabeça. - "Certo." -“E você vai lá, também, então suponho que não quer qualquer área cinza em sua vida também.” Quando isso se tornou sobre mim? Rapidamente percebo que não é sobre mim. É ainda sobre Raya, Raya e sua necessidade de segurança que não vou transformar isso em algo mais do que sexo. É tarde demais? Eu limpo minha garganta.


-"Sim." Ela balança a cabeça afirmativamente. Eu odeio como resoluta ela parece. -“E seus pais?”, Pergunto. -“Minha mãe morreu ao dar a luz a mim. Meu pai se matou logo após.” -“Puta que pariu.” Não posso manter minha descrença de volta. Meu coração se parte por ela. Quem a segurou antes de mim? Quem a confortou e limpou as lágrimas? Ninguém. Porque não há ninguém em sua vida agora, este pensamento é agonizante para mim. Só de saber que está sozinha. Ela quer esquecer. Esquecer que não tem ninguém. Esquecer todas as suas perdas, apenas por um tempo, porque não há nada que possa fazer para esquecêlos completamente. E seu ex? Que tipo de idiota é ele? Eu caio em um torpor, analisando cada pedaço de informação que ela descarregou. Seus níveis de confiança estão no fundo do poço compreensivelmente. Ela está no fundo do poço. -“Meu avô dedicou sua vida a me levantar”, ela respira, sua voz trêmula. - “Me deu tudo que poderia sonhar. Eu nunca imaginei estar sem ele, e honestamente não sei como é. Um dia era brilhante como um botão, como sempre foi, rindo e brincando, e no próximo ele se foi. Um acidente vascular cerebral forte. Bem desse jeito." Ela estremece.


- “Por que você está vendendo a casa, Raya?” -“Ele explicitamente solicitou que vender a casa era sua vontade e usar o dinheiro para seguir os meus sonhos.” Ela sorri para a foto, embora sua expressão seja de magoa , é um enorme esforço. - “Eu não poderia viver aqui sozinha, não vendo o vovô em todo lugar que olho.” -“Então, onde estão os seus sonhos, Raya?” -“Estou me mudando para a Austrália.” Sua declaração é como um punhal mergulhando no meu lado. - “Austrália.” Eu mal posso passar a palavra. O outro lado do mundo? -"Por quê?" -“Vovô adorava lá.” Suas palavras suaves confirmam os meus medos. “Ele viveu lá até que meus pais morreram. Mudou de volta por minha causa. Nós fomos lá todos os anos no verão, quando era uma criança. Agora estou levando suas cinzas de volta para onde ele sempre quis estar. Preciso sair daqui. Eu preciso de um novo começo.” Eu exalo, soltando ela, com medo de que esteja sentindo a minha instabilidade. Tudo isso me chocou, mas a notícia de que está deixando a Inglaterra me abalou


profundamente. E não gosto disso. Em absoluto. Nada disso, as notícias ou minhas reações a notícia. Jesus, Hux era uma fuga para ela tudo bem, mas só até que ela pudesse realmente escapar. Como deixar a porra do país. -“Quando você está saindo?” Não. Realmente não quero ir para lá. -“Assim que vender este lugar.” Eu exalo, sentindo como se apenas fui atingido por um raio. - “Certo”, murmuro. Então ela não estava brava porque eu tinha agido como um homem das cavernas, mas porque se esse comprador desistir, atraso seus planos de partir. -“Vou viajar em primeiro lugar.” Ela sorri, parecendo estar recordando. - “Vovô levou-me a tantos lugares, e vou revisitar todos eles com suas cinzas, como se ele fosse junto para o passeio. Então vou para a Austrália espalhar os suas cinzas.” Raya coloca a imagem no aparador e amarra o cabelo em rabo de cavalo, deslocando quando atravessa para o frigorífico, aparentemente sem saber que estou aqui em tumulto. Ela recolhe uma garrafa de vinho, em seguida, um copo do armário. -“Espero que você não se importe.”


-“Claro que não.” Eu poderia tomar uma bebida . -"Quer um pouco?" -“Não.” Isso seria estúpido. Palavras, muitas palavras, palavras que são uma confusão total na minha cabeça, estão girando em torno. Eu não deveria adicionar álcool a mistura. Aqui não. -“Eu realmente deveria ir.” começo saindo da cozinha. -“Eu vou, hum... entrar quaisquer compradores.”

em

contato

com

mais

-“Você não pode assustá-los novamente, por favor?” -“Não, não gostaria de atrasar seus planos de deixar o país.” Eu franzo o cenho. -“Bom”, ela diz calmamente, tomando um gole de vinho. -“Não há nada aqui para mim.” E se houver? Dirijo-me, perturbado por minha pergunta privada, e deixo Raya, as paredes se fechando em torno de mim. Assim que estou fora, respiro tomando algum sentido, tento endireitar minha mente enquanto ando com as pernas trêmulas para o meu carro. Foda-me, sinto como se tivesse fisicamente sem fôlego.


Capítulo nove “A Austrália?” Sam tagarela depois que passei meia hora dando-lhes todos os detalhes. Ele balança a cabeça, como se achasse que fosse agradável, e bebe sua cerveja. - “É um lugar incrível para viver.” Jesse bate no joelho de Sam, que, por sua vez, solta o gargalo da garrafa de seus lábios, fazendo cerveja escorrer em seu queixo. -“O quê?”, Ele questiona. Os olhos de Jesse rolam drasticamente, seu peito uma grande expansão sob a camisa Ralph Lauren em uma inalação. - “Você praticamente atropelou o cara.” Ele me brinda com seu copo. - “Isso é uma porra de uma enorme bandeira vermelha, companheiro.” Olho para minha garrafa melancolicamente. - “Ele era um pau.” Sam e Jesse riem. -“Estou contente por vocês dois estarem encontrando um divertimento nisso.Eu estou, porra, em pedaços aqui.”


A palma da mão de Sam pousa no meu ombro bom. -“Isso acontece com o melhor de nós, meu homem. Tenho feridas das batalhas, porra, dos jogos de gato e rato com Kate quando nós estávamos jogando, e o pior de tudo que nem percebi que era a porra de um jogo. As mulheres fazem isso. Fazem você perder o seu sentido e perspectiva.” Eu não posso acreditar que estou tomando conselhos sobre mulheres destes dois idiotas. Eles são o pior exemplo de como obter a mulher que você quer. Mas uma coisa é certa: já tenho ferimentos de batalha. Algumas delas visíveis. Alguns deles não tanto. Eu esfrego minha testa, tentando conter a dor de cabeça crescente. Eu sinto que estou em uma encruzilhada em minha vida. Meu próximo passo é crucial. Não seria tão ruim se soubesse exatamente onde quero estar. Fiz quarenta este ano, e estava contente com tudo o que sou, o que tenho, onde estava indo, até que uma jovem intrigante aparecer no Hux e levou tudo isso a merda. A única mulher na minha vida para me fazer parar e pensar por um momento. Pensar em tudo. Analisar tudo. Maldita. Eu poderia pedir-lhe para não ir, simples como isso. Só que não é tão simples. O que isso significa? Compromisso da minha parte? Eu rio com a ideia. Eu não posso dar isso a ela. A única mulher que já fui comprometido, tem sete anos e usa tranças. Pedindo Raya para ficar significaria contar a ela sobre a Geórgia. E apresentar Geórgia para uma mulher está fora de questão, a menos que a mulher tenha a garantia de estar na minha vida para sempre, e isso nunca é garantido. Além disso,


isso é assumir para Raya que gostaria de conhecê-la. Ela poderia correr para as montanhas com a notícia que tenho uma filha. Raya tem vinte e quatro anos. Estou nos meus quarenta. Eu rio em voz alta, provocando olhares peculiares de Jesse e Sam. O que estou pensando? Por que estou mesmo desperdiçando o tempo em jogar este conflito na minha cabeça? Raya deixará o país, e ela parece bastante contente com isso. Enfim, a minha vida pessoal não tem espaço para qualquer mulher exceto Georgia. De volta à realidade. -“Ei, rapazes.” Kate passa para o bar, o cabelo vermelho vibrante em um rabo de cavalo baixo sobre um ombro. Ela tem uma mancha habitual de glacê em sua bochecha que Sam faz o trabalho rápido de lamber quando ela se senta em seu colo. -“Eu preciso de sua ajuda para entregar um bolo”, ela diz a ele, tomando a cerveja de sua mão e colocando-a no bar. -“O que ganho em troca?” Ele sorri, e Kate se aproxima, sussurrando algo em seu ouvido. Em seguida, ela tropeça de seu colo, rindo quando ele erguer-se e declara sua partida. - “Adoraria parar e continuar com a sessão de terapia, mas tive uma oferta melhor.” Aproveitando a mão de Kate, puxando-a com ele, transporta-a para fora do bar. -“Sessão de terapia?” Eu digo virando, voltando meu olhar mal-humorado para Jesse quando ele ri.


-“O que é, porra, tão engraçado?” -“Nada, Drew. Absolutamente nada.” Ele pega um texto em seu telefone, e o brilho em seus olhos verdes, o brilho que está sempre lá desde que conheceu sua esposa, reflete fora da tela. -“Ava?” -“Ava”, ele suspira, digitando uma resposta rápida. - “Seus pais estão levando as crianças para passear este fim de semana.” Suas sobrancelhas erguem descaradamente, sem dúvida, fazendo planos para o tempo sozinho, ele vai ficar com o amor de sua vida. Pela primeira vez que me lembro, estou com inveja do contentamento dos meus amigos. Ambos Jesse e Sam ainda estão de cabeça para baixo , oito anos mais tarde. Sinceramente, nunca pensei que iria encontrar mulheres que poderiam lidar com eles. E agora sou apenas eu. Isso nunca me incomodou até agora. -“Ela é muito jovem para mim de qualquer maneira.” Digo para mim mesmo. - “E a Geórgia é a minha prioridade. Não há espaço na minha vida para muito mais.” Jesse sorri para si mesmo com conhecimento de causa.


-“Você poderia deixar Hux para trás, porque estou muito certo de que isso iria deixar um espaço a ser preenchido.” -“Eu gosto disso, no entanto. É fácil. compromisso. Não há expectativas. Sem drama.”

