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CONHEÇA A NOVA MDI

ENTREGANDO UMA JORNADA DE EXCELÊNCIA PARA MÉDICOS E PACIENTES CORPO CLÍNICO DE REFERÊNCIA

PARQUE TECNOLÓGICO COM A MAIS ALTA QUALIDADE

AMBIENTE ACOLHEDOR

ATENDIMENTO HUMANIZADO E FOCADO NA MELHOR EXPERIÊNCIA PARA MÉDICOS SOLICITANTES E PACIENTES

MDI – MEDICINA DIAGNÓSTICA POR IMAGEM Rua Antonio Afonso, 144 – Centro - Jacareí – SP TELEFONES (12) 3953-5040 |

99661-1622 |

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atendimento@mdimagem.com.br | agendamento@mdimagem.com.br WWW.MDIMAGEM.COM.BR


#souMDI “Como responsável pelo atendimento, vejo que a NOVA MDI vem com foco total no cliente, pois oferece facilidades, conforto, agilidade, entre outros fatores relevantes para a conquista da satisfação e encantamento, na utilização dos nossos serviços. Com uma nova estrutura física reunimos todos os métodos que realizamos em um mesmo endereço, possibilitando que os exames de imagem solicitados sejam realizados em um só local e em um mesmo dia. Pensando ainda em melhorias, vimos também com mais conforto e acessibilidade, opções de agendamento diversificadas, novidades na logística de entrega de exames, e a chegada de novos profissionais para compor nossa equipe, sempre mantendo um excelente nível técnico. Acredito que nossos clientes se sentirão satisfeitos e nossa equipe está sempre disponível a oferecer a melhor experiência para todos!”

Andréia Natal Líder de Atendimento

#aMDIrealiza

ENTEROTOMOGRAFIA e ENTERORRESSONÂNCIA na avaliação das doenças inflamatórias intestinais As doenças inf lamatórias intestinais (DII), dentre elas a doença de Crohn, podem representar um grande desafio clínico / cirúrgico, já que as características clínicas muitas vezes não se correlacionam com a atividade inflamatória da doença. Os métodos de tomografia computadorizada (TC) e de ressonância magnética (RM), quando utilizados com protocolos enterográficos, apresentam grande acurácia para a pesquisa e avaliação destas doenças. A técnica é baseada na distensão dos segmentos enterocólicos, com a utilização de meio de contraste hiperosmolar ingerido pelo paciente, facilitando a avaliação dos planos parietais e da relação entre as alças intestinais. A avaliação do grau de atividade da doença, ou ainda, de sua cronicidade, permite a obtenção de informações que ajudam diretamente no estabelecimento da estratégia medicamentosa. Outro ponto importante, no qual os métodos de imagem se tornam extremamente importantes, é a pesquisa de complicações, como estenoses, fístulas ou coleções intra-abdominais, onde em alguns casos é necessária intervenção cirúrgica.

Dr. Carlos Augusto maia Gomes de Almeida CRM 107.672

Como a acurácia entre os métodos é semelhante, a escolha entre eles (RM ou TC) se faz principalmente pela disponibilidade dos mesmos e / ou às condições clínicas do paciente, uma vez que apesar de apresentar maior resolução de contraste, as imagens por RM são mais suscetíveis a artefatos de movimentação. Outro fator importante é que a RM não expõe o paciente à radiação ionizante, que deve ser considerada já que o caráter crônico das DII torna necessária a realização de diversos exames ao longo do tempo. Dr. Carlos Augusto Maia Gomes de Almeida Médico radiologista graduado e com residência médica pela UNIFESP – Escola Paulista de Medicina.


Criada em 2005 por um grupo de médicos colegas de formação e residência, a MDI- Medicina Diagnóstica por Imagem vêm agregando constantemente, tecnologia de ponta, acurácia nos diagnósticos e estudos realizados, qualificação em recursos humanos e físicos, aperfeiçoamento e gestão do corpo clinico, entre outras ações benéficas ao paciente e ao medico solicitante. Seguindo esse caminho, a MDI inicia 2019 de cara nova , disponibilizando todos os métodos em um único local de atendimento. Atendendo clientes de Jacareí e demais cidades do Vale do Paraíba, oferece excelência e qualidade em Ressonância Magnética, Tomografia Multislice, Mamografia Digital, Densitometria Óssea, Ultrassonografia Geral e com Doppler.

NOSSOS EXAMES Ressonância Magnética Tomografia Multislice Mamografia Digital Densitometria Óssea Ultrassonografia Geral e com Doppler Punções

MISSÃO Fornecer medicina diagnóstica a todas as classes sociais com excelência de qualidade.

