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218 Michael: Epa, peraí! Lilly: Desculpe, mas é a pura verdade. A auto-estima do Hank já havia sido reduzida a pó graças à a rainha do Milho do Condado de Versailles. Eu não podia permitir que nenhum comentário negativo arruinasse o restinho de autoconfiança que restava nele. Sabe como os garotos podem ser fatalistas. Michael: Epa, peraí! Lilly: Era vital que o Hank pudesse perseguir seu sonho sem a menor influência fatalista. Senão, eu sabia, ele não teria a menor chance. E aí escondi nosso plano até dos seus entes mais queridos. Qualquer um de vocês, sem querer, podia ter detonado as chances do Hank com o mais casual dos comentários. Eu: Ah, fala sério. Nós teríamos apoiado vocês. Lilly: Mia, pensa bem. Se o Hank te dissesse: “Mia, quero ser modelo”, o que você teria feito? Fala sério. Você teria rido na cara dele. Eu: Não teria, não. Lilly: Teria, sim. Porque, para você o Hank é seu primo reclamão e com tendência à alergia lá da roça que ma1 sabe o que é um bagel. Mas eu, sabe, fui capaz de ver além disso, de ver o homem que Hank tinha potencial para se tornar... Michael: É, um homem destinado a ler seu próprio calendário de fotos eróticas. Lilly: Você, Michael, está só com ciúme Michael: Ah, sim. Eu sempre quis uma enorme foto minha de pendurada em plena Times Square

2 o diário da princesa 2 - a princesa sob os refletores  
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