Sem

-“Sim, porque sua vida não é uma novela agora, seu idiota.” Eu zombo. Isso em breve será resolvido. Raya vai embora quando a casa for vendida e minha vida vai voltar ao normal. Todas essas coisas estranhas acontecendo na minha cabeça. Todos esses sentimentos estranhos. Partirá. -“De qualquer forma, seu filho da puta.” Jesse desliza para fora do seu banco e dá um tapa em minhas costas. - “Eu tenho que chegar em casa para minha linda esposa.” Ele caminha para fora, e meu telefone toca. Eu suspiro, respondendo Andrea. Ela parece animada. - “A senhora, Annie Ryan, a mulher que viu a ruínas georgiana em West London. Lembra?" -"Sim." -“Ela adorou”, ela declara feliz. -“Oferta foi colocada na mesa e aceita.”


-"Isso é ótimo." -“E nós temos uma oferta sobre o lugar da Raya Rivers.” Meu aperto aumenta no copo no bar. - "Isso é bom." -“Oferta completa, também.” -“Só isso?” A faca que foi presa no meu lado desde que parti da casa de Raya. Torce asperamente. -“Você enviou a oferta a Senhorita Rivers?” -"Imediatamente." -“E ela aceitou?” -“Bem, é claro.” Andrea ri, e com razão, já que é uma pergunta tola. E a faca não apenas torce; a filha da puta mergulha mais fundo. - “O advogado já está cuidando de tudo. Pesquisas organizadas e contrato sendo feito.” Como alerta. Qualquer um pensaria que ela está desesperada para sair. -"Ótimo. Estou no meu caminho de volta.” Eu desligo, termino a minha cerveja, e me arrasto para fora do bar antes de me afogar em álcool. A caminhada das poucas


ruas é longa, minhas pernas pesadas, minhas mãos profundamente nos bolsos. Até o momento que chego lá, Andrea está preparando para sair, e o resto do escritório vazio.

se

-“Você está bem?”, Ela pergunta quando puxa o casaco. -“Tudo bem.” Eu sorrio secamente, a minha maneira de dizer a ela que é minha empregada, não a minha terapeuta, e a conduzo para fora. - “Vejo você amanhã.” Eu fecho a porta entre nós, em seguida, fecho os olhos e saboreio o silêncio. Eu caio para um assento e afundo minha cabeça em minhas mãos. Não pense. Não pense. Não pense sobre ela, Drew. -"Olá?" Eu olho para cima e encontro uma jovem mulher na porta, carregada com arquivos e uma case de laptop, uma bolsa de couro desleixada, pendurada em seu ombro. -"Posso ajudar?" Seus olhos verdes percebem a minha forma caída enquanto ela sopra o cabelo escuro de seu rosto. - “Eu estou aqui para deixar alguns papéis para Andrea. Meu nome é Annie Ryan”. -“Você comprou o apartamento georgiano, certo?”


Seus olhos brilham com entusiasmo. -“É isso mesmo”. Ela mantém alguns papéis. -“Andrea queria-me aqui para assinar estes.” -“Eu posso levá-los.” Me arrasto com muito esforço e aceito o envelope. -“Posso ter uma cópia?” -“Claro.” Eu aponto para o assento macio perto da porta. -"Sente-se." -“Obrigado.” Sua bolsa derrama sobre o assento, a bunda dela caindo logo depois. -“Eu não parei hoje.” Eu sorrio, pequeno e apertado, e faço o meu caminho para a copiadora. Eu não parei também. Emburrado. Eu defino os papéis sobre o vidro e pressiono alguns botões, descansando minhas mãos no lado da máquina enquanto ela faz o seu trabalho, caindo em pensamento. Austrália. Austrália porra. Ela não tem ninguém e está se mudando para a Austrália. Eu franzo a boca para mim mesmo. -“Eu acho que eles estão feitos.”


Olhando por cima do meu ombro, vejo Annie Ryan apontando para a máquina. -“Oh, certo.” Eu puxo os papéis da bandeja e entregolhe uma cópia. -“Você está bem?”, Ela pergunta, pegando a papelada. Eu olho para ela, e não tenho idéia de onde vem isso, nenhuma idéia em tudo, mas de repente estou falando e não tem nada a ver com a propriedade. Ela só tem um rosto acolhedor, simpático, que está sendo convidativa para pergunta. -“Você é uma mulher, certo?” Sua careta é profunda. - "Sim, acho que sim." -“Se você tivesse planos de se mudar para fora do país e conhecesse um homem antes de sair, o que você diria se ele lhe pedisse para não ir?” A próxima coisa estou sentado ao lado dela, ficando confortável. Annie ri, parecendo um pouco desconfortável. - “Eu provavelmente não sou a melhor pessoa para perguntar. Realmente não tenho relacionamentos.” Eu me retraio, surpreendido. Ela é uma mulher bonita, e pelo que sei ela é inteligente, também. Trabalha, independente, ambiciosa, impulsionada.


- “Então você nunca teve essa faísca que todas essas pessoas falam?” -“Nem mesmo um chiado.” Ela diz, recolhendo suas coisas juntas, sorrindo enquanto faz. -“Mas parece que você tem.” Eu rio baixinho, juntando-me a ela. Que diabos estou fazendo? Eu perdi completamente a minha mente. -“Eu sinto muito.” A pobre mulher só veio pegar alguns papéis. -“Aposto que você está feliz que terminou.” -“Desculpe se não posso ser mais útil.” Tomando a maçaneta da porta, ela faz uma pausa por um momento, e então olha por cima do ombro. -“Eu acho que, se alguma vez tivesse essa faísca, teria seguido meu coração.” -“E se você não tem um coração?” Ela ri, os olhos brilhando. “Você deve ter um coração, ou não estaria em tal confusão.” De repente me sinto como um total idiota. -“Eu estou perguntando por um amigo, é claro.”


-“Claro.” Ela sorri com conhecimento de causa. -“Foi bom conhecê-la, Annie. Vamos atualizada sobre o progresso da venda“.

mantê-la

-"Obrigada. Espero que seu amigo resolva seu pequeno dilema“. Pequeno? Eu zombo no meu interior. Eu vejo a Annie Ryan fechar a porta, olhando ao redor do espaço vazio a frente do escritório . Eu deveria me controlar. Próxima coisa que sei, vou deixar Georgia me colocar em um de seus trajes de princesa. Eu balanço minha cabeça confusa, vou para o meu escritório, mas mal coloco um pé na frente do outro, quando uma batida na porta atrás de mim me para. Eu franzo a testa, voltando-me para a porta... E congelo. Raya olha para mim através do vidro, com o rosto tão simples quanto poderia ser. Ar infla meus pulmões, a visão dela instiga arrepios em toda a minha pele. Apenas a visão dela. Eu não a ouvi, ou toquei nela. Mas quero. Eu não deveria, mas quero. Pequeno dilema? Isto é cômico. Eu sei as razões para sua tristeza agora; minhas perguntas foram respondidas, mas meu desejo por ela não mudou. Por um longo tempo, apenas olhamos através do vidro um para o outro. Se abrir esta porta, sei o que vai acontecer. Sei que não serei capaz de resistir a ela tão perto. Ela veio me procurar. O que?Quer, um presente de despedida? Uma boa foda antes que desapareça fora em


suas viagens e, em seguida, faça uma nova vida para si na Austrália? Caindo ainda mais sob seu feitiço seria monumentalmente estúpido. Degustar algo, uma pessoa favorita, sabendo que nunca vou ter mais? De jeito nenhum. Então por que chego para destrancar e puxar a porta aberta? É além de mim, e agora não há nada entre nós. Sem proteção. Nenhuma barreira. - “O que você quer, Raya?” Ela dá um passo em direção a mim timidamente, como se estivesse questionando o que está fazendo. E quando ela me atinge, seu peito pressionado no meu, olha para mim. - “Eu não sei.” Seus olhos são selvagens e inseguros. -“Mas sei que cada vez que estamos perto, de repente, as coisas são cinza. Eu não posso entender você. Você é quente e frio. Eu sei o que tenho medo , mas o que você tem medo, Drew?” -“Você.” Minha boca está nela antes que possa pensar melhor, e a tenho erguida dos seus pés antes da minha língua violar a costura em seus lábios. Devemos falar, mas esta é a única coisa que sei como dizer agora, e quando seus braços estão em volta dos meus ombros, a boca abrindo-se, convidando-me, sei que ela está bem com isso. Eu sei que ela entende. Com um braço em volta da sua cintura segurando-a para mim e pego na sua nuca, ando para o meu escritório,


meu beijo profundo, meu sangue correndo, meu coração saltando fora do meu peito. Eu a coloco sobre seus pés e levanto a bainha de seu vestido, puxando-o sobre a cabeça, perdendo os lábios por apenas um segundo no processo. E perco os botões de outra camisa quando ela a arranca abrindo, as mãos imediatamente encontram a minha pele abaixo. Meus passos para frente a incentiva a seguir, nosso beijo se aprofunda enquanto ela desata minhas calças e eu empurro sua calcinha para baixo em suas coxas. Estamos em todo o lugar, o desespero recebendo o melhor de nós, uma confusão de línguas, mãos e corpos. Eu puxo um pouco de força do nada, seguro as suas mãos e quebro o nosso beijo, respirando pesadamente. Seus olhos castanhos inseguros logo levam-me a começar a livrar-me do resto das minhas roupas, tudo sob o seu olhar vigilante. Até que estou despido. -“Isso não deveria acontecer”, ela sussurra. -“Sim, deveria,” Eu me oponho, a pegando e levando para minha cadeira. -“O que mais você acha que aconteceria se viesse aqui, Raya?” Eu sento e a puxo para o meu colo. -"Eu não sei. Talvez você me envolver em correntes e ser todo frio comigo”. Eu não posso ajudar. Eu sorrio. Eu poderia tê-la envolvida em correntes, mas não havia nada frio sobre isso.


-“Não pense que não vou fazer isso com você novamente. Levanta.” Ela se levanta de joelhos, olhando para baixo entre nós quando seguro meu pau, que atualmente é duro como ferro, e oriento para o sua boceta com fome. - “Mas agora estou indo só fazer amor com você.” Ela afunda, tomando ambas as nossas respirações no processo. Meu lamento é carnal, seu suspiro é pacífico. Os olhos fixos em mim, ela coloca as palmas das mãos em meu peitoral e rola seus quadris, sugando um golpe afiado de ar quando faz. Minha cabeça cai para trás, mas a mantenho em vista, levado pelo desejo em seu rosto, os seios começam a balançar quando ela trabalha o seu ritmo. Eu levanto minhas mãos sobre minha cabeça e pego a parte de trás da cadeira, deixando o prazer me reclamar. A Deixo me reclamar. Seu ritmo trabalha devagar, porém de forma constante. Então maldita perfeição. Meu coração está combinando com seu ritmo perfeitamente, também, consistente e forte. Ela abaixa para mim, pronta para me beijar, mas para quando balanço a cabeça. - “Deixe-me olhar para você.” A visão é muito surpreendente para desistir, mesmo para sua boca. Eu alcanço a borda, meus quadris começam a empurrar para cima, para ela, e sua respiração gagueja suas mãos começando a arranhar a minha carne. -“Aqui”, sussurro, observando a cabeça cair pesada, rolando em seu pescoço.