VALORES Excelência de qualidade em todos os níveis. Responsabilidade social empresarial. Ética e Transparência. Rapidez e Eficiência. Tratamento Humanizado. Reconhecimento Profissional ATENDIMENTO Segunda – Sexta: 07h às 19h Sábado: 07h às 14h R. Antônio Afonso, 144 Centro, Jacareí-SP Telefones (12) 3953-5040 |

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UtilidadePública

Em 16 anos, restrição de fumar em ambientes públicos evita 15 mil mortes de crianças no Brasil, revela estudo Leis que instituíram ambientes 100% livres da fumaça do tabaco reduziram a mortalidade infantil no Brasil ao limitar a exposição de crianças ao elemento nocivo. Essa é a conclusão do estudo Legislação de Ambientes Livres de Fumaça de Tabaco e Mortalidade Infantil, lançado durante a cerimônia do Dia Mundial Sem Tabaco, no INCA. Os pesquisadores também concluíram que a redução da mortalidade infantil foi maior nas unidades da federação que implementaram leis mais restritivas, em relação às unidades com lei mais permissivas. Caso todas as unidades da federação tivessem adotado, desde o início, a proibição total do fumo em locais públicos, outras 10.091 mortes de crianças com idade inferior a 1 ano teriam sido evitadas de 2000 a 2016. A hesitação da implementação das leis de ambientes nos estados é resultado direto da interferência da indústria tabageira. Os estados e Distrito Federal brasileiros implementaram gradativamente, de 2000 a 2012, as chamadas “leis do ambiente livre da fumaça do tabaco”, com diferentes graus de proibição do fumo em locais públicos. Enfim, em 2014 foi regulamentada a lei federal de 2011, proibindo completamente o fumo em locais públicos fechados de uso coletivo. O estudo demonstra que, em 16 anos, a implementação das leis evitou a morte de 15.068 crianças com idade inferior a 1 ano, ou seja, reduziu

a taxa de mortalidade infantil. O tabagismo passivo está relacionado a várias doenças em crianças, como asma, bronquite, pneumonia e otites aguda e crônica, assim como com a Síndrome de Morte Súbita na Infância. No mundo, o tabagismo passivo causa cerca de 880 mil mortes por ano, sendo que cerca de 54 mil ocorrem em crianças de 0 a 4 anos. “ ‘Fuma quem quer’: a gente ouve muito isso (...), principalmente daqueles que se opõem às medidas para reduzir o tabagismo”, relatou Tania Cavalcante, secretária-executiva da Comissão para a Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde no Brasil. “Nessas falas se desconsidera que a iniciação ao tabagismo começa, em massa, na infância e na adolescência. Por isso, o mercado tabagista é direcionado para esse público." “Antes da lei de ambientes livres, bebês e crianças inalavam fumaça de cigarro em qualquer lugar: shoppings, supermercados, salões de festa, transportes públicos, restaurantes, etc. Os próprios pais e outras pessoas fumavam ao lado dos carrinhos de bebês, sem restrição. Agora, a exposição à fumaça do tabaco não ocorre mais nos locais públicos fechados, mas continua dentro das residências. Entretanto, outros estudos mostraram que a lei de ambientes livres também impacta, indiretamente, o fumo dentro de

casa, por maior conscientização da população. E esse estudo constatou que o uso de tabaco diminuiu, até mesmo, entre gestantes, no período da pesquisa,” ressaltou a epidemiologista Liz Almeida, chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA e uma das autoras do estudo. Pesquisadores do INCA, do Imperial College London (do Reino Unido), do Erasmus Medical Centre (da Holanda), da The International Union Against Tuberculosis and Lung Diseases (The Union, com sede na França) e da Universidade de São Paulo compilaram dados de mortalidade infantil em todos os municípios brasileiros de 2000 a 2016 e levantaram as diversas legislações de controle do tabagismo nos 26 estados brasileiros e no DF. O Brasil foi escolhido como local desse amplo estudo porque a variação na abrangência da legislação (se mais ou menos restritiva) em cada unidade da federação permitiria a comparação do impacto na mortalidade infantil. No período de 2000 a 2016, a mortalidade infantil apresentou uma curva de queda constante em todos os estados brasileiros, por diversas razões. Mas os pesquisadores identificaram que a implementação de ambientes 100% livres da fumaça do tabaco contribuiu para acentuar essa queda na taxa de mortalidade infantil em 5,2%. Fonte: www.inca.gov.br/noticias

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