__MAIN_TEXT__

Page 1

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA MULTIPARAMÉTRICA DA PRÓSTATA A Ressonância Multiparamétrica de Próstata (RMP) consiste na combinação de imagens anatômicas de alta resolução com as seguintes técnicas funcionais: • •

estudo dinâmico com administração de meio de contraste paramagnético intravenoso, também conhecido como perfusão; análise da difusão das moléculas de água.

Quando se associam as técnicas de difusão e perfusão, a RMP torna-se mais sensível e específica para detectar lesões clinicamente significativas, bem como para estimar sua agressividade. O papel da RMP no rastreamento tumoral é o de identificar lesões clinicamente significativas nos pacientes com suspeita clínica baseada em alteração do PSA e/ou do toque retal. Outro, não menos importante, papel do método é o estadiamento local de lesões neoplásicas previamente diagnosticadas, norteando a decisão terapêutica.

GUSTAVO ALFREDO D. HENRIQUES PINTO CRM 103.987

Saiba mais!

PRINCIPAIS INDICAÇÕES: • Pesquisa de lesões neoplásicas cinicamente significativas da próstata; • Orientação para biópsia prostática; • Estadiamento da neoplasia da próstata; • Planejamento de cirurgia ou radioterapia da próstata; • Monitoramento de pacientes em vigilância ativa; • Pesquisa de recidiva em pacientes tratados.

MDI_Informativo_2.indd 1

23/03/2018 11:45:00


MDI RECEBE PACIENTES DE SÃO JOSE DOS CAMPOS, IGARATÁ, SANTA BRANCA, GUARAREMA, SANTA ISABEL E DEMAIS CIDADES DA REGIÃO. Através de parcerias com hospitais, secretarias de saúde, convênios e planos de saúde, a MDI têm realizado exames de diversas cidades da região. Em contrapartida à confiança dispensada aos profissionais médicos, a MDI oferece para alguns parceiros Luciana Ribeiro, facilidades na entrega Gerente Administrativa dos exames e logística, contemplando o cliente médico e o cliente paciente. È uma gentileza que têm conquistado aqueles que buscam qualidade, porém encontram dificuldades na logística e locomoção. Prezado doutor, caso seu cliente não resida em Jacareí, entre em contato conosco. Faremos o possível para atendê-lo, assim como para atender suas necessidades médicas quanto ao diagnóstico e agilidade dos resultados.

MDI_Informativo_2.indd 2

Acidente Vascular Cerebral (AVC) Acidentes vasculares cerebrais (AVC) são doenças que se manifestam como déficits neurológicos focais ou globais de rápida instalação. São divididos em 2 grupos: o AVC isquêmico (AVCi), 80% dos casos, relaciona-se à obstrução de vasos que irrigam o encéfalo; o AVC hemorrágico (AVCh), 20% dos casos, inclui as hemorragias intracranianas não traumáticas. Os exames por imagem revolucionaram o diagnóstico, o tratamento e a avaliação prognóstica dos pacientes com AVC. No caso do AVCi, até o final do século passado, o tratamento era apenas de suporte. A partir de 1995, com a introdução do tratamento com trombolíticos endovenosos, a tomografia passou a desempenhar papel fundamental, uma vez que é método de eleição para demonstrar que um paciente com AVC e potencialmente candidato para a terapia com trombolílitos, não tem uma contra-indicação absoluta para o uso destas substâncias, por exemplo, uma área de hemorragia intracraniana ou um tumor cerebral volumoso. Nos últimos anos, os exames de imagem (tomografia, angiotomografia, ressonância magnética e angiorressonância magnética) vêm ocupando maior espaço na seleção dos pacientes com AVCi devido a consolidação do tratamento endovascular desta doença. O tratamento endovascular (retirada de trombos/êmbolos com stent retrievers , aspiradores ou trombolíticos intra-arteriais) exige conhecer a extensão do dano cerebral já instalado

na apresentação do paciente e a presença de um trombo/êmbolo em um grande ramo arterial como critérios de seleção para o tratamento dentro da janela das primeiras 6 hs do início dos sintomas. Dois grandes trabalhos científicos, um publicado no final de 2017 (da universidade de Harvard) e outro no início de 2018 (da universidade de Stanford) revolucionaram ainda mais os conceitos do tratamento do AVCi demonstrando que, mesmo após a janela das primeiras 6 hs, ou seja, entre 6-24 hs do início dos sintomas, existe potencial de salvamento de tecido cerebral através de tratamento endovascular, desde que estes paciente sejam subselecionados criticamente pelos exames de imagem. No AVCh, os exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética, permitem localizar a hemorragia intracraniana em diferentes compartimentos (extradural, subdural, subaracnóide, intraparenquimatoso) o que dirige a avaliação etiológica e o tratamento. Considere o exemplo da hemorragia subaracnóide. Após o diagnóstico deste tipo de hemorragia, o estudo dos vasos, através de angiotomografia ou angiorressonância, desempenha papel fundamental na definição da causa, por exemplo, um aneurisma cerebral, vasoespasmo, vasculite, entre outros, que determinará o tratamento e o prognóstico. Dr. Rogerio Iquizli Coordenador Médico do setor de Neurorradiologia

23/03/2018 11:45:07


Canal de Assessoria Médica A MDI oferece para seus clientes médicos uma ferramenta de assessoria, com o objetivo de atendê-los nas sua necessidades diversas. Disponibilizamos para o médico prescritor um canal de interface entre este e o nosso médico imagenologista, nas diversas especialidades que atuamos. Através de uma ligação ou de uma mensagem de WhatsApp é possível contatar o profissional que deseja e ter atendimento personalizado para às possíveis necessidades ou questionamentos. O profissional médico pode contatar o Canal de Assessoria Médica da MDI para as mais diversas questões, desde uma dúvida técnica à uma solicitação de atendimento de urgência, entre outros assuntos pertinentes aos seus pacientes. Apresentamos aqui os especialistas e coordenadores médicos da MDI:

Gustavo Alfredo D. Henriques Pinto Diretor Executivo

Luis Felipe M. Gomes de Almeida Coordenador Médico do setor de Ultrassonografia e Doppler

Rosana Midori Takehara Coordenadora Médica do setor de Medicina da Mulher (Mamografia Digital e Densitometria Óssea)

Eduardo Takashi Takehara Coordenador Médico do setor de Radiologia Digital

Carlos Augusto M. Gomes de Almeida Coordenador Médico do setor de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética do Abdome

Rogerio Iquizli Coordenador Médico do setor de Neurorradiologia

Carolina Etiene Sakamoto Coordenadora Médica do setor de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética de Músculo-Esquelético

Leonardo Iquizli Coordenador Médico do setor de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética do Tórax e Vascular

Canal de Assessoria Médica

MDI_Informativo_2.indd 3

Tel. (12) 98895-0697

23/03/2018 11:45:09


QualidadedeVida

Vacina da febre amarela tem validade? Dose contra a febre amarela não precisa ser renovada e isso vale independentemente de quando você tomou a vacina Quem já foi vacinado pelo menos uma vez contra a febre amarela (com a dose padrão/ não fracionada) não precisa fazer uma nova visita ao posto de saúde. A avaliação sobre a vacina mostrou que uma única dose é suficiente para proteger contra a transmissão da doença. Até alguns anos atrás, a recomendação era de que a vacina fosse renovada de dez em dez anos, mas em 2014 a Organização Mundial da Saúde (OMS) mudou sua orientação quando concluiu que o reforço da dose não é necessário para manter a proteção contra a doença. No início deste ano o Brasil adotou a recomendação da OMS. Quem já tem o certificado não precisa trocar ou renová-lo. Quem já foi vacinado, mas não tem o certificado, precisa apenas agendar um horário em um posto de emissão do CIVP e apresentar o cartão nacional de vacinação com os dados da vacina. A vacina contra a febre amarela pode ser tomada em postos de saúde ou em clínicas particulares. Quais são os países que exigem o CIVP? A consulta poderá ser realizada no endereço: http://www.anvisa.gov.br/ viajante. Clique no link: “Verifique as orientações para o país de destino” e serão apresentadas recomendações para sua viagem e a indicação da existência ou não de exigências sanitárias. Caso haja exigência sanitária, será necessária a apresentação do certificado CIVP.

clínicas particulares credenciadas para essa finalidade. Vale ressaltar, que os Postos da Anvisa não aplicam a vacina - apenas emitem o certificado. A vacina deve ser tomada nos serviços de saúde públicos e particulares devidamente habilitados. Para visualizar a lista dos serviços de vacinação privados credenciados acesse o endereço eletrônico http://www. anvisa.gov.br/viajante. Clique sobre o link “Centro de Orientação à Saúde do Viajante” e, após, no link “Consulte a lista completa dos Centros”.

COMO OBTER O CIVP? A emissão do CIVP é gratuita e feita nos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante da Anvisa, localizados em portos, aeroportos e fronteiras. Desde abril de 2011, o certificado também pode ser emitido em Unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) credenciadas, como postos de saúde e hospitais, e nas

SÓ O VIAJANTE PODE ASSINAR O CIVP? Para obter o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), é imprescindível a presença do interessado (viajante) nos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante. Como se trata de um documento de validade internacional, a autoridade sa-

MDI_Informativo_2.indd 4

QUAIS OS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS? - Cartão de vacina e documentos pessoais. São aceitos como documentos de identificação pessoal a Carteira de Identidade (RG), o Passaporte e a Carteira de Motorista válida (CNH), entre outros. A apresentação da certidão de nascimento é aceita para menores de 18 (dezoito) anos. Ressalta-se que crianças a partir de 9 (nove) meses já começam o esquema de vacinação. A população indígena que não possui documentação está dispensada da apresentação de documento de identidade. Para agilizar o atendimento, o interessado pode realizar um pré-cadastro no endereço http://www.anvisa.gov.br/ viajante ao clicar na opção “cadastrar novo”.

nitária deverá garantir que a assinatura constante do CIVP seja idêntica a do Passaporte ou a da Carteira de Identidade (RG). E QUANDO SE TRATAR DE CRIANÇA / ADOLESCENTE MENOR DE 18 ANOS? a) Necessidade da presença do menor: Não é necessária a presença da criança ou do adolescente menor de 18 (dezoito) anos quando seus pais ou responsáveis solicitarem a emissão do seu CIVP nos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante. b) Necessidade de assinatura: - No caso de menores que não assinam o nome, o responsável pelo menor deverá assinar o documento. - No caso de menores que já assinam o nome, orienta-se que o CIVP seja assinado de forma idêntica aos demais documentos (Passaporte ou Carteira de Identidade) da criança ou do adolescente. Mas fique atento, o CIVP sem a assinatura torna o documento inválido e a autoridade do país de destino poderá deportar o viajante por esse motivo. No caso de conexão ou escala em outros países, há necessidade do certificado? Dúvidas sobre a aplicação das normas de controle sanitário, incluindo a necessidade de apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia em países onde se faz conexão ou escala, devem ser esclarecidas com a representação do próprio país (consulados / embaixadas) ou com a empresa aérea que opera nesses destinos. Fonte: Ascom/Anvisa

23/03/2018 11:45:11

Profile for tatudopronto

Informativo - Ressonância Magnética Multiparamétrica da próstata  

Informativo - Ressonância Magnética Multiparamétrica da próstata  

Advertisement