- “Aí está.” A corrida de sangue chicoteia através de mim, e me preparo para o clímax. Sua exalação irregular sinaliza seu clímax, e deixo meu próprio orgasmo rasgar através de mim selvagemente, olhando para Raya enquanto nós lutamos com o prazer. Ela engasga, caindo em meu peito, a fusão natural de seu corpo nu com o meu apenas porra perfeito. Eu descanso minha boca em seu pescoço e circulo os braços em volta dos seus ombros, expirando profundamente quando ela suspira e se enterra mais fundo em mim. É bom. Tão malditamente bom. -“Fique sabendo que você é alguém que não estava no meu plano, Drew”, ela murmura, tranquila e hesitante. -“Especialmente um homem mais velho que gosta de envolver as mulheres em correntes. Você deveria ser frio e sem emoção.” -“Eu tentei,” Admito. Mas Raya tem um poder sobre mim que está ditando uma guerra entre minha cabeça sensata e meu coração fechado. - “E assim como você”, eu indico. - “Parece que ambos falhamos. Por que você acha que é assim?” -“Você sempre encontra procurando por isso.”

algo

quando

não

está


Ela não está errada. Eu acaricio ela pelo pescoço, puxando seu rosto para o meu. Preparo a minha cabeça, vendo quão incrível é o brilho em seus olhos. Só que desta vez não é forçado. Está se apegando a mim? Jesus, um homem pode ser feliz e assustado ao mesmo tempo? - “Você está se movendo para o outro lado do mundo, Raya.” Eu vejo confusão passando nos olhos lacrimejantes. Uma luta que posso entender. -"Eu sei. E estou louca para questionar minha decisão.” -“Por quê?” Eu pergunto, tentando ganhar algum tempo enquanto urgentemente organizo um pouco da merda na minha cabeça. -“Porque se você não tem ninguém, não pode perder ninguém.” Eu caio onde me sento, minha cabeça prestes a explodir. Ela poderia ter mais medo do que eu. E não sei o que fazer para tranquilizá-la, especialmente desde que estou tentando me tranquilizar. Meu telefone emite um som sobre a mesa atrás de nós, um texto piscando para cima. Raya se vira e olha para a tela, assim como eu, o nome de Georgia brilha- para nós. “Mal posso esperar para vê-lo x”


Oh merda. É como o pior momento de sempre. Eu olho para Raya, congelado. Ela olha para o meu telefone até que a luz da tela acaba e fica preta. Ela acha que a minha menina é outra pessoa, e a decepção no rosto dói. Agora, eu poderia ser amarrado a uma roda giratória, um atirador de facas com um objetivo terrível disparando lâminas para mim. E cada um dos filhos da puta me batendo. Bam, bam, bam! Raya ri um pouco sob sua respiração, levemente balançando a cabeça, como se voltasse ao seus sentidos. Ela respira e começa a andar para longe de mim, a nossa pele deslocando distante. -“Tome cuidado, Drew.” Cuidado. É tão final. Ela está admitindo a derrota. -“Não.” Eu a agarro, fixando-a para mim, não estou preparado para deixá-la ir. Embora ela luta com tudo que tem. -“Saia, Drew. Eu fui feita de boba antes. Não estou interessada em ser novamente. Eu não posso suportar mais qualquer dor. Vai me quebrar.” Esta porra me mata. - “Raya, não é assim.” Ela ri.


- “Oh meu Deus, sou tão estúpida.” Ela desiste de tentar escapar e cai a cabeça no meu peito, escondendo de mim. - "O que estava pensando? Você deve pensar que sou tão ingênua.” Certo ou errado me ofendi. Eu fecho meus olhos para reunir um pouco de paciência. Estou desesperado para lhe dizer que a Geórgia não é quem ela pensa que é, ainda assim, nem sei por onde começar essa conversa. Eu nem tenho certeza que devo tê-la em tudo, porque então o que isso significaria para o nosso futuro? -“Eu não acho que você é ingênua. É apenas uma amiga.” Eu respiro as palavras, desesperado para tranquilizá-la, desde que sei confiança é uma questão importante para ela. É um pouco o oposto, para dizer o mínimo, desde que estou mentindo, mas o ponto é, Georgia realmente não é quem ela pensa que é. -“Uma amiga?” Eu vejo esperança em seus olhos novamente. -“Uma amiga,” confirmo. -“Confie em mim, Raya, por favor.” E então pergunto algo que nunca perguntei a uma mulher antes na minha vida. - “Jante comigo neste fim de semana.” Até lá, preciso encontrar uma maneira de dizer-lhe tudo. Que sou um pai, sobre Coral, e a história.


-"Jantar?" -“Sim, jantar”, confirmo. - “Parece-me estranho que já jantei muitas vezes, mas nunca realmente tive um jantar.” Ela puxa para trás, me deixando em seu foco. Seu sorriso reprimido não é estimado. Ela está zombando de mim. -“Isto lhe parece incomum?” Eu nunca, nem uma vez, corei na minha vida. Mas agora, tenho quarenta anos cheios disso reunidos nas minhas bochechas. Eu suspiro. -“Quer jantar comigo ou não?” -“Estou saindo amanhã de manhã.” Ela morde o lábio, avaliando minha reação. Eu tenho certeza que não te desapontei. Meu olhar deve ser feroz. - “Amanhã de manhã?” Jesus, ela não perde tempo. -“A casa está vendida, e meu advogado vai cuidar dos detalhes finais.” Os olhos dela caem para o meu peito nu. -“Não há nada aqui mais para mim ”, diz ela calmamente.


-“E se houvesse?” As palavras estão fora antes que possa pensar melhor, e seus olhos se voltam para os meus. -“Você está me dizendo para não ir?” Eu cedo através disso, pra caralho exausto com tudo isso. -“Eu não sei, Raya. honestamente não sei.” -“Eu poderia atrasar a minha viagem”, diz timidamente, em um pequeno encolher de ombros.

ela

-“Você sabe, para que possamos ter o jantar.” Vida bombeia em minhas veias outra vez. Seria perfeito. Sem pressão. Eu vou contar a ela sobre a Geórgia, e nós vamos seguir a partir disso. -“Você faria isso?” -"Certo. Mudar um vôo não é muito difícil.” Ela sorri timidamente, e algo passa entre nós. Talvez a compreensão. Mas está prejudicado um pouco da minha parte, porque enquanto tenho todos os fatos, Raya não. Mas ela logo vai. Eu a puxo de volta para baixo de mim e me perco mais uma vez. Esperando que não pela última vez.


Capítulo dez “Você dormiu?” Coral pergunta, vendo a minha barba não aparada, minhas roupas amassadas, e meus olhos injetados de sangue. Eu sei que estou em mal estado, e pela primeira vez na minha vida não dou a mínima. Não, não dormi. Depois que deixei Raya em casa, passei toda a noite me perguntando como diabos vou contar a ela sobre a minha menina. Tenho muita coisa acontecendo na minha cabeça para me importar muito com a minha aparência. Assim, a minha resposta a pergunta de Coral é uma careta. Ela tem uma toalha enrolada em seu cabelo molhado, um pequeno robe que não está bem fechado; o suficiente para uma abertura entre os seios que aparece estrategicamente. Não faz nada para mim. Eu pego a mão de Geórgia e nos levo para o carro. -“Papai, você está doente?” Seu rosto preocupado olha para mim, suas tranças frouxas. -“Eu tenho uma dor de cabeça”, admito. “Mas você sabe o que vai torná-la melhor?” Eu paro o carro e endireito as tranças de seu cabelo. -"O que?" Eu agacho diante dela. -“Sorvete no parque.”


-“Yay!” Ela grita e lança-se para mim, então sou forçado a colocar a mão no concreto atrás de mim para nos apoiar. -“Podemos ir aos balanços?” -“Claro que podemos.” Eu a levanto e ando para o outro lado, voltando para o carro. -“Você pode me empurrar.” Franzo o nariz, e ela ri quando faço cócegas em sua barriga. *** Minha idéia de um passeio no parque não foi totalmente para o benefício da Geórgia. Eu preciso desesperadamente de ar fresco para limpar a minha cabeça latejante. -“Você está bem, pai?” -“Huh?” Olho para a minha menina enquanto nós andamos em direção ao lago, com a mão junta a minha. Seu rosto franzido. -“Você continua aéreo.” -“Eu?” -“Sim, assim.” Seus ombros sobem os lábios franzidos. Eu rio, aumento o meu aperto em sua mão.


- “Desculpe, Pidge. Estou um pouco distraído.” Eu olho para ela com o canto do meu olho, me perguntando se sou corajoso o suficiente para entrar em uma conversa com seus sete anos de idade, sobre um relacionamento. Sempre foi apenas eu e ela. O que ela vai fazer com outra mulher na minha vida? -“O que está em sua mente, papai?” Nossas mãos vacilam entre nós, e ela olha para mim com preocupação. Eu não posso fazer. O que diria qualquer maneira? Além disso, deveria esperar a reação de Raya as minhas notícias antes de sequer pensar em preocupar Georgia com uma mulher que pode ou não estar em nossa vida. E se digo a ela sobre Raya? -“Eu estava me perguntando se vou ter uma bola de sorvete ou duas.” -“Três!”, Ela canta, pausando e saltando no local animadamente. Eu sorrio e aponto em direção ao lago. -“Vamos saltar?” Ela bufa. -“Os meninos não podem saltar.” -“Quer apostar?”, Eu a solto e pulo o que tenho certeza que é um salto.


Claramente minha filha pensa de outra maneira, seu pequeno corpo dobra com risos, as palmas das mãos reunidas nos joelhos para segurá-la. - “Isso não é um salto, bobo.” Como uma profissional, ela me passa com graça e elegância, dançando em direção ao lago. - “Isto é saltar!” -“Fácil facílimo!” Eu grito, seguindo atrás, sorrindo como louco e suas tranças balançando como hélices quando ela vai. -“Veja, posso fazer isso.” Georgia olha para trás, um pouco sem fôlego. - “Oh, papai.” Ela balança a cabeça, desanimada, enquanto corro na direção dela, pernas chutando para fora em todo o lugar. - "Você é engraçado." Estou quase sem ar quando chego perto dela, agora são minhas mãos apoiadas sobre os joelhos enquanto respiro diante dela. -"Sorvete?" -"Sim!"


Viro-me e agacho para que ela possa subir sobre minhas costas. Os braços em volta dos meus ombros, seu rosto perto do meu. Eu suspiro e faço o nosso caminho. -“Você acha que eles têm caramelo salgado?”, Ela pergunta. -"Espero que sim. É o meu favorito, também.” Eu nos levo através do labirinto de roseiras, me abaixo quando Geórgia pede para que ela possa escolher uma. - "Apenas uma. E cuidado com os espinhos.” Ela arranca-a delicadamente do mato e coloca atrás da minha orelha. Seguimos por uma pequena abertura para o caminho que nos leva a beira do rio na sorveteria, eu a abaixo em seus pés e transfiro a rosa da minha orelha para a dela. -“Por que não escolhemos esse lugar?” Eu aponto para o banco de frente para o rio, onde cisnes estão nadando em círculos na espera dos restos deixados pelos passantes. Ela corre rapidamente, ainda pulando, ainda me envergonhando. -“Não vá muito perto dos cisnes!” Eu a aviso. -“Eu não vou!” Eu entro na sorveteria, aliviado ao ver caramelo salgado no cardápio. Eu peço dois sundaes, um olho treinado na janela onde possa ver a Geórgia no banco, com as pernas balançando alegremente.


- “Posso pegar alguns guardanapos?”, Pergunto, me preparando para a bagunça que está prestes a acontecer. Quando chego na porta, começo a organizar os sorvetes em uma mão para poder sair. -“Deixe-me pegar isso para você.” -“Obrigado.” A porta é puxada abrindo, e estou prestes a seguir o meu caminho para fora quando registro de quem é a voz, querendo que o mundo abrisse sobre meus pés. Eu olho para cima e encontro Raya segurando a porta aberta. -“OI”, diz ela, com o rosto rosa e úmido de algum exercício. Ela está vestida com Lycra, mas não muito disso. -“Oi,” murmuro de volta. Oh merda. O que faço? - “Estava em uma corrida?” Que pergunta estúpida. -“Não, cavalgando.” Ela revira os olhos e se move para mim, se aproximando e beijando minha bochecha, suas palmas das mãos quentes descansando em meu peito. Se minhas mãos não estivessem cheias e minha mente na porra de caos, eu a abraçaria beijaria ela em plena luz do dia, mas ao invés disso sou uma estátua, tenso e preocupado. Muito, porra, preocupado. -“Você está bem?”, Ela pergunta.


Vejo ela olhar os dois pratos de sorvete em minhas mãos. Um para mim e um para... Quem? Isso é o que ela está pensando. Olho rapidamente através do banco onde Georgia está, vendo que ela está a uma distância segura. - “Sim, você?” Eu endireito os meus ombros e me arrependo. Minha necessidade de estar alto e tentar agir normalmente acabo ganhando uma fisgada de dor assassina no meu ombro. -“Ainda lutando?” Raya sugere, descansando a mão no meu ombro e esfregando ele. Eu relaxo sobre seu aperto, gemendo de prazer. -“Provavelmente não é uma boa idéia fazer isso aqui.” Ela sorrir, doce e leve. - “Talvez após o jantar.” Se ela não sair correndo depois de falar as minhas notícias. Por falar nisso, dou um passo para trás. Eu preciso ir antes que Raya tenha a chance de perguntar por que tenho dois sorvetes na minha mão. -“Por que dois sorvetes?” Porra. - “Fome.” Eu dou de ombros, indo em direção a porta. Ela franze a testa, olhando para a minha forma nervosa.


-“Você tem certeza que está bem?” -“Sim.” Eu rapidamente avanço e consigo um beijo em sua bochecha, outra tentativa de parecer normal. Eu sou uma piada. - "Te ligo mais tarde." -"Papai?" Ah não. Eu puxo para trás do rosto de Raya e assisto com horror quando seu olhar cai ao meu lado, onde Georgia está olhando para ela de uma maneira muito interessante no seu rosto bonitinho. -“Eu sou Geórgia”, ela declara, alto e orgulhosa. - "Qual o seu nome?" Fecho os olhos e respiro profundamente, desejando que os efeitos entorpecentes do sorvete que está sobre meus dedos iria se espalhar para qualquer outro lugar. Eu dou uma espiada em Raya, pegando seu olhar lentamente mudando de minha menina para mim. Ela levanta a cabeça. -“Georgia?” É uma pergunta, que ela já sabe a resposta, mas me quer confirmando. -“Apenas uma amiga”. Raya faz um trabalho terrível de me imitar.


Meus lábios pressionam juntos, sentindo-me tão pequeno. Eu dou de ombros. Não tenho mais nada, nem mesmo a vontade de ser ofendido quando Raya franze a testa para mim enquanto abaixa-se ao nível da minha filha. - “Ei, Georgia!” Ela soa tão alegre, e não posso perceber se isso é falsificado para mascarar sua surpresa, ou se está realmente feliz de conhecê-la. - “Eu sou Raya.” O rostinho da Geórgia é como um chute no meu estômago. Ela parece tão feliz. -“Você conhece meu pai?” -“Não realmente,” Raya diz, atirando olhares acusadores para mim. Dando uma espetada, dizendo sem realmente dizer que ela pensou que me conhecia. -“O filme favorito do meu pai é A Bela e a Fera. Eu sou Bela,” Georgia orgulhosamente anuncia. -“E o pai é minha Fera.” -“Uma Fera, hein?”, Raya sorri. Acho que é um sorriso carinhoso. - “Ele é um pouco de uma Fera, não é?” Outra espetada. Se a terra se abrisse para me engolir, nessa altura, seria bom para mim. Porra, preciso resolver isso rapidamente.


- “Geórgia, por que não vai esperar por mim no banco.” Lhe entrego um dos sorvetes e jogo o meu no lixo, toda a fome foi. Eu poderia ter uma bebida. -“Nós estamos indo tomar sorvete.” Aponta Geórgia para o banco onde gostaria que ela tivesse ficado sentada. - "Quer vir?" Meus olhos rolam. -“Tenho certeza que Raya tem um dia agitado.” -“Sim, eu quero.” Seu olhar explosivo pousa em mim, e recuo. Meu Deus, a determinação em seu rosto é o suficiente para me empurrar contra a parede atrás de mim. -“Estou indo para o aeroporto amanhã.” -“Legal!” Georgia canta, enquanto meus olhos saltam. Amanhã? - "Aonde você vai?" -“Longe, muito longe.” Raya dá a minha filha a sua atenção novamente e se agacha para ficar ao nível dos seus olhos. -“Foi um prazer conhecê-la, Georgia.”


-“Eu também!” Georgia corre para o banco, e Raya se transforma imediatamente, correndo para longe de mim sem dizer uma palavra. Eu estou como um idiota na porta, perdido, sem saber o que fazer. Que diabos? Ela só vai fugir? -“Raya!” Eu grito, indo atrás dela. Fui muito longe até agora para deixá-la ir embora. -“Raya, espere!” Derrapo parando quando ela abruptamente vira, o rosto de pedra. Engulo em seco, cauteloso, apoiando-me um pouco. -“Seu filho da puta”, ela ferve, sua raiva potente. - “Eu derramei a porra da minha vida para você. Estava mesmo considerando não ir embora depois de tudo, e você nem sequer tem a decência de me dizer que tem uma filha?” -“Eu ia te dizer,” Digo, meu pânico claro. -"Quando? Depois que tivesse decidido jogar fora meus sonhos de viagem?” -“Eu não sei por onde começar”, admito, desesperança me consumindo. -“Sempre mantive Georgia longe das mulheres que eu ...”


-“Fodia?” Ela termina para mim. Um enorme vacilo, e não apenas de mim, mas de Raya, também. E depois há a fúria nos olhos. Tanta fúria que realmente me assusta. - “Claro, meu erro.” Ela recua, embora seus olhos ainda abrigam uma quantidade assustadora de fúria. - “E pedi por isso.” -“Raya, não.” Eu posso vê-la recuar, e não vou ser capaz de ir atrás dela. Eu rapidamente olho por cima do ombro para verificar sobre a Geórgia, a encontrando feliz de passar o tempo longe apreciando o seu sorvete. - “É um grande negócio para nós. E sempre foi apenas eu e ela.” Vou para frente, não gostando da distância que ela colocou entre nós. -“Eu não queria dizer a ela até que soubesse o que estava acontecendo mesmo.” Ferida. Esta expressão na Raya é o que mais odeio, e me desprezo por causá-la. - “Não se trata de dizer a ela, Drew. Trata-se de me dizer.” Seus olhos voltam para a Geórgia, enquanto continua a colocar mais distância entre nós. - “Você estava disposto a deixar-me tomar uma decisão de mudança de vida sem ser honesto comigo.” Raya olha para trás para mim. - “Confiei em você, isso é o que você me disse. Obrigado por me trazer de volta para a Terra”. Ela gira e


movimenta saindo, e tudo o que posso fazer ĂŠ ficar e vĂŞ-la correr para fora da minha vida.


Capítulo onze É depois das dez horas o momento que tenho Georgia na cama para dormir, e nunca tinha provado um copo de vinho tão bom. Em meus boxe, caio no sofá e procuro os canais desportivos, sem descanso em busca de algo para assistir. Algo para me ajudar a relaxar. Não há paz para ser encontrada, não quando a minha cabeça está doendo muito. O que está me incomodando mais, porém, é se Raya está indo embora foi um resultado da minha desonestidade, ou se está me colocando de lado pelo fato de eu ter Georgia. Ambos são igualmente difícil de engolir. Eu suspiro, porra tão louco comigo mesmo. Desistindo da TV, termino o meu vinho e vou para a cama. O sono pode ajudar a lavar e clarear minha mente. Entro dentro do quarto de Georgia, vou nas ponta dos pés de sua cama e ouço os sons de sua respiração superficial, dobro a sua perna esparramada sob o edredom, e beijo a sua testa. - “Amo você, Pidge.” Ela resmunga sonolenta, virando e acariciando de volta. Eu quase chego na minha própria cama quando um estrondo me ensurdece. - “Que diabos?” Eu sigo de volta para o quarto da Geórgia, encontrando ela ainda dormindo. Mais batidas.


Eu sigo o eco da porta da frente e puxo-a abrindo, alerta e pronto para o que está a frente. -“Coral?” Eu solto a porta a tempo de pegá-la quando ela tropeça para frente. -“Drew!”, Ela insulta, lutando em meus braços para se agarrar a mim. - “Pai do meu bebê!” -“Você está bêbada,” murmuro, puxando-a para cima, mas não se atrevendo a soltá-la, pois ela certamente iria pousar seu rosto no chão. Parte de mim quer deixá-la. - "O que você está fazendo aqui?" -“Eu estou aqui para tê-lo de volta.” Eu rolo meus olhos, puxando para atirá-la sobre meu ombro. -“Nós nunca estivemos juntos, em primeiro lugar, Coral.” Eu passo até o salão e a deixo cair no sofá, não como deveria. Ela se debate e se contorce para sentar. -“Olhe para o seu estado. Como você chegou aqui?" -“Um táxi.” Ela pega a minha camiseta e me puxa para frente. -“Leve-me para a cama e me envolva nessas correntes que você ama tanto.”


-“Coral, se contenha Geórgia esta dormindo.” Eu a ignoro e vou para a cozinha pegando um pouco de água, lutando contra a vontade de expulsá-la. Eu poderia odiar essa mulher pelo que fez para mim, porém, gostando ou não, e não gosto disso, ela é a mãe da minha filha. Georgia teria o coração partido se algo acontecesse com ela. Eu tenho a obrigação de certificar-se que a puta bêbada é mantida fora do mau caminho enquanto ela pessoalmente, não consegue cuidar de si mesma. Eu pego uma garrafa de água da geladeira e caminho de volta para a sala, encontrando Coral caída de volta. -“Aqui.” Eu a puxo e seguro para ela. Um olho fechado, ela pega a garrafa, falhando para beber. - “Pelo amor de Deus, Coral.” Sento-me ao lado dela e a ajudo a beber. -"Veja. Você pode ser bom para mim.” -“Eu não estou fazendo isso por você. Estou fazendo isso pela minha filha.” -“Ela é minha filha, também, você sabe.” É tudo uma ofensa. -“Infelizmente, sim, eu sei. Mas não seria, se Sam não tivesse pegado você esgueirando-se do meu apartamento na noite em que se aproveitou de mim.” Isso é estranho. Não que alguma vez nós já tivéssemos conversamos sobre isso. Nem uma única vez em oito anos. Eu mal podia colocar meus olhos nessa mulher durante toda a sua gravidez.


Quando Georgia nasceu, minha atenção estava firmemente no meu bebé, enquanto a atenção do Coral era em mim. Foi um daqueles belos momentos no tempo, uma nova vida nasceu, um momento em que o ódio as queixas devem ser esquecidas. Eu poderia dizer pelo rosto esperançoso de Coral que pensou que poderia avançar a partir daí. Eu poderia seguir em frente, com certeza. Apenas não com ela. -“Por que ninguém me quer?”, Ela geme, batendo no meu lado. -“Porque você é calculista, puta manipuladora,” Eu brinco, metade em escárnio, mas principalmente sério. Ela cheira a minha coxa nua. -“Você é único, também. Ninguém quer o que você quer. Ou suas correntes“. Levantando a sua cabeça pesada, ela faz beicinho para mim. -“Eu deixaria você me envolver em suas correntes.” -“Coral, se eu te envolver em minhas correntes, nunca te deixaria livre, e não porque eu estaria excitado.” -“Você é mau para mim.” -“Eu estou deixando dormir sua bunda bêbada no meu apartamento.” Eu me levanto, e com a minha falta de apoio ela cai para o sofá, sem esperança de se levantar novamente.


-“Eu deveria trancar a porta do quarto para que você não pudesse me estuprar de novo?” Ela bufa, e é com diversão. - “Você não teria Georgia agora e você sabe disso.” Eu não posso discutir com isso. -“Eu vou pegar um cobertor.” Até o momento que achei um cobertor e voltei para o sofá, ela está roncando. -“Que estado”, eu digo para mim mesmo, cobrindo-a, com mais cuidado do que ela merece. Eu suspiro, balançando a cabeça. Então vou e caio na minha cama há muito aguardado.


Capítulo doze Eu me sinto estranho esta manhã. Enquanto estava deitado na minha escuridão sonolenta, tento envolver minha mente cansada ao redor de minhas memórias. Eu rolo para o meu lado e esbarro com alguma coisa, e sorrio. Raya. Então tudo volta para mim, suas palavras, ela fugindo de mim. Então, quem é...? Meus olhos se abrem. -“Bom dia.” Coral está esparramada ao meu lado. E ela está nua. Porra nua. Exceto por um sorriso de satisfação. -“Que porra é essa, Coral!” Eu pulo para cima, também em pânico prestando atenção para dor que apenas atravessou através do meu ombro. -“Que diabos você está fazendo na minha cama?” Ela desliza para fora e puxa uma das minhas camisetas enquanto sai de meu quarto como se pudesse viver aqui. -“Café?” Ela pergunta. Olho para o meu corpo, me encolhendo quando me vejo estou nu também.


-“Que diabos você está fazendo?” Eu grito, batendo atrás dela enquanto luto no meu caminho para colocar a minha boxer. Eu a encontro servindo-se na cozinha, nada afetada por minha fúria. - “Você precisa sair.” Eu marcho para cima e puxo uma caneca vazia de sua mão, batendo-a para baixo na lateral. Ela sorri, toda satisfeita. Eu me contenho ao máximo para não dar um tapa em seu rosto. - “Do que você está com tanto medo, Drew?” Meu queixo dói imediatamente com a força da minha mordida. -“Eu não estou com medo, Coral. Estou lívido. Saia." Ela bufa, recusando-se a permitir que a minha raiva atinja ela quando passa por mim. Minha cabeça cai para trás, buscando os céus para alguma contenção. A campainha é a única coisa que salva Coral de ser estrangulada. Não pode haver testemunhas. “Eu vou atender!”, Ela diz, e dança seu caminho para a porta da frente enquanto rosno para ela de volta. Ela abre a porta. E eu morro.


-“Não ...” eu respiro. Raya não me viu ainda, seus olhos postos em Coral, que está segurando sedutoramente na moldura da porta vestindo quase nada. - "Posso ajudar?" Raya franze o rosto. - “Estou procurando por Drew.” -“Você o encontrou.” Coral se move para trás, me revelando em toda a minha glória, boxers a única coisa entre mim e minhas bolas completamente nu. Eu estou tão louco. Então, porra louca, não posso nem falar. O rosto de Raya é uma imagem de devastação, mas estou paralisado por minha raiva, não posso nem sequer mover meus malditos olhos, muito menos falar. Como se isso poderia ficar pior, Georgia aparece, também, tornando-se uma cena bonita saudável de famílias feliz para caramba. - “Mamãe!”, Ela grita, correndo para os braços de Coral. -“Ei, Raya! Mamãe, esta é amiga do meu pai. O nome dela é Raya.” Coral lança um olhar interessado no meu caminho. - “Amiga do papai, hein?”


Os olhos de Raya encontram os meus. O choque e mágoa são abundantes. E há lágrimas. Lágrimas de merda, causadas por mim. Quero apunhalar-me repetidamente. -“Sinto muito”, ela engasga. -“Eu não deveria ter vindo.” Ela se vira rapidamente em seus chinelos fugindo a distância. A porta batendo me agarra de volta à vida, seguido por Georgia correndo para a cozinha em busca de Coco Pops4. Eu não posso ver direto para a névoa vermelha deslizando na minha visão. Eu não posso respirar através da raiva enchendo meus pulmões. -“Ela parecia boa,” Coral diz levianamente, passando por mim. Estendo a mão para seu braço, agarrando-o duramente. Ela me empurra bem longe. Drenando-me de paciência. Eu me viro e queimo meus olhos sobre ela. -“Eu odeio você.” Eu mantenho a minha voz baixa, consciente de que a Geórgia está na sala ao lado. Tenho sustentado minha civilidade por sete anos na presença de minha menina. Eu não estou prestes a mudar isso agora, não importa o quanto estou fervendo. -"Eu sinto muito; não deveria ter atendido a porta?” Seu rosto é tão presunçoso. -"Saia." 4

Cereal de chocolate.


-“Oh meu Deus.” Ela ri, fria e cruel, puxando seu braço do meu aperto e apontando para a porta. -“Você está me dizendo que você tem sentimentos por ela?” Seu sorriso é malicioso. Ardiloso. Ela sabia exatamente o que estava fazendo naquela porta da frente. -“Por que diabos ela quer você?”, Ela pergunta. - “Tudo o que você sabe fazer é foder. E o que ela tem, vinte?” Mais risos. - “Jesus, Drew. Um pouco mais jovem que isso e você estará namorando amigas de escola da Geórgia”. -“Cale a boca, Coral”. -“Além disso, ela vai para a Austrália.” Eu recuo, em alerta. - "Como você sabe disso?" Ela encolhe os ombros, como se não houvesse nenhuma consequência. -“Ela mandou uma mensagem para você. Eu poderia ter respondido“. Minha boca cai aberta. -“Você fez o quê?” Eu corri para o quarto para encontrar meu telefone, freneticamente puxando para cima as mensagens. E aí está, uma mensagem de Raya me


dizendo o quão arrependida ela está sobre a reação dela, mas que ficou chocada. Ela perguntou se podíamos conversar. E respondo dizendo-lhe para vir. Ela veio aqui com esperança. Para tentar consertar as coisas. E tem uma forte dose venenosa de Coral em seu lugar. Raiva. Viro-me e encontro Coral que está no quarto comigo, um olhar satisfeito digno de um tapa no rosto. Deus me ajude antes de estrangulá-la. Eu passo a frente, minhas narinas dilatadas, e empurro o meu rosto perto do dela. - “Dá o fora antes que te jogue lá fora.” -"Bem." -“E leve Georgia.” Eu me viro e ando para o banheiro, mentalmente planejando o que preciso fazer. Coral estar aqui servindo como uma limpeza de desintoxicação na minha vida. Ao contrário, sim, uma vez que ela é a mulher mais tóxica que conheci. Mas está claro em meio a meu caos. Eu sou um tolo! Eu estou tão bem no meu rumo, eles vão me enterrar com minhas malditas correntes. Correntes que estão agora envolvidas em torno de meu coração e está apertando a cada segundo. Eu preciso encontrar Raya. Preciso derramar o meu coração. Eu preciso parar de enrolar. Deus, o que ela deve pensar? Filha secreta, mulher secreta. -“Eu não posso levar a Geórgia,” Coral declara, parando-me na porta do banheiro.


-“Tenho coisas para fazer.” Ela puxa seu vestida e pega a bolsa. Ela não tem coisas para fazer. Está tentando dificultar a minha tentativa de resgate. -“Coral, por favor.” Não estou começando a implorar a partir de agora. Preciso corrigir essa asneira, e não posso fazer isso com a Geórgia a reboque. Ela sorri, apertado e condenada. -"Até logo." -“Eu odeio você”, eu fervo, batendo no batente da porta. -“Por que mudar o hábito de uma vida inteira?” Ela se vai, a puta. O batente da porta recebe outro baque ao mesmo tempo as batidas das portas dianteiras. - “Urghhhhh!” Eu corro para a cozinha para encontrar Georgia se afogando em Coco Pops, a taça transborda. Ela grita quando a levanto do banco, com a colher pendurada em sua boca. -“Papai!” Leite de chocolate deixa um rastro atrás de nós quando a levo da cozinha para o banheiro. -“Papai, o que você está fazendo?” -“Estamos indo em uma aventura.” Eu a coloco de pé e ligo o chuveiro.


-“Uma aventura?” Ela está animada antes mesmo dela saber onde esta aventura estará nos levando. - "Que tipo?" Eu a deixo no chuveiro espirro um pouco de xampu no cabelo dela e começo a ensaboar. Sua inocência é linda, uma luz no meu mundo escuro. Agarrando uma toalha, a envolvo e abaixo ao nível do seu rosto. - “Lembra de Raya?”, Pergunto. -"Sua amiga?" -“Sim, mas não quero ser só seu amigo.” Eu tomo uma tragada rápida de ar, me preparando para derramar o negócio. -“Eu quero ser seu namorado.” Sinto como se tivesse acabado de confessar um pecado. O rosto de Georgia é totalmente em branco. O que ela está pensando? -"Você a ama?" Amo? Eu suspiro, meus olhos deriva do dela por um momento, quando penso. Realidade dura. É disso que se trata? A dor, o estado confuso que constantemente estou? A possessividade, as reações selvagens? Meu Deus, estou apaixonado?


-“Sim”, sussurro, puxando tudo junto, cada peça encaixando no lugar como uma parte importante do quebra-cabeça. - “Eu acho que faço.” Eu volto minha atenção para minha menina, orando que ela aceite isso. O rosto de Georgia é uma imagem de choque. Eu não posso culpá-la. Papai nunca teve uma namorada. Eu tomo pelos seus braços, segurando-a com força. -“Pidge, isso não vai mudar nada. Você ainda vai ser a número um.” -“Mas haverá Raya, também.” -“Bem, talvez.” Isto é, se ela for mesmo me ouvir. Me dar uma chance para explicar, e então tenho que parar sua partida. Isso é o que estou mais preocupado. Que ela vai de qualquer maneira, independentemente da minha tentativa desesperada para impedi-la. Quando olho para a minha filha, vejo algo surgindo, e apenas quando estou certo de que ela está prestes a começar a chorar em mim, ela literalmente explode. - “Rápido!”, Ela se lança para fora do banheiro, sua velocidade irreal. - “Precisamos encontrar Raya e dizer-lhe que você a ama!” Há uma coleção de estrondos e barulho, todas as gavetas sendo puxadas abertas e empurradas para fechar. -“Vou usar um vestido bonito!”


Se eu tivesse tempo, gostaria de chorar de alívio. Mas não tenho. Então correspondo a urgência da minha menina e corro para o chuveiro. Dentro de dez minutos, estou correndo em volta do meu apartamento me vestindo em movimento, procurando minhas chaves. - “Georgia, você viu as chaves do papai?” -"Não!" -“Droga!” Eu procuro em cada gaveta na minha cozinha até colocar minhas mãos sobre o conjunto de reposição. -"Vamos." No momento em que faço isso até a garagem, estou suando. Corro através do meu espaço de estacionamento, o meu espaço de estacionamento está lá, menos o meu carro. É preciso uma fração de segundo para descobrir onde ele está. - “Não!” Eu grito, batendo mais e andando onde meu carro deveria estar, circulando, olhando para baixo, como se pudesse encontrar a minha Mercedes em uma das rachaduras no concreto. - “Eu não posso acreditar nessa mulher!” Puxo meu telefone e disco para Coral, afastando-me do rosto alarmado da Geórgia e agachando-me, fazendo que minha voz soe calma e baixa, mas mal estou mantendo minha violência controlada.


-“Você levou o meu carro”, assobio quando ela responde. -“Pensando em ir em algum lugar?” A força do meu aperto em volta do meu telefone poderia cortar a respiração dela em segundos se eu tivesse apertando seu pescoço. Queria tanto que fosse seu pescoço que estivesse segurando. -Você é má, Coral”. -“Oh, supere isso. Eu estou fazendo um favor.” Eu desligo antes de destruir os sete anos de esforço para conter meu ódio pela mãe da Geórgia que mantenho quando ela está por perto. Então faço uma chamada de emergência. - “Jesse, eu preciso de um favor.” *** Meia hora mais tarde, Sam encosta em seu Porsche, teto aberto com Jesse no banco do passageiro. Geórgia corre até o carro, agitada alegremente. - “Tio Jesse! Tio Sam! Estamos indo em uma aventura para encontrar Raya e dizer-lhe que o papai a ama!” É a segunda vez em dois dias que coro.


-“Que emocionante!” Sam desce do carro e puxa o banco para frente para a Geórgia entrar. -“Não fiquem rindo,” murmuro, seguindo-a no banco de trás e arrumando ela. Sam está de volta no banco do motorista e de forma rápida dirige para a estrada principal. -“Isso é emocionante.” Jesse estica o pescoço para trás, olhando para Georgia. -“Papai está apaixonado!” Minha intenção é rosnar para ele, mas sou interrompido quando Sam faz um curva rápida, forçandome a agarrar o encosto de cabeça. - “Jesus, Sam, acalme-se. Georgia está no maldito carro”. -“Mais rápido!”, Ela canta. -“Sim, mais rápido!” Jesse ri, braços no ar. - “Assim, Georgia!” Sua risada, um riso que em circunstâncias normais faria meu coração inchar, apenas amplifica a minha ansiedade. Meu coração não é capaz de inchar, porque está atualmente acorrentada no meu peito, e a única pessoa que detém a chave para libertá-lo, deixá-lo pulsar novamente para algo mais do que apenas a Geórgia, pode


ter desistido de tentar desbloqueá-lo. E isso seria o meu fim. Como o último prego no caixão que me manteve seguro durante tanto tempo. Eu não quero ser mais seguro. Não quero estar sozinho. Quero Raya. -“Pai.” Georgia bate no meu joelho, ao mesmo tempo me bate o meu desânimo cresce. -“Tio Sam está falando com você.” Eu olho para o espelho retrovisor. - "O que?" -"Para onde?" -“Onde?” Eu digo, vasculhando minha cabeça para o endereço de Raya. -“Belgravia”. -“E qual é o plano?” Jesse se vira para me encarar. -"O plano?" -“Jesus, é pior do que eu pensava.” Ele suspira, esfregando sua testa. - “O que você vai dizer a ela? A pobre mulher pensa que você está tendo um caso com Coral e tem uma criança”.


-“O que está tendo um caso?” Georgia pergunta quando as palmas das minhas mãos pousam sobre suas orelhas, protegendo-a da conversa adulta. Eu lanço a Jesse um olhar sombrio. - “Por favor, sinto que já estou a assustando o suficiente para a vida.” Ele revira os olhos. - “Então o que você vai dizer?” -“Eu vou dizer a ela para não partir.” -“Sim, ela pode precisar de um pouco mais do que isso.” -“Eu vou dizer que gosto dela. Muito." Sua mãos movimentam em círculos, como se eu deveria continuar, só que não sei para onde ir. Meus poderes de persuasão será limitado com a Geórgia ao redor. Eu não vou ser capaz de falar sobre a nossa ligação, nossa química, ou o sexo incrível. Como suas mãos são como chamas na minha pele toda vez que me toca. Como minha mente está constantemente sobre ela, imaginandoa em todas as posições, inclusive na minha cama todas as noites. Como ilumina minha vida além da Georgia. Como me faz um homem melhor, como sei que ela pode sinceramente confiar em mim. Como ela pode depender de mim. Como eu prometo cuidar dela para sempre. Como ela me deu um novo propósito.


-“Chore”, Sam diz sobre seu ombro. -“As meninas gostam quando um homem chora por elas.” Eu recuo, chocado com a sugestão. - “Isso não está acontecendo.” Jesse ri, profundo e abundante. - “Alguma vez você já derramou uma lágrima?” -“Não.” Eu contorço na cadeira, desconfortável com as pequenas pontadas de algo na parte de trás dos meus olhos. *** Eu estou literalmente tremendo quando Sam encosta ao lado de fora da casa de Raya. Ainda não tenho idéia de como convencê-la a ficar, convencê-la que valho a sua confiança e esforço. Sam assobia enquanto olha para a propriedade impressionante, e Jesse levanta seus óculos para ver melhor, enquanto a Geórgia está de pé no banco de trás olhando com admiração. - “Ela tem mais dinheiro do que você, pai?” -“E faz suas bolas encolher,” Sam respira. -“Bolas confusa.

encolhida?”

Georgia

pergunta,

totalmente


-“Bolas não podem encolher, Tio Sam.” Ela começa a rir. - "Bobo!" Eu desisto, batendo na parte de trás da cabeça de Sam antes de tirar meu corpo de dentro do carro. - “Espere aqui.” Eu ando pela rua, meu olhar colado à placa VENDIDO exibido fora. Eu nunca me senti tão vulnerável. Tão esperançoso e sem esperança. Uma grande parte do meu cérebro está tentando me assustar, gritando para mim que estou perdendo meu tempo, que ela não vai mesmo entender as minhas explicações. Mas jogo longe o medo e a preocupação, e agarro a fração de esperança, levantando a mão para bater na porta. Eu quase caio na maldita coisa quando um homem a abre. -“Quem diabos é você?” Eu digo antes que possa me conter, consciente da agressão em minha postura e tom. Não me importa que isso poderia muito bem ser o advogado de Raya, ou talvez mesmo apenas um amigo. Eu não tenho a força para a paciência. -“Isso não é da sua maldita conta.” Sua expressão é feroz, seu peito incha em ameaça. Sua hostilidade me diz que ele é nenhuma dessas coisas. Espera. Por favor, me diga que isso não é seu ex babaca. O filho da puta que cagou em cima dela? Eu olho medindo dele, vendo pilhas de caixas no corredor, quadros nas paredes, sacos de lixo empilhados.


- “Você é Dean?” Mãos para cima, ele muda os seus passos. -“Eu não sei quem você é, mas não quero nenhum problema.” Ele mudou de tom. Deve ser pela minha ação de raiva súbita transbordada no meu corpo. -“Onde está Raya?”, Pergunto, perigoso e baixo, lutando para manter minhas mãos abaixadas e impedir de esmagar o seu rosto. -"Ela se foi." Eu reajo por impulso, avançando e pegando sua camisa em minhas mãos, puxando-o para fora da casa de Raya. - "Então, o que você está fazendo aqui?" -“Eu precisava saber onde ela está indo.” O que? Para tentar reconquistá-la? Ah não. Paciência completamente desaparecida, eu perco o controle, empurrando-o para longe e avançando para ele. Meu punho conecta com seu rosto, e ele cai no chão em um gemido patético, apertando o nariz. -“Papai!” O grito de Georgia é melhor para limpar o nevoeiro de que ser mergulhado em água gelada. Eu balanço ao redor e a encontro correndo em minha direção, Jesse e Sam atrás dela.


-“Raya já partiu.” Eu pego Georgia e a levo de volta para o carro, ao mesmo tempo procurando no meu bolso pelo o meu telefone. Um correio de voz da Raya aparece na tela. Essas correntes em torno de meu coração aperta ainda mais. -“Raya, é o Drew. Eu estou na sua casa. Onde quer que esteja, por favor, ligue de volta. Por favor, não vá.” -“Ele te ama!” Georgia grita. -“Shhhhh!” Jesus, onde quer provavelmente vai correr de lá agora.

que

esteja,

ela

- "Eu preciso falar com você. Explicar. A mulher na minha casa esta manhã é a mãe de Georgia. Nunca houve nada entre nós, juro.” -“Eles são apenas amigos!” Georgia diz, Deus eu a amo. Amigos? Dificilmente, mas me enche de alegria que neste tumulto a minha menina entenda toda situação. -“Você tem que acreditar em mim, Raya. Por favor, só me chame.” Eu desligo, levantando Geórgia sobre o banco de trás do carro, quando chamo a minha última esperança. Andrea responde dentro de dois toques. - “Eu preciso do nome e número de advogado de Raya Rivers. Agora." -“Eu vou enviar em texto para você.”


Eu levanto e seguro o rosto de Geórgia com as palmas das mãos. -“Eu queria que você não tivesse visto isso.” -“Por que você bateu nele, pai?” -“Porque ele era mau para Raya. Ele deixou papai louco.” Ela ofega, aborrecida, e levanta no banco de trás. - “Você não pode ser malvado com Raya! Meu pai ama ela!” -“Geórgia!” Eu a puxo de volta para baixo, meu telefone pisca. Um toque rápido na mensagem me dá o nome e o número de advogado de Raya. Eu disco, e assim que ele atende, eu digo um monte besteiras. Eu digo-lhe quem sou, isso não é mentira. Digo-lhe que o comprador está ameaçando desistir, uma mentira das grandes. Digo-lhe que preciso falar com Raya urgentemente, mas não consigo chegar até ela, definitivamente, não é mentira. -“Bem, você provavelmente não irá conseguir, Sr. Davies. O seu vôo parte para Cingapura é às Duas horas“. -“Duas?” Eu paro de respirar enquanto meus olhos focam no visor brilhante do painel de Sam. Já passa do meio-dia. Eu termino a chamada, sensação de dormência. Estou atrasado. Eu estreguei tudo, a minha única chance, me arruinado no processo, um sádico da pior forma.


-“O quê?” Sam pergunta, a espera de alguma direção, suas mãos flexionadas no volante. -“Ela já se foi.” Eu murmuro, olhando para o relógio, mais um minuto indo, a proverbial bomba-relógio. A contagem regressiva para a minha ruína completa. -“O vôo parte às duas.” -“Nós podemos fazer isso.” Jesse vai direto para seu telefone. - "Qual aeroporto?" -“Não sei.” -"Companhia aérea?" -“Não sei.” -"Número do vôo?" Eu suspiro, coloco minha cabeça em minhas mãos. - “Não sei.” Dentro do tempo que leva Sam para sair do estacionamento, Jesse está declarando o nosso destino. - “Heathrow, Terminal Cinco. Eu vou ter o número do portão em um segundo.”


Eu me inclino para frente em meu assento, grato pela sua determinação para me ajudar a corrigir o meu maldito erro, mas sabendo que estamos fazendo isso à toa. -“Estamos no centro de Londres. Se o tráfego for bom, podemos chegar no aeroporto de Heathrow em uma hora e meia. Ela vai ter embarcado e não há nenhuma maneira da segurança me deixar passar“. Eu me assusto quando Jesse de repente chega por trás e agarra a minha camisa, me puxando para frente até que estou praticamente em seu colo. -“Você acha que estaria onde estou agora, se deixasse essas questões triviais ficar no meu caminho?” Sam explode em gargalhadas. -“Nada sobre seus problemas era trivial, seu idiota.” -“O que é um idiota?” Geórgia falar por trás de mim. Sam me dar um olhar de desculpa. -“Nada, Pidge.” Eu olho para ele. Jesse suspira, me liberando da pressão do seu aperto. -“Como naquele filme três fodidos solteirões e uma pequena dama .” -"O que é-"


-“Nada”, todos gritam, e Sam coloca o acelerador, me jogando para trás em meu ssento.

no


Capítulo treze Questão trivial. A equipe de funcionários do aeroporto além das barreiras que estão atualmente entre nós na área de verificação da segurança não é definitivamente uma questão trivial. Qualquer esperança que tinha desaparece para o nada. -“Não há uma chance no inferno que estamos passando por eles.” Eu olho para o meu telefone, uma corrida contra o relógio. E estou perdendo. Ela estará entrando no avião neste momento. -“Você só precisa ser criativo.” Sam aparece com dois passaportes, um par de cartões de embarque entre as páginas. Eu olho para ele, horrorizado. - “Onde diabos você conseguiu?” -“Eu os peguei emprestados.” Ele dá de ombros como se não tivesse acabado de cometer um crime, ao mesmo tempo, arruinando os planos de viagem de duas pobres pessoas inocentes. - "Não se preocupe; Vou dar-lhes de volta.”


-“Sam, você não pode fazer isso.” Que tipo de impressão estou dando a Georgia? Até agora, hoje, ela me viu bater em um homem, foi envolvida em uma perseguição em alta velocidade através de Londres, ouviu todos os tipos de palavras inadequadas, e agora é parte de um roubo. Estou indo para o inferno. -“Besteira.” Jesse furta os passaportes da mão de Sam e os empurra em meu peito. -“Se isso faz você se sentir melhor, não vou usar esses para mim e Sam.” Ele levanta mais dois passaportes. -“Oh meu Deus”, respiro, calmamente tentando raciocinar. É por uma boa causa, digo a mim mesmo. E nós vamos devolvê-los assim que encontrar Raya. Raya. Meu foco realinha em um momento. Eu levo os documentos e passo os códigos de barras no leitor, liberado, deixando eu e Georgia passar. -“Eu preciso que você aja naturalmente,” digo a ela, pegando sua mão e indo para a área de segurança. Jesus, não posso acreditar que estou puxando-a em meus crimes. - “Na verdade, talvez você deva ficar com o tio Jesse e Tio Sam.” -“Não!” Ela para onde está e fixa seu pequeno pé. -“Eu quero ir encontrar Raya.” -“Ok”, sussurro, olhando a área nervosamente.


-“Só não grite.” Juntamo-nos a fila mais próxima, meus olhos constantemente verificando o tempo todo. Uma bandeja de plástico é empurrada na nossa frente, uma ordem latindo para preenchê-la. Eu não deixo nada ao acaso, garantindo que nada pudesse acionar o alarme do detector quando passamos nossos corpos. Quando ando através do arco de detecção, estou prendendo a respiração, rezando para o alarme não soar. E quando a Geórgia atravessa, parece dura, como se movesse o mínimo possível pudesse torná-la menos visível. No segundo que ela está passando pelos guardas, pego a sua mão, retiro nossas coisas e começo a correr pelo corredor convenientemente para loja Dutty Free5. - “Procure pelo portão cinquenta e oito, Georgia.” -“Ali, encontrei!” Ela aponta para um sinal de que brilha sobre meu caminho até Raya. -“Boa menina.” Depois de mais cinco minutos correndo, ela começa a choramingar e sou obrigado a carregá-la, suas pernas pequenas ainda não são construída para a velocidade ou longa distância. Seu corpo salta em meus braços enquanto corro e sigo as indicações, esquivando-me das pessoas, os seus dedos pequenos cavando em meus ombros com força. -“Lá, pai!” 5

Nome da loja


Eu sigo a direção do seu braço , meu ritmo diminuindo até parar. O sinal para a porta cinquenta e oito está brilhante, a única luz no meu mundo repentinamente escuro. A área está vazia, não há uma alma esperando para embarcar, cada assento livre. E a porta para o túnel que leva até o avião está fechada. Luto com um nó na garganta, a fechando, fazendo com que cada engolir seja áspero e doloroso. -“Chegamos muito tarde?” Georgia desliza para baixo dos meus braços e corre para a parte de vidro ao lado da porta, as palmas das mãos batendo na janela enquanto olho para fora. -“Chegamos muito tarde.” caio para o assento mais próximo e vejo quando o avião lentamente inverte para longe do portão, meu jogo está perdido. Minha menina desapareceu. Cotovelos nos joelhos deslizam minhas mãos no meu cabelo e olho para o chão. A gota de água que espirra entre os meus pés é a primeira de muitas.


Capítulo quatorze Eu não posso suportar olhar nos olhos de Jesse e Sam quando retornamos para eles. A dor fechando minha garganta ainda não me permite falar. A agitação suave da minha cabeça dizendo que nossa missão foi um fracasso, embora meus pés arrastando, ombros caídos, e miséria falam por si. Eu recebo um carinho no ombro por cada um deles, um movimento de simpatia, quando o que quero que eles façam é bater-me. Não apenas colocar-me fora da minha miséria, mas para me punir por ser tão idiota. A viagem de volta para a cidade é dolorosamente em silêncio, nem mesmo Georgia diz uma palavra. Ela apenas supriu minha necessidade de proximidade, carinhosamente ficando no meu lado. Eu não questiono quando Jesse se oferece para levá-la de volta com ele para brincar com Maddie. Ela precisa ser uma criança enquanto o pai dela se afoga em sua tristeza e chega a um acordo com o fato de que ele é um idiota merecedor de um prêmio. E o meu troféu é a dor de merda no meu peito que nunca vai parar de doer. Um lembrete constante do meu erro. Pés pesados, vou para a cozinha, pegando uma garrafa de vinho e arrasto-me para o meu quarto. Dominando a tristeza, remorso, e uma tonelada de outras emoções ruins, caio de costas na cama e olho para o teto. Essas correntes apertando meu coração estão firmes, impenetráveis, mas aquela coisa chamada devastação ainda me encontra percorrendo os elos grosso que penetram e rasgando um buraco no músculo.


Qual o ponto, eu não sei, mas telefono para Raya. Talvez para dar-lhe uma atualização dos eventos dos quais ela é completamente inconsciente. Ou talvez apenas para que saiba como eviscerado estou. Vai direto para a caixa postal novamente, o que não deve ser uma surpresa, já que ela está em pleno voo, mas o lembrete de que ela se foi ainda dói como o inferno. Eu mudo o meu telefone para alto-falante, soltando-o para a cama ao meu lado para que possa sacar a rolha do topo do vinho enquanto deixo-lhe uma mensagem. -“Eu fui para o aeroporto hoje.” Tomo um gole e faço o meu melhor para saborear o gosto de algo que venha a me entorpecer, que seja no final dessa garrafa. - “Georgia foi comigo.” Rio um pouco, ainda sem acreditar que tinha a minha filha envolvida. - “Meu amigo roubou alguns passaportes e cartões de embarque para que pudéssemos passar através dos portões.” Sorrio, mas é tenso e triste. - “Minha menina com a expressão impassível. Ela tem sete anos, pelo amor de Deus.” Eu rio, tomando outro gole. -“Foi uma aventura para ela. Uma aventura para ganhar uma garota para o pai dela.” Respiro profundamente, esfregando minha testa. -“Ela estava tão animada.” Levando a garrafa aos lábios, bebo uma grande dose, provavelmente, o


equivalente a um copo inteiro de uma só vez, ofegante e limpando minha boca. -“Mas chegamos demasiado tarde.” Peça por peça, as minhas esperanças desaparecem. Minha felicidade desmoronou. -“Raya, eu fiquei com medo.” Suspiro, esfregando minha cabeça. - "Não tenho desculpa. Você fez algo para mim que nunca aconteceu antes, e isso me assustou. Meu estilo de vida, minha filha. Tudo se tornou tão real. Eu ia dizer-lhe sobre ela. Só não sabia por onde começar.” seguro meus olhos fechados, arrependimento me comendo vivo. - “Deveria ter tido mais fé nela. E em você“. Finalizando a garrafa de vinho, a jogo na cama, começando a sentir a tontura gloriosa do álcool tomando conta da minha mente. -“Georgia me perguntou se eu te amo. E sabe de uma coisa? Eu faço. O que mais poderia explicar esta loucura?” Eu ouço uma batida na minha porta da frente, e franzo a testa, empurrando-me para ir atender. Pego meu telefone para fora da cama e desligo o alto-falante, levando-o para a minha orelha. -“Você é tão jovem, Raya. E sou tão velho e fodido. Com uma criança.” Eu oscilo através da minha sala, piscando para as estrelas emergentes na minha visão.


- “Gosto de mulheres amarrada em correntes, também.” Eu chego para a porta da frente e aperto o botão. -“E agora estou bêbado e-” Perco minha linha de raciocínio quando puxo a porta aberta. -“E você está aqui”, respiro, meu telefone caindo para o meu lado. -“Eu estou aqui”, segurando o telefone.

Raya

confirma

suavemente,

-“Eu recebi sua mensagem, quando estava embarcando no avião.” Seu polegar passa a tela em branco. -“Mas o meu telefone descarregou e não poderia chamá-lo de volta.” A mão relaxada na porta, eu olho, perdido no momento, me perguntando se estou sonhando. A questão é saber se estou vendo coisas. Ouvindo coisas. -“Você não estava no avião,” murmuro, olhando nos olhos que me consumiram todo a partir do momento em que os vi. Não há tristeza agora. Sem aborrecimento, ou sem vida. Vejo apenas uma coisa. Esperança. -“Eu não estava no avião.” Ela dá um passo adiante. -“E preciso que você me diga que eu não cometi um grande erro.”


Oxigênio me acorda quando inalo. Meu coração começa a bater contra as correntes filhas da puta, esticando-as, forçando-as a ceder sob o seu poder. Eu mantenho meu telefone para cima. Não mais segurando. Não há mais perguntas. Não há mais cautela e medo. -“Eu sou um homem aos quarenta e pela primeira vez na minha vida, estou em frangalhos por uma mulher. Você, Raya.” Seu sorriso, embora pequeno e nervoso, é tão foda brilhante. -“Não me importo quanto você está velho. Não me importo que você tem uma filha. E amo suas correntes.” Fechando o ponto final de espaço entre nós, ela olha para mim, com as mãos no meu cabelo, apertando, determinado. -“Sem meu avô, não sabia o que fazer comigo mesma.“ Um pequeno beijo é empurrado nos meus lábios. - “Eu sei que ele teria visto tudo em você que eu vejo. Força. Devoção. Sei que teria me dito que você vale o risco.” -“Não sou nenhum risco, Raya. Prometo. Não quero ser outra razão para você sofrer, e vou fazer qualquer coisa porra, para garantir que não.” Ela tem de acreditar em mim. Ela sorri. -Eu sei disso."


Alívio me sufoca. Ele constrói tão rápido e com tanta fúria dentro de mim, não há saída para isso. Além dos meus olhos. Respiro profundamente e a puxo para perto de mim, meu rosto caindo direto em seu pescoço, precisando sentir o cheiro dela, senti-la. Precisando fazer isso, sentir ela em carne e osso e nos meus braços. - “Eu deixei a você um tempo muito longo de correio de voz”, sussurro. Quero lembrar o que disse, quero retransmitir cada palavra, devagar e de forma concisa, mas elas se foram, desapareceu da minha mente, algo substituiu. -“Raya. Nos meus braços. E, realmente, apenas três dessas palavras importam, as três que gritam mais alto. As três que preciso dizer mais e mais. -"Eu te amo."


Epílogo “Eu espero que você esteja feliz entregando as chaves para Annie Ryan.

aqui“,

digo,

-“Obrigado, Drew.” Ela joga as chaves na mão, olhando ao redor do corredor. -“Acho que vou ser muito feliz aqui.” Pegando a maçaneta da porta da frente e abrindo quando ela chuta algumas das cartas nos seus pés, pilhas de correspondência que nunca vai ser lidas. Saindo para a rua, faço uma verificação rápida do meu telefone. Sem chamada perdida. Onde elas estão? -“Quaisquer planos para derrubar o lugar ?” Eu faço a varredura da rua, da esquerda para a direita. Nada. - “Uma vez que você é uma arquiteta, afinal.” -“A lavagem fim de semana e um pingo de pintura é tudo o que preciso por agora. O segundo quarto será meu estúdio.” Seus olhos verdes cintilam com emoção que não posso deixar de sorrir. -“Você está esperando por alguém?” Ela olha por mim, examinando a rua arborizada e vazia. -“Sim”, eu preocupar.

disco

para

Raya,

começando

a

me


- “Lembra-se da vez, realmente desconfortável onde perguntei sua opinião sobre algo totalmente inapropriado?” Eu levo o meu telefone no meu ouvido, e Annie sorri, largo e brilhante. -“Oh, o problema do seu amigo?” Eu rolo meus olhos - "Sim." -“E a menina se mudando para fora do país.” -“Oh, você quer dizer a minha namorada?” Soa tão estranho dizer isso. -“Ah, Drew!” Annie dá um soco de leve no meu bíceps. -“Então você pediu-lhe para não ir.” Meu telefone toca e franzo a testa, fazendo outra verificação rápida da rua. -"Eu fiz. Ela deveria estar me encontrando aqui com a minha filha.” -"Você tem uma filha?" Ela parece chocada. O que é mais chocante é que tenho uma namorada. -“Eu tenho, mas tenho a sensação de que não sou mais a sua pessoa favorita.”


Annie ri, começando a recolher alguns dos envelopes que desarrumam o assoalho de seu novo corredor. -"Estou feliz por você." -"Sim eu também." Seu braço se estende em direção a estrada. - “Oh, São elas?” Eu viro meu pescoço, rapidamente olhando em direção que ela aponta, sorrindo largamente, quando encontro Raya e Georgia saltando pela rua de mãos dadas. -“Esta são elas.” Paz e contentamento me envolve em seu abraço quente me aperta com força. -“Elas não são as coisas mais linda que você já viu?” Elas vêm e param na parte baixo da escada, braços cheios de bichos de pelúcia e algodão doce. -“Ei, papai!” Geórgia balança a cabeça para livrar do cabelo em seu rosto. - “Nós fomos para feira!” Viro-me para Annie. - "É melhor eu ir." Ela balança a cabeça por mim.


-“Elas combinam com você.” -“Eu sei.” Sorrio, deslizando meu telefone de volta no bolso. -“Talvez você seja a próxima vítima do amor, Annie.” Ela zomba, realmente divertida. -“Como te disse, Drew. Nem mesmo chiado, então definitivamente não há faíscas”. -“Não fique tão certa. Essas coisas morde na bunda inesperadamente.” Ela sorri, embora seja para preencher um espaço, algo para fazer além de me dizer que não há nada mordendo em sua bunda e provavelmente nada acontecerá em breve. - "Aproveite." -"Eu vou. Tome cuidado, Annie,” digo, porque se há uma coisa que descobri sobre Annie Ryan no pouco tempo que conheci ela, é que está muito feliz cuidando de si mesma. Ela não precisa de um homem, mas se ela quiser um? Eu desço as escadas pegando a minha menina, dando uma mordida no seu algodão doce. -“Quanto desses coisas você já comeu?” -“Não há nenhuma esperança de ela dormir no avião.” Raya desliza um braço sob meu paletó e junta-se ao meu


lado, e como um ímã, meu braço envolve em torno de seu ombro e puxa-a, porque ela não está perto o suficiente . Eu deixo cair um beijo na testa de cada uma das minhas meninas e começamos a caminhar para o carro. -“Está tudo embalado?” -“Sim!” Georgia está prestes a explodir de emoção. - “Eu tenho dois novos biquínis e um vestido brilhante, também”, ela declara. -“Biquínis?” Pergunto, virando os olhos nervosos sobre Raya. A sacudida de cabeça, sem palavras, dizendo para não me preocupar. -“E o vovô?”, Pergunto. -“Ele está pronto.” Raya coloca o rosto no meu peito, a mão descansando sobre a perna pendurada da Geórgia na minha frente. -“Então, vamos levá-lo de volta para a Austrália.” Se a felicidade fosse uma corrente, seria de platina com corações sólidos entre todos os elos e entrelaçados em volta do meu coração inchado. Eu estou acorrentado, não se engane, mas estou mais livre do que já estive.

fim

All i am drews story this man 3 5 by jodi ellen malpas  